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Luta sem trégua contra o governo usurpador

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

30 Horas com ponto eletrônico: negociação pelas costas da base

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A adoção da jornada de 30 horas, acompanhada da implantação do controle eletrônico de ponto em toda a UFPR, é a proposta colocada para debate e votação na sessão do Conselho Universitário (COUN) do dia 6/12.  Ela é resultado do trabalho de uma Comissão integrada por representantes da Reitoria e dos técnicos, formada ao final da greve deste ano, a qual entregou seu relatório por volta de 9/11 ao reitor Zaki Akel, e este agora encaminha a proposta de jornada/ponto ao COUN.

Nessa Comissão os TA foram representados pelo presidente do Sinditest, Wilson Messias, e pela ex-diretora de imprensa do sindicato, Carla Cobalchini, hoje presidente eleita do Sinditest, ainda não empossada.

Atentem, leitores, para a cronologia dos fatos.  A greve dos TA foi encerrada em 26/09, e nas assembleias finais de greve, em meados de setembro, a proposta das 30 horas foi aprovada pela categoria, e também nomes de quase 10 servidores para integrar a Comissão para discutir essa proposta com a Reitoria.  A Comissão paritária com a Reitoria foi instalada em 10/10, com presença apenas de Messias e Carla, tendo 30 dias para entregar seu relatório ao reitor, ou seja, por volta de 10/11.

Isto quer dizer que, pelo menos desde 10/11, há cerca de 3 semanas, tanto o presidente atual como a presidente eleita pela Chapa 2 já tinham conhecimento de que a proposta de 30 horas vinha acompanhada de implantação do ponto eletrônico.

Pergunta-se, caros leitores: desde 10/11 a diretoria atual do Sinditest chamou alguma assembleia geral para discutir essa proposta que irá a votação no COUN na próxima semana?  Saiu algum mínimo informe no site do Sinditest?  O grupo da Chapa 2 usou pelo menos seu site de campanha eleitoral para informar a base que lhe deu vitória para informar qual seria a proposta no COUN?  Não, não e não.

Apenas ontem (29), à noite, é que o site da Chapa 2, em matéria assinada pelo (ex?)diretor do Sinditest Bernardo Pilotto, confirma qual a proposta que irá a debate no COUN de 6/12, e ali conclama a uma "mobilização" dos servidores para protestar contra o "oportunismo" da Reitoria em associar o ponto eletrônico à redução da jornada.  Se assim é, por que a Chapa 2 não informou/alertou toda a base e procurou mobilizá-la DESDE 10/11 ?  Se Messias e a Chapa 2 já sabiam há 3 semanas de qual seria a proposta, por que se calaram até agora?  

Da parte de quem possuía informações, houve sonegação de levá-la até a categoria. Medo?  Há aí uma mistura de hipocrisia, desprezo pela democracia e falta de transparência.  Mais uma vez.  Uma negociação com a Reitoria feita pelas costas da base.  

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Então, naquele sindicato, depois da posse da nova diretoria...

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Fonte: adaptado de Adão Iturrusgarai - Folha de SP - 29/11/2011

Intenções privatizantes do governador Beto Richa enfrentam resistência

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Manifestação de ontem (28) no Hospital do Trabalhador

O tom dos debates na Assembleia Legislativa sobre o projeto de lei que autoriza o Executivo a repassar a Organizações Sociais (OSs) alguns serviços sob responsabilidade do Estado é indício de que a aprovação desta lei enfrentará resistências. Na sessão plenária de ontem, o assunto dominou discussões acirradas entre oposição e liderança do governo. Antes, na reunião extraordinária da Co­­missão de Constituição e Justiça (CCJ), o relator, deputado Hermas Brandão Junior (PSB), pediu mais tempo para apresentar o parecer. A bancada governista pressiona para votar a proposta em plenário ainda nesta semana. No entanto, alguns deputados do PMDB, recentemente convertidos à base aliada, posicionaram-se contra o projeto.

Pela proposta, o governo pode entregar a OSs a gestão de todos os serviços públicos, com exceção do ensino regular – ensinos fundamental, médio e superior – e da segurança pública. Segundo a mensagem do Executivo, eventuais convênios com as OSs só serão feitos em casos pontuais, para dar mais agilidade a serviços em que o poder público não tem tido “a eficiência esperada”

Para o líder da oposição, deputado Enio Verri (PT) o projeto é um “retrocesso, a terceirização da função do Estado com outras roupas”. Seu colega de bancada, deputado Tadeu Veneri (PT) cobrou do governador Beto Richa (PSDB) um posicionamento formal sobre o projeto. “Não se pode transformar o Estado em empresa privada disfarçada. Se o governador tem a intenção de privatizar o Estado que diga isso com todas as letras, disse.

Para Veneri o projeto é contestável, pois abre a possibilidade de o governo entregar a OSs setores altamente rentáveis da estrutura pública. Ele também citou que toda a regulamentação da escolha das OSs será definida por decreto pelo governador. “É um talão de cheques em branco para o governador”, disse Veneri. Entidades do movimento social e sindical estiveram ontem na Assembleia e apresentaram um “calendário de lutas” contra a aprovação desta lei.

Encarregado de defender a proposta no plenário, o líder do governo, deputado Ademar Traiano (PSDB), negou que o governo irá promover privatizações e afirma que a lei dará agilidade para fazer contratações, principalmente no setor da saúde. “O Hospital Sarah Kubitschek, que é referência nacional, é uma OS”, lembrou.

Abraço simbólico
Um grupo de funcionários do Hospital do Trabalhador, em Curitiba, fez na tarde de ontem uma manifestação contra declarações do secretário da Casa Civil do Paraná, Durval Amaral (DEM), de que o hospital estaria “subutilizado”. A frase foi publicada pela Gazeta do Povo no dia 24, em matéria que descrevia o projeto que transfere serviços do Estado para organizações sociais. Amaral citou o hospital como local subutilizado. Apesar de uma nota também publicada pela Gazeta do Povo no dia 25 de novembro em que o governo do Paraná diz que o secretário teria se equivocado ao citar o hospital, os funcionários decidiram realizar um abraço simbólico e mostrar dados sobre a instituição.

Traiano também citou a possibilidade de criação de OSs para gerir a área da cultura. Como exemplo, usou os músicos da Orquestra Sinfônica do Paraná, que hoje estão contratados em cargos em comissão, o que estaria sendo questionado pelo Tribunal de Contas. De acordo com Traiano, o governo hoje não pode mais fazer contratação de servidores por concurso público porque os gastos com pessoal limitados pala Lei de Respon­­sabilidade Fiscal.
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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Sinditest nada informa sobre as 30 horas e o ponto eletrônico

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Quem pensar que encontra informações sobre a adoção da jornada de 30 horas no site do Sinditest, vai se frustrar.  Não apenas não há nenhuma notícia recente sobre o tema por ali, como também nada sobre implantação de ponto eletrônico.  Uma filiada pediu uma assembleia geral ao presidente do Sinditest, mas também de nada se sabe. Sabe-se que a posse da nova diretoria sindical só se dará em janeiro/2012.

Infelizmente, também no site de campanha da Chapa 2 - "Mudando o rumo dos ventos" - que venceu a eleição do sindicato, não há qualquer pista. A futura presidente Carla, assim como o atual Messias, fizeram parte da Comissão que elaborou com representantes da Reitoria uma proposta de 30 horas que virá a ser votada no Conselho Universitário. Logo, ambos detem essa informação e poderiam pelo menos torná-la pública, de preferência levando ao debate em assembleia da categoria.  

No site da Chapa 2, numa mensagem de "agradecimento" pela vitória eleitoral de 9/11, o que muito se lê são ataques contra as chapas derrotadas, anunciando algo como a chegada do "paraíso da luta dos trabalhadores", uma visão arrogante e a-histórica que pretende negar todas as conquistas da trajetória do Sinditest desde 1992.  Menos, companheiros, menos. Vamos tentar a partir de agora produzir unidade para resolver vários problemas e puxar novas lutas, em vez da repetição de clichês ideológico-partidários e rotulagens contra colegas, as quais só desagregam.  Além de produzir informação útil para toda a base. 

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

HC, de novo, dá vitória à chapa de velhos caciques na eleição do COPLAD/CEPE

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Pouco antes da meia-noite de ontem (23), terminou a apuração dos votos da eleição dos dez representantes da categoria técnica-administrativa para os Conselhos Superiores da UFPR.  Até o escrutínio da última urna - a do HC - a Chapa 1 levava dianteira de mais de 140 votos sobre a Chapa 2 e de 44 votos sobre a Chapa 3. [Clique na imagem da tabela acima se quiser ampliar.]

Aberta a urna hospitalar, comprovou-se que um dos senhores feudais do HC, que ainda ali detem uma certa "gleba" sob seu controle político exclusivo, reverteu a desvantagem, ganhando com 100 votos de diferença sobre a Chapa 1.  Mais de 2/3 dos votos obtidos pela chapa vitoriosa vieram exclusivamente do HC, como se vê na tabela acima.  

A chapa de Wilson Messias, acolitada pelo cacique da Asufepar V. Kachel, não obteve maioria absoluta dos votos válidos, representa 39 % do eleitorado. Contudo, como a eleição no COUN é majoritária, sua Chapa 2 leva todas as dez vagas. E, assim, as opiniões dos demais 60% vão para o lixo.

Doravante, pelos próximos dois anos, todos os servidores serão representados no órgão máximo da UFPR  por um grupo quase exclusivamente do HC, o que é uma distorção da pluralidade democrática.  Contudo, assim está ainda a democracia sob a gestão da atual Reitoria.  Resta acompanhar o desempenho dos novos conselheiros e fiscalizar como votarão temas importantes próximos, como a regulamentação das 30 horas e a adoção da EBSERH para gerir o HC.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

EBSERH: Senado aprovou hoje criação da nova empresa pública para gerir HUs

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A criação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) para administrar os hospitais universitários foi aprovada pelo Plenário do Senado nesta quarta-feira (23). O Projeto de Lei da Câmara 79/2011 repete proposta que constava da MP 520/2010, que perdeu a vigência por decurso de prazo em junho, e é uma tentativa do governo de dar mais agilidade à gestão dos hospitais universitários, ao mesmo tempo em que regulariza a situação de cerca de 25 mil funcionários dessas instituições.

O projeto foi aprovado com 42 votos a favor e 18 contrários. Os senadores de partidos de oposição (DEM, PSOL e PSDB) fecharam contra a criação da nova estatal. Também o senador Cristovam Buarque (DF), do PDT, um dos partidos da base, anunciou voto contrário. Ele criticou a idéia de excluir do âmbito das universidades a gestão desses hospitais, tirando deles o caráter de formação.

Na proposta, o Executivo apresentou duas justificativas para criação da nova empresa. A primeira é de estabelecer um modelo jurídico-institucional mais ágil e eficiente para os 46 hospitais hoje vinculados a universidades federais. Essas instituições são responsáveis, por ano, por cerca de 40 milhões de procedimentos de média e alta complexidade realizados no Sistema Único de Saúde (SUS). Mas, como não têm personalidade jurídica própria, acabam por sofrer com a limitada autonomia administrativa e financeira.

A segunda justificativa é solucionar, de forma definitiva, irregularidades na contratação de pessoal nos hospitais universitários. Essas instituições contam com mais de um terço de seus 70 mil funcionários contratados por intermédio de fundações de apoio às universidades, na forma de terceirizações. A modalidade, no entanto, já foi condenada pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

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Fonte: Agência Senado

Filiada de base pede ao Sinditest assembleia geral sobre adoção de 30 Horas com ponto

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Circulou ontem um email, de autoria da técnica filiada ao Sinditest Lúcia Alves do Santos, em que ela pede ao presidente do Sinditest a convocação imediata de uma assembleia geral para a categoria saber em que pé está a questão da adoção da jornada de 30 horas com ou sem ponto eletrônico.  A preocupação de Lúcia é que essa jornada estaria para ser votada no Conselho Universitário (COUN) em sessão no dia  06/12/2011 e os servidores não sabem de nada dos detalhes da proposta.

Segundo o email datado de ontem, "a votação das 30 horas será no dia 06 de dezembro de 2011, nós Técnicos-Administrativos da UFPR devemos deliberar em Assembléia essa questão, pois o que foi aprovado na Assembléia da Greve foi 30 horas, em nenhum momento discutiu-se o PONTO ELETRÔNICO."

A apreensão da servidora tem razão de ser. Em 10/10, a matéria 
"Ponto eletrônico biométrico será implantado, garante reitor Akel na Band-FM" foi publicada neste Blog, em que o reitor afirmava à sua entrevistadora que considerava isso "a contrapartida natural da adoção da jornada semanal de 30 horas, principal ponto negociado na pauta local da greve dos técnicos. A medida é para toda a UFPR, incluindo o HC."

Wilson Messias é o (ainda) presidente do Sinditest.  Carla Cobalchini é a nova presidente eleita do sindicato, mas ainda não assumiu o cargo.  Ambos foram os únicos técnicos que estiveram na Comissão que discutiu a proposta da implantação da jornada de 30 horas junto a representantes da Reitoria durante outubro.

Para além da formalidade de colocar seu pedido de uma assembleia geral do Sinditest num ofício bem escritinho assim-assado (pois até nisso a diretoria do sindicato é capaz de implicar), a intenção de Lúcia terá que contar com um enorme bom humor do cacique sindical Messias para atendê-la.  Humor que pode estar bem estragado se for derrotada a Chapa 2 pela qual Messias concorre a uma vaga do COUN na eleição que ocorre hoje, ao lado do outro cacique asufepariano V. Kachel.

Sem essa boa vontade do excelso presidente do Sinditest para chamar assembleia, a servidora Lúcia terá de esperar que a nova presidente Carla assuma, o que não se sabe se ocorrerá antes de 06/12.  Ou então ela pode tentar o duro e incerto caminho indicado pela letra "d" do Art. 11 do Estatuto do Sinditest: conseguir que 10% da base filiada (algo entre 500 e 600 servidores, todos quites com a tesouraria sindical) assine um pedido de assembleia, enviar este pedido ao presidente do sindicato, esperar que este convoque a assembleia em 5 dias e, na assembleia, garantir que mais da metade dos 500 a 600 assinantes se faça presente, sob pena de nulidade das decisões.  

Ah, sim, ainda que cumpridas essas exigências, caso o presidente Wilson Messias não queira atender o pedido dos mais de 500 filiados de base, a bola passa ao vice, o "coronel" Dr. Néris, para decidir sobre chamar a assembleia, e ainda tendo Messias o direito de presidi-la!  Duro, não é mesmo?  Por essas coisas se entende como é urgente reformar o Estatuto, e o Artigo 18 do mesmo parece dar uma brecha para isso.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Eleição de técnicos aos Conselhos da UFPR dia 23 - locais de votação

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Nesta quarta-feira, dia 23/11, os servidores técnicos ativos e aposentados, independentemente de sindicalização, elegem seus representantes para 10 vagas (5 titulares, 5 suplentes) nos Conselhos Superiores da UFPR.  Concorrem 3 chapas.  O horário vai das 08h00 às 18h00 para quase todas as urnas, com exceção para as urnas do HC (07h00 às 20h00) e as urnas volantes de unidades do Litoral e Fazenda.  Não está previsto voto em trânsito. Em caso de dúvida sobre onde votar, ligue para os ramais da SOC (5023 e 5024).

Urna - Local
1 - Saguão da Reitoria
2 - Praça Santos Andrade (prédio histórico)
3 - Setor de Ciências da Saúde/Centro
4 - Saguão do Hospital de Clínicas
5 - Setor de Ciências Agrárias
6 - Imprensa Universitária
7 - Setor de Ciências Biológicas
8 - Centro Politécnico (Setores de Ciências Tecnológicas, Exatas, da Terra)
9 - Almoxarifado Central
10 - Setor de Ciências da Saúde/Campus Botânico
11 -  Setor de Ciências Agrárias/Campus Botânico
12 - Campus Palotina
13 - Urna volante: CEM (9 às 10h00); Paranaguá/Museu (11 às 12h00)
14 - UFPR Litoral/Matinhos (das 8 às 18h00)
15 - Urna volante: Fazenda Cangüiri (das 11 às 13h00)
16 - Setor de Ciências Sociais Aplicadas/Campus Botânico
17 - Setor de Educação Profissional e Tecnológica (ex-Escola Técnica)
18 - Setores de Educação e de Ciências Humanas (ed. D. Pedro I)

Candidatos técnicos da Chapa 1 aos Conselhos da UFPR - Parte 4

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PATRÍCIA BIANCHI KUSSABA
CANDIDATA AO COPLAD

Patrícia é graduada em Psicologia e Administração de Empresas, tendo especialização em Psicologia Organizacional e do Trabalho, com ênfase em Qualidade de Vida no Trabalho.  Iniciou suas atividades na UFPR em 2008 na UCAP (Unidade de Capacitação e Aperfeiçoamento de Pessoas) da PROGEPE e está atualmente na GPD (Gerência de Procedimentos Disciplinares) da mesma pró-reitoria. De 2008 a 2011 atuou também como tutora do Curso de Gestão Pública da turma do Setor de Ciências Agrárias.  


BRUNO CASTRO GOMES NETO
APOSENTADO - CANDIDATO AO COPLAD

Bruno ingressou no Hospital de Clínicas em 1976 como assistente em administração, inicialmente no setor de Contabilidade, depois no de Materiais e em seguida no Serviço de Radiologia, por onde se aposentou após cumprir 33 anos de serviços prestados ao hospital.  

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Néris perdeu a eleição. Derosso largou o osso. Agora falta Messias largar!

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E não é que o todo-poderoso presidente da Câmara Municipal de Curitiba largou o osso? Temporariamente, é certo, mas largou.  A reportagem da Gazeta do Povo de hoje informa que Derosso pediu afastamento do cargo por 90 dias.  Aguentou 4 meses de denúncias comprovadas e de pressões, e finalmente se afastou do cargo, saindo politicamente derrotado. Foram 15 anos agarrado no osso da presidência da Câmara de Vereadores.



Já o "coronel" Dr. Néris acumula 12 anos em posições de poder na Diretoria do Sinditest (como presidente ou como vice), mas agora levou um chega-pra-lá na recente eleição.  Falta Wilson Messias também largar o osso, tanto passando logo a presidência do Sinditest para a ex-comandada Carla Cobalchini como tendo sua chapa 2 aos Conselhos Superiores rejeitada na eleição desta quarta-feira, dia 23/11.


domingo, 20 de novembro de 2011

Candidatos técnicos da Chapa 1 aos Conselhos da UFPR - Parte 3

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CLENICE STROPARO
CANDIDATA AO COPLAD

Clenice ingressou na UFPR em abril de 1979, onde graduou-se em Processamento de Dados. Como servidora técnica, sempre esteve lotada  como Analista de Tecnologia da  Informação no Centro de Computação Eletrônica (CCE).  Cursou MBA em Gestão de Pessoas pela Pós-Graduação da Faculdade Bagozzi.  Foi diretora do Sinditest na gestão 2002-2003.  Participou em duas gestões (2000-2004) como membro titular da Comissão Permanente de Pessoal Técnico-Administrativo (CPPTA, hoje sob a designação de CIS).


RONALDO RAIZER
CANDIDATO AO COPLAD


Ronaldo é servidor da UFPR desde 2004, tendo ocupado o cargo de Assistente em Administração até 2009, quando foi aprovado em novo concurso para o cargo de Técnico em Assuntos Educacionais. Graduado em Matemática pela UFPR e Especialista em Gestão Pública pela mesma instituição. Possuí experiência na área de orçamento e finanças e atualmente trabalha na Coordenação de Educação à Distância da PROGRAD.

Quando a posse do Sinditest para mudar mesmo o rumo desse sindicato imobiliário?

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Assembleia/almoço de posse do Sinditest, em 19/12/2009

Já se passam dez dias da apuração do resultado da eleição do Sinditest que deu vitória à Chapa 2 - "Mudando o rumo dos ventos" - e até agora a base ainda não sabe quando a gestão Sindicato Para Todos dos "coronéis"  Wilson Messias e Dr. Néris largará o osso, passando o bastão em assembleia geral aos novos dirigentes sindicais.  

A foto acima é da assembleia de posse dos "coronéis" em dezembro/2009.  Reeleitos numa eleição dominada pelo poder econômico em 19/11, eles tomaram posse apenas 30 dias depois, num regabofe pago com o dinheiro de todos os filiados, prestigiado por reitor e vice-reitor, com direito às puxações de saco recíprocas.

Já alertamos a colega Carla e os novos diretores eleitos do Sinditest para que fiquem de olho vivo quanto ao que rola dentro da sede sindical ainda sob o controle dos NeroMessianicos pois, para citar exemplo, na troca da gestão Moacir/Dr. Néris de 2004-2005, eles aproveitaram para raspar o cofre da entidade comprando uma "chácara"-mico sem autorização da categoria para prejudicar a gestão Belotto que iria iniciar em 2006.
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Foto: arquivo da ACS-UFPR

Negociação coletiva no serviço público (convenção 151 da OIT): a luta continua

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A assessoria parlamentar do DIAP coloca disponível mais um serviço para orientação das entidades de servidores públicos, nos três níveis de governo: federal, estaduais e municipais. Trata-se de informações sobre a regulamentação da Convenção 151, da OIT, que dispõe sobre a negociação coletiva no serviço público.

Na parte de cima da página do DIAP, na aba "Regulamentação da Convenção 151", as entidades encontrarão informações sobre os anteprojetos regulamentadores formulados pelos ministérios do Planejamento, e do Trabalho acerca do tema e ainda um quadro comparativo entre as propostas em discussão.

Há também artigo do diretor de Documentação do DIAP, Antônio Augusto de Queiroz, sobre o fato de o governo brasileiro ainda não ter adequado a legislação aos princípios da convenção.

Transcorrido "um ano e cinco meses do depósito do registro da ratificação da convenção perante a OIT, ocorrido em junho de 2010, o governo brasileiro ainda não adequou a sua legislação aos princípios da Convenção, entre outras razões, por disputa entre dois ministérios (...)", explicita a controvérsia.
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Fonte:DIAP

sábado, 19 de novembro de 2011

Candidatos técnicos da Chapa 1 aos Conselhos da UFPR - Parte 2

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GESSIMIEL GERMANO ("PARANÁ")
CANDIDATO AO COPLAD

Gessimiel Germano, de apelido "Paraná", hoje lotado no RU Central da UFPR, tem um histórico de lutas desde as greves do ABC paulista do final dos anos 70, que inauguraram um novo sindicalismo e contribuíram fortemente para derrotar o regime militar.  Foi dirigente do Sinditest no dificílimo período sob o neoliberalismo de FHC, tendo participado ativamente de todas as greves que o sindicato mobilizou desde a fundação em 1992. Em período mais recente, atuou decisivamente no Conselho Fiscal do Sinditest (gestão 2006-2007) para que, pela primeira vez na história do sindicato, fosse feita a prestação de contas da entidade estritamente sob as normas do estatuto sindical.  

Nas duas últimas gestões do Sinditest (2008-2011), tornou-se na prática advogado dos interesses da base da categoria ao denunciar, junto a instâncias do poder público, a falta de transparência e atitudes nebulosas dos dirigentes sindicais em transações imobiliárias. Atuou na recente greve de 2011 sempre com posição lúcida e franca, criticando as intransigências no processo negocial tanto do Governo Federal como de um setor da  FASUBRA que causaram a derrota final dessa greve, tendo sido eleito delegado da base ao Comando Nacional de Greve por ampla maioria dos votos.

DIDIMO BANDEIRA
CANDIDATO AO COPLAD

Didimo ingressou no HC em 1999, atuando como Técnico em Enfermagem no SEC-Adulto por quatro anos, tendo ocupado o cargo de Supervisor Administrativo por um ano e três meses. Há seis anos  trabalha no setor de Neurologia do HC. É formado em Psicologia pela PUC- PR (turma 2003), com Especialização em Formação Pedagógica do Professor Universitário pela PUC-PR em 2010.

Candidatos técnicos da Chapa 1 aos Conselhos da UFPR - Parte 1

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GUARACIRA FLORES DA SILVA
CANDIDATA A VAGA TITULAR NO COPLAD

Guaracira, natural do Rio Grande do Sul, ingressou na Universidade Federal de Santa Maria em abril de 1980 como agente administrativa, depois passando a ser técnica de laboratório.  Na UFSM, graduou-se em Farmácia-Bioquímica, com especialização em Saúde Pública, passando a atuar no Hospital Universitário daquela instituição como farmacêutica em 1987.  Transferiu-se para a UFPR em agosto de 1992, lotada no Núcleo Profilático (hoje Centro da Visão, no Batel).  Trabalhou em seguida no Departamento de Genética do Setor de Ciências Biológicas e a seguir na Farmácia do HC da UFPR. Desempenhou mandato no Sinditest na gestão 2006-2007, atuando na vitoriosa greve dos 100 Dias de 2007 em que se conquistou importante reposição salarial trianual e o direito ao auxílio-saúde suplementar (per capita).  Atualmente está lotada na Auditoria Interna da UFPR (AUDIN).

DANIEL MITTELBACH
CANDIDATO A VAGA SUPLENTE NO CEPE

Daniel já foi secretário geral do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Curitiba (SISMUC). É servidor da UFPR desde 2010, no cargo de Assistente em Administração. Atualmente trabalha como secretário do Programa de Pós-Graduação em Geologia, no setor de Ciências da Terra. É estudante de Ciências Socias, com experiência em organização política. 

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Propostas da Chapa 1 aos Conselhos Superiores da UFPR

Um comentário:

Servidores técnicos da UFPR, sindicalizados ou não, participem da eleição na próxima quarta-feira, em 23/11, escolhendo seus representantes para as dez vagas a que a categoria tem direito no COPLAD e CEPE.  Na eleição há 3 chapas concorrendo, embora uma - a Chapa 3 - despreze os aposentados, não apresentando candidatos para duas vagas no COPLAD.
Recomendamos o voto na chapa mais independente, autêntica e combativa, a Chapa 1 - Conselheiros Unidos Na Luta. [Clique nas figuras para ver em tamanho maior]


terça-feira, 15 de novembro de 2011

Cuidado com candidatos ameaçadores

24 comentários:
video
O vídeo acima registra trecho da gravação de um dos numerosos telefonemas com ameaças enviadas pelo (ainda) presidente do Sinditest ao editor deste blog.  Não é o pior trecho, mas dá uma ideia do transtorno na cabeça desse dirigente sindical.  Os telefonemas com ameaças foram seguidamente disparados no final da tarde de um dia de setembro no qual este Blog publicou duas postagens, que podem ser revisitadas clicando aqui e também aqui

Aparentemente, a cólera do servidor Wilson Messias teria sido despertada por alguma dessas postagens do Blog, que ele, entrando no figurino de censurador, exigia que fosse retirada da internet, embora sem dizer qual. Deixamos aos leitores que tirem suas próprias impressões.  

Achamos por bem tornar público o fato, porque o servidor Wilson Messias, após sua chapa perder a eleição do Sinditest deste ano, agora pretende obter uma vaga nos Conselhos Superiores, no pleito marcado para 23/11 em que ele concorre pela chapa "Lutando pelos servidores".  Necessário que a base eleitora saiba a que tipo de destempero e irascibilidade pode chegar um dos candidatos nessa eleição, só porque se julgou atingido  por alguma postagem do Blog, ainda que nada tenhamos publicado que não tivesse base em fatos e evidências. E que nenhuma acusação nomeando fulano ou beltrano tenha sido levada a público.  Porém, como diz o ditado, quem não deve não teme.  Nem perde a cabeça.

Não é a primeira vez que Messias desata sua ira.  Ele é o mesmo sindicalista que se prevaleceu de sua autoridade de presidente do Sinditest para acusar uma servidora de "chantagista" publicamente, sem provas, em plena assembleia no HC (em 2009), sem lhe dar direito de resposta. Pela acusação, Wilson Messias foi processado no Tribunal de Pequenas Causas e condenado pelo crime de dano moral, devendo pagar uma indenização.  Portanto, colegas eleitores, cuidado com tipos que falam grosso com colegas da base mas falam bem fininho com o patrão reitor.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Conselhos Superiores da UFPR serão disputados por três chapas de técnicos

10 comentários:
Na última sexta-feira, o protocolo da Reitoria da UFPR recebeu os pedidos de inscrição de três chapas concorrentes à eleição para vagas de representação dos técnicos nos Conselhos Superiores.  A eleição será dia 23/11 e todos os técnicos da UFPR, independentemente de serem sindicalizados, podem votar.

O "coronelismo" sindical, autoritário e obsoleto, está representado pela Chapa 2, integrada pelos caciques Wilson "Pinóquio" Messias(*), Vilson Kachel(**) e mais oito apóstolos.  Se a categoria já deu um fora nesse tipo de gente quando refugou a chapa do Dr. Néris para a eleição do Sinditest no último dia 9, vai ter uma segunda chance de reafirmar a limpa e mandar os espertos de volta pra base. O nome dessa chapa é "Lutando pelos servidores" (claro, lutando para os servidores da chapa se darem bem nos conluios com o reitor).

Há uma chapa denominada "Mobiliza UFPR" (chapa 3), encabeçada pelos servidores Luiz Fernando Mendes e Valter Maier.  Sem maior trânsito entre as diversas correntes políticas da UFPR, tiveram que se contentar em montar às pressas um grupo para ver se alguém ainda lhes dá ouvidos. Nem sequer acharam servidores para concorrer às duas vagas para aposentados no COPLAD.

Este Blog apoia a Chapa 1 - "Conselheiros Unidos Na Luta" - que reúne servidores dispostos a fazer uma representação autêntica e combativa nos Conselhos, sempre prestando regularmente contas de suas posições e atitudes.  Falaremos mais desta Chapa em próximas postagens, e aqui apresentamos seus componentes:

Ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE)
Titular – Roberto Proçak (Setor de Agrárias)
Suplente – Daniel Mittelbach (Centro Politécnico)

Ao Conselho de Planejamento e Administração (COPLAD)
Titular – Didimo Lindugero Bandeira (Hospital de Clínicas)
Suplente – Gessimiel "Paraná" Germano (RU Central)

Titular – Guaracira Flores da Silva (Auditoria Interna)
Suplente – Ronaldo dos Santos Raizer (PROGRAD)

Titular – Patrícia Bianchi Soares Kussaba (PROGEPE)
Suplente – Clenice Luzia Stroparo (CCE)

Titular Aposentado– Eduardo de Oliveira Lara
Suplente Aposentado – Bruno Gomes de Castro Neto

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(*)O que mentiu publicamente sobre o desconto da mensalidade do Sinditest.
(**)Pró-reitor exonerado/enxotado da UNILA de Foz do Iguaçu.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Ações judiciais são tema de debate na Câmara

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As decisões e disputas judiciais que afetam a liberdade de expressão, especialmente dos comunicadores que atuam nas novas mídias, foram debatidas hoje (9) na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, em Brasília. A atividade foi proposta pela presidenta da Comissão, deputada Manuela D’Ávila (PCdoB-RS).

Como expositores, participaram Túlio Vianna, que é professor de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais, Renata Mielli, do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé e o Deputado Emiliano José, membro da Frente Parlamentar em Defesa da Liberdade de Expressão e Democratização da Comunicação.

Túlio Vianna procurou dar uma abordagem jurídica para a discussão e informou que muitos processos acontecem recentemente, com o objetivo de calar a voz de blogueiros que para ele sofrem verdadeiras perseguições. “Isso é uma forma de censura, pois empresas de comunicação contam com um corpo jurídico pra responder casos de processos, diferente de blogueiros que são na maioria autônomos” 


Falha de São Paulo
Vianna citou o exemplo do processo judicial que o jornal Folha de São Paulo move contra os blogueiros Mário e Lino Ito Bocchini, que mantinham um blog com nome de Falha de São Paulo.O jornal acionou a lei de patentes e eu considero que a lei de propriedade intelectual não tem nada a ver com fazer sátira. É um absurdo”, opinou o professor, que defende que a Internet deve ser um espaço para a livre manifestação da opinião.

A secretária-geral do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, Renata Mielli, avalia que a atuação de novos atores na Internet, por meio de blogs, microblogs e redes sociais, ameaça o poder da velha mídia. "A maneira que a velha mídia encontrou para combater esses novos agentes é desqualificá-los", defendeu. O grande número de ações na justiça contra blogueiros também faz parte desse esforço, segundo ela. "Se tenta calar o contraditório com a opressão econômica e judicial", denunciou.

A coerção financeira é uma tendência a ser seguida por grandes corporações contra blogueiros, na opinião de Renata, que informou que nos Estados Unidos essas ações judiciais já movimentam milhões de dólares. “Processos civis e judiciais estão pipocando no Brasil inteiro. O Paulo Henrique Amorim já tem 37 processos movidos contra ele, 19 apenas por parte do Daniel Dantas. Outros blogueiros, como o Luis Carlos Azenha, o Luis Nassif, o Esmael Moraes também estão sendo processados”, enumerou Mielli. 

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Chapa 2 vence eleição do Sinditest

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Na imagem acima (clique para ampliar), o quadro quase totalmente completo da apuração de votos da eleição para a Diretoria do Sinditest.  A contagem acabou por volta de 02h15 da manhã de hoje (10).  Antes da apuração da última urna - a do pessoal de RJU do HC - o quadro era de empate entre as Chapas 1 e 2 em exatos 570 votos, com a Chapa 3 apenas 28 votos atrás.  Isso gerou um suspense, mas que teve por desfecho a comemoração da Chapa "Mudando o rumo dos ventos", encabeçada pela servidora Carla Cobalchini.  Assim que pressentiram sua derrota, os candidatos e apoiadores da Chapa 1 do "coronelismo sindical" saíram de fininho, enquanto os aguerridos militantes da Chapa 3 davam parabéns à chapa vitoriosa.

A Chapa 2 obteve 867 votos contra 805 dados à Chapa 1, ficando a Chapa 3 com 655 votos.

Três observações: o resultado da UTFPR-Medianeira está assinalado com uma tarja cinza porque os resultados foram transmitidos por telefone e a urna ainda não havia sido despachada de lá para Curitiba.  Na UTFPR-Guarapuava votaram apenas duas pessoas, mas o resultado não foi enviado por fax, não sendo conhecido ainda.  A urna de Agrárias foi impugnada pela Comissão Eleitoral porque sofreu um sumiço mal explicado de 6 horas entre o encerramento da votação e a hora em que chegou ao sindicato.  Nenhum desses postos de votação influi no resultado final.

Resultado parcial da apuração das eleições do Sinditest

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Quase todas as urnas da eleição do Sinditest foram apuradas até este momento (zero hora de 10/11), faltando apurar os votos do HC e da UTFPR-campus Curitiba.  O quadro aponta ligeira vantagem da Chapa 2 sobre a Chapa 3:

CHAPA 1 - 370 votos
CHAPA 2 - 431 votos
CHAPA 3 - 401 votos

Por ser a urna com maior número de votos, a do HC será apurada por último e o resultado final deve ser conhecido dentro de uma hora.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Chapa 1 dos "coronéis" escancara seu desespero diante de iminente derrota

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Finalmente percebendo que o chão está se abrindo sob seus pés, a Chapa 1 dos "coronéis" Dr. Neris e Kachel no desespero soltou email com várias inverdades e imprecisões para atacar em especial a Chapa 3, a única que não para de crescer nas preferências da base.

Na crítica à presidente da Chapa 2, a Chapa 1 de situação chega a causar riso quando revela um tipo de fofoca, a de que a (ex)diretora de imprensa Carla Cobalchini usou seu tempo de liberação sindical para vender produtos de emagrecimento em vez de produzir o jornal da entidade.  

Mas contra o servidor "Paraná", presidente da Chapa 3 de Oposição, é que o furibundo email dos "coronéis" foca sua artilharia caluniadora. Por exemplo:

- O "coronel" Dr. Neris afirma que "Paraná" presidiu o Conselho Fiscal de 2006, o que não é verdade; ele foi membro do CF mas não seu presidente.

- O "coronel" diz que a gestão 2006 (cujo presidente era o Belotto) não prestou contas desse exercício, o que é mentira, pois pela primeira vez uma Diretoria sindical fez assembleia de prestação de contas no prazo que ordena o Estatuto, em março de cada ano, e essa assembleia ocorreu num auditório do campus Botânico em março/2007, inclusive com a presença do Dr. Neris.  A prestação de contas do exercício de 2007, que deveria ocorrer em março/2008, foi negligenciada pela então gestão "Sindicato Para Todos" presidida por Messias e Dr. Néris, nunca convocada a assembleia e o conselho fiscal.

- O "coronel" e seus soldadinhos garantem que foram completamente arquivadas as denúncias de irregularidades da gestão "Sindicato para Todos" (2008/2011), levadas ao Ministério Público do Trabalho  (MPT) pelo servidor "Paraná" (em especial a estranha venda da "chácara" de Piraquara), o que falseia a verdade. Embora nos autos houvesse fartura de evidências e provas, o MPT local entendeu não ser de sua competência julgar aquele tipo de denúncia, tendo optado pelo arquivamento; mesmo assim, o denunciante "Paraná" entrou com recurso, que está em Brasília e ainda não foi julgado, logo, não definitivamente arquivado.  Além disso, o próprio MPT local, enxergando algum tipo de problema no contrato de financiamento da Caixa Econômica Federal que viabilizou a estranha venda daquele imóvel, encaminhou-o para prosseguimento de investigações no Ministério Público Federal em Brasília.  Esse contrato de financiamento é um dos cernes da denúncia sobre a venda da "chácara".  Logo, o processo não morreu e a turma da Chapa 1 tem razão para continuar apreensiva.

Enfim, um email como esse revela o pânico que baixou no arraial da Chapa 1.  Os recrutas e "coronéis" dessa chapa foram desmascarados em seu autoritarismo e incompetência durante a greve.  Há poucas semanas fugiram de responder a uma entrevista da ACS da UFPR por não terem propostas nem argumentos.  E agora chutam na cara das pessoas esse triste email.  Que preparem a aposentadoria.


Projeto da EBSERH pode ser votado no Senado nesta semana

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A Direção Nacional da FASUBRA alerta em seu último Informe que o Projeto de Lei 79/2011 (PLC 79), que cria a EBSERH, está pautado na ordem do dia da sessão deliberativa do Senado de hoje.  Sua votação pode ocorrer entre hoje e o dia 10 desta semana.

A DN-FASUBRA convocou as entidades mais próximas a Brasília para organizar uma caravana que pressione o Congresso a recusar o PLC que cria a nova empresa pública para gerir os hospitais universitários. É do urgente interesse do governo que o Congresso aprove a criação da EBSERH, que depois precisa ser admitida pelos Conselhos Universitários como órgão que assumirá os HUs, possivelmente antes do final deste ano.

No caso da UFPR, em recente entrevista à rádio BandNews-FM, o reitor Zaki Akel sinalizou favoravelmente para que a EBSERH, se aprovada no Congresso, assuma a gestão do HC da UFPR.

Acompanhe as atividades do Senado (Comissões e Plenário) pela lista regularmente atualizada das últimas notícias no site do Senado.

Atualização em 16/11: o PLC 79/11 continua na ordem do dia no Plenário do Senado, mas não foi votado na semana passada.  Dirigentes da FASUBRA acompanham a tramitação do PLC dentro das galerias do Congresso.  Até agora nenhuma notícia nova sobre o tema no site do Senado.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Em 23/11 técnicos da UFPR elegerão representantes para Conselho Universitário

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O Edital 01/11 do gabinete do reitor da UFPR convoca eleições para a nova representação da categoria dos servidores técnico-administrativos nos Conselhos Superiores da instituição.  São 8 vagas no COPLAD (4 titulares e 4 suplentes, sendo um par formado por servidores aposentados) e 2 vagas no CEPE (titular e suplente).  A eleição acontece em 23/11 (quarta-feira).  O prazo de inscrição de chapas encerra-se em 11/11 (sexta-feira).

A atual "bancada" de representantes no COUN é formada essencialmente por diretores atuais do Sinditest, os quais raramente prestaram contas à base sobre as posições que defenderam e atitudes que tomaram. Quando muito, publicaram notas esparsas no semi-abandonado site do Sinditest e dispararam algumas mensagens curtas via twitter para quem seguisse a conta @sinditestpr nessa rede social.  Logo, uma carência imprescindível a cobrar dos candidatos é que realizem uma comunicação eficiente e regular para com quem os elegerá.

Nesse tipo de eleição ao COUN persiste uma aberração política ainda não corrigida: o voto majoritário. Explicamos. Se a Reitoria é o poder Executivo da UFPR, os conselhos constituem seu parlamento, seu Legislativo.  Ora, num parlamento, o ideal é que se tenha a amostra mais próxima do real da pluralidade de opiniões existentes num eleitorado.  Contudo, a forma de definir os ocupantes das vagas é majoritária, isto é, a chapa com maioria de votos leva todas as vagas.  Assim, num exemplo extremado: se a chapa A faz 51% dos votos e a B faz 49%, só haverá representantes da opinião "A" e nenhum da "B" mesmo que B represente ideias apoiadas por quase metade dos eleitores.  Isso é uma distorção da representatividade democrática.

Defendemos que o sistema de eleição das categorias ao COUN seja pela proporcionalidade, pelo menos no COPLAD, onde há 4 vagas titulares, de modo a se ter uma bancada representativa da natural diversidade de opiniões da categoria.  Novamente com um exemplo simples: se, para 4 vagas do COPLAD, a chapa A obtiver 25% dos votos válidos e a chapa B receber 75%, a chapa A leva 1 vaga (titular e suplente) e a B leva 3 vagas.

A reitoria e a comissão eleitoral que nomeou querem fazer esse debate? Não sabemos. Nos últimos tempos a reitoria não tem dado demonstrações de estar preocupada em aprimorar o processo democrático dentro da instituição.  No entanto, isso é importante, em especial porque se avizinham novas eleições para reitor em 2012.

domingo, 6 de novembro de 2011

Para Franklin Martins, blogues são "grilo falante" da grande imprensa

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Defensor da regulamentação das comunicações, o ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social Franklin Martins afirmou, em Porto Alegre, que democratizar a mídia é defender a Constituição Federal.

Durante seminário realizado nesta quinta-feira (3), ele rechaçou as críticas feitas por setores conservadores da sociedade e pelos próprios conglomerados de comunicação e descartou qualquer ameaça à liberdade de expressão e de imprensa com a mudança nas leis do setor. O jornalista disse ainda enxergar avanços no tema com a ação de blogues.

"Costumo dizer que a blogosfera é o grilo falante da imprensa. Pinóquio pode mentir muito, mas tem o grilo falante lhe dizendo que errou", resumiu. Assim, Martins considera que há um movimento de democratização dos meios de comunicação, alcançado por meio de tecnologias digitais e em especial a internet.

A redução de custos de produção de comunicação facilitou a publicação, seja ao gravar discos, seja para produzir filmes, seja para editar notícias e opiniões em um site. Eliminando barreiras inerentes à mídia impressa, como as de distribuição e impressão, a internet barateou e facilitou muito a disseminação do conteúdo.

Martins lembrou que o jurista Fabio Konder Comparato produziu uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin) no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o Congresso, por verificar a omissão dos parlamentares na regulamentação de artigos da Constituição que tratam da comunicação. A ação foi encampada pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e pela Federação Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão (Fitert).

O ex-ministro também jogou duro com os grandes veículos que tentam "interditar o debate" sobre o tema, ao acusar os defensores da normatização de autoritários. "Como as leis não são cumpridas, existe um ambiente de vale-tudo. Não querem que haja um debate aberto, público, transparente sobre comunicação", criticou.

"Dizer que regulação é censura é conversa mole, para boi dormir. Sou visceralmente contra a censura, lutei contra a ditadura do início ao fim e me orgulho muito disto. Enquanto alguns aceitaram a ditadura, aceitaram até mesmo a autocensura. E quando o povo pediu democracia, se insurgiram contra o povo."

A regulamentação da mídia chegou a ganhar um anteprojeto do Executivo durante o segundo mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, coordenado justamente por Franklin Martins. No período, foi realizada a 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) e um seminário internacional sobre leis para o setor. O projeto foi encaminhado para o Ministério das Comunicações no início do governo de Dilma Rousseff, mas nenhuma nova versão chegou a ser encaminhada ao Congresso Nacional.

O debate foi realizado na Escola Superior da Magistratura (ESM) da capital gaúcha, como parte da programação do seminário "Democratização da Mídia". Além de Martins, o evento teve a participação da deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP), da jornalista Bia Barbosa, integrante do Conselho Diretor do coletivo Intervozes, e do professor da Universidade de Brasília (UnB) Venício Lima. 
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Fonta: Brasil Atual via DIAP

Servidor da ACS mantem cobranças sobre censura da Reitoria da UFPR

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Nosso blog noticiou na semana passada a censura determinada pela Reitoria da UFPR sobre matéria da sua própria Assessoria de Comunicação Social (ACS) a respeito da eleição do Sinditest.  O motivo real da censura: proteger a Chapa 1 do Dr. Néris, a preferida do reitor Zaki, porque a chapa fugiu de responder à simples entrevista da Assessoria.  A ACS, a princípio, publicou a entrevista na capa do site da UFPR, com as respostas das Chapas 2 e 3, e explicando a recusa da Chapa 1.  Normalíssimo.  Ora, poucas horas depois disso, a Reitoria mandou sumir com a notícia do site da UFPR e do mecanismo de buscas idem.

O autor da entrevista censurada foi o servidor técnico jornalista Fernando Oliveira (em primeiro plano na foto acima), um dos que bastante ajudou na Comissão de Imprensa da recente greve, inclusive na parte das transmissões de assembleias ao vivo pela internet.  Fernando está sob a mira da Reitoria, em função da matéria que produziu e da justa indignação que manifestou quando constatou a censura sobre o produto do seu trabalho.  

Para denunciar os desvios da política de comunicação institucional da UFPR, em especial esse episódio da censura, Fernando redigiu um texto em duas partes, intitulado "Promoção pessoal e censura nos veículos de comunicação da UFPR" (clique no título para ler na íntegra), o qual foi veiculado no Blog da Greve e também repercutido em redes sociais como o Facebook e o Twitter. É um corajoso texto de denúncia e crítica, que todos devem ler, inclusive para entender por que se faz premente constituir algum tipo de conselho democrático para gerir a política institucional de comunicação desta Universidade Pública, em vez de ela servir à catapultagem pessoal de aproveitadores.


Também é importante que se acompanhe o que a Reitoria e a ACS pretendem fazer com o servidor ali lotado, pois, conforme Fernando alerta no final da parte 2 de seu texto"Soube que ao menos uma pessoa que trabalha no gabinete do reitor Zaki Akel Sobrinho teria cogitado a minha saída da ACS. Desde já informo que não tenho interesse nenhum em deixar a unidade. Se isso vier a acontecer, será à minha revelia."  Vale a pergunta: se o servidor Fernando for vítima de alguma injustiça por parte da Reitoria, a diretoria atual do Sinditest vai fazer alguma coisa em sua defesa? Ou vai bater palmas pro patrão?


Leia:
- Promoção pessoal e censura nos veículos de comunicação da UFPR - Parte 1

Promoção pessoal e censura nos veículos de comunicação da UFPR - Parte 2

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Bondade preventiva

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Republicamos nota da seção Painel da Folha de São Paulo:

O governo de Dilma Rousseff discute apoiar alteração no Orçamento de 2012 para incluir reajuste linear, acima do concedido em anos recentes, a todos os servidores da União. A obrigatoriedade anual da correção está prevista na Constituição, mas, em geral, o percentual não passa de 1%. Desta vez, há quem defenda que ele se aproxime da previsão de inflação.

O objetivo seria ganhar argumento para barrar discussões por categoria no ano eleitoral de 2012, quando o Planalto estará suscetível a todo tipo de pressão. Neste ano, a política restritiva desencadeou onda de greves que desgastou a relação governo-sindicatos.
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Fonte: Folha de S. Paulo - 03/11/11

Slogans de campanha para enganar otário

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Olhem, acima, que beleza de palavras-de-ordem na capa do jornal da Chapa "Sindicato para Todos" (inscrita com o no. 2) na eleição de 2007 ! Independência! Transparência!! Competência!!!

A "independência" prometida ficou na promessa. Além de ajudarem a eleger o reitor Zaki Akel em 2008, nem quando ele ignorou a eleição direta no HC ou extirpou os 3,17% incorporados aos contracheques do pessoal de RJU, a diretoria "para todos" Neris/Messias/Carla esboçou resistência. E agora, na campanha 2011, a Reitoria censura uma matéria de sua própria assessoria de comunicação para proteger os chapinhas da Chapa 1 que se sentiram dodóis por não terem o que dizer numa entrevista.

Da "transparência", nem vamos falar muito, tanto este blog reclama da falta dela. Nunca as contas do Sinditest foram postas na internet para todos consultarem. Assembleias de prestação de contas, quando aconteceram, deram-se fora do prazo do Estatuto e por pressão da Justiça. As contas do exercício de 2010 deviam ser objeto de assembleia em março deste ano, a qual nunca ocorreu. Até a prestação final de contas dos gastos da greve de 2011 foi sonegada à categoria, tendo a diretoria "para todos" descumprido a decisão final da greve, cancelando a assembleia de 6 de outubro no HC.

Mas, quanto à "competência"? Ah, aí os diretores "para todos" dão um show... em termos de transações imobiliárias duvidosas. Como presidente de sindicato e vice, Messias e Néris são empenhados diretores de patrimônio... e só. Jä a competência para dirigir uma greve vitoriosa aí está: reajuste salarial ZERO este ano e em 2012! 

Esse triplo slogan de campanha foi em 2007, pra iludir os incautos. Já na campanha pela reeleição, em 2009, o jornal da Chapa 1 não mostrava nenhum slogan de capa. Quanto muito, suas faixas apelavam para "não trocar o certo pelo duvidoso".  E nesta eleição de 2011, o "coronel" Dr. Néris usa o dístico "Honestidade e Compromisso".  Ah, a base sabe o quanto ele é muito honesto mesmo, ilibadíssimo como seu apoiador Kachel.  E o compromisso, bem, o compromisso é tão confiável como aquele do Beto Richa, quando se reelegeu prefeito em 2008, de não abandonar a prefeitura para ser candidato a governador.  

E, ainda para não nos esquecermos, vale bastante aquele provérbio do dize-me com quem andas, e dir-te-ei quem és.  Lembrem-se dessa patota toda junta na Chapa 1 "Sindicato para Todos" de 2009:

Terra de Marlborra da UFPR: onde os "coronéis" se encontram

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A página 2 do jornal de campanha da Chapa 1 estampa a declaração de apoio de Vilson Kachel.  Alguma surpresa? Nenhuma. Ambos usam o método mandonista, a direção personalista e tratam a entidade que dirigem como se fosse seu feudo, sua "hacienda". Várias coisas em comum. Como velhos "coronéis" do nordeste.

Por falar em apoios, os estudantes também aprovam Kachel.  Os estudantes da UNILA de Foz do Iguaçu - especialmente AS estudantes da moradia estudantil de lá - aprovam Kachel bem longe da UNILA!  De volta à UFPR, para trabalhar pela reeleição de seu bem-amado Odorico, digo, reitor Zaki Akel...

Vilson Kachel. Dr. Antonio Néris. Quem conhece de perto não confia.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Orçamento 2012 e emendas parlamentares propondo reajustes aos servidores

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Republicamos postagem do Blog do Servidor (ligado ao jornal Correio Braziliense), uma vez que a greve da Fasubra foi encerrada, na UFPR, ainda alimentando uma esperança de que alguma emenda parlamentar pudesse introduzir no Orçamento que logo será aprovado no Congresso alguns recursos para o reajuste salarial de 2012 dos Técnicos-Administrativos.

A queda de braço entre sindicatos e governo em torno dos pedidos de reajustes salariais dos servidores está tão forte que jogou para a semana que vem a votação do parecer preliminar da proposta orçamentária de 2012, a cargo do deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP). Grande parte das 283 emendas apresentadas ao relatório diz respeito a pedidos de aumentos nos contracheques. 

Sem acordo ente os líderes partidários sobre a aprovação de emendas dos parlamentares, a Comissão de Orçamento da Câmara aprovou apenas o parecer preliminar do plano plurianual 2012-2015, que trata basicamente das regras para a apresentação de emendas à proposta para os próximos quatro anos. 

Os sindicatos que representam os servidores, ao lado de movimentos como os dos aposentados, vão participar de audiência com o deputado Chinaglia na segunda-feira (7) para discutir o assunto. O deputado, no entanto, já defendeu a rejeição de todas as emendas que impliquem gastos.

Fasubra realiza plenárias nacionais em novembro e dezembro

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Na agenda de atividades da Federação que congrega os sindicatos representativos dos técnicos-administrativos da Educação, está prevista uma Plenária nacional para os dias 25 e 26/11 com a finalidade de aprovar alterações necessárias no estatuto da Fasubra.  Mas é na Plenária que vai de 9 a 11 de dezembro que o debate deve ser mais quente, pois na pauta está o balanço da greve nacional fracassada de 2011.

A Plenária de dezembro também vai oficializar a convocação do XXI Congresso da Fasubra, cuja data indicativa é 8 a 13 de abril de 2012, em local ainda não definido.  

Em 19 de dezembro, a Fasubra comemora 33 anos de existência.

Na porrada (ou quase)

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No tempo do cinema mudo, o gestual dos atores era tão expressivo que a plateia conseguia entender o que acontecia (às vezes com ajuda de legendas). Pois é, conseguimos capturar da gravação online de internet um significativo momento da greve deste ano, na assembleia de 16/08, mas sem o som... É verdade que nesse curto trecho de 3 minutos o som está péssimo na gravação original, mal se entendem as palavras. Contudo, talvez a falta do som até ajude a reforçar o significado político das imagens lamentáveis daquela assembleia. Quem quiser conferir o vídeo com o áudio acesse aqui o link da transmissão da assembleia (trecho entre 01h00min e 01h03min).  E para mais detalhes sobre a razão do acontecido, revisite nossa postagem "Assembleia da baixaria nua e crua".

O trecho de vídeo acima mostra o momento em que o vice-presidente do Sinditest, "coronel" Dr. Neris, totalmente transtornado, sai da mesa de onde dirigia (mal, como sempre) a assembleia, fura a ordem dos inscritos e descarrega um chorrilho de xingamentos, aos urros. Com seu indefectível terno preto, começa a ser vaiado pela maioria da assembleia, que pede que ele pare. Ele não para.

O servidor de base da UFPR-Litoral Maurício (que aparece de bermuda clara e camiseta escura) vai tomar satisfações com a mesa dirigente da assembleia e nessa hora por muito pouco não leva um soco no rosto do "coronel Dr. Neris.  As imagens mostram o tumulto que se forma diante da mesa e no salão do RU. O homem furibundo do terno preto dá a volta à mesa para tentar se atracar com os desafetos, mas entra em ação a turma do deixa-disso e evita o pior.

Embora recente, trazemos de volta à memória da categoria mais este capítulo de baixaria da "história" do antigo servidor da Farmácia do HC, demonstrando essa faceta obscura do hoje candidato da Chapa 1. Aquela que diz ter "honestidade e compromisso".  Compromisso com a porrada. Não com a verdadeira democracia.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Chapa 1 do "coronel" Néris, campeã em compromisso... com o cinismo

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Reproduzimos abaixo uma postagem deste blog, de fevereiro de 2009. Ela relata episódio que é mais uma demonstração do estilo e método autoritários do candidato a presidente da Chapa 1, o "coronel" Dr. Antonio Néris. Hoje, em seu jornal de campanha eleitoral, a Chapa 1 diz que irá "promover campanhas (...) contra o assédio moral".  Quanto cinismo!  Lamentável, também, é que os diretores do Sinditest que hoje estão na Chapa 2 se dizendo "de oposição" tenham sido coniventes, calando-se diante do triste caso.


ATO DE ASSÉDIO MORAL DENTRO DO SINDITEST
[Publicado em 8 de fevereiro de 2009]

A prática é o critério da verdade. Não se sabe o que uma pessoa é, de fato, tomando por base apenas aquilo que ela diz de si mesma, mas sim pelos atos reais que pratica. Isso vale bem para o vice-presidente do Sinditest, baixarel Dr. Antonio Neris. Pelos corredores do HC e da UFPR, ele se autoproclama grande defensor dos trabalhadores. Mas, quando chega a hora de ser patrão, consegue ser mais realista que o rei. Sua truculência acaba de vitimar uma competente e dedicada funcionária do Sinditest, de modo totalmente injusto. Vamos ao caso.

Depois de legitimamente terem ganho por sorteio o acesso a vagas na casa de praia de Itapoá, 4 pessoas deste Núcleo de Oposição "Avançar na Luta" estavam em janeiro usufruindo seu direito ao lazer. Lá chegou extemporaneamente (porque sorteado não foi) o sr. Dr. Neris, a bordo de sua vistosa van. Ao enxergar juntos 4 membros da oposição sindical, o cérebro do Dr. Neris deve ter sofrido um surto de paranóia política e imediatamente deduziu que a funcionária que agenda o uso da casa de praia devia ter "favorecido" o grupo da oposição.

Ao voltar para Curitiba, ainda em pleno acesso de sua paranóia política, o Dr. Neris dirigiu-se rispidamente à funcionária da secretaria do Sinditest, acusou-a de favorecer seus amigos da oposição e a demitiu sumariamente, sem antes sequer pedir esclarecimentos sobre os procedimentos da secretaria sobre o uso de Itapoá. Aliás, o Dr. Neris extrapolou sua função (vice-presidente), pois quem gerencia a casa de praia é a secretária-geral Márcia Messias, irmã do presidente.

Indignada e sabendo que sempre procedeu com lisura, não tendo favorecido ninguém, a funcionária reuniu documentos e mostrou ao paranoico baixarel Dr. Neris que ele estava errado. E, por defesa da sua honra agredida, a funcionária não quis mais ficar trabalhando sob as ordens de pessoas que não respeitam o próximo. Os filiados do Sinditest, que conheceram a funcionária competente e atenciosa, não mais a verão na secretaria do sindicato.

Nós, do Núcleo Avançar na Luta, manifestamos nossa indignação também, e cobramos dessa diretoria"Sindicato Para Todos" (todos !!!) - que se autoproclama tão ao lado dos oprimidos e combatente do assédio moral - , que se pronuncie quanto à atitude típica de assédio(*) praticada por seu vice-presidente Dr. Antonio Neris contra uma indefesa funcionária. O presidente Wilson Messias e o restante da Diretoria concordam com o que ele fez? Continuarão dando uma de Pilatos lavando as mãos sobre o caso ou farão uma reprimenda ao assediante? Esperamos para ver e somos solidários à funcionária demitida.

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(*)Conhecemos o conceito jurídico de assédio moral e sabemos que sua plena caracterização envolve o aspecto da repetição dos atos de assédio. Usamos livremente aqui a denominação de "atitude de assédio" por entender que ela foi claro abuso de autoridade, impondo severa pressão psicológica sobre a vítima, que narrou os fatos para amigos aos prantos.