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Luta sem trégua contra o governo usurpador

domingo, 29 de novembro de 2009

Vamos celebrar o que mesmo?

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"(...)Vamos celebrar os preconceitos
O voto dos analfabetos
Comemorar a água podre
E todos os impostos
Queimadas, mentiras e sequestros
Nosso castelo de cartas marcadas
O trabalho escravo
Nosso pequeno universo
Toda hipocrisia e toda afetação
Todo roubo e toda indiferença
Vamos celebrar epidemias
É a festa da torcida campeã"
[trecho da 2a. estrofe de "Perfeição", da banda Legião Urbana]

Faz pouco mais de uma semana que UFPR e UTFPR viram transcorrer uma coleta de votos para escolher a nova Diretoria do Sinditest. O resultado está sob questionamento na Justiça, em função de algumas irregularidades, algumas graves. O recurso à Justiça, infelizmente, revelou-se necessário diante da ineficácia de mecanismos do próprio movimento, controlados por quem detém mando e tornados obsoletos mesmo.

No entanto, é preciso que uma coisa fique clara para todos. Por parte deste núcleo "Avançar na Luta" e de seus aliados leais, não foi lançada uma Chapa 2 de Oposição contra o reinado Messias/Neris por motivos de ódios ou rancores pessoais, pois com base nisto não se faz política decente e, pior, se atravanca o movimento.

A Chapa 2 oposicionista apresentou 4 diretrizes, demarcando com elas suas diferenças com a Diretoria do Sinditest/Chapa 1. Se prevalecer o resultado eleitoral de 19/11, ainda sub judice, essas 4 diretrizes (eixos) é que terão sido derrotadas. Isto é, a maioria da base - em circunstâncias especiais, é verdade - votou por maioria em indiferença à necessidade de o Sinditest deixar de ser pelego (independência política do reitor); de sua Diretoria praticar uma verdadeira transparência de suas contas e atos; de que haja renovação dos quadros dirigentes; e, mais sério, de o movimento sindical dos técnicos retomar sua capacidade de luta frente aos desafios que virão em 2010 e 2011.

De fato, não trabalhamos na campanha nem no movimento com base no ódio ou no ressentimento pessoal. Não podemos assegurar que o mesmo aconteceu do lado adversário, pois a Chapa 1 deu mostra de encarar o pleito de 19/11 como uma batalha entre o Bem e o Mal. A Chapa 1 disseminou um panfleto de boca-de-urna fortemente ofensivo contra a candidata a presidente da Chapa 2 (depois de o presidente Wilson Messias ter, sem prova, chamado a ela de "chantagista" um mês antes numa assembléia manipulada de suposta "prestação de contas"). Também bastante simbólico dessa cólera pessoal contra a Oposição sindical, durante a apuração de votos na noite de 19/11, o presidente Messias fez coreografias e mímicas em que chamou membros da chapa adversária de idiotas e babacas (o que está registrado em vídeo). Essa a conduta política rancorosa e rasteira que queremos que prevaleça em nosso movimento sindical?

De nossa parte, perdoamos pessoalmente a descambada raivosa do colega Wilson Messias. Não cobiçamos como objetivo supremo os cargos de diretores do Sinditest, bem diferente do modo como o pessoal da Diretoria/Chapa 1 mostra se aferrar a esses cargos. Esse apego ao cargo explica em parte a ira de Messias e seus asseclas. Pois bem, caso a Justiça não os interpele ou questione sua gestão, que façam bom uso dos cargos - desde que para o bem da categoria.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Curso de jornalismo/panfletagem prático

7 comentários:
Depois de acompanhar os acontecimentos da campanha eleitoral super-ética do Sinditest, examinando o conteúdo do jornal de campanha e do panfleto de boca-de-urna da Chapa 1 do esquema "Sindicato Para Todos", ficamos com a impressão de que responsáveis pela elaboração desses materiais de propaganda andaram fazendo algum estágio na Editora Abril. Aquela editora da Famiglia Civita, que publica "Veja", a revista que nunca mente nem distorce a realidade. Por isso reproduzimos aqui trechos de uma postagem do Blog do Sakamoto, com lições ensinadas e praticadas pela turma da "Veja".


"CURSO DE JORNALISMO PRÁTICO: MANUAL DO COLUNISTA"

"Agora que a obrigatoriedade do diploma para exercício da profissão caiu, o Blog do Sakamoto reforça o seu Curso de Jornalismo Prático. O Curso é elaborado em conjunto com amigos que são grandes repórteres e conhecem como ninguém o universo das redações. Para esta aula, um deles foi certeiro na análise do problema, criando um manual que será de grande utilidade aos recém-formados, mas também àqueles com mais quilometragem que querem “chegar lá”.

Quer virar colunista ou editorialista de jornalão impresso, de um telejornal noturno ou de uma revista semanal de grande circulação? Fácil. Basta seguir este manual. Para cada tema polêmico da atualidade, há um repertório de cinco argumentos que devem ser repetidos ad nauseam, sem margem para hesitação. Pintou o tema, escolha um dos cinco argumentos abaixo e tasque na sua coluna. Se quiser, use mais de um. Você é a estrela.

Uma dica: para sua coluna parecer diversificada, democrática, procure colocar alguns dos argumentos abaixo na boca de “especialistas”. Veja a lista de nossos especialistas no Disk-Fonte e escolha livremente. Se já estiver na hora do fechamento da coluna e ninguém atender, ligue para o Demétrio Magnolli, pois esse está sempre à disposição e discorre sobre qualquer assunto. Ele é fera.

E atenção: não se preocupe se o seu concorrente direto anda usando exatamente esses mesmos argumentos há anos. Não importa também se quase todos esses argumentos já foram aniquilados pelos fatos. O importante, em todos os casos, não é citar fatos. O que conta é dar ênfase no argumento. Se você estiver apresentando um telejornal, faça cara de compenetrado. Se for uma coluna, um editorial, carregue no título.

Além da segurança, da facilidade e da comodidade, há várias outras razões para você usar esse manual: 1) você vai parecer erudito; 2) você vai gastar pouco tempo para fechar a coluna; e 3) seu texto irá repercutir muito bem junto ao dono do(a) jornal/revista/TV que você trabalha.

Ao manual:

Se o assunto é: Trabalho e capital
Seus argumentos devem ser:
“O que os sindicatos não entendem é que, nesta hora, todos têm que dar sua cota de sacrifício”
“Os grevistas não pensam na população, apenas neles mesmos”
“Sem uma reforma trabalhista que desonere o capital, o Brasil está fadado ao fracasso”
“A CLT é uma amarra que impede a economia de crescer”
“É um absurdo os sindicatos terem tanta liberdade”

Se o assunto é: A política econômica
Seus argumentos devem ser:
“O governo deveria aproveitar esse período de vacas gordas para fazer as reformas que o Brasil precisa, cortando custos”
“Os gastos e a contratação de pessoal estão completamente fora de controle”
“O país precisa fazer a lição de casa e cortar postos de trabalho”
“Quem produz sofre muito com o Custo Brasil, é necessário cortar custos e investir em infra-estrutura”
“Só dá certo porque é continuidade do governo FHC”

Se o assunto é: Confecom, democratização da comunicação, classificação indicativa
Seus argumentos devem ser:
“Qualquer regulamentação é ruim, o mercado regula”
“É um atentado à liberdade de imprensa”
“Querem acabar com o seu direito de escolha”
“Já tentaram expulsar até o repórter do New York Times, sabia?”
“A classificação indicativa é censura. Os pais é que têm que regular o que seus filhos assistem”

Se o assunto é: Cotas nas universidades, ação afirmativa, Estatuto da Igualdade Racial
Seus argumentos devem ser:
“Para a biologia, a raça humana é uma só. Logo, não faz sentido dividir as pessoas por raças”
“A política de cotas é perigosa. Irá criar conflitos que não existem hoje no Brasil”
“É uma ameaça à qualidade do ensino, pois os beneficiários não conseguirão acompanhar as aulas”
“Essas iniciativas representam uma ameaça ao princípio de que todos são iguais perante a lei”
“Cotas são ruins para os próprios negros, pois eles sempre se sentirão discriminados na faculdade”

Se o assunto é: Bolsa Família
Seus argumentos devem ser:
“O pobre vai usar o dinheiro para comprar TV, geladeira, sofá e outros artigos de luxo”
“O pobre não terá incentivo para trabalhar. Vai se acostumar na pobreza”
“Não adianta dar o peixe, tem de ensinar a pescar”
“O programa não tem porta de saída” (não tente explicar o que é isso)
“O governo só sabe criar gastos”
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Fonte: Blog do Sakamoto

terça-feira, 24 de novembro de 2009

350 novas Escolas Técnicas até 2010, promete o Governo Federal

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometeu nesta segunda-feira (23), durante discurso de abertura do Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica, que seu governo vai inaugurar até o final do ano que vem 354 novas escolas técnicas. Segundo ele, a conclusão do curso de torneiro mecânico numa escola do Senai lhe garantiu o acesso à Presidência da República.

“Se vocês tiverem algum problema em casa e de motivação e acharem que a vida não vale a pena, lembrem-se de que este presidente deve o fato de ter virado presidente da República a um curso técnico. Por isso, fui o primeiro de dez irmãos a ganhar mais de dez salários mínimos, a ter um carro, a ter geladeira, a ter televisão e uma casa”, disse Lula para a platéia de alunos dos cursos técnicos do Brasil e de outros 15 países.
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Fonte: Gazeta do Povo

Centrais Sindicais unificam proposta para reajuste de aposentadorias

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Em reunião na sede nacional da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB ), em São Paulo, as centrais sindicais e as entidades de defesa dos aposentados fecharam, na manhã desta segunda-feira (23), um acordo unitário sobre o índice de reajuste das aposentadorias para os próximos anos. Da reunião saiu uma Nota, reproduzida abaixo.

"As centrais sindicais CUT, Força Sindical, UGT, NCST, CTB e CGTB, a COBAP e os sindicatos nacionais de aposentados, reunidos nesta data em São Paulo, avaliaram projetos de interesse dos trabalhadores e aposentados em tramitação no Congresso Nacional, deliberaram consensualmente o seguinte:

1. Defender a imediata aprovação da Política Permanente de Recuperação do Salário Mínimo, até 2023, com base no INPC do ano anterior, acrescido da variação do PIB de dois anos anteriores, conforme projeto de lei do Executivo;

2. Defender o estabelecimento de uma Política Permanente de Recuperação dos Benefícios das Aposentadorias e Pensões com valores superiores ao salário mínimo, com base na variação do INPC do ano anterior, acrescido de 80% do PIB de dois anos anteriores;

3. Ratificar a posição unitária das Centrais e das representações dos aposentados, favoráveis ao fim do fator previdenciário, contra a exigência de idade mínima para aposentadorias e contra a adoção da chamada média curta para cálculo das aposentadorias.

São Paulo, 23 de novembro de 2009."

CTB - Wagner Gomes
CUT - Artur Henrique
Força Sindical - Paulo Pereira da Silva
UGT - Ricardo Patah
NCST - Calixto Ramos
CGTB - Antônio Neto
Cobap - Warley Martins
Sindicato Nacional dos Aposentados (FS) - João Batista Inocentini

FASUBRA propõe paralisação para lutar pela Carreira. O Sinditest, paralisia

3 comentários:

domingo, 22 de novembro de 2009

Paralisação de 24 a 26 de novembro

4 comentários:

Nos dias 24 a 26 de novembro do corrente, a FASUBRA convoca seus sindicatos de base a realizar paralisação das atividades para se manifestar em defesa da Carreira e por uma série de eixos, conforme abaixo descritos. Em tese, pelo fato de na UFPR termos o privilégio de atuarem duas Diretoras Nacionais da FASUBRA, Márcia Messias e Carla Cobalchini, espera-se que elas dirijam-se às bases para envolvê-las nas atividades dos 3 dias de paralisação. Certo? Assim como elas já cumpriram com denôdo sua tarefa de mobilizar a categoria no dia 18/11, outra decisão da recente plenária da FASUBRA. Certo? (Ah, não se enganem, a imagem do jornal sindical que ilustra esta postagem é do SINTUFRJ.)


Confira abaixo, de novo, os eixos específicos dos TA's nessa paralisação da semana que vem.

• Em Defesa do PCCTAE;
• Pelo cumprimento do Termo de Acordo de 2007 em sua totalidade;
• Contra o impedimento de liberação para mandato sindical, sofrido por alguns diretores da FASUBRA (UFMS, UnB, UFPE-Rural, UFSC, UNICAMP);
• Antecipação dos efeitos financeiros da Tabela da Greve 2007 para Janeiro/2010.

Ano que vem cuidem-se dos candidatos ficha-suja, inclusive sindicalistas

2 comentários:
O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral propôs, na quinta-feira (19), ao presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB/SP), que convoque uma comissão geral para discutir no plenário o projeto de lei de iniciativa popular que pretende tornar inelegíveis cidadãos com ficha suja.

"Nós gostaríamos de que o tema fosse pautado ainda neste ano, até mesmo em uma comissão geral, mesmo que não tivesse ainda votação, para abrir a possibilidade de um debate mais amplo pela sociedade civil", disse dom Dimas Lara, secretário-geral da CNBB, principal articuladora da Campanha Ficha Limpa que mobiliza mais 42 entidades da sociedade civil.


Temer respondeu que está disposto a atender a reivindicação, mas condicionou a inclusão do projeto na pauta de votações à concordância dos líderes partidários. "Nós temos que acertar com os líderes um projeto definitivo que possa ser levado ao plenário e ser aprovado. Seria muito ruim para a Câmara levar um projeto dessa natureza que não viesse a ser aprovado.


Apoiada por 1,3 milhão de eleitores e apresentada à Câmara no fim de setembro, a proposta está pronta para ser submetida ao plenário. Mas enfrenta resistência de deputados e senadores. Sob o argumento básico de que as disputas políticas resultam em perseguições e em denúncias sem fundamento, eles querem manter o dispositivo da legislação eleitoral que só proíbe candidatura de quem for condenado em última instância pela Justiça.


O projeto apresentado pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral visa proibir candidatura de quem seja condenado em primeira instância ou denunciado a órgão colegiado do Judiciário por crimes eleitorais e outros, como tráfico de drogas, exploração de trabalho escravo, exploração sexual e lavagem de dinheiro.
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Fonte:DIAP

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Sinditest será só isso mesmo?

13 comentários:
Amigos e amigas que acompanham este blog, há algumas horas na madrugada de hoje demos de forma sumária o resultado da eleição do Sinditest, sem mostrar os detalhes dos números urna a urna. Claro, um dado evidente dessa votação seria a votação maciça obtida pelos coronéis do HC, mas foi de estranhar que diversas urnas da UFPR extra-HC também apoiassem a atual Diretoria pelega. Não demos os detalhes urna a urna porque - meditamos - por que é o que o próprio Sinditest não possui um serviço ágil de informação capaz de publicar isso tão logo aconteça? No caso da eleição dos representantes do COUN há duas semanas, divulgamos o resultado em detalhes (votação de cada local) 3 horas depois de proclamado. E constatamos com surpresa que o responsável pelo website do Sinditest não teve a menor cerimônia em plagiar trechos desse nosso informe 8 horas depois!



Esse é o Sindicato que temos. Nesta eleição da Diretoria, ficou mais evidente a qualidade indigente da ação política de seus diretores. Ficou evidente para nós, que os combatemos lançando uma modesta e heróica chapa de oposição, que foi trucidada pela atuação de duas "máquinas" na campanha. Uma das "máquinas" é a do Sinditest, manobrada pela Diretoria/Chapa 1. A outra... hahaha, deixamos para vocês imaginarem qual foi, mas não é difícil saber.



Continuamos perseverando na cobrança de explicações das irregularidades praticadas por essa Diretoria e não podemos asseverar que vantagens ela pode ter auferido dessas irregularidades denunciadas, tais como a diferença de 143 mil reais na venda da "chácara". Mas, apuramos, durante o dia de ontem, na atividade de "boca-de-urna", que a Chapa 1 contratou numerosos "boqueiros", gente de fora da UFPR (como funcionários do Hospital Oswaldo Cruz), para fazer campanha em troca de uma remuneração. Não sabemos o valor dessa remuneração, embora, nos meios políticos tradicionais com vezo a comprar votos e apoios, costume-se usar a "oncinha" (50 reais) como paga pelo dia trabalhado.


Por seu turno, a Chapa de Oposição contou apenas com o trabalho voluntário de seus membros e apoiadores, cujos recursos não foram suficientes sequer para confeccionar uma camiseta de identificação da chapa. Mas ela lutou abnegadamente e em especial propagandeou propostas de luta em seu material. Do outro lado, na "boca-de-urna", a Chapa pelega esgrimiu com um panfleto de ataque rasteiro à honra e dignidade da candidata a presidente da Chapa oposicionista. O panfleto da Chapa pelega é a cara do seu tipo de política suja e mafiosa. Que, entretanto, dirigirá o Sinditest nos próximos dois anos, se nenhuma força maior se opuser a seus desmandos canalhas.

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Em tempo: o atual vice-presidente do Sinditest pretende se candidatar a deputado em 2010. Dêem uma força ao Sinditest para que ajude esse legítimo representante da classe a se dar bem.

Resultado da eleição do Sinditest

8 comentários:
A Chapa 1 de continuísmo da atual Diretoria do sindicato teve vantagem de algumas centenas de votos sobre a Chapa 2 "Sindicato é pra lutar - Oposição". A maioria da categoria - com honrosas exceções das urnas da Reitoria (Ativos), Almoxarifado, Fazenda Canguiri e UTFPR-Curitiba - votou a favor da continuidade da prática assistencialista e pelega da Diretoria do Sinditest. Mais informações no website altamente informativo do SINDITEST-PR, como sempre.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Hoje é dia de votar numa Chapa de Luta: Chapa 2, oposição no Sinditest

Um comentário:

Quinta-feira, 19 de novembro, dia quente e nublado em Curitiba. Quente também o clima da disputa eleitoral no Sinditest entre a Chapa 2 de Oposição e a Chapa pelega. A perspectiva nublada da atualidade muda pra melhor com a vitória da chapa 2 "Sindicato é pra Lutar".

Em sua Carta-Programa, muito bem aceita na UFPR e UTFPR, a Chapa 2 destaca como um dos seus eixos fundamentais de ação caso eleita a questão da volta do debate político sério e da capacidade de mobilização da base para fazer as lutas de interesse dos técnicos-administrativos.

Em 2010-2011 os servidores terão que lidar com várias questões. Uma das principais é a Campanha Salarial de 2010. A "Greve dos 100 Dias" de 2007 conquistou reajustes escalonados pagos em 2008, 2009 e última parcela em 2010. E depois? A FASUBRA já discute e prepara a campanha para garantirmos o próximo reajuste num nível que tire os TA's da condição de pior salário do Poder Executivo. Um sindicato de base deve ter capacidade de mobilização e disposição para a luta, ainda mais quando a negociação com os ministérios emperra e a única saída é realizar uma nova greve nacional.

Aqui é que a porca torce o rabo, pois a Diretoria atual (Chapa 1) não é capaz nem tem disposição para esse tipo de luta. Para isso é preciso outro tipo de direção no movimento, o que é proposto pela Chapa 2, para brigar por um reajuste decente, por toda a pauta nacional da FASUBRA (clique aqui) e, em particular, em defesa do Plano de Carreira, ameaçado de desmantelamento por ações do Ministério do Planejamento.

Essas são as lutas mais gerais da categoria, mas há várias outras do âmbito da UFPR e da UTFPR, que também precisam ser encaradas com vontade e não com corpo mole, papinho e indiferença como são hoje. Portanto, a chance de mudar é agora, votando na Chapa 2, pois Sindicato é pra Lutar!

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Oposição Chapa 2 x 1 Chapa Pelega, na entrevista feita pela ACS da UFPR

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A Assessoria de Comunicação Social da UFPR enviou por email perguntas iguais à presidente da Chapa 2, Guaracira Flores, e ao presidente do Sinditest que tenta reeleição, tendo publicado no final da tarde de segunda-feira (16) a entrevista que mostra o contraste entre as duas chapas. Nem é preciso sublinhar que a diferença começa já na fotomontagem que ilustra a matéria...

Elogiamos a iniciativa democrática da ACS por ter publicizado informações que certamente ajudam eleitoras e eleitores a melhor entender as grandes diferenças de propostas dos dois grupos. Para (re)ler na íntegra a entrevista publicada na página principal da UFPR, clique aqui.

Diretoria do Sinditest (Chapa 1) terá de explicar venda da Chácara na Justiça

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O estranho caso da venda da "chácara" do Sinditest - a diferença de cerca de 143 mil reais entre o valor divulgado no Jornal do Sinditest e o valor real documentado nos cartórios - foi parar na Justiça. O Ministério Público tomou conhecimento dos detalhes envolvendo a suspeita transação imobiliária operada pela Diretoria do Sinditest (Chapa 1).

Assim, os diretores do Sinditest - que não tem demonstrado nenhuma vontade de responder ao Requerimento de informação assinado por filiados "simples mortais" da base há mais de 1 mês - vão ter então que se explicar perante o Ministério Público do Trabalho sobre como lidaram com o dinheiro dos filiados.


Até o dia 2 de dezembro do corrente, a Diretoria do Sinditest está intimada a enviar esclarecimentos sobre o exato valor da venda, se o dinheiro consta da contabilidade sindical, em que foi aplicado esse valor, quem foi o comprador do terreno - tudo isso com documentação anexada. Além disso, a Procuradoria do Ministério pergunta se há balancetes prontos da contabilidade de 2009 e se a documentação sobre a venda do imóvel está disponível para consulta de qualquer filiado. Esperemos para ver como se pronunciam os intocáveis dirigentes que se dizem "Para Todos".

Chapa 2 do Sinditest: pela ampla renovação no comando do Sinditest

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Já notaram o quanto as mesmas pessoas se revezam nos principais cargos de comando do Sindicato? É presidente que vira vice-presidente, e vice-versa, ao longo de várias gestões. O Sinditest completa em novembro 17 anos de vida e o caso mais notório de grude ao poder é o do atual Vice: foi presidente nas gestões 1994-95, 2000-01 e 2002-03, sendo 1º. vice-presidente em 2004-05 e 2008-09, totalizando 10 anos na cabeça do sindicato. E agora disputa de novo a reeleição para vice-presidente 2010-11 pela Chapa 1. Compare-se a soma de anos ocupando cargo no sindicato dos membros da Chapa 1 e a soma dos membros da Chapa 2 de Oposição: os candidatos da Chapa 1 acumulam cerca de 80 anos e a soma de anos em cargos dos membros da Chapa 2 é menor que 20 anos !

Os mais "antigos" podem contribuir com sua experiência, é claro. Mas isso não é desculpa para se aferrarem sempre aos mesmos cargos de mando, em vez de ajudarem a educar politicamente os mais jovens que também querem atuar no sindicato e nas lutas. Somos contra a perpetuação de veteranos no comando do sindicato, pois isso leva à criação de burocratas sindicais e à manutenção de métodos muitas vezes ruins e obsoletos de direção da entidade.

Tem gente que fundou o Sinditest em 1992 e parece que, por causa disso, passa a tratar a entidade como uma espécie de propriedade particular sua, não quer que ninguém bote a mão em seu precioso cargo nem dê palpites. Em contraste com a Diretoria atual (Chapa 1), que pretende reeleger todos os mesmos diretores, queremos a oxigenação e renovação constantes na direção do movimento. Que mais e mais pessoas aprendam a ser dirigentes e inovem as práticas sindicais. Mais pessoas participando das decisões, mais jovens, e - em particular - maior participação de mulheres, que são a maioria da categoria mas não conseguem posições de comando do sindicato, reproduzindo-se no Sinditest um dos graves defeitos da política brasileira.

Por isso a Chapa 2 constitui-se majoritariamente de caras novas e tem maior número de mulheres na composição. Pra renovar o sindicalismo da UFPR e UTFPR é preciso estimular atividades regulares de formação político-sindical, mas também é preciso democratizar o funcionamento do movimento. Isto pode se dar através da Reforma do Estatuto, para se criar uma estrutura que propicie ampla participação nas decisões e impeça a concentração de poderes nas mãos do presidente do sindicato, como acontece hoje. O desencadeamento da Reforma do Estatuto, com participação de todos os grupos e pessoas interessadas, e o esforço para realizá-la com sucesso até o fim são compromissos da Chapa 2.

Vitória dos aposentados: CCJ da Câmara derruba Fator Previdenciário

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CTB e COBAP (aposentados) acompanharam votação de ontem na CCJ

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou, na tarde desta terça-feira (17), por unanimidade, o Projeto de Lei do Senado que acaba com o Fator Previdenciário (FP). O relator, deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), deu parecer favorável à matéria. A vitória da luta dos aposentados ainda é parcial, pois o parecer ainda precisa ser aprovada pelo Plenário com todos os parlamentares.

O deputado Flávio Dino (PCdoB-MA) afirmou que o melhor governo da história do País não pode manter esse problema. Para ele, a diferença entre o reajuste que seria dado se aprovada a igualdade de reajustes para todos os benefícios e o que o governo pretende pagar é de apenas 2,8%. Ele afirmou que até em favor da igualdade é preciso extinguir o FP. O Congresso votou só este ano R$23 bilhões de reais para o setor empresarial e, segundo Dino, o governo está se engasgando à toa com 5 bilhões de reais.


O FP foi instituído no País em 1999, no governo de Fernando Henrique Cardoso, para incentivar o segurado do INSS a adiar sua aposentadoria, prolongando o tempo de contribuição. Na época, o governo alegava que precisava equilibrar o fluxo de receitas e despesas da Previdência Social, para reduzir o déficit previdenciário. O governo mudou, mas as alegações continuam as mesmas.


O deputado José Genoíno (PT-SP) lembrou que quem criou o FP foi o governo PSDB-DEM, que naquela ocasião ele foi contra e hoje está votando contra, mas advertiu que é necessário construir uma alternativa ao FP. Segundo Genoíno, o governo estuda projeto sobre aumento do salário mínimo e de aposentadorias que respeite o crescimento do País.


Lembrando o que é o FP
O Fator Previdenciário leva em conta que quanto menor a idade na data da aposentadoria e maior a expectativa de vida, menor o benefício recebido. Quanto mais velho e quanto maior for o tempo de contribuição do trabalhador, maior será o valor da aposentadoria a que ele terá direito. Anualmente, o IBGE pesquisa a expectativa de vida do brasileiro, que tem aumentado nos últimos anos. Isso interfere no FP, reduzindo ainda mais o benefício sempre que a expectativa de vida cresce.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Quem são os integrantes da Chapa 2 "Sindicato é pra Lutar! - Oposição"

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Guaracira Flores, candidata a Presidente pela Chapa 2,
servidora da Auditoria Interna da UFPR (AUDIN)


Já divulgado na Carta-Programa da Chapa 2 de Oposição, que começou a circular desde quinta-feira passada, reproduzimos aqui a lista das candidatas e candidatos à eleição do Sinditest. A Chapa 2 unifica os setores de oposição à atual Diretoria do sindicato e se apresenta como a alternativa realmente nova, democrática e combativa para a gestão 2010-2011.


Presidente: GUARACIRA FLORES DA SILVA – Auditoria Interna/UFPR
1º Vice-Presidente: JORGE CAVALIM DE LIMA – HC/Central de Internação
2º Vice-Presidente: MERCHIADES PEREIRA DA SILVA – UTFPR/Curitiba
Secretária Geral: ALESSANDRA LEMES - Setor de Ciências Biológicas/Centran da UFPR-Litoral
1ª Secretária: RAQUEL DO ROCIO L. RICETTI – HC/Ecocardiografia
2º Secretário: MISAEL SCHONEBORN DE MORAES - PROGEPE
Tesoureiro Geral: – LANDRI ROBERTO ROHERS – HC/Dep. Financeiro
1º Tesoureiro: SINUÉ NAICO – Engenharia Ambiental/Setor de Tecnologia
2º Tesoureiro: SEBASTIÃO DAMBROSKI - UTFPR


Dep. Formação Política Sindical: PAULO ADOLFO NITSCHE (Dodô) – Biblioteca Central
Dep. de Imprensa e Divulgação: LUCIANO M. DE ANDRADE – Campus Botânico/Saúde
Dep. Cultural e de Esportes: GILMAR BETERO – Imprensa Universitária
Dep. de Patrimônio: EDUARDO LARA - Aposentado
Dep. Assistencial: LUIZ CARLOS CRESPILHO – HC/Infectologia
Dep. Social-Recreativo: SUGLERI GONÇALVES RODRIGUES – HC/UAD


1º Diretora Adjunta:– AGUEDA KOVALCZYKOWSKI – RU Central
2º Diretor Adjunto: NIVALDO DA SILVA – HC/Nutrição
3º Diretora Adjunta: LÚCIA HELENA DA SILVA DOS SANTOS – HC/Nutrição
4º Diretora Adjunta: GERALDINE MARIE VIEIRA – CDS/PROEC
5º Diretora Adjunta: CRISTINA ALVES DE OLIVEIRA – Engenharia Mecânica/Campus Politécnico

Suplentes:
EVA PEREIRA BENTO – HC/Nutrição
NAIR NATIVIDADE DE OLIVEIRA LUGO – Setor de Ciências Biológicas
DILMA DOS SANTOS – HC/Nutrição
JANE DO ROCIO KIATKOSKI SHUNEMANN – Setor de Ciências Jurídicas
CARLOS MONTEIRO DA SILVA – HC/Abastecimento

domingo, 15 de novembro de 2009

O 18/11 orientado pela FASUBRA

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A recente Plenária Nacional da FASUBRA apontou um Plano de Lutas emergencial. No próximo 18 de novembro, a Federação orienta seus sindicatos a realizarem Assembléia Geral seguida de atos políticos nas Universidades, concentradamente em torno da Reitoria. Os eixos desta mobilização, que devem constar de documento a ser entregue ao Reitor, são:


• Pela Unidade da Categoria (das Classes A, B, C, D, E), somos todos(as) trabalhadores(as) Técnico-administrativos(as) em Educação;

• Em Defesa do PCCTAE;

• Pelo cumprimento do Termo de Acordo/2007 em sua totalidade;

• Contra o impedimento de liberação para o mandato sindical, sofrido por alguns diretores da FASUBRA (UFMS, UnB, UFPE-Rural, UFSC, UNICAMP);

• Antecipação dos efeitos financeiros da Tabela (Acordo da Greve de 2007) para Janeiro/2010.


Essa mobilização de 18/11, assim como a paralisação de 3 dias convocada para os dias 24 a 26/11, visa a preparar o espírito da categoria para batalhas maiores da Campanha Salarial de 2010. Os reajustes escalonados de 2008 a 2010 acabam no primeiro semestre do ano que vem, e depois? É preciso se mexer desde já. Gostaremos de ver se a Diretoria do Sinditest mostrará empenhar nesse tipo de luta.

sábado, 14 de novembro de 2009

Recontando mais uma vez o embrulho da famigerada "chácara" de Piraquara

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Há poucas horas, conversando com uma servidora da Maternidade do HC, ela pediu esclarecimentos sobre o rolo da "chácara" do Sinditest, que tanto se comenta e se cobra. Isso mostra que, embora muita gente tenha ouvido falar do problema, talvez vários ainda não tenham compreendido toda a "novela".

O caso da "chácara" tem a ver inclusive com o dia de hoje, 15 de novembro. Há 120 anos foi proclamada a República no Brasil. Lembremos que a palavra "república" vem do latim res publica, isto é, a "coisa pública". Se - no tempo da monarquia, o imperador e seus apaniguados não tinham que prestar contas de nada ao povo -, no regime da "coisa pública" os governantes e dirigentes têm que dar satisfação de seus atos. Numa entidade sindical, mexe-se com dinheiro de todo um coletivo de trabalhadores pagantes de mensalidades; logo, dirigentes sindicais tem dever de informar à categoria como lidam com esse dinheiro.

E é basicamente isso que se pede no caso da "chácara", comprada irregularmente em dezembro/2005 e vendida em julho-agosto/2009 de um modo não esclarecido. Não se está acusando a priori ninguém de favorecimento pessoal nessa transação imobiliária; o que se pede é transparência com a coisa pública sindical.

Recapitulando resumidamente a "novela" do imóvel de Piraquara:

1.Numa assembléia geral em 16/12/2005, que durou MENOS DE DOIS MINUTOS, os diretores do Sinditest Moacir Freitas (presidente na época) e Antonio Néris (vice-presidente) tentaram aprovar a compra da "chácara" em Piraquara, mas nenhuma contagem de votos foi feita nem o resultado final foi proclamado. Mesmo sem a autorização da platéia, eles compraram a "chácara".

2. Durante a gestão 2006-2007, presidida por José Carlos Belotto, que recebeu o presente de grego da "chácara", finalmente duas assembléias em 2007 (em 14/setembro e 27/novembro) aprovam que esse imóvel deve ser vendido o mais rápido possível e todo o dinheiro da venda revertido aos cofres do Sinditest para ser empregado em algo realmente útil.

3.Wilson Messias assume a presidência na gestão 2008-2009 e, em assembléia ocorrida em 04/março/2009, ele anuncia haver um interessado em pagar 265 mil reais pelo imóvel. A venda da "chácara" como um todo (isto é, os 12 terrenos que a compõem) é confirmada por mais essa assembléia, com concordância unânime tanto de membros da Diretoria como dos membros da Oposição ali presentes.

4.O "Jornal do Sinditest" lançado em Setembro/2009 publica que a "chácara" foi vendida em agosto, ao valor de 265 mil reais.

5.Não entendendo porque um imóvel situado em Piraquara foi registrado em Campina Grande do Sul, um servidor foi até o cartório dessa cidade, obteve 2a. via da Escritura e se surpreendeu com o valor da venda: 162 mil reais. Esse valor correspondendo a apenas 9 terrenos do total de 12 da dita cuja "chácara". Por quê?

6.O mesmo servidor foi até Piraquara e descobriu outros documentos, mostrando que mais 2 terrenos da mesma "chácara" foram vendidos por 256,5 mil reais. Curiosamente, vendidos ao mesmo comprador dos 9 terrenos acima citados. Por quê?

7.A soma de 162 mil com 256,5 mil resulta no total de 418,5 mil reais. O Jornal do Sinditest anunciu que a venda se deu por só 265 mil reais. Diminuindo este valor de 418,5 mil reais, tem-se uma diferença de 143,5 mil reais.

8.O que se quer saber essencialmente é: onde está essa diferença de 143,5 mil reais? Alguns servidores, pedindo esclarecimento, até protocolaram no Sinditest um Requerimento, no começo de outubro, mas a Diretoria presidida por Wilson Messias se recusa a responder. Por quê? Não acusamos ninguém de nada, mas estranhamos muitíssimo essa falta de transparência. E é por isso que se formou uma Chapa de Oposição, a Chapa 2, que destaca entre seus compromissos de campanha praticar efetivamente a transparência sobre as contas e atos do Sinditest.

Que o estuprador pague pelo estupro e continue livre pra aprontar

5 comentários:
Estamos, neste blog, denunciando com todas as letras e toda a indignação, que a pelega Chapa 1 concorrente ao Sinditest envereda pelo perigoso terreno da desmoralização do movimento sindical. Depois de esse grupo fazer uma nebulosa transação imobiliária da qual não presta contas, agora submete os membros da Comissão Eleitoral ao vexame de justificar o injustificável.

O caso da propaganda via correio para aposentados paga com dinheiro de todos os filiados acabou de ser denunciado. Está sendo objeto de uma ação judicial. Cobrados pela Oposição os membros da Comissão Eleitoral sobre o escândalo, o que responderam?


Responderam que a Diretoria do Sinditest tem que justificar porque pagou a propaganda postal da Chapa 1 (dela própria, pois a Chapa 1 é a Diretoria) e que tem que ressarcir os cofres do Sinditest do valor gasto na postagem. Nada além disso, nenhuma punição contra quem cometeu um crime eleitoral. É parecido com a seguinte situação: fulano estuprou sicrana, a justiça reconhece o crime, manda que fulano pague uma grana a sicrana pelo estupro mas fica por isso mesmo... Nessa toada, o movimento sindical da UFPR, dominado pela pelegada corrupta, arrisca ir pro beleléu.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

A prova do crime eleitoral

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Na hora em que publicamos ontem a notícia sobre o crime eleitoral da Chapa 1 ainda não tínhamos em mãos um exemplar do delito, o jornal da chapa pelega postado com selo pago pelo Sinditest, isto é, pago com os recursos de todos os filiados para defender interesses de um grupo. Mas agora está aí acima a foto comprovando. Vejam no selo sobre o número "1" as expressões "Impresso Especial" e "Sinditest", denotando que a campanha da Chapa 1 enviada para as casas dos aposentados se utilizou de correio pago pelo sindicato. Adivinhem o que diz a Comissão Eleitoral organizadora dessa zorra sobre tal escândalo?

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Mais escândalo no Sinditest. Chapa 1 faz campanha com dinheiro dos filiados

11 comentários:
"Honestidade" e "compromisso". Palavras que se lê na camiseta de campanha da Chapa 1 de situação do Sinditest. Pobres palavras reféns. Palavras soltas ao vento, que parece nada significarem para quem as colocou na camiseta. Depois do que se soube ontem, o "compromisso" da Chapa 1 é continuar "se dando bem" no peleguismo e na vadiagem política. E a "honestidade" fica para ser cobrada só dos outros.

Aposentados e aposentadas da base do Sinditest estão recebendo em suas casas pelo correio o jornalão de campanha da Chapa 1. Tijolão de texto, chato de ler pra dedéu. O problema maior não está aí, mas sim no modo como está sendo enviado. Essa peça de propaganda da Chapa 1 foi posta no Correio com o dinheiro do Sinditest, isto é, o meu, o seu e o de todos os que pagam em dia suas mensalidades. Isso fica evidente quando se olha o jornal. Vários aposentados denunciaram mais esta falcatrua da gestão "Sindicato Para Todos", que pode resultar em adiamento da eleição, pelo óbvio favorecimento de um grupo em detrimento da outra chapa concorrente.


Não bastasse o rolo dos 150 mil reais desaparecidos na venda da "chácara" que a Diretoria não esclarece. Não bastasse o peleguismo. Não bastasse a falta de respeito para com filiados quando o Dr. Antonio Neris ofende publicamente em assembléia uma colega da Enfermagem, quando desligam o microfone na hora em que alguém da oposição vai falar, quando acusam colegas de chantagistas... Não bastassem esses e muitos outros descaramentos da Diretoria "Para Todos" (esse slogan é uma grande piada!), agora ainda vem na cara dura usar a mensalidade dos filiados em proveito próprio. Espera-se que a Comissão Eleitoral tenha a dignidade e autoridade para tomar as medidas necessárias, sob pena de mostrar que também se curva à Diretoria da desonestidade e do descompromisso.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Sinditest só quer festa. A FASUBRA propõe luta pela valorização do servidor

15 comentários:
A Diretoria do Sinditest, por uma estupidez acontecida no último Congresso da FASUBRA, possui duas "diretoras" (Márcia Messias e Carla Cobalchini) que integram hoje a Direção da Federação. Integram decorativamente, pois ninguém na base da UFPR e da UTFPR vê tais pessoas encaminhando bulhufas do que se decide nas Plenárias da FASUBRA. Típico de quem integra uma Diretoria de Sinditest pelega, imobilista, assistencialista, voltada a fazer festinhas e transações imobiliárias em que uma parte do dinheiro envolvido some e vai para o bolso não se sabe de quem.


No último final de semana, transcorreu mais uma Plenária da FASUBRA, voltada para organizar a luta em defesa do Plano de Carreira, ameaçado de desmanche por ações do Min. do Planejamento. As diretoras come-dorme do Sinditest foram passear em Brasília, sem direito a voto pois não chamaram assembléia de base. Acham que elas voltaram a Curitiba para organizar a luta pelo que foi decidido em Brasília? Esqueçam. Elas agora só pensam em se reeleger pra garantir mais dois anos de peleguismo e leseira. Abaixo publicamos os encaminhamentos de luta da FASUBRA, que para o Sinditest atual é letra morta.

Plano de Lutas Emergencial (aprovado na Plenária de 7-8/11 da FASUBRA)

I - A Plenária reafirmou as resoluções da plenária nacional estatutária da FASUBRA realizada em outubro de 2009. Continuidade do processo de mobilização iniciado no dia 21 de outubro (Dia Nacional de Luta). Devemos deflagrar ESTADO DE ALERTA COM MOBILIZAÇÃO PERMANENTE a partir do dia 11 de novembro com desenvolvimento das ações que se descreve a seguir.

II - Em 11 de novembro: Incorporar-se na luta geral do conjunto dos trabalhadores e suas centrais, participando da 6ª MARCHA DOS TRABALHADORES, cujas bandeiras são redução da jornada de trabalho, ratificação da convenção OIT 151 e pela negociação coletiva.

III – Orientar a permanência de representação das delegações que virão para a 6ª Marcha dos Trabalhadores chamada pelas Centrais Sindicais, para manifestação em frente ao MEC e MP, pressionando pela continuidade das negociações.

IV - Dia 12 de novembro:
MANIFESTAÇÃO EM FRENTE AO MEC E MP, com apoio de parlamentares, cobrando:
-->No Ministério da Educação: Respeito à Lei 11.091/2005; Reinício Imediato dos Trabalhos da CNSC; Instalação do GT Terceirização; Resposta ao documento enviado pela FASUBRA.
-->No Ministério do Planejamento: Cumprimento de todos os itens constantes no Termo de Acordo da Greve de 2007 (racionalização, anexo IV, reajuste dos benefícios).

V - Dia 18 de novembro: Orientar a realização de Assembléia Geral seguida de atos nas Universidades, com concentração nas Reitorias.

VI – Visitas nos aeroportos para fazer contato direto com os parlamentares.

VII – A FASUBRA elaborará o documento que será entregue nas Reitorias e aos Parlamentares, com os seguintes eixos de luta:
-Pela Unidade da Categoria das Classes A, B, C, D, E – todos somos trabalhadores(as) Técnico-administrativos em educação;
-Em Defesa do PCCTAE;
-Pelo cumprimento do Termo de Acordo em sua totalidade;
-Contra o impedimento de liberação para o mandato sindical, impedimento que vem sofrendo alguns diretores da FASUBRA (UFMS, UnB, UFPE-Rural, UFSC, UNICAMP);
-Antecipação dos efeitos financeiros da Tabela (Acordo de 2007) para janeiro.

VIII - Na Luta geral a FASUBRA e as entidades de base deverão buscar as demais entidades do serviço público das três esferas, municipal, estadual e federal, – com o objetivo de ampliar a luta conjunta do funcionalismo, no tocante ao eixo geral, dando centralidade ao debate acerca da regulamentação da negociação coletiva e em defesa do direito irrestrito de greve, e demais itens abaixo destacados:

-APROVAÇÃO da PEC 257/1995 (Ascensão Funcional);
-APROVAÇÃO da PEC 129/2003 (Direito à negociação coletiva);
-APROVAÇÃO da PEC 270 e da PEC 555 (Aposentadoria por Invalidez e reversão da Emenda 41);
-Em defesa do direito irrestrito de greve (contra a regulamentação do direito constitucional de greve do servidor público);
-Pela Regulamentação da Negociação Coletiva;
-Contra a PEC dos Precatórios.

IX - Lançamento da Campanha em Defesa dos(as) Trabalhadores(as) Públicos e do Serviço Público:
- Reafirmar nossa identidade de Trabalhadores da Educação;
- Defender e valorizar o conjunto da nossa categoria, independente da formação escolar ou da classe que pertença;
- Defender nossa concepção de Carreira;
- Lutar contra qualquer proposta que desvincule os HU´s das Universidades, seja através de carreira para alguns cargos, ou novo modelo de gestão;
- Lutar pelo retorno do step constante na tabela do PCCTAE.

XI – Dia 24, 25, 26 de Novembro: Paralisação Nacional

XII – Orientar as entidades de base, em caráter de urgência, para que façam levantamento junto aos setores de Recursos Humanos, quanto ao número de trabalhadores(as), por Classe (A,B,C,D,E) que pediram exoneração no período de 2004 até a presente data.

XIII - Realização de Seminário nas bases dos setores federal e estadual sobre a concepção histórica de nossa Carreira, a conquista do PCCTAE, limites e necessidade de aprimoramento, sobre Negociação Coletiva e Direito de Greve, e sobre os HU´s.

XIV – As entidades de base, buscando resistir aos ataques desferidos por setores atrasados sem compromisso com a luta histórica dos trabalhadores(as) das Universidades Públicas Brasileiras, deverão desenvolver as seguintes ações:
-Localizar os focos e fazer denúncia, bem como explicitar os equívocos desse movimento divisionista;
-Identificar os locais de movimentação desse grupo de trabalhadores intitulados ATNS, que buscam fragmentar e ignorar a Federação como interlocutora da categoria com as reitorias, ANDIFES e o Governo;
-As entidades de base têm que envolver todos os profissionais da classe E neste debate, apontando o problema do risco de fragmentação da categoria.

XV – Divulgar o Levantamento do DIEESE acerca dos ganhos salariais a partir de 2003 (gratificação por antecipação da Carreira; Tabela 2005; Tabela 2006; Tabelas 2008, 2009 e 2010).

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Um dia perfeito

Um comentário:
Quase morri
Há menos de trinta e duas horas atrás
Hoje a gente fica na varanda
Um dia perfeito com as crianças.

São as pequenas coisas que valem mais
É tão bom estarmos juntos
E tão simples: um dia perfeito.

Corre, corre, corre
Que vai chover
Olha a chuva!

Não vou me deixar embrutecer
Eu acredito nos meus ideais
Podem até maltratar meu coração
Que meu espírito
Ninguém vai conseguir quebrar.
-------------------------------------------
Letra: Renato Russo (1993)

Recuperar a verdadeira independência do Sinditest em relação ao patrão reitor

4 comentários:
O reitor Zaki Akel nomeia Dra. Heda diretora do HC,
sem dar bola pros reclamos de eleição direta

Quem ainda tiver entre seus guardados uma antiga "Carta-Programa" de propaganda da atual Diretoria do Sinditest, entre outras promessas não cumpridas lerá ali uma proposta de manter a independência em relação à Reitoria da UFPR. Trouxas - o termo é duro - mas de fato foram trouxas os que acreditaram nisso. Se o ex-presidente Belotto era bonzinho demais no trato com o reitor em sua época, o que necessariamente merecia crítica, os diretores atuais do Sinditest demonstraram ao longo de dois anos que o que queriam era serem eles os "bonzinhos" com o reitor. Com outro reitor, que ajudaram a eleger, o neoliberal Zaki Akel.


Ajudaram a eleger e depois esperaram alguns presentinhos. No caso do ACT, o reitor ajudou, facilitou que a FUNPAR pagasse um reajuste bom para os servidores celetistas da FUNPAR-HC, apesar de que o facão da demissão prossiga ameaçando mais de mil servidores em 2010. No entanto, na hora de definir a Direção do HC, o reitor não deu a menor bola para os sindicalistas que os apoiaram tão caninamente: nomeou a Dra. Heda e fez-se surdo pra qualquer protesto.


Messias e a diretoria pelega foram fingir luto pelo fim dos 3,17%
depois do fato consumado: peleguismo puro e simples.
No entanto, a maior demonstração de sabujice e servilismo da Diretoria do Sinditest à Reitoria da UFPR deu-se agora, em outubro/novembro, quando do extermínio dos 3,17% nos contracheques da maioria dos servidores ativos. Ainda que isso possa ser resultado de decisão sacana de uma instância judiciária superior, o Sinditest não foi capaz de avisar antes a base, de chamar uma Assembléia de informe e de debate sobre a possibilidade de resistir a essa redução de salário. Demonstrou que não queria causar confusão nem protestar contra seu patraozinho. Demonstrou com clareza sua subserviência e peleguismo. É desse tipo de sindicato que os servidores precisam?

domingo, 8 de novembro de 2009

Oxigenar e renovar o Sinditest - uma exigência para o avanço do movimento

23 comentários:
Acima, o camaleão político Dr. Antonio Néris queima cartaz de Lula (Foto: Folha SP)

Neste mês de novembro, o Sinditest completa 17 anos de sua fundação. Depois das inúmeras jornadas de luta que levaram ao fim da ditadura militar em 1985, a nova Constituição Brasileira promulgada em 1988 permitiu o direito aos servidores públicos de constituírem sindicato, quando antes só existia a ASUFEPAR. Assim, uma assembléia geral dos servidores pôde reunir-se no Anfiteatro 100 do Edifício D. Pedro I e fundar o Sinditest em 05/11/1992.


Houve lutas e avanços no período desde a fundação. Mas um problema se constata nessa trajetória: existe pouquíssima renovação nos quadros dirigentes do sindicato. Pessoas se perpetuam na diretoria da entidade, e isso é um problema na medida em que tendem a se burocratizar, a manter métodos viciados e atrasados de direção e dificultam a afirmação de novas lideranças. Isso não é bom para o avanço do movimento, atrapalha a ampla participação e o exercício da democracia.


No Sinditest de hoje, há pessoas que, tendo sido fundadoras do sindicato, parecem nutrir um sentimento de serem donas particulares da entidade e, sempre que aparecem lideranças novas, caso não se submetam, seu crescimento é tolhido pelos veteranos. O caso mais notório é o do Dr. Antonio Neris, atual vice-presidente: está em sua 5a. gestão à frente do Sinditest. Num total de 8 gestões bianuais, ao longo desses 17 anos, o Dr. Neris foi presidente por 3 mandatos e 1. vice em 2 mandatos, totalizando 10 anos de diretoria. Tornou-se um burocrata sindical, agenciador de favores pessoais para filiados, adotando comportamento político oportunista: foi do PT até 2003, rompeu, foi candidato pelo PSDC de centro-direita, e este ano tentou sem sucesso voltar ao PT.


Dr. Antonio Néris é emblema da falta de renovação no Sinditest, assim como a Chapa 1 que busca reeleger-se no dia 19/11. A própria Chapa 1 também é símbolo da falta de renovação, pois todos os diretores atuais querem continuar, exceto dois (um desistiu e outra teve que ser trocada por exigëncia da Comissão Eleitoral). A somatória dos anos de cargos sindicais dos membros da Chapa 1 de situação passa dos 70 anos!


Por isso afirmamos sem hesitar: o avanço do movimento sindical dos técnicos da UFPR e UTFPR passa pela ampla renovação dos quadros dirigentes do Sinditest. E a chance de renovar está no dia 19/11, votando na Chapa 2 de Oposição - "Sindicato é pra Lutar!", majoritariamente composta de lideranças novas e com grande presença feminina.

Hoje se encerra a Plenária da FASUBRA. Sem delegados de base do Sinditest

4 comentários:

Começou ontem no Hotel Aracoara (foto), no Setor Hoteleiro Norte de Brasília, e acaba hoje, mais uma Plenária Nacional da FASUBRA. Além dos informes de base e os da Direção da FASUBRA, e do debate sobre conjuntura política brasileira, esta Plenária tem na pauta fazer uma avaliação de como se deu nos sindicatos de base o Dia Nacional de Luta (21 de outubro). Este Dia foi definido pela Plenária Nacional anterior da FASUBRA para marcar sua pauta de reivindicações. No caso da UFPR, não há o que relatar, pois o Sinditest optou por realizar nessa data nada menos que um coquetel para engordar sua diretoria pelega.


Pela segunda vez neste semestre, a base não é chamada em assembléia para eleger delegados(as). O Sinditest deve achar que basta estarem em Brasília suas duas diretoras (Márcia Messias e Carla Cobalchini) que também pertencem à Direção Nacional da FASUBRA e está tudo bem. Pra que consultar a base, não é mesmo? Reflexo de sua visão cupulista de movimento. Basta ver o quanto essas diretoras informam e encaminham aqui na base o que se discute na FASUBRA... Resta o consolo de que, na Direção Nacional da FASUBRA, todos reconhecem o "brilhantismo intelectual" de Márcia Messias.


Dessa Plenária, entretanto, serão tirados encaminhamentos para prosseguir a luta nos primeiros meses do ano que vem, a Campanha Salarial 2010. Afinal, a última parcela do reajuste trianual do Acordo da Greve 2007 será paga em 2010, e depois? Na verdade, a FASUBRA está já batalhando junto ao Governo para que essa terceira e última parcela seja antecipada para Janeiro/2010, em vez de esperar junho.


Caso a Plenária aponte o início da Campanha Salarial 2010 para logo, será preciso haver no Sinditest real vontade política de encaminhar a luta. Só que esse tipo de vontade anda bem escasso ultimamente no reino dos "Para Todos" que dirigem a entidade. A Diretoria sindical continua preferindo a corretagem imobiliária sem transparência, o assistencialismo e as festinhas boca-livre.

sábado, 7 de novembro de 2009

Relator da CCJ enterra o "Acordão" sobre Fator Previdenciário

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O deputado petebista de São Paulo, Arnarldo Faria de Sá, é o relator na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara do parecer sobre o PL 3.299/08, que extingue o Fator Previdenciário (FP, um redutor do valor das aposentadorias). Faria de Sá, na terça (3/11), deu parecer pela inconstitucionalidade do substitutivo do relator na Comissão de Finanças e Tributação, deputado Pepe Vargas (PT/RS). Esse substitutivo do petista Vargas trocava o FP pela fórmula 85/95.

Isso, em termos práticos, enterra a proposta de Pepe, a qual era resultado do "Acordão" feito pelo Governo Federal com algumas centrais sindicais (CGTB, CUT e Força Sindical).


No seu parecer, Faria de Sá manifesta-se pelo fim imediato do FP, nos termos em que foi aprovado pelo Senado e pela segunda comissão de mérito da matéria - a de Seguridade Social e Família. Em seu voto, Arnaldo Faria de Sá afirma que o substitutivo de Pepe Vargas, com a nova redação que pretende dar ao parágrafo 10 do artigo 29 da Lei 8.213/91, que dispõe sobre os Planos de Benefícios da Previdência Social e dá outras providências, "intenta estabelecer limite de idade para aplicação do fator previdenciário", o que, continua, "é inconstitucional e injurídico, visto que essa matéria só pode ser veiculada pela Constituição Federal".

Depois desse parecer, o trâmite do projeto fica obstruído, pois, sendo contrário ao fim do fator previdenciário e fiador do "Acordão", o Governo evitará que o assunto progrida na Câmara, mesmo com parecer aprovado na CCJ. Diante do impasse, dificilmente o projeto terá seu exame concluído neste ano. Em 2010, ano eleitoral, é improvável que, sem um acordo sustentável entre as partes - Centrais Sindicais, Confederação dos Aposentados (COBAP) e o Governo -, a matéria tenha seu curso concluído no Legislativo.
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Fonte: com informações do DIAP

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Chapa 2, de Oposição, vem aí

11 comentários:

Desde quarta-feira da semana passada os servidores que formam a base do Sinditest já tomaram contato com os materiais de propaganda de reeleição da atual Diretoria sindical, a Chapa 1 situacionista. Um deles é um jornalão de 8 páginas recheado de muita letrinha pra convencer o eleitorado de que a gestão 2008-2009 presidida por Wilson Messias foi, é e pretende continuar sendo uma "maravilha". Por sinal, o jornalão embarca na apologia do ultrapresidencialismo, dedicando uma matéria no alto da p. 3 para fazer culto à personalidade do excelso presidente.



Até agora, nenhum material de divulgação da Chapa 2, de oposição, apareceu nos diversos campi da UFPR e UTFPR, e muitos se perguntam o motivo, a começar obviamente dos que querem permanecer aferrados aos cargos de diretores sindicais.



"Sindicato é pra Lutar - Oposição", a Chapa 2, está devidamente homologada para concorrer à eleição do dia 19/11, mas ainda finaliza os materiais em que apresentará suas propostas aos servidores a partir da semana que vem. E não se incomoda com a suposta dianteira da Chapa 1, porque confia que o sentimento latente de rejeição à atual gestão pelega do Sinditest/Chapa 1 irá aflorar vigorosamente num crescendo até o dia da votação, expressando-se no voto consciente na Chapa 2 da oposição unificada. Esperar para ver. Enquanto isso, aqueles que tem suas maracutaias a ocultar e cargos a perder, fingem arrogante confiança na vitória mas roem as unhas pelos cantos.

Emenda sobre reajuste de aposentados tem votação adiada

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O deputado João Carlos Bacelar (PR/BA), relator da MP 466/09, pediu prazo de uma sessão para apresentar seu parecer às cinco emendas do Senado à MP, que muda as regras do subsídio concedido à geração de energia por termelétricas nos estados da Região Norte.

Como o pedido é regimental e a MP tranca os trabalhos do plenário, sua análise foi adiada e os deputados não puderam debater e votar hoje o PL 1/07, já que a emenda é sobre o projeto sobre a política de recuperação e atualização do salário mínimo. A emenda do Senado ao projeto, já aprovada pela comissão especial, concede a todos os aposentados e pensionistas que recebem benefícios da Previdência acima de um mínimo o mesmo índice de reajuste dado ao salário mínimo.

O Governo não quer votar a emenda sob o argumento que as despesas adicionais para a Previdência Social seriam da ordem de R$ 6 bilhões, valor que não seria sustentável pela Previdência.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Chapa "Mova-se" vence eleição de representantes dos técnicos para o COUN

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Por volta de 22h30 de ontem encerrou-se a apuração dos pouco mais de mil votos (número baixo) da eleição dos 8 representantes (4 titulares e 4 suplentes) dos servidores técnico-administrativos aos Conselhos Superiores. Com vantagem na casa dos 200 votos, venceu a Chapa "Mova-se", integrada na maioria por diretores atuais do Sinditest.

Nos próximos dias serão empossados pelo reitor Zaki Akel os seguintes eleitos:

No COPLAD:
Rômulo de Souza Leitão Neto (Ciências da Terra); Luisa Fanes (Diretora do Sinditest, HC); Carla C.B. Cobalchini (Diretora do Sinditest, PROGRAD); José Carlos de Assis (Diretor do Sinditest, HC); Paulo Guilherme Ugolini (PRPPG); Paulo Cesar Semicek (UFPR-Litoral).

No CEPE:
Bernardo Seixas Pilotto (Diretor do Sinditest, HC); Carlos Gonçalves Pinto (Diretor do Sinditest, Biblioteca de Humanas).

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Resultado da eleição dos técnicos ao COUN deve sair antes de meia-noite

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O cronograma todo atropelado que foi imposto aos grupos disputantes das 8 vagas de representação dos técnicos ao Conselho Universitário (COPLAD e CEPE) impediu que houvesse mais tempo para campanha e isso contribuiu para uma eleição em clima morno, de relativamente baixo comparecimento às urnas nesta quarta-feira. Até onde se sabe, não ocorreu nenhum problema em qualquer posto de votação, embora a boca-de-urna corresse solta sob o nariz dos mesários.


A coleta de votos ainda prossegue até as 20 horas no HC, mas já está encerrada no restante da UFPR. As urnas todas devem ser reunidas no hall de entrada da Reitoria e ali apurados os votos, prevendo-se que o resultado possa sair antes da meia-noite desta quarta-feira. Se não houver nenhm problema ou tumulto.


Este Blog acompanhará a apuração e procurará publicar o resultado final o mais cedo possível logo depois de divulgado pela Comissão Eleitoral.

Hoje é dia de votar "Pra Quem Faz a UFPR" na eleição dos Conselhos Superiores

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Composição da Chapa "Pra Quem Faz a UFPR"

Ao Conselho de Planejamento e Administração
Titulares no COPLAD
GUARACIRA FLORES DA SILVA – Auditoria Interna
ANA CRISTINA SILVA – Hospital de Clínicas
PAULO ZARAMELA – Setor de C. Biológicas
Suplentes
PAULO A. NITSCHE ("Dodô") – Biblioteca Central
RITA DE CASSIA SOUZA – Setor de C. Jurídicas
RITA KAVULAK – Setor de C. Tecnológicas

Ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão
Titular no CEPE
DOUGLAS HAMMERMÜLLER - UFPR Litoral
Suplente
GUSTAVO LACERDA - PROEC


Somos técnicas e técnicos de diversos setores da UFPR. Diante da eleição marcada para 4/11 dos representantes da categoria nos Conselhos Superiores, candidatamo-nos sob o compromisso de trabalhar pelo melhor para a UFPR e para os servidores, mantendo a independência política e a liberdade de consciência de cada um. Trabalhamos no cotidiano de construção desta Universidade Pública e Gratuita, somos parte do contingente que realmente faz a UFPR; por isso esta chapa se dirige e pede votos para quem também faz de verdade a UFPR.


Pelo COPLAD e CEPE passam debates e decisões que apontam rumos para a UFPR e influenciam diretamente a vida funcional de cada servidor, tais como problemas ligados ao novo Plano de Carreira. Logo, os técnicos - como segmento igualmente importante no tripé da comunidade formado com professores e alunos - têm que atuar com competência e seriedade nesses colegiados superiores.


Afirmamos nossa independência política perante a Reitoria e as Diretorias das entidades representativas da comunidade universitária, mas com todas essas instâncias queremos manter o respeito, o diálogo e a capacidade de negociação que possam produzir avanços para a universidade pública, seus trabalhadores e trabalhadoras.

domingo, 1 de novembro de 2009

Explicação para Todos os Santos!

Um comentário:

- Alô, seu Dirceu Antonio Borboleta?


- A-a-a-lô, coronel Odorico, mmmmeu me-me-messias salvadô de Sucupira... O que manda, ch-ch-chefe?


- Hoje é Dia de Todos os Santos, quero mandar uma mensagem acalorenta pro eleitorado. Além disso, essa oposição maledicente sempre insatisfeitosa não pára de cobrar explicação da maracu... da venda do cemitério, digo, da "nossa" chácara.


- Verdade, co-co-co-coronel !


- E aí, seu Borboleta, estive pensando que o senhor, como borboletista militante, versado em leis e rábula juramentado, podia me achar uma explicância pra esse nosso... esse nosso negocinho imobiliário.


- Mmmmas, cooooo-oronel Odorico, são 150 mil...


- E daí, seu Borboleta, a eleição tá chegando! Temos que ser reeleitos, pra fazer ainda mais o bem pro povo. E nós também somos povo, nós merecemos por tanto labutar trabalhisticamente pelos concidadãos e concidadonas...


- Tô pensando, cooo-oronel.


- Vamos logo, taime is mânei, o taime é curto... e o mânei nem tanto.


- Va-va-vamo então anunciar ao po-po-pooovo que o sinhô reservou esse dinheiro não declarado pra desenvolver um Fuuuuundo de Apoio à Criação do Banco de Sucupira para Alavancagem da Proteção Jurisdicente às Vítimas de Denúncias e Requerimentos. Entre as quais nos incluímos. Que t-t-t-t-t-t-tal?


- Ótima idéia, seu Borboleta! Só com o tamanho da sigla – FACBSAPJVDR - o povo se convence nahoramente que é negócio mormentemente de Primeiro Mundo! Vamos nessa, avante Sucupira!