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quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Boletins detonantes...

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Trecho do Boletim "Observatório de Notícias" da ACS-UFPR

Acaba de sair o número de novembro/2014 do Boletim “Observatório de Notícias”, sob responsabilidade da ACS da UFPR. É uma edição que trata exclusivamente de temas do Hospital de Clínicas, como o contrato recém-fechado com a EBSERH e o acordo para preservar os empregos dos trabalhadores da FUNPAR. 

A matéria de capa do Boletim é exatamente o acordo assinado entre Reitoria e Ministério Público do Trabalho para preservar os empregos dos funparianos por até 8 anos, à revelia do contrato assinado entre UFPR e EBSERH (que previa só 12 meses de manutenção), sobre o qual pode se ler neste link.

Contudo, o que chama também atenção é a cacetada sem dó na Diretoria do Sinditest. Esse tom crítico contra a Diretoria PSTUísta perpassa vários trechos do Boletim da Reitoria. No texto de rodapé da página 4 é que a porrada fica explícita, como se vê na figura acima decalcada do Boletim: “Sindicato prejudicou trabalhadores”, que trata da má condução do ACT-FUNPAR/2014 dada pela direção sindical ultraesquerdista.

Reitoria e Diretoria sindical estão em guerra há já um bom tempo, e muitos lances dessa contenda nem sempre beneficiam os TAE. 

Depois das cacetadas desse Boletim do reitor, com certeza irá a Diretoria do Sinditest queixar-se ao bispo de tamanho ataque num Boletim institucional. A ironia é que essa Diretoria pratica o mesmo tipo de ataque, com mentiras e injúrias, em seus órgãos de comunicação contra opositores da base da categoria, sem dó, e sem dar direito de resposta. 

Tal como se viu, com ataques despropositados e mentirosos contra o editor deste Blog (e outros opositores) no último “Boletim Especial” do Sinditest relativo ao “Congreço” farsante encenado no começo de novembro.

Quer dizer: Reitoria e Diretoria sindical do PSTU se merecem mesmo.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Sindicato pra lutar ou pra fracassar? O fiasco da gestão 2014-2015

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Quando a chapa "Sindicato é pra lutar" foi eleita no final de 2013, havia certas esperanças na categoria sobre possíveis conquistas.  Na gestão anterior, presidida por Carla Cobalchini, houve uma longa greve em 2012, que obtivera um acordo razoável de reajustes trianuais, ou seja, não foi uma greve derrotada, alcançou conquistas parciais, tanto em plano nacional como local.  E uma geração de novas lideranças também havia surgido, o que é, genericamente falando, bom para o sindicato.

A realidade da prática política e de métodos da gestão atual, mandato 2014-2015, aponta na direção oposta das esperanças.  Nenhuma conquista objetiva, palpável, mas uma coleção de derrotas e recuos, um verdadeiro fiasco de gestão em todos os sentidos.

A campanha salarial e a greve nacional no começo deste ano foram uma rotunda derrota para os TAE.  Reconhece-se que o governo foi duro na negociação da pauta estritamente financeira mas chegou a fazer ofertas em março com benefícios em outras áreas também reivindicadas pela FASUBRA.  O sectarismo das lideranças ultraesquerdistas jogou no lixo a proposta do Governo Federal, que então retirou-a da mesa de negociação.  Amargamente o que a FASUBRA e os sindicatos de base agora pedem é que o Governo recoloque em negociação a proposta que o PSTU e outras correntes de ultraesquerda desprezaram no começo da greve de 2014. Patético, não é?  Pois isso é fruto da orientação errada tal como prevalece hoje na diretoria do Sinditest. FIASCO!

No plano de conquista de ações judiciais, tem alguma digna de nota? Nada.  Trocaram na surdina o escritório Trindade & Arzeno (contratado via licitação no começo de 2012) pelo escritório comandado pelo presidente estadual do PSTU, dr. Avanilson. Cuja auxiliar direta é uma advogada com registro na OAB-SP, que tem limitações para o exercício pleno da advocacia no estado do Paraná!  Recorrem aos serviços de um advogado novato, recém-formado e muito mal remunerado, segundo fontes asseguraram ao Blog. FIASCO!


Transparência na prestação de contas?  Zero vezes zero! Depois de muito protelar a apresentação do Relatório Final da Auditoria concluída em outubro/2013, a Diretoria PSTUísta do Sinditest foi forçada a fazer uma assembleia em março deste ano. Prometeram implementar de imediato recomendações daquela Auditoria, a qual, destaque-se, achou irregularidades nas transações imobiliárias da gestão Messias (da qual participou a atual presidente Carla), mas foi só conversa pra boi dormir.  NADA foi encaminhado, e o Relatório só foi apresentado em linhas gerais. Entretanto, seu texto vazou.  A Diretoria descumpriu o Estatuto quanto ao prazo de prestação ordinária de contas de 2013 (31/março/2014) e também não realizou assembleia geral para o demonstrativo das receitas e despesas do Fundo de Greve de 2014.  Transparência ZERO. FIASCO!

Mudanças democráticas no Estatuto do Sinditest?  Bagunça, confusão, farsa. Chamaram, através de ao menos três editais diferentes e com pautas diversas, um certo "Congresso" para reformar o Estatuto, ignorando apelos e contribuições das correntes de oposição para que se fizesse um processo democrático e de amplo debate com a base.  Chamaram assembleias em bases territoriais onde não há base legal para fazer no interior do estado. Não publicam nenhum regimento interno do Congresso, não se sabia se havia delegados ou era um vale-tudo.  Aproveitaram a semana da farsa congressual para chamar uma assembleia onde forçaram a filiação do Sinditest a uma "Central" sindical, a Conlutas, que representa menos de 2,5% dos sindicatos do Brasil, mas que irá cobrar religiosamente 5% da arrecadação bruta do Sinditest.  Até agora não foi publicada nenhuma notícia no site do Sinditest informando que mudanças concretas foram operadas no Estatuto sindical nem a maneira e quando isso se deu! FIASCO!

E a luta da EBSERH?  OK, ela foi travada, todos tentamos barrar a proposta pró-privatização vinda do Governo Federal, mas o comando ultra-sectário da Diretoria do Sinditest explodiu todas as pontes possíveis para tentar conversar e persuadir conselheiros vacilantes e indecisos do COUN.  Preferiram todo o tempo só o confronto, botando EBSERHistas convictos no mesmo balaio que os vacilantes. Resultado: derrota! E a EBSERH já está assumindo o HC ainda este ano, abrindo concursos em 2015 para novos servidores celetistas e não estatutários. FIASCO!

Sobre a luta do ACT da FUNPAR? Nem vamos descrever, tantas as burradas cometidas pela Diretoria e sua assessoria jurídica desde abril, levando até a um racha da base FUNPARiana e à suspensão do reajuste desses trabalhadores.  FIASCO!

Não é tudo. Tem muito mais pepinos acontecendo nessa gestão ultraesquerdista PSTUista do Sinditest. É uma diretoria que se diz "defensora dos trabalhadores", que exercita a "democracia operária".  Pois bem, o que sabemos é que de vez em quando o cacete "operário" parece que come lá pras bandas da rua Agostinho Leão, tanto que a Diretoria presidida por Carla está às voltas com sete ou mais processos trabalhistas de ex-funcionários do Sinditest, três deles por assédio moral!!  Quer dizer: mais contas para todos os filiados pagarem, pois dos bolsinhos dos diretores é que não sairá nada para responder por suas patuscadas.


Nós, da oposição aos desmandos políticos, administrativos e financeiros da Diretoria "Sindicato é pra lutar (fracassar)", quando revelamos e denunciamos isso somos tachados de "traidores", "agentes do governo", de "pelegos" e outros adjetivos de mais baixo nível.  Somos vítimas de mentiras e de injúrias publicadas no site e no jornal do sindicato que são pagos por todos nós, e não temos direito de resposta! 

Na oposição há pessoas que já estiveram à frente de muitas lutas, e de muitas conquistas do Sinditest, nesses 22 anos de existência da entidade.  Mas tudo isso é menosprezado pelos novos "reis da cocada preta" do Sinditest, os "donos da verdade" que agem como tiranos que se creem eternos no comando da entidade sindical.  Não são eternos. Não há mal que sempre dure.  A base os lembrará de que ninguém é melhor do que ninguém e chega uma hora em que precisa baixar a bola. E meter o rabo entre as pernas depois de tantos FIASCOS!

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Direita brasileira tenta seu golpe de Estado

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Uma tentativa concreta de golpe de Estado, finalmente! O primeiro contra o segundo mandato de Dilma.  A política brasileira já estava ficando enfadonha!

Por Miguel do Rosário, no Blog O Cafezinho

As pessoas devem entender que golpes de Estado são sempre assim: vem de dentro.

Explora-se as contradições de um governo, fomenta-se a insatisfação entre grupos que possuem autonomia funcional (como exército, judiciário, MP e PF), sem ligação com o povo, sem voto, mas detêm poder de fogo, dá-se-lhes uma cobertura midiática favorável, um verniz de legalidade, e pronto!

Temos uma embalagem perfeita para derrubar um governo legitimamente eleito.

Por uma linda coincidência, tudo acontece no dia seguinte em que se descobre que os policiais federais que cuidavam da operação Lava-Jato faziam estardalhaço, em suas redes sociais, com informações sigilosas, espalhando ofensas contra o governo e dando loas a Aécio Neves, o candidato da oposição.

Claro, tiveram que adiantar o ataque! Ou então, o que também é plausível, fazia parte do plano levar adiante essas ações na véspera do dia 15 de novembro, quando a direita quer botar mais golpistas na rua.

O mesmo setor da PF, sob orientação dos mesmos promotores do Ministério Público e da mesma Justiça, desencadeiam uma operação espetáculo, com uma cobertura intensa da mídia, para prender figuras graúdas de empreiteiras que fizeram negócios com a Petrobrás, além de um ex-diretor da estatal, Renato Duque.

Não se fala mais de nenhum outro partido, deixando claro que a operação de hoje, midiática, sensacionalista, pode ser o primeiro grande ataque ao governo desencadeado a partir da “República do Galeão” do Paraná.

O núcleo de procuradores, agentes da PF, o juiz Sério Moro, o senador Alvaro Dias, além, é claro, do cartel midiático, não parece interessado numa investigação isenta e eficiente sobre os desvios na Petrobrás.

O objetivo é derrubar o governo...

Nada de preces para Showtrick - cap. 1

Um comentário:

- Nelly, temos que vender de qualquer jeito esse imóvel em Alafaya.

- Andei tendo umas idéias, Salvatore... acho que podemos vender e ainda nos darmos bem.

William Salvatore, coordenador-chefe da União de Servidores da Corners University (USCU) em Orlando, Flórida, espichou o pescoço para ouvir melhor seu colega vice-coordenador. Afinal, Nelly Showtrick era escolado em transações imobiliárias, já tinha vendido lotes de solo esturricado no deserto de Nevada para otários caipiras de Minnesota.

Alafaya era uma cidadezinha a meia hora de carro a leste de Orlando, onde a União de Servidores possuía um terreno sem uso. Aliás, comprado por Nelly havia uns quatro anos em mais uma de suas especiais negociações com o caixa semifalido da USCU. Desde então os filiados da União cobravam que era preciso dar uma utilidade para o tal imóvel ou vende-lo por bom preço. A cidade de Alafaya tinha recebido algumas benfeitorias do governo Bush Jr. e aquele terreno devia estar valendo bem mais do que na época da negociata conduzida por Nelly.

- Conheço um sujeito sangue-bom em Alafaya, prosseguiu Nelly, que pode nos ajudar servindo de comprador desse terreno, cara. Ele é patrulheiro rodoviário, ganha pouco, mas podemos dar um jeito de providenciar uma grana a mais pra ele ser um tipo de “laranja” no negócio.

- Como? Salvatore ficou ainda mais curioso sobre a estratégia.

- No Box Bank de Alafaya tem outro conhecido meu, funcionário de alto escalão, que responde pela análise de financiamentos. Acho que ele pode também nos dar uma ajudinha, piscou Nelly esticando a boca num sorriso maroto.

- Hum, e uma ajudinha ao nosso alaranjado patrulheiro... Acho que começo a entender. Como é o nome dele?

- Niels Rifkin, ele e sua esposa, um casal adorável. Niels, o nome é assim por uma homenagem do pai dele ao físico Niels Bohr, aquele da teoria do modelo do átomo.

- Ahn, não sou muito versado em Física, desconversou Salvatore. E os demais detalhes do plano?

Nelly empertigou-se na poltrona e começou a expor sua ideia.

- Combinamos com Niels e esposa para se apresentarem como compradores do terreno da USCU. Falamos com o funcionário do Box Bank de Alafaya para ele liberar um financiamento de 200 mil dólares para o casal mesmo sem comprovação de renda do Niels. Mas pra sair o financiamento será preciso uma avaliação do valor de mercado, que temos já para dois componentes do terreno total, só esses dois estão valendo os duzentos mil do financiamento. E Niels ainda nos antecipará 50 mil dólares em cash de sinal num “deal” de compra e venda... 

- Mas esses 250 mil só quitam dois componentes do imóvel... e os outros dez lotes?

- Os outros dez não tem o mesmo valor, compramos por 16 mil dólares anos atrás, mas agora estão valendo bem mais, com certeza.

- Ah! - Salvatore estalou os dedos - saquei o pulo do gato! Contabilizamos 250 mil como entrada de receita no caixa da USCU como o valor de venda total do terreno, mas os outros dez componentes do imóvel a gente pode deixar numa “reserva especial” nossa, escondidinha, pra combinar futuras vendas em parceria com o companheiro Niels...

- Precisamente, Salvatore! Dá aqui um “hi-five”! Pra que é que serve mesmo a nossa inteligência? Pra ajudar os homens de bem!

- Os homens de bem e de bens!

- Só que ainda tem alguns detalhes a resolver antes de botarmos a mão na massa pra valer...

[CONTINUA...]

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Deputados pedem julgamento contra lei que criou a EBSERH

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A deputada federal reeleita Jandira Feghali (RJ), líder do PCdoB na Câmara, junto dos deputados Chico Alencar (PSOL-RJ) e João Ananias (PCdoB-CE), se reuniu nesta terça-feira (3) com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, para tratar da Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra dispositivos da lei que criou a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH).

A Adin foi ajuizada no STF ano passado pela Procuradoria Geral da República, em atendimento às reivindicações de entidades de classe, como o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN). Para o procurador-geral Roberto Gurgel, a lei viola dispositivos constitucionais ao atribuir à ESBERH a prestação de um serviço público.

Jandira avalia que a iniciativa do governo não resolve a crise crônica vivida pelos hospitais, só contribui para violar a autonomia universitária e ferir a dignidade dos profissionais da área.

A demanda de vir ao STF surgiu fortemente de reuniões com grupos da saúde, principalmente hospitais universitários, como o Clementino Fraga Filho, durante as eleições. Ter um prazo para julgar a Adin é de extrema importância”, adianta a parlamentar.

De acordo com Toffoli, há um pedido de audiência pública para 2015: “Atualmente, o processo está no Ministério Público Federal. Mesmo assim, há possibilidade de votar a Adin após a audiência pública pedida, depois do recesso do STF. Com o prazo legal de cada trâmite, acredito que no primeiro semestre do próximo ano o Supremo já possa julgar este caso”, afirma.

A EBSERH foi criada em 2011 com objetivo de administrar os equipamentos de saúde nas universidades públicas. Entre outras atribuições, a estatal tenta regularizar a contratação de pessoal desses órgãos. Tal medida foi tomada em caráter emergencial e não é bem vista pelos trabalhadores que somam 65 mil, nos 45 hospitais universitários do país.

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Fonte: PCdoB 

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Quem vai embalar o monstrinho da extrema-direita?

Um comentário:
A extrema direita brasileira vem sofrendo uma série de humilhações públicas após as eleições.

Por Kiko Nogueira, no Diário do Centro do Mundo

Aécio Neves, o candidato que se acreditava a salvação contra o “bolivarianismo”, a “venezuelização” ou algo que o valha, perdeu. Na volta ao Senado, tratou o pessoal que o acolheu como uma amante grávida. “Eu respeito a democracia permanentemente e qualquer utilização dessas manifestações no sentido de qualquer tipo de retrocesso terá a nossa mais veemente oposição”, disse. “Aqueles que agem de forma autoritária e truculenta estão no outro campo político, não estão no nosso campo político”.

(Evitar as manifestações pelo impeachment obedece a uma lógica de sobrevivência política. Collor já foi impedido. Se Dilma for também, quem garante que o próximo da fila não será um tucano?)

Enquanto lhe foi útil, o PSDB alimentou esses fanáticos e não fez nenhuma crítica a discursos golpistas ou simplesmente malucos, desde que fosse contra o adversário. Agora, sinaliza fim de caso.

Uma separação doída. Coordenador da campanha de Aécio, Xico Graziano foi chamado de “petralha”, “comunista”, “safado”, “traíra” etc porque se declarou contra os protestos pelo impeachment. Alckmin disse não aceitar a defesa da “intervenção militar”. Enfim, não sobrou ninguém importante.

A última esperança que havia eram os Estados Unidos. Sim, o companheiro Obama. Qual o quê.

Os inconformados criaram uma petição no site da Casa Branca. Era um apelo para conter os planos “de estabelecer um regime comunista no Brasil – nos moldes bolivarianos propostos pelo Foro de São Paulo.” Reforçavam que “o Brasil não quer e não se tornará uma nova Venezuela”.

Mais de 120 mil pessoas assinaram. Essas petições servem para qualquer pleito. Qualquer. Recentemente, outros desocupados, mais bem humorados, requereram o desterro de Justin Bieber.

A reposta veio através de uma representante da embaixada americana em Brasília, Arlissa Reynolds, que afirmou que “petições apresentadas nessa página não representam as opiniões do governo dos EUA”.

Arlissa recordou o fato de que seu governo “publicou uma declaração parabenizando a presidente Dilma Rousseff por sua reeleição” e que “o Brasil é um importante parceiro para os Estados Unidos e estamos empenhados em continuar a trabalhar com a presidente Dilma Rousseff a fim de fortalecer as nossas relações bilaterais”. A palhaçada ficou ainda mais triste quando foi revelado que essas cartas são destinadas a “cidadãos norte-americanos”.

Com um repertório baseado em alarmismo, paranoia, golpismo barato, macartismo, anticomunismo de guerra fria, desinformação, má fé e abstinência de Rivotril, a extrema- direita ficou com um mico na mão.

Suas lideranças voltam a ser um ex-cantor parecido com Edir Macedo, um “filósofo” obcecado e um ex-comediante lotado no SBT, que levam para as ruas um deputado eleito cujo grande feito foi discursar com uma pistola na cintura, filho de um deputado que já quis fuzilar um presidente e pretende fuzilar outra.

A culpa do fracasso, pelo menos, eles já sabem de quem é. Malditos nordestinos. Maldito Obama. Malditos tucanos. Maldita democracia.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Palestina: história de genocídios e de esperanças

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Nesta quinta-feira, 6/11, a partir das 19h00, o embaixador da Palestina no Brasil, Ibrahim Alzeben, profere palestra em Curitiba sobre a terrível situação atual do Estado Palestino, hostilizado pela opressão fascista do Estado de Israel, invasor das terras palestinas. O local é o auditório da Uninter, na rua Saldanha Marinho, 131, centro de Curitiba.

Costeou o alambrado e...

2 comentários:
Certo diretor do sindicato dos trabalhadores técnico-administrativos da UFPR votou em Dilma para Presidente. 

Em assembleia geral desse sindicato realizada ontem, no HC, o mesmo diretor votou a favor da organização "sindical" nacional cuja razão de ser, ao lado da direita, é detonar o governo Dilma.

Como dizia o velho Brizola, quando o sujeito começa a costear o alambrado...

História? Que história?

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Datada de ontem, o site do Sinditest mostra uma matéria bem pachola.  Chama-se "Conheça a história do Sinditest e as ações políticas do último período" e apresenta um vídeo chatinho de 10 minutos. Se omitisse o trecho "Conheça a história do Sinditest", aí seria fiel ao conteúdo, que nada mais é que uma peça de propaganda da atual Diretoria PSTUísta, a última maravilha do showbiz ultraesquerdista.

Muitos jornalistas se metem a historiadores e alguns vão bem, mas em geral é melhor deixar a História para historiadores.  A Assessoria de Comunicação (ASCOM) do Sinditest inventou de falar em "história" do sindicato (fundado em 1992) mas só mostra mesmo fotos com musiquinha de fundo das gestões de 2012 para cá!  Ora, bolas.

Essa atitude lembra muito movimento estudantil, em que é comum que, quando uma gestão nova derrota uma antiga no Centro Acadêmico ou no DCE, se passe a borracha em tudo que ocorreu antes, como se a "história" só começasse a partir da nova gestão. É bem o que fez a gestão 2012-2014 e, mais ainda, a atual gestão de Carla Cobalchini.

Nem para fazer um mínimo levantamento documental essa ASCOM foi capaz e começou errando de cara: afirma que "Em 05 de novembro de 1992, onde é hoje o prédio do DCE, nascia o Sinditest...".

Não, caros jornalistas do Sinditest, o sindicato nasceu em uma assembleia geral realizada em 05/11/1992 no Anfiteatro 100 do Edifício D. Pedro I, não no prédio do DCE.  O Diretório Central dos Estudantes da época, solidariamente, cedeu um de seus andares para abrigar provisoriamente o sindicato que nascia, até que ele reunisse forças para ter sua sede própria.  

Uma história minimamente decente dos 22 anos de existência do Sinditest ainda está por ser escrita, mas isto requer antes de tudo a coleta paciente de documentos escritos, audiovisuais e outros desde 1992, além de depoimentos de antigos diretores sindicais, para a posterior produção de material que seja informativo e educativo para todos os trabalhadores da base, não para enaltecer esta ou aquela gestão passada ou presente.

Mais uma trapalhada do "Congreço" do PSTU na base do Sinditest

Um comentário:
Acima está o banner que consta no cabeçalho do site do Sinditest, na atual gestão 2014-2015. Notem que no alto, à direita, constam as IFES cujas bases seriam representadas pelo Sinditest, entre elas os campi dos Institutos Federais e da UNILA.

Para o estranhíssimo "Congreço" que a gestão PSTUísta encena, foram chamadas diversas "assembleias" no interior e na capital.  Nenhuma dessas reuniões foi realizada nos campi do IFPR e da UNILA.  Interessante, não?  Sabem por quê?  Porque o Sinditest simplesmente não tem o direito de representar os trabalhadores dessas IFES.  Isso é lógico: essas bases e respectivas cidades não são citadas no preâmbulo do Estatuto do Sinditest, que o "Congreço" quer mudar.  Então, não podem hospedar assembleias do "Congreço" do Sinditest.

Nesse mesmo preâmbulo do Estatuto, são mencionadas todas as cidades onde o Sinditest tem representação, seja da UFPR, seja do antigo CEFET, hoje UTFPR.  Porém - ah, porém -, a gestão PSTUísta chamou (e supõe-se ter realizado) "assembleias" em cidades que NÃO constam desse preâmbulo.  Querem exemplos? Abaixo um trecho do Boletim Especial da Diretoria de out/2014:

Resumindo: por não constarem do preâmbulo do Estatuto, o Sinditest não poderia efetuar assembleias nesses lugares, nenhuma decisão e nenhum "delegado" tem valor legal.  Esta é mais uma das trapalhadas do "Congreço" do PSTU na base do Sinditest.  Triste.