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sábado, 28 de fevereiro de 2015

Filiação à FASUBRA é apoiada por 94% dos servidores TAE dos Institutos Federais

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O SINDIEDUTEC, entidade que representa os TAE dos Institutos Federais (IF’s) do Paraná (e também os docentes, realizou na quinta-feira (26/02) um plebiscito em formato eletrônico para saber a opinião dos servidores sobre a filiação à FASUBRA.  Executado pela empresa Dohms Comunicação, o resultado mostrou 94% de votos a favor da filiação e apenas 6% contrários.

A pergunta feita nessa consulta foi "No âmbito nacional os Técnicos Administrativos do IFPR devem ser representados na FASUBRA pelo Sindiedutec?"  A realização e apresentação do resultado foi acompanhada por observadores externos ao IFPR das centrais sindicais CUT e CTB, que ouviram do representante da Dohms Comunicação explicações sobre o sistema de segurança que garante apenas um voto por TAE participante.

Feita a apuração, o Sindiedutec apresentará o resultado em Plenária Nacional da FASUBRA, nos dias 07 e 08 de março de 2015, no Rio de Janeiro, esperando a confirmação da filiação.

O processo de filiação à FASUBRA almejado pelo Sindiedutec se alonga já há alguns anos, desde a criação dessa entidade como associação em 2009, transformada em sindicato em dezembro/2010.  Uma assembleia geral do SIndiedutec em junho/2011 já indicava a disposição de filiação à Federação que historicamente negocia as pautas dos TAE junto ao Governo Federal.  Em fevereiro deste ano a Direção Nacional da FASUBRA orientou o Sindiedutec para realizar o plebiscito, tal como ocorreu na última quinta-feira.

Estranhamente, existe uma disputa da Diretoria PSTUcana do Sinditest para arrebatar do Sindiedutec a base TAE dos Institutos, tanto que, até hoje, o banner de cabeçalho do site do Sinditest cita o IFPR.  Um grupinho de TAE dentro do IFPR-Curitiba, afinado com as políticas estratosféricas do PSTU e da atual Diretoria do Sinditest,  tem esperneado contra esse processo do Sindiedutec em se ligar à FASUBRA e exigia que a filiação fosse feita ao SINASEFE, defendendo um boicote ao plebiscito realizado.  Por aí se vê o quanto o tal grupinho ultraesquerdista quer fortalecer a FASUBRA...  Pelo visto, perderam mais essa.
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Impulsionar a contraofensiva para defender a democracia

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O ato desta quarta-feira (25) na histórica Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no centro do Rio de Janeiro, em defesa da Petrobras, foi um auspicioso impulso para a contraofensiva que está começando por parte do campo popular e democrático. A fala do ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, pelo peso da sua autoridade política, adquire grande significado. Diz Lula que a imprensa repete o velho roteiro golpista, onde a “sentença vem antes do julgamento”. Lula convoca à resistência ativa e afirma que quer “paz e democracia e eles querem guerra”. Mas avisa: “eu sei lutar também”.

Momento grave como o atual, quando os inimigos da democracia ganham fôlego, exige claro discernimento de qual é a batalha prioritária: a defesa da democracia e do mandato da presidenta Dilma.

É necessário desmascarar o golpismo da mídia empresarial e de setores conservadores que, antes mesmo de a presidenta iniciar o segundo mandato para o qual foi eleita legitimamente, já falavam em impeachment, visando a paralisar a ação do governo.

É preciso também ter em conta a dimensão do confronto com o poderoso sistema oposicionista, que reúne mídia empresarial, corporações financeiras e partidos conservadores. Isso é fundamental para que não se perca de vista que o enfrentamento exige mobilização e unidade.

As bandeiras políticas de uma plataforma básica servem ao mesmo tempo para mobilizar e garantir a ação unitária.

São elas, além da já citada preservação da democracia e do mandato presidencial: defesa da Petrobras e da economia nacional, da reforma política democrática, da democratização da comunicação e da reforma tributária que taxe as grandes fortunas.

O presidente nacional do PCdoB, Renato Rabelo, por ocasião do ato comemorativo do aniversário de 35 anos de fundação do PT, no dia 06/2, já havia feito o chamamento: "Vamos resistir juntos e retomar a iniciativa!". Lula, na ABI, com outras palavras, expressou o mesmo conteúdo.

A ocasião demanda articulações políticas amplas, cuidado para não cair em provocações, mas sobretudo cobra que diante da ofensiva reacionária, a esquerda cumpra o seu papel. Não seremos acusados de não lutar.
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Fonte: Editorial do Portal Vermelho de 25/02

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Campanha salarial dos servidores federais começou, mas... qual o rumo mesmo?

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Pelo site da FASUBRA sabemos que aconteceu na virada de janeiro para fevereiro uma reunião ampliada de representantes de sindicatos de várias categorias de servidores federais (foto acima). Nela foi aprovada a deflagração de uma campanha salarial em 25/02 (num Ato diante da sede do Min. Planejamento) e uma longa pauta de reivindicações (descrita mais abaixo).  Para os servidores TAE representados pela FASUBRA, cujo acordo de greve de 2012 se encerra na última parcela de 5% de reajuste a ser paga no contracheque de março, cabe a pergunta: o que realmente é o carro-chefe nessa lista reivindicada? Isso não está claro.  

Na opinião deste Blog e de muitos companheiros/as, a unificação de todos os SPFs em torno da bandeira da implementação do direito à negociação coletiva/data-base (Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho - OIT) deveria ser aquilo a nortear o movimento, ao invés da bandeira de reajuste linear de 27% que a equipe econômica do governo federal descartará liminarmente.  E não adianta tentar unificar os SPFs de maneira artificial.  Muitos exemplos de lutas passadas mostram que, no meio do caminho, diversas categorias desertam da luta e ficam os TAEs da FASUBRA pendurados no pincel.

Não obstante, está marcado - e ratificado por assembleia de ontem do Sinditest - um Dia Nacional de Luta, com paralisação para 3 de março, 3a.-feira próxima.  É um primeiro ensaio ou teste de mobilização. De 7 a 9 de abril também é apontada uma Jornada Nacional de Lutas, na qual se discutirá um indicativo de greve conjunta dos SPFs.  Advertimos desde já: se os diversos sindicatos de SPFs não se entenderem em torno de uma bandeira única pela qual fazer uma greve sob o governo Dilma-2, as chances de vitória se esvairão. E essa bandeira tem de ser a implantação, de uma vez por todas, do direito à negociação coletiva e à data-base em maio.

Abaixo, o rol de reivindicações elaborado na plenária dos SPFs:

1.Politica salarial permanente com correção das distorções e reposição das perdas inflacionárias

2. Índice linear de reajuste de 27,3%

3. Data-base em 1o. de maio

4. Direito de negociação coletiva (convenção 151 da OIT)

5. Paridade salarial entre ativos e aposentados

6. Retirada dos projetos do congresso nacional que atacam os direitos dos servidores

7. Aprovação imediata dos projetos de interesse dos servidores

8. Isonomia salarial e de todos os benefícios entre os poderes. 

9.Anulação reforma da previdência realizada através da compra de votos dos parlamentares 

10. Extinção do fator previdenciário

11. Incorporação de todas as gratificações produtivistas

12. Fim da terceirização que retira direito dos trabalhadores. 

13. Concurso público pelo RJU

14. Combate a toda forma de privatização 

15. Pela aprovação da PEC 555 que extingue a cobrança previdenciária dos aposentados

16. Pela aprovação do PL 4434 que recompõe as perdas salariais

17. Regulamentação da jornada de trabalho para o máximo de 30 horas para o serviço público, sem redução salarial.

18. PEC 170/2012 (aprovação de aposentadoria integral por invalidez)

19. Liberação de dirigentes sindicais com ônus para o estado, sem prejuízo as promoções e progressões na carreira

20. Pela revogação do FUNPRESP e da EBSERH.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

FASUBRA chama Dia Nacional de Luta e Sinditest convoca assembleia

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Por indicação da última Plenária Nacional dos sindicatos de base da FASUBRA, convocam-se os servidores das IFES para um Dia Nacional de Luta em 3 de março, parte da campanha salarial deste ano.  Lembramos que o acordo salarial da última greve (2012) prevê pagamento do último reajuste (5%) agora em março, e, passado isto, não há mais nenhuma previsão de como ficarão futuros reajustes.  

O Governo Dilma em seu segundo mandato começou anunciando apertos nos seus gastos, com evidente intenção de conter o incremento da folha salarial. Logo, o cenário desenhado para este ano é ainda mais difícil.  A crise capitalista crônica mundial finalmente se abateu com mais força sobre o Brasil e o governo federal sinaliza que pretende aderir, com mais ou menos intensidade, à chamada "política de austeridade", tendo nomeado um ministro de clara inclinação neoliberal para o Ministério da Fazenda, Joaquim Levy.

Evidentemente o movimento dos trabalhadores tem que resistir a que o ônus da crise capitalista caia unicamente sobre seus ombros, como deseja a grande burguesia brasileira aliada ao imperialismo. E, no caso dos trabalhadores do setor público, a situação é ainda mais complicada, pois os ditos "ajustes" costumam passar pela contenção da folha salarial do funcionalismo.

Para preparar o Dia Nacional de Luta de 3 de março definido pela FASUBRA, o Sinditest convoca assembleia geral nesta quinta-feira, dia 26 de fevereiro, a partir das 14 horas, no anfiteatro 100 do Edifício D. Pedro I.   

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Desfazendo mentira e manipulação no Sinditest

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Uma breve cronologia para entender o caso:

* Final de 2007: chapa de oposição liderada pelo pelego Wilson Messias vence a eleição do Sinditest para o período 2008-2009; a chapa é um mix de pelegos com alguns militantes de ultraesquerda.

* Janeiro/2008: Messias toma posse e em seu primeiro boletim sindical acusa a Diretoria anterior (2006-2007, de José Carlos Belotto) de malfeitos na administração e não ter feito a contabilidade de 2007; exigem do contador que abra até um livro-caixa novo, a partir do "zero".

* Desde os primeiros meses de 2008, ex-diretores do Sinditest, principalmente sua tesoureira Guaracira Flores, cobram do contador Ewerton que apresente documentos contábeis a ele entregues em 2007 e o livro-caixa desse ano, mas estranhamente nada é atendido.

* Ao longo dos mandatos que teve (2008/2009 e 2010/2011), Messias prossegue caluniando os ex-diretores alegando a ausência da dita contabilidade, chegando ao ponto da agressão moral à servidora em uma assembleia geral.  A diretora de imprensa da época, Carla Cobalchini, hoje presidente, auxilia Messias em sua empreitada difamatória (além de ajudar a reelegê-lo no final de 2009).

* Novembro/2014: Ewerton, contador do Sinditest que se demitiu em setembro/2014, se dispõe a dar um depoimento em vídeo à atual Oposição do Sinditest, esclarecendo alguns pontos obscuros, incluindo o relativo ao suposto "sumiço" da contabilidade de 2007. É do que se trata o vídeo, uma vez que finalmente reapareceu o balanço de 2007...

Imagine, caro leitor, que você não é nenhum "macaco velho" do sindicalismo: aguentaria calado e calmo ser enxovalhado em sua honra, sem merecer, por pessoas que tem alguns esqueletos no armário?

Marcha de 30 mil em defesa da Educação Pública contra tucano Beto Richa

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Mais de 30 mil pessoas irão às ruas de Curitiba nesta quarta (25). O Ato contará com duas caminhadas pelas ruas do centro da capital.

A greve dos(as) educadores(as) chega hoje ao décimo sexto dia. Ontem (23), o comando geral de greve reuniu-se na sede estadual da APP-Sindicato. Na pauta a organização do ato deliberado no Conselho Estadual da entidade.

Será uma grande marcha em defesa da educação pública, que deve reunir mais de 30 mil pessoas. Toda a sociedade está sendo convocada para este momento.

Haverá dois pontos de concentração, com roteiros iniciais distintos. As duas caminhadas se unem na Praça Tiradentes:

1. Praça Rui Barbosa – educadores(as) de Curitiba e Região Metropolitana– concentração a partir de 8h30, seguindo até a Secretaria da Fazenda, Praça Tiradentes e finalizando no Centro Cívico.

2. Praça Santos Andrade – caravanas do interior e litoral – concentração a partir de 8h30, trajeto segue pela Av. Marechal Deodoro, Av. Marechal Floriano, Praça Tiradentes e finalizando no Centro Cívico.

Nova reunião de negociação: ontem(23) no final da tarde, a APP-Sindicato foi convidada para uma nova rodada de negociações com o governo. A reunião será realizada nesta quarta-feira(25), às 10h, no Palácio Iguaçu. Participam da reunião, além de representantes do governo, integrantes da direção estadual do sindicato e do comando estadual de greve.
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Fonte: APP-Sindicato

Da "revolução" ao "impeachment"

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Como no passado, tenta justificar-se o golpismo criminoso como um combate à corrupção e ao “bolivarianismo”, definido beociamente como um “novo comunismo”.  Como no passado, busca-se encobrir o golpe com eufemismos. Antes era “revolução”. Agora é “impeachment”.

Por Marcelo Zero, no site PML

Antigamente, os que diziam defender a “democracia”, quando queriam se desfazer de governos populares e “defender o país contra o comunismo e a corrupção”, apelavam para as folclóricas quarteladas.

Com o apoio entusiástico da mídia oligopolizada e conservadora, que compunha verdadeiras odes aos golpes em editoriais delirantes, os estamentos militares, armas em punho, se encarregavam de fazer o trabalho sujo de apear do poder líderes populares eleitos em pleitos limpos.

Em alguns países, essa cândida “defesa da democracia” e da “moral anticorrupção” era e é (!) chamada de “revolução”, inacreditável eufemismo que camufla a regressão mais profunda no seu exato oposto.

Entretanto, as quarteladas caíram em desuso na América Latina, região que deu a maior contribuição à existência desse trágico fenômeno político. A última e fracassada deu-se em 2002, na Venezuela então governada por Chávez. Quartelada que, diga-se de passagem, causou “democrático” frisson em muitos órgãos de imprensa tupiniquins. É o tal negócio: o uso do cachimbo deixa a boca torta. A mente também.

Agora, o golpismo adquiriu formas mais sofisticadas e “modernas”. Não há como negar a criatividade e o empenho do nosso entorno regional, quando se trata de apear do poder lideranças populares de esquerda. No Paraguai, por exemplo, inventaram o “impeachment a jato”, baseado em acusações falsas, convenientemente fabricadas pelo aparelho repressor, e levado a cabo por Congresso e Judiciário de baixo compromisso com a democracia. Na Venezuela, criaram o “la salida”, processo político violento embasado no não reconhecimento dos resultados das urnas e em aposta criminosa na ingovernabilidade, que já se reflete em dezenas de mortos e na sabotagem constante à economia venezuelana.

No Brasil, a oposição e sua mídia oligopolizada parecem empenhados na construção de uma síntese dialética entre o impeachment paraguaio e a “salida” venezuelana.

O último pleito não havia sequer acabado e FHC, ex-príncipe dos sociólogos e atual eminência parda do golpismo tupiniquim, condenou os votos de nordestinos e pobres à candidata Dilma Rousseff. Com isso, tentou claramente deslegitimar o voto popular, fundamento último de qualquer democracia. Finda a eleição, o PSDB questionou a lisura do pleito, com a base sólida de comentários do Facebook. Assim, questionou um sistema de votação seguro e moderno, elogiado no mundo inteiro e motivo de orgulho para o Brasil. Frise-se que o questionamento restringiu-se apenas à eleição presidencial, não aos votos que generosamente elegeram Alckmin, Pirillo, Richa e toda a bancada do PSDB. Afinal, para o PSDB e para FHC o voto no governo e no PT não tem legitimidade e valor. Portanto, quando colhe votos para o governo e o PT, o sistema de votação é inseguro e inconfiável, mas quando colhe votos para o PSDB, a lisura do sistema é inquestionável.

Mais tarde, o PSDB tentou ainda impedir a diplomação de Dilma Rousseff, minutos antes da cerimônia oficial, com base no questionamento dos gastos da campanha. Gastos que foram aprovados pelo TSE, com poucas ressalvas meramente técnicas, ao contrário da campanha de Alckmin, por exemplo, que foi rejeitada pelo tribunal eleitoral de São Paulo.

Há pouco tempo, o Instituto FHC teria encomendado, pela módica quantia de R$ 150 mil, parecer “jurídico” de conhecido jurista conservador que procura, de modo pateticamente frágil, deitar as bases legais para um possível impeachment da presidenta recém reeleita em eleições limpas e livres. Como bem assinala Dalmo Dallari, o “parecer” cita uma profusão de leis e dispositivos constitucionais, mas não elenca um único indício ou prova que possa embasar, de fato, um pedido de impeachment. Tudo se assenta na marota e distorcida interpretação da teoria do domínio do fato: se houve algum desmando ou desvio, não importa onde e quando, o dirigente tinha de saber e, consequentemente, tinha a responsabilidade de agir.

Bom, se tal lógica é válida para a presidenta, então ela tem de valer para todos. Para Alckmin, que deixou faltar água em São Paulo. Para Beto Richa, que quebrou o estado do Paraná. Para FHC, que não tinha como não saber da compra de votos na emenda da reeleição e das maracutaias, “no limite da responsabilidade”, nas privatizações. Para os dirigentes do PSDB, que, com certeza, sabiam da quadrilha que se instalou na Petrobras nos anos do tucanato e que foi de lá retirada por Dilma. E por aí, vai. A lista é infindável.

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Fonte: texto e ilustração do site PML


domingo, 22 de fevereiro de 2015

Incompetências do Sinditest sob gestão pelega/PSTU - um dos aspectos

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Um Sindicato de trabalhadores deveria contratar devidamente seus funcionários, respeitando leis trabalhistas, certo?  Não no caso da gestão que juntou pelegos e ultraesquerdistas no passado recente (2008-2011).  

O vídeo acima mostra declaração do ex-contador do Sinditest, Ewerton, falando de apenas duas ações trabalhistas de pessoas subcontratadas pelo Sinditest (existem mais ações trabalhistas), cujos custos penalizam os bolsos de todos os filiados da entidade. Os responsáveis?  Os diretores das gestões entre 2008 e 2011, entre os quais a atual presidente do Sinditest, Carla Cobalchini, que já era diretora de destaque naquela época e nunca falou a respeito disso para a base.

Contrataram precariamente duas pessoas.  E agora o sindicato - isto é, todos os filiados - tem que arcar com os custos. Você acha que os diretores da época 2008-2011 se responsabilizam por isso? Nem um pouco, nem por um centavo.  Só que alguns diretores daquela época continuam sendo diretores até hoje e posam de santinhos sem responsabilidade por nada! Nossa, banharam-se nas águas do Jordão e ficaram purificados porque fazem discursos ultra-revolucionários!  Coisa típica dos santinhos-do-pau-oco.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Em 6 de março ato nacional em defesa dos hospitais universitários públicos e contra a EBSERH

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A Plenária Nacional dos sindicatos de base filiados à FASUBRA aprovou a realização de um Ato Nacional contra a EBSERH, a ocorrer no Rio de Janeiro, em 6 de março (6a.feira). 

A Fasubra e a Frente Nacional contra a Privatização da Saúde são contrárias à implantação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) nos Hospitais Universitários e em qualquer outro Hospital-escola do país, porque considera a sua implantação uma afronta:

1) ao caráter público dos HUs e à sua característica nata de instituição de ensino vinculada à Universidade;

2) um desrespeito à autonomia universitária garantida no artigo 207 da Constituição de 1988;

3) um risco à independência das pesquisas realizadas no âmbito dos HUs;

4) uma forma de flexibilizar os vínculos de trabalho e acabar com concurso público;

5) além de prejudicar a população usuária dos serviços assistenciais prestados pelos Hospitais-escola e de colocar em risco de dilapidação os bens públicos da União ao transferi-los a uma Empresa.

Impedir a implantação da EBSERH (Lei nº 12.550/2011) e/ou lutar pela reversão/anulação nos hospitais-escola federais significa evitar a privatização do maior sistema hospitalar público brasileiro, composto por 45 unidades hospitalares. A implantação desta Empresa representa uma séria ameaça para o Sistema Único de Saúde.

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Fonte: FASUBRA

Incêndio no prédio do DCE da UFPR

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Por volta de 13h30 de hoje, o Corpo de Bombeiros foi chamado a debelar foco de incêndio no prédio histórico do DCE da UFPR, situado na esquina das ruas Amintas de Barros e General Carneiro.  Bastante fumaça, mas não se tratava de fogo de grandes dimensões, que foi rapidamente debelado com água do próprio prédio.


Pelas fotos feitas por este Blog, nota-se que o fogo restringiu-se a um canto das dependências do 2. andar do prédio, onde costumam ser realizadas festas estudantis.  Há resíduos queimados do que parecia ser uma pilha de lixo e/ou papeis amontoados nesse canto, cuja combustão enegreceu as paredes contíguas e por pouco não rompeu um cabo de energia elétrica no teto.


O prédio do DCE foi construído no começo dos anos 1960 e originalmente incluía também dependências que hoje são ocupadas pela Biblioteca Central da UFPR (BC).  Depois do golpe militar de 1964 a construção toda foi arrebatada dos estudantes pela ditadura, passando a ser usadas unicamente para sediar órgãos administrativos da UFPR.  Finda a ditadura, o reitor Riad Salamuni em 1986 devolveu o prédio de 5 andares aos estudantes, embora o antigo salão de festas, ao lado, até hoje abrigue a BC.  Atualmente, o 1. andar estava sendo ocupado por serviços administrativos do RU da UFPR e os demais andares acima eram cuidados pelo DCE.


Já faz algum tempo que o reitor Zaki Akel pressiona o DCE para interditar o edifício justificando a necessidade de diversas reformas.  Com o episódio do incêndio, o pró-reitor de administração, presente no local, afirmou que interditará o prédio.

Pelo aspecto da área queimada, é muito provável que o começo do fogo não tenha sido acidental.