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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Finanças do Sinditest - assunto tabu para a Diretoria do PSTU

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A base não recebe informações das contas do Sinditest. Simples assim. Os prometidos balancetes trimestrais do panfleto de campanha eleitoral de 2013 ficaram no papel. Pensem bem: por quê? Não parece ser uma coisa relativamente simples apresentar o movimento de receitas e despesas de uma entidade numa planilha?

Foi prometido em campanha pela chapa da servidora Carla Cobalchini, a gestão "Sindicato é pra lutar", Mas não cumprido. Por quê? Eles não informam. Eles tergiversam. Se alguém cobra, é logo xingado como "caluniador da diretoria".  Nossa, que hipersensibilidade!

Então, a base da categoria que sustenta essa gestão de TRANSPARÊNCIA ZERO tem o direito de cobrar: como querem fazer um congresso de reforma estatutária para aumentar mensalidade sem sequer prestarem contas de como usaram o dinheiro da categoria até agora. Para financiar atividades sindicais da Central-mosaico do PSTU, a CSP-Conlutas? Para financiar a produção, aliás muito vagabunda, de um vídeo em que diretores do Sinditest defendem uma central sindical que nem central sindical oficial é?

Enquanto a diretoria PSTUista do Sinditest faz seus castelos de areia, a vida corre. E prestar contas das finanças e dos DEZ terrenos da chácara supostamente vendida de Piraquara, nenhum esclarecimento.

Vamos ser claros: ESSA DIRETORIA TEM O RABO PRESO!

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Ria sem parar: "Aécio ganhou!"

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Viralizou a informação de que, por volta das 19:30 de domingo, o apartamento de Andreia Neves em Belo Horizonte estava em festa. Segundo o que emergiu, naquela hora Aécio recebeu um telefonema em que alguém lhe dizia que já estava com mais da metade dos votos válidos e já poderia ser considerado Presidente da República.

Sua filha Gabriela, sempre de acordo com o relato, fora às pressas para BH assim que soube que o pai abrira uma larga vantagem por volta das 17:40.

FHC ao tomar conhecimento da notícia já estava com tudo pronto para ir para Belo Horizonte.

No apartamento de Andreia o clima era de êxtase: abraços de parabéns pela sala e selfies com o novo presidente.

A festa foi subitamente interrompida as 19:32. Dilma tinha virado.

Clima no apê depois do choque de realidade

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segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Largo da Ordem recebe festa popular improvisada comemorando vitória de Dilma

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Cerca de 700 militantes e apoiadores de Dilma Rousseff dançaram e cantaram no Largo da Ordem, centro de Curitiba, ontem a partir das 21 horas, depois da confirmação do resultado das urnas.  Festa popular improvisada, mas com muita alegria e sem nenhum incidente.  A verdade venceu a mídia monopolista, a esperança venceu o ódio protofascista.

Dilma reeleita: alívio e alegria na vitória do povo brasileiro

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Ufa! A vitória da presidenta Dilma Rousseff, ao ser reeleita neste domingo (26) para mais um mandato na Presidência da República, desperta em primeiro lugar uma confortante sensação de alívio. A nação e o povo estão salvos da restauração conservadora e neoliberal e da regressão civilizacional que representaria o retorno do poder às mãos de uma coligação reacionária liderada pelo PSDB e seu candidato derrotado, Aécio Neves. 

Ninguém duvida, porque afinal a radicalização do debate entre posições que se polarizaram in extremis na fase final da campanha eleitoral obrigou o candidato derrotado e seus apoiadores a abrirem o jogo, no sentido de que, se Aécio vencesse a disputa, o governo central da República cairia nas mãos de uma camarilha golpista, revanchista, sôfrega e voluptuosa, pronta para liquidar as conquistas que ao longo dos últimos 12 anos fortaleceram a democracia e abriram o caminho para o progresso social. 

Esta ameaça de regressão é plena de significados, num país que, tendo sido ao longo de toda a sua história, à exceção de uns poucos hiatos, governado por classes dominantes retrógradas e subordinado ao imperialismo estadunidense, parecia eternamente fadado ao atraso, ao subdesenvolvimento, à dependência externa e à injustiça social mais perversa. 

Em momentos como este, vale lembrar as expressões dos sábios líderes políticos da esquerda – João Amazonas, do PCdoB, e Miguel Arraes, do PSB, que há 25 anos, ao lado do então candidato presidencial Luiz Inácio Lula da Silva, criaram a Frente Brasil Popular. Durante o governo do PSDB [1995-2002], o velho comunista chamava a atenção para a dramática encruzilhada histórica e para o perigo de uma tragédia nacional caso não se interrompesse o ciclo de entreguismo, opressão social e corrupção percorrido por aquela administração. Por seu turno, o velho socialista pernambucano advertia para o perigo de liquidação da independência nacional e até mesmo da integridade territorial se o governo persistisse naquele caminho. 

A intentona golpista por meio do monopólio dos meios de comunicação na 25ª hora da campanha eleitoral e as manifestações hostis a tudo o que é progressista, reformador e revolucionário promovidas pelos partidários do candidato derrotado são reveladoras das perigosas tendências e do rumo aventureiro em que embarcou a nova direita brasileira, nucleada pelo PSDB.

A vitória da presidenta Dilma desperta sensação de alívio também porque a restauração conservadora e neoliberal implicaria o retorno do Brasil à condição de vassalo das potências imperialistas, com uma política externa de subordinação aos Estados Unidos e à União Europeia e alinhamento com as posições sionistas, o abandono do papel de construtor de uma nova ordem de integração solidária da América Latina, de cooperação internacional e de paz.

Para além da sensação de alívio, a reeleição da presidenta Dilma Rousseff desperta imensa alegria e indescritível entusiasmo popular. Uma grande festa nacional, de norte a sul, leste a oeste, expressão do sentimento da vitória compartilhada pelos trabalhadores, a juventude, as mulheres, todo o povo brasileiro, as forças democráticas, patrióticas e progressistas, os partidos da coligação Com a Força do Povo e toda a militância, que deu tudo de si para vencer uma das mais acirradas disputas eleitorais de toda a história republicana. 

Durante mais de cem dias, enfrentaram-se, de um lado, as forças comprometidas com a emancipação nacional e social, com a construção do Brasil democrático, soberano e progressista, uma grande nação desenvolvida e forte, apanágio da justiça social e, de outro lado, as forças da opressão, da dependência e do entreguismo. Nesse enfrentamento, não houve lugar para hesitação, meio termo nem neutralidade. Tratava-se de uma opção pela salvação nacional, do prosseguimento com êxito de um caminho aberto com a primeira vitória, a 27 de outubro de 2002, quando Lula foi eleito. 

Na conquista desta vitória pesou favoravelmente o valor do povo e da militância, a energia investida no embate político, a força persuasiva de milhares de homens e mulheres imbuídos da inabalável convicção de que é indispensável para o futuro de liberdade, independência e justiça do Brasil perseverar no caminho democrático-popular hoje sob a liderança da presidenta Dilma. 

Na verdadeira saga que foi a luta pela reeleição, também teve influência ponderável a aliança ampla em torno da defesa das conquistas alcançadas e da decisão de realizar mais mudanças.

A vitória deste histórico 26 de outubro de 2014 é indissociável da liderança da presidenta Dilma, personalidade reta e luminosa que conquistou o carinho do povo, da sua lucidez e firmeza, da força emanada por aquilo que foi simbolicamente chamado de coração valente, da sua capacidade de aglutinação, da confiança e esperança que soube infundir nos partidos da coligação, na militância e em dezenas de milhões de eleitores. Dilma sai do embate político-eleitoral fortalecida como uma liderança de grande envergadura, capacitada a realizar um bom governo, consoante as expectativas do povo brasileiro.

Dilma Rousseff tem diante de si grandes desafios a enfrentar. Num cenário internacional marcado pela crise, por ameaças à soberania das nações, aos direitos dos povos e à paz; e num quadro nacional em que as forças conservadoras e neoliberais sinalizam com torpes manobras golpistas e anunciam que tudo farão para impedir que a presidenta governe, as forças progressistas que acabam de liderar a quarta vitória eleitoral consecutiva do povo brasileiro estão chamadas agora a tomar em suas mãos a bandeira das reformas estruturais democráticas e da intensificação das mudanças. 

O caminho está aberto para, através da unidade de amplas forças democráticas, populares e patrióticas e da mobilização do povo, o Brasil avançar na sua caminhada histórica e abrir novas perspectivas para construir uma nação progressista.
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domingo, 26 de outubro de 2014

Nunca esqueça em quem votou!

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Como fica óbvio pela figura acima, votei por mais um mandato da Presidenta Dilma. A única candidatura que permite esperança de um novo ciclo de mudanças de sentido progressista. A candidatura neoliberal do playboy mineiro significa claro retrocesso às medidas impopulares e recessivas da tenebrosa Era FHC (anos 1990).

Mas expus meu próprio comprovante eleitoral neste Blog para pedir uma coisa a todos os eleitores e eleitoras de meu estado, do meu país: ANOTEM os nomes das candidaturas que apoiaram nas urnas.  Meu método pessoal é simples: anoto na frente ou no verso do papelzinho entregue pela mesa eleitoral os nomes que escolhi e respectivos cargos. 

Tenho a memória escrita das candidaturas que apoiei desde eleições nos meados dos anos 1980. Sugiro, ou melhor, peço que todos façam o mesmo, seja no comprovantezinho ou noutro material, e que ele seja guardado junto com o título eleitoral.

É bem sabido que mais de metade dos eleitores não se lembra mais em quem votou passado um ano da eleição. Especialmente no caso de vereadores, deputados e senadores.  Depois, quer cobrar como?

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

O que pode - e deve - vir depois da capa da Veja

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Quando soube da capa da Veja, me ocorreu uma passagem que, algum tempo atrás, testemunhei em Londres. Os tabloides foram avançando cada vez mais em métodos indignos, desonestos e criminosos na busca de furos – e com eles leitores e anunciantes. Até que se soube que um tabloide de Murdoch, o News of the World, invadira a caixa postal de uma garota de treze anos sequestrada e morta.

Por Paulo Nogueira, no site Diário do Centro do Mundo

Acabou ali a festa.

Em menos de uma semana, em meio a uma torrencial comoção espalhada entre os britânicos, o centenário News of the World estava fechado.

Logo, repórteres, editores e altos executivos de empresas jornalísticas delinquentes começaram a ser investigados, processados e, em muitos casos, presos.

Não demorou muito e se estabeleceu um consenso na sociedade britânica: a imprensa tinha que ser submetida a novas regras. O regime de auto-regulação, como mostrou espetacularmente o caso do News of the World, fracassara.

Agora, os arranjos finais das novas regras estão em debate. Os tabloides nunca mais voltaram a fazer o que faziam impunemente.

Enxergo no jornal de Murdoch na cobertura do sequestro e morte da garota inglesa a Veja nesta capa às vésperas das eleições.

Certas passagens trágicas, e este é o lado positivo delas, têm o poder de transformar coisas ruins que de algum modo vão se acumulando.

Uma hora um limite é rompido – e a opinião pública berra um basta do qual não existe retorno.

A Veja não vai deixar de circular imediatamente como o News of the World.

Mas, como ficou claro na reação de Dilma, uma história de muitos anos acabou com a capa desta sexta e outra história só não vai se iniciar caso Aécio vença.

O que chegará ao fim, se Dilma ganhar, é um pacto não escrito entre a imprensa e sucessivos governos.

Este pacto estabelece, basicamente, o seguinte. A mídia dá uma cobertura amiga. Não investiga corrupção, por exemplo. Projeta uma imagem de bem-aventurança generalizada. Protege o poder.

Em troca, as grandes empresas recebem dinheiro público em doses avassaladoras. É publicidade, é compra de livros didáticos, é aquisição de lotes de revistas, é financiamento facilitado em bancos públicos.

É, enfim, uma coleção interminável de mamatas que levaram os donos das empresas a terem algumas das maiores fortunas do país.

Com FHC, o pacto funcionou esplendidamente. Tanto que a compra de votos para a emenda da reeleição jamais foi investigada com seriedade.


Os problemas começaram com Lula.

É curioso notar que a ruptura do pacto foi unilateral: partiu da imprensa. Talvez em dose não tão grande, mas ainda assim absurdamente elevada, a bilionária publicidade governamental continuou a fluir para as maiores companhias jornalísticas.

A Globo, como passamos a saber depois que a Secom decidiu divulgar seus gastos, recebe anualmente 600 milhões de reais em verbas publicitárias federais.

Quando você acrescenta a aquilo tudo recursos de governos estaduais e municipais, não é exagero dizer que as grandes empresas de mídia são virtualmente financiadas com dinheiro público.

A novidade que surgiu na era PT é que a mídia descobriu que poderia continuar a mamar sem dar as contrapartidas que sempre ofereceu aos governos amigos.

Foi então que começaram a brotar colunistas dedicados exclusivamente a atacar Lula em todas as mídias: jornais, revistas, rádios, televisão, internet.

Para a mídia, era o melhor dos mundos. O que era uma guerra fria no começo se tornou logo um batalha aberta. Não raro, denúncias sem nenhum fundamento passaram a ser publicadas como se fossem verdades indiscutíveis.

Colaborou para isso a Justiça brasileira, complacente com os crimes da imprensa, ao contrário do que ocorre em sociedades avançadas.

E o melhor, para as grandes empresas: ao mesmo tempo em que atacavam ferozmente o governo, sempre recolheram, no final de cada mês, o Mensalão das verbas publicitárias desse mesmo governo.

Para a sociedade, esse esquema é uma calamidade. É como se ela mesma pagasse para ser enganada e manipulada por jornais e revistas.

O objetivo é perpetuar um situação em que uns poucos – a começar pelos donos da mídia – tenham privilégios assombrosos. Você não consegue entender a desigualdade brasileira se não entender este pacto entre mídia e governos.

Por que o PT não rompeu um contrato tão sinistro para o país?

Esta é uma grande pergunta.

Numa visão benévola, defendida por alguns petistas, por “republicanismo” – expresso numa expressão de consequências funestas para os brasileiros: “mídia técnica”. É como se a mensagem fosse a seguinte: “Sou tão correto que encho a Globo de dinheiro mesmo sabendo que esse dinheiro vai dar em Mervais, Jabores, Sardenbergs etc.”

Numa visão menos benévola, por medo. Por insegurança. Por temer que a retaliação dos barões da imprensa.

Deu no que deu: nesta capa da Veja.

Se essa capa representar o fim de um pacto tenebroso para os brasileiros, teremos, paradoxalmente, que ser gratos a ela.

Dilma em Curitiba

Um comentário:
Dilma discursa para dez mil pessoas na Praça Generoso Marques, em Curitiba, na última sexta-feira.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Fracasso anunciado

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A assembleia do Sinditest no Anfiteatro 100 do Edifício D. Pedro I reuniu cerca de uma dúzia de pessoas.  Um símbolo do fracasso da ultra-sectária Diretoria do Sinditest em seu intento de fazer um "Congresso" sindical na marra.  Não deve estar sendo muito diferente em outras "assembleias" de discussão de mudanças no Estatuto do sindicato.  Enquanto o Brasil inteiro debate rumos para o país, as candidaturas Dilma e Aécio, o sindicato ultra-esquerdista acha que vai reunir gente para debater estatuto?  Doideira de quem está mesmo fora do compasso.

Só na cabeça de trotsquista fora da realidade e que despreza o diálogo com as demais correntes e lideranças políticas da categoria para tentar impor na marra um "Congreço" irreal. Desde o começo chamamos essa maluquice de "Congreço", assim mesmo, com cê cedilhado, para deixar claro que era uma roubada.  A realidade vai se mostrando.  Porque Congresso mesmo não vai ter.



sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Dilma faz hoje caminhada em Curitiba às 13 horas

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Concentração inicial de militantes e apoiadores na Praça Santos Andrade, nas escadarias da UFPR, a partir do meio-dia desta sexta-feira, 17/10.  A Presidenta Dilma chega às 13h00 para um breve discurso e em seguida começa a caminhada da vitória pela Rua das Flores até a Boca Maldita, local de encerramento.

Convidamos todos os membros da comunidade da UFPR que reconhecem importantes conquistas na Educação Pública e a necessidade de prosseguir avançando, contra o risco de retrocesso neoliberal personificado na candidatura tucana!

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Marchinha do novo Vice do Aécio

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Segundo a marchinha bombando na internet, o cambaleante presidenciável tirou o enferruscado Aloysio e botou outra coisa na vice-presidência...