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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Fracasso anunciado

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A assembleia do Sinditest no Anfiteatro 100 do Edifício D. Pedro I reuniu cerca de uma dúzia de pessoas.  Um símbolo do fracasso da ultra-sectária Diretoria do Sinditest em seu intento de fazer um "Congresso" sindical na marra.  Não deve estar sendo muito diferente em outras "assembleias" de discussão de mudanças no Estatuto do sindicato.  Enquanto o Brasil inteiro debate rumos para o país, as candidaturas Dilma e Aécio, o sindicato ultra-esquerdista acha que vai reunir gente para debater estatuto?  Doideira de quem está mesmo fora do compasso.

Só na cabeça de trotsquista fora da realidade e que despreza o diálogo com as demais correntes e lideranças políticas da categoria para tentar impor na marra um "Congreço" irreal. Desde o começo chamamos essa maluquice de "Congreço", assim mesmo, com cê cedilhado, para deixar claro que era uma roubada.  A realidade vai se mostrando.  Porque Congresso mesmo não vai ter.



sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Dilma faz hoje caminhada em Curitiba às 13 horas

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Concentração inicial de militantes e apoiadores na Praça Santos Andrade, nas escadarias da UFPR, a partir do meio-dia desta sexta-feira, 17/10.  A Presidenta Dilma chega às 13h00 para um breve discurso e em seguida começa a caminhada da vitória pela Rua das Flores até a Boca Maldita, local de encerramento.

Convidamos todos os membros da comunidade da UFPR que reconhecem importantes conquistas na Educação Pública e a necessidade de prosseguir avançando, contra o risco de retrocesso neoliberal personificado na candidatura tucana!

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Marchinha do novo Vice do Aécio

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Segundo a marchinha bombando na internet, o cambaleante presidenciável tirou o enferruscado Aloysio e botou outra coisa na vice-presidência...

UFPR tem Manifesto de apoio a Dilma

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Há alguns dias circula através do site UFPRcomDilma.com.br um MANIFESTO de membros da comunidade universitária (docentes, técnicos, estudantes) em apoio à reeleição da Presidenta Dilma Rousseff na eleição de 2. turno do próximo domingo 26 de outubro.  

Visite o site e manifeste seu apoio também.  O Blog NaLuta está nesta luta pelo prosseguimento dos avanços na Educação!

Leia abaixo a íntegra do Manifesto.


Por avanços, não só mudanças

Queremos mais; não queremos menos. A educação superior no Brasil, sobretudo a pública, avançou muito nos últimos 12 anos, fruto de governos que trataram a área como estratégica para o Estado.
A educação está no Bolsa Família, como instrumento para romper o ciclo da pobreza. É ela que ensina a pescar. A educação está na formação humana e inserção no mundo do trabalho, na expansão das escolas técnicas, na criação e multiplicação de campi dos institutos federais e no Pronatec.

Nos últimos 12 anos, foram criadas 14 universidades federais, 100 novos campi foram construídos. As universidades federais expandiram vagas, criaram cursos, ampliaram seu quadro docente e técnico, tiveram acesso a recursos de capital para reformas e construção de espaços físicos e investimentos em infraestrutura. O sistema federal praticamente dobrou de tamanho. Além disso, 700 mil jovens passaram a frequentar cursos superiores no sistema privado.

A educação superior é condição de autonomia material e intelectual dos cidadãos, seu direito, mas também o instrumento que propiciará os quadros que o país vai precisar, pois continuará crescendo nas próximas décadas. É a educação superior também a responsável por formar mais e melhores professores para darmos um salto de qualidade na educação fundamental e média do país.

Além disso, os últimos governos colocaram a ciência como central e estratégica para o desenvolvimento do Brasil como potência científica e não apenas como nação periférica. Convênios internacionais, compras com transferência de tecnologia e envio de estudantes e docentes para o exterior através do Ciência sem Fronteiras, tudo isso faz parte de uma visão articulada sobre o papel da educação para o país, uma visão tão clara sobre isso que levou à mudança no modelo de exploração do petróleo, garantindo que esta riqueza ficaria majoritariamente nas mãos do Estado e que formaria o Fundo Soberano, com 75% destinados para a Educação e 25% para a Saúde.

O petróleo é o nosso passaporte para o futuro, via desenvolvimento científico e via educação superior, com impactos na educação fundamental e média, tanto pelo maior aporte de recursos quanto pela formação de professores melhor capacitados nas universidades. É o nosso passaporte para uma saúde pública melhor.

Não queremos mudanças para trás. O espectro do governo Fernando Henrique Cardoso, quando a universidade sofria até para pagar a conta de luz, as vagas de professores aposentados não eram repostas e os salários ficaram congelados, ainda assusta, sim.

Mas o que se anuncia é pior. A educação superior pública não faz e nunca fez parte da visão de Estado do PSDB. Os recentes episódios na USP são só um exemplo. Para os tucanos, a educação superior é um segmento econômico, que deve ser tocado com a menor interferência possível do Estado.

Por outro lado, a campanha, com vazamentos seletivos, denúncias ainda não apuradas, coloca a Petrobras no centro do debate político. A mudança virá na forma de privatização supostamente legitimada pelas urnas, mudança no modelo de exploração do petróleo e mudança no fundo soberano, tudo em nome do combate à corrupção.

Queremos mais educação, não menos. Queremos a mudança que virá, a educação e a saúde que a nação precisa e o povo merece. Apoiamos, ainda que queiramos mais, as políticas nas áreas de educação implementadas nos governos Lula e Dilma, apoiamos o Fundo Soberano, apoiamos o futuro que virá, pelos passos que já foram dados. Apoiamos a mudança que já se desenha, não aquela que não confessa suas intenções e se camufla de slogan.

Pela educação, pelo Brasil, pedimos o apoio e o voto da sociedade em Dilma.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

De volta ao passado?

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De volta ao passado de arrocho salarial, alto desemprego, privatizações, arraso nos bancos públicos,  mínimas políticas sociais, sucateamento das Universidades Federais e PDVs?  Não!!

Querem a volta ao passado os muito "éticos" tucanos capachos dos EUA e o povo do voto nulo, como o PSTU, para quem "quanto pior, melhor".

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Promessa não cumprida. Mais uma. Adeus, transparência!

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Servidores e servidoras, no final de 2012, votaram na Chapa 1 para o Sinditest. A chapa venceu.  Quantos desses eleitores de boa fé se decepcionam hoje com as promessas que leram no material de propaganda bonitinho e combativo, mas que ficaram lá no indefeso papel que tudo aceita?

Na figura acima, o trecho daquele material de propaganda sobre "Setor Financeiro".  Como se pode ver, tudo muito bem cumprido pela Diretoria orientada pelo PSTU... Upa-la-lá!



Prestação de contas trimestral? Ninguém sabe, ninguém viu. Acho que só viu o intocável contador, que era para ser demitido desde março, e substituído, mas está lá impávido que nem Muhamad Ali.  E nenhuma assembleia de prestação de contas do exercício de 2013 nem do Fundo de Greve 2014 feita até agora.  Bonito exemplo de transparência! Vão ganhar o Prêmio do TCU.

Incorporação imediata das recomendações da Auditoria?  Em qual corpo incorporaram?  Imediata? Desde março se espera que encaminhem "perícias imobiliárias" e outras recomendações, mas também naaaaaada. Zeeeeeeeeero. Enrolação. Empurro-barriguismo militante.


Planos de Saúde? O pessoal do Plano Unimed sabe muito bem com quantos burros n'água deu a negociação com a operadora de plano de saúde.  Muita gente saindo do plano ou migrando para o bom e velho GEAP.

Aí está o quadro da realização das promessas financeiras de campanha da atual gestão "Sindicato é pra lutar".

Mas não se aflija, prezado filiado! A Diretoria propõe - nesse tal Congreço tratoraço de "reforma" estatutária de novembro - dobrar o valor da mensalidade sindical que você paga e então tudo se resolverá.  Para alguém se resolverá, falta saber quem.

Monopólio dos meios de comunicação é ruim para a democracia. Inclusive no sindicato

3 comentários:
Uma meia dúzia de famílias muito ricas controla os meios de comunicação de massa no Brasil. Famílias Marinho (Rede Globo), Frias (Folha de S. Paulo), Mesquita (Estadão), Civita (revista Veja), Abravanel (SBT) e outros sócios menores pintam e bordam em suas TV’s, rádios, revistas e jornais impressos, portais de internet, dizendo o que querem e tentando manipular a notícia a serviço desses grande grupos empresariais. Buscam moldar a opinião do cidadão comum conforme o interesse dos tubarões donos desse verdadeiro monopólio. São comuns os "assassinatos de reputação", ataques a pessoas que não lhes convêm, sem darem direito de resposta. E possuem forte equipe jurídica para ganhar processos judiciais.  Se o atacado é inocentado, foi acusado sem provas, não adianta mais tentar reaver seus direitos, reabilitar-se; teve sua reputação assassinada pela mídia.

Na Argentina, com a Ley de Medios, acabou-se com esse monopólio, há muito maior liberdade de expressão, sem censuras. Aqui no Brasil ainda estamos atrasados nisso, mas é uma luta urgente.

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Estupefaciente é ver, num sindicato de trabalhadores, sua Diretoria valer-se do mesmo expediente de virtual monopólio de alguns meios de comunicação (internet e materiais impressos) pagos por toda a categoria para lançar calúnias inverossímeis contra opositores que façam esta ou aquela crítica fundamentada.

Frente do Boletim de Oposição do Sinditest (Outubro/2014)

É o que está fazendo, de novo, a Diretoria do Sinditest, desesperada para realizar de qualquer maneira seu “Congreço” de mudança de Estatuto. Bastou ver algumas críticas da Oposição - modestamente lançadas por este Blog, em algumas postagens da rede social Facebook, num Manifesto/Abaixo-assinado e num Boletim impresso (ver figura acima) – e pronto! Desatou uma “noia” nos diretores ligados ao PSTU que os levou a impropérios e ataques fora de esquadro. Acusaram o golpe: estão isolados e fragilizados.

Atacam cegamente
, sem medir as palavras, como se pode ver por recentes matérias no site do Sinditest e no último “Boletim Especial da Reforma Estatutária”, do qual mostramos, torta mesmo, a figura de parte de uma página (abaixo). Torta porque é assim que essa Diretoria enxerga a realidade do movimento sindical, pelo viés tubular sectário de seu partido político sem voto.

Pedaço do infame "Boletim Especial" do Sinditest (Out/2014)

Com o dinheiro de TODOS os filiados, agridem servidores que sempre estiveram nas lutas desde a fundação do Sinditest, que já comandaram greves com conquistas, que já ajudaram a ampliar o patrimônio do sindicato. E lançam suas calúnias acrescentando fotos para não restar dúvida sobre quem são suas vítimas (poderiam pelo menos dar o crédito das fotos que usaram, não, senhora jornalista responsável?).

Direito de resposta sobre as calúnias? Nem pensar! Nessa mídia sindical de tempos PSTUístas do Sinditest, só a Diretoria fala, sozinha, e mais ninguém, autoproclamando-se dona exclusiva da verdade. Essa então a “democracia operária” alardeada pela presidente Carla Cobalchini em sua (re)posse em janeiro deste ano... Bela democracia do pensamento único!

Eis então situação análoga, dentro do movimento sindical do Sinditest, à do nosso país, constrangido por um monopólio das comunicações dos barões midiáticos. Na UFPR e UTFPR temos os barões ultraesquerdáticos.

Vocês, caros leitores, acham que se pode construir um movimento sindical unitário, democrático, de respeito recíproco, forte, em meio a essa torrente de preconceito e agressões emitida por quem, circunstancialmente, detém o poder político-econômico de imprimir jornais e publicar na internet usando o nome de uma entidade que é de todos?


Golpe da mídia monopolista para interferir na eleição presidencial

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Tarso Genro fala sobe o golpe midiático na eleição de 2014

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Aula de rua

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Uma praça no centro de São Paulo reuniu neste sábado (11) alguns elementos daquilo que talvez seja preciso buscar para devolver sentido à participação política, não só neste final de campanha, mas também depois dela – seja qual for o resultado da urna.

Por Saul Leblon, no site Carta Maior * 13/10/2014

Algumas centenas de pessoas, representantes do PT e do PSol, lideranças dos movimentos LGBT, cantores de rock e funkeiros da periferia, quilombolas, coletivos de jovens, lideranças estudantis, lideranças trabalhadoras e de organizações de bairros e uma filósofa.

Tão ecumênico quanto o formato, o repertório de difícil enquadramento em categorias convencionais teve momentos de comício, show, conversa, festa e aula.

Um pouco de cada coisa.

E tudo harmonizado pela dimensão humana resultante da dissolução formal entre palco e plateia.

Pense na subversão representada pelo renascimento dos blocos de bairro, à margem dos desfiles de carnaval capturados pelas redes de televisão e apartados da rua por grades & grana.

Foi um pouco essa ruptura que aflorou no encontro realizado no Largo do Arouche, no centro de São Paulo.

Nem tudo são flores.

A tarde de sol contrastava com as sombrias notícias emitidas pela “onda” que desde 5 de outubro vaticina a vitória incontornável do conservadorismo nas eleições presidenciais do próximo dia 26.

Longe da prostração que abate espíritos isolados, pautados pela emissão conservadora, o clima ali era de um renascimento na esperança de que algo pode ser feito, deve ser feito e será feito. E que o horizonte dessa resposta depende de decisões que compete às forças progressistas tomar.

A presença solidária e assertiva de lideranças do PSol, que vieram manifestar o apoio a Dilma no segundo turno, sugeria exatamente o oposto do funeral sorvido com precoce gula pelas elites endinheiradas e seu dispositivo midiático.

Coube ao deputado federal reeleito Jean Wyllys, do PSol, tornar claro o sentido de resistência que possa aglutinar o campo progressista de agora em diante – seja qual for o desfecho de outubro.

“Não vou negar o óbvio”, começou dizendo quase como se conversasse numa roda de amigos. “A vida dos brasileiros melhorou nos últimos anos. Digo por experiência familiar própria da minha gente pobre, em Alagoinha, no interior da Bahia. Mas também pelo que vi em debate recente na Universidade Federal da Bahia, onde estudei. O que antes era uma escola da elite branca, hoje é uma instituição com marcante presença negra e de jovens oriundos do povo”, testemunhou em intervenção coloquial, mas carregada de prontidão e urgência militante, que convergiu para um chamamento: “Nós sabemos o perigo que significaria um alinhamento conservador entre um Executivo dominado pelo PSDB e um Congresso de maciça presença de forças regressivas, como esse que foi eleito em 2014. Por isso, não poderia lavar as minhas mãos como Pilatos. Meu voto é Dilma, 13”.

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Fonte: Carta Maior. Figura obtida do Facebook de Jean Wyllys.