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sexta-feira, 10 de junho de 2016

Velho peleguismo sindical toma partido na eleição à Reitoria

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Acima, um registro do evento de lançamento da chapa Ricardo/Graciela à Reitoria da UFPR, realizado ontem na Asufepar.  Ao microfone, aparece o ex-presidente do Sinditest Wilson Messias, e, logo atrás, de terno preto, o também ex-presidente Antonio Néris.

Messias e Néris foram dirigentes do sindicato dos TAE há poucos anos (2008-2011), em época de forte questionamento da base sobre o modo como operaram a venda de uma chácara do Sinditest, objeto até de uma auditoria, em que os auditores apontaram irregularidades até hoje não devidamente explicadas.

Messias e Néris também podem ser lembrados pela forma cupulista como negociaram, a portas fechadas com o reitor, a imposição do ponto eletrônico aos servidores TAE, sem nunca chamar assembleia para saber se a categoria aceitaria a jornada das 30 horas com a contrapartida do ponto.

Depois de apoiarem Zaki Akel na reeleição à reitoria em 2012, ganharam do atual reitor cargos de chefia no HC, onde puderam exercitar seus respeitosos modos com os colegas  de trabalho menos cordatos.

Em meio aos "50 tons" de não se sabe qual cor ideológica, aparece no canto esquerdo dessa foto o servidor Luiz Fernando, atual diretor do Sinditest.  No sindicato ainda não se sabe o posicionamento dos demais diretores quanto às candidaturas à reitoria, mas eles podem pedir aconselhamento aos arquipelegos com quem já conviveram em gestões passadas do Sinditest.
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Foto: página de facebook da campanha "UFPR é nossa vida".

quinta-feira, 19 de março de 2015

Dança de cadeiras na assessoria de Zaki Akel. Todos amiguinhos mesmo?

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Ontem (18), houve troca-troca de cargos na administração superior da UFPR.  O servidor TAE Álvaro Pereira deu lugar ao professor Edelvino Razzolini na Pró-Reitoria de Administração, e Adriano Ribeiro, da PROGEPE, foi trocado por Laryssa Born, que já havia sido pró-reitora de RH no primeiro mandato de Zaki Akel (2008-2012).  

Comenta-se nos corredores e esquinas da UFPR que a saída de Adriano da PROGEPE não se deu de modo dos mais cordiais, pois ele ainda estava gozando férias quando soube por telefone de que já estava destronado pelo reitor. Indelicado o reitor, não acham? Quem ler a matéria publicada pela ACS da Reitoria, verá alguns trechos curiosos.

Por exemplo, a Reitoria via ACS diz que "chegou ao fim o mandato dos pró-reitores". Ora, pró-reitor é assessor direto, de confiança do reitor, é nomeado, não eleito, portanto não tem mandato.  Como se a matéria oficial quisesse dar a entender que tudo não passou de uma "transição" normal.

A nova pró-reitora Laryssa teria dito: "A PROGEPE é minha casa"... (É minha, minha, ninguém tasca, eu vi primeiro?)  O vice-reitor Mulinari afirmou apostar que "a volta de Laryssa não significa uma volta ao passado", talvez para dirimir dúvidas sobre uma pró-reitora que saiu do comando da PROGEPE sob vários questionamentos.

Ainda faltam 21 meses para acabar a gestão Zaki Akel-2. Até lá, aguentem, servidores e alunos.  A eleição direta do novo reitor ou reitora será apenas no segundo semestre de 2016.  Aliás, era bom que as entidades DCE, SINDITEST e APUFPR começassem a debater já novas regras, preventivas da influência do poder econômico, para essa próxima eleição direta.  Se não quiserem que ela de novo se pareça muitíssimo com a eleição usual de deputado ou senador.
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Foto: Leonardo Bettinelli, ACS

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Incompetências do Sinditest sob gestão pelega/PSTU - um dos aspectos

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Um Sindicato de trabalhadores deveria contratar devidamente seus funcionários, respeitando leis trabalhistas, certo?  Não no caso da gestão que juntou pelegos e ultraesquerdistas no passado recente (2008-2011).  

O vídeo acima mostra declaração do ex-contador do Sinditest, Ewerton, falando de apenas duas ações trabalhistas de pessoas subcontratadas pelo Sinditest (existem mais ações trabalhistas), cujos custos penalizam os bolsos de todos os filiados da entidade. Os responsáveis?  Os diretores das gestões entre 2008 e 2011, entre os quais a atual presidente do Sinditest, Carla Cobalchini, que já era diretora de destaque naquela época e nunca falou a respeito disso para a base.

Contrataram precariamente duas pessoas.  E agora o sindicato - isto é, todos os filiados - tem que arcar com os custos. Você acha que os diretores da época 2008-2011 se responsabilizam por isso? Nem um pouco, nem por um centavo.  Só que alguns diretores daquela época continuam sendo diretores até hoje e posam de santinhos sem responsabilidade por nada! Nossa, banharam-se nas águas do Jordão e ficaram purificados porque fazem discursos ultra-revolucionários!  Coisa típica dos santinhos-do-pau-oco.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Mais uma promessinha não cumprida

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Acima está um trecho da matéria da Diretoria do Sinditest que tenta justificar o enorme atraso na apresentação de suas contas de 2014.  O demonstrativo das movimentações referentes ao Fundo de Greve 2014 devia ter sido publicado em julho daquele ano, pois foi o que a própria Diretoria PSTUcana prometera em assembleia de final de greve.  Nada mostraram então.

No texto acima, mais uma promessinha.  Não cumprida. Disseram, em 15/01/2015, que ainda em janeiro o Fundo de Greve (3 meses de desconto em dobro dos filiados) e seu saldo seriam apresentados à base crédula.  Hoje é 6 de fevereiro, a semana acabou, e nada.  

É para todos se acostumarem com uma Diretoria que empenha a palavra e não cumpre?  Ou é porque não existe mais nenhum saldo do Fundo de Greve e não tiveram tempo suficiente de maquiar a contabilidade?

UTFPR é esquecida pelo PSTU na atualização fraudada do Estatuto do Sinditest

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Trecho do Art. 1 do "novo" Estatuto sindical modificado por fraude

De antemão, lembramos que o dito "novo" Estatuto do Sinditest foi feito num processo fraudulento.  Foram coletas de assinaturas em diversas ocasiões para atingir o quorum de 20% de filiados exigido pelo Estatuto vigente e o cartório, ora, não iria checar se de fato houve assembleias com debate sobre as mudanças estatutárias.

Engraçado, mas engraçado mesmo, é que até na fraude os tansos militantes do PSTU do Sinditest não deram importância para mudar coisas simples, como, por exemplo, atualizar o nome do extinto CEFET para UTFPR!  Faz quase 10 anos que o CEFET se tornou Universidade Tecnológica, mas parece que o PSTU não gosta de reconhecer isso, talvez porque foi obra do Governo Lula, a quem o PSTU, como a direita mais raivosa do país, devota profundo ódio. 

Como se vê na figura acima, o Sinditest continua representando o CEFET e a finada DEMEC!  A UTFPR, não! Além disso, não tiveram sequer a preocupação de incluir na base territorial de presença do Sinditest uma série de municípios onde há campi novos da UTFPR e da UFPR.

Em resumo, o "Congresso de mudança estatutária" não apenas foi uma fraude (e custosa, como se vê pela prestação de contas), como também cheia de furos.  Você vai bancar isso, filiado, agora que querem cobrar 100% a mais no desconto da sua mensalidade sindical sem ter chamado você para um debate democrático?

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Naquele Centro Cirúrgico do HC, enquanto isso...

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Abaixo está o trecho inicial da Ata da suposta Assembleia que teria sido realizada NO Centro Cirúrgico do Hospital de Clínicas, com também suposta "presença" de 51 filiados do Sinditest.  Observem que essa ata foi registrada em cartório em 8 de janeiro de 2015, junto com outras 29 atas de alegadas "assembleias de mudança estatutária". 
Em fraude, acredita o otário que quiser.


Em tempo: a Diretoria PSTUcana que fez isso aí é a mesma que reclama que a aprovação do contrato do HC com a Ebserh foi feita com votos dados por telefone celular.  Lá na Reitoria não pode (não pode mesmo), mas no sindicato pode assembleia-fantasma, fraudulenta?

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Fim das 30 horas para todos na UFPR?

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Publicada hoje (27) no site da UFPR matéria sob o título “Retorno da jornada de 40 horas semanais”, onde se lê a determinação de que todos os servidores voltem a cumprir essa carga horária a partir de 25 de junho, com uma exceção. 

A exceção se refere aos trabalhadores de unidades que enviaram processos justificando suas respectivas reduções a 30 horas de jornada, cuja lista divulgada abrange as pró-reitorias PROGRAD, PRAE, PROEC, PROGEPE, a ACS, o DSG, a CenTran, o CCE e o Setor Palotina.

Estranhamente, o Sistema de Bibliotecas (SIBI) enviou seu processo justificando as jornadas reduzidas, mas não apareceu na lista divulgada. E nas bibliotecas todas existe atendimento a usuários externos que justificam o turno contínuo.

A Reitoria afirma que essa ordem decorre de “diversas recomendações e apontamentos dos órgãos de controle [CGU] relativos a inconsistências relacionadas com a flexibilização da jornada”.

Apesar de os servidores da lista acima poderem, por enquanto, manter sua jornada de 30 horas, eles ainda serão analisados caso a caso por uma Comissão designada por portaria do reitor em 28 de maio deste ano. Ou seja, alguns servidores das unidades da lista poderão também ter de voltar à jornada de 40 horas se a dita Comissão entender que não se enquadram na especificação do decreto federal que embasou a Resolução 56/11 do CoUn.

Isso é duro golpe na conquista de pauta local da greve de 2011 (a única daquela greve nacional também fracassada), quando o CoUn aprovou a Resolução 56/11 que estendeu a redução de jornada a todos os trabalhadores da UFPR. E sinaliza um endurecimento maior da postura do reitor Akel Sobrinho na relação com o Sinditest, fortemente deteriorada nesta última greve especialmente devido aos embates envolvendo o HC (ACT da Funpar e contrato com a Ebserh).

Segundo a direção do Sinditest informou na última assembleia (24/6, que encerrou a greve de 2014), o reitor declarou estarem rompidas as negociações com o sindicato dos técnicos e também com o DCE em torno de reivindicações de pauta local. 

Depois de sair de uma greve nacional e local fiasquenta, tem a direção do Sinditest como criar condições para enfrentar a ordem de fim das 30 horas na UFPR? A conferir. 

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Reitor da UFPR quer mesmo mudar Resolução das 30 horas

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O site do Sinditest está alertando a categoria para uma atitude algo inusitada do reitor Zaki Akel, que pode acabar com a jornada de 30 horas, senão para todos os servidores da UFPR, para muitos deles.

Recordando: depois da greve de 2011, um acerto de gabinete entre reitoria da UFPR e o presidente do Sinditest Wilson Messias (gestão 2010-2011) levou à Resolução 56/11, aprovada pelo CoUn com parecer da relatora Andreia Caldas, diretora do setor de educação. O texto da 56/11 contém trechos que suscitaram polêmicas desde 2012, como o artigo que impede que chefias, mesmo algumas ganhando adicional de pouca monta, não podem fazer a jornada de 30 horas semanais.  Além disso, aquela diretoria do Sinditest de 2011 não debateu com ninguém da base a contrapartida da adoção das 30 horas ser a implementação de controle eletrônico de ponto.

O que preocupa o Sinditest é que, na sessão do CoUn de ontem (12/12), o reitor incluiu de última hora um ponto na pauta para alterar a redação da Resolução 56/11. Essas alterações, acredita o sindicato, levariam a restringir o benefício da jornada reduzida para muitos servidores. Zaki Akel ainda aprovou nessa mesma sessão o regime de urgência para votar a alteração da Resolução.

Entretanto, segundo relata o Sinditest, devido à saída de vários conselheiros da sessão do CoUn, derrubando o quorum de deliberação, a proposta de alteração da 56/11 acabou não sendo votada e ficou para ser retomada em nova sessão no dia 18/12. Para analisar esta situação, o Sinditest realiza na tarde de hoje, no HC, uma assembleia geral.

O Sinditest fala em golpe do reitor na matéria que publicou hoje em seu site e exige debate amplo com toda a categoria:

“A verdade é que o Reitor tentou dar um golpe contra esta conquista importante da última greve dos técnicos. Não se pode fazer qualquer tipo de alteração nesta e outras conquistas dos trabalhadores sem antes fazer o debate com a categoria.”

Concordamos que é indispensável o amplo debate democrático com todos os servidores técnico-administrativos. Exatamente o debate que não houve no final da greve de 2011 e da gestão sindical 2010-2011, sequer uma assembleia geral foi chamada para fazer isso. O acordo do qual saiu a Resolução 56/11 foi resultado de um acerto a portas fechadas entre o presidente e alguns poucos diretores do sindicato com o reitor, e por isso mesmo conduziu a diversos questionamentos posteriores no seio da base filiada. Ao menos que a diretoria atual lembre-se de apontar isso quando discute a Resolução das 30 horas.


terça-feira, 19 de novembro de 2013

Privataria, reeleição e o cínico FHC

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O ex-presidente FHC, um dos mais detestados e rejeitados da história do Brasil, está eufórico com as prisões arbitrárias dos condenados no julgamento midiático do “mensalão”. Nesta segunda-feira (18), durante seminário do combalido PSDB em Poços de Caldas (MG), ele festejou a postura macabra do presidente do STF, Joaquim Barbosa. “Hoje vejo que a Justiça começa a se fazer... Aqueles que hoje exercem o papel maior da República não souberam honrar a confiança que o povo depositou, transformaram-se em negocistas e em nome de transformar o Brasil, transformam suas próprias vidas”.

A declaração é de um cinismo deplorável. Quem é FHC para esbravejar que “a Justiça começa a se fazer”? O seu falso moralismo não resiste aos fatos – ele apenas se sustenta devido à ação seletiva e à cumplicidade da mídia golpista. Basta lembrar que o tal “mensalão” teve início oito anos antes do esquema de caixa-2 do PT, pelas mãos de um ex-governador tucano, Eduardo Azeredo (PSDB-MG) – que nunca foi apurado e corre o risco de arquivamento no mesmo STF.

Basta lembrar que no triste reinado de FHC surgiram graves casos de corrupção. Entre os mais famosos, está o da compra de votos para garantir sua reeleição – como prova o livro “O príncipe da privataria”, do jornalista Palmério Dória. Também se encontram as privatizações criminosas das estatais – documentadas no livro “A privataria tucana”, de Amaury Ribeiro. Isto sem citar os escândalos do Proer, da “pasta rosa” e tantos outros.

Desesperado com as dificuldades de Aécio Neves, o cambaleante presidenciável tucano, FHC tenta vender a imagem de um PSDB “ético”. Isto quando surgem denúncias sobre o esquema milionário do propinoduto em São Paulo, que envolve multinacionais do setor do transporte e vários governantes do PSDB, ou sobre a máfia dos fiscais na capital paulista, que envolve um dos aspones do ex-prefeito José Serra.

A declaração de FHC em Poços de Caldas devia ser registrada em cartório – afinal, ele gosta de negar o que escreve e fala. Ela serve para mostrar que as elites são implacáveis no seu ódio de classe, o que alguns pragmáticos insistem em relativizar. O falso moralismo é usado como instrumento sujo da luta pelo poder – a história udenista é rica neste sentido. Não dá mais para conciliar com esta gente cínica, hipócrita e vingativa. A conciliação deseduca e desarma a militância para os momentos mais difíceis!
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sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Sinditest e a reeleição de Zaki Akel

12 comentários:
De acordo com matéria veiculada no site do Sinditest em 07/10/2012, a diretoria pensa o seguinte sobre o reitor da UFPR, reeleito anteontem para um mandato que só acabará em dezembro de 2016:


"Zaki Akel, por outro lado, é um tradicional político de direita, ligado ao empresariado. Nos últimos dois anos, devido à pressão exercida por duas greves gerais, Zaki exibiu o comportamento de um 'negociador', procurando minimizar danos e ceder o mínimo possível."


A Diretoria 2012/2013 do sindicato enfatiza ainda:

"De uma coisa estamos absolutamente certos: a reeleição de Zaki Akel trará prejuízos graves para os trabalhadores e trabalhadoras da UFPR e do HC. Será uma repetição do descaso que temos visto com a questão da insalubridade, do mandado de injunção para aposentadoria especial, entre vários outros problemas."

Os ex-sindicalistas da foto acima, como se vê, acham por outro lado que "vários outros problemas" não há e está tudo azul.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

A "máquina" da reitoria e o hipermarketing eleitoral venceram o pleito da UFPR

2 comentários:
Na eleição direta para a Reitoria da UFPR, realizada entre os dias 8 e 10 de outubro, votaram 2.156 professores, 3.585 técnicos e 9.177 alunos. Com a falta de 823 votos de alunos, não foi atingido o quorum mínimo de 10 mil que proveria o mecanismo da paridade qualificada para ponderar a votação da categoria discente (embora isso não alterasse o resultado final apurado).

Segundo proclamou a Comissão Paritária de Consulta, por volta de seis horas da manhã de hoje (11), no teatro da reitoria, a distribuição de votos válidos ficou assim:

Chapa 1 “UFPR Pra Valer” (Maria Tarcisa e Amadeu Bona) = 38,94% dos votos
*709 votos dos professores
*1.249 dos técnicos
*4.123 dos estudantes

Chapa 2 “Compromisso e Respeito” (Zaki e Rogério) = 61,06%
*1.436 votos dos professores
*2.030 dos técnicos
*4.747 dos estudantes

Reeleitos, Zaki Akel Sobrinho e Rogério Mulinari serão renomeados pelo MEC, conforme a lei, e sua gestão se estenderá até 18 de dezembro de 2016.  A comunidade da UFPR terá todo esse período para avaliar o resultado e as futuras escolhas que os mesmos gestores farão.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Teoria e prática do iluminismo zakirrogeriano

Um comentário:


Mais um breve, mas muito ilustrativo trecho do debate entre as chapas concorrentes à eleição direta para Reitoria da UFPR, realizado em 02/10/2012.  O atual vice-reitor, candidato à reeleição pela Chapa 2, demonstra seu iluminado cabedal didático-pedagógico sobre o que entende como aprendizado prático nos cursos das Ciências Naturais e nos das Ciências Humanas. Um marco do pensamento pedagógico azuloide.

"Eu sou um ser humano..."

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O vídeo acima mostra a fala do professor Amadeu Bona Filho, médico veterinário, candidato a vice-reitor pela Chapa 1 de Oposição à Reitoria da UFPR, durante debate entre as duas chapas concorrentes, na última terça-feira (2).  Bona criticava as péssimas condições de trabalho dos servidores do Hospital de Clínicas, dizendo que até no Hospital-escola Veterinário da UFPR as condições estariam melhores.  

Nessa ocasião, para mostrar serviço ao chefe-reitor/candidato, o arquipelego Dr. Antonio Néris (ex-vice-presidente do Sinditest) berra da plateia: "Eu sou um ser humano!", tentando perturbar a fala do professor Bona.  Dr. Néris foi depois advertido pela mesa de que novas manifestações como essa obrigariam a pedir a retirada do perturbador para fora do auditório.  É disso que o vídeo faz sua zoação...

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Eminentíssimo meritíssimo dá imediato novo direito de resposta ao grupo de Roseli

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A "rainha dos cavaletes" eleitorais de Curitiba (segundo expressão cunhada por um blogueiro da cidade) obteve com facilidade da "Justiça" mais uma decisão a seu favor, no que julga seu direito de responder a ataques ditos caluniosos de adversários da categoria dos técnico-administrativos da UFPR.  Roseli Isidoro e seu grupo - que apoia a reeleição do tucanoide Zaki Akel a reitor da UFPR, ao lado dos pelegos Dr. Antonio Néris e Wilson Messias -  entenderam como ofensivo o conteúdo do recente "Jornal do Sinditest". Acionaram sua assessoria jurídica e de pronto obtiveram o almejado, forçando a Diretoria do Sinditest a publicar um direito de resposta.

Chama atenção no texto do direito de resposta [clique aqui para ler toda a baboseira] um trecho que diz o seguinte: "Não podemos deixar de dizer a respeito daqueles senhores que doze anos atrás se utilizaram da entidade para nos atacar, que os perdoamos."  

Os "senhores" a que se refere o texto da rainha dos cavaletes Roseli Isidoro & Cia. são os 11 réus que pinçaram arbitrariamente da diretoria total de 25 membros da gestão 2000/2001. 

Ora, depois de auferir seus milhares de reais do Sinditest, a rainha dos cavaletes resolve "perdoar" seus supostos caluniadores. Não se poderia esperar outra coisa de quem agora está abraçada com quem a maltratou. Roseli está ombro-a-ombro com o Dr. Néris e com Wilson Messias, todos juntos para reeleger o tucanoide Zaki Akel, que lhes garantirá benesses. Patético! E obviamente pelego, e sem futuro.


Da parte do editor deste Blog, NÃO QUERO PERDÃO PORRA NENHUMA! Quem em erro não incorreu, não tem do que se desculpar, não tem por que pedir perdão, imbecis! ENFIEM O SEU PERDÃO! JÁ ESTÃO LOCUPLETADOS COM O DINHEIRO DOS FILIADOS, ENTÃO APROVEITEM! PEGUEM A GRANA E INSTALEM MAIS CAVALETES PARA A RAINHA DELES!! BANDO DE APROVEITADORES DA CATEGORIA DOS TÉCNICOS!! 

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Findas as greves, UFPR se volta mais para a eleição direta da Reitoria

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Reproduzimos matéria publicada em 17/09 no site de campanha da Chapa 1 UFPR Pra Valer:

"A desvalorização de professores e técnicos administrativos, a falta de incentivo à pesquisa e os problemas decorrentes do Reuni fizeram a UFPR, assim como várias outras universidades do país, parar para pedir mais respeito com os profissionais.

Depois de quatro meses, a normalidade volta a reinar na Federal. O certo é que nada foi em vão. Embora as negociações com o governo e com a Reitoria não tenham evoluído como o esperado, a sociedade paranaense agora sabe que a UFPR precisa de muito mais.

Enquanto tudo isso acontecia, um grupo de estudantes, professores e técnicos administrativos – também em greve – construíam um novo caminho para UFPR.


Eleições
Em 2012, ano em que a Universidade completa 100 anos, além das eleições municipais, a comunidade da UFPR participa das eleições para reitor e vice no exercício 2012-2016. Embora o atual reitor tivesse falado que seria reitor de um mandato só, está novamente na disputa. Mas esta consulta da UFPR conta com a candidatura da oposição, a Chapa 1, Tarcisa e Bona. Alívio para muitos.

É com orgulho que apresentamos a você a candidatura UFPR Pra Valer! Encabeçada pela professora Maria Tarcisa Bega, diretora do Setor de Ciências Humanas Letras e Artes, e pelo candidato a vice, Amadeu Bona Filho, professor e ex-diretor do Setor de Ciências Agrárias e atual Coordenador do curso de Medicina Veterinária, a UFPR Pra Valer é Oposição de verdade à atual inércia vivida pela Universidade.

Por entendermos que o atual abandono da UFPR não condiz com a história da primeira universidade do País, decidimos unir forças. Deixar diferenças de lado econstruir um novo caminho para a UFPR. Um caminho que devolva a nossa Federal à vanguarda. Espaço em que o ensino, a pesquisa e a extensão, assim como antes, contagiem e contribuam para a sociedade paranaense.


Candidato ou reitor?
Talvez por não fazer praticamente nada do que prometeu, o reitor voltou atrás e é candidato mais uma vez. Deseja desesperadamente mais quatro anos à frente da UFPR. Falamos em desespero, mas a campanha do reitor não passa por nenhuma dificuldade material. A fama do reitor/candidato de querer aparecer mais do que a comunidade acadêmica ganhou força enquanto a greve pairava na Universidade. Os informativos, a listagem oficial com os endereços da comunidade acadêmica, o carro oficial os funcionários terceirizados, enfim. Inúmeras são as denúncias. O reitor/candidato tem deitado e rolado na condição de reitor para tentar emplacar o que ele chama de "Onda Azul".

É esse o panorama que o pessoal que faz a campanha da Oposição está enfrentado todos os dias. A democracia tem dado lugar ao uso da máquina. Sem nenhum pudor ou ressentimento, o candidato da situação tem se portado como um ser acima do bem e do mal. Desafia a inteligência de todos achando que pode chegar a mais um mandato na base da fantasia e do aparelhamento da UFPR. É esse o anorama que o pessoal que faz a campanha da Oposição está enfrentado todos os dias.


Escolha um lado
Por aí você já teve uma ideia do jogo duro que vamos enfrentar até os dias 8, 9 e 10 de outubro – datas da eleição. Se você também quer mudança, venha com a gente Construir uma UFPR Pra Valer.

Dê uma passada no nosso Comitê, entre na campanha e ajude a mudar a nossa história!
Comitê Tarcisa e Bona: Rua General Carneiro, nº 50. 
Telefone: 3015-0216"

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Cobrança de 107 mil de Roseli Isidoro contra o Sinditest: por uma assembleia geral já!

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Não se pode aceitar a situação criada com a cobrança judicial de 107 mil reais de Roseli Isidoro e seu grupo contra o Sinditest.  A judicialização de conflitos político-sindicais entre antigos adversários é inaceitável, nem a penalização de toda uma categoria por causa da briga de uns poucos, que, para acentuar ainda mais a sacanagem, ainda estão aos beijos e abraços nas botas do reitor-candidato.

Por isso, entendemos que somente a base deve decidir sobre uma situação como essa, e imediatamente deve ser convocada uma assembleia na qual se analise como proceder diante dessa cobrança.  Uma assembleia que, inclusive, revogue as decisões da assembléia-fantasma de 3 de outubro de 2008, quando Wilson Messias, Dr. Antonio Néris e mais um punhado de seus acólitos definiram que todas as ações judiciais movidas contra eles e outros dirigentes sindicais sempre seriam cobertas pelo Sinditest.  Uma assembleia em que se preste contas do uso dos recursos pagos por todos.  Uma assembleia que acabe com a sacanagem nas finanças do sindicato.  

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

De pedais a pedalinhos

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Na ensolarada manhã de sábado que inaugurou setembro de 2012, o reitor-candidato foi convocado para mais uma mega-atividade de sua azuloide campanha reeleitoral. Uma pedalada do pátio da reitoria até o campus Botânico.  Eram tantos, tantas, mas tantas CDs ("Ciclistas Dedicados") que, por onde passaram, provocaram engarrafamentos monumentais com suas imponentes bikes.  O candidato-reitor olhava para trás e perdia a vista nas vastas multidões de abnegados apeladores, digo, pedaleiros...  Certamente, naquele glorioso sábado, ele deve ter almoçado muito satisfeito por esta singela campanha que espontaneamente aglutina legiões de FGs ("Fãs Gratos").   

Curiosamente, o notório bicicleteiro da UFPR Belotto não foi.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Sessão do COUN recusou hoje adesão à EBSERH (por enquanto)

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Por unanimidade, a sessão do Conselho Universitário da UFPR, reunida na manhã de hoje (30), rejeitou repassar o controle do HC à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH). Servidores técnicos mobilizados pelo Sinditest acompanharam de perto a sessão do COUN, repetindo a pressão contra a EBSERH que todo o movimento nacional  dos TAE realizou durante a greve recém-encerrada.

O texto da resolução, previamente preparado sob ciência da Reitoria, tem quatro páginas, cheias de "considerandos".  Mas, embora essa resolução recuse neste momento a contratualização da UFPR com a EBSERH, o parágrafo final deixa uma ponta de dúvida sobre o caráter terminativo dessa recusa.  Ali se lê:

"O Conselho Universitário, após ampla discussão, por unanimidade de votos, resolve tornar pública posição contrária a eventual proposta de adesão integral ou parcial do Hospital de Clínicas à EBSERH, reservando ao Conselho Universitário a prerrogativa de decisão sobre esta matéria. Qualquer deliberação sobre este tema será precedida de ampla discussão com a comunidade."

Ora, num tema relevante como esse, é óbvio que a instância máxima da UFPR é que deve se posicionar; para que repetir a prerrogativa?  E, ao findar colocando que "qualquer deliberação sobre este tema será precedida de ampla discussão...", isto quer dizer que o assunto não está definitivamente encerrado, que poderá ser recolocado e reconsiderado mais adiante.

A resistência dos movimentos da comunidade à parceria UFPR-EBSERH tem sido grande.  Ser reitor e estar candidato à reeleição produz certas atitudes que, acima de tudo, levam em conta o cálculo eleitoral.  Faz lembrar um recuo de posição, no começo deste ano, na intenção do reitor-candidato de celebrar parceria da UFPR com o megabanco privado espanhol Santander, depois que boa parte da comunidade (eleitora) se insurgiu contra a terceirização dos crachás funcionais e carteirinhas estudantis.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

A EBSERH no HC da UFPR e o PDI do Reitor Zaki Akel

5 comentários:
Tema de grande polêmica, muito diz-que-diz-que, é a possível adesão do HC ao gerenciamento pela nova empresa de direito privado criada para controlar os Hospitais Universitários, a EBSERH.  Mais importante que se fiar em lero-lero de candidato, em "Informe Servidor" eleitoreiro ou em panfleto de campanha, é analisar fatos, documentos, a prática concreta.