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Luta sem trégua contra o governo usurpador

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Finanças do Sinditest - assunto tabu para a Diretoria do PSTU

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A base não recebe informações das contas do Sinditest. Simples assim. Os prometidos balancetes trimestrais do panfleto de campanha eleitoral de 2013 ficaram no papel. Pensem bem: por quê? Não parece ser uma coisa relativamente simples apresentar o movimento de receitas e despesas de uma entidade numa planilha?

Foi prometido em campanha pela chapa da servidora Carla Cobalchini, a gestão "Sindicato é pra lutar". Mas não cumprido. Por quê? Eles não informam. Eles tergiversam. Se alguém cobra, é logo xingado como "caluniador da diretoria".  Nossa, que hipersensibilidade!

Então, a base da categoria que sustenta essa gestão de TRANSPARÊNCIA ZERO tem o direito de cobrar: como querem fazer um congresso de alegada reforma estatutária para aumentar mensalidade sem sequer prestarem contas de como usaram o dinheiro da categoria até agora? Para financiar atividades sindicais da Central-mosaico do PSTU, a CSP-Conlutas? Para financiar a produção, aliás muito vagabunda, de um vídeo em que diretores do Sinditest defendem uma central sindical que nem central sindical oficial é?

Enquanto a diretoria PSTUista do Sinditest faz seus castelos de areia, a vida corre. E prestar contas das finanças e dos DEZ terrenos da chácara supostamente vendida de Piraquara que é bom, nenhum esclarecimento. 

Vamos ser claros: ESSA DIRETORIA TEM O RABO PRESO!

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Ria sem parar: "Aécio ganhou!"

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Viralizou a informação de que, por volta das 19:30 de domingo, o apartamento de Andreia Neves em Belo Horizonte estava em festa. Segundo o que emergiu, naquela hora Aécio recebeu um telefonema em que alguém lhe dizia que já estava com mais da metade dos votos válidos e já poderia ser considerado Presidente da República.

Sua filha Gabriela, sempre de acordo com o relato, fora às pressas para BH assim que soube que o pai abrira uma larga vantagem por volta das 17:40.

FHC ao tomar conhecimento da notícia já estava com tudo pronto para ir para Belo Horizonte.

No apartamento de Andreia o clima era de êxtase: abraços de parabéns pela sala e selfies com o novo presidente.

A festa foi subitamente interrompida as 19:32. Dilma tinha virado.

Clima no apê depois do choque de realidade

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segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Largo da Ordem recebe festa popular improvisada comemorando vitória de Dilma

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Cerca de 700 militantes e apoiadores de Dilma Rousseff dançaram e cantaram no Largo da Ordem, centro de Curitiba, ontem a partir das 21 horas, depois da confirmação do resultado das urnas.  Festa popular improvisada, mas com muita alegria e sem nenhum incidente.  A verdade venceu a mídia monopolista, a esperança venceu o ódio protofascista.

Dilma reeleita: alívio e alegria na vitória do povo brasileiro

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Ufa! A vitória da presidenta Dilma Rousseff, ao ser reeleita neste domingo (26) para mais um mandato na Presidência da República, desperta em primeiro lugar uma confortante sensação de alívio. A nação e o povo estão salvos da restauração conservadora e neoliberal e da regressão civilizacional que representaria o retorno do poder às mãos de uma coligação reacionária liderada pelo PSDB e seu candidato derrotado, Aécio Neves. 

Ninguém duvida, porque afinal a radicalização do debate entre posições que se polarizaram in extremis na fase final da campanha eleitoral obrigou o candidato derrotado e seus apoiadores a abrirem o jogo, no sentido de que, se Aécio vencesse a disputa, o governo central da República cairia nas mãos de uma camarilha golpista, revanchista, sôfrega e voluptuosa, pronta para liquidar as conquistas que ao longo dos últimos 12 anos fortaleceram a democracia e abriram o caminho para o progresso social. 

Esta ameaça de regressão é plena de significados, num país que, tendo sido ao longo de toda a sua história, à exceção de uns poucos hiatos, governado por classes dominantes retrógradas e subordinado ao imperialismo estadunidense, parecia eternamente fadado ao atraso, ao subdesenvolvimento, à dependência externa e à injustiça social mais perversa. 

Em momentos como este, vale lembrar as expressões dos sábios líderes políticos da esquerda – João Amazonas, do PCdoB, e Miguel Arraes, do PSB, que há 25 anos, ao lado do então candidato presidencial Luiz Inácio Lula da Silva, criaram a Frente Brasil Popular. Durante o governo do PSDB [1995-2002], o velho comunista chamava a atenção para a dramática encruzilhada histórica e para o perigo de uma tragédia nacional caso não se interrompesse o ciclo de entreguismo, opressão social e corrupção percorrido por aquela administração. Por seu turno, o velho socialista pernambucano advertia para o perigo de liquidação da independência nacional e até mesmo da integridade territorial se o governo persistisse naquele caminho. 

A intentona golpista por meio do monopólio dos meios de comunicação na 25ª hora da campanha eleitoral e as manifestações hostis a tudo o que é progressista, reformador e revolucionário promovidas pelos partidários do candidato derrotado são reveladoras das perigosas tendências e do rumo aventureiro em que embarcou a nova direita brasileira, nucleada pelo PSDB.

A vitória da presidenta Dilma desperta sensação de alívio também porque a restauração conservadora e neoliberal implicaria o retorno do Brasil à condição de vassalo das potências imperialistas, com uma política externa de subordinação aos Estados Unidos e à União Europeia e alinhamento com as posições sionistas, o abandono do papel de construtor de uma nova ordem de integração solidária da América Latina, de cooperação internacional e de paz.

Para além da sensação de alívio, a reeleição da presidenta Dilma Rousseff desperta imensa alegria e indescritível entusiasmo popular. Uma grande festa nacional, de norte a sul, leste a oeste, expressão do sentimento da vitória compartilhada pelos trabalhadores, a juventude, as mulheres, todo o povo brasileiro, as forças democráticas, patrióticas e progressistas, os partidos da coligação Com a Força do Povo e toda a militância, que deu tudo de si para vencer uma das mais acirradas disputas eleitorais de toda a história republicana. 

Durante mais de cem dias, enfrentaram-se, de um lado, as forças comprometidas com a emancipação nacional e social, com a construção do Brasil democrático, soberano e progressista, uma grande nação desenvolvida e forte, apanágio da justiça social e, de outro lado, as forças da opressão, da dependência e do entreguismo. Nesse enfrentamento, não houve lugar para hesitação, meio termo nem neutralidade. Tratava-se de uma opção pela salvação nacional, do prosseguimento com êxito de um caminho aberto com a primeira vitória, a 27 de outubro de 2002, quando Lula foi eleito. 

Na conquista desta vitória pesou favoravelmente o valor do povo e da militância, a energia investida no embate político, a força persuasiva de milhares de homens e mulheres imbuídos da inabalável convicção de que é indispensável para o futuro de liberdade, independência e justiça do Brasil perseverar no caminho democrático-popular hoje sob a liderança da presidenta Dilma. 

Na verdadeira saga que foi a luta pela reeleição, também teve influência ponderável a aliança ampla em torno da defesa das conquistas alcançadas e da decisão de realizar mais mudanças.

A vitória deste histórico 26 de outubro de 2014 é indissociável da liderança da presidenta Dilma, personalidade reta e luminosa que conquistou o carinho do povo, da sua lucidez e firmeza, da força emanada por aquilo que foi simbolicamente chamado de coração valente, da sua capacidade de aglutinação, da confiança e esperança que soube infundir nos partidos da coligação, na militância e em dezenas de milhões de eleitores. Dilma sai do embate político-eleitoral fortalecida como uma liderança de grande envergadura, capacitada a realizar um bom governo, consoante as expectativas do povo brasileiro.

Dilma Rousseff tem diante de si grandes desafios a enfrentar. Num cenário internacional marcado pela crise, por ameaças à soberania das nações, aos direitos dos povos e à paz; e num quadro nacional em que as forças conservadoras e neoliberais sinalizam com torpes manobras golpistas e anunciam que tudo farão para impedir que a presidenta governe, as forças progressistas que acabam de liderar a quarta vitória eleitoral consecutiva do povo brasileiro estão chamadas agora a tomar em suas mãos a bandeira das reformas estruturais democráticas e da intensificação das mudanças. 

O caminho está aberto para, através da unidade de amplas forças democráticas, populares e patrióticas e da mobilização do povo, o Brasil avançar na sua caminhada histórica e abrir novas perspectivas para construir uma nação progressista.
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domingo, 26 de outubro de 2014

Nunca esqueça em quem votou!

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Como fica óbvio pela figura acima, votei por mais um mandato da Presidenta Dilma. A única candidatura que permite esperança de um novo ciclo de mudanças de sentido progressista. A candidatura neoliberal do playboy mineiro significa claro retrocesso às medidas impopulares e recessivas da tenebrosa Era FHC (anos 1990).

Mas expus meu próprio comprovante eleitoral neste Blog para pedir uma coisa a todos os eleitores e eleitoras de meu estado, do meu país: ANOTEM os nomes das candidaturas que apoiaram nas urnas.  Meu método pessoal é simples: anoto na frente ou no verso do papelzinho entregue pela mesa eleitoral os nomes que escolhi e respectivos cargos. 

Tenho a memória escrita das candidaturas que apoiei desde eleições nos meados dos anos 1980. Sugiro, ou melhor, peço que todos façam o mesmo, seja no comprovantezinho ou noutro material, e que ele seja guardado junto com o título eleitoral.

É bem sabido que mais de metade dos eleitores não se lembra mais em quem votou passado um ano da eleição. Especialmente no caso de vereadores, deputados e senadores.  Depois, quer cobrar como?

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

O que pode - e deve - vir depois da capa da Veja

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Quando soube da capa da Veja, me ocorreu uma passagem que, algum tempo atrás, testemunhei em Londres. Os tabloides foram avançando cada vez mais em métodos indignos, desonestos e criminosos na busca de furos – e com eles leitores e anunciantes. Até que se soube que um tabloide de Murdoch, o News of the World, invadira a caixa postal de uma garota de treze anos sequestrada e morta.

Por Paulo Nogueira, no site Diário do Centro do Mundo

Acabou ali a festa.

Em menos de uma semana, em meio a uma torrencial comoção espalhada entre os britânicos, o centenário News of the World estava fechado.

Logo, repórteres, editores e altos executivos de empresas jornalísticas delinquentes começaram a ser investigados, processados e, em muitos casos, presos.

Não demorou muito e se estabeleceu um consenso na sociedade britânica: a imprensa tinha que ser submetida a novas regras. O regime de auto-regulação, como mostrou espetacularmente o caso do News of the World, fracassara.

Agora, os arranjos finais das novas regras estão em debate. Os tabloides nunca mais voltaram a fazer o que faziam impunemente.

Enxergo no jornal de Murdoch na cobertura do sequestro e morte da garota inglesa a Veja nesta capa às vésperas das eleições.

Certas passagens trágicas, e este é o lado positivo delas, têm o poder de transformar coisas ruins que de algum modo vão se acumulando.

Uma hora um limite é rompido – e a opinião pública berra um basta do qual não existe retorno.

A Veja não vai deixar de circular imediatamente como o News of the World.

Mas, como ficou claro na reação de Dilma, uma história de muitos anos acabou com a capa desta sexta e outra história só não vai se iniciar caso Aécio vença.

O que chegará ao fim, se Dilma ganhar, é um pacto não escrito entre a imprensa e sucessivos governos.

Este pacto estabelece, basicamente, o seguinte. A mídia dá uma cobertura amiga. Não investiga corrupção, por exemplo. Projeta uma imagem de bem-aventurança generalizada. Protege o poder.

Em troca, as grandes empresas recebem dinheiro público em doses avassaladoras. É publicidade, é compra de livros didáticos, é aquisição de lotes de revistas, é financiamento facilitado em bancos públicos.

É, enfim, uma coleção interminável de mamatas que levaram os donos das empresas a terem algumas das maiores fortunas do país.

Com FHC, o pacto funcionou esplendidamente. Tanto que a compra de votos para a emenda da reeleição jamais foi investigada com seriedade.


Os problemas começaram com Lula.

É curioso notar que a ruptura do pacto foi unilateral: partiu da imprensa. Talvez em dose não tão grande, mas ainda assim absurdamente elevada, a bilionária publicidade governamental continuou a fluir para as maiores companhias jornalísticas.

A Globo, como passamos a saber depois que a Secom decidiu divulgar seus gastos, recebe anualmente 600 milhões de reais em verbas publicitárias federais.

Quando você acrescenta a aquilo tudo recursos de governos estaduais e municipais, não é exagero dizer que as grandes empresas de mídia são virtualmente financiadas com dinheiro público.

A novidade que surgiu na era PT é que a mídia descobriu que poderia continuar a mamar sem dar as contrapartidas que sempre ofereceu aos governos amigos.

Foi então que começaram a brotar colunistas dedicados exclusivamente a atacar Lula em todas as mídias: jornais, revistas, rádios, televisão, internet.

Para a mídia, era o melhor dos mundos. O que era uma guerra fria no começo se tornou logo um batalha aberta. Não raro, denúncias sem nenhum fundamento passaram a ser publicadas como se fossem verdades indiscutíveis.

Colaborou para isso a Justiça brasileira, complacente com os crimes da imprensa, ao contrário do que ocorre em sociedades avançadas.

E o melhor, para as grandes empresas: ao mesmo tempo em que atacavam ferozmente o governo, sempre recolheram, no final de cada mês, o Mensalão das verbas publicitárias desse mesmo governo.

Para a sociedade, esse esquema é uma calamidade. É como se ela mesma pagasse para ser enganada e manipulada por jornais e revistas.

O objetivo é perpetuar um situação em que uns poucos – a começar pelos donos da mídia – tenham privilégios assombrosos. Você não consegue entender a desigualdade brasileira se não entender este pacto entre mídia e governos.

Por que o PT não rompeu um contrato tão sinistro para o país?

Esta é uma grande pergunta.

Numa visão benévola, defendida por alguns petistas, por “republicanismo” – expresso numa expressão de consequências funestas para os brasileiros: “mídia técnica”. É como se a mensagem fosse a seguinte: “Sou tão correto que encho a Globo de dinheiro mesmo sabendo que esse dinheiro vai dar em Mervais, Jabores, Sardenbergs etc.”

Numa visão menos benévola, por medo. Por insegurança. Por temer que a retaliação dos barões da imprensa.

Deu no que deu: nesta capa da Veja.

Se essa capa representar o fim de um pacto tenebroso para os brasileiros, teremos, paradoxalmente, que ser gratos a ela.

Dilma em Curitiba

Um comentário:
Dilma discursa para dez mil pessoas na Praça Generoso Marques, em Curitiba, na última sexta-feira.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Fracasso anunciado

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A assembleia do Sinditest no Anfiteatro 100 do Edifício D. Pedro I reuniu cerca de uma dúzia de pessoas.  Um símbolo do fracasso da ultra-sectária Diretoria do Sinditest em seu intento de fazer um "Congresso" sindical na marra.  Não deve estar sendo muito diferente em outras "assembleias" de discussão de mudanças no Estatuto do sindicato.  Enquanto o Brasil inteiro debate rumos para o país, as candidaturas Dilma e Aécio, o sindicato ultra-esquerdista acha que vai reunir gente para debater estatuto?  Doideira de quem está mesmo fora do compasso.

Só na cabeça de trotsquista fora da realidade e que despreza o diálogo com as demais correntes e lideranças políticas da categoria para tentar impor na marra um "Congreço" irreal. Desde o começo chamamos essa maluquice de "Congreço", assim mesmo, com cê cedilhado, para deixar claro que era uma roubada.  A realidade vai se mostrando.  Porque Congresso mesmo não vai ter.



sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Dilma faz hoje caminhada em Curitiba às 13 horas

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Concentração inicial de militantes e apoiadores na Praça Santos Andrade, nas escadarias da UFPR, a partir do meio-dia desta sexta-feira, 17/10.  A Presidenta Dilma chega às 13h00 para um breve discurso e em seguida começa a caminhada da vitória pela Rua das Flores até a Boca Maldita, local de encerramento.

Convidamos todos os membros da comunidade da UFPR que reconhecem importantes conquistas na Educação Pública e a necessidade de prosseguir avançando, contra o risco de retrocesso neoliberal personificado na candidatura tucana!

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Marchinha do novo Vice do Aécio

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Segundo a marchinha bombando na internet, o cambaleante presidenciável tirou o enferruscado Aloysio e botou outra coisa na vice-presidência...

UFPR tem Manifesto de apoio a Dilma

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Há alguns dias circula através do site UFPRcomDilma.com.br um MANIFESTO de membros da comunidade universitária (docentes, técnicos, estudantes) em apoio à reeleição da Presidenta Dilma Rousseff na eleição de 2. turno do próximo domingo 26 de outubro.  

Visite o site e manifeste seu apoio também.  O Blog NaLuta está nesta luta pelo prosseguimento dos avanços na Educação!

Leia abaixo a íntegra do Manifesto.


Por avanços, não só mudanças

Queremos mais; não queremos menos. A educação superior no Brasil, sobretudo a pública, avançou muito nos últimos 12 anos, fruto de governos que trataram a área como estratégica para o Estado.
A educação está no Bolsa Família, como instrumento para romper o ciclo da pobreza. É ela que ensina a pescar. A educação está na formação humana e inserção no mundo do trabalho, na expansão das escolas técnicas, na criação e multiplicação de campi dos institutos federais e no Pronatec.

Nos últimos 12 anos, foram criadas 14 universidades federais, 100 novos campi foram construídos. As universidades federais expandiram vagas, criaram cursos, ampliaram seu quadro docente e técnico, tiveram acesso a recursos de capital para reformas e construção de espaços físicos e investimentos em infraestrutura. O sistema federal praticamente dobrou de tamanho. Além disso, 700 mil jovens passaram a frequentar cursos superiores no sistema privado.

A educação superior é condição de autonomia material e intelectual dos cidadãos, seu direito, mas também o instrumento que propiciará os quadros que o país vai precisar, pois continuará crescendo nas próximas décadas. É a educação superior também a responsável por formar mais e melhores professores para darmos um salto de qualidade na educação fundamental e média do país.

Além disso, os últimos governos colocaram a ciência como central e estratégica para o desenvolvimento do Brasil como potência científica e não apenas como nação periférica. Convênios internacionais, compras com transferência de tecnologia e envio de estudantes e docentes para o exterior através do Ciência sem Fronteiras, tudo isso faz parte de uma visão articulada sobre o papel da educação para o país, uma visão tão clara sobre isso que levou à mudança no modelo de exploração do petróleo, garantindo que esta riqueza ficaria majoritariamente nas mãos do Estado e que formaria o Fundo Soberano, com 75% destinados para a Educação e 25% para a Saúde.

O petróleo é o nosso passaporte para o futuro, via desenvolvimento científico e via educação superior, com impactos na educação fundamental e média, tanto pelo maior aporte de recursos quanto pela formação de professores melhor capacitados nas universidades. É o nosso passaporte para uma saúde pública melhor.

Não queremos mudanças para trás. O espectro do governo Fernando Henrique Cardoso, quando a universidade sofria até para pagar a conta de luz, as vagas de professores aposentados não eram repostas e os salários ficaram congelados, ainda assusta, sim.

Mas o que se anuncia é pior. A educação superior pública não faz e nunca fez parte da visão de Estado do PSDB. Os recentes episódios na USP são só um exemplo. Para os tucanos, a educação superior é um segmento econômico, que deve ser tocado com a menor interferência possível do Estado.

Por outro lado, a campanha, com vazamentos seletivos, denúncias ainda não apuradas, coloca a Petrobras no centro do debate político. A mudança virá na forma de privatização supostamente legitimada pelas urnas, mudança no modelo de exploração do petróleo e mudança no fundo soberano, tudo em nome do combate à corrupção.

Queremos mais educação, não menos. Queremos a mudança que virá, a educação e a saúde que a nação precisa e o povo merece. Apoiamos, ainda que queiramos mais, as políticas nas áreas de educação implementadas nos governos Lula e Dilma, apoiamos o Fundo Soberano, apoiamos o futuro que virá, pelos passos que já foram dados. Apoiamos a mudança que já se desenha, não aquela que não confessa suas intenções e se camufla de slogan.

Pela educação, pelo Brasil, pedimos o apoio e o voto da sociedade em Dilma.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

De volta ao passado?

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De volta ao passado de arrocho salarial, alto desemprego, privatizações, arraso nos bancos públicos,  mínimas políticas sociais, sucateamento das Universidades Federais e PDVs?  Não!!

Querem a volta ao passado os muito "éticos" tucanos capachos dos EUA e o povo do voto nulo, como o PSTU, para quem "quanto pior, melhor".

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Promessa não cumprida. Mais uma. Adeus, transparência!

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Servidores e servidoras, no final de 2012, votaram na Chapa 1 para o Sinditest. A chapa venceu.  Quantos desses eleitores de boa fé se decepcionam hoje com as promessas que leram no material de propaganda bonitinho e combativo, mas que ficaram lá no indefeso papel que tudo aceita?

Na figura acima, o trecho daquele material de propaganda sobre "Setor Financeiro".  Como se pode ver, tudo muito bem cumprido pela Diretoria orientada pelo PSTU... Upa-la-lá!



Prestação de contas trimestral? Ninguém sabe, ninguém viu. Acho que só viu o intocável contador, que era para ser demitido desde março, e substituído, mas está lá impávido que nem Muhamad Ali.  E nenhuma assembleia de prestação de contas do exercício de 2013 nem do Fundo de Greve 2014 feita até agora.  Bonito exemplo de transparência! Vão ganhar o Prêmio do TCU.

Incorporação imediata das recomendações da Auditoria?  Em qual corpo incorporaram?  Imediata? Desde março se espera que encaminhem "perícias imobiliárias" e outras recomendações, mas também naaaaaada. Zeeeeeeeeero. Enrolação. Empurro-barriguismo militante.


Planos de Saúde? O pessoal do Plano Unimed sabe muito bem com quantos burros n'água deu a negociação com a operadora de plano de saúde.  Muita gente saindo do plano ou migrando para o bom e velho GEAP.

Aí está o quadro da realização das promessas financeiras de campanha da atual gestão "Sindicato é pra lutar".

Mas não se aflija, prezado filiado! A Diretoria propõe - nesse tal Congreço tratoraço de "reforma" estatutária de novembro - dobrar o valor da mensalidade sindical que você paga e então tudo se resolverá.  Para alguém se resolverá, falta saber quem.

Monopólio dos meios de comunicação é ruim para a democracia. Inclusive no sindicato

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Uma meia dúzia de famílias muito ricas controla os meios de comunicação de massa no Brasil. Famílias Marinho (Rede Globo), Frias (Folha de S. Paulo), Mesquita (Estadão), Civita (revista Veja), Abravanel (SBT) e outros sócios menores pintam e bordam em suas TV’s, rádios, revistas e jornais impressos, portais de internet, dizendo o que querem e tentando manipular a notícia a serviço desses grande grupos empresariais. Buscam moldar a opinião do cidadão comum conforme o interesse dos tubarões donos desse verdadeiro monopólio. São comuns os "assassinatos de reputação", ataques a pessoas que não lhes convêm, sem darem direito de resposta. E possuem forte equipe jurídica para ganhar processos judiciais.  Se o atacado é inocentado, foi acusado sem provas, não adianta mais tentar reaver seus direitos, reabilitar-se; teve sua reputação assassinada pela mídia.

Na Argentina, com a Ley de Medios, acabou-se com esse monopólio, há muito maior liberdade de expressão, sem censuras. Aqui no Brasil ainda estamos atrasados nisso, mas é uma luta urgente.

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Estupefaciente é ver, num sindicato de trabalhadores, sua Diretoria valer-se do mesmo expediente de virtual monopólio de alguns meios de comunicação (internet e materiais impressos) pagos por toda a categoria para lançar calúnias inverossímeis contra opositores que façam esta ou aquela crítica fundamentada.

Frente do Boletim de Oposição do Sinditest (Outubro/2014)

É o que está fazendo, de novo, a Diretoria do Sinditest, desesperada para realizar de qualquer maneira seu “Congreço” de mudança de Estatuto. Bastou ver algumas críticas da Oposição - modestamente lançadas por este Blog, em algumas postagens da rede social Facebook, num Manifesto/Abaixo-assinado e num Boletim impresso (ver figura acima) – e pronto! Desatou uma “noia” nos diretores ligados ao PSTU que os levou a impropérios e ataques fora de esquadro. Acusaram o golpe: estão isolados e fragilizados.

Atacam cegamente
, sem medir as palavras, como se pode ver por recentes matérias no site do Sinditest e no último “Boletim Especial da Reforma Estatutária”, do qual mostramos, torta mesmo, a figura de parte de uma página (abaixo). Torta porque é assim que essa Diretoria enxerga a realidade do movimento sindical, pelo viés tubular sectário de seu partido político sem voto.

Pedaço do infame "Boletim Especial" do Sinditest (Out/2014)

Com o dinheiro de TODOS os filiados, agridem servidores que sempre estiveram nas lutas desde a fundação do Sinditest, que já comandaram greves com conquistas, que já ajudaram a ampliar o patrimônio do sindicato. E lançam suas calúnias acrescentando fotos para não restar dúvida sobre quem são suas vítimas (poderiam pelo menos dar o crédito das fotos que usaram, não, senhora jornalista responsável?).

Direito de resposta sobre as calúnias? Nem pensar! Nessa mídia sindical de tempos PSTUístas do Sinditest, só a Diretoria fala, sozinha, e mais ninguém, autoproclamando-se dona exclusiva da verdade. Essa então a “democracia operária” alardeada pela presidente Carla Cobalchini em sua (re)posse em janeiro deste ano... Bela democracia do pensamento único!

Eis então situação análoga, dentro do movimento sindical do Sinditest, à do nosso país, constrangido por um monopólio das comunicações dos barões midiáticos. Na UFPR e UTFPR temos os barões ultraesquerdáticos.

Vocês, caros leitores, acham que se pode construir um movimento sindical unitário, democrático, de respeito recíproco, forte, em meio a essa torrente de preconceito e agressões emitida por quem, circunstancialmente, detém o poder político-econômico de imprimir jornais e publicar na internet usando o nome de uma entidade que é de todos?


Golpe da mídia monopolista para interferir na eleição presidencial

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Tarso Genro fala sobe o golpe midiático na eleição de 2014

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Aula de rua

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Uma praça no centro de São Paulo reuniu neste sábado (11) alguns elementos daquilo que talvez seja preciso buscar para devolver sentido à participação política, não só neste final de campanha, mas também depois dela – seja qual for o resultado da urna.

Por Saul Leblon, no site Carta Maior * 13/10/2014

Algumas centenas de pessoas, representantes do PT e do PSol, lideranças dos movimentos LGBT, cantores de rock e funkeiros da periferia, quilombolas, coletivos de jovens, lideranças estudantis, lideranças trabalhadoras e de organizações de bairros e uma filósofa.

Tão ecumênico quanto o formato, o repertório de difícil enquadramento em categorias convencionais teve momentos de comício, show, conversa, festa e aula.

Um pouco de cada coisa.

E tudo harmonizado pela dimensão humana resultante da dissolução formal entre palco e plateia.

Pense na subversão representada pelo renascimento dos blocos de bairro, à margem dos desfiles de carnaval capturados pelas redes de televisão e apartados da rua por grades & grana.

Foi um pouco essa ruptura que aflorou no encontro realizado no Largo do Arouche, no centro de São Paulo.

Nem tudo são flores.

A tarde de sol contrastava com as sombrias notícias emitidas pela “onda” que desde 5 de outubro vaticina a vitória incontornável do conservadorismo nas eleições presidenciais do próximo dia 26.

Longe da prostração que abate espíritos isolados, pautados pela emissão conservadora, o clima ali era de um renascimento na esperança de que algo pode ser feito, deve ser feito e será feito. E que o horizonte dessa resposta depende de decisões que compete às forças progressistas tomar.

A presença solidária e assertiva de lideranças do PSol, que vieram manifestar o apoio a Dilma no segundo turno, sugeria exatamente o oposto do funeral sorvido com precoce gula pelas elites endinheiradas e seu dispositivo midiático.

Coube ao deputado federal reeleito Jean Wyllys, do PSol, tornar claro o sentido de resistência que possa aglutinar o campo progressista de agora em diante – seja qual for o desfecho de outubro.

“Não vou negar o óbvio”, começou dizendo quase como se conversasse numa roda de amigos. “A vida dos brasileiros melhorou nos últimos anos. Digo por experiência familiar própria da minha gente pobre, em Alagoinha, no interior da Bahia. Mas também pelo que vi em debate recente na Universidade Federal da Bahia, onde estudei. O que antes era uma escola da elite branca, hoje é uma instituição com marcante presença negra e de jovens oriundos do povo”, testemunhou em intervenção coloquial, mas carregada de prontidão e urgência militante, que convergiu para um chamamento: “Nós sabemos o perigo que significaria um alinhamento conservador entre um Executivo dominado pelo PSDB e um Congresso de maciça presença de forças regressivas, como esse que foi eleito em 2014. Por isso, não poderia lavar as minhas mãos como Pilatos. Meu voto é Dilma, 13”.

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Fonte: Carta Maior. Figura obtida do Facebook de Jean Wyllys.

domingo, 12 de outubro de 2014

Resumo da "visão" política (maniqueísta e míope) do PSTU da Diretoria do Sinditest

6 comentários:

É como ilustrado na figurinha acima: à esquerda o demônio, à direita o santinho.

- PSTU: santinhos cheios de boa intenção, imaculados.

- O resto: demônios, 'agentes' do governo, traidores, sabotadores, 'farinha do mesmo saco' etc.

Sinceramente, caro leitor(a), você acredita nesta dicotomia tão infantil?  Se assim fosse, poder-se-ia mandar cartinha ao papa Francisco pedindo para canonizar esses militantes tão santificados. 

A Diretoria do Sinditest, aliás, vale-se dos recursos de todos os filiados para divulgar largamente seus ataques, calúnias e injúrias contra todos os que não seguem a cartilha de seu partido sem voto.  Em recentes matérias do site sindical, acusou alguns setores de oposição de serem todos 'farinha do mesmo saco', juntando em sua agressão o editor deste Blog, o conselheiro TAE Daniel, o servidor da base "Paraná" e o ex-presidente e vice de várias gestões, Dr. Antonio Néris (este hoje o único que exerce chefia delegada pela gestão Zaki).


Agora, caro leitor(a), veja que 'farinhas' estavam no mesmo saco na gestão tão recente de 2010-2011:

 Posse da gestão 2010-2011 do Sinditest (19/12/2009).

Isto mesmo! A presidente Carla, bem ao ladinho de Wilson Messias e do Dr. Antonio Néris, sob o benevolente olhar do reitor Zaki Akel.  Messias tomava posse como presidente, Néris como vice, e Carla como diretora de imprensa a serviço dos dois.

É também por causa dessa antiga cumplicidade dentro das Diretorias 2008 a 2011 - nas quais a Auditoria Externa feita em 2013 revelou graves irregularidades - que a gestão atual foge de prestar contas e corre loucamente para longe de ter de encaminhar as recomendações dos auditores.  Porque há rabinhos bem presos nessa história.

Esse pois é o PSTU dos santinhos éticos e "ultracombativos".  

Sem prestar contas do dinheiro pago pela categoria toda, ainda pretendem no seu "Congreço" golpista de novembro aprovar aumento em dobro da mensalidade sindical.  Otários que comprem essa conversa pra boi dormir.

Mobilização total de forças e mensagem clara, a chave da vitória

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A campanha do segundo turno da eleição presidencial, de curtíssima duração, começou com intensidade e elevado grau de conflitualidade política. Nela, dois aspectos se destacam: a mobilização total da militância, dos aliados e do povo e a nitidez da mensagem política. Em ambos, as forças progressistas levam vantagem. 

Criar uma onda vermelha em todo o país, construir a vitória com uma agenda intensa de atividades diárias, fazer uma campanha cara a cara, olho no olho, conversando com o eleitor, esclarecendo suas dúvidas, desmontando preconceitos, refutando mentiras, afirmando as ideias-força que levaram a maioria do eleitorado a votar em Dilma no primeiro turno – são as tarefas do cotidiano até 26 de outubro, de todos os que têm verdadeiros sentimentos de patriotismo e alimentam ideais de progresso social. O tempo é curto, a vitória precisa ser construída em cada minuto.

Mais de 10 mil militantes lotaram nesta quinta-feira (9), a quadra do Sindicato dos Bancários, no centro de São Paulo, numa plenária de mobilização. Sob o comando de Lula, que se mostrou otimista, vibrante, enérgico, sorridente e lúcido, a militância do PT, do PCdoB, outros partidos aliados, movimentos sindicais, juvenis e populares, foi dada a arrancada para vencer também em São Paulo, estado onde se concentra a classe operária e em que, no enfrentamento de uma classe dominante reacionária e opressora, sempre existiu um pulsante movimento popular e de trabalhadores. 




Desde a terça-feira (7), quando se reiniciou a campanha do segundo turno da eleição presidencial, a presidenta Dilma Rousseff não tem feito outra coisa senão mobilizar o povo, a militância, as forças políticas aliadas. Em caminhadas e plenárias que realizou no Piauí, na Bahia, em Sergipe e Alagoas, a candidata vitoriosa no primeiro turno tem deixado uma mensagem de esperança, luta e vontade de vencer, em nome da construção de um Brasil democrático, soberano, desenvolvido e socialmente justo. 

É este o papel de todas as forças políticas e sociais de esquerda, democráticas e populares. Mobilização e concentração total de forças, numa campanha que tem caráter e sentido histórico, porque está em jogo o presente e o futuro do país, estão em questão as conquistas sociais alcançadas com ingentes sacrifícios ao longo dos últimos 12 anos, em xeque o desenvolvimento nacional, a soberania e o papel integrador, solidário e pacifista do Brasil no mundo.

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Esqueça o povo: o “grande eleitor” nestas eleições pode ser o juiz Sérgio Moro

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Um declarado eleitor de Aécio Neves, o advogado criminalista Antonio Carlos de Almeida Prado, o Kakay, disse o seguinte ao blogueiro Josias de Souza, do UOL: “Houve uma grave instrumentalização do Poder Judiciário.”

Por Paulo Nogueira, no DCM

Kakay estava se referindo à liberação seletiva de trechos dos depoimentos em casos de delação premiada pelo juiz paranaense Sérgio Moro (foto acima).

Repito: Kakay disse a Josias que vai votar em Aécio. “Até fui a um jantar de adesão. (…) Alternância no poder é importante. Não quero que o Brasil fique fossilizado como São Paulo, administrado há duas décadas pelo PSDB.”

O ponto central de Kakay é: por que parte do vazamento é aberta e parte não, e justamente às vésperas de uma eleição presidencial?

Parece brincadeira. Aqui, tem segredo. Ali, é tudo aberto. Isto se chama instrumentalização. É muito grave. A poucos dias da eleição, as consequências são gravíssimas.”

Nada foi aberto, por exemplo, em relação ao que os depoimentos trazem sobre Eduardo Campos, cuja família acaba de declarar apoio a Aécio.

Por quê? A resposta mais provável é que por trás dos vazamentos estão razões políticas e partidárias, e não de justiça.

Para Kakay, o juiz Sérgio Moro “está fazendo um jogo extremamente perigoso” – mas não surpreendente.

Moro, no Mensalão, ajudou a juíza Rosa Weber em seus trabalhos. Rosa entrou para a história ao condenar Dirceu com as seguintes palavras: “Não tenho prova cabal contra Dirceu, mas vou condená-lo porque a literatura jurídica me permite.”

Neste exato momento, Moro é candidato à vaga de Joaquim Barbosa no Supremo. Eleito Aécio, quais serão suas chances?

Num artigo publicado na Folha algumas semanas atrás, Kakay escreveu que os brasileiros estavam diante da seguinte situação: um delator – Paulo Roberto Costa – poderia ser o “grande eleitor” nas eleições presidenciais.

Com base em acusações não investigadas e nem, muito menos, provadas. Em seu artigo, Kakay imaginava a seguinte situação: e se Costa decidisse, por algum motivo, citar Dilma? Os brasileiros, neste caso, teriam um novo presidente escolhido por um delator.

Na entrevista a Josias, Kakay voltou à mesma lógica, apenas com nome trocado.

O “grande eleitor”, agora, segundo ele, é o juiz Sérgio Moro.

E ele não precisa tirar uma self na cabine do voto para que saibamos quem é a sua escolha.

A Justiça brasileira fala como Justiça, se veste como Justiça, respira como Justiça – só não age como Justiça.

Pobre sociedade. Pobres brasileiros.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Sinditest não presta contas mas quer dobrar mensalidade dos filiados

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A Diretoria do PSTU, que se acha dona suprema do Sinditest, revelou ontem uma de suas intenções ao fazer o 'congreço' partidarizado que convocaram para outubro/novembro.  Quer dobrar o percentual descontado mensalmente dos filiados.  Acostumou-se com os 3 meses de desconto em dobro a título de Fundo para a fracassada greve deste ano, e agora pretende oficializar uma arrecadação regular mais polpuda.

Um debate desses talvez até pudesse ser feito em clima respeitoso e unitário, envolvendo todos os ativistas e grupos da categoria, se essa Diretoria prezasse o diálogo democrático e a transparência de suas contas.

Querem engordar o caixa do sindicato, mas deixaram, como manda o Estatuto, de prestar contas regulares do exercício de 2013.  Prometeram, ainda em campanha, exibir balancetes trimestrais em seu jornal impresso e no site da internet, mas nada apareceu.  Descontaram em dobro as mensalidades nos 3 meses que durou a greve da FASUBRA deste ano, e nem um pio de convocar uma assembleia em que mostrem como foi gasto o Fundo de Greve e qual o saldo que sobrou.

Prometeram ainda dar encaminhamento a diversas recomendações do Relatório da Auditoria externa feita em 2013.  Algum encaminhamento? Zero!  E nessas recomendações existem diretivas que envolvem certas somas altas.  Nada, puseram debaixo do tapete as revelações, e sentaram em cima.

Nem sequer o atual desconto de 0,5% é cobrado corretamente nos contracheques dos sindicalizados, pois os ávidos diretores ultraesquerdistas avançam até nas quantias dos benefícios, em vez de só descontarem sobre o vencimento básico.  Não, prezado/a filiado/a, eles caem em cima também de nacos do seu auxílio-alimentação, do auxílio-saúde e de outros benefícios que houver na receita do seu contracheque.

Gastam bastante divulgando unicamente as ideias do partido deles no jornal impresso pago por todos. Porém, não se dignam informar quais processos judiciais estão correndo no momento que podem penalizar o caixa do sindicato, em razão de má gerência: sabemos que um contrato precarizado de funcionário do sindicato feito na gestão Messias foi objeto de pagamento de multa. E que haveria ainda processo(s) de ex-funcionário(s) do Sinditest por assédio moral contra a Diretoria.  Disso nada é informado em detalhe à base que sustenta a entidade.

Conforme dito, tudo isso sem prestar contas. E ainda querem tirar mais da categoria. E para isso inventaram um Congresso partidarizado, com "assembleias" na base do trator sobre quem quer que discorde uma vírgula da cartilha do partido dominante na diretoria.  Essa é a atual farsa congressual pela qual sonham poder engabelar os TAEs da UFPR e UTFPR.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Diretoria do Sinditest usa recursos dos filiados para atender interesses do PSTU

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Os militantes do PSTU que controlam a Diretoria do Sinditest definiram com clareza seu objetivo imediato: filiar a entidade que é de todos os TAEs numa organização chamada Conlutas que lhe comerá 5% da receita bruta.  E querem fazer isso através de um suposto "Congresso do Sinditest", que já não se sabe se marcado para a semana final de outubro ou para começo de novembro.

Com 5% da arrecadação fornecida por todos os membros da base, ainda que a imensa maioria dos servidores sequer saiba o que significa a sigla "Conlutas", o PSTU do Sinditest assegurará um bom repasse de grana dos trabalhadores para seu partido sem voto na sociedade do Paraná.

Enorme a cara de pau dos diretores do Sinditest, tanto que publicaram jornal - pago por todos os servidores - que defende de antemão sua tese de filiação nessa central "sindical" mal conhecida.  Está lá, no "Jornal do Sinditest", edição de setembro/outubro, uma matéria defendendo descaradamente a filiação do Sinditest à "central" CSP-Conlutas.  Eles chamaram a base à inscrição de teses, mas antes de qualquer coisa, usando recursos de todos, já apresentam sua principal tese, em matéria assinada por Maria Carolina Felício.  Esta pessoa aparece como diagramadora do jornal, consta no expediente como "MTB 8400", ou seja, aparece como contratada do sindicato.  E fazendo matérias não jornalísticas, mas claramente partidárias!  Quer dizer que a Diretoria contrata pessoas não para fazer um jornal mas para elaborar panfletos partidários.

Até quando, perguntamo-nos, deixaremos um sindicato que deve ser de todos, ser tão clara e descaradamente, manipulado por um partido político como acontece na atual gestão?

Hora de dar um basta.  Hora de repudiar essa diretoria partidária e partidarizante, que usa o discurso de que está sempre "na luta" como pretexto para estar sempre extorquindo os recursos dos TAE para seu partido político estreito e sectário.


Abaixo o golpe do Congresso do PSTU! Não nos representam!

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Um Sindicato alienado e dois Congressos

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Depois das eleições de 5 de outubro, o Brasil está dividido ao meio. Entre o caminho de prosseguir nas mudanças progressistas, reelegendo Dilma presidenta, ou voltar aos tempos antidemocráticos de subserviência aos EUA e ao FMI, com o playboy Aécio Neves.  Esse o grande debate político do momento, cujo desfecho interessa a todos os brasileiros preocuopados com o rumo de seu país.

Alheia a isso, na categoria dos TAE da UFPR e UTFPR movimenta-se atabalhoadamente uma diretoria do Sinditest, convocando assembleias gerais e congressos para discutir o mérito da sua cicatriz umbilical.

Usando como pretexto o motivo justo de atualizar o Estatuto do Sinditest, a Diretoria presidida por Carla - aquela que assinou documentos a favor da venda criminosa dos terrenos do sindicato em Piraquara - resolveu convocar um "Congresso" do Sinditest.  Chamou-o para o começo de novembro.


De repente, não mais que de repente, a mesma Diretoria ultraesquerdista chama "outro" Congresso: publicou edital convocando um rosário de assembleias extraordinárias em diversos campi da UFPR e UTFPR entre 20 e 30 de outubro deste ano. Na pauta: alteração do Estatuto do Sinditest-PR.

Dizem os ultraesquerdistas do PSTU da Diretoria que essa série de assembleias seria para atingir o quorum determinado pelo Art. 87 do Estatuto (mínimo de 20% dos filiados, ou cerca de 1.200 pessoas).  Eles só não dizem como é que se dará o debate e a decisão nessas dezoito assembleias.  Não importa: só o que eles querem é juntar assinaturas dos trouxas que nelas comparecerem e não souberem que estão sendo manipulados por gente sem escrúpulos.

Objetivamente, há dois "Congressos" de mudança estatutária. Qualquer pessoa com um mínimo de bom senso e dignidade não participará dessa imensa farsa do PSTU, voltada unicamente para oficializar a transferência de recursos financeiros da base dos TAEs para esse partido sem voto na sociedade paranaense, através da filiação do Sindicato na central-mosaico Conlutas, que representa menos de 2,4% dos sindicatos do país.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

O golpe do Congresso no Sinditest

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Só trouxas participarão daquilo que a diretoria do Sinditest chama de "II Congresso do Sinditest". Os trouxas e os militantes do PSTU, que querem enfiar goela abaixo da categoria a filiação do sindicato à central-mosaico CSP-Conlutas.

Vejam só: eles não prestam contas de seu exercício financeiro desde 2012, não prestaram contas do uso do milionário Fundo da Greve (fracassada) de 2014, mas agora querem criar mais um elemento de despesa: 5% da receita bruta da categoria direcionada para uma "Central" Sindical que nada mais é que um ralo para drenar grana para o PSTU.

Vocês topam isso?

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Candidatos a deputado apoiados pelo Blog NaLuta

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É de amplo conhecimento que este Blog posiciona-se no campo do prosseguimento das mudanças iniciadas em 2003 no ciclo dos mandatos de Lula, o que significa apoiarmos firmemente a reeleição da presidenta Dilma Rousseff nas eleições do próximo domingo.

Este Blog tem lado e recomenda aos trabalhadores e trabalhadoras do Paraná o voto em duas combativas candidaturas a deputados estadual e federal.  Ambas do PC do Brasil (PCdoB).

Toni Reis, militante histórico (3 décadas!) de movimentos sociais pelos direitos humanos, e em especial os da comunidade LGBT, é candidato a deputado estadual sob número 65123.  Detalhadas informações sobre sua biografia e propostas estão no site www.tonireis.com.br

Aliel Machado, oriundo do movimento estudantil, eleito vereador em Ponta Grossa em 2012 e hoje Presidente da Câmara desse município, representa ao mesmo tempo garra, seriedade e a coragem da juventude. Ele disputa, com reais chances de sucesso segundo pesquisa do DIAP, uma vaga de deputado federal, com o número 6565. Clique aqui para conhece-lo melhor em sua página na rede Facebook.


Recomendamos e pedimos o voto para estes companheiros, sem sombra de dúvida merecedores da confiança de todos os trabalhadores do estado do Paraná!  Eleitos, serão uma voz poderosa na tribuna parlamentar e um apoio sólido para ajudar na organização e mobilização dos movimentos sociais progressistas.

Uma surpresa final para Marina

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Mais responsável do que ninguém por um eventual segundo turno, Marina corre o risco de ficar de fora - se ele ocorrer
Por Paulo Moreira Leite, em seu site

Uma cena decisiva da campanha de 2014 ocorreu num dos ultimos momentos do debate de ontem, quando Eduardo Jorge e Marina Silva se encontraram num momento pergunta-e-resposta.

Discutindo taxa de juros, politica econômica e crescimento, o candidato do PV falou uma verdade trivial. Condenou o rentismo, sistema de enriquecimento dos endinheirados brasileiros, que permite que investidores ganhem dinheiro na ciranda financeira enquanto “passeiam pela Europa.” Falou que a taxa de juros precisa cair para que o trabalhador tenha crédito para consumir e para que o empresário possa pegar empréstimos no banco para investir. Eduardo Jorge disse que os juros deveriam estar “um pouco acima da inflação, como é no mundo todo” e não nos patamares de hoje — a taxa Selic se encontra em 10,9%.

Na prática, Eduardo Jorge foi simpaticamente demagógico em sua colocação, e tentou facilitar as coisas para Marina. Deixou de lembrar que, mesmo em seu patamar atual, a taxa de juros é uma das menores da história e se houve um nível mais baixo, ele foi atingido em agosto de 2011 e nos meses seguintes, no próprio governo Dilma. Candidato de um partido que definiu como conservador, reformista e revolucionário, Eduardo levantou a bola, deixando a platéia presente ao debate na espectativa de que Marina ajeitasse para um golaço.

O que se viu foi uma cena surpreendente. A candidata do PSB ficou em silêncio, como se estivesse em dúvida e precisasse pensar muito para maldizer os juros altos.

Quando abriu a boca, foi para usar palavras de economistas conservadores: disse que os juros se tornaram altos no Brasil porque o governo não controla os gastos nem a inflação.

Eu não esperava que Marina reconhecesse que o discurso exagerado sobre o fantasma do “descontrole inflacionário”, muito mais imaginário do que real, foi uma das bandeiras dos aliados do sistema financeiro para pressionar o Banco Central a reajustar os juros a partir de 2013, numa intervenção que ajudou a prejudicar o crescimento no final do governo Dilma. Também não pensava que Marina fosse capaz de denunciar os lucros espetaculares dos bancos brasileiros, em larga medida assegurados pelo patamar dos juros. Mas achava que ela teria coragem de defender o crescimento e o emprego, lembrando que os juros baixos são condição para o investimento produtivo. Para quem não perdeu o costume de lembrar sua origem no “seringal”, e ontem recordou sua passagem pela direção da CUT do Acre, seria uma oportunidade e tanto, vamos combinar.

A resposta evasiva de Marina demonstra que o principal traço de sua atual personalidade política são os compromissos com o mercado financeiro. Tão profundos que a candidata não se permitiu, sequer, uma bravata demagógica nesse campo — embora tivesse tirado o 13o. do Bolsa Família do colete, num ato tão repetino que era razoável perguntar se só lembrou do Natal no último debate.

Em sua última aparição antes da caminhada às urnas, preferiu mostrar-se confiável aos senhores (e senhoras, como Neca Setubal) que têm nas mãos os fios que pressionam os governos, todos eles, e fazem a economia andar conforme seu gosto. Foi uma cena didática.

Na fase atual da campanha, o desmanche da candidatura Marina Silva provoca analistas e politicólogos. Um dos responsáveis reais pelo desastre já achou outro culpado: “é o marketing selvagem Dilma x Marina, calcado na exploração da credulidade, na mentira calculada e na excitação do medo”, escreve Eduardo Gianetti, o bom-moço do conservadorismo radical que ficou tempo demais na vitrine eleitoral de 2014 para que suas ideias impopulares não pudessem ser reconhecidas pelo eleitorado.

Dilma engole Aécio. Bláblá perde a cabeça

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Bláblá já tinha agredido Luciana Genro. Olha o Rogerio Cerqueira Leite …
Por Paulo Henrique Amorim, no site Conversa Afiada
Pouco depois da meia noite, Bláblá mostrou as garras, no debate da Globo. Ela veio com o blablarismo da corrupção. E que a Dilma não tinha cumprido o que prometeu.

Dilma lembrou que o Brasil pratica hoje as taxas de juros mais baixas da História. E que o Governo dela não tinha Engavetador; Governo que deu autonomia ao Ministério Público e à Policia Federal.

Nós investigamos”, disse Dilma.

E aí, Dilma lembrou que o diretor do Ibama, na gestão da Bláblá, ela, Dilma, demitiu por “desvio de recursos”.  E nem por isso acusou a Bláblá de corrupção.  E lembrou que a corrupção no metrô de São Paulo foi investigada pela Suiça.

O tempo se esgotou.

Aí, Bláblá perdeu a cabeça e tentou manter a discussão, com tom de voz mais alto, com o microfone desligado.

Em seguida, Dilma se esmerou em desmontar o Arrocho.

Lembrou que o Governo dele (e FHC e Cerra) quebrou o Brasil tres vezes, se ajoelhou diante do FMI, e o Ministro da Fazenda dele – o Arminio NauFraga – praticou a taxa de juros (45%) mais alta da História.  E sobre o Bolsa-família, se o [Programa] Bolsa do FHC era de 5 milhões de pessoas, o meu, disse Dilma, é de 56 milhões !

Arrocho, nervoso, acusou Dilma de repetir o que o marqueteiro, João Santana diz…

Arrocho também tinha perdido o prumo quando Luciano Genro o apertou.


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No debate da Globo, o sutil recado de Dilma a Marina sobre corrupção: eu sei o que seus assessores fizeram no passado

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O debate na Globo reforçou a possibilidade, ainda que remota, de Dilma vencer ainda no primeiro turno, conquistando a maioria dos votos dos indecisos; e a possibilidade de que, havendo segundo turno, o adversário da presidente seja Aécio Neves.  Trocando em miúdos, Marina Silva — claramente abatida — foi a grande derrotada da noite.

Por Luiz Carlos Azenha, no site Viomundo

Luciana Genro fez, no conjunto, a melhor apresentação no debate da TV Globo. O ponto alto foi quando massacrou, com argumentos, o candidato Levy Fidelix, quando ambos discutiram a união civil de homossexuais. Fidelix, aliás, também apanhou no tema de Eduardo Jorge, do PV, de tal forma que saiu completamente transtornado da discussão.  

Fidelix, como se sabe, marcou o debate anterior, na TV Record, ao dizer grosseiramente que “o aparelho excretor não reproduz”.

Dilma Rousseff teve uma boa atuação, especialmente porque conseguiu conectar seu discurso com o que os telespectadores haviam visto, horas antes, no último programa eleitoral do PT. A ênfase do programa foi no convencimento dos eleitores de que Dilma, afinal, representa a “verdadeira mudança”. O marqueteiro petista conseguiu adiantar a ideia de que Dilma tem a experiência para mudar com segurança. O ex-presidente Lula apareceu duas vezes no programa. Numa delas, repetiu o discurso de que seu segundo mandato foi o melhor que o primeiro.

A presidente começou bem, se adiantando às críticas de oposicionistas sobre a corrupção. Discorreu sobre as medidas que tomará para combatê-la. Dilma não fugiu a confrontos. Quando teve a oportunidade, escolheu o enfrentamento direto com Marina Silva e Aécio Neves.

Emplacou um ponto importante ao dizer que, se os eleitores querem a continuação dos programas sociais — que os adversários Marina e Aécio prometeram continuar –, o melhor a fazer é reelegendo quem os concebeu.

O ponto alto de Dilma foi quando enfrentou Marina na questão da independência do Banco Central. “Eu sugiro que a senhora leia o que está escrito em seu programa”, alfinetou a presidente, antes de descrever os prejuízos que o BC legalmente independente acarretaria.

Debate da Globo não teve vencedor, por isso Dilma venceu

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Para o horário em que ocorreu, o debate da Globo teve até boa audiência, chegando a 19 pontos no Ibope – isso para quem acredita no Ibope, claro. Mas, seja como for, até por conta da proximidade da eleição, o debate foi assistido ao menos pelos setores das classes média e alta que podem ir dormir por volta das duas da manhã.

Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania

Claro que os efeitos de um debate como aquele não se restringem a quem assistiu. Durante a campanha, os candidatos levam trechos para seus programas eleitorais, onde fazem a edição que interessa a cada um. Mas como o debate da Globo ocorreu após o término da propaganda eleitoral no rádio e na tevê, caberá à mídia, à blogosfera e às redes sociais destacarem o que quiserem.

Entretanto, apesar da tendenciosidade que previsivelmente guiará a grande mídia e até as mídias alternativas, com cada um puxando a sardinha para o seu lado, não se verá em 2014 o que se viu, por exemplo, em 1989, quando a Globo fez uma edição criminosa do debate entre Fernando Collor e Lula, privilegiando o primeiro. A política, hoje, não comporta mais tais armações.

Antes do debate da Globo, em blogs e em grupos nas redes sociais simpáticos a Dilma, muitos advogavam a tese de que a presidenta não deveria comparecer ao debate da maior emissora do país porque esta lhe prepararia alguma armadilha ou favoreceria alguma armação de algum adversário. Porém, nada disso aconteceu.

Apesar dos momentos tensos, como quando Luciana Genro e Eduardo Jorge chegaram a dizer a Levy Fidelix que ele cometeu um crime ao insultar e caluniar milhões de homossexuais em rede nacional, ou quando Dilma e Marina, Marina e Aécio, Luciana e Aécio bateram boca, não houve vencedores.

Ou melhor, um dos debatedores foi poupado: o “pastor” Everaldo, que permaneceu no ataque, mas não foi atacado por ninguém. Talvez por isso tenha perdido, em vez de ganhar, pois foi solenemente ignorado por todos, apesar de atacar Dilma sistematicamente, assim como Levy Fidelix.

Aliás, foi nesse ponto que Aécio e Marina perderam ao fazer “dobradinhas” com os dois “candidatos da família”. Muita gente racional e integrante do século XXI por certo não gostou de ver tanto Aécio quanto Marina de mãozinhas dadas com Fidelix e Everaldo, atacando Dilma.

Todos apanharam muito. Aécio, após a primeira ofensiva contra Dilma, na sequência encarou Marina, que acusou o cinismo do tucano, que cobra corrupção dos outros mas tem várias pendências nessa questão – acusa o mensalão petista, mas finge que não existe o mensalão tucano. Em resposta, Aécio apontou as contradições de Marina, referendando o que diz Dilma sobre a adversária.