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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Auditoria do Sinditest - como ficam a divulgação e os desdobramentos?

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Uma auditoria nas contas do período recente das administrações do Sinditest (em especial as gestões de Wilson Messias) foi aprovada em uma assembleia geral dos técnicos em 31/01/2012.  A seguir, a diretoria presidida por Carla Cobalchini empurrou com a barriga a efetivação da medida por 1 ano e meio, alegando dificuldades de caixa para pagar os serviços de auditores.

Em meados de 2013, a diretoria do Sinditest anunciou ter finalmente contratado uma empresa para realizar a auditoria, a Concept.  Essa firma teria produzido um relatório no final de outubro, cujo conteúdo integral é desconhecido da base filiada do sindicato e que, no máximo, teve uma descrição de seus achados através de matéria escrita por um diretor do Sinditest em 21/10/2013 no site do Sinditest.

Permanecem questões. O relatório da auditoria está concluído? Que irregularidades foram encontradas? A Diretoria do sindicato fará uma assembleia para apresentar esse relatório da auditoria? Os responsáveis pelas irregularidades serão chamados a dar satisfações? As recomendações dadas no relatório serão encaminhadas pela atual Diretoria?

Absolutamente nada mais acerca da auditoria tem sido veiculado pela Diretoria do Sinditest nas últimas semanas. Até parece que querem que a base filiada esqueça que um dia foi chamada a tal auditoria.

domingo, 25 de setembro de 2011

Ato por ética e transparência na Câmara de Vereadores. Sinditest vai?

Um comentário:
Até a Ordem dos Advogados e os bispos da CNBB apoiam a movimentação para esclarecer as mutretas patrocinadas pelo presidente da Câmara de Vereadores de Curitiba, João Cláudio Derosso (PSDB).  A Comissão de Ética da Câmara já propôs uma punição de suspensão do mandato de Derosso por 3 meses.  Lideranças populares, entidades e partidos tem-se articulado no sentido de mobilizar a população para que a CPI já instalada não dê em pizza.  Para isso, foi convocado um Ato Público para dia 28/9 (quarta-feira), a partir das 9 da manhã, nas escadarias da UFPR na Praça Santos Andrade.

O Sinditest vai comparecer?  A Diretoria "Sindicato Para Todos", dos caciques Messias-Pinóquio e Dr. Néris, vai incentivar os servidores a participarem dessa luta pela ética e transparência na Câmara Municipal? Ou já encontram-se tão mergulhados na própria campanha para se reelegerem, que não querem saber de mais nada além de garantir seu próprio osso?

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

A mentira deslavada do presidente do Sinditest sobre o desconto da mensalidade

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Na matéria deste Blog "Desconto da mensalidade do Sinditest - um exemplo concreto de números que não batem", de 3 de julho, denunciamos que a Diretoria do sindicato vem procedendo arbitrariamente para descontar o 0,5% no contracheque dos filiados.  Uma cópia impressa dessa matéria foi distribuída ontem aos participantes da assembleia de greve da UFPR, para embasar a proposta do servidor Dodô de regulamentar de vez essa questão.  Dodô propôs apenas que a assembleia definisse que o desconto de 0,5% seja feito exclusivamente sobre o valor do vencimento básico e não sobre o salário bruto, pois isto implica em abocanhar um pedaço dos benefícios (adicionais, auxílo-alimentação etc).

Pego com a boca na botija, o presidente Wilson Messias reagiu na hora.  E não hesitou em recorrer à mentira para enganar os mais de 200 colegas que acompanharam a assembleia.  Com inefável cara de pau, disse que esse assunto não podia ser regulamentado por uma assembleia extraordinária pois seria algo já definido pelo Estatuto da entidade.  E que, para modificar o Estatuto, precisa-se de um Congresso da categoria, cujo quorum é tão alto quanto mais de 3 mil participantes...

Quando uma cópia do Estatuto do Sinditest foi levada à Mesa para que o presidente Messias apontasse onde estava o artigo que manda descontar 0,5% sobre o salário bruto, ele ficou pateticamente folheando e folheando... sem sucesso, claro, pois esse artigo não existe!  A mentira ia mostrar suas perninhas curtas diante de todos.

Mas o presidente do Sinditest não se deu por achado.  Às pressas, mandou um funcionário do sindicato reproduzir centenas de cópias da ata de fundação do sindicato, de 1992, onde existe uma passagem orientando que o desconto da mensalidade fosse de 0,5% sobre o "vencimento bruto percebido pelo sindicalizado".

Com esta nova justificativa, Messias passou da mentira à contradição com sua própria fala anterior.  Antes disse que a coisa estava prevista no Estatuto, e não está.  Depois, recorreu à ata de uma assembleia extraordinária dos servidores, cuja autoridade para decidir é inferior à de um Congresso, o qual realizou-se em 1994 aprovando um Estatuto onde nada se define quanto ao valor em que se aplica o desconto.

Em vez de reconhecer que é injusto promover desconto sndical em cima dos benefícios, o presidente do Sinditest preferiu falar mais bobagem: defendeu que a mensalidade deveria ter valor fixo para todos os filiados.  Ou seja, defendeu a lógica perversa do atual sistema de impostos brasileiro, que cobra do pobre o mesmo que cobra do rico! (Aliás, proporcionalmente onera mais o pobre que o rico.)  Não há ricos na categoria, mas o obviamente justo é que cada um possa contribuir na medida do que recebe através de seu vencimento básico.

O fato é que já se constatou há um bom tempo que o desconto de 0,5% nem é feito sobre o vencimento básico nem sobre o salário bruto inteiro, como explicou a matéria deste Blog acima citada.  Contudo, o valor descontado sempre fica acima do valor do vencimento básico, o que para nós é uma injustiça.  Mesmo que o valor, para cada pessoa, pareça pequeno, na somatória dos mais de 5 mil filiados, perfaz uma boa quantia, e deste "plus" os caciques Messias e Dr. Néris da gestão "Sindicato Para Todos" (todos!!) não abrem mão.  Não largam o osso.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

É pau, é pedra... e a cobrança da base sobre a transparência das contas do Sinditest

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Prêmio Óleo de Peroba

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Guardem bem o que o tesoureiro-geral da gestão "Sindicato Para Todos" (todos!) do Sinditest afirma neste vídeo. Jonas Pinto, servidor da FUNPAR, foi até a assembleia de greve de ontem (30) para apresentar o que ele chama de "prestação de contas" dos gastos da greve do pessoal do RJU.  Pessoas da plateia cobraram que uma prestação de contas digna do nome deveria trazer junto as cópias dos documentos contábeis e notas fiscais.  Jonas, em réplica, diz que tudo estaria "aberto" à consulta de todos no sindicato.

Haja peroba.  Mais uma vez registramos aqui que nunca essa gestão que vem desde 2008 entregou documentos e/ou informações de boa vontade quando simples filiados os solicitaram, em alguns casos protocolando ofícios por escrito junto ao sindicato.  Nunca essa gestão "Sindicato Para Todos", presidida por Wilson Messias e Dr. Néris, fez prestação de contas do modo e no prazo determinados pelo Estatuto do Sinditest.

Os membros da gestão "Sindicato Para Todos" (2008-2009 e 2010-2011) só fizeram isso obrigados pela Justiça, em função de denúncias de irregularidades levadas ao Ministério Público pelo servidor Gessimiel "Paraná" desde fins de 2009.  E, ainda assim, prestações de contas em assembleias fora do prazo do Estatuto e realizadas inadequadamente, também sem apresentação de cópias dos documentos contábeis.  Por fim, registre-se que nunca foi convocada a assembleia de prestação de contas de 2010, que, pelo Estatuto, deveria ter ocorrido até 31 de março deste ano.

Então, valeria a pena que os/as participantes da greve, ouvindo palavras tão convidativas do tesoureiro Jonas, experimentassem ir até a sede do Sinditest para conferir o que ele diz que é um "sistema" aberto à consulta de todos. Porém, cuidado com a lábia da turma enfatiotada.

domingo, 21 de agosto de 2011

Dossiê "Sindicato Para Todos" - uma ponta do iceberg

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O servidor Gessimiel "Paraná" Germano tem sido incansável perseguidor da verdade sobre diversas ações levadas a cabo no Sinditest pelo grupo que se denomina "Sindicato Para Todos". Ações das quais há muitos elementos que levantam suspeitas de irregularidade. No vídeo acima,ele chama atenção para documentos e evidências que conseguiu reunir, cuja íntegra está nos seis links abaixo. 

Ao clicar num link, abre-se uma página com o botão “Download Now”. Depois de clicar, aparecerá uma tela de espera. Assim que o contador de segundos de espera zerar, surgirá o botão “Download File Now”; clique nele e um arquivo em PDF começará a ser baixado. Não há risco, os links são seguros.

Peões e ex-peões de Vilson Kachel na disputa eleitoral da ASUFEPAR

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Em 1. de setembro ocorre a eleição da nova diretoria da Asufepar, disputada por duas chapas.  Componentes de ambas estavam, até poucos meses atrás, todos no mesmo barco da diretoria atual.  Eram todos marinheiros da embarcação sob o rebenque do capitão-gancho Kachel.  Da antiga tripulação, alguns discípulos pularam foram do barco, finalmente descobrindo que tipo de grande dirigente e amigão é o sr. Kachel.  E assim dividiram-se entre uma chapa de situação (1) e uma de oposição (2).

Para continuar o reinado kachelista na Asufepar, apresenta-se candidato a presidente o testa-de-ferro Sérgio Fernando Borba.  "Turma do baralho" é como as más línguas chamam a Chapa 1, cujo nome - "Unir e Crescer" - dá o que pensar... Unir os que se fazem de cegos para todos os rolos da Asufepar para fazer crescer o prestígio pessoal do grande líder?  E com isso ajudá-lo a continuar sendo forte cabo eleitoral do reitor Zaki Akel, suposto candidato à reeleição à reitoria em 2012?

Pela oposição, os que desembarcaram tardiamente do veleiro kachelista, formando a Chapa 2, encabeçada por José Carlos Belotto, antigo amigo do peito do ingrato Kachel.  "Novos Rumos" para a Asufepar é o que promete Belotto e sua equipe, em cujo panfleto de propaganda se dizem "insatisfeitos com o modelo de administração imposta nos últimos anos com a deterioração dos valores e princípios democráticos".  Na linha dessa crítica, a Chapa 2 avalia que "a atual administração [de Kachel] prendeu-se no objetivo de conseguir projeção e prestígio pessoal do atual presidente, esquecendo-se de cuidar dos interesses da associação...".

Puxa, pena que somente agora Belotto e Cia. descobriram quem é, e o que pretende, o servidor Kachel!  Andavam cegos e surdos?  Com a capacidade de avaliação política embotada por laços de amizade com quem deleitava-se em apunhalar pelas costas?  Apesar dos pesares, antes tarde do que nunca...

Uma vez mais lembramos aos filiados da Asufepar que forem votar: não está em jogo aqui apenas a eleição de uma diretoria de uma associação recreativo-cultural de servidores técnicos e docentes.  A vitória da Chapa 1 com certeza significará a continuidade de um "aparelho" de influência política nas mãos de alguém que tem-se mostrado escasso de escrúpulos; e isso terá papel na eleição de reitor de 2012.  A Chapa 2 pretende "Novos Rumos", e nesses rumos novos espera-se que haja coragem para não só mudar práticas no futuro, incluindo a da transparência administrativa, mas também ser capaz de meter o dedo a fundo nas mazelas do passado.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Vice-presidente do Sinditest tem surto patronal durante assembleia de greve

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Já chegava ao fim a assembleia de greve de 19/7, no RU, quando um servidor da UFPR-Litoral apresentou um informe sobre um pequeno entrevero ocorrido na Central de Transportes em Matinhos.  Um pouco confusamente, o servidor relatou que um empregado terceirizado da Centran chamara os técnicos grevistas de "vagabundos".

Atropelando a fala do colega do litoral, o Dr. Néris, que conduzia a mesa da assembleia, propôs-se brigar pela imediata demissão do trabalhador terceirizado da Centran, por causa daquela declaração desrespeitosa com a greve.  E acrescentou que, se o próprio Comando Local de Greve não tomasse providências, ele pessoalmente iria se empenhar para por na rua o trabalhador de língua descuidada.

Muitos servidores que presenciaram a fala destemperada do vice-presidente do Sinditest se entreolharam, surpresos com aquela intenção.  Um sindicalista lutar pela demissão de um trabalhador?  Só por um deslize verbal? Um empregado de empresa terceirizada, de condições de trabalho notoriamente precárias, e que deve ganhar mal para trabalhar na Centran?  Um evidente exagero.  Se o terceirizado cometeu um desrespeito com os servidores grevistas, merece dura crítica por isso, mas nunca ter seu ganha-pão tirado por causa do surto patronal de um sindicalista nervosinho!

Não é a primeira vez que o Dr. Neris exercita seu autoritarismo contra os mais fracos.  Como os tesoureiros do Sinditest estão politicamente sob seu comando, é ele uma espécie de patrão-mor dos funcionários do Sinditest.  Em 2009, por nutrir desconfianças sem causa real contra uma funcionária do sindicato, ele a demitiu sumariamente.  Pouco tempo depois, caindo na real e vendo a injustiça que cometera, tentou se desculpar e propôs àquela trabalhadora que voltasse ao sindicato.  Em defesa de sua dignidade, ela recusou. A maldade já estava feita.

"Patrão bom é patrão morto!" é um bordão que o Dr. Néris gostava de repetir em assembleias sindicais, para tentar se mostrar defensor número 1 dos trabalhadores.  Logo se vê que isso não se aplica a ele quando age como patrão, ou já se teria suicidado...

domingo, 3 de julho de 2011

Desconto da mensalidade do Sinditest - um exemplo concreto de números que não batem

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Na figura acima (clique nela para ampliar) está o contracheque de maio/2011 de um servidor da UFPR, classe D.  Os números falam por si mesmos.  Por deliberação já antiga de assembleia geral do Sinditest, o percentual a descontar no contracheque de cada filiado, como mensalidade regular, é de 0,5%.  O que está gerando confusão e dúvidas é sobre o quê se aplica esse percentual.

No exemplo acima, o desconto é de R$15,88, o que representa 0,6% sobre o vencimento básico bruto. São R$2,44 a mais, aparentemente um valor irrisório visto sozinho, mas, se isso ocorre sobre todos os contracheques (e com valores bem diferentes), a soma final não é de se desprezar.

Na ficha de filiação posta no site do Sinditest, pode-se ler o seguinte:


"Eu, acima identificado e abaixo assinado, solicito a filiação ao SINDITEST-PR com atualização de meus dados cadastrais. Também autorizo o desconto de 0,5% (zero vírgula cinco por cento) do meu salário bruto como taxa mensal de filiação, a ser descontado em folha de pagamento."


Ora, se fosse 0,5% sobre todo o salário bruto (acrescentando ao vencimento básico, no exemplo acima, anuênio, auxílio-alimentação e auxílio-saúde), os valores também não batem, pois então o desconto deveria ser de R$16,43.  Entretanto, fazer incidir a mensalidade sindical também sobre os benefícios e outras rubricas de receita seria errado e injusto.

No exemplo dado, a soma de receitas que mais se aproxima da mensalidade realmente descontada é Vencimento Básico + Anuênio + Auxílio-Alimentação, pois o desconto resultaria em R$15,90.  Mas esta combinação também é injustificada.

Conversando com diversos servidores, eles igualmente notam disparidades em seus contracheques no desconto da mensalidade, e não sabem por quê.

Então, como sempre em defesa da transparência, a Diretoria do Sinditest poderia ter a boa vontade de explicar a todos os seus filiados como sua Tesouraria procede ao desconto desses valores nos contracheques.  Sem subterfúgios nem pretextos ou argumentações politiqueiras.

Defendemos firmemente que um sindicato tem que buscar sua força e sustentação material sobretudo em seus próprios filiados, como uma das condições de independência política de classe.  Em ocasiões de forte acirramento de lutas ou de excepcionalidade, uma entidade sindical tem inclusive o direito de propor a elevação da contribuição dos trabalhadores.  Porém isso tem que ser feito com plena democracia e transparência, para que se preserve a credibilidade e confiança dos trabalhadores na união sindical que organizaram.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Assembleia de greve em 5 de julho poderá ter transmissão pela internet

7 comentários:
Em conversações com colegas que mantem o Blog oficial da Greve em Curitiba e da Biblioteca Central (pela proximidade com o salão do RU Central da UFPR), estamos agilizando preparativos técnicos para a transmissão ao vivo, pela internet, da próxima assembleia geral do Sinditest em 5 de julho.

Em seguida à assembleia de 5/7, marcada a partir de 08h30, os servidores farão passeata até a praça Santos Andrade, onde encontrarão outras categorias federais para realizar um Ato de âmbito nacional pelas reivindicações comuns dos SPFs.

Todos os servidores da UFPR e UTFPR que não puderem estar presentes nessas atividades, e quiserem acompanhá-las, poderão faze-lo através do Blog da Greve ou deste Blog NaLuta. E ainda, se dispusermos de pessoal para monitorar o ambiente de chat (bate-papo) acoplado à TwitCam, os colegas à distância que tiverem conta no Twitter podem se logar e interagir enviando opiniões e perguntas enquanto durar a transmissão.

A depender da operacionalidade de equipamentos de conexão de internet 3G móvel, talvez também a passeata e ato públicos do dia 5 possam ser transmitidos ao vivo direto da rua. Fique ligado.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Quem te viu, quem te vê, "Dr" Neris...

16 comentários:
A atividade blogueira é necessariamente colaborativa.  É também graças a valiosas contribuições e informações de variadas fontes que este Blog prossegue revelando coisas que alguns querem esconder e reafirmando posições críticas em defesa da máxima transparência. No Sinditest, na UFPR e nas instâncias que lidam com o que é público e coletivo da maior universidade federal do Paraná.

Se algum desavisado ainda não sabe, o atual vice-presidente do Sinditest, o Dr. Neris, com seu indefectível terno e gravata, é candidatíssimo a voltar a ser presidente do sindicato na eleição do fim de ano.  Porém, quando as coisas não saem do jeito que ele gosta, tenta tirar o corpo fora das cobranças da base. Explicamos.

A este Blog chegou o relato de uma fonte, que trabalha pela FUNPAR no HC, sobre o desfecho do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) dessa categoria regida pela CLT. Entre abril e junho, a cada ano, os trabalhadores da FUNPAR se mobilizam para conseguir um ACT razoável.  Não vamos falar aqui do ACT em si (pode ficar para outra postagem), mas sim da postura dos dirigentes do Sinditest, em particular do Dr. Neris, sobre uma obrigação da qual vinha fugindo.

O desconto do salário de um dia de trabalho do empregado da FUNPAR, como paga adicional ao sindicato pelo fechamento do ACT (chamado de taxa de reversão), não é obrigatório, mas para evitá-lo os trabalhadores precisam da assintaura e carimbo do dirigente sindical para entregar à FUNPAR.

Numerosos trabalhadores vinham procurando o presidente Messias, ou o vice Dr. Néris, para obter essa assinatura, mas eles estavam se esquivando.  Pois bem, na manhã de hoje,  cerca de 100 funparianos souberam que o Dr. Neris estava na sede do Sinditest, foram lá e formaram uma fila para obter o que é de seu direito. Segundo a fonte do blog, Dr. Néris, impossibilitado de se "evaporar" dali, esperneou e resmungou mas teve que, carimbo do sindicato em punho, assinar os pedidos de não-desconto de todos. Aquele que quer voltar a ser presidente, dizem, chegou a queixar-se de estar "48 horas sem dormir direito", muito cansado, enquanto assinava a devolução da taxa.

Quem ouviu essa queixa do Dr. Neris simplesmente observou a ele que foi o presidente Wilson Messias quem lhe delegou a responsabilidade de cuidar das coisas do ACT-FUNPAR e que, se está cansado, então aposente suas pretensões de continuar nesse cargo tããããão cansativo do Sinditest...  Imaginem, caros leitores, como cansa participar de certas churrascadas na Avenida das Torres!

Fica aí para o julgamento dos leitores e leitoras examinar a "categoria" de certos dirigentes sindicais que atuam na UFPR/UTFPR, sendo que alguns alimentam sonhos de virar vereador ou deputado nas próximas eleições.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Sinditest está descontando sua mensalidade a mais nos contracheques dos filiados?

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Nas semanas passadas, ouvimos durante as assembleias da greve alguns servidores se perguntando como é que o Sinditest vem descontando a mensalidade no contracheque do filiado.  O valor definido em assembleia geral, e confirmado por outra em 2002, é de 0,5% sobre o vencimento básico, pelo que sabemos.  No entanto, há servidores que constatam que o valor em reais descontado fica um pouco acima desse percentual.

O valor percentual da mensalidade não é definido no estatuto sindical.  Na ficha sindical que consta do site do Sinditest, consta que o 0,5% mensal é descontado sobre o salário bruto, ou seja, sobre todas as receitas do servidor (ou seja, sobre o salário-base, anuenios, e sobre os beneficios como auxílio-alimentação, auxílio-saúde etc), o que parece muito impróprio.

Recomendável que cada servidor verifique em seu contracheque em quanto está sendo descontado na mensalidade sindical e calcule o percentual sobre o salário-base; é provável que o valor resulte acima de 0,5%. E que a Diretoria do Sinditest esclareça o assunto, a bem da transparência.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Por que a Diretoria do Sinditest torrou um patrimônio da categoria?

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Estamos em outubro de 2008. Nessa época, sem nenhuma grande proposta política a implementar, a gestão "Sindicato Para Todos" do Sinditest já tramava suas futuras transações imobiliárias. Afinal de contas, sindicato é para comprar e vender imóveis, certo? Especialmente para seu vice-presidente Dr. Neris, que já vinha da obscura compra da "chácara" de Piraquara de 2005. A vítima da hora era a subsede sindical da r. Comendador Macedo, que em 2006 tinha sido transformada pela gestão Belotto em alojamento para filiados do interior em passagem pela capital.  Mas os sindicalistas "Para Todos" resolveram acabar com isso.

Submeteram o imóvel, de ótima localização (a três quadras da Reitoria), para uma avaliação do preço para venda, pela conceituada imobiliária Apolar (documento acima).  O prédio valia, como atesta o documento da Apolar de outubro de 2008, cerca de 300 mil reais. 

Em 2009, a Diretoria do Sinditest fez duas transações imobiliárias até hoje nunca bem explicadas (a compra da sede administrativa da r. Agostinho Leão e a venda da "chácara" do Dr. Néris).  Supostamente, o caixa do sindicato em fins de 2009 estava em boas condições.

Surpreendentemente, em 20 de janeiro de 2010, a subsede da r. Comendador Macedo é vendida em plenas férias, quando quase ninguém soube do negócio.  Ao valor estimado em 2008 pela Apolar, de 300 mil reais?  A um valor 100 ou 150 mil reais acima disso, já que o mercado imobiliário esteve aquecido em 2009-2010?  Não.

Pasmem, mas aquele imóvel foi literalmente "torrado" por meros 195 mil reais, em janeiro de 2010, um valor 30% abaixo do estimado pela Apolar, conforme mostra o trecho a seguir da escritura pública:  


Qual a razão disso?  Por que se desfazer assim de um patrimônio de todos por valor tão abaixo do mercado?  Ninguém da Diretoria do Sinditest explica, não revela, nenhum documento é mostrado, porque transparência é artigo em falta total sob o tacão dos pelegos Wilson MessiAKEL e Dr. NeriZAKI. A categoria, agora procurando construir uma greve, deve portanto ficar alerta quando ouve da boca deles que há dinheiro para as atividades do movimento grevista, mas esperam uma semana para enviar a Brasília os representantes de base para o Comando Nacional.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Decisões unilaterais e falta de transparência entre motivos de renúncia de diretores da Asufepar

2 comentários:
Na semana passada noticiamos a renúncia dos servidores José Carlos Belotto (foto)e Silvana Nakamori a seus cargos na diretoria da Asufepar.  No fim de semana chegou ao Blog o documento formal dessa renúncia, onde constam observações sobre os motivos da atitude.  É, porém, um documento com contradições e também de tentativa de se descomprometer com o que está rolando na Asufepar.

Lá pelo quarto parágrafo, lê-se que "determinadas decisões de Diretoria e Assembleia, tidas como importantes para a gestão, não foram concretizadas, o que maculou (...) a transparência e a relação de confiança para prosseguimento nos cargos a que ora se renunciam."  Isso confirma a denúncia de que a gestão da Asufepar, assim como a Diretoria do Sinditest, não pratica a transparência efetiva de seus atos.

"Decisões tomadas unilateralmente pela Presidência [da Asufepar] sem a anuência formal dos renunciantes" é um segundo motivo apontado por Belotto e Silvana para se desligarem da Diretoria, como consta no sétimo parágrafo do "Instrumento Público de Renúncia".  Também novidade aqui não há, sendo já conhecido o estilo mandonista do sr. Vilson Kachel.

Entretanto, nesse mesmo parágrafo fica perceptível a intenção dos renunciantes de se eximir de que possa haver de errado na Asufepar pois eles dizem que as tais decisões unilaterais do Presidente "deverão ser assumidas da mesma forma e tão somente por aqueles que anuíram formalmente com as mesmas, isentando os presentes [renunciantes] de qualquer futura responsabilidade".  É ou não é uma "tirada do seu da reta" ?  Não se sabe quais são as decisões do Presidente com as quais os renunciantes não querem se comprometer.  A mesma falta de transparência, ficamos na mesma.

E no oitavo parágrafo, depois de questionar acima a falta de transparência, os renunciantes se contradizem, pois afirmam que "em nenhum momento, os diretores renunciantes apoiaram exposições públicas de documentos ou deliberações internas (...)"  Entendemos que possa aqui haver referência também ao Relatório que apurou irregularidades na gestão atual da Asufepar, cujo teor é negado à base de filiados.  Ou seja, os renunciantes reclamam da falta de transparência mas depois dizem que não querem exposição pública de documentos.  Lamentável.  O "rabo-presismo" parece evidente, e da parte de todos que não vem a público dizer o que está acontecendo dentro da Asufepar.

Com mais este episódio, vai ficando claro que a Asufepar precisa de ampla renovação - de pessoas no comando, de métodos de gestão, de propostas administrativas e - último mas não menos importante - de ética.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Mais dois diretores pulam fora do barco furado do Capitão Kachel

Um comentário:
Um cartório de Curitiba recebeu documento, datado de 14/06, contendo a renúncia oficial dos servidores José Carlos Belotto e Silvana Nakamori aos cargos que ocupavam na Diretoria da Asufepar. Belotto era diretor de patrimônio e Silvana estava na diretoria de atividades sociais. Eles se somam a outros três diretores que em 2010 já se desligaram da gestão da Asufepar por repudiarem o "jeito Kachel de governar".

Assim como até agora a base filiada e contribuinte da Asufepar desconhece o teor do Relatório elaborado por uma espécie de "comissão interna de sindicância", coordenada por Belotto, também não se sabe ao certo os motivos da renúncia desses dois diretores. E o que dizem os membros remanescentes ainda na diretoria? Tudo vai bem? Tudo vai pelo melhor na melhor das Asufepares possíveis?

A eleição de nova diretoria da Asufepar se aproxima (2o. semestre/2011), as incógnitas permanecem e rodam pela UFPR os emails politicamente atrasados de um autointitulado "Grupo 28 de Outubro", covarde o bastante para não revelar os nomes reais de quem ali se esconde. Com tanto mistério não deve ter coisa boa embaixo dos tapetes.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Quem forneceu ao Plano de Saúde AMIL nomes, lotações e ramais de servidores da UFPR?

Um comentário:
Você sabe o que é spam? É o termo que denomina aquela mensagem de correio eletrônico (email) enviada para grande número de destinatários que não a solicitaram, em geral fazendo propaganda comercial. Em outras palavras, aquele insuportável lixo eletrônico que entope nossas caixas de email quase todos os dias.

Isso também é feito já há mais tempo pelo correio normal, com propagandas impressas de produtos ou serviços não solicitados pelo cidadão. E, via telefone, também ocorre a mesma coisa.  Chamemos a tudo isso de "spam".

Pois bem, a surpresa é que parece que muitos servidores da UFPR estão sendo bombardeados por insistentes telefonemas de vendedores do Plano de Saúde Privado AMIL, pelo menos desde ontem.  Tomo o exemplo da Biblioteca Central (BC), onde trabalho.

Numerosos telefonemas de uma vendedora da AMIL vem chamando, no ramal da respectiva seção da BC, pelo nome do servidor ou servidora lotado/a naquela seção.  Ou seja, essa vendedora sabe exatamente quem trabalha onde e qual o respectivo ramal.  Como "boa vendedora", ela é insistente, mas ninguém solicitou esse tipo de "spam telefônico" e a coisa torna-se incomoda.

Na seção de Aquisição da BC, uma servidora que vinha sendo assediada desde ontem pelos telefonemas respondeu categoricamente que todos ali já tinham seu plano de saúde e não iriam mudar. Mas aproveitou para perguntar à vendedora de onde ela tinha conseguido informações tão precisas sobre quem trabalha naquela seção.  A resposta foi evasiva e inconvincente: "achei no Google...".  Ora, pelo Google não se consegue esse grau de precisão de informação sobre os servidores e seus ramais exatos.

Portanto, perguntamos: Quem forneceu essas informações?

Desde há muito sabemos do enoooooorme esforço cooperativo entre Diretoria do Sinditest e PROGEPE para instigar os servidores a aderirem aos Planos privados da UNIMED e da AMIL.  Ao mesmo tempo, trabalham para desmerecer o Plano do GEAP e levar os Geapeanos a filiarem-se àqueles planos privados. Consta que a própria Pró-Reitora é filiada da AMIL.

Ora, pois, somente a PROGEPE e o Sinditest dispõem dessas informações sobre os servidores. Retornamos à pergunta: quem forneceu (de graça??) informações tão precisas para a AMIL abordar, na base do spam telefônico, servidores da UFPR que não pediram nada disso? Isso é abuso.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Relatório de irregularidades na gestão da Asufepar: quem tem direito a escondê-lo dos filiados?

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Recuperemos breve resumo da história de denúncias de irregularidades na Asufepar.  Em meados do ano passado, Vilson Kachel licenciou-se da presidência da entidade, para disputar uma vaga de deputado estadual dentro da coligação neoliberal que elegeu Beto Richa.  Sem a presença monocrática de Kachel, a diretoria fez então reuniões onde afloraram numerosas denúncias, embora carecendo ainda de maior comprovação, mas tudo registrado em ata e gravado em áudio. Com o retorno de Kachel à presidência, antes do final de 2010, ele determinou que se formasse uma Comissão de membros da diretoria, coordenada por Belotto, para apurar as denúncias.

A tal Comissão apuradora parece ter apurado alguma coisa, pois produziu um Relatório. O estranho é que essa Comissão, sem explicação razoável, se disse "impedida" de expor o documento para todos os filiados.

Agora, há pouco mais de uma semana, fontes revelaram a este Blog que um diretor da Asufepar retirou cópia do Relatório da Comissão, sendo logo em seguida ameaçado de processo através de email enviado por um outro diretor, caso o Relatório viesse a público, por supostamente tal atitude violar uma decisão interna da entidade.

Ora, que situação estranhíssima essa de haver um Relatório de apuração de irregularidades denunciadas ao qual os milhares de filiados não podem ter acesso! E com o agravante de um diretor ameaçar outro caso o documento seja tornado público!  Os sócios todos da Asufepar, que a sustentam pagando mensalidades de valor relativamente alto, tem o direito de conhecer o Relatório e todas as demais informações necessárias para assegurar transparência de gestão e impedir que a Associação possa ser valhacouto de maracutaias.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Os blogueiros progressistas e a "judicialização da censura"

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No I Encontro Nacional de Blogueiros Progressistas, realizado em agosto de 2010, o blogueiro Lúcio Flávio Pinto, do Jornal Pessoal, de Belém (PA), enviou uma carta a São Paulo, onde ocorreu o Encontro. Lida por seu filho, a carta denunciava que o jornalista enfrentava pelo menos 19 processos por parte da família Maiorana, dona do grupo do jornal O Liberal, chegando a ser espancado por um deles, Ronaldo Maiorana. 

Já tentaram me desqualificar, já me ameaçaram de morte, já saíram para o debate público e não me abateram nem interromperam a trajetória do meu jornal. Porque em todos os momentos provei a verdade do que escrevi. Todos sabem que só publico o que posso provar. Com documentos, de preferência oficiais ou corporativos”, dizia.

Lúcio Flávio não é o único a sofrer processos e ameaças por conta de suas postagens. A lista, infelizmente, é imensa: o blog A perereca da vizinha; o blog Falha de S. Paulo; e recentemente o Blog do Esmael, fora do ar há quase um mês e alvo de ação por danos morais por conta de postagens que fez denunciando o uso de caixa-2 pelo tucano Beto Richa nas eleições de 2008, em Curitiba, entre outros.

É a judicialização da censura”, definiu o jornalista e blogueiro Paulo Henrique Amorim, do Conversa Afiada, no Encontro dos Blogueiros Progressistas do Rio de Janeiro, no último fim de semana. Ele responde a 28 ações judiciais, sendo que 12 são de Daniel Dantas. Na lista dos que o processam estão Naji Nahas, Ali Kamel, Gilmar Mendes, Heráclito Fortes, Carlos Jereissati e Diogo Mainardi.

Nossos adversários tentam criar uma jurisprudência para nos punir e nos calar pelo bolso”, afirmou Paulo Henrique, que questiona quantos blogueiros têm condição financeira para contratar um advogado para se defender. 

Todos esses processos estão relacionados, segundo Paulo Henrique Amorim, ao debate da nova realidade das comunicações, com a internet e o crescimento do número de blogs e outros formas de ativismo. Para o blogueiro Rodrigo Vianna, do blog Escrevinhador, muitos leitores do jornais impressos migraram para blogs. Apesar de reconhecer vitórias com o aumento da pluralidade informativa, Vianna acredita que é preciso superar o desafio de os blogueiros irem além dos comentários dos conteúdos dos outros. "Nós continuamos fazendo 'metajornalismo'", comparou.
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Fonte: Adriana Delorenzo, revista Forum