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quarta-feira, 17 de maio de 2023

Começou hoje o XXIV Congresso da FASUBRA. Você da UFPR, UTFPR e UNILA sabe quem são seus delegados representantes?

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Não, você, em geral, na base, não sabe. Uns poucos, mais ligados à Diretoria do Sinditest e os próprios delegados (assim se espera!) eleitos em assembleia, sabem.  Entretanto, esses/as representantes da base que o sindicato abarca no Paraná irão debater e votar os pontos da pauta congressual em nome de todos/as.  

É de se lamentar que a delegação representante do Sinditest e a diretoria sindical não se tenham esforçado para minimamente divulgar nomes e locais de trabalho dos/as delegados/as.  Transparência é isso aí.

Hoje, 4a.-feira (17), em Brasília, começa o XXIV Congresso da FASUBRA (Federação das Associações de Servidores das Universidades Braileiras). Estão inscritos/as mais de mil delegados/as, representando 49 entidades de base.  

Os temas em debate até 21/05 incluem: a conjuntura política nacional sob o novo governo Lula, a democracia nas Instituições Federais de Ensino, os ataques à carreira dos TAE, aos aposentados e aos Hospitais Universitários, e um Plano de Lutas, decorrente dessas discussões, a ser aprovado na Plenária Final.  

No último dia, formadas as chapas para compor a nova Direção Nacional da FASUBRA, é feita votação secreta em urna, pelo método proporcional (conforme o percentual de votos obtido por cada chapa, tantos cargos terão na Direção).

Abaixo, a programação do encontro [clique na figura para ampliar].



quinta-feira, 20 de julho de 2017

Paralisação chamada pela FASUBRA e Sinditest para 2 de agosto

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Na manhã de hoje (20/07), ocorreu no Anfiteatro 1oo do Edifício D. Pedro I uma assembleia chamada pela direção do Sinditest para debater a adesão ao "Dia Nacional de Luta e Paralisações", nacionalmente convocado pela última Plenária da FASUBRA.  Compareceram à assembleia cerca de 40 técnicos.

Entre os eixos do Dia Nacional estão a defesa das Instituições públicas de ensino superior contra os brutais cortes orçamentários do (des)governo Temer e a luta pela abertura de negociações salariais do governo federal com os TAE.

Mas também - em conformidade com nossas palavras-de-ordem de "Fora Temer" e "Diretas Já" - coloca-se o acompanhamento da votação, pelo plenário da Câmara Federal, da autorização para que o STF investigue o presidente usurpador pela denúncia da PGR de crime de corrupção passiva.  Esta votação está marcada para 2 de agosto, razão pela qual nesse dia se dará o Dia Nacional da FASUBRA e sindicatos de base.

A assembleia do Sinditest no Anf. 100 aprovou realizar ações de luta no dia 2 de agosto e deve também ser feita uma vigília diante da TV para acompanhar a votação em Brasília.

sexta-feira, 20 de março de 2015

Reajuste linear de 27,3% pedido pelos servidores é "irreal", diz ministro

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Após uma reunião de mais de três horas (hoje, 20/3) com lideranças de 49 entidades que representam servidores públicos federais, o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, declarou que o reajuste linear de 27,3% pedido pelos servidores é irreal. Ele não divulgou o percentual que o governo pode dar aos trabalhadores, mas declarou que a mesa de negociação está aberta entre os meses de maio, junho e julho. 

Nesse período será discutido o novo percentual, que vai depender do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), do crescimento vegetativo da folha e dos novos concursos públicos que já ocorreram. Depois dos cálculos é que o governo pode chegar ao percentual de aumento. “O que a sociedade quer é o que o governo tem que cumprir: a redução da folha de pagamento em relação ao PIB. Essa relação da folha de pagamento com o PIB cresceu de 4,2% para 4,3% e isso tem que ser reduzido”, afirmou.

Junto com o ministro estava o secretário de Relações do Trabalho, Sergio Mendonça, um dos negociadores oficiais do governo. Ele afirmou que os parâmetros para a negociação têm um denominador comum, que depende das despesas, da receita e do crescimento econômico. Ele crê que durante os três meses de negociação, por mais complexo que seja, é possível se chegar a um termo comum.

Conforme o Correio já adiantou, se o Executivo conceder esse reajuste o impacto na folha de pagamento de 2016 será de quase R$ 70 bilhões. Esse valor é muito superior ao reajuste fiscal que o governo pretende fazer, que é de R$ 55,3 bilhões. Como a atual postura fiscal do país está sendo elogiada pelo mercado financeiro, os analistas já apontaram que essa reivindicação dos servidores é irreal. O governo tem, no máximo, um espaço orçamentário de 7,9%, que corresponde à inflação projetada para o ano de 2015.
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quinta-feira, 20 de março de 2014

Greve nacional da FASUBRA começa hoje na UFPR

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Primeira assembleia de greve no RU Central, em 20/03
Conforme deliberação de ampla maioria em assembleia geral realizada na manhã de 17/03, no pátio da Reitoria, está começando na UFPR formalmente a partir do meio-dia de hoje (20) a greve dos trabalhadores técnico-administrativos comandada pela FASUBRA.  Como o Sinditest representa também servidores da UTFPR e UNILA, nessas instituições supõe-se também estar sendo deflagrado o movimento paredista.

Num quadro nacional de 45 entidades sindicais de base filiadas à FASUBRA (algumas representam mais de uma IFES, como no caso do Sinditest), 23 delas manifestaram adesão à greve nacional a partir desta semana, com apenas a UF de Santa Maria tendo posição contrária.  As posições dos restantes 21 sindicatos não é conhecida ou ainda está sendo definida.  Na região sul, a maioria dos sindicatos aderiu, com exceção do da UFSM e não é conhecida a posição do SindiPampa e do sindicato da UF de Pelotas.

Em Brasília, o Comando Nacional de Greve (CNG) já está instalado desde a tarde de 17/03, numa sala do sindicato da Universidade de Brasília. Participam do CNG a Direção Nacional da FASUBRA e delegados dos estados eleitos nas assembleias das bases onde já houver greve.  Um Fundo de Greve de 15% da arrecadação do sindicato filiado em greve é obrigatório ser repassado ao CNG.

Na UFPR, hoje, está marcada uma assembleia a partir de 8 da manhã no RU Central.

Entendemos como totalmente legítimo aproveitar o momento político de um ano eleitoral para colocar pressão sobre governantes buscando atendimento das justas reivindicações da pauta grevista.  Há motivos muito palpáveis para se fazer a greve, um fundamental deles sendo a corrosão total, pela inflação, dos três aumentos de 5% ao ano (2013-14-15) resultantes do Acordo da Greve de 2012.  Por isso, uma reivindicação desta greve é que o Governo antecipe os 5% de 2015 para agora, e a tempo de não ser impedido de fazê-lo pela Lei Eleitoral.

Sendo justa a greve, o que se espera também é que seja conduzida com bom senso pelo CNG e por cada Comando Local de Greve (CLG), no sentido de fazer as mobilizações com a finalidade de obter uma boa negociação com o Governo Federal, neste ano de eleições gerais em outubro.  

Contudo, ao mesmo tempo que fazer a greve em ano eleitoral pode facilitar a conquista de resultados concretos para os trabalhadores em luta, o outro lado da moeda, o risco, é que a greve possa ser aparelhada por grupos com interesses sobretudo político-eleitoreiros, usando a categoria como massa de manobra somente para fustigar governos e sem de fato querer sentar à mesa de negociações.  Neste caso, péssimo, a perspectiva da greve é de insuportáveis brigas e trocas de acusações dentro do movimento, e, por conseguinte, a derrota.  Esperamos que este cenário ruim não se configure nem na UFPR nem em qualquer outro lugar.
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ATUALIZAÇÃO às 09h30: a assembleia de greve da UFPR começou pouco depois das 9 horas, reunindo até agora cerca de 50 pessoas no RU Central.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Assembleia do Sinditest aprova indicativo de greve para segunda quinzena de março

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Apoiar um indicativo de início de greve nacional na segunda quinzena de março foi unanimidade na assembleia geral dos técnicos reunida na manhã de hoje (30) no anfiteatro 100 do Edifício D. Pedro I. Esta posição foi definida após um debate sobre a conjuntura nacional, em que é consensual que os ganhos salariais da última greve da FASUBRA (de 2012) já estão praticamente corroídos pela inflação do período recente. Na falta de regulamentação da Convenção 151 da OIT (que estabelece negociação coletiva e data-base), os servidores federais são obrigados a recorrer ao instrumento da greve para pressionar o patrão federal a abrir negociações. 

Aliás, a implementação da data-base para o serviço público é uma das reivindicações da greve dos SPF, assim como da FASUBRA. De modo imediato, como forma de alcance de recomposição salarial ainda em 2014, cobra-se do governo a antecipação da parcela de aumento de 5% aos técnicos das IFES para este ano, ao invés de somente no começo de 2015 como previsto no acordo da greve de 2012.


Na parte final da assembleia, foram eleitos os delegados da base do Sinditest para a Plenária Nacional da FASUBRA que ocorrerá em Brasília em 8 e 9 de fevereiro, a qual analisará os próximos passos da Campanha Salarial. Pelo sistema proporcional de chapas, apresentaram-se duas, uma da diretoria do Sinditest e outra da plenária da assembleia. Tendo um total de 59 assinaturas a lista de presença da assembleia, isso deu direito à eleição de 6 delegados do Sinditest para a Plenária Nacional da FASUBRA.

Na hora da votação, estavam presentes 38 pessoas no anfiteatro 100, das quais 29 votaram na chapa da Diretoria do sindicato e 9 na chapa da plenária. Disto resultou que 5 vagas de delegado caberão à indicação da chapa dos diretores do Sinditest e uma vaga foi obtida pela base na pessoa do servidor do RU Central Gessimiel Germano (“Paraná”).

A assembleia também votou que, se confirmado o início da greve para o final de março, o Congresso Eleitoral da FASUBRA (Confasubra, que normalmente deve se realizar neste semestre) precisará ser adiado para depois do desfecho da paralisação nacional. Também foi aprovada, por ampla maioria, que os delegados do Sinditest defenderão, para inclusão na pauta de luta da greve, a necessidade de se proibir terminantemente o financiamento privado (por pessoas jurídicas, empresas) das campanhas eleitorais de candidatos aos executivos e legislativos, um item relevante da imprescindível Reforma Política, fator responsável pelas graves distorções da democracia representativa de nosso país.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Assembleia do Sinditest em 30/01 vai discutir preparo da Greve 2014

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Para a próxima quinta-feira, 30/01, o Sinditest convoca assembleia geral dos técnicos para debater as condições de deflagração de uma nova greve da categoria, tanto específica como em conjunto com uma pauta geral dos servidores federais, que pode começar no final de março.

A pauta inicial com que a assembleia foi convocada é a seguinte:

1. Informes;
2. Campanha Salarial 2014;
3. Indicativo de greve;
4. Eleição de delegados para a Plenária Nacional da Fasubra (8 e 9 de fevereiro).


A Assembleia Geral, instância máxima de decisão da categoria, vai reunir-se em 30 de janeiro (5a. feira), no Anfiteatro 100 do Edifício D. Pedro I (bloco da Reitoria da UFPR, rua General Carneiro), a partir das 09h30.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Campanha Salarial dos SPF abre dia 22 de janeiro com ato na Santos Andrade

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Uma vez mais os servidores públicos federais buscarão encetar uma campanha salarial conjunta. Em Curitiba, o lançamento da Campanha será em evento marcado para 22 de janeiro, quarta-feira, a partir das 09h30, na Praça Santos Andrade. Em 5 de fevereiro, outro ato ocorrerá em Brasília diante do Ministério do Planejamento.

Para os servidores técnico-administrativos representados pela FASUBRA, há um indicativo de entrada em greve nacional por tempo indeterminado na segunda quinzena de março. A decisão para isso se dará em nova Plenária Nacional dos sindicatos de base, marcada para o começo de março em Brasília. O acordo entre FASUBRA e Governo Federal, que estipulou reajustes anuais da ordem de 5% ao ano, teve seus ganhos parcialmente minados pela corrosão inflacionária, que este ano beirou os 6%.

Uma nova greve da FASUBRA enfrentará a má vontade dos arautos ultraliberais da grande imprensa monopolista, que acham que se gasta demais com a folha do funcionalismo e vivem berrando que o Governo contenha salários de servidores e não abra mais concursos.  Também dentro do Ministério do Planejamento persistem alguns porta-vozes do neoliberalismo da Era FHC, que tudo fazem para barrar as reivindicações legítimas dos trabalhadores públicos

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Servidores contra o arrocho, uma luta justa e necessária

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Reproduzimos artigo de Wagner Gomes, metroviário paulista, presidente nacional da CTB.

Os servidores públicos federais realizam nesta quarta-feira, 25, um Dia Nacional de Luta, com paralisações em todo país. Os trabalhadores batalham contra o arrocho de seus rendimentos imposto pelo governo federal, que se nega a reajustar os salários da categoria em nome da austeridade fiscal. 

A CTB apoia e participa da manifestação, através das suas lideranças no setor. Trata-se de uma luta justa e necessária. Já faz dois anos que os servidores não têm reajuste, vendo seus rendimentos serem corroídos pela inflação, que reduz o poder aquisitivo e o valor real salários. 

O arrocho é inaceitável e a categoria reclama com razão a reposição inflacionária, para manter o valor real dos salários, reajuste dos benefícios e definição de data-base. Todavia, a negociação com o Ministério do Planejamento não avança. Esbarra na intransigência do governo, que insiste no congelamento dos salários e diz que não tem dinheiro para atender os servidores.

Conforme observam os líderes do movimento, o argumento não procede, pois o mesmo governo que diz não aos trabalhadores disponibilizou cerca de R$ 100 bilhões para o empresariado em renúncia fiscal e destinou quantia maior ao pagamento dos juros da dívida pública, ou seja, à remuneração do capital financeiro e rentistas.

O pano de fundo deste drama é a política econômica conservadora do Executivo. Os juros altos e o superávit fiscal primário são os obstáculos aparentemente intransponíveis às reivindicações dos sindicatos e movimentos sociais. A economia que o governo faz para pagar juros chegou a R$ 128,7 bilhões em 2011 e deve subir a cerca de R$ 140 bilhões neste ano.

Apesar de possuir uma dívida relativamente baixa como proporção do PIB (em torno de 50%), o Brasil é o vice-campeão mundial em gastos com juros, perdendo (e por pouco) apenas da arruinada Grécia, cujos débitos correspondem a mais de 160% do valor da produção. O serviço da dívida consome mais de 5% da produção brasileira. Já os EUA, cuja dívida governamental se eleva a mais de 90% do PIB, gasta 1,4% do que produz com juros. A taxa básica de juros (Selic), das mais altas do mundo em termos reais, faz a diferença.

Cedendo à pressão das forças conservadoras, o governo elevou a meta de superávit fiscal e cortou dezenas de bilhões em gastos públicos para realizá-la. Cortou na saúde, na educação, habitação, transporte e deixando de contemplar as demandas populares. O salário do funcionalismo também é sacrificado no altar desta política subordinada aos interesses da oligarquia financeira. 

A política fiscal tem um custo alto para a economia e o desenvolvimento nacional na medida em que resulta em forte desaceleração da produção, comprometendo a criação de novos postos de trabalho e o combate ao desemprego. Este efeito transparece nas últimas estatísticas divulgadas pelo Dieese, que indicam o aumento do nível de desemprego para 10,8% em maio nas principais regiões metropolitanas do país. Tudo isto indica a necessidade de intensificar a luta das centrais sindicais por mudanças na política econômica. 

A manifestação desta quarta tem um caráter de advertência e a categoria pode decretar greve por tempo indeterminado em maio se o governo persistir na intransigência. Os trabalhadores e trabalhadoras do setor público contam com total solidariedade e ativo apoio da CTB.
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Fonte: Portal da CTB

Dia Nacional de paralisação do serviço público federal

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Diante da reiterada ausência de respostas do governo federal (MPOG) às reivindicações dos servidores, nesta quarta-feira (25) realiza-se uma paralisação de advertência.  Ontem deu-se uma reunião entre membros do ministério e 30 entidades sindicais que representam o funcionalismo sem que qualquer avanço tenha acontecido, justificando ainda mais que aconteça essa paralisação.  No caso da UFPR, a programação deste 25 de abril, divulgada pelo Sinditest, é a seguinte:

09h00 – Concentração dos servidores no pátio da Reitoria da UFPR

10h00 – Ato público das entidades representativas dos servidores públicos federais, na Praça Santos Andrade

14h00 – Debate sobre o Plano de Carreira dos técnicos-administrativos em Educação (PCCTAE), no anfiteatro 100 do Edifício D. Pedro I (segundo o Sinditest, haverá transmissão via twitcam deste debate, no perfil @sinditestpr)

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Calendário imediato da campanha salarial aprovado no XXI CONFASUBRA

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A plenária final de delegados/as do XXI Congresso da FASUBRA aprovou um calendário unificado de lutas para o próximo período, e enquanto isso prosseguem as conversações com os interlocutores do MPOG.


Abril
25 - Dia Nacional de Lutas dos Trabalhadores do Serviço Público Federal. Os servidores TAE representados pela FASUBRA participam, estando indicada a paralisação de atividades nas IFES.


30 - Data-limite para o Governo Federal apresentar resposta à pauta geral dos SPFs.


Maio
1º - Dia internacional de luta dos Trabalhadores

9 e 10 - Paralisação de 48 horas em luta pela pauta específica da FASUBRA

17 - Caravana a Brasília

30 - Data-limite para o MPOG apresentar suas contrapropostas à pauta específica já protocolada pela FASUBRA.

sexta-feira, 30 de março de 2012

O papo de Sérgio Mendonça, novo negociador das demandas dos servidores federais

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Neste vídeo de 11 minutos, o novo Secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça (que substituiu o falecido Duvanier Paiva), fala à imprensa sindical sobre o processo de negociações com servidores públicos federais.  Das declarações, percebe-se serem remotas as possibilidades de atendimento de demandas ainda em 2012, inclusive reajustes de benefícios como vale-alimentação, auxílio-saúde per capita etc. 
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Fonte: Thais Raeli/CONDSEF

quinta-feira, 22 de março de 2012

87% dos trabalhadores obtiveram reajustes acima da inflação em 2011

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Com exceção de parcelas do funcionalismo público - entre elas os técnicos das Universidades Federais, zerados - a maior parte dos trabalhadores obteve, em 2011, aumento salarial acima da inflação, segundo pesquisa do DIEESE.  De 702 unidades de negociação registradas em 2011 no Sistema de Acompanhamento de Salários do DIEESE, 87% conseguiram reajustes acima da inflação. Apenas 8% foram corrigidos pela inflação e 6% abaixo dela.

Conforme o DIEESE, tais números confirmam a tendência observada nos últimos anos - quando a maioria das categorias profissionais analisadas conquistou aumentos reais para os salários nas negociações de data base.  Isso contradiz discursos apocalípticos de setores ultraesquerdistas, aliados práticos de partidos da direita (PSDB, DEM), segundo os quais os trabalhadores só vem perdendo no cenário do atual governo.

O comércio foi o setor que apresentou o maior percentual de negociações com aumento real de salários - cerca de 97%. Somente 2% tiveram reajustes com os mesmos percentuais da inflação e pouco mais de 1% perdas reais.  Na indústria, 90% das negociações foram com aumentos reais e 3% abaixo. Já no setor de serviços, 76% obtiveram aumentos reais, 12% iguais ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), calculado pelo IBGE, e 12% abaixo.

Dentre as categorias de serviços, os que trabalham em bancos e empresas de seguro privados tiveram o segundo maior percentual de reajuste, com 1,78% de ganho real. O maior índice foi obtido pelo segmento do turismo e hospitalidade, com 1,86%.
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Fonte: com informações da Agência Brasil

domingo, 18 de março de 2012

Uma questão central para o XXI Congresso da FASUBRA

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O  Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), fundado em 1955, foi criado pelo movimento sindical para desenvolver estudos e pesquisas que fundamentem as reivindicações dos trabalhadores em suas lutas.  Uma das análises que o DIEESE faz há muito tempo é avaliar qual deveria ser o valor real do Salário Mínimo conforme definido pela Constituição Federal, comparado com o SM nominal. O SM necessário ao trabalhador seria aquele "capaz de atender às suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social..." (Art. 7 da Constituição).  

Logo, o SM "necessário" é um indicador indireto que pode ser usado como elemento de comparação também para avaliar o poder aquisitivo dos salários de grande parte do funcionalismo.  O quadro acima, copiado do DIEESE, mostra a evolução dos dois tipos de SM de um ano para cá.  Apesar de o SM nominal de fev/2011 ter subido 15% nesse período, seu valor ainda está muito abaixo do SM necessário, o qual elevou-se em 5,9% para cumprir o que determina a Constituição.  A alta da inflação entre fev/2011 e março deste ano também está na casa dos 5,83%.

Os dados numéricos apenas reforçam aquilo que os servidores já percebem em termos práticos no cotidiano - a distância entre inflação na dianteira e salários correndo atrás está aumentando.  O último reajuste salarial, decorrente do acordo da greve da FASUBRA de 2007, foi em 2010.  Já a greve nacional de 2011, se de um lado encheu de arrogância os peitos de certas lideranças nefelibatas (como as que temos hoje dirigindo o Sinditest), por outro não conseguiu fazer o mesmo com os bolsos da massa servidora.

Pois é esta uma das questões centrais que um XXI Congresso da FASUBRA deve debater - como as diversas lideranças, grupos e correntes, o conjunto dos delegados eleitos na base, devem acertar os ponteiros para que a FASUBRA possa retomar a luta salarial de modo unitário e, por conseguinte, forte.  Mas não a luta pela luta, a luta para uns "palanqueiros" ficarem deitando discursos exaltados sem resultado prático algum.  Sim a luta unitária, massiva e eficaz para obter conquistas concretas.  Sem isto, a FASUBRA perderá progresssivamente prestígio e crédito no seio da categoria. E, por extensão, os sindicatos de base correm o mesmo risco.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Corremos o risco de repetir o desfecho da greve de 2005?

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Muito preocupante o atual momento da greve nacional da FASUBRA.  Na semana passada, depois de o Comando Nacional de Greve (CNG) receber um documento do MPOG e do MEC propondo retomada da negociação desde que a greve fosse suspensa, e de o CNG votar por 52 a 47 uma orientação nesse sentido enviada às assembleias de base, estas recusaram a suspensão por um placar também apertado: 21 a 18.

Criticamos a postura do MPOG (Min. Planejamento) de se recusar terminantemente a fazer a negociação da pauta mesmo em estado de greve, pois o MPOG do período Lula negociou na greve de 2007 sem exigir sua interrupção.  Desta vez, pelos documentos publicados, a posição do MPOG seria de intransigência no sentido de nada negociar se for mantida a greve.

Por outro lado, uma maioria, embora apertada, de assembleias de base avaliou que a greve nacional estaria forte o bastante para obrigar o Governo a negociar assim mesmo, apostando também que o movimento pode se radicalizar ainda mais.  É também esta a impressão que se tem ao ouvir boa parte dos discursos inflamados nas duas últimas assembleias de greve da UFPR, onde certos dirigentes do Sinditest se esmeram nos ataques à figura da presidenta Dilma e a seu partido, além de lançarem insinuações maldosas contra quem faça alguma fala no sentido da reflexão e prudência.

Objetivamente, prevalecem hoje no CNG e também na direção da greve da UFPR as orientações políticas dos grupos que fazem, em termos partidários (PSOL e PSTU), oposição sistemática ao governo Dilma, os quais parecem acreditar que uma greve de servidores das IFES poderia "derrotar" Dilma, tantos são os xingamentos que a ela são lançados nas assembleias.

Ora, em uma greve é preciso que, em algum momento, haja negociação.  Nesta, nenhum dos lados sai com 100% do que almeja.  Ambos os lados tem que ceder em alguma coisa.  Os grupos visceralmente anti-Dilma aparentam não querer ceder nada.  Se o governo também permanecer em sua posição de nada negociar se mantida a greve, o impasse se prolongará não se sabe até quando, com risco de perda do prazo de envio da LDO ao Congresso (31/08) sem incluir nada significativo para os técnicos.

Situação assemelhada aconteceu numa greve nacional feita no segundo semestre de 2005.  Os mesmos grupos ligados a PSOL e PSTU - que naquele ano saíam às ruas propondo, junto com a direita demo-tucana, o impeachment do presidente Lula - conquistaram a maioria no CNG-FASUBRA e não construíram nenhuma condição para negociar com o Governo.  Resultado: a greve se esvaziou aos poucos, acabou sem que o CNG pudesse fazer algo e nada se conquistou.

Os mesmos grupos estão agora com a palavra, donos do jogo. Vejamos o que tem a propor de factível para que 2005 não se repita e a greve deste ano possa obter alguma conquista.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Assembleia de Greve de 7/7 no RU Central - transmissão encerrada

Um comentário:


A assembleia geral de greve realizada na manhã desta quinta-feira (7/7) debateu o documento enviado pelo Governo ao Comando Nacional e rejeitou a ideia de suspender a paralisação para retomar a negociação. Em todas as IFES, os sindicatos estarão promovendo suas assembleias até 12/7 para fazer esse debate e retornar as opiniões de base para o Comando Nacional de Greve.

A próxima assembleia está marcada para terça-feira, 12/7, às 10h00, no RU Central.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Documento enviado pelo Governo ao Comando Nacional de Greve da FASUBRA

Um comentário:
O ofício acima (clique nele para ampliar) foi encaminhado ao Comando Nacional de Greve pelos Ministérios do Planejamento e da Educação.  O CNG passou a tarde de hoje debatendo se seu conteúdo poderia ser fator de mudança de rota da greve.  Essa avaliação deve ser encaminhada para as assembleias de base, para uma tomada de posição. 

A assembleia geral de greve da UFPR/UTFPR marcada para esta quinta-feira (7), às 10h00, no RU Central terá na pauta a discussão desse documento, além de outros itens.  Desta vez, deverá funcionar a contento a transmissão da assembleia ao vivo pela internet, que pode ser vista aqui neste Blog ou no Blog da Greve.

Servidores em greve da UFPR sairam às ruas ontem

Um comentário:

Aqui vai um dos vídeos feitos ontem na passeata dos servidores da UFPR em greve, no trecho em que ela percorre a Av. Marechal Deodoro.  Depois de curta assembleia no RU Central, ocorreu a passeata, que percorreu a rua XV até a Praça Santos Andrade, depois a Av. Marechal Deodoro, contornou a praça Zacarias e Rua das Flores e se dirigiu à UTFPR, onde foi encerrada a atividade.  Uma boa demonstração do movimento, cuja quase totalidade foi formada pelos técnicos da UFPR, mas com baixa participação de outras categorias de servidores federais.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Assembleia de greve em 5 de julho poderá ter transmissão pela internet

7 comentários:
Em conversações com colegas que mantem o Blog oficial da Greve em Curitiba e da Biblioteca Central (pela proximidade com o salão do RU Central da UFPR), estamos agilizando preparativos técnicos para a transmissão ao vivo, pela internet, da próxima assembleia geral do Sinditest em 5 de julho.

Em seguida à assembleia de 5/7, marcada a partir de 08h30, os servidores farão passeata até a praça Santos Andrade, onde encontrarão outras categorias federais para realizar um Ato de âmbito nacional pelas reivindicações comuns dos SPFs.

Todos os servidores da UFPR e UTFPR que não puderem estar presentes nessas atividades, e quiserem acompanhá-las, poderão faze-lo através do Blog da Greve ou deste Blog NaLuta. E ainda, se dispusermos de pessoal para monitorar o ambiente de chat (bate-papo) acoplado à TwitCam, os colegas à distância que tiverem conta no Twitter podem se logar e interagir enviando opiniões e perguntas enquanto durar a transmissão.

A depender da operacionalidade de equipamentos de conexão de internet 3G móvel, talvez também a passeata e ato públicos do dia 5 possam ser transmitidos ao vivo direto da rua. Fique ligado.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Gazeta do Povo: Coleta de amostras para exames ambulatoriais é suspensa no HC

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A coleta de amostras para exames ambulatoriais foi suspensa no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (UFPR), em Curitiba, na manhã desta segunda-feira (27). De acordo com a assessoria de imprensa do HC, nove dos 15 servidores técnico-administrativos do laboratório aderiram à greve.

A assessoria de imprensa do HC explicou que esses exames que deixaram de ser feitos por causa da falta de coleta das amostras - de sangue, urina e fezes - eram eletivos (não eram procedimentos de urgência) e seriam feitos em pacientes externos. Os servidores que continuavam trabalhando nesta segunda-feira faziam a coleta para exames dos pacientes que estão internados no HC e nas situações de urgência. A estimativa do hospital é de que 250 coletas devem deixar de ser feitas nesta segunda.

Os servidores do HC, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), e da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) decidiram entrar em greve por tempo indeterminado em 15 de junho..

O pronto-atendimento do Hospital de Clínicas continuava a não receber novos pacientes nesta segunda-feira, situação que ocorre desde 16 de junho. Um comunicado foi enviado pelo hospital à Secretaria Municipal da Saúde, em 17 de junho, solicitando que os novos pacientes fossem encaminhados para outros hospitais.  O atendimento para quem já estava internado no HC e casos de urgência não foi afetado.


Manifestações
Uma passeata dos servidores técnico-administrativos está programada para ocorrer na quinta-feira (30). A categoria deve sair do RU Central, na esquina das ruas Amintas de Barros e General Carneiro, em frente à Reitoria, às 10 horas. A caminhada será até o Prédio Histórico da UFPR, na Praça Santos Andrade, onde haverá um abraço simbólico ao edifício. Antes da manifestação haverá uma assembleia no RU Central. Também foi programada uma assembleia na terça-feira (28), no HC, às 10 horas.

Outra manifestação deve ocorrer em 5 de julho, data de mobilização nacional da categoria. A programação desse ato ainda não foi definida.
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Fonte: Gazeta do Povo - 27/06/2011

terça-feira, 21 de junho de 2011

Ministro da Educação diz que greve da FASUBRA não deve afetar matrículas

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O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse hoje que a greve dos servidores técnico-administrativos das universidades federais não prejudicará as matrículas do segundo semestre de 2011. O ministro espera pôr fim à paralisação até o final do mês de agosto, quando devem recomeçar as aulas. A greve teve início do mês de junho.

"Há tempo. Preciso verificar até onde podemos ir para atender as demandas da categoria. Mas há boa vontade do governo e tempo", disse Haddad, durante visita aos laboratórios do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade (Inmetro), em Xerém, no Rio de Janeiro.

O ministro contou que se encontrou com representantes dos servidores técnico-administrativos, ontem, em Brasília, e reforçou a proposta de intermediar as negociações com o Ministério de Planejamento.

"Discutimos um cronograma com uma data final para o governo oferecer uma proposta. Isso faz o movimento sentir que o calendário está correndo, com providências do governo", afirmou. 
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Fonte: Jornal do Brasil - 21/06/2011