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quinta-feira, 20 de julho de 2017

Paralisação chamada pela FASUBRA e Sinditest para 2 de agosto

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Na manhã de hoje (20/07), ocorreu no Anfiteatro 1oo do Edifício D. Pedro I uma assembleia chamada pela direção do Sinditest para debater a adesão ao "Dia Nacional de Luta e Paralisações", nacionalmente convocado pela última Plenária da FASUBRA.  Compareceram à assembleia cerca de 40 técnicos.

Entre os eixos do Dia Nacional estão a defesa das Instituições públicas de ensino superior contra os brutais cortes orçamentários do (des)governo Temer e a luta pela abertura de negociações salariais do governo federal com os TAE.

Mas também - em conformidade com nossas palavras-de-ordem de "Fora Temer" e "Diretas Já" - coloca-se o acompanhamento da votação, pelo plenário da Câmara Federal, da autorização para que o STF investigue o presidente usurpador pela denúncia da PGR de crime de corrupção passiva.  Esta votação está marcada para 2 de agosto, razão pela qual nesse dia se dará o Dia Nacional da FASUBRA e sindicatos de base.

A assembleia do Sinditest no Anf. 100 aprovou realizar ações de luta no dia 2 de agosto e deve também ser feita uma vigília diante da TV para acompanhar a votação em Brasília.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Temer declara guerra total ao povo

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Símbolo: Congresso de picaretas protegido pela cavalaria contra o povo

O governo Temer escancarou sua face. Com um decreto assinado há pouco, convocou as Forças Armadas para reprimir manifestações. Além de uma máquina de corrupção, o usurpador do Planalto mostrou dirigir uma máquina de guerra contra o povo.

Mais de cem mil pessoas reuniram-se pacificamente em Brasília pedindo a renúncia do fantoche, eleições diretas e dando um sonoro não às reformas liquidadoras da aposentadoria e dos direitos trabalhistas. O que encontraram? Soldados armados até os dentes e dispostos a atacar uma manifestação democrática.

Há dezenas de feridos. Um deles, pelo menos, foi atingido por uma bala e está no hospital. Bombas de gás e de efeito (i)moral são disparadas incessantemente contra trabalhadoras, trabalhadores e jovens desarmados. Um cenário típico dos tempos de ditadura militar.

Temer e sua quadrilha não tem qualquer condição de continuar no poder. Sua ofensiva contra a manifestação de hoje não deixa dúvidas. Mais e mais, o governo golpista só pode recorrer à repressão. Não há argumento capaz, numa democracia, de defender por mais nem um dia um mandatário enlameado dos pés à cabeça pela corrupção explícita e tingido de sangue de manifestantes.

A permanência no Planalto do fantoche a serviço de interesses reacionários é uma verdadeira provocação ao povo brasileiro. Os números não mentem: 14 milhões de desempregados, milhões de famílias em desespero, milhares de empresas fechando, inadimplência se alastrando. Agora, repressão covarde em larga escala. Tudo isso obra de uma administração ilegítima e desmoralizada até mesmo entre muitos que embarcaram na aventura golpista.

A tragédia vista hoje em Brasília é um novo sinal de que a mobilização popular é o verdadeiro inimigo dos poderosos. Os conchavos para impor um presidente eleito indiretamente por este Congresso de paus mandados nem de longe representa uma saída para o país. Mais do que nunca, é hora de sair às ruas e gritar: Fora Temer. Diretas Já.
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terça-feira, 23 de maio de 2017

Fora Temer! Diretas Já!

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Neste 24 de maio, participe das manifestações exigindo a saída do ladrão Temer da presidência ilegitimamente usurpada!  Haverá atos em diversas cidades brasileiras e o principal ocorrendo em Brasília, para onde se dirigem dezenas de caravanas de diversas regiões da nação.

Em Curitiba, o Ato do #ForaTemer e por eleições diretas já ocorre a partir das 18 horas, na Praça Santos Andrade.

domingo, 2 de abril de 2017

Programa "Ciência Sem Fronteiras" do MEC já era

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Mais um programa de destaque da Era Lula/Dilma que é extinto pelo governo golpista de Temer. Foi cancelado o programa Ciência Sem Fronteiras, que pagava cursos de graduação para estudantes no exterior.

O ministro golpista do MEC, o Merdoncinha Filho (do DEM-PE), alega que prefere usar os recursos investidos no CSF em "merenda para a educação básica".  De merenda os golpistas entendem bem, especialmente os tucanos paulistas, experts na arte de roubar-lhes os recursos.

Diz ainda o MEC do traíra Temer que o CSF não trazia resultados porque os estudantes enviados para universidades europeias e americanas tinham "deficiência em inglês".  Todos os 30 mil estudantes enviados ao exterior eram ruins em inglês?  Ora, grande número dos alunos que ingressam hoje nas universidades federais já tem uma razoável proficiência em inglês.

O que sobressai disso é que o Brazil de mentira de Temer prefere manter seus jovens distantes de oportunidades de aprimoramento e economizar dinheiro para pagar juros a banqueiro.

domingo, 19 de março de 2017

Carne Fraca: o xadrez para entender a doideira da PF

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A perda de controle sobre a PF e o MPF está promovendo a destruição de setores relevantes na geração de divisas, emprego e tributos.

Por Luís Nassif, no Jornal GGN

Peça 1 – o ambiente interno na Polícia Federal

O maior erro de Dilma Rousseff foi a indicação de José Eduardo Cardozo para Ministro da Justiça. Os dois erros seguintes foram consequência natural do primeiro erro: a indicação do Procurador Geral da República Rodrigo Janot e do Diretor Geral da Polícia Federal Leandro Daiello Coimbra.

Aliás, o erro maior foi quando, pressionado por Gilmar Mendes, Lula afastou o delegado Paulo Lacerda do governo.

A Polícia Federal é composta por vários grupos políticos, sob muita influência do PSDB. Lacerda era o único delegado com liderança que se sobrepunha aos grupos e mantinha a corporação sob controle...



Peça 2 – onde entra a Operação Carne Fraca

Há um jogo de interesses claros entre os delegados do Paraná, os procuradores e Daiello. Do lado da PF do Paraná, os principais operadores são o delegado Maurício Moscardi Grillo, o mesmo que tentou censurar jornalistas, e o delegado Igor Romário de Paula. Ambos criaram um poder paralelo dentro da PF.

A Operação Carne Fraca se insere nessas disputas internas da PF. Igor Romário abriu um inquérito contra Valeixo, para afasta-lo da disputa. Moscardi monta a operação para fortalecer Daiello.

Seu espaço político é garantido pela parceria com a mídia e pela promessa, nunca cumprida, de levar Lula à prisão...



Peça 3 – onde entra o Brasil

Foi uma luta árdua do país, para assumir um protagonismo no mercado mundial de alimentos e, especialmente, no comércio mundial de carnes.

Atualmente, só as exportações de carne bovina, suína e de frango rendem US$ 12 bilhões por ano, para um mercado diversificado, que inclui Arábia Saudita, China e Japão. 

Para a Europa, as exportações começaram em 2000. E apenas no ano passado, o país conseguiu aprovação para embarcar carne in natura para os Estados Unidos, cumprindo todas suas exigências...



Peça 4 – como impedir que PF e MPF destruam a economia

A perda de controle sobre a PF e o MPF está promovendo a destruição de setores relevantes na geração de divisas, emprego e tributos.

No entanto, há uma covardia generalizada tanto das lideranças empresariais como dos grupos de mídia, para estabelecer controles mínimos sobre os “jovens turcos”, impedir que o combate à corrupção não desmonte de vez a economia nacional.

A única ação sensata seria uma liderança que coibisse os abusos de delegados como Moscardi e Igor, de procuradores como Dallagnoll e Carlos Fernando, sem prejudicar o combate efetivo à corrupção.

O que esperar de Temer, um governo reconhecidamente corrupto, que loteou o Ministério entre o que de pior a política brasileira produziu? É Osmar Serraglio, o homem de Eduardo Cunha, que definirá a disciplina na PF? Evidente que não.

É esse o dilema em que se meteu o país e uma imprensa pusilânime, que se tornou refém dos monstros que ajudou a construir.

A boa novidade de março: ressurge aos poucos a unidade popular contra o golpismo

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"Aposentadoria fica, Temer sai!" - este foi o grito de mais de um milhão de brasileiros de norte a sul do país, no último 15 de março, nos mais variados movimentos contra a "reforma" de destruição da previdência social do governo golpista de Michel Temer.  E igualmente contra a reforma trabalhista, que simplesmente coloca para escanteio a CLT  e permite a farra dos patrões sobre os direitos dos trabalhadores.

Em Curitiba, uma megapasseata reuniu mais de 20 mil pessoas de diversas categorias, nucleada pelos trabalhadores da Educação, que haviam marcado greve nacional do setor. Pararam, para reagir às contra-reformas do golpismo ultraliberal, professores, técnicos, estudantes, motoristas e cobradores de ônibus, metalúrgicos, agentes penitenciários, policiais civis e outras categorias.  Beto Richa há de ter tremido nas bases, vendo seu palácio cercado por dezenas de milhares de manifestantes que o vem desmascarando desde 2015.


O que transcende de todo esse movimento - que começou a botar medo na quadrilha temerista de Brasília - é o ressurgimento paulatino da unidade popular, a junção de esforços de quase todas as centrais sindicais e de numerosas forças políticas, que andavam meio que cada um no seu quadrado.  Diante das terríveis ameaças de fim da aposentadoria e de desmanche da legislação trabalhista, a ficha caiu e o povo começou a se unir.

E é essa unidade que aterroriza deputados, senadores, juízes mal-intencionados e a gangue do Planalto.  Essa unidade, realizando mais e mais demonstrações de luta nas ruas, poderá impedir que se concretizem alguns dos planos da canalha que já começou a vender o país a preço de banana.

Isto precisa ser consolidado dia após dia, ampliando a presença do povo, dos trabalhadores nas ruas.  As diversas frentes e articulações antiTemer do Paraná já preparam novas ações e é preciso ficar antenado nessa agenda.

quinta-feira, 9 de março de 2017

O nojentismo de Temer no Dia da Mulher

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A minha timeline está em polvorosa com as declarações de Michel Temer ontem em um evento ligado ao Dia Internacional da Mulher em Brasília.

Por Nathali Macedo, no site DCM

“Tenho absoluta convicção, até por formação familiar e por estar ao lado da Marcela, do quanto a mulher faz pela casa, pelo lar. Do que faz pelos filhos. E, se a sociedade de alguma maneira vai bem e os filhos crescem, é porque tiveram uma adequada formação em suas casas e, seguramente, isso quem faz não é o homem, é a mulher.”

O espanto em torno de declarações tão tipicamente temerárias não faz sentido.

Estamos falando do presidente que discursou durante pouquíssimos segundos nas Olimpíadas por medo de vaias. Que evita sair às ruas por medo de vaias. Estamos falando do homem sem carisma (e sem escrúpulos) que chama a imprensa quando vai buscar o filho na escola na tentativa de ser um pouco mais amado. Estamos falando de alguém cuja formação familiar – inescrupulosa, decerto – de fato conduz a posicionamentos retrógrados, machistas e inapropriados.

É difícil tratar Michel Temer como alguém capaz qualquer declaração, mesmo pueril, de coerência ou coragem: uma vez decorativo, sempre decorativo.

Aliás, um país em que uma quadrilha toma o poder através de um golpe jurídico-parlamentar (seus inegáveis aspectos machistas não podem ser ignorados, ressalte-se), é publicizado na mídia nacional e internacional um áudio que denuncia todo o esquema e absolutamente nada acontece, é um país em que políticos de costas quentes podem fazer absolutamente qualquer coisa – um discurso machista, então, é bobagem.

O discurso retrógrado no Dia da Mulher, convenhamos, não é o pior do currículo macabro de Michel Temer. Antes de nos preocuparmos com o discurso – que, aliás, caracteriza perfeitamente o seu emissor -, nos preocupemos, por exemplo, com a reforma da Previdência Social, prejudicial a todos os trabalhadores, mas especialmente às mulheres.

O que esperar de um homem que se casa com uma mulher mais jovem e a transforma em sua bela, recatada e do lar? Que a enclausura na função retrógrada de “primeira-dama doce e professoral”? Querer que defenda o empoderamento feminino?

É muita ingenuidade, para dizer o mínimo.

As declarações de Michel Temer só confirmam o meu asco por sua figura, e me fazem pensar o quanto deve ser difícil a vida de alguém que acredita que todas as mulheres são belas, recatadas e do lar como Marcela – fora do machista país das maravilhas de Michel Temer, mulheres estão escolhendo não ter filhos e eventualmente chegando à presidência.

Fora do pensamento arcaico – que soa como piada – de Temer, mulheres não são apenas “capazes de indicar os desajustes de preços em supermercados”, mas de fazer qualquer coisa que queiram, e é exatamente isso que temem, com o perdão do trocadilho, homens covardes como o nosso digníssimo Presidente.

A ele, hoje, não cabe sequer a nossa revolta. Cabe apenas o que ele tem tido pelo país afora – na esquerda, na direita, no centro e em todos os cantos: desprezo.

segunda-feira, 6 de março de 2017

PMDB de Temer faz terrorismo com os pobres pela Reforma da Previdência

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O PMDB, partido de Michel Temer, divulgou nas redes sociais uma campanha em que adota o terrorismo como instrumento para buscar o apoio popular à sua proposta de tungada nas aposentadorias.

Por Leonardo Sakamoto, em seu Blog

''Se a reforma da Previdência não sair: Tchau, Bolsa Família; adeus, FIES; Sem Novas Estradas; Acabam os Programas Sociais'', diz uma imagem com a logomarca do partido. No fundo, a ilustração de uma cidade em ruínas.

A peça de propaganda vem em um momento em que até a base aliada do governo no Congresso Nacional afirma que a reforma, tal como está, não passa. Até porque esse pessoal pretende se reeleger. E no qual líderes de movimentos que foram às ruas pedir o impeachment de Dilma Rousseff também relatam que a proposta tem sido repudiada por quem não aguenta ver a esquerda nem pintada de amarelo.

Ou seja, a campanha é um sinal de preocupação, porque a classe média começou a sentir a água bater nos glúteos.

Estipular uma idade mínima de 65 anos para aposentadoria (em um país em que trabalhadores braçais de regiões pobres mal tem essa expectativa de vida), com ao menos 25 anos de contribuição (onde a informalidade é grande) e 49 anos para ter pensão integral (considerando que os pobres começam a trabalhar aos 10, 12 anos por necessidade) é reduzir pessoas a estatísticas. Isso sem contar propostas como subir para 65 anos a aposentadoria rural, com 25 anos de contribuição mínima, quando, hoje, basta a comprovação de trabalho no campo para obter a partir de 60 anos (homens) e 55 (mulheres). Ou seja, o sujeito se esfolou em canaviais a vida inteira sem carteira assinada e pode nem ter tempo para desfrutar um descanso.

Não é a primeira vez, contudo, que o PMDB ou Michel Temer usam a chantagem como política de governo.

Em junho do ano passado, Temer afirmou, em entrevista ao jornalista Kennedy Alencar, que ''ou a Previdência Social tem de ser reformulada ou então todos os pensionistas sofrerão.'' Uma declaração do tipo: ''ou liberam o que quero ou consigo um jeito de atrapalhar ainda mais a sua vida''. Temos mais opções para além do maniqueísmo e da dualidade rasos. Sempre. Mas querem nos fazer crer que não.

No 8 de Março, mulheres protestarão contra a reforma da previdência do golpista Temer

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Embora mundialmente os movimentos feministas e de mulheres proclamem a realização de uma grande greve, no Brasil o 8 de Março destacará, ao lado das tradicionais bandeiras desses movimentos, a luta contra o terrível ataque do usurpador Temer contra as aposentadorias e os direitos trabalhistas.

Neste 8 de Março, em Curitiba, os movimentos chamam as mulheres e demais ativistas para um ato a partir das 17h30, na Praça Santos Andrade, para rejeitar as contra-reformas da previdência social e trabalhista pretendidas pela quadrilha plutocrata de Michel Temer.

Curitiba vai parar 100% no dia 15 de março contra o fim da aposentadoria

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Motoristas e cobradores decidiram em assembleia na madrugada desta segunda-feira (6) que vão paralisar totalmente no próximo dia 15 de março contra as reformas da previdência (fim da aposentadoria) e trabalhista (precarização da mão de obra).

Com a decisão unânime de 1,1 mil trabalhadores do Sindimoc (Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Curitiba e Região Metropolitana), a capital paranaense vai parar 100% no dia 15 de março.

Outras categorias, como os educadores, também definiram a data para deflagrar a greve geral da categoria contra o desmonte do Estado Social e os ataques à Educação desferidos pelo governador do Paraná Beto Richa (PSDB).

Ao longo desta semana, entidades do movimento social e partidos políticos irão realizar diversos debates em Curitiba — a exemplo da APP-Sindicato — visando mobilizar a sociedade contra o ilegítimo Michel Temer (PMDB) e o governo corrupto de Richa no estado.
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terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Xadrez da delação e a dança dos mineirinhos

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Por Luis Nassif, no Jornal GGN


Peça 1 – o assalto final ao país

Tem-se um presidente da República suspeito de corrupção. Seu preceptor maior – ex-deputado Eduardo Cunha – já está preso. Se receberem o mesmo tratamento dado a Cunha, seus dois lugares-tenentes – Ministro Eliseu Padilha e Secretário Moreira Franco – também irão para a prisão.

Nos últimos tempos, no entanto, esse grupo abaixo de qualquer suspeita, colocou em prática as seguintes medidas, tentando desesperadamente acumular poder para impedir a marcha dos processos:

1. Assumir o controle geral das definições de produtos de conteúdo nacional para as compras públicas, colocando de lado os técnicos do BNDES e Finep. Empresa que quiser ter seu produto enquadrado, terá que beijar as mãos do grupo.

2. Colocar sob seu controle as decisões de investimento do FAT (Fundo de Amparo do Trabalhador), afastando o conselho que define as políticas de investimento. Os dois grandes especialistas do grupo em FAT eram Eduardo Cunha e Geddel Vieira Lima.

3. Flexibilizar as datas de reajuste de medicamentos e submeter as propostas a um grupo restrito de ministros, deixando de lado os escalões técnicos.

4. A antecipação das licitações do pré-sal, sem uma explicação plausível.


Em relação aos chamados interesses nacionais, a cada dia que passa o jogo de desmonte se acelera mais:

1. A proibição de empresas nacionais nas licitações para a conclusão dos trabalhos da Comperj (https://goo.gl/yJkIII).

2. A decisão da Aeronáutica de contratar empresas norte-americanas para serviços de sensoriamento remoto por satélite, por ordem da Casa Civil, de Eliseu Padilha (https://goo.gl/W0kVxq).

3. A plataforma desenvolvida pelo Exército contra guerra cibernética. A plataforma serve Itaipu, Angra e outras áreas críticas. Se, no bojo da cooperação com autoridades norte-americanas, a senha do sistema for exposta, deixará vulnerável as principais áreas críticas do país.

4. Os riscos de paralisação do Prosub – o programa de construção de submarinos nucleares, essencial para a defesa do pré-sal.

5. O controle direto dos EUA sobre os trabalhos da Embraer, a pretexto de fiscalizar a implantação do sistema de compliance (https://goo.gl/0JYi7H).


Para ganhar tempo e consumar o saque, estão oferecendo em pagamento:

1. O desmonte do Estado.

2. Uma reforma da Previdência mais severa que a mais severa reforma em país europeu.

E aí esse símbolo máximo da liberalidade política brasileira, um Presidente suspeito até a tampa indicando o juiz que participará do seu julgamento.

A maior ameaça aos direitos trabalhistas da história recente

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A Câmara dos Deputados vai reiniciar suas atividades legislativas neste dia 1º de fevereiro e, com elas, abre-se o período da votação dos atentados que o governo golpista de Michel Temer planeja contra o povo e os trabalhadores, como a reforma trabalhista e a previdenciária.

São ameaças graves contra os trabalhadores. A reforma trabalhista, que o grupo que assumiu o governo quer fazer tramitar a toque de caixa, representa uma mudança tão profunda na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) que nem a ditadura de 1964 ousou cometer.

Contra a ameaça representada pela reforma trabalhista neoliberal que Temer quer impor aos trabalhadores, em meados de janeiro as centrais sindicais (CTB, CUT, CSB, Força Sindical, Nova Central e UGT) manifestaram-se para que não seja pedido urgência, por Michel Temer, para a tramitação do Projeto de Lei (PL) 6.787, que prevê aquela reforma. Para os sindicalistas, uma mudança de tamanha envergadura só pode ser feita depois de intenso debate com os trabalhadores e a sociedade, debate que requer tempo, prudência e paciência. As centrais cobram um "amplo e democrático processo de negociação" que envolva as entidades dos trabalhadores, o governo e o Congresso.

Além de representar um conjunto de atentados contra direitos trabalhistas duramente conquistados através dos anos, o projeto de reforma inviabiliza e destrói a CLT ao prever que o negociado prevalece sobre o legislado, e também ao flexibilizar a duração da jornada de trabalho.

A reforma pretendida pelo governo atende principalmente às demandas patronais, que não aceitam as limitações que a CLT coloca contra a ganância desmedida ao regulamentar o processo de trabalho. A proposta de Temer facilita e amplia, por exemplo, os períodos dos contratos temporários de trabalho, que passam dos atuais 90 dias para 120 dias, podendo ser prorrogados por outros 120 dias; faz o negociado sobrepor-se ao legislado em questões como duração da jornada e salário; amplia e facilita a terceirização; prevê a possibilidade da divisão dos prazos de férias de acordo com a conveniência patronal; legaliza os bancos de hora.

Desde que a pretendida e draconiana reforma trabalhista foi anunciada, a resistência contra ela tem crescido, unindo desde o Ministério Público do Trabalho, as centrais sindicais, incontáveis sindicatos e organizações populares e de trabalhadores. Entidades que, em 24 de janeiro, divulgaram estudo que demonstra, ao lado da barbárie que a reforma trabalhista representa, a inconstitucionalidade das mudanças propostas, sobretudo a pretensão de fazer com que o negociado prevaleça sobre o legislado. 

Fevereiro inicia-se com a previsão de muita luta dos trabalhadores. Luta necessária e justa para manter os ainda pequenos ganhos civilizatórios que a legislação brasileira garante nas relações de trabalho, e que enfrentam hoje a maior ameaça de sua história.
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Fonte: Portal Vermelho

    segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

    Você sabe o que é Häagen Dazs ?

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    Curtam o sambinha do sorvetão do vampiro traíra usurpador...
    (Via Conversa Afiada)

    Temer, o traíra usurpador, é unanimidade nos cemitérios de Curitiba

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    O ilegítimo Michel Temer foi “prestigiado” na madrugada deste Ano Novo, em Curitiba, com sinistras pichações em muros de cemitérios da cidade: “Entra Temer [e Richa]”.

    As inscrições que convidam o Tinhoso e o tucano para “ficarem” em paz foram percebidas nos cemitérios Abranches, Municipal, Protestante e Água Verde.

    A autoria das pichações desejando ‘a paz dos cemitérios ao golpista’ foi reivindicada pelo grupo militante de esquerda “As Panteras Marxistas”.

    Nota do Blog: as pichações convidando o usurpador a 'ficar' no cemitério estariam sendo vistas em outras cidades.
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    terça-feira, 11 de outubro de 2016

    Ministro paranaense da Saúde comemora menos verbas para atender saúde dos brasileiros

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    Ricardo Barros (PP-PR), o ministro golpista do usurpador Temer, aparece no flagrante acima comemorando a aprovação da PEC 241/16 ontem, que congelará investimentos em Saúde nos próximos 20 anos.  Barros é ministro da Saúde do velhote canalha Temer.  Como eles são neoliberais privatistas, querem que o SUS acabe e que só os que podem pagar planos privados de saúde tenham acesso ao que deve ser, e hoje é, um direito constitucional de todo brasileiro desde 1988.

    Este oligarca do Paraná, que não entende nada de Saúde, é marido da atual vice-governadora de Beto Richa, Cida Borgheti, que pretende ser candidata a governadora em 2018 na sucessão do ultraqueimado governador massacrador de professores.  Também é pai da dondoquinha Maria Victoria, deputada estadual que se candidatou este ano a prefeita de Curitiba, mas se lascou.

    Ricardo Barros ganhou notoriedade ao soltar seu barro por aí.  A última pérola do golpista foi dizer que homem trabalha mais que a mulher e por isso vai menos ao médico, no que levou bronca até da própria filha.

    É dessa escória política e intelectual que o Brasil está servido com o governo quadrilheiro usurpador de Michel Temer.

    366 picaretas aprovam a "PEC da morte" 241/16

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    O que mais pesa nos gastos públicos? O extorsivo pagamento de juros, da ordem de 45% do total. Mas o golpista Temer e sua corja de parlamentares comprados no banquete da noite de domingo passado preferem cortas nos gastos ditos primários relativos a áreas fundamentais, como Saúde e Educação, nos serviços públicos que serão precarizados, se nada mudar, até 2037.  Nenhuma medida para o pagamento de juros, nada para fazer com que os ricos paguem o custo da crise.

    O vídeo acima, curtinho, explica didaticamente em que consistem as maldades da PEC 241, e o gráfico abaixo mostra o peso cruel dos juros no orçamento.



    Em 31 de agosto consumou-se a fase 1 do golpe contra a soberania nacional e os direitos do povo brasileiro, ao derrubarem, sem crime de responsabilidade comprovado, a presidenta legítima Dilma.

    Ontem, 11/10, mais um momento da fase 2 do golpe, em que Executivo e Congresso, de costas para a nação, entregam nossas riquezas e dinamitam aos poucos as esperanças da população de uma vida melhor.

    Confira aqui como votaram os parlamentares ontem em Brasília, classificados por partido. Somente PCdoB, PT, PSol, Rede e maioria do PDT votaram "Não" à PEC 241. E, abaixo, a lista apenas dos deputados federais do Paraná.  Repudiaram a PEC da Morte apenas Enio Verri (PT), Aliel Machado (Rede), Assis do Couto (PDT) e Marcelo Belinati (PP).

    Todos do PMDB, PSDB, PSD, dentre os grandes, votaram a favor da PEC. Desses, os que tem base eleitoral em Curitiba - como Luciano Ducci, Francischini, João Arruda, Paulo Martins - merecem ser muito "bem recebidos" pelos trabalhadores da capital e também muito bem "DESvotados" se tentarem reeleição em 2018.




    sexta-feira, 23 de setembro de 2016

    Mais nenhuma instituição protege o cidadão

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    A TV Afiada "Moro e a Privataria da Educaçao - eles fazem o que querem" mereceu profético comentário do professor Wanderley Guilherme dos Santos:


    "Totalmente de acordo, não existem mais canais eficazes de pressão popular.

    Pior: não há mais canais legais de defesa da população.

    É a tirania de quem grita primeiro.

    Os outros mandões baixam a cabeça à espera de reciprocidade quando forem os primeiros a gritar. Hoje, a população sem padrinhos tem medo; eles, os mandões, precisam sentir esse gosto, bem de perto.

    Mandões do executivo, legislativo, judiciário e empresariado.

    Estão todos no mesmo time. não há mais divisão entre poderes nem separação entre o que é público e o que é privado."

    quinta-feira, 22 de setembro de 2016

    Trabalhador@s do Sistema de Bibliotecas se mobilizam contra PEC 241 e PLP 257

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    Fachada da Biblioteca Central

    Hoje, 22, é Dia Nacional de Mobilização contra as ameaças de retrocessos trabalhistas e sociais pretendidos pelo governo golpista de Temer.  Em numerosas cidades do Brasil, o movimento sindical e outros movimentos sociais realizam toda sorte de atividades para marcar posição contra tenebrosas iniciativas do Executivo e do Congresso, tais como a PEC 241 e o PLP 257.

    Na UFPR, uma das unidades criou até movimento próprio: o Sistema de Bibliotecas (SIBI) organizou o #MobilizaSIBI, para estimular entre todos os servidores o conhecimento, o debate sobre os conteúdos nefastos desses projetos Temeristas.  Com isto, cria-se mais consciência em todos para fortalecer futuras mobilizações mais amplas que barrem a aprovação dos projetos no Congresso.  Nas figuras aqui, faixas colocadas hoje de manhã no prédio da Biblioteca Central marcam o repúdio a tais medidas.


    À tarde, trabalhadores de toda a UFPR são chamados a um debate no auditório de videoconferências do campus Botânico, justamente para conhecer mais a fundo os projetos, como a PEC 241 ("teto de gastos públicos"), que poderá promover severos cortes orçamentários na Saúde e na Educação públicas a pretexto de "ajustar a economia" brasileira.

    Em Curitiba, Centrais Sindicais convocam um Ato no final da tarde (18h00 em diante), na Praça Santos Andrade.

    Depois de buscar Mantega no hospital, que falta a Lava Jato fazer no rol das monstruosidades?

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    Que a Lava Jato é fundamentalmente injusta sabemos.  Que ele é um arma da plutocracia para destruir o PT e Lula sabemos.  Que ela faz uma parceria indecente com a mídia, sobretudo, a Globo, sabemos.  Que ela ajuda o Brasil a ser uma República das Bananas, sabemos.

    Por Paulo Nogueira, no site DCM

    Mas que ela é canalha, miseravelmente canalha, desumanamente canalha tivemos a prova nesta manhã de quinta no curso da Operação Arquivo X.

    O nome, aliás, não poderia ser mais apropriado. Depois do power point que parecia feito por alienígenas sob o comando de Dallagnol, tinha mesmo que vir a Operação Arquivo X.

    Prender Mantega no hospital, quando ele velava a mulher submetida a uma cirurgia, ultrapassa todos os limites da decência.

    É coisa que a gente não consegue imaginar nem em ação policial nazista. Ou, para ficarmos no tema presente, nem nos tribunais alienígenas.

    Descemos novos degraus no índice da civilização. Pense como a opinião pública britânica reagiria se tamanha brutalidade ocorresse lá. Todo o comando policial ligado a ela seria expelido devido à pressão da sociedade. Orwell cunhou a expressão “decência básica” para evitar tais monstruosidades.  Nem na Revolução dos Animais, Orwell concebeu uma baixeza de tal magnitude.

    Mantega é um homem lhano, acusado de coisas que só no Planeta Lava Jato são cabíveis. Um dia, espero que não tão longe, saberemos quantas mentiras estavam e estão associadas às acusações da Lava Jato.

    Tão repulsiva quanto a ação em si para prendê-lo foi ver a reação de débeis mentais manipulados pela mídia plutocrata.  Aplausos dementes, palmas ensandecidas: nem um miserável sinal de humanidade.

    Eis no que a plutocracia nos transformou: num país selvagem, desprezível, oprimido por um grupo de poderosos que trata os brasileiros como gado.

    segunda-feira, 19 de setembro de 2016

    Reunião ampliada do funcionalismo público aponta calendário unificado rumo à greve geral

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    Os trabalhadores técnico-administrativos da FASUBRA Sindical junto ao Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) e centrais sindicais encerraram a Caravana Nacional com acampamento em Brasília-DF na manhã de quarta-feira, 14, em Reunião Ampliada. Cerca de mil trabalhadores lotaram a tenda localizada na Esplanada dos Ministérios. 

    Representantes de diversas entidades apresentaram informes. A FASUBRA Sindical informou sobre a aprovação da categoria do Estado de Greve e a disposição para construir uma Greve Geral, começando com o funcionalismo público e a educação federal. 

    Para a FASUBRA, o balanço das manifestações em Brasília foi vitorioso, reunindo aproximadamente 10 mil pessoas. 

    As entidades sindicais aprovaram iniciativas para fortalecer a luta contra o Ajuste Fiscal rumo à Greve Geral, como a participação da Paralisação Geral chamada pelas Centrais Sindicais no dia 22 de setembro com Atos nos estados e a Paralisação Nacional no dia 29 de setembro convocada pelos sindicatos dos metalúrgicos. 

    Também foi aprovado apontar para as centrais sindicais “um dia unificado de lutas e paralisações rumo à greve geral”, na segunda quinzena de outubro, evitando pulverização de datas. 
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    Fonte: FASUBRA-ACS