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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Caravana a Brasília dos SPF em setembro contra a perda de direitos e o ajuste fiscal

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Reunidos na terça-feira, 23, na sede do ANDES-SN em Brasília, os membros do Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) definiram realizar uma Caravana Nacional com acampamento em setembro. 

O evento almeja reunir milhares de servidores públicos federais de todo país nos dias 12, 13 e 14 de setembro em Brasília, contra o Ajuste Fiscal (PLP 257/16 e PEC 241/16), a reforma da previdência, as privatizações e em defesa de salários, direitos e emprego.

No dia 12, será organizada a caravana com acampamento na Esplanada dos Ministérios. A grande marcha acontece no dia 13, no Eixo Monumental, até o Congresso Nacional.

Para encerrar as atividades, no dia 14 será realizada uma Reunião Ampliada do Fonasefe com todos os caravaneiros do serviço público para avaliar a perspectiva de greve geral do funcionalismo público, que tem indicativo de início para a segunda quinzena de setembro. 

segunda-feira, 6 de abril de 2015

7 a 9 de abril: dias de manifestação do funcionalismo público federal

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Cumprindo o calendário de lutas aprovado na ultima plenária nacional da FASUBRA, todos os sindicatos filiados à Federação dos servidores técnico-administrativos foram orientados a organizar, nos dias 07,08 e 09 de abril, manifestações nas IFES (com paralisações onde for possível) somando-se a manifestações que vão ocorrer tanto em Brasilia como pelo país por parte da maioria das entidades do funcionalismo publico federal.

O objetivo dessas manifestações é chamar a atenção do governo federal para que as negociações com os trabalhadores comecem imediatamente, bem como pressionar o Congresso Nacional para arquivar todos os projetos que atacam direitos trabalhistas, com destaque para o insidioso PL 4330 (que generaliza as terceirizações, inclusive em atividades-fim).

De Curitiba, assim como dos diversos Estados, já partiram vários ônibus das centrais CUT e CTB até Brasília, para engrossar a pressão sobre o Congresso Nacional visando a protestar contra MPs e projetos de lei antitrabalhador, assim como contra o ajuste fiscal liberal intentado pelo ministro da Fazenda Joaquim Levy para supostamente enfrentar a crise econômica que colocou o país em estagnação.  As Centrais Sindicais exigem que seja posto em pauta o projeto que taxa grandes fortunas e heranças, pois os mais ricos é que tem que arcar com os maiores custos da crise.

Na UFPR, a programação pretendida pela Diretoria do Sinditest é a seguinte:

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Fonte: com informações de FASUBRA e Sinditest

sexta-feira, 20 de março de 2015

Reajuste linear de 27,3% pedido pelos servidores é "irreal", diz ministro

2 comentários:
Após uma reunião de mais de três horas (hoje, 20/3) com lideranças de 49 entidades que representam servidores públicos federais, o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, declarou que o reajuste linear de 27,3% pedido pelos servidores é irreal. Ele não divulgou o percentual que o governo pode dar aos trabalhadores, mas declarou que a mesa de negociação está aberta entre os meses de maio, junho e julho. 

Nesse período será discutido o novo percentual, que vai depender do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), do crescimento vegetativo da folha e dos novos concursos públicos que já ocorreram. Depois dos cálculos é que o governo pode chegar ao percentual de aumento. “O que a sociedade quer é o que o governo tem que cumprir: a redução da folha de pagamento em relação ao PIB. Essa relação da folha de pagamento com o PIB cresceu de 4,2% para 4,3% e isso tem que ser reduzido”, afirmou.

Junto com o ministro estava o secretário de Relações do Trabalho, Sergio Mendonça, um dos negociadores oficiais do governo. Ele afirmou que os parâmetros para a negociação têm um denominador comum, que depende das despesas, da receita e do crescimento econômico. Ele crê que durante os três meses de negociação, por mais complexo que seja, é possível se chegar a um termo comum.

Conforme o Correio já adiantou, se o Executivo conceder esse reajuste o impacto na folha de pagamento de 2016 será de quase R$ 70 bilhões. Esse valor é muito superior ao reajuste fiscal que o governo pretende fazer, que é de R$ 55,3 bilhões. Como a atual postura fiscal do país está sendo elogiada pelo mercado financeiro, os analistas já apontaram que essa reivindicação dos servidores é irreal. O governo tem, no máximo, um espaço orçamentário de 7,9%, que corresponde à inflação projetada para o ano de 2015.
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