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sábado, 6 de outubro de 2018

Diretoria do Sinditest (Chapa 2): transparentemente caloteira

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A eleição direta de reitor de setembro de 2016 foi organizada, meses antes, pela chamada CPC (Comissão Paritária de Consulta), integrada por 3 representantes de cada entidade da comunidade da UFPR: APUFPR, SINDITEST e DCE.  O processo foi bem sucedido, ao custo de 60 mil reais.

Na ocasião, foi feito um acordo entre APUFPR e SINDITEST: cada entidade arcaria com metade do custo total (pois o DCE não tem renda para tanto).

Pois bem, a APUFPR, na época, bancou tudo.  E a Diretoria do SINDITEST (atual Chapa 2), nada.  A Diretoria da entidade dos professores prosseguiu educadamente cobrando os 30 mil devidos pelo SINDITEST.  E a Diretoria do sindicato dos TAE (Chapa 2), NADA.

Agora, a APUFPR perdeu a paciência e seu presidente, professor Herman, está enfaticamente cobrando o que é devido pelo SINDITEST.  A turma da Chapa 2 se faz de desentendida.  Mas não abre mão de, por exemplo, gastar em almoços para cabular votos da base e sorteia uma TV cara nesse dito "recadastramento".

Além do que, o processo de prestação de contas, prometido trimestralmente, é uma ficção.  Claro, não querem expor seus furos.  Agora a categoria sabe como é a tal "transparência" do pessoal dito "sempre na luta (lua)"da Chapa 2/Diretoria do SINDITEST.  

Esse escandaloso calote para com companheiros de luta do movimento dos professores, além de desrespeito, é mais uma demonstração do menosprezo da Diretoria do SINDITEST com a democracia universitária.

Serão cobrados nas urnas da eleição de 9 e 10 de outubro! Podem esperar.

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Bandeiras da esperança: caminhada Lula-Haddad/Manuela em Curitiba dia 30/08

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Este Blog não omite nem dissimula suas opções políticas.  Defendemos a vitória das forças de esquerda e progressistas para reverter as políticas de retrocesso político-sociais do quadrilhão de Temer e das candidaturas do campo desse canalha (os Boçalnaros, os Alckmins, os Meirelles, os Álvaros).  Prezamos as candidaturas de Guilherme Boulos (PSol), de Ciro (PDT) e de Lula-Haddad/Manuela (PT/PCdoB).

Por isto, convidamos as trabalhadoras e trabalhadores da base do Sinditest, e também professores e estudantes, a participar da CAMINHADA HADDAD/MANUELA (presença confirmada da Manu) nesta quinta-feira, 30/08, a partir das 16 horas, da Praça Santos Andrade.  Pela retomada do desenvolvimento econômico sustentável, pelo resgate da soberania nacional, da liberdade e da democracia, em defesa dos direitos sociais e dos trabalhadores.  Pela libertação imediata de Lula de sua injusta prisão. Cadeia para moro!

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Comissão Eleitoral, por maioria, embola campanha sindical com a presidencial e marca eleição do Sinditest para 9-10 de outubro

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ENTREVISTADOR DO SINDITEST: - Companheira, pesquisa! Pode participar? Em quem vai votar em outubro? 
SERVIDORA DA BASE: - Na oposição, é claro! Não dá pra aguentar esse vampirão do Temer e seus candidatos! 

ES: - Não, minha querida, eu me refiro à eleição da Diretoria do Sinditest. 
SB: - Ah, essa. Mas, peraí, quantos colegas desta categoria estão discutindo sobre chapa de sindicato? O povo em cada esquina está discutindo sobre Lula, Haddad, Bolsonaro, Marina, Ciro, Alckmin... 

ES: - Tá, mas o sindicato também é importante... 
SB: - Sindicato é importante, mas mil vezes mais é a eleição de presidente nesta hora! Quando vai ser a eleição do Sinditest? 

ES: - Ué, não sabia? 9 e 10 de outubro... 
SB: - O quê? Dois dias depois da eleição de presidente?? Quem foram os malucos que indicaram essa data pra fazer eleição de sindicato? Por isso que nem tô sabendo direito quem está concorrendo. O lance é outro, meu caro, vocês não sabem ou fingem que não sabem? 

ES: - Mas, tá, tudo bem, afinal de contas, vai votar em quem pro Sinditest? A chapa apoiada pela atual diretoria combativa ou a chapa da oposição? 
SB: - Se foi a diretoria – combativa, é? - do sindicato quem marcou essa data irresponsável, pode anotar aí que voto na Oposição!! Haja menosprezo com a situação do país. Bando de come-dorme! Além de fazer gestão ruim, gastar a rodo a contribuição dos filiados, ainda querem desviar o debate do principal para o sec..., nem digo, secundário, é ultimário! VOTAREI NA OPOSIÇÃO DO SINDITEST!!!

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Em reunião em 24/08, a maioria da Comissão Eleitoral definida na assembleia do HC no dia anterior, aprovou a data de 9 e 10 de outubro para o pleito que indicará a Diretoria do Sinditest triênio 2019-2021.  Foram quatro votos dos membros ligados à atual diretoria sindical e UM voto contra do membro indicado pela oposição, que defendeu que a eleição se desse em meados de novembro, como é tradição do Sinditest.  A argumentação dos quatro membros ligados à diretoria é que essa data de outubro impediria o "uso eleitoral" da "máquina" do sindicato pelos atuais diretores, e que não prejudicaria o debate de 2. turno presidencial, marcado para 28/10 (o que eles esquecem é que o 2. turno é definido no 1. turno...).



domingo, 26 de agosto de 2018

APP-Sindicato recorda massacre da PM de Álvaro Dias em ato dia 30 de agosto

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Trinta anos atrás. Os professores estaduais, capitaneados por seu sindicato, estavam em luta por suas justas reivindicações.  Era governador então o atual candidato presidencial botoxudo Álvaro Dias, do "partido" P(h)odemos, apóstolo do agente da CIA sérgio moro (minúsculas sempre).  Em vez de diálogo, bombas e cassetetes no lombo dos trabalhadores e trabalhadoras.


A APP-Sindicato está preparando uma grande manifestação pública no próximo dia 30 de agosto. No dia, serão lembrados os 30 anos do ataque brutal aos(às) professores(as) que, em 1988, cobravam correção salarial. A violência e covardia do então governo Álvaro Dias e também a barbárie do 29 de abril de 2015, orquestrada pelo ex-governador Beto Richa, serão lembradas em um dia de paralisação.

Há 30 anos, professores(as) e funcionários(as) fazem deste dia um dia de luto e luta. Para garantir os direitos dos(as) educadores(a), a APP-Sindicato vem tomando todos os cuidados pedagógicos e legais para a organização deste dia. Às escolas, as orientações e materiais sobre os motivos da paralisação estão sendo repassados pelos dirigentes sindicais regionais e, ao governo, a direção estadual protocolou ofício com as justificativas do ato, apresentando a pauta de reivindicações, que inclui o pagamento da data-base, a retirada de faltas das greves anteriores, a integralidade da hora-atividade e a revisão salarial dos PSS, entre outros.

DIA 30/08, TODOS À PRAÇA SANTOS ANDRADE
9 HORAS DA MANHÃ!

Coordenação sindical de Uber: precisa ter na chapa?

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A chapa de oposição do Sinditest se pergunta, intrigada, se é obrigatório inscrever, para concorrer em outubro, um Coordenador para Assuntos de Uber, uma vez que na atual gestão mesmo diretor não-liberado pôde usar o expediente de uberizar por aí.

"Syndikat über alles" ? (Sindicato acima de tudo).  Nããão.  "Uber über alles".  (Uber acima de tudo.)


sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Descompromisso com futuro do Brasil: maioria da Comissão pró-CONLUTAS quer eleição do Sinditest no meio de outubro

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Que assunto a ampla maioria de brasileiras e brasileiros estará debatendo em meados de outubro deste ano? Halloween versus Dia do Saci? O dia de Santa Edviges (16/10)? O Dia do Professor? 

Não.  Mesmo que muitos não gostem de política, o grande tema nos bares, corredores e esquinas do Brasil será o futuro presidente do país (desde que Lula não possa ser candidato, a eleição vai para o 2. turno em 28/10). Bem poderá ser o embate Haddad/Manuela versus Boçalnaro/Milico de pijama. 

Já para quem pensa mais em seu próprio umbigo, em “se garantir” no imediato, como os psolistas-conlutistas do Sinditest e da maioria da Comissão Eleitoral, foda-se o Brasil e quem vai ser o próximo presidente. Por que se os acusa disto? Porque a maioria dessa Comissão pretende marcar a eleição do Sinditest para 16 e/ou 17 de outubro, entre o 1. (07/10) e o 2. turno (28/10) da eleição presidencial!! 

Resumindo, visualizem: curitibanos e paranaenses discutindo acerbamente o rumo para o país sair do buraco onde a quadrilha golpista de Temer o meteu e os servidores da base do Sinditest envoltos numa campanha eleitoral sobre a nova direção sindical. Militantes sindicais que poderiam empregar toda a sua energia e tempo para lutar pela vitória do lado  progressista na disputa presidencial no 2. turno tendo que se voltar também para atividades de uma campanha de sindicato! 

Mas, voltando ao que se disse acima, há os que pensam mais generosamente em seu país e há os que pensam só “no seu”, "meu pirão, primeiro". Não é à toa que essa turma da Diretoria veio majoritariamente do PSTU, aquele da palavra-de-ordem lunática de “Fora Todos!”, que conduziu ao colossal racha desse partido da ultraesquerda.

Defendemos que, num tópico sensível como esse (a data da eleição sindical), se tiver bom senso e espírito democrático, a Comissão Eleitoral pelo menos chame assembleia e debate com a base o assunto (como aliás se faz no processo de eleição direta de reitor, quando os temas polêmicos do regimento eleitoral são discutidos em assembleia de cada uma das três categorias). Ou então vão passar o “trator”, como se diz em jargão rasteiro sindical. 

Desde já, este Blog defende que a melhor ocasião para o pleito sindical seria o começo de novembro, depois de já ser conhecida a chapa vitoriosa ao Palácio do Planalto.   Além de ser a época tradicional das eleições do Sinditest.

ELEIÇÃO SINDITEST 2018: Comissão Eleitoral na mão da Diretoria

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Carla apresenta a chapa da diretoria do Sinditest

Ontem (23) no HC (anfiteatro do 7. andar do Anexo B) reuniu-se assembleia geral do Sinditest para votar a composição da Comissão Eleitoral que comandará os trabalhos do pleito direto, em que escolherá a nova direção do sindicato para o triênio 2019-2021. Presentes cerca de 130 pessoas, das quais 113 deram votos para formar a Comissão, no final da assembleia. 

Nesta ocasião, puderam votar filiados e não-filiados à entidade. Para a eleição sindical, na qual somente filados podem votar, não ficou, contudo, claro qual o prazo final de aceitação de filiação ao sindicato para quem quiser participar do pleito. Isso deve ficar a cargo de regulamentação da própria Comissão Eleitoral. 

Na votação, pelo sistema proporcional, a Chapa 1, apoiada pela atual Diretoria do Sinditest, obteve 74% dos votos (84), obtendo 4 vagas do total de 5 da Comissão, ficando a Chapa 2, apresentada pela oposição, com 26% (29) dos votos, com uma vaga. Deste modo, a atual Diretoria do Sinditest vai imperar sobre todo o processo eleitoral, o que fica claro pela declaração da diretora Carla Cobalchini no próprio site do sindicato, ontem: 

“ ‘Na NOSSA chapa o critério é uma comissão eleitoral com pessoal comprometidas [sic] com a luta da categoria’, afirmou Carla Cobalchini durante a apresentação da chapa.”

O grupo de pessoas que, desde 2008, perpetua-se aboletado nas poltronas do sindicato, deseja ardentemente mais três anos desse tipo de “gestão” sindical que a grande massa dos filiados e filiadas conhece muito bem quanto ao grau de “excelência”. Eles não querem qualquer renovação.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Fora Temer! Greve dia 10/11! Contra as reformas neoliberais do Quadrilhão e contra o entreguismo!

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No sábado, 11 de novembro, está previsto o começo da vigência da Deforma Trabalhista, enviada pelo Quadrilhão de Temer ao Congresso Nacional e ali aprovada pela maioria de parlamentares corruptos picaretas.  Essa Deforma pode, na prática, sepultar a letra da lei da CLT, ao estabelecer que prevalecerá o "negociado sobre o legislado". E as categorias de trabalhadores mais frágeis, sem poder efetivo de negociação com os patrões e sem o amparo da CLT, vão se ferrar, perder direitos, adentrar uma situação de precarização das condições de trabalho.

"Tudo pelo capital" é o lema do Quadrilhão de Temer. De preferência o grande capital rentista e especulativo.

Para protestar e resistir a isso, as Centrais Sindicais CUT, CTB, Força Sindical, UGT, NCST, Conlutas e CSB marcaram um Dia Nacional de Paralisações e de Mobilização contra Temer e suas reformas neoliberais, o 10 de novembro.

Em Curitiba, a mobilização será referenciada num Ato público na Boca Maldita, sexta-feira, dia 10, a partir das 11 horas.  Conclamamos todos os trabalhadores e trabalhadoras, e seus aliados dos movimentos sociais, a comparecerem à Boca Maldita para expressarem um sonoro "Não!" a Temer e a seu Quadrilhão.

Greve dos técnicos por tempo indeterminadoooooo! #SQN

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Entreouvido de uma declaração sincera do diretor ultraesquerdista fasubrino Gibran a outro diretor, mais ou menos nestes termos: "Temos que começar uma greve da FASUBRA agora em 10/11, mas só podemos levá-la por umas duas semanas, e com muito cuidado, para tentar fazer uma caravana a Brasília lá por 24/11 e depois necessariamente encerrar a greve."

Quer dizer: certos dirigentes reconhecem que neste momento é leviandade puxar uma greve de maior fôlego, mas mesmo assim insistem nela, e convencem certas bases sindicais, mas de antemão colocam um prazo para ela durar: duas semanas!

Ora, não seria melhor concentrar esforços de informação das bases e de mobilização para uma efetiva grande greve dos SPFs a partir de março de 2018 (ano eleitoral) em vez de insistir numa aventura agora sabendo-se que o pique de mobilização dos TAE e dos SPFs em geral é baixo?  A indignação contra Temer certamente é altíssima, mas uma coisa não redunda automaticamente em outra, em mobilização ampla e com capacidade de combate ao governo ilegítimo.

Pois é nisso que a atual Diretoria do Sinditest "Sindicato é pra..." (complete os pontinhos como quiser) tenta jogar a categoria da UFPR, UTFPR e UNILA, desde a estranha assembleia de 1/11 no pátio da Reitoria da UFPR (que reuniu pouca gente).

Pelo menos, uma coisa é certa e deve ser encampada por todos: 10/11 é Dia Nacional de Paralisações e de Mobilização chamado pelas Centrais Sindicais contra as reformas neoliberais do traíra Temer. Em especial contra a entrada em vigor da "Deforma Trabalhista" aprovada pelo Congresso de 300 picaretas, prevista para vigir a partir de sábado, dia 11.  Há um Ato público marcado para a Boca Maldita dia 10, a partir das 11 horas. Todos paralisados nesta sexta, e todos na Boca!

Obra grande na sede do Sinditest. Conta grande também.

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Segundo uma fonte ouvida hoje pelo editor deste Blog, que colheu a informação de outra fonte que já privou da intimidade da Diretoria atual do Sinditest, na sede administrativa sindical aconteceu há algum tempo atrás uma grandiosa obra.

Todo o piso da sede foi trocado e foi instalada uma grade na entrada da sede.  O modesto valor da obra: 150 mil reais.  Não sabemos se foi a Odebrecht, a OAS ou a UTC quem cobrou um valor tão camarada assim.

Mas certamente o piso novo deve ser de prata e a grade deve ser de ouro. Tudo para valorizar o patrimônio dos servidores, é claro.   Por isso, a Diretoria reclama que o dinheiro em caixa anda curto.  Sorriam, dizimistas!

Por sinal, faz um tempinho que não se vê prestação de contas dessa Diretoria "Sindicato é pra..." (complete os pontinhos).

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Greve nacional dos técnicos em debate em assembleias do Sinditest

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O Sinditest está realizando uma rodada de assembleias nos diversos campi da UFPR e uma assembleia geral no dia 11/10, pela manhã, no pátio da Reitoria.  Em pauta, debater a possibilidade de construção de uma Greve Nacional contra as políticas entreguistas e anti-serviço público de Temer.  Há um indicativo da FASUBRA de início de uma greve em 23/10, mas isso dependerá das avaliações das assembleias de base de todos os sindicatos filiados à Federação.

Para o "setor Reitoria", a assembleia será em 9/10, na sala Homero de Barros, no 1. andar do edifício D. Pedro I.  Participam todos os servidores técnicos que trabalham na Biblioteca Central, prédios D. Pedro I e II, prédio da Reitoria e PROGEPE.

Ato contra privatizações de Temer reúne milhares no Rio de Janeiro

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Ontem, 3/10, a Petrobras completou 64 anos de existência. Os movimentos sociais organizados e unidos na resistência às políticas privatistas do desgoverno Temer realizaram um mega-ato na avenida Rio Branco, no Rio de Janeiro. Calculou-se em até 50 mil pessoas presentes ao ato.

Agências do Banco do Brasil e da Caixa Econômica amanheceram fechadas no centro do Rio e as ruas foram recebendo batuques, bandeiras e ativistas como a atriz Bete Mendes, que destacou a importância de resistir contra o golpe liderado por Temer.

Pensam que a imprensa burguesa divulgou alguma coisa a respeito?  Jornalixo é isso - ou mente e deforma ou nada informa, pois a mídia grande capitalista está a favor do golpe e do rentismo entreguista.


A morte do reitor e o Estado policial

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A tragédia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que levou ao suicídio do reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo é ilustrativa desses tempos tormentosos que o país atravessa, com o punitivismo entrando em todas as áreas e abrindo espaço para os tipos mais doentios e desequilibrados.

Por Luis Nassif, em seu site

Os jornais cobriram a tragédia burocraticamente, tratando o volume de recursos fiscalizados – R$ 80 milhões dos cursos de educação à distância – como se fosse a corrupção final. E estabelecendo relações de causa e efeito com o suicídio, não permitindo o direito da dúvida ao reitor, mesmo depois de morto. Afinal, os que recebem a pecha de corrupto não tem direito nem à morte digna.

No entanto, é um episódio exemplar, de como o punitivismo criou uma nova legião, os agentes de controle, os templários da nova ordem, pessoas cuja métrica de avaliação é o rigor sem limites, não distinguindo pequenos delitos de grandes crimes, não entendendo outra forma de punição que não a da destruição total do inimigo.

Os órgãos de fiscalização e de repressão assumiram tal influência que passaram a se imiscuir em vários setores da vida do país, trazendo consigo altas doses de intolerância e de pensamento policialesco e abrindo espaço para personalidades desequilibradas, a verdadeira banalização do mal praticando a crueldade com a segurança de quem tem o Estado atrás de si.

Nos últimos tempos, começou a se disseminar a figura do corregedor da Universidade federal. Ali, plantou-se o ovo da serpente, do poder externo se sobrepondo ao da comunidade.

Em geral, as universidades padecem de problemas sérios de gestão. Muitas vezes pesquisadores competentes são transformados em chefes de departamento, sem nenhuma experiência nem paciência para lidar com problemas administrativos. Criadas para permitir buscar outras fontes de recurso, muitas vezes as Fundações não têm a devida transparência na prestação de contas. Por outro lado, há um enorme cipoal burocrático que torna mais difícil ainda a gestão nas universidades e transforma o mero exercício contábil de prestação de contas em um inferno sem fim.

Em vez de aprimoramento nas formas de controle e de induzir as universidades a buscar gestores profissionais, decidiu-se pelo caminho burocrático, de criar uma corregedoria, figura esdrúxula, cujo titular responde administrativamente à reitoria e funcionalmente à CGU (Controladoria Geral da República). Trocaram a gestão pelo espírito policial. Some-se o punitivismo de juízes emulando Sérgios Moros, procuradores imitando a Lava Jato e delegados da PF sendo delegados da PF, e se terá a síntese da tragédia atual e das que ainda estão por ocorrer.


O corregedor policial

A figura central da tragédia da UFSC é o corregedor Rodolfo Hickel do Prado.

Foi Hinckel quem solicitou o afastamento do reitor, que encaminhou as denúncias à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal e, segundo rumores que correm por lá, instruiu uma professora a gravar uma conversa com o reitor.

Figura estranha à Universidade, Hinckel assumiu o cargo no ano passado, indicado pela reitora que saía. Imediatamente tratou de se transformar em um poder autônomo, colocando-se acima da reitoria e das demais instâncias administrativas, um comportamento que refletia, no microcosmo da Universidade, o clima persecutório que tomou conta do país, e o poder apropriado pelos cabeças-de-porta-de-cadeia ganhando um status até então inimaginável.

Belotto reeleito presidente da Asufepar

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Ao final da noite de ontem saiu o resultado da eleição para a nova diretoria da Asufepar.  Num pleito muito disputado, "Unir e Crescer", nome da Chapa 1, presidida por José Carlos Belotto (atual presidente), foi vitoriosa com os seguintes números das urnas:

Chapa 1: 270 votos
Chapa 2: 248 votos
Votos em branco: 4 
Votos nulos: 12.

A Chapa 1 inclui quase todos os membros da atual Diretoria.  Dissidentes da Diretoria e servidores ligados à direção do Sinditest montaram a Chapa 2, de oposição.

"Podem esperar muito trabalho, dedicação, garra e carinho de fazer uma Asufepar cada vez melhor para os associados", declarou Belotto assim que se confirmou a vitória da Chapa 1, segundo informa o site da Asufepar.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Desvio de R$ 80 milhões na UFSC leva reitor e mais seis à prisão

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Luiz Carlos Cancellier de Olivo (foto à direita), reitor da UFSC, foi preso na manhã de hoje (14) pela Polícia Federal, junto com outras seis pessoas.  Há suspeita de desvio de R$80 milhões dos programas de Educação à Distância (EaD) da UFSC.

Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em setores administrativos da UFSC e em suas fundações de apoio, mas também em algumas casas de professores, técnicos e empresários.

A Justiça Federal alega que vinha havendo constante menosprezo, por parte da administração da UFSC, para atender pedidos e recomendações dos órgãos de fiscalização e controle federais (CGU, TCU), razão pela qual a PF batizou a operação de "Ouvidos Moucos".

O Departamento de Administração da UFSC é o que mais recebe verbas para EaD e parte de seus docentes, com a cumplicidade de alguns técnicos, empresários e fundações de apoio, teriam desviados as quantias repassadas pela CAPES.  Há a acusação de pessoas sem vínculo com EaD terem recebido bolsas, inclusive parentes de professores.

Com o reitor preso e a vice-reitora em viagem ao exterior, assumiu interinamente a administração central o decano dos pró-reitores, Rogério Cid Bastos.  Sobre o episódio, o chefe de gabinete da reitoria, Aureo Moraes afirmou que “em 57 anos de existência da UFSC nunca houve uma situação como esta... foi uma enorme surpresa para todos a ação ter culminado com a condução do reitor; não temos informações oficiais das outras pessoas detidas, presas ou conduzidas e ao longo do processo de apuração, que sempre esteve a cargo da Corregedoria Geral. No que a Administração Central da UFSC foi demandada esclarecer, não há nenhuma restrição, impedimento ou prejuízo para que as apurações se deem da melhor forma possível no sentido das boas práticas de gestão”. 

Rogério Cid Bastos, reitor em exercício, afirmou durante uma coletiva na sede da PF em Santa Catarina, que a instituição “vai tornar este processo transparente e ser parceira dos órgãos de controle nas investigações e procurar esclarecer todos os fatos”. Ele ressaltou que “não é um fato agradável” e é uma “investigação em andamento, não um processo de culpa formada”.
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Com informações do Portal UOL e da UFSC

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Paralisação de 14/09 das IFES - Programação na UFPR

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A assembleia do Sinditest do último 6 de setembro, realizada no HC, deliberou pela adesão dos TAE ao Dia Nacional de luta e paralisações definido pela FASUBRA, cujos eixos principais são a resistência ao desmonte do serviço público pretendido pelo usurpador Temer e contra as reformas neoliberais trabalhista e previdenciária.  

Na UFPR em Curitiba, a programação na parte da manhã será:

Local: Pátio da Reitoria da UFPR

09h00 – Concentração com café da manhã
09h30 – Assembleia Temática: a agonia do serviço público no governo Temer

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

14 de setembro - Dia nacional de paralisação nas Universidades contra ataques de Temer

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A FASUBRA conclama toda a sua base de servidores TAE a somar forças à paralisação nacional no dia 14 de setembro, articulando com outros sindicatos, e em especial no âmbito da educação, com a UNE, ANDES e SINASEFE, e suas representações locais em cada instituição, buscando ações que deem ampla visibilidade e coloquem na ordem do dia a resistência aos ataques de Temer e a exigência de estabelecimento de negociação, como centrais nessa data. 

Desde o primeiro momento, denunciamos que a intenção das elites dominantes, com o golpe que levou Temer à presidência, era intensificar em grau inédito o processo de rapinagem sobre o Estado. Todo o preço da crise seria jogado nas costas de nossa classe, com a destruição dos serviços públicos e a retirada de todos os direitos trabalhistas.

Assim, os processos que resultaram na EC 95/16 (PEC 55 – congelamento dos gastos com os serviços); o brutal corte orçamentário sobre a Educação, que está inviabilizando o funcionamento das IFES e provocando centenas de demissões em muitas universidades e institutos; a reforma trabalhista que desconfigurou a CLT e colocou o “negociado” acima do legislado; a nova legislação que libera a terceirização; e a reforma da previdência que tramita no Congresso Nacional são projetos estratégicos para ampliar historicamente o nível de exploração dos trabalhadores e trabalhadoras brasileiros.

(...)

A agenda de votações no congresso é retomada, as privatizações (Eletrobrás, aeroportos, rodovias, Casa da Moeda, pré-sal na mira) são aceleradas, e a redução do Estado anda a passos largos. O Governo Federal trabalha com 5 medidas que atingem duramente os servidores públicos:

1 - A primeira, pautada no PDV, na redução da jornada com redução salarial, e no incentivo ao afastamento de servidores.

2 - A segunda, alicerçada no descumprimento de acordos firmados em 2015, no cancelamento de reajustes, no corte/bloqueio de concursos, e na extinção de 60 mil vagas e de cargos, trabalhando a perspectiva de terceirizar parcela ampla de nossa categoria.

3 - A terceira, que efetivamente reduz salários, ao aumentar o desconto previdenciário dos servidores de 11% para 14%, ao mesmo tempo que estuda a redução dos valores dos benefícios (alimentação, pré-escolar e saúde).

4 - A quarta, que objetiva ampliar as condições para a ocorrência de demissões de servidores públicos (coerente com o projeto de terceirização e com o processo de criminalização de dirigentes das lutas), através de projetos de lei que tramitam no congresso, como o PLS 116/2017.

5 - A quinta medida, que trabalha a destruição das carreiras no serviço público, incluindo as carreiras ditas estratégicas e de Estado, num processo de reforma do Estado muito mais grave do que vivenciamos em 98 com FHC e Bresser.


Embora a medida provisória específica que trata do fim da estrutura do PCCTAE ainda não tenha sido encaminhada, em diversas conversas com dirigentes de instituições de ensino que temos desenvolvido, fica nítida a intenção do governo de nos incluir no rol de criação de carreiras com vencimentos mais baixos, maior dificuldade para progressão por mérito, e a desconstrução dos incentivos que valorizam a qualificação e capacitação dos trabalhadores. Isso é ferir de morte a carreira que durante anos e muitas greves fomos construindo, e refletirá no processo de terceirização e de desmonte da Educação superior pública, gratuita e de qualidade. Não por acaso, o Governo acelera as audiências públicas para instituir a cobrança de mensalidades nas IFES.

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Fonte: FASUBRA Sindical

Temer e o desmonte das Universidades Públicas

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As instituições públicas de educação superior estão sem condições de honrar compromissos como água e luz, e manter contratos com trabalhadores, que passam a ser demitidos.

Por Ságuas Moraes, na Carta Capital

A marca do governo ilegítimo Michel Temer na área de educação é a de cortes e vetos. Sob o pretexto de busca do equilíbrio fiscal, promove um amplo e profundo ataque aos direitos, privatiza a educação básica e superior e restringe o direito à educação pública de qualidade.

A situação das instituições federais de educação em todo o País é de colapso, o que não se verificava há anos. Prejudicam-se milhões de estudantes, docentes, trabalhadores e a sociedade em geral. Após mais de uma década de forte expansão, interiorização e democratização das oportunidades à educação superior, sob os governos Lula e Dilma, com a ampliação das matrículas e o reforço às atividades de ensino, pesquisa e extensão, com forte expansão de iniciativas de fomento e oferta de bolsas, o que se observa agora é retrocesso e desmonte, cortes e mais cortes.

Em relação às instituições federais, a situação é, reitera-se, de abandono quase que absoluto. Estão sem condições de honrar compromissos básicos como água e luz, e manter contratos com trabalhadores, que passam a ser demitidos. O governo Temer promove, ainda, verdadeiro ataque às instituições de fomento, como o CNPq e a Capes, minando os recursos para bolsas e prejudicando milhares de bolsistas e pesquisadores, que poderão ficar sem recursos para tal finalidade já neste mês, prejudicando severamente pesquisas e outras atividades acadêmicas em andamento.

A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), preocupada com a grave situação nacional que se abate sobre as universidades, manifestou-se diante da conjuntura de cortes e contingenciamento de seus orçamentos, alertando a sociedade sobre um amplo conjunto de problemas que são atualmente enfrentados: perdas orçamentárias do orçamento de 2017 em relação a 2016; limitações impostas pelo governo na liberação de orçamento de custeio e de capital, que estão em patamares absolutamente insuficientes; mais restrição na projeção para o orçamento de 2018, com potencial paralisação de obras e investimentos e de aquisições básicas, como livros e equipamentos de laboratórios.

Depois de desestruturar o Fórum Nacional de Educação e as conferências, limitar o acesso ao FIES, entregando aos bancos o futuro de um enorme contingente de estudantes que mais precisam do Estado, e de aprovar a Emenda Constitucional nº 95, impondo severa restrição de investimentos em educação, o governo Temer agora castiga e precariza as Universidades e seu papel fundamental social e no desenvolvimento do País.

A lista de maldades de Temer contra a educação é muito mais ampla e a última iniciativa foi o veto à prioridade das metas do Plano Nacional de Educação (PNE) na LDO para o ano de 2018: não há restrição para que Temer use os recursos públicos para se manter no governo, como o enorme rombo gerado no orçamento comprova. Por outro lado, o governo deixa claro que não irá trabalhar para o cumprimento das metas do PNE, que foi aprovado pela Câmara após intenso debate ao longo de quatro anos, em decorrência de qualificadas discussões em uma Conferência Nacional de Educação. Um profundo desrespeito!

As medidas geram enorme desesperança aos estudantes, trabalhadores em educação e toda comunidade escolar e acadêmica, que são aquelas que mais precisam de uma educação pública e de qualidade e que são atacadas pelas atuais e continuadas medidas de desmonte.

Continuaremos na luta pelo PNE, conquista da sociedade aprovada sem quaisquer vetos em 2014. Portanto, nos somamos às mobilizações de universidades, professoras e professores, estudantes, pesquisadores e movimentos sociais em torno da Conferência Nacional Popular de Educação (Conape) que está em curso. Essa conferência representa uma importante trincheira de luta e contribui para a produção de avanços nas políticas educacionais.

Igualmente, estaremos nas frentes parlamentares, como a em defesa das Universidades e da implementação do PNE, fundamentais para o debate no Parlamento e reverberação das demandas da sociedade, para brecar mais retrocessos, privatização e desmontes.

Frente Brasil Popular convoca ato pela Democracia em 13 de setembro

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Em 13 de setembro (4a.-feira), o ex-presidente Lula virá a Curitiba para prestar mais um depoimento na Justiça Federal, em processo da Operação Lava Jato. Neste dia, os movimentos sociais organizados na Frente Brasil Popular, no Fórum de Lutas 29 de Abril e na Frente Resistência Democrática (FRD) convocam a sociedade para mobilização em solidariedade a Lula, pela democracia e pelo direito à participação política do ex-presidente.

Não se trata de um ato de apoio "eleitoral" a eventual pré-candidatura de Lula, mas sim de protesto contra os abusos cometidos pelo MP e pelo "juiz" sérgio moro, e para defender os direitos políticos de um cidadão acusado só com base em delações mentirosas e sem provas documentais quaisquer.

Com concentração na parte da tarde, no Paço da Liberdade (Praça Generoso Marques), o dia será marcado por atividades culturais, lançamento do livro “Comentários a uma sentença anunciada: o processo Lula” e, a partir das 18h00, a organização de um ato em solidariedade a Lula, com a presença do ex-presidente.

Com o título de “2ª Jornada de Lutas pela Democracia”, a atividade repete a intenção da mobilização pacífica gerada no mês de maio: debater com a sociedade saídas para a atual crise política e econômica, além de condenar excessos do Judiciário, propondo um projeto alternativo para o país.

A página do evento no facebook pode ser visitada aqui.


sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Temer não quer que Universidades Federais cresçam

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