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terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Câmara permanece com 38 vereadores e Roseli Isidoro se mantem suplente

7 comentários:
Havia uma movimentação de alguns partidos na Câmara Municipal de Curitiba para aumentar o número de vereadores dos atuais 38 para 41. Se a tentativa desse certo, a servidora da UFPR e atual vereadora Roseli Isidoro reconquistaria sua cadeira para o mandato 2008-2012, uma vez que na eleição deste ano somente atingiu a 1a. suplência. Outro vereador do PV e um do PMDB também seriam beneficiados.

Segundo o blog do colunista político Fábio Campana, a iniciativa do aumento de vagas já foi retirada de pauta e não deve mais ser discutida, por mais que o PT prometa que vai recorrer.
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Fonte: com informações do Blog Fabio Campana

sábado, 13 de setembro de 2008

A arrogância do PT do Paraná - um olhar sobre a eleição de Curitiba

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LULA TINHA RAZÃO
Roseli Abraão

Ao receber o então diretor da Paraná Esporte, Ricardo Gomyde, em Brasília, no dia 11 de dezembro de 2.007, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não gostou de saber que a “tática eleitoral” da oposição (PT, PMDB e PC do B) em Curitiba consistia em lançar várias candidaturas para forçar o segundo turno. Lula pediu a união da oposição já no primeiro turno também para evitar o “fogo amigo”. “Temos que sair unidos desde já”, aconselhou Lula.


Atentos observadores da cena política curitibana não têm dúvida de que Lula tinha razão. Eles não se surpreendem com o resultado da última pesquisa Ibope, divulgada na noite de quarta-feira, que mostra que a candidata do PT, Gleisi Hoffmann, nem de longe consegue alcançar a quem pretende “despejar” do Palácio 29 de Março, o prefeito Beto Richa.


Para eles, o PT está pagando pela sua própria “arrogância”. Na expectativa de surfar na onda do governo Lula, renegou coligações com aliados históricos e impôs à oposição o lançamento de candidaturas próprias, crente de que assim alavancaria Gleisi rumo ao segundo turno.


Quem acompanhou de perto as articulações políticas antes da definição das candidaturas assegura que foi o PT (leia-se Jorge Samek, Paulo Bernardo, Gleisi Hoffmann, André Vargas e Enio Verri) quem “vendeu” esta estratégia ao governador Roberto Requião.


“Vendeu” Carlos Moreira porque tinha receio da candidatura do ex-prefeito Rafael Greca; e forçou a candidatura própria do PC do B porque os candidatos a vereador do PT não queriam uma aliança na proporcional. O PT teve um ataque de arrogância, jogou fora tudo o que construiu ao lado do PMDB e do PC do B. Fez uma escolha equivocada, diz um histórico militante da oposição.


Quem relembra a história das eleições em Curitiba a partir da redemocratização do País atesta que o PT só se saiu bem quando disputou a prefeitura aliado ao PMDB. Pode até não ter sido vitorioso, mas não teve resultados pífios, como o que se avizinha caso os números das pesquisas se concretizem nas urnas do dia 5 de outubro.
Desde que Curitiba voltou a eleger seu prefeito pelo voto direto, a cidade sempre se dividiu entre dois candidatos.

Foi assim em 1985, entre Jaime Lerner e Roberto Requião; em 1988, entre Jaime Lerner e Maurício Fruet; em 1992, entre Rafael Greca e Maurício Fruet; em 1996, entre Cássio Taniguchi e Carlos Simões; em 2.000, entre Cássio Taniguchi e Angelo Vanhoni; e em 2.004, entre Beto Richa e Angelo Vanhoni.


Sempre foi uma disputa apertada. É a primeira vez na história que isso não acontece. Hoje a cidade se divide, sim, mas 74% para Beto Richa e 13% para Gleisi Hoffmann, ironiza um observador, que tripudia ao prever que o PT corre o risco de voltar ao tamanho que tinha antes das eleições de 2.000.


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Fonte: Jornal HoraHnews

terça-feira, 29 de julho de 2008

O sabonete que faz mais espuma

3 comentários:
Nos processos eleitorais, continua muito forte a tendência de o "marquetismo" prevalecer nas campanhas de diversos candidatos, importando menos ou quase nada o programa, as idéias do postulante ao cargo público.


Marquetingue
- entre outras coisas, a arte de vender o sabonete, qualquer sabonete, de convencer o eleitor-consumidor de que o Sabonete "Z" é mais cheiroso e faz mais espuma que o Sabonete "X" ou o "Y"...


O problema é que a espuma pode ser bonitinha e agradável, mas se desfaz em pouco tempo. Além de ser feita de bolhas de sabão, que, como se sabe, não têm nada dentro.

terça-feira, 15 de julho de 2008

Movimento Sindical e Eleição Municipal

3 comentários:

Que papel pode desempenhar uma entidade sindical que deve organizar e orientar seus filiados quando acontece um importante momento político como o da eleição de prefeito e vereadores de outubro? Ignorar, não pronunciar-se, não tomar qualquer posição como se devesse somente restringir-se a assuntos sindicais? A eleição municipal de 2008, lembremos, prepara condições para a grande disputa presidencial de 2010...

Ou pode - se for uma entidade realmente classista e politizadora das bases - apresentar um posicionamento à categoria que represente os interesses dos trabalhadores quanto a seus futuros governantes municipais ? Os trabalhadores devem achar que tanto faz, tanto fez, quanto a quem ocupa o governo, ou devem discutir entre si qual o melhor quando chega a hora de votar? Mesmo nós técnico-administrativos sendo categoria federal, moramos numa cidade e somos afetados pelas políticas públicas e leis dessa cidade.

Sendo o posicionamento de uma entidade de massa, ao ser político, não pode ser partidarizado, isto é, indicando o nome deste ou daquele candidato, de tal ou qual partido. Mas é possível distinguir o campo de candidaturas que jogam contra os interesses populares do de outras de perfil mais progressista, no caso da disputa da prefeitura. Isso é importante considerando que a prefeitura curitibana há cerca de 3 décadas é dirigida pelas mesmas forças lernistas/tucanas, as quais formam a sustentação da tentativa de retorno dos partidos de FHC (PSDB) e Bornhausen (DEMo) ao comando do país, quando vier a eleição presidencial de 2010.

Quanto aos vereadores, há diversas candidaturas de estudantes, técnicos e professores da UFPR e UTFPR, que no mínimo seria interessante dar todas elas a conhecer para a base, evidentemente sem que um sindicato deva dar preferência a qualquer delas. Porém, pode cumprir a missão de informar via jornal e boletins. Dessas candidaturas provavelmente há para todos os gostos, da direita à esquerda.

Um SINDITEST politizador e informador de suas bases seria um passo à frente. Só não se sabe se quem hoje o dirige prefere ficar parado, como está.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Reitor da UFPR sairá em maio

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Reunião do PMDB no último dia 12 ungiu o reitor Carlos Moreira Jr., preferido do governador Requião, como pré-candidato a prefeito, com apoio dos diretórios zonais e da chapa de vereadores



Apesar da grita de outros pré-candidatos a prefeito, principalmente do filhinho-de-papai Stephanes Jr., Moreira deverá ser homologado oficialmente candidato a prefeito de Curitiba na Convenção formal do PMDB em junho. Até lá, deverá ter saído do exercício do cargo de reitor da UFPR, assumindo a vice-reitora Márcia Mendonça.




Tudo bem, qualquer cidadão da comunidade universitária, seja professor, aluno ou funcionário, tem direito a se candidatar na eleição municipal deste ano. Não se questiona isso. Algumas indagações ficam pairando, entretanto. O professor Moreira recebeu - pelo voto direto da maioria da comunidade da UFPR - um mandato para dirigir a Universidade por 4 anos. No meio do mandato, larga-o para se entregar a uma aventura eleitoral em outra esfera. Configura ou não um desrespeito político aos(às) eleitores(as) da UFPR, que dele esperavam trabalhasse como reitor por todos os 4 anos? Deixa ou não no ar um "aroma" de uso da UFPR como trampolim para vôos mais altos?




E mais: se derrotado na eleição municipal de outubro, pretende voltar ao cargo "numa boa"? Com que autoridade política, após o abandono da Reitoria e o fracasso na disputa da Prefeitura?


Indagações que merecem a reflexão de todos os membros da comunidade da UFPR.