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sexta-feira, 20 de março de 2015

PSTU é contra as atuais políticas públicas para Educação porque...

Um comentário:
...Porque é um partido que não tem programa para a Educação! 

Sim. Experimentem visitar o site do PSTU e, no menu da página, cliquem na aba "Programa".  Constam lá uma introdução e alguns itens setorizados, mas, quando se clica no item "Educação", o que aparece é isso aí embaixo:

Captura de tela do site do PSTU em Março/2015

Agora dá para entender porque os militantes do PSTU na área da Educação preferiam e preferem defender o status quo, repelindo toda proposta de política pública que tenha vindo ou venha dos governos Lula e Dilma!  Porque esse partido, que se acha tão revolucionário e - pasmem - até de "esquerda", simplesmente não tem propostas definidas para a Educação. Ou seja, na prática acaba tendo postura conservadora, já que é para tudo ficar como está.

Assim, quando, por exemplo, o governo Lula lançou o Programa REUNI para expandir o número de Universidades Públicas Federais e o número de vagas nas IFES já existentes, o PSTU foi radicalmente contra!  Hoje há 15 novas IFES e muito mais vagas, todas públicas e gratuitas.  Há problemas, há insuficiências, tanto nas novas como nas velhas, mas há muito mais brasileiros podendo se graduar na escola pública.  Isso o PSTU desdenha e insiste em só reclamar, sem nada propor.

O Programa Político de um partido é a sua cara, a sua identidade.  Representa aquilo que o partido defende no presente para superar problemas da realidade brasileira  Um conjunto de ideias, propostas e projetos que o partido irá implementar caso chegue ao poder.  Partidos fisiológicos ou de aluguel não tem programa algum ou só tem um para inglês ver. Partidos ideológicos, de esquerda (como o PCdoB) e de direita (como o PSDB), tem programas definidos.  Por isso é tão importante conhecer o Programa escrito de cada partido que busca influir no cenário político.

Pena que o PSTU - que atua na direção de entidades da área da Educação, como o ANDES-SN, a FASUBRA e no próprio Sinditest (que monopoliza) -, não tenha um programa claro que dê a conhecer publicamente, e por isso fique só na crítica interminável e furibunda contra quem tenta fazer alguma coisa. 

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Absurda taxa de desemprego no Brasil!!

2 comentários:
Para os que só fazem criticar a "metade vazia do copo", vai este trecho de artigo do jornalista Jânio de Freitas em sua coluna de ontem:

"Um exemplo ligeiro: todo o falatório em torno de PIB de 1% ou de 2% nada significa diante da queda do desemprego a apenas 4,6%. Menor que o da admirada Alemanha. Em referência ao mesmo novembro (últimos dados disponíveis a respeito), vimos as manchetes consagradoras “EUA têm o menor desemprego em 5 anos: cai de 7,3% para 7%”. O índice brasileiro, o menor já registrado aqui, excelência no mundo, não mereceu manchetes, ficou só em uns títulos e textos mixurucas.

Mas o índice não pode ser positivo: “O índice caiu porque mais pessoas deixaram de procurar emprego”. Se mais desempregados conseguiam emprego, como provava o índice antes rondando entre 5,6% e 5,2%, restariam, forçosamente, menos ou mais desempregados procurando emprego? PIB horrível, falta de ajuste fiscal, baixa taxa de investimentos, poucas privatizações, coitado do país. E, no entanto, além do emprego, aumento da média salarial, a ponto de criar este retrato do empresariado de São Paulo: a média salarial no Rio ultrapassou a dos paulistas."

É até cruel comparar essa taxa de desemprego brasileira com as tenebrosas taxas de alguns países europeus, como a Espanha, com mais de 20% e muitos jovens espanhois sem perspectiva nenhuma.

Mas, ainda, sobre outros dois programas sociais:

"A propósito: com as alterações do Bolsa Família pelo Brasil sem Miséria, retiraram-se 22 milhões de pessoas da faixa dita de pobreza extrema. Com o Minha Casa, Minha Vida, já passam de um milhão as moradias entregues, e mais umas 400 mil avançam para a conclusão neste ano. A cinco pessoas por família, são 7 milhões de beneficiados com um teto decente, água e saneamento."