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quarta-feira, 24 de março de 2010

A imprensa do Sinditest está de férias?

6 comentários:

Ficamos aqui, os "chatos" da Oposição sindical, cobrando transparência do que a Diretoria do sr. Wilsinho Messias anda fazendo, mas parece que, ultimamente, nem o básico da informação essa Diretoria se preocupa em transmitir aos filiados. Os filiados continuam pagando suas mensalidades em dia, mas o último jornal impresso do Sinditest "Para Todos" é de agosto de 2009 - mais de seis meses atrás! No veículo mais ágil para informação da base, o site de internet, a última matéria - requentada, por sinal - é de 15 dias atrás.


Verdade que a diretora de imprensa do sindicato, jornalista Carla Cobalchini, resolveu abarcar, entre sabe-se lá mais o quê, várias coisas com as pernas - Diretoria do Sinditest, Direção da FASUBRA, cargo no Conselho Universitário da UFPR... Talvez a ganância pelos cargos de representação agora cobre seu preço, na forma de falta de tempo para levar informação atualizada para nós pobres filiados da UFPR e UTFPR. Ou, quem sabe, esteja também escassa a capacidade de engabelamento na redação jornalística, desde que publicaram aquela notícia falsa sobre os valores de venda da "chácara" no ano passado (Jornal de Agosto-Setembro-2009).


A base também anda órfã de saber o que está rolando nas reuniões do Conselho Universitário da UFPR (COUN), para o qual os diretores Bernardo Pilotto, Carla Cobalchini, Carlos e Luisa Fanes se elegeram ano passado mas não prestam contas do que fazem e como votam. Uma simples paginazinha de internet no próprio site do Sinditest, ou fora dele, que pode ser montada de graça com facilidade, até mesmo uma conta de twitter - nada, não tem nada. Até os estudantes do DCE publicam, em tempo real, via twitter, o que está sendo debatido e votado em reuniões do COUN, pois cada conselheiro tem ao seu dispor um computador pessoal plugado na internet. O Sinditest, silencio total. É mesmo o reino da transparência e da informação "para todos" esse Sinditest, não é mesmo?

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Maior parte das vagas criadas para servidores são para universidades

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A criação de 9.388 vagas para contratação de funcionários públicos aprovada pelo Congresso Nacional na quinta-feira (8) contempla principalmente as universidades federais, que ficaram com 8.400 postos. Do total de vagas aprovadas, 7.800 contratações serão por meio de concursos públicos nas universidades; o restante será destinado a cargos comissionados, preenchidos por meio de nomeação.

De acordo com assessoria de comunicação do Ministério da Educação (MEC), as universidades poderão contratar 2,8 mil professores, 5 mil técnicos administrativos e preencher 600 cargos comissionados para atender o programa de expansão da educação pública superior.

Uma boa parte das vagas corresponde à reposição de professores e funcionários que se aposentaram ou pediram demissão para trabalhar na iniciativa privada. O restante atende à primeira fase do processo de expansão das universidades federais, mais precisamente à interiorização, beneficiando municípios com significativo potencial econômico e que ainda não ofereciam educação superior pública e gratuita. Cerca de um terço dos cargos devem ser direcionados para esses novos campi.