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sexta-feira, 31 de julho de 2020

Ricardo x Horácio: debate inicial sobre a Reitoria da UFPR hoje 16h30

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Hoje, 6a.feira, 31/07, a partir das 16h30, pelas plataformas virtuais da Comissão Paritária de Consulta (CPC) da UFPR, ocorrerá o primeiro debate virtual entre as duas chapas concorrentes à Reitoria, gestão 2021-2024. De um lado, a chapa Ricardo Marcelo/Graciela Bolzón, de outro, Horácio Tertuliano/Ana Paula Cherobim. 

O processo de consulta direta virtual para toda a comunidade universitária está marcado para os dias 1 e 2 de setembro.


Para acessar o debate, deve-se tentar algum dos seguintes endereços da internet: 



Será possível acompanhar as opiniões e propostas à UFPR vindas de visões muito diferentes sobre o cenário educacional universitário e a própria conjuntura nacional. 

Há o reitor atual, professor Ricardo, que, desde 2019, estimulou e participou de várias manifestações protestando contra a asfixia financeira das Universidades Federais (os injustificáveis cortes de verbas e de bolsas de pesquisa em 2019-2020), bem como organizou o debate público sobre o privatizante projeto “Future-se” despejado pelo fujão ex-ministro Weintraub. Projeto que foi amplamente desmascarado e repelido pela comunidade universitária, demonstrando que o MEC bolsonarista não apenas nada faz pela Educação Pública, como ainda tenta desmantelá-la e entregá-la à cobiça de setores privados. 

À direita da chapa Ricardo/Graciela coloca-se o engenheiro elétrico professor Horácio Tertuliano Filho, que, em entrevista ao jornal Plural, acusou a UFPR de ser “assistencialista e doutrinadora”, que admitiu que votou no despresidente chefe de milícias em 2018, mas que, depois de tantas barbaridades perpetradas por Bolsonaro contra a Universidade e o Brasil, tenta se descolar do rótulo de “bolsonarista”. Porém, muitas de suas declarações e posicionamentos são objetivamente iguais às do fascista que empesta o Palácio do Planalto. 

Em patética tentativa de fugir de dar opinião sobre o despresidente, Tertuliano disse ao Plural: “Não posso me posicionar contra quem paga meu salário”. Alguém esqueceu de informar ao candidato Horácio que não é Bolsonaro quem lhe paga os vencimentos, mas sim o Estado, a União, via impostos pagos por todos nós contribuintes. E reitor sem posicionamento sobre um governante que convive tranquilamente com mais de 2,5 milhões de casos de COVID-19 e já quase 100 mil mortes pela pandemia serve para o quê mesmo?

Claramente, esta disputa na UFPR se dá entre a manutenção e fortalecimento da resistência ao autoritarismo fascista geral, em defesa da UFPR Pública Gratuita, versus os riscos de retrocessos democráticos e acadêmicos.

quarta-feira, 29 de julho de 2020

A bolha metafísica offline

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Em 23/07 deste ano, o diretor do setor de Ciências Exatas da UFPR, professor Marcos Sunye, concedeu entrevista ao jornalista Rogério Galindo, do jornal online Plural. A matéria publicada mostra com nitidez, infelizmente, traços de ressentimento em Sunye, ecos do resultado da eleição direta para a Reitoria em 2016, que deu vitória ao atual reitor Ricardo Marcelo. O que talvez explique sua análise incompleta e algo distorcida do quadro atual da disputa pela Reitoria. 

O velho professor alemão Georg Hegel (1770-1831), em suas lições, desenvolvendo a antiga dialética de alguns gregos clássicos, discorria sobre a misteriosa interconexão geral de fenômenos e objetos da realidade. Este elemento de sua Lógica, e alguns outros, compunham um conjunto que Engels chamava de “leis” da teoria do conhecimento e do movimento, inspirando ele próprio e um colega jornalista crítico da crítica crítica a embasar na dialética hegeliana, devidamente depurada do idealismo, aquilo que depois se chamou marxismo. 

Na entrevista dada ao Plural, o professor Sunye sustenta sua tese de que seria possível aguardar o fim da pandemia da COVID-19 (cuja data é incerta mesmo para os melhores epidemiologistas do mundo), para, depois disso, realizar a consulta direta para a Reitoria de forma presencial, em oposição ao método virtual aprovado pelo Conselho Universitário em junho. 

Até o arrefecimento da pandemia (de data incerta, reiteramos), o mandato do atual reitor Ricardo Marcelo expiraria em 18/12/2020 e sua vice, Graciela Bolzon, assumiria a condução da UFPR até a hora de fazer a consulta presencial (antes de março, quando acaba também o mandato da vice), a única forma efetivamente virtuosa e democrática a garantir plena participação dos membros da comunidade universitária. 

E não haveria qualquer risco político ou administrativo de o fascista desgoverno Bolsonaro nomear um interventor pro-tempore. Para isso, apoia-se em alguns dispositivos legais em defesa de seu argumento para não se fazer a consulta direta virtual. 

É pelo menos curioso ouvir de um dos expoentes da área da Informática da UFPR a maniqueísta contraposição de que o recurso às tecnologias propiciadas pela internet é impróprio, antidemocrático e inviabiliza o “amplo” debate no seio da comunidade apta a votar, enquanto que o tradicional método presencial seria pleno de virtudes e o único capaz de assegurar democracia interna e legitimidade à chapa eleita. Hoje, aliás, por causa da pandemia, os principais poderes da República (Congresso, STF, STJ) fazem suas sessões virtuais e – oh, sacrilège! - nelas deliberam rumos para o país! 

Isso, no entanto, é de menos quando se constata, vindo do grupo liderado por Sunye, a subestimação flagrante dos riscos reais de intervenção federal na UFPR, se não cumpridos certos prazos legais para a sucessão na Reitoria. 

Não terão ainda, para o grupo desistente do processo, sido suficientemente educativos politicamente os 19 meses do desgoverno Bolsonaro, pleno de arbitrariedades e descumprimento de dispositivos legais? Ou, mais especificamente, os meses de estupidez, desfaçatez, inépcia e deboche do pior ministro da Educação das últimas décadas, o fugitivo Abraham Weintraub? Desministro metido a engraçadinho do Twitter que cortou fundo verbas e bolsas de pesquisa das Universidades Federais e tentou emplacar o privatizante projeto “Future-se”? Seria preciso ainda mais disso para que os subestimadores do autoritarismo bolsonarista entendam que de modo algum vivemos tempos de normalidade democrática? 

Sob o desgoverno Bolsonaro, muita coisa de anormal já ocorreu, ao arrepio das leis e do chamado republicanismo, até usar e abusar do entulho da Lei de Segurança Nacional (vinda da ditadura) contra seus opositores. Logo, não se pode dar “chance pro azar” neste processo sucessório da UFPR, ele tem que ser realizado dentro de prazos legais, para não abrir flancos jurídicos, e, neste momento de incertezas sanitárias, terá de ocorrer pelo método eletrônico virtual (possivelmente trazendo maior quorum de presença de eleitores do que o presencial). 

Mais: o candidato de oposição nesta consulta direta marcada para setembro é um bolsonarista, mesmo que diga que não é. Vem à mente aquele dito: tem cabeça de porco, rabo de porco, patas de porco, mas não é porco… Não se pode formar opinião acerca de uma pessoa por aquilo que ela diz de si mesma, mas sim pelo que faz concretamente. Recomendamos aos leitores a leitura da entrevista  intitulada "Candidato a reitor diz que UFPR é doutrinadora e assistencialista", no mesmo jornal Plural em 20/07, dada pelo candidato da direita, Horácio Tertuliano. Nessa matéria se vê como o professor Horácio manifesta diversos pontos de vista em evidente afinidade com aqueles que Bolsonaro vive tagarelando. Ele sonha entrar na lista tríplice que irá para o MEC, mesmo que seja mal votado na consulta direta, e aí contar com a caneta Bic amiga do seu Jair.

Assim, o caro e bem-intencionado professor Sunye, com seu grupo de apoio, parecem fechar-se em uma bolha metafísica, compartimento estanque que analisa a UFPR isoladamente do cenário nacional repleto de instabilidade. E uma bolha offline, desconectada da multiplicidade de fenômenos do Brasil e do mundo em que está inserida a UFPR. Ainda há tempo de mudar. 

quinta-feira, 16 de julho de 2020

Nem conformismo nem deserção: pela democracia feita pela própria comunidade da UFPR

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Datado de 13 de julho, o coletivo chamado “Rede UFPR” - politicamente ligado ao ex-candidato a reitor de 2016 Marcos Sunye, atual diretor do Setor de Ciências Exatas -, publicou um Manifesto, intitulado “Tradição democrática e princípios: porque não participaremos da eleição para reitoria da UFPR”, que explicita razões pelas quais ausenta-se do processo sucessório da Reitoria marcado para setembro. 

Começa errando na datação do processo democrático que os movimentos da comunidade universitária instauraram na UFPR. Não foi em 1986 que começou a luta pela democracia dentro da UFPR, mas desde antes de 1981, ainda em tempos de ditadura militar. Em 1981, APUFPR à frente (o DCE estava sendo reconstruído e o SINDITEST não existia), mas com largo apoio de servidores técnicos e de estudantes, foi realizada a primeira eleição direta para a Reitoria, ainda que revestida de caráter simbólico, na qual o primeiro colocado foi o professor Lamartine, do curso de Direito. Alguns meses depois, a ditadura nomeou seu último reitor “biônico”, o professor Alcy Ramalho, das Engenharias, que assumiu em abril de 1982. 

A luta por democracia na UFPR se elevou de patamar, paralelamente com a pugna pelo fim da ditadura militar, que tomava todo o Brasil, primeiro pela Campanha das “Diretas-Já”, depois no apoio à eleição de Tancredo Neves no colégio eleitoral da própria ditadura, derrotando Maluf, o civil amigo da milicada. Em janeiro de 1984, durante o trote da calourada, uma imensa faixa do DCE estendida no prédio da Reitoria da UFPR clamava: “Queremos eleger o presidente/E o reitor daqui pra frente!”. 


Isto se concretizou, para valer, no segundo semestre de 1985, com a ditadura já fora de cena, quando a eleição direta paritária deu a vitória ao professor Riad Salamuni, da Geologia, confirmado reitor pelo então presidente José Sarney. No ano seguinte, seria eleito, também diretamente, como seu vice o professor da Medicina Dante Romanó Jr., outro expoente das batalhas democráticas da UFPR, em meio ao ninho de reacionarismo que era o HC. 

Quando o Manifesto dos desertores da democracia arrola três parâmetros do processo direto na escolha da nova Reitoria, esquece um: o estímulo ao aberto e disseminado debate de propostas de gestão entre as candidaturas postas. O processo de 2016 foi pleno desses debates, tanto nos campi da capital como nos do interior. No processo deste ano, obrigado a se dar de forma virtual, pela internet, não deve ser diferente, pois as duas candidaturas inscritas no CoUn deverão discutir entre si, frente a frente, nas telas de computadores e celulares, onde quer que estejam os/as eleitores/as. E, claro, desde que as duas chapas se disponham ao confronto de ideias, pois, dentre as que se inscreveram – Ricardo Marcelo/Graciela e Horácio/Ana Paula – pode sempre acontecer de esta última, de corte direitista, se esquivar do debate, a exemplo de certo candidato a presidente de 2018. 

O Manifesto dos desercionistas da “Rede UFPR” acusa como inválido para a democracia universitária o método virtual da consulta direta à comunidade. No processo usual presencial, que vem desde 1985, sempre haverá considerável parcela da comunidade eleitora altamente engajada nas disputas das chapas e nos debates, ao lado de uma porção, não insignificante, de pessoas simplesmente “desligadas” e que só vão saber que há uma eleição em curso quando são abordadas por cabos eleitorais das candidaturas na entrada do campus. Com isto se quer dizer que o processo presencial de uma eleição, per se, não é garantia sólida alguma de “mais” democracia, ou de efetiva democracia. 

Além disso, cabe registrar que, mesmo nas eleições presenciais do passado, envolvendo milhares de corações e mentes dedicadas ao apoiamento a suas candidaturas, jamais o quórum de participação da comunidade atingiu sequer a metade dos aptos a votar, o que quer dizer que, infelizmente, nem todos estão efetivamente voltados a se preocupar com os rumos da instituição a serem dados por dirigentes eleitos. 


Existe mesmo a possibilidade de que, neste ano, a captura da opinião pela internet até eleve o quórum de presença de votantes, inclusive por facilitar a expressão do voto, que dispensa a presença física do eleitor nas dependências da UFPR e, pior, numa eventual fila para votar. Só a título de registro, nos EUA existe a opção de voto a presidente da república pelo correio, terror de reacionários como Donald Trump. E, para os importantes e indispensáveis debates, há rádio, TV e internet. 

Desde que a pandemia do SARS-CoV-2 irrompeu assustadoramente no Brasil, os poderes da República não mais debatem e deliberam presencialmente: Congresso e STF fazem sessões virtuais e nelas tomam decisões, atestando que o método é válido como instrumento para o exercício democrático. Por isso soa tão forçada a repulsa ao emprego da internet para a escolha direta da nova Reitoria da UFPR. O ex-candidato a reitor de 2016 Marcos Sunye, expert na área de informática, sabe perfeitamente de vicissitudes mas principalmente das qualidades das ferramentas de sua própria área de conhecimento e trabalho como auxiliares na vida das pessoas e governos. 

Lamentável constatar como é minimizado o risco de um desgoverno inepto e autoritário, que tem na cabeça um fascista genocida, tentar qualquer brecha dentro da UFPR para introduzir um interventor nomeado em Brasília. Depois das ameaças das MP’s 914/2019 e 979/2020, baixadas pelo ensandecido ex-”ministro” Weintraub, versando sobre o processo de escolha de reitores das Universidades Federais (e felizmente extintas), não nos entra na cabeça que lideranças responsáveis da “Rede UFPR”, autora do Manifesto, possam achar que a eventual intercorrência de uma interventoria na UFPR seja algo de menor importância. Fosse uma nota redigida por estudantes que entraram há poucos anos na Universidade, e jamais viveram sob o tacão de dirigentes universitários nomeados exclusivamente por ditadores de Brasília, seria compreensível. Mas, não, trata-se de professores e servidores que labutam há muitos anos dentro da UFPR, e que, supõe-se, já pelo menos leram livros de História. Cabe, portanto, gritar em alto e bom som que a UFPR é autônoma para escolher quem a dirige, e presta contas à comunidade toda do país e do estado que a sustenta. 

Nesse Manifesto da “Rede” há várias passagens dignas até de riso, tamanhas as hipérboles discursivas a que se entrega. Não obstante, chama a atenção o seguinte trecho: “O rompimento das tradições democráticas (...) preocupa porque abre caminho para que outros candidatos (...) desconsiderem a nossa tradição e exijam que seus nomes componham a lista tríplice.” 

Ora, à exceção de uma única vez, no fim dos anos 1990, todos os candidatos que não alcançaram o primeiro lugar na votação direta da comunidade retiraram seus nomes da composição da lista tríplice exigida pela lei, dando lugar a outros dois apenas para constar (e com a condição de recusar a nomeação caso ocorresse). Por que então o Manifesto da “Rede” fala agora em candidato que exigiria que, mesmo derrotado no pleito direto, seu nome componha a lista? Por sua trajetória política e acadêmica, pode-se afirmar com certeza que o professor Ricardo não faria tal exigência descabida e antidemocrática. Está a “Rede” então a falar do candidato Horácio? Apreciaremos saber a resposta da “Rede” a essa frase de seu Manifesto. 

Encerramos afirmando confiança no processo novo, excepcional dentro de uma situação de enorme exceção provocada pela pandemia COVID-19, que deverá permitir o livre exercício do voto democrático de todos os membros da comunidade UFPR. Processo que, levado a bom termo, poderá também vir a ser empregado para futuras consultas à comunidade sobre temas polêmicos envolvendo o destino da instituição. 

domingo, 12 de julho de 2020

Reitoria da UFPR disputada por duas chapas em consulta direta virtual

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Reitor Ricardo Marcelo (com sua vice Graciela) e Prof. Horácio 

Por orientação de sessão do Conselho Universitário, de 18 de junho, o processo de escolha da próxima gestão da UFPR, gestão 2021-2024, será realizado através de consulta virtual a toda a comunidade universitária, ao longo do mês de setembro.

A indicação do método virtual foi referendada em reuniões virtuais das instâncias das três entidades da comunidade, APUFPR, SINDITEST e DCE, que também já escolheram representantes para integrar a CPC (Comissão Paritária de Consulta), organizadora da consulta.  

Foi de entendimento comum que, frente à imprevisibilidade da evolução da pandemia da COVID-19, cujo enfrentamento desrecomenda atividades presenciais nos campi da Universidade, e para atender prazos legais do MEC, será preciso recorrer à internet para aferir a vontade de estudantes, técnico-administrativos e professores (incluindo aposentados).  Trata-se de situação inteiramente excepcional nos 35 anos que decorrem desde a primeira eleição direta de reitor, de 1985.

Nesse meio tempo, a autonomia da UFPR em definir seu reitor e seus processos democráticos internos próprios estiveram ameaçados por duas Medidas Provisórias do desgoverno Bolsonaro, dispondo sobre o tema da indicação de reitores das IFES, a 914/2019 e a 979/2020.  Autoritárias, as MPs já foram devidamente enterradas, sem direito a velório, pelo Congresso Nacional.  Naturalmente, foram iniciativas do nefasto e fugitivo ex-"ministro" Abraham Weintraub, o pior ocupante do MEC de todo o período pós-ditadura militar.

Uma Comissão própria do CoUn estabeleceu um período de inscrição de chapas a quem tivesse interesse de concorrer à Reitoria, que já se encerrou. Um outro período foi também aberto às chapas dispostas a se submeter à consulta virtual perante toda a comunidade universitária (eleição direta), prazo ainda não fechado.

Na primeira instância de inscrição, apresentaram-se duas candidaturas: a do atual reitor Ricardo Marcelo da Fonseca, disputando reeleição; e a do professor Horácio Tertuliano Filho.  Ricardo é professor do curso de Direito da UFPR, além de ser formado em História.  O professor Horácio Tertuliano tem formação em Engenharia Elétrica pela UTFPR e atualmente dirige o Setor de Ciências Tecnológicas.

A CPC definirá regras e calendário de debates pela internet entre as duas candidaturas.  Acompanhe e participe!