O cientista político Wanderley Guilherme dos Santos, já falecido, escreveu há cerca de 20 anos, o livro "O paradoxo de Rousseau - uma interpretação democrática da vontade geral", em que ele, muito tranquilamente, indaga ao leitor: a civilização humana já teria, passados mais de 2 mil anos desde as primeiras experiências ditas democráticas da Grécia Antiga, construído um modelo pronto e acabado de democracia? Categoricamente ele responde: não.
sexta-feira, 25 de abril de 2025
A democracia universitária e formas de participação da comunidade nas decisões da UFPR
O cientista político Wanderley Guilherme dos Santos, já falecido, escreveu há cerca de 20 anos, o livro "O paradoxo de Rousseau - uma interpretação democrática da vontade geral", em que ele, muito tranquilamente, indaga ao leitor: a civilização humana já teria, passados mais de 2 mil anos desde as primeiras experiências ditas democráticas da Grécia Antiga, construído um modelo pronto e acabado de democracia? Categoricamente ele responde: não.
terça-feira, 22 de abril de 2025
Uma Nota atravessada no processo democrático da Universidade Federal do Paraná
terça-feira, 18 de fevereiro de 2025
COPLAD da UFPR normatiza eleição de Superintendente no CHC
Em sessão extraordinária, o Conselho de Planejamento e Administração (COPLAD), um dos conselhos superiores da UFPR, aprovou nesta segunda-feira (17/2) regras da consulta pública que decidirá mandato de quatro anos a partir de março.
(*)Nota: não é a primeira vez que a comunidade que trabalha e estuda no HC e seus anexos participa da escolha em eleição direta de um dirigente do hospital-escola. Isso já ocorreu nas décadas finais do século XX, antes do advento da EBSERH na gestão hospitalar.
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025
Quando será chamada a primeira Assembleia Geral Comunitária da UFPR?
Uma das marcas da campanha vitoriosa do novo reitor professor Marcos Sunye foi a questão do aperfeiçoamento dos mecanismos de diálogo da administração central com a comunidade universitária e da democracia interna, aspectos que teriam sido negligenciados na última gestão do professor Ricardo Marcelo.
domingo, 18 de agosto de 2024
Eleição direta à Reitoria da UFPR pode estar correndo grave risco
quinta-feira, 14 de dezembro de 2023
Conselhos Superiores da UFPR: ué, anularam a eleição de 28/11 ?
Já tinha sido mesmo uma eleição online semidesconhecida na UFPR, essa para representantes dos TAE aos Conselhos Superiores (COPLAD, CEPE, Curadores). Tanto que o quorum de participação foi baixíssimo - menos de mil servidores votaram (983 votantes) em alguma das duas chapas ou em branco. Assinale-se que não é preciso ser filiado(a) ao Sinditest para votar. Pouco depois das 17h00 do mesmo dia da eleição, a apuração eletrônica apontou:
sexta-feira, 19 de agosto de 2022
Lula vencerá também na UFPR
Estamos a 44 dias das eleições de outubro das eleições gerais de 02/10. Todas as pesquisas até agora demonstram larga vantagem de Lula sobre o despresidente miliciano neofascista, apontando sua derrota inescapável. A par disso, a campanha para que se consiga eleger uma forte bancada de deputados/as e senadores/as que auxilie a promover uma agenda progressista e de reconstrução para o Brasil na próxima quadra histórica.
sexta-feira, 17 de setembro de 2021
O cavalo de Troia pretendido pelo MEC para fracionar institutos federais
Governo Federal pretende indicar dez novos reitores sem aumentar o número de campi e de estudantes atendidos pela rede
sexta-feira, 2 de julho de 2021
Sistema de Bibliotecas da UFPR realizou consulta para nova Direção
O resultado, rapidamente apurado pelo programa Helios no final da tarde de 30/06, apontou os seguintes números:
* Elias Barbosa - 44 votos
* Josefina Guedes - 44 votos
* Denis Uezu - 85 votos
* Branco/Nulo - 1 voto
Está assim, pela consulta direta interpares, indicado o servidor Denis Uezu para a direção do Sistema. Nos próximos dias, deve dar-se sua nomeação (pela Reitoria) e posse no cargo.
Ao eleito, este Blog envia congratulações e faz votos de profícua e democrática gestão de todas as bibliotecas e pessoal do SiBi.
------------------------
Foto: Paulo Adolfo Nitsche
quarta-feira, 9 de junho de 2021
Conselhos Superiores da UFPR: resultado da eleição de técnicos-administrativos
Na segunda-feira, 7, aconteceu de modo virtual, através do email corporativo @ufpr.br, a escolha da representação da categoria técnico-administrativa para os Conselhos Superiores da UFPR. Depois das 17 horas desse dia, os resultados foram:
quinta-feira, 3 de junho de 2021
Eleição de representantes técnicos aos Conselhos Superiores da UFPR - como será votação virtual
Para poder votar, o servidor da ativa ou aposentado precisa ainda ter operacional uma conta de email institucional @ufpr.br. Em 7 de junho, os servidores que constarem da lista do banco de dados da UFPR irão receber, por esse email, um link para poder acessar o sistema de votação eletrônica
segunda-feira, 26 de outubro de 2020
Reitores eleitos na comunidade mas não nomeados pelo miliciano Bolsonaro
quarta-feira, 30 de setembro de 2020
Vitória da democracia na UFPR
Apesar do céu escurecido que antecipava um temporal, pouco depois das 17 horas de hoje, foi divulgado o resultado da votação constituinte da lista tríplice para a Reitoria da UFPR, cujos números abriram um brilhante sol nos olhares e sorrisos de todos os setores democratas da Universidade.
quarta-feira, 16 de setembro de 2020
Intervenção política na UFRGS pelo despresidente fascista
O despresidente Bolsonaro nomeou Carlos André Bulhões Mendes para a Reitoria gaúcha, tornando-a a 15a. interventoria bolsonarista do país. Bulhões é professor do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da UFRGS (alguma correlação com certo engenheiro elétrico também derrotado em eleição direta no sul?). Sua vice é a docente Patrícia Pranke, mas dela não se sabe, ainda, se também é uma receitadora a bangu de cloroquina.
O DCE da UFRGS está convocando Ato Contra a Intervenção para amanhã (17/9), às 13h00, na frente da Reitoria, no centro de Porto Alegre, contando com professores e técnicos. A ver se a velha tradição de luta do povo gaúcho vai barrar esse abuso autoritário de Bolsonaro, que tenta garrotear as IFES por todo o país.
Este esbulho contra a democracia universitária na UFRGS deve acender dezenas de milhares de alertas na comunidade da UFPR que preza por este valor civlizatório, pois, se fizeram numa das grandes IFES do país, como a gaúcha, podem ter toda a cara-de-pau de fazer por aqui também. Alerta geral contra a interventoria!!
------------------------------
Fonte: fotos do jornal Zero Hora (com alterações deste Blog na foto superior).
terça-feira, 15 de setembro de 2020
Não tem arroz? Comam cloroquina!
Na eleição virtual de 1-2 de setembro deste ano, para escolha da futura Reitoria, sabem todos que a Chapa 2 (Ricardo/Graciela) obteve a massacrante votação de 85% (votos válidos) sobre a Chapa 1 (Horácio/Ana Paula). No entanto, com fingida indiferença a essas cifras impressionantes, Horácio e Ana, logo após conhecerem esse resultado, entraram com pedido de impugnação contra o processo.
segunda-feira, 7 de setembro de 2020
Até mais, até logo, professor Dante
Até desde antes de meu amigo reeleito reitor, Ricardo Marcelo, eu, militante velho da mais antiga Universidade do país, já perturbava esta comunidade com escritos e outras manifestações. Já escrevi demais sobre democracia e autonomia universitárias. Sinto cansaço, embora não desistência.
Aproveito, então, para republicar artigo de meu dileto amigo da Filosofia, professor Emmanuel Appel, e colaboradores, que o lançou na Gazeta do Povo de 17/10/2004, pouco depois de perdermos a altaneira figura de Dante Romanó Jr., meu professor de Angiologia, vice-reitor ao lado de outro eminente mestre, o professor Salamuni. Aqui vai, Riad, Dante, Carlos Antunes. E então espero que o professor e a professora que disputaram a Reitoria da UFPR pela Chapa 1 inspirem-se em Dante como exemplo ético.
ATÉ MAIS, ATÉ LOGO, PROFESSOR DANTE
Emmanuel Appel, Fábio Muniz, Pedro Costa Neto - Gazeta do Povo * 17/10/2004
Antes de tudo, Dante Romanó Júnior (1929-2004) tinha estatura. Sua vida foi uma crescente inquietação. Sempre exigiu mais, sobretudo de si mesmo, construindo-se como um homem ético. De família conservadora, aluno do tradicional Colégio Santa Maria, membro da Juventude Universitária Católica, formou-se em Medicina e trabalhou como professor na UFPR. Aí, no Hospital de Clínicas, o contato diário com o sofrimento e a miséria (dadas as condições de vida da maioria dos pacientes e as reiteradas restrições impostas à saúde pública) amplia sua consciência social. O golpe de 1964 e a repressão política que se segue, atingindo também amigos e alunos, radicalizavam ainda mais seu espírito. Num período e contexto local muito mais de anátema do que de diálogo, seu humanismo cristão assume valores dos ideários republicano e socialista, implicando - senão a escolha de um novo caminho - a corajosa postura de resistência. Nos anos mais sombrios da ditadura militar, Dante emprestou solidariedade, deu abrigo e ajudou na fuga de perseguidos políticos.
A sua candidatura à Reitoria da UFPR, em 1985, foi consequência do seu engajamento na organização do movimento docente. No início do primeiro semestre de 1977, apesar do medo e isolamento impostos à Universidade, alguns colegas, entre camaradas e futuros companheiros, passaram a discutir como organizar os professores tendo por objetivo uma oposição democrática. Dante estava entre eles e dois anos depois participava da chapa "Universidade Necessária", que disputava, em memorável embate eleitoral, o comando da Associação dos Professores, o que representou um dos momentos de maior ousadia de sua presença cívica. O seu compromisso com a Universidade pública e democrática pode ser colhido em suas próprias palavras:
"No cartaz de minha campanha [a reitor, em 1985], quando retirei duas colunas do prédio histórico, não foi somente para escancarar as portas de entrada da Universidade, mesmo porque, por tais portas, entrariam preferentemente os filhos da burguesia. Tenho consciência de que é necessário proceder de forma a que os jovens das camadas populares se encontrem em circunstâncias iguais aos da camada privilegiada, eliminando-se as barreiras econômicas e sociais que impedem seu acesso à Universidade. É função do Estado garantir esse objetivo, assumindo os custos sociais necessários para anular as discriminações de ordem socioeconômica na realização do curso universitário."
Dante (bem como os estudantes, que em grande número o apoiaram) tinha, assim, a esperança de que o testemunho dos filhos das camadas populares poderia contribuir para mudar o perfil da universidade pública: com as perspectivas e exigências de classe, sem prejuízo da autonomia universitária, influenciariam em seus rumos e pesquisas, tornando a universidade essencial, ao mesmo tempo, para o desenvolvimento do país e para a consolidação da democracia.
Seu compromisso social e sua generosidade manifestam-se igualmente no exercício da medicina e na sua intransigente defesa do Sistema Único de Saúde. Para Dante, a saúde não se ordena pelas regras do mercado. A evidência de que a saúde está condicionada pela dimensão do social,, de que os mais altos indicadores de saúde foram conquistados pelas sociedades de maior equidade ("melhor saúde individual onde há melhor bem-estar coletivo", uma de suas premissas) o levou a participar ativamente das discussões que criaram o programa "Saúde na Família" em Curitiba. Os canadenses que aqui vieram para ajudar na instituição do "Médico de Família" foram convencidos de que o programa deveria ser ampliado para Saúde na Família. Dante, com a grandeza da simplicidade, disse-lhes que o médico, apesar da sua evidente importância, não deveria ser senão ator coadjuvante.
Sua vida foi igualmente permeada por uma constante curiosidade intelectual, que se manifestava em traduções de escritos de medicina social, a exemplo dos de Karl Rudolf Virchow, leitor do jovem Engels, "para demonstrar as relações entre pobreza e doença". Também releituras de Guimaraes Rosa, médico educador, "nosso aprend iz do real na travessia". Graciliano Ramos - mestre do romance social "e da passagem pela escola pública como obrigatória à cidadania". Visitava ainda Oscar Wilde, "blagueur insuperável", e também autores mais recentes, como Noam Chomsky, ativista do Forum Social Mundial.
Dante estimulou projetos de caráter socioambiental (em Guaraqueçaba, que tanto gostava de visitar) e interessava-se por botânica, preocupando-se com a preservação da Mata Atlântica. De sua sua experiência de bolsista em Angiologia (a disciplina que lecionava no curso de Medicina da UFPR) na Argentina (em Rosario) e na Suécia, derivou sua preocupação em propor adequada recepção aos estudantes estrangeiros em Curitiba - bem sabia o significado da hospitalidade e do cosmopolitismo.
Até pouco antes da doença que o abateu, Dante não descuidava dos hábitos físicos, vindos desde os tempos de estudante, quando obteve marcas nacionais na corrida com bastão e em corridas de longo percurso. Culturalmente, Dante era um garimpeiro, descobria preciosidades, esboçava pistas de trabalho.
O poeta russo Sierguei Iessenin deixa-nos versos para jamais esquecermos de nosso valente professor vice-reitor:
"Até logo, até logo, companheiro,
Guardo-te no meu peito e te asseguro:
O nosso afastamento passageiro
É sinal de um encontro no futuro.
Adeus, amigo, sem mãos nem palavras.
Não faças um sobrolho pensativo.
Se morrer, nesta vida, não é novo,
Tampouco há novidade em estar vivo."
---------------
Esta publicação foi em parte encurtada e editada, mas seu conteúdo corresponde ao espírito dos autores, dedicado à memória desse grande professor da UFPR, cuja morte foi imensamente lamentada por este autor, velando-o no prédio da Reitoria da UFPR.
segunda-feira, 31 de agosto de 2020
A História e a história pra boi dormir
Esta editoria teve a pachorra de assistir a mais de uma hora de um vídeo com uma entrevista do candidato a reitor Horácio Tertuliano. Há os que leem, estudam e produzem História. E há os parladores de histórias para bovinos caírem no sono.
Em sua arenga dada à jornalista Cátia, do jornal Gazeta do Povo, por mais de uma dezena de vezes o candidato à Reitoria da UFPR pela Chapa 1 repetiu a alusão a seus 25 anos de trajetória como professor da Universidade. Esforço para persuadir eleitores/as de que só esse tempo já o gabarita para ser titular da Administração Central.
Quis posar de sabedor de toda a história das eleições diretas para reitor, mas não conseguiu ir além da citação do ex-reitor Carlos Antunes para cá (final da década de 90). E, com esse recurso mal repisado diante de uma jovem jornalista do pasquim paranaense, atacou as entidades da comunidade, organizadoras da consulta direta virtual deste ano (Sinditest, Apufpr, DCE, da CPC).
Quis convencer a jornalista Cátia de que jamais em pleitos anteriores as entidades apoiaram um candidato a reitor, nem o Conselho Universitário. Que esse suposto "apoio das entidades" manchava a lisura da disputa, entre outros choramingos para tentar lançar dúvidas sobre ela. Porém, confessou que, em sua trajetória na graduação, nunca participou do centro acadêmico do seu curso nem se "meteu com política".
E talvez por conta desse passado aparentemente "apolítico", entenda-se a confusão do engenheiro candidato (e de sua candidata a vice, pós-graduada em Epidemiologia, Infectologia e Farmacologia pela "AMAN")*. Conscientemente ou não, a Chapa 1 confunde "entidade de massa" com "coletivo de dirigentes da entidade". Ora, uma entidade somente pode declarar apoio formal a qualquer candidatura se reunir sua instância superior (uma assembleia) e ali defender e votar esse apoio, (por maioria ou por consenso). Isso jamais ocorreu neste ano, antes ou depois de as duas chapas se inscrevem para a eleição.
Outra coisa, diversa do conceito de entidade, é quando alguns (ou a maioria) dos dirigentes da entidade, usam seu direito de manifestar uma opinião política pessoal - sem misturar isso com a posição neutra da entidade. Isto, sim, é real, e boa parte dos membros das direções de Sinditest, DCE e Apufpr tem conhecida suas posições em favor da reeleição do reitor. O mesmo vale para membros do Conselho Universitário, que tem liberdade para perfilarem ao lado da candidatura que preferirem, como de fato se dá hoje (e o próprio Horácio informa que ao menos 90% dos integrantes do CoUn estariam apoiando a reeleição de Ricardo Marcelo).
E então, um pouco de História, para finalizar. A eleição - simbólica, pois vivia-se sob uma sanguinolenta ditadura militar - do professor de Direito Lamartine Correa, em 1991, foi fruto de intensa mobilização em especial do movimento docente e da Diretoria da Apufpr. Serviu de antessala da primeira eleição direta para valer, em 1985, que consagrou o geólogo Riad Salamuni. De passagem, recordamos que, na época, a eleição do DCE (anterior à de reitor) teve acerba disputa, sendo vitoriosa a chapa que defendia uma proposta simples e clara: unificar numa chapa só os dois únicos candidatos progressistas - Riad e Dante Romanó Jr., para assegurar a derrota dos outros candidatos, todos ligados de algum modo à finada ditadura. Assim, o futuro reitor Riad contou, sim, com forte apoio dos dirigentes de DCE e Apufpr.
Pouco depois, em 1989, a chapa à Reitoria era um agrupamento unitário de consenso da direção do movimento docente e do DCE - Carlos Faraco e Mário Pederneiras. Para não encompridar o relato, pode-se afirmar sem hesitar que diversas chapas recebiam apoiamentos explícitos de dirigentes de entidades da comunidade, desde 1985, até hoje.
Os já meio sonolentos bois que quiserem dormitar ouvindo as algaravias fumacentas da Chapa 1, bolsonarista e cloroquinista, estão livres para fazê-lo. No entanto, dormindo, nada aprenderão de história da UFPR. Nem do Brasil.
***************************
A quem quiser conferir e ouvir as entrevistas das duas Chapas concedidas à Gazeta do Povo, entrem nos links abaixo (50 minutos da Chapa 2 e 01h40min da 1) :
# Entrevista do professor Ricardo, da Chapa 2
# Entrevista do professor Horácio, da Chapa 1
-------------------------------------
(*)AMAN: Academia Medicalista das Agruras Negacionistas (da Ciência)
Fonte dos vídeos das entrevistas: Gazeta do Povo no Youtube
Vídeo no cabeçalho da matéria ("Escola sem Partido"): Portal Porta dos Fundos. Em celebração ao candidato que nao toma partido de nada, não é de esquerda nem direita nem centro nem em cima nem embaixo e só dá aulas "técnicas", pois seus universitários tem que se formar só como técnicos, não como cidadãos conscientes da sociedade em que vivem e trabalham.
terça-feira, 18 de agosto de 2020
Um Mani-Infesto ao gosto de Adolf e de Benito
segunda-feira, 10 de agosto de 2020
Eleição à Reitoria da UFPR: como votar
MUITO IMPORTANTE! A comunidade da UFPR apta a votar na consulta direta eletrônica para escolha da futura gestão da Reitoria, mandato 2021-2024, deve prestar muita atenção nas datas e etapas para que todas e todos se habilitem à condição de eleitores/as.
Agosto é o mês para que tudo se apronte, de modo a acontecer, com sucesso, a votação em 1 e 2 de setembro. No começo da noite de 02/09 já se fará a apuração dos votos eletrônicos, lembrando sempre que a eleição é paritária (pesos iguais para alunos, técnicos e docentes).
Proclamada a Chapa mais votada (dentre as duas que concorrem), ela será em seguida submetida à sessão do Colégio Eleitoral (junção dos membros do Conselho Universitário com os do Conselho de Curadores), de modo a ser elaborada a lista tríplice para envio ao MEC para nomeação do novo reitor, como ocorre desde 1985.
Assista ao curto tutorial no vídeo de Youtube abaixo e em seguida realize os procedimentos para se inscrever como eleitor/a. Se ainda restar dúvida, consulte o site da Comissão Paritária de Consulta (CPC), ou mesmo as direções da APUFPR, SINDITEST-PR e DCE-UFPR.
POR FIM, anote em sua agenda: o segundo debate entre as Chapas 1 e 2 será realizado amanhã, 3a.-feira, 11/08, a partir das 16h30, nas plataformas de Facebook e de Youtube da CPC.
























