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Fonte: FASUBRA-Sindical, de 2/6/2026
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Essa é uma proposta humanitária e civilizatória, para amenizar a dureza da escravidão assalariada, permitir melhor qualidade de vida a trabalhadoras e trabalhadores, com mais tempo de descanso e junto à família. É parte de uma longa luta quem produz as riquezas de uma sociedade - a redução da jornada de trabalho -, que vem desde que o sistema capitalista se tornou o modo de produção predominante, nos princípios do século 19, na Europa, e depois se espraiou pelo mundo todo.
Para pressionar os parlamentares a aprovarem a PEC extinguindo a escala 6x1 para desde já, entidades sindicais e populares, partidos de esquerda e do campo progressista, convocam um ATO PÚBLICO para este Domingo, 24 de Maio, a partir das 10 horas, na praça João Cândido (Largo da Ordem). Conclamamos trabalhadores e trabalhadoras, e povo curitibano em geral, a fortalecer essa luta, que, segundo diversas pesquisas de opinião, é apoiada pela maioria da população brasileira.
No entanto, a serviço dos patrões do selvagem capitalismo, e contra os trabalhadores, há uma gangue de parlamentares patifes e calhordas que se posiciona contra o fim da escala 6x1. São bolsonaristas, a extrema-direita e setores da direita, que, temendo ser abertamente contra a PEC, fizeram emendas que propõe adiar a vigência da escala 5x2 somente para daqui a 10 anos, para 2036. Dizem que acabar já com a escala 6x1 poderia quebrar a economia brasileira.
Esses calhordas do parlamento levantam o mesmíssimo argumento dos senhores de escravos do tempo do Brasil Império, fins do século 19, o de que abolir a escravidão iria "quebrar a economia do país". A Princesa assinou a Lei Áurea em 13/05/1888, libertando de imediato todos os escravos. A economia de então quebrou? Não.
Ainda faz pior a gangue dos parlamentares bolsonaristas e afins, além de propor uma "transição" de 10 anos: querem aumento da carga horária semanal de trabalho para 52 horas e corte do FGTS à metade, de 8 para 4%.
Por isto, a necessidade de ir às ruas para pressionar o parlamento pela aprovação da PEC do fim da escala 6x1 para já, e sem criação de "bolsa-patrão" (compensações pecuniárias a empresários, proposta pelo mandrião deputado Nikolas Ferreira, uma megafascista de Minas).
São cerca de 176 deputados e deputadas da extrema-direita (sobretudo ligados ao bolsonarismo) que assinam essa emenda indecente da transição de 10 anos. Do Paraná, 15 pulhas apoiam a dita emenda inimiga dos trabalhadores, eles que supostamente trabalham numa escala 3x4 (3 dias de "trabalho" em Brasília e 4 dias de folga, fora várias licenças que tiram em seus mandatos de gordos salários). Abaixo, mostramos a lista desses 15 canalhas, todos ligados a partidos de direita e extrema-direita, em especial PP e PL. Guardem bem seus nomes, para que NÃO SEJAM REELEITOS este ano!
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Pois esse velhíssimo argumento do Visconde é brandido por muitos patrões da burguesia brasileira - a economia brasileira vai quebrar se a escala 6x1 for trocada pela 5x2, se a jornada de 44 horas semanais for substituída pela jornada máxima semanal de 40 horas... A extrema-direita do pais, representando os interesses desumanos da burguesia, bolsonarismo à frente, já disse que tudo fará no Congresso para barrar o fim da escala 6x1, e será cobrada na campanha presidencial por essa posição reacionária. Em especial o candidato fascista Flávio Rachadinha, do Partido Liberal.
Essa questão e outros aspectos da conjuntura brasileira serão analisados nesse papo com o Ministro Boulos, na APP, nesta quinta-feira, 7 de maio.
Para as mulheres, o hormônio parece ajudar na baixa libido após a menopausa quando isso causa sofrimento. No entanto, os benefícios mais amplos não são claros e são confundidos pelo “incrível efeito placebo” de simplesmente ser ouvido por um médico, afirma a endocrinologista Susan Davis.
Em última análise, são necessárias mais pesquisas para entender o que o uso generalizado da testosterona pode alcançar. “Se tratarmos todos os homens com baixa testosterona, isso realmente vai prevenir problemas de saúde? Ainda não provamos isso”, diz o endocrinologista Bu Yeap.
Para ler o artigo completo (em inglês), clique aqui.
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Fonte: figura e resumo, revista Nature n. 653, 2026
Ao fim da greve, Governo e FASUBRA acertaram que o período seguinte em 2025 seria dedicado à análise e propostas sobre como normatizar esse processo para implementação do RSC, com impacto em um futuro adicional de salário sobre o vencimento básico.
No entanto, nesse processo de debate e negociação do ano passado, o resultado até agora não foi considerado satisfatório pelo movimento sindical, pela FASUBRA. Isso foi avaliado na mais recente Plenária Nacional de Sindicatos de Base da FASUBRA, feita no final do ano passado.
1. Informes Gerais;
2. Indicativo de Greve: Avaliação de propostas;
3. Eleição de Delegados e Delegadas para a Plenária Nacional da FASUBRA, que ocorre nos dias 24 e 25 de fevereiro.
Lembramos à base de TAE representada pelo SINDITEST que, seguindo o Acordo feito em 2023, uma reposição salarial da ordem de 3,5% deve ser concedida pelo Executivo em abril deste ano.