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sábado, 6 de junho de 2026

CTB e Blog NaLuta apoiam Chapa 1 ao Sinditest

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A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), uma das maiores Centrais Sindicais do país, foi fundada em 2007, em Belo Horizonte, a partir da iniciativa de numerosos ativistas sindicais e entidades que estavam descontentes com os rumos e métodos da CUT. O Blog NaLuta também surgiu em fins de 2007, sendo veículo do Núcleo de CTB que se formara na UFPR.

Hoje, a principal referência sindicalista da CTB na base do Sinditest é o companheiro Otávio Augusto Costa, servidor da UNILA em Foz do Iguaçu, ao lado de vários/as companheiros/as da capital e do interior do Paraná. Coube a ele estar bastante presente na atual Greve da FASUBRA e também, no período recente, debatendo alianças político-eleitorais no âmbito do Sinditest, do que resultou sua candidatura na Chapa 1 – “Seguindo em Frente” à Coordenação de Comunicação e Imprensa da Diretoria Executiva da entidade.

Ainda na época da fundação do Blog NaLuta, já havia um Núcleo de CTB, que atuava no movimento e nos fóruns do sindicato, sendo frequentemente bastante crítico sobre rumos da entidade, porém sem quebrar a necessária unidade de ação prática, que é fundamental para que os trabalhadores tenham força em suas lutas. Ao longo do tempo, os integrantes do Núcleo foram para outros centros de interesse ou se aposentaram, e aquele agregado praticamente se dispersou, restando o editor deste Blog e mais alguns ativistas.

Hoje, porém, com o afluxo de novos servidores/as, a exemplo do próprio Otávio, as energias se renovam para um inédito ciclo de desafios e batalhas. Além do que, entre altos e baixos, o próprio Blog NL mantém-se vivo, buscando acompanhar o que vai pela política geral do país, pela esfera da Educação Pública, da UFPR, UTFPR e UNILA, da própria entidade e outras questões afins ao movimento sindical. E até de temas estritamente científicos, os quais o Editor aprecia, como a matéria sobre os “vermes maconheiros” de anos passados; ou a postagem sobre a aranha chinesa que captura vaga-lume macho em sua teia, converte-o na prática em “fêmea” para atrair mais machos para devorá-los!

Assim, acompanhando a liderança do companheiro Otávio Costa, o Blog NaLuta da CTB chama o voto da categoria na Chapa 1 – “Seguindo em Frente” nas eleições de 10 e 11 de junho. Como dizia aquele antigo famoso líder soviético em seus livros e discursos, “Prossigamos!”.

domingo, 21 de maio de 2023

Presidente da CTB participa do XXIV Congresso da FASUBRA, em Brasília

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Termina hoje, 21, o 
XXIV Congresso da FASUBRA, que começou na quarta-feira, 17, reunindo mais de mil delegados/as de 49 entidades de base, além de lideranças que trabalham em defesa do serviço público e o presidente nacional da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adilson Araújo.  

O SINDITEST-PR enviou delegação ao CONFASUBRA e sua tarefa imediata, no regresso, será divulgar amplamente na base sindical as decisões desse encontro.

Adilson destacou a importância do congresso. “O CONFASUBRA, instância máxima de deliberação da Federação, segue promovendo o debate de temas de interesse da categoria (...). Para a CTB, o fortalecimento das entidades sindicais é fundamental para a negociação coletiva e a organização sindical na luta por mais direitos e conquistas. A regulamentação da convenção 151 da OIT se constitui numa peça essencial para a organização, direito de greve e a negociação coletiva”, disse o presidente.

O Congresso Nacional é a instância máxima de deliberação da FASUBRA Sindical e é soberano para deliberar sobre qualquer proposta do temário. O Congresso só poderá se instalar com a presença de delegações de, no mínimo, metade das entidades filiadas e não poderá deliberar sobre nenhuma questão que seja de competência interna das entidades filiadas, salvo as resoluções de caráter organizativo e administrativo da Federação.

O novo ciclo que se inicia com o governo Lula deve radicalizar na universalização dos serviços públicos. Sepultar a malfadada 'deforma administrativa' e ampliar os investimentos públicos. Valorizar o trabalho, a trabalhadora e o trabalhador do serviço público é um grande desafio do projeto de reconstrução e transformação do Brasil”, finalizou Adilson.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Neste 22 de setembro, mobilizações nacionais em defesa dos direitos ameaçados pelo golpista Temer

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As Centrais Sindicais de trabalhadores promovem nesta quinta-feira (22) atos pelo Brasil em defesa do emprego e contra as reformas Trabalhista e da Previdência Social do presidente usurpador Michel Temer. Segundo os dirigentes, será um “esquenta” para uma verdadeira Greve Geral. 

As Centrais repudiam os ataques à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e às regras que ameaçam as aposentadorias. Temer defende a supremacia do "negociado" sobre o "legislado" (CLT), o que pode eliminar direitos como 13º salário e férias.  Na área do funcionalismo público, rechaça-se a intenção do presidente golpista de congelar salários indefinidamente, incentivar demissões por PDVs, parar quaisquer concursos públicos e atá acabar com a estabilidade de servidores.


A tática no dia 22 promoverá paralisações, atrasos no início do expediente, plenárias nas fábricas e demais locais de trabalho, marchas e variadas outras formas de luta nos diversos estados do país. 

Os atos são organizados em conjunto pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT), , Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas) e Intersindical.


Em Curitiba e na UFPR
Na capital paranaense há dois atos chamados para as 18 horas do dia 22, um com concentração inicial na Praça 19 de Dezembro (Praça do Casal Nu), seguindo-se passeata pelas ruas do centro; e outro, convocado para a Praça Santos Andrade, reforçado pela greve dos bancários e também por paralisações dos professores. 

Na UFPR, o Sinditest convocou concentração no pátio da Reitoria, a partir das 8 da manhã. Em seguida, a intenção é promover uma agitação antes que comece a sessão do Conselho Universitário, prevista para 09h00.  Às 13h15, uma palestra sobre a PEC 241 e o PLP 257 acontecerá na Sala de Videoconferência do Setor de Ciências Sociais Aplicadas, no campus Botânico.
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Fonte: com informações do Portal Vermelho e CTB

sábado, 10 de setembro de 2016

CTB convoca servidores à luta contra o desmonte do serviço público

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Servidores públicos das três esferas de poder estão mobilizados contra uma série de projetos em tramitação no Congresso Nacional que promovem o desmonte do serviço público no Brasil e retiram direitos dos trabalhadores da área. O funcionalismo público vai entrar em crise se passarem as medidas colocadas em pauta pelo governo Michel Temer, que pretende pagar a conta da crise sacrificando o trabalhador.

Em defesa dos servidores públicos, a CTB apoia estas categorias e vem realizando atividades nos municípios, estados e Distrito Federal, com o objetivo de conscientizar e mobilizar a classe para combater projetos de lei que retiram direitos trabalhistas e sociais, penalizando os trabalhadores e os serviços prestados à população.

Outras centrais, entre elas a NCST, UGT, CUT, Força Sindical, CSB, somaram-se à luta e o movimento criou a Jornada Nacional de Lutas, com um calendário de mobilizações para denunciar os ataques ao serviço público, expressos por propostas nocivas como a PEC 241 (que congela gastos públicos por 20 anos e reduz recursos para servidores e as áreas de Saúde, Educação, entre outras), o PLP 257 (que ataca estruturalmente os trabalhadores e o serviço público, com redução, entre outras coisas, de despesas com pessoal) e o PLS 559 (que pode extinguir o serviço público no Brasil).

A CTB encabeçou a construção do Movimento Nacional em Defesa do Serviço Público, constituído por centrais sindicais e confederações, entre elas a Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB). A Jornada Nacional de Lutas, ocorrerá de 12 a 15 de setembro, em Brasília, com o intuito de envolver trabalhadores públicos e privados do Brasil, bem como dialogar com a sociedade acerca das ameaças impostas pela agenda neoliberal do novo governo.

Em campanha no Congresso, a CTB obteve o apoio de parlamentares, entre eles, o senador Paulo Paim (PT-RS) e a deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), para a criação da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Serviço Público, que será lançada nesta terça-feira (13), às 14h, no Senado.

Realizamos diversos atos na Câmara, Senado, nos estados, numa campanha intensa contra o retrocesso de direitos promovidos por estas propostas em tramitação. A CTB atua incansavelmente para barrar esses projetos nefastos que visam acabar com o funcionalismo público no Brasil. Nossa central seguirá firme na luta em defesa da classe trabalhadora e do País”, declarou João Paulo Ribeiro (JP), Secretário de Serviço Público e dos Trabalhadores Públicos da CTB.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Centrais sindicais defendem empregos contra uso político da Lava Jato

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As centrais sindicais se reuniram nesta terça-feira (3) com o ministro do Trabalho e Previdência, Miguel Rossetto. O encontro faz parte da agenda do Fórum de Debates sobre Políticas de Emprego, Trabalho e Renda e Previdência Social, criado pelo governo com o objetivo de discutir propostas de melhorias das políticas públicas.

Inicialmente, a pauta da reunião trataria da Previdência Social, mas os representantes dos trabalhadores enfatizaram que o atual momento exige que a prioridade seja a recuperação da economia. Eles defenderam a mudança da pauta e que as discussões da reforma da Previdência fiquem em segundo plano, neste momento.

Adilson Araújo, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), defendeu que um dos principais pontos para garantir a retomada do crescimento é a garantia dos empregos, a começar pelas empresas que atuam no setor da Petrobras. O sindicalista destaca que a paralisação das obras por conta das investigações da Operação Lava Jato tem gerado demissões em massa no setor, afetando toda a cadeia produtiva.

Temos total interesse em dialogar, inclusive com empresários. Precisamos desatar os nós na Petrobras, na indústria, construção civil. A gente sabe que o ambiente hoje não é favorável a acordos, mas precisamos construir caminhos”, afirmou Adilson.

E completa: "O uso político da Lava Jato não pode paralisar a economia do país. É preciso manter as obras da construção, da Petrobras, do pré-sal”.

Números do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) confirmam a denúncia dos sindicalistas. De acordo com o Instituto, a crise do emprego começa com a desorganização da cadeia de petróleo e gás, que tem impacto muito importante sobre a construção civil. Isso porque a maior parte dos negócios está paralisada por conta da falta de acesso ao crédito e às licitações, resultado das investigações da Lava Jato.

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Fonte: Portal Vermelho e CTB

terça-feira, 7 de abril de 2015

Hoje é dia de luta para derrubar o Projeto de Lei 4330 da terceirização generalizada

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Para o relator do PL 4330 da terceirização, Arthur Maia, deputado federal pela Bahia, e para Paulinho da Força, deputado federal por São Paulo (ambos do partido Solidariedade), que defendem a aprovação do projeto, é preciso acabar com as distinções entre atividade-meio e atividade-fim nas contratações de empresas terceirizadas. Na prática, isso significa a generalização da terceirização de forma irrefreável atingindo todas as áreas indistintamente.

A sua aprovação constitui um atentado aos direitos laborais. Se prevalecer o entendimento do relator, corre-se o sério risco de uma derrota na Câmara dos Deputados, diante da sua composição conservadora e de sua agenda extremamente restritiva. No entendimento da CTB e de outras centrais sindicais, o PL 4330 pressupõe o fim do direito constitucional do trabalho, a extinção da CLT e a desregulamentação por inteiro dos direitos sociais e trabalhistas.

Sem contar que se terá, com o fim da categoria profissional, uma nova categoria de trabalhadores: "os prestadores de serviços". Estes, desprovidos de direitos, terão remuneração em média 40% menor e serão as maiores vítimas da elevada incidência de doenças ocupacionais e de óbitos, como já se constata na atividade terceirizada.

Para Adilson Araújo (foto ao lado), presidente nacional da CTB, "é lamentável que deputados e algumas centrais sindicais apoiem um projeto tão nocivo às relações do trabalho, sobretudo pelo que implica o projeto, que nada mais é do que o atestado da precarização e flexibilização dos direitos trabalhistas”. Araújo afirma: “O apoio ao PL significa um ato de traição à classe trabalhadora. Vamos denunciar junto às bases uma lista de todos aqueles que votarem e apoiarem o nefasto projeto”.

Por isto, todos os sindicatos de base do país foram conclamados a uma caravana massiva a Brasília no dia de hoje (7), para pressionar os parlamentares no Congresso Nacional a rejeitar o PL 4330, eliminando mais essa ameaça sobre os direitos da classe trabalhadora.  Neste momento, há milhares de ativistas sindicais no eixo monumental da capital federal, prontos para manifestar em alto e bom som que não pode ser admitido nenhum retrocesso nas leis trabalhistas.



ATUALIZAÇÃO às 17h30: Houve confronto entre manifestantes de CUT, CTB, MST e UNE com a PM de Brasília, que usou bombas e spray de pimenta, ferindo vários manifestantes, inclusive o deputado Vicentinho (PT-SP). Estaria havendo uma negociação sobre o teor do PL 4330 no sentido de preservar encargos trabalhistas, mas sem mexer no fulcro do projeto: estender a terceirização para qualquer tipo de atividade, o que, no caso do serviço público, significa abrir portas para perda do caráter público de muitos serviços. A bancada empresarial no atual Congresso aumentou em relação à legislatura anterior, enquanto a dos sindicalistas diminuiu, razão pela qual é o alto o risco de esse lesivo projeto ser aprovado.
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Fotos: UOL e Portal CTB

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Riso feliz da hiena que não tosse

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Começou mal o segundo mandato da presidenta Dilma. As medidas que ela recentemente endossou na área econômica e duas Medidas Provisórias (MPs 664 e 665*) irritaram profundamente os trabalhadores.  Por isso as Centrais Sindicais CTB, CUT, Força Sindical, UGT, CSB e UGT realizaram hoje (28) um primeiro "Dia Nacional de Lutas" em defesa dos direitos da classe trabalhadora.  Em Curitiba, o ato de protesto ocorreu na Praça Santos Andrade, das 10 às 12 horas, reunindo cerca de 300 manifestantes.  Os discursos foram duros contra a presidenta.

Foi muito divulgada entre os trabalhadores, na campanha presidencial de 2014, uma afirmação de Dilma, de que não se mexeria em direitos dos trabalhadores "nem que a vaca tussa".  Tossindo ou não tossindo, medidas que alteram os modos de acesso a alguns direitos trabalhistas foram tomadas no fim do ano.  Não por causa de bovinos, mas por causa da Hiena que se chama mercado capitalista, onde prevalece a vontade do grande capital financeiro.


Essa hiena maldita, ao longo dos mandatos Lula e Dilma, esteve ululando para garantir seus privilégios de classe dominante e abastada. Através do seu principal braço político - a mídia hegemônica - não passa um dia sem exigir que se mude a rota do país e se penalize os trabalhadores para enfrentar a dita "crise" econômica.  Pois a hiena capitalista, neste momento, demonstra ter dobrado em parte a presidenta Dilma, inclusive impondo um soldado das hostes financeiras: o novo ministro da Fazenda Joaquim Levy.

Grande burguesia financeira, cheia de privilégios, mama nas tetas da vaca Brasil

O ato das Centrais de hoje foi um primeiro alerta à presidenta e um primeiro ensaio, para esquentar os motores, para novas mobilizações.  A próxima manifestação será uma Marcha programada para 26 de fevereiro.  Essas demonstrações de combate da classe trabalhadora se propõem a constituir forte resistência para impedir que o ministro Levy imponha uma agenda de austeridade e arrocho no país, que só trará recessão e reverterá avanços obtidos até aqui no campo dos salários e do emprego.  Porque a luta é para que os ricos deixem de ser poupados pelos governos e passem a contribuir com parte de suas imensas fortunas para o esforço de superar as dificuldades econômicas atuais. 
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(*)As MPs 664 e 665 alteram (dificultando acesso) as formas de conceder alguns benefícios trabalhistas, como o seguro-desemprego, o abono salarial, o auxílio-doença e a pensão por morte.

sábado, 23 de agosto de 2014

Roberto Requião e Dilma recebem apoio da CTB-Paraná e diversos sindicatos

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O candidato peemedebista ao Governo do Paraná, Roberto Requião, foi efusivamente recebido por mais de uma centena de ativistas sindicais e políticos na sede do Sintrafucarb, em Curitiba, na noite desta sexta-feira (22). Dilma Rousseff e Requião são apoiados pela CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), como enfaticamente declarou Agnaldo Pereira, presidente do Sintrafucarb e da CTB-PR.


O auditório do Sindicato que representa a base operária das empresas alimentícias Mendeléz ficou superlotado para ouvir o discurso de Requião.  Ainda que breve, por estar com a agenda de campanha apertada, Requião delimitou muito bem os campos entre as candidaturas dele e de Gleisi Hoffmann em relação ao neoliberalismo de Beto Richa.  Igualmente deixou claro para os trabalhadores presentes que a melhor opção de voto na disputa da Presidência da República é Dilma Rousseff, pois as candidaturas de oposição situam-se no terreno do retrocesso econômico e social do país.


Não obstante, Requião comentou um aspecto do recente debate ocorrido na FIEP entre candidatos ao governo estadual, quando apenas ele se comprometeu a decidir soberanamente como governador em defesa da contínua elevação do salário mínimo regional, sem interferência do empresariado.  Os dois outros principais candidatos na disputa, perante os empresários da FIEP, afirmaram que se disporiam a “negociar” o salário mínimo regional, sinalizando para a possibilidade de ele não receber aumentos.

Com sua postura combativa e decidida contra Beto Richa e o neoliberalismo do Paraná, Requião tem crescentemente canalizado apoios do movimento sindical de todas as centrais, bem como de outros movimentos sociais.  O páreo será duro para o tucano Richa e o primeiro debate televisivo na TV Bandeirantes (28 de agosto, 22h00) irá delinear melhor as potencialidades de cada candidatura ao governo.

domingo, 9 de março de 2014

É urgente que o Sinditest se filie a uma Central sindical?

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Desde sua fundação, em 1992, o Sinditest nunca se filiou a nenhuma Central sindical. Esteve perto de se filiar à CUT no começo do ano 2000, mas o processo não andou.  Sempre manteve relações com as centrais mais atuantes no movimento dos técnicos, a CUT, a CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) e a "central"(*) Conlutas (hoje rebatizada de CSP-Conlutas - Central Sindical e Popular-Coordenação Nacional de Lutas).

Em sua posse de janeiro, a presidente reeleita Carla mencionou a intenção dela e alguns diretores de filiarem o Sinditest na "central" CSP-Conlutas, com a qual tem afinidades sindicais e político-partidárias.

No entanto, cabe a pergunta: é realmente imperativo agora o Sinditest filiar-se a alguma central sindical?  Através de qual processo? De debates democráticos aprofundados ou no atropelo?  

A FASUBRA esteve filiada à Central Única dos Trabalhadores (CUT) por muitos anos, até desfiliar-se em 2008, numa apertada votação do Confasubra.  E por que se deu aquela desfiliação?  Basicamente porque, ao longo da década passada, políticas e métodos da CUT já não conseguiam aceitação de cerca da metade do movimento dos técnicos em nível nacional. Metade acatava a linha da CUT e a outra metade do movimento fasubrino tinha objeções ou tinha, em certos casos, rejeição total.  Isso era um tanto paralisante.  Por isso se deu a desfiliação e hoje a FASUBRA, democraticamente, mantém relações com as 3 organizações CUT, CTB e CSP-Conlutas, o que reduz em parte alguns atritos antigos.

No caso do Sinditest, tudo indica, a filiação a qualquer central seria objeto de renhidas polêmicas e disputas.  Isto é, filiar-se a A, B ou C dificilmente seria uma decisão tomada por ampla maioria, um quase consenso, que fortaleceria a unidade da categoria, mas que poderia, ao invés, ser gerador de contínuos atritos e desunião.

Além disso, há o aspecto financeiro: por exemplo, em caso de filiação à CSP-Conlutas, 5% da arrecadação mensal bruta do Sinditest iria direto para o cofre da "central" (como consta no Estatuto dela). A um sindicato que ultimamente enfrentou problemas de caixa e se vê às voltas com denúncias graves sobre irregularidades achadas na recente Auditoria das contas, provavelmente essa drenagem de 5% viesse a fazer falta.

Por outro lado, a entrada em uma luta nacionalmente conduzida, através de uma Central sindical, pode propiciar mais debate político na base, ao mesmo tempo que a entidade sindical de base fortalece grandes batalhas gerais do interesse dos trabalhadores (a exemplo de bandeiras como a redução da jornada de trabalho, o fim do fator previdenciário, a negociação coletiva/data-base dos servidores e outras).

Entretanto, esse processo precisa ser de fato democrático, e não enviesado, manipulado e atropelado.  Não há que ter pressa com esse debate, ele tem que ser amplo, generalizado na base da categoria. Quantos servidores, por exemplo, conhecem os estatutos, carta de princípios, planos de lutas de cada uma das 3 centrais citadas?  Uma ínfima minoria.  Idealmente, esse debate deveria se dar no curso de um Congresso do Sinditest, envolvendo para valer toda a base, no qual se discuta a reforma do Estatuto obsoleto do sindicato e junto a possível filiação a alguma Central sindical.  

Na greve, prevista para começar possivelmente já na segunda quinzena deste mês, esse debate pode ser iniciado, chamando-se representantes das 3 centrais, mas seu aprofundamento e conclusão merece acontecer num Congresso de todo o Sinditest, coisa que não ocorre desde 1994. E o primeiro semestre de 2015, passado o agito das eleições presidenciais deste ano, seria o momento adequado para tal Congresso.
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(*)Usamos aspas na palavra "Central" ao referir a CSP-Conlutas, porque esta articulação não é, na devida acepção do termo, uma Central Sindical, uma vez que se propõe a englobar os mais variados tipos de movimentos e não apenas os sindicatos, federações e confederações sindicais de trabalhadores.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

CTB celebra 6 anos de existência com grande festa no centro de São Paulo

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A Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) irá oferecer à cidade de São Paulo uma grande festa para comemorar seu sexto aniversário. No dia 13 de dezembro, a partir das 12h, a Praça da República será palco de uma série de apresentações musicais, com as presenças já confirmadas de Leci Brandão e de Thobias da Escola de Samba Vai Vai.

Entre as 12h e 20h, também passarão pela Praça da República artistas da MPB, do forró e do hip hop. “Queremos que essa data fique marcada por uma grande celebração. Será um momento de diversão, um presente para a militância cetebista, que tanto batalhou não apenas em 2013, mas ao longo dessa trajetória de seis anos da CTB”, afirma o presidente Adilson Araújo.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Blog Fasubra Classista, da CTB-Fasubra, relançado com novo visual

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O Blog "Fasubra Classista", editado pela militância nacional cetebista da Fasubra, foi lançado em 16 de junho de 2009, buscando ser ferramenta de informação e de exposição de opiniões desse segmento político do movimento dos técnicos-administrativos.  O Blog está sendo relançado desde abril deste ano, com visual novo e atualização mais frequente.  

Neste pós-Confasubra e perto do começo provável de uma nova greve nacional que retomará a pauta de 2011, o Blog se constitui em mais um espaço para contribuir na luta dos técnicos, apresentando as formulações da CTB para fazer avançar o movimento rumo a conquistas concretas.  Acesse o Blog Fasubra Classista em http://www.ctbfasubra.blogspot.com.br/ e deixe seus comentários!

sexta-feira, 2 de março de 2012

CTB lança campanha nacional em defesa da unicidade sindical

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A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) lançou oficialmente, nesta quinta-feira (1º), uma campanha inédita, de abrangência nacional, em nome da unicidade sindical. A partir da publicação de uma série de materiais de comunicação, como anúncios em jornais, outdoors, publicidade em ônibus, na internet e nas redes sociais, a Central espera promover um debate a respeito do fortalecimento do movimento sindical e da classe trabalhadora.

Na condição de uma central sindical classista, sentimos que era necessário promover esse debate. No entanto, entendemos que esse debate não deve se restringir à unicidade versus pluralidade. Precisamos ir além”, afirmou Wagner Gomes, presidente da CTB.

A campanha tem como destaque a bandeira da unicidade sindical, mas ela está permeada por um mote muito claro: a necessidade de o Brasil alcançar um padrão mais elevado de desenvolvimento, a partir da valorização do trabalho e da distribuição de renda.

A partir dessa premissa, a CTB decidiu direcionar sua campanha aos dirigentes sindicais de todo o país. Para Eduardo Navarro, secretário de Imprensa e Comunicação da Central, é preciso se contrapor de uma maneira firme em relação àqueles que lutam pelo pluralismo sindical e a consequente divisão dos trabalhadores.

A CTB traz a público esta campanha em defesa da unicidade sindical como um grito preso na garganta. São muitos os que tentam dividir a classe trabalhadora, como o DEM e o PSDB, além de centrais sindicais equivocadas, entre outros. Os trabalhadores exigem sindicatos fortes e estão imbuídos da importância de financiarem sua própria organização”, afirmou Navarro.


Sindicatos fortes
A CTB, desde sua fundação, defende a manutenção do Artigo 8º da Constituição Federal, que, entre outros pontos importantes, garante a unicidade e a contribuição sindical. Sua posição é clara: a unicidade é uma proteção legal e um freio contra a fragmentação dos sindicatos, ao garantir uma única organização por base territorial.

Um sindicato forte não pode ser dividido. E, para que seja forte, precisa ser custeado pela classe trabalhadora, por meio da contribuição sindical”, defende Wagner Gomes.


Participe da campanha!
A partir de 1º de março, é importante que todos os sindicatos filiados à CTB participem dessa discussão sobre a unicidade. Isso pode ser feito por meio da distribuição de materiais em cada base.

Além disso, todos podem participar dessa discussão por meio das redes sociais na internet. Basta curtir no Facebook a página da Unicidade Sindical, seguir o perfil da Campanha no Twitter (@unicidadectb) e acompanhar o canal de vídeo no YouTube (Unicidade Sindical). Se preferir, envie sugestões para o endereço unicidadesindical@portalctb.org.br. Participe!

quarta-feira, 28 de abril de 2010

1. de Maio em São José dos Pinhais

Um comentário:
Para o Primeiro de Maio, muitas manifestações estão sendo preparadas em todo o Brasil. No Paraná não foi possível construir-se atividades unitárias envolvendo todas as Centrais. Mas, a CTB é a terceira maior central sindical do país e não pode deixar passar em branco essa importante data. Enquanto a CUT fará uma festa em Araucária e a Força Sindical promoverá shows musicais no Centro Cívico em Curitiba, a CTB realizará manifestação em São José dos Pinhais, terra das grandes montadoras automobilísticas e desde hoje começa a visitar, com caminhã de som, as fábricas de Curitiba e de São José para convidar os trabalhadores.

Para a CTB, o Primeiro de Maio é um dia de luta. É seu dever levantar as bandeiras fundamentais de luta dos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil: pela redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas sem redução de salário, valorização do salário mínimo, ratificação da Convenção 158 da OIT (contra demissão imotivada), Reforma Agrária, fortalecimento da agricultura familiar, fim do fator previdenciário, petróleo sob controle do povo brasileiro, aprovação de um novo marco regulatório para o pré-sal e afirmação da necessidade de um Novo Projeto de país calcado na valorização do trabalho.

A CTB-Paraná realizará o Ato de 1º de Maio no Complexo Esportivo Ney Braga, em São José dos Pinhais, com início previsto para as 13 horas, e a seguinte programação:

13:00 – Início do Atendimento da Feira de Serviços a cargo das Secretarias e dos alunos da PUC, com barracas de orientação e atendimento à comunidade.

14:00 – Palestra Sobre o Dia do Trabalho, com Nelson Bonardi, diretor da CTB-PR.

14:30 – Ato Público: as Lutas da Classe Trabalhadora na atualidade. Presença de lideranças sindicais e autoridades.

15:00 – Aula para a Terceira Idade.

16:30 – Apresentação Musical – Show de Fernanda Liz.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

A Conferência Nacional da Classe Trabalhadora e a eleição presidencial

9 comentários:
Por Nivaldo Santana(*)

Nesta segunda-feira, 1º de março, na sede nacional da CTB, haverá importante reunião das seis centrais sindicais (CTB, CUT, Força Sindical, UGT, Nova Central e CGTB) que deliberaram pela convocação de uma nova Conferência Nacional da Classe Trabalhadora. A pauta da reunião terá dois pontos: o andamento da luta pela redução da jornada de trabalho e a preparação da Conferência.


Pelo grau de unidade alcançado pelas centrais, é grande a expectativa de que os trabalhadores joguem papel protagonista nesse decisivo ano de 2010. Sem nenhuma dúvida, as eleições de outubro serão a batalha mais importante do ano. Haverá um verdadeiro plebiscito entre os que defendem a continuidade e aprofundamento do ciclo progressista inaugurado com o governo Lula e as forças do conservadorismo neoliberal, as viúvas do FHC.


Mesmo mantendo sua independência, o movimento sindical não pode se omitir. Tem que ter posição nessa batalha. O fio condutor para orientar a ação dos sindicalistas é a luta por um projeto nacional de desenvolvimento com valorização do trabalho.


Essa luta se desenvolve em terreno mais fértil se o comando do país se pautar pela defesa do progresso social, da democracia, da soberania nacional e da integração latino-americana, temas que deverão compor os debates da Conferência Nacional da Classe Trabalhadora, que ocorrerá em junho.


Uma vitória das forças progressistas nas eleições carimba o passaporte do Brasil para um futuro promissor. E os trabalhadores e trabalhadoras são a força social determinante para assegurar essa vitória.
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(*)Nivaldo Santana é vice-presidente nacional da CTB

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Em março o II Encontro Nacional de Comunicação da CTB

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Entre os dias 25 a 27 de março acontece em São Paulo o 2º Encontro de Comunicação da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), que promete grandes debates dirigidos por experientes e reconhecidos comunicadores, como os jornalistas Renato Rovai, Altamiro Borges, entre outros.

Renato Rovai, jornalista e editor da Revista Fórum, participa da mesa Comunicação na Era da Tecnologia, onde aborda a transição contínua das mídias, cada vez mais digitais. Já Altamiro Borges, autor do livro "Ditadura da Mídia", fará um balanço do cenário Pós-Confecom e seus progressos para a classe trabalhadora e o movimento sindical.

Durante o evento, além de debates acerca da comunicação sindical, seus formatos e ferramentas, também serão realizados painéis com a exposição de bem sucedidas experiências implantadas pelas entidades e seus profissionais em rádio, TV e internet.

PROGRAMAÇÃO

Quinta-feira (25/03)
14h - "As notícias que serão pautas em 2010"
Nivaldo Santana - vice-presidente da CTB

17h - Lançamento da Revista da CTB

Sexta-feira (26/03)
9h - Diálogos com a Comunicação: "A Comunicação na Era da Tecnologia"
Debatedor: Renato Rovai - jornalista e editor da Revista Fórum

11h - Experiência em Comunicação: "A luta transmitida pela TV"
Adelmo Andrade - diretor de Comunicação do Sindicato dos Bancários da Bahia

14h - "Nas Ondas da Comunicação"
Ricardo Ortiz - radialista e direitor nacional da CTB

15h - "Sítio - O espaço de todos"
Laldert Castello Branco - web designer da CTB

16h - "O pós-Confecom"
Altamiro Borges - jornalista e editor

Sábado (27/03)
9h - "Pistas para construção do Plano Nacional de Comunicação"

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Fonte: Portal da CTB


terça-feira, 27 de maio de 2008

28 de Maio pela Redução da Jornada e pelas Convenções 151 e 158

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As centrais sindicais estão trabalhando intensamente nesta reta de chegada do dia 28 de maio, quando haverá mobilizações, paralisações, passeatas e atos públicos em apoio à redução da jornada de trabalho sem redução de salário e pela ratificação das convenções 151 e 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) está intensificando a coleta de assinaturas do abaixo-assinado em apoio à campanha pela redução da jornada de 44 para 40 horas semanais. Ao mesmo tempo, acelera os preparativos para o dia 28 de maio.


Em Curitiba, a CTB-Paraná, após acertar detalhes com outras centrais sindicais, buscará o apoio dos motoristas do transporte coletivo desde a madrugada desta quarta-feira, 28, para que se engajem nas manifestações e panfletagens. E conclama ativistas e população para se concentrar na Praça da ARENA da Baixada (Praça Afonso Botelho) a partir das 09h30, de onde sairá uma passeata até a Praça Rui Barbosa (clique aqui para ver matéria respectiva na Gazeta do Povo).


O momento é importante, pois a história de quase dois séculos do movimento sindical mundial se confunde com as lutas para reduzir a jornada de trabalho, desde a época em que trabalhadores adultos, mulheres e mesmo crianças eram forçados à exploração excruciante de 14-16 horas diárias, sem direito a nada. Mesmo para os servidores públicos que cumprem jornadas menores que 44 horas semanais esta luta tem tudo a ver, e mais ainda por incorporar bandeiras como a aprovação das Convenções 151 (direito à negociação coletiva/data-base) e 158 (proibição de demissão imotivada) da OIT.

domingo, 6 de abril de 2008

Formada Comissão Pró-CTB da UFPR

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Em reunião realizada na tarde do sábado, servidoras e servidores do Movimento Avançar na Luta debateram a organização de um Núcleo Sindical de base da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB). A reunião contou com a presença do dirigente estadual da CTB Jefferson Tramontini, membro da diretoria do Sindicato dos Bancários de Curitiba.

A CTB foi fundada num Congresso nacional em dezembro de 2007, em Belo Horizonte, reunindo centenas de sindicatos descontentes com a orientação exclusivista da CUT e com o sindicalismo corporativista de outras centrais. A Direção nacional da CTB tem como presidente Wagner Gomes, liderança sindical dos metroviários de São Paulo, e conta, na pasta responsável pelo funcionalismo público, com a companheira Fátima dos Reis ("Fatinha"), servidora da UF de Goiás e dirigente da FASUBRA.

Em 25 de abril, será formalmente fundada a CTB do estado do Paraná, numa plenária marcada para as 9 horas da manhã, na sede da Federação dos Trabalhadores da Agricultura do Paraná (FETAEP), próxima à UTFPR, na rua Silva Jardim.

Dentre os servidores empenhados na organização da CTB da UFPR estão Guaracira Flores, Geraldine Vieira, Alessandra Lemes, Paulo Adolfo Nitsche ("Dodô"), Rita Kavulak, Ivandenir Pereira e José Carlos Belotto. Um novo encontro para organizar o Núcleo da CTB da UFPR ficou marcado para o próximo dia 14 de abril, quando se discutirá o Manifesto-programa e Estatuto da mais nova Central sindical brasileira.