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segunda-feira, 7 de março de 2016

8 de Março de 2016, mulheres de Curitiba vão à luta por direitos

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No 8 de março deste ano, os movimentos de mulheres de Curitiba realizam atividades o dia inteiro.  Além das bandeiras tradicionais de luta contra a violência de gênero e por igualdade de direitos, um dos motes está sendo o protesto contra abusos do governo tucano Richa, tais como a elevada tarifa de energia imposta pela COPEL.  

Por isto, a concentração inicial das atividades será na frente da sede da COPEL, na rua Coronel Dulcídio, 800, no Batel, sob a bandeira da figura na página de evento do Facebook acima.

Mulheres e homens progressistas, unam-se nas lutas e participem da programação nas ruas de Curitiba e na Boca Maldita:

07h30
Chegada das caravanas e café da manhã solidário

09h00
Aula pública: Novo modelo de matriz energética

13h30 às 16h00
Meditação e yoga; Painel Grafitti com Pac Calory e Mauren Pinho
Oficinas: Mandalas / Cartazes / Estêncil

16h00: Concentração Geral

17h00
Ato 1 - 
“Se a mulherada se unir a tarifa vai cair”
Na Copel (Rua Coronel Dulcídio)

17h10: Saída da caminhada em direção à Boca Maldita

17h20
Ato 2 - 
“Se tem violência contra a mulher a gente mete a colher”
Av.Vicente Machado / Av Desembargador Motta


17h40
Ato 3 - 
Mulheres Negras “Contra o Racismo e a Violência, pelo Bem Viver'
Av. Vicente Machado / Rua Brigadeiro Franco

18h00
Ato 4 - 'Não Mexam na Previdência - Nenhum direito a menos”
Rua Cândido Lopes / Rua Ermelino de Leão

18h20
Ato 5 - "Lugar de mulher é em todo lugar"
Performance artística: 'Empodere-se"
Boca Maldita

18h30 às 20h00
* Atrações Musicais: Miniconto / Luana Godin e Erica Silva / Jardim Vinílico / Bel Correia / Melina Mulazani/ Carol Alencar / Janine Mathias / DJ Grazi Meyer
Exposição Fotográfica: À luz do parto de Marcia Kohatsu
Ações interativas: Coletivo Ocitocina / Surubaurbana Coletivo de artes

terça-feira, 8 de março de 2011

Dia da Mulher é também para lembrar de históricas batalhas por justiça, igualdade e direitos

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O Dia Internacional da Mulher tem, para os revolucionários e progressistas em geral, um significado de batalhas históricas por justiça, igualdade e direitos. Uma frase de Samora Machel define com precisão o alcance dessa comemoração histórica: “A libertação da mulher é uma necessidade da Revolução, garantia da sua continuidade, condição de seu triunfo.” Segundo Marx e Engels, na família moldada pelos ditames capitalistas o homem é o burguês e a mulher representa o proletariado. Não é possível, portanto, a emancipação dos trabalhadores sem a libertação das mulheres. Clique aqui para ver série especial de artigos sobre o Dia Internacional da Mulher.
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Fonte: Fundação Mauricio Grabois

segunda-feira, 8 de março de 2010

Mais de cem anos de lutas e conquistas das mulheres. Salve o 8 de Março!

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Marcado como um dia de manifestações, reivindicações e celebrações, o Dia Internacional da Mulher deste ano tem um sabor especial: celebra seu centenário. Entretanto, o histórico de luta das mulheres mundo afora é mais antigo que a data. E ainda há um longo e árduo caminho a se percorrer.

O Dia Internacional da Mulher tem sua origem nas lutas e na militância das mulheres socialistas. A data começou a ser comemorada em 1910, quando a socióloga Clara Zetkin propôs, durante a 2ª Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, realizada em Copenhague, na Dinamarca, a criação de um marco para lembrar a luta das mulheres nas fábricas.


Os registros históricos indicam que seria uma homenagem à iniciativa de operárias russas que nessa data realizaram uma greve contra a fome, a guerra e o czarismo. Porém, durante décadas serviu como referência a história da morte cruel, em 1857, de cem tecelãs norte-americanas em greve pela redução da jornada de trabalho, vítimas de um incêndio criminoso determinado pelo dono da fábrica.

Mas a consolidação do dia 8 de Março só ocorreu na Conferência Internacional das Mulheres Comunistas, em 1921, como homenagem às mulheres de São Petersburgo que desencadearam uma greve geral em 1917, saindo às ruas daquela cidade russa contra a fome, a guerra e o czarismo, e alimentando a futura Revolução Russa. A partir de 1960, essa tradição recomeçou como um grande acontecimento internacional. Então , em 1975, as Nações Unidas decidiram consagrar 8 de Março como o Dia Internacional da Mulher.



Cenário preocupante
As mulheres brasileiras atualmente contam com grande lista de vitórias, como a ampliação da licença-maternidade, a proibição da discriminação sexual no trabalho, o direito à posse da terra em nome da mulher rural, a lei Maria da Penha para fazer frente à violência doméstica, e a reforma no Código Civil. Contudo, continuam numa árdua e contínua batalha pela ampliação e efetivação dessas medidas. Sempre discriminadas, mesmo com escolaridade superior à dos homens elas têm que se submeter a baixos salários e à dupla (e extenuante) jornada de trabalho.


Segundo destaca pesquisa do DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), divulgada em março de 2009, o rendimento médio por hora de trabalho das mulheres casadas com filhos é de R$ 5,89, contra R$ 6,91 daquelas sem filhos. A taxa de desemprego das que não possuem filhos (13,1%) também é menor do que a das que possuem (15,6%), comprovando a preferência dos empregadores por aquelas que não tenham de realizar a chamada dupla jornada.


Discriminação
Ao mesmo tempo em que a mulher tem de lutar cotidianamente para se manter no mercado de trabalho, cabe a ela cuidar da casa, dos filhos, estudar e ainda brigar por salários iguais aos do homem. Esse quadro se agrava ainda mais quando falamos na questão de gênero aliada à de raça. As mulheres negras encontram muito mais dificuldade de inserção no mercado de trabalho do que as brancas. A inserção das mulheres negras no mercado de trabalho brasileiro é nitidamente desvantajosa, ainda que sua participação na força de trabalho seja mais intensa que a demulheres não-negras.

Essa discriminação fica mais evidente quando se analisam dados como o salário e o número de vagas ocupadas por elas. O salário médio da mulher negra com emprego formal, por exemplo, é menos da metade do que o salário de um homem branco. De acordo com a Relação Anual de Informação Social (Rais), do Ministério do Trabalho, a mulher negra ganha, em média, R$ 790 e o salário do homem branco chega a R$ 1.671.

Consciente das desigualdades existentes entre homens e mulheres, principalmente no mercado de trabalho, a CTB mais uma vez reforça sua bandeira por igualdade de salários e direitos, bem como contra qualquer tipo de discriminação. Para comemorar o centenário do Dia Internacional da Mulher, a CTB em todos os estados brasileiros contribui e participa de atividades que celebram a data. São numerosos atos públicos, passeatas, manifestações e shows por todo Brasil, que, além de celebrar as conquistas alcançadas em cem anos de mobilização coletiva, também mostrarão que a luta por autonomia, igualdade e direitos segue atual e necessária.
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Fonte: com informações do Portal da CTB


domingo, 7 de março de 2010

Em 7 anos, número de mulheres no mercado de trabalho cresceu 40,9%

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Dados da Rais mostram aumento da participação feminina acima da média masculina. Mais de 16 mi delas, que comemoram, segunda-feira (8), Dia Internacional, estão no mercado de trabalho formal no Brasil

Entre 2002 e 2008, 4.788.023 mulheres assumiram postos no mercado de trabalho formal em todo o Brasil. O volume, que equivale à soma das populações de Fortaleza (CE) e Belo Horizonte (MG), mostra que as empresas estão abrindo suas portas para a mão-de-obra feminina.


Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), em 2002 havia 11.418.562 mulheres trabalhando formalmente no país; em 2008 o número chegou a 16.206.585, crescimento de 40,9% no período. Entre os homens, o crescimento foi de 34,5%: de 17.265.351 milhões em 2002 para 23.234.981 em 2008.

E o número de mulheres - que comemoram seu Dia Internacional nesta segunda-feira, 8 de março - no mercado de trabalho tem crescimento contínuo, não sazonal, conforme apontam os dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do MTE.

Em 2003 havia 11,8 milhões delas formalmente empregadas; em 2004 12,5 milhões, em 2005 13,4 milhões; em 2006 havia 14,2 milhões; e em 2007 15,3 milhões.

Em relação aos rendimentos, a faixa etária que atualmente apresenta a melhor remuneração, segundo a Rais, é entre 50 a 64 anos, com média de R$ 1.757,51, seguida de 65 anos ou mais, com R$ 1.713,77 e 40 a 49 anos, R$ 1.594,43.

Na comparação entre estados e setores de ocupação, o estado do Amazonas obteve a maior remuneração para a mulher, no setor de Extração Mineral, com R$ 8.755,23; seguido pelo Rio de Janeiro, com R$ 7.849,80; e Sergipe, com R$ 6.113,08.

O setor de Serviços e Indústria de Utilidade Pública também tem se mostrado auspicioso para as mulheres: o Distrito Federal rendeu a melhor remuneração do país para as mulheres neste setor, com R$ 4.812,18; seguido do Piauí, com R$ 3.499,61; e Rondônia, com R$ 3.349,18.

Licença-maternidade
Instituída desde 1943, a licença-maternidade é garantida pelo artigo 7º, inciso XVII, da Constituição Federal. No início, a licença-maternidade era de apenas 84 dias, mas muitos empresários demitiam suas funcionárias nesse período, devido aos altos custos com as despesas.

O passar dos anos foi marcado pelas conquistas das mulheres em termos de liberdade e espaço profissional. Os movimentos sindicais, inclusive, começaram a se mobilizar para garantir mais direitos para a mulher e o próprio governo foi buscando novas soluções.

A mais recente delas foi a ampliação da licença-maternidade de 120 para 180 dias. A aprovação da Lei 11.770 passou a valer para o setor público desde setembro do ano passado e também beneficiará o setor privado a partir de 2010, de forma facultativa.
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Fonte: DIAP

segunda-feira, 1 de março de 2010

Dia da Mulher comemorado com ato público e show musical em Curitiba

22 comentários:

Em 2010, mulheres do mundo inteiro comemoram o centenário do Dia Internacional da Mulher. Em Curitiba, a União Brasileira de Mulheres – Seção Paraná (UBM-PR) conclama à participação no Ato Público marcado para 06/03 (sábado), às 11 horas, com caminhada que vai da Praça Santos Andrade à Boca Maldita. No dia 8, a entidade patrocina e convida para o Show "Faces de Mulher", às 20h00, no Teatro Salvador de Ferrante (Guairinha).

As manifestações que ocorrerão em diversos países por ocasião do 8 de março querem reafirmar as lutas e conquistas da mulher em busca da igualdade de gênero, ao longo desses 100 anos de existência da data simbólica. Em Curitiba, o ato público do dia 06/03 - coordenado pelo Fórum Popular de Mulheres, Marcha Mundial das Mulheres, Federação de Mulheres do Paraná e demais entidades do movimento feminista, popular e sindical - contará com a participação de centenas de mulheres, que se concentrarão na Praça Santos Andrade às 11 horas. De lá seguirão até a Boca Maldita, local final da manifestação.

“É um momento de nós, mulheres, contribuirmos para o debate sobre a relação mulheres x poder. Este é um ano político e é fundamental superar a subrepresentação feminina na política e em todos os espaços de poder para impulsionar o avanço da democracia no Brasil. As eleições deste ano constituem importante momento desta luta. E as conquistas das mulheres se dão no ventre da liberdade e da democracia, mas também sob a pressão das próprias com o apoio da sociedade”, explica Elza Campos, coordenadora estadual da UBM-Paraná.


Show Faces de Mulher
No dia 08 de Março, a UBM-Paraná, em conjunto com a Rede Esperanto (RDEE), promove a 2ª edição do Show "Faces de Mulher". O espetáculo será realizado no Teatro Salvador de Ferrante (Guairinha), às 20 horas.

Na ocasião, as cantoras Janaina Fellini, Raquel Santanna, Simone Magalhães, Clarice Mendes, Maria Isabel Corrêa e Zezé Chagas realçarão as transformações alcançadas na trajetória de lutas das mulheres e a consolidação de sua presença na música paranaense e brasileira. Além da música, o público também poderá conferir as esculturas da artista plástica Graciela Scandurra, que farão parte do cenário, representando a mulher em movimento.


O valor do ingresso é de R$ 5,00 (estudantes) e 10,00 reais (público geral). Os ingressos podem ser adquiridos no próprio local do show ou no
site do Teatro Guaíra.