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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Os enrolados da diretoria do Sinditest

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Primeiro de tudo, tem a velha novela do rolo com a venda da "chácara" do Sinditest. No rolo tem Antonio Néris, Wilson Messias,  Carla Cobalchini, Zé Carlos e uma auditoria que nunca foi devidamente explicada para a base.  Um imóvel que supostamente foi vendido a um sujeito pobre (um vigilante) por 250 mil reais e que, um ano depois, renderam ao comprador, revendas que atingiram mais de um milhão de reais. Esquisito, né?

Agora, depois de se elegerem com base em mentiras e promessas vãs, a Diretoria do Sinditest se esquece de prestar contas e não esclarece suas mudanças de escritório de advogado. Nem as fartas verbas destinadas ao PSTU.

Rachada de fio a pavio, a tal diretoria sequer sabe o que apresentar de propostas para a base. Vários diretores estão se pelando de medo de serem atingidos por PADs da Reitoria pelo fato de terem feito merda em greves passadas e estão pedindo penico para o reitor Ricardo Marcelo para que não exonerem diretores responsáveis pelas merdas de 2015.  Lamentável situação dos "grandes revolucionários"...  Revolucionários de merda que são, de fato.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Transparência das contas: cadê aquela prometida pelo Sinditest?

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Quando a atual diretoria do Sinditest se elegeu, prometeu total transparência de suas contas e exposição trimestral de balanços contábeis no site do sindicato.  Na gestão passada, haviam inclusive contratado uma funcionária nova especificamente para ser administradora de toda a máquina sindical, para facilitar isso.

Não se viu nada disso durante 2016.  Nada, nem no site, nem em jornal impresso. Promessa caída no vazio.  Porque os iluminados acham que a base tem memória curta.


FUNDO DE GREVE
Por exemplo, na mais recente greve, iniciada em outubro/2016 contra a PEC 241-55/16 ("PEC da Morte", que congela investimentos públicos por 20 anos), foi aprovado depositar um Fundo de Greve (FG).  Discriminatoriamente, foi aprovado 1% adicional de desconto (total de 2% sobre o Vencimento Base) para o pessoal do RJU e 0,5% a mais para o pessoal da FUNPAR.  

Perto do fim do ano, surge aviso no site sindical de que houve desconto "inadvertido" a mais no FG para o pessoal FUNPAR, e que os interessados na restituição deveriam burocraticamente preencher um formulário para pegar a grana surrupiada no sindicato.  Aliás, um curioso formulário que pedia um monte de informações nada-a-ver com o assunto da restituição.

Mas também servidores do RJU tiveram desconto além dos 2% sobre o VB. O editor deste Blog teve 5 reais descontados além dos 2%, por exemplo, no contracheque de novembro.  Claro, muitos podem pensar: não vale a pena brigar por 5 reais.  Ocorre que, de 5 em 5 reais descontados de milhares de filiados, se consegue juntar um bom 'plus' para a arrecadação sindical.  A diretoria do Sinditest deve ter tido uma recaída dos tempos de Wilson Messias, quando o antigo presidente descontava o valor que bem entendia sobre o salário bruto dos filiados.


ESCRITÓRIO JURÍDICO
Quantos sabem que o Escritório de Advocacia do dr. Avanilson não serve mais ao Sinditest?  Que ele recebeu bilhete azul e outro escritório parece já ter sido até mesmo contratado?  Muito poucos.  Outra área em que sumiu a transparência.  Não se faz mais licitação para contratar advogado para o sindicato.  Vai do humor da maioria que estiver mandando na diretoria.  A qual deve, em especial seu coordenador jurídico Luiz Fenando Mendes, explicações para a base.

Em meados de 2016, houve um grande racha nacional dentro do PSTU, com a desfiliação de mais de 700 membros (em todo o país) desse partido de ultraesquerda que mandava no Sinditest.  Vários coordenadores do Sinditest também saíram do PSTU e isso desequilibrou a correlação de forças dentro da diretoria sindical, com isto provavelmente influindo para que Avanilson levasse uns metatarsos nos glúteos.  Mas isto é mantido oculto porque a base é considerada "criança" demais para saber dessas coisas...

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Mega-racha nacional do PSTU e fragmentação de correntes no Sinditest

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Era uma vez?

O período 2014-2015 da diretoria do Sinditest foi de completo domínio da linha política do PSTU, ao qual se filiavam os principais diretores, a começar da presidente Carla Cobalchini. Nessa gestão, o Sinditest virou o típico “aparelho” sindical partidarizado, filiando-se à “central” sindical do PSTU (Conlutas), ao Instituto de Estudos do PSTU (ILAESE) e tendo por advogado o presidente estadual do PSTU.  Além de favorecer somente o movimento estudantil (ANEL) e o de mulheres (MML) animados pelo PSTU.

No final de 2015, receando perder a eleição, o grupo do PSTU teve que se aliar ao PSol do antigo diretor Bernardo Pilotto e a grupos independentes outros sem coloração partidária conhecida. Venceram, com certa dificuldade, a eleição contra uma oposição que se dividira em duas chapas.

Logo nos primeiros meses de 2016, já surge uma primeira dissidência: três diretores do sindicato assumem agora pertencer ao desconhecido MAS (Movimento Ao Socialismo).

Mas é no começo de julho que estoura a maior boiada saindo do PSTU: cerca de 700 militantes, em vários estados do país, anunciam seu desligamento da sigla partidária e a formação de um certo movimento para “arrancar alegria ao futuro”.  Do Paraná, cerca de 30 ex-filiados assinaram o “Manifesto” do novo coletivo, a quem chamaremos os “neoalegres”.

Do Sinditest, subscrevem a desfiliação do PSTU os coordenadores José Carlos Assis (coord. Geral), Carla Cobalchini (coord. Imprensa), Mariane Siqueira (coord. Finanças) e a funcionária administrativa Januza.  Assim, parece ter sobrado só o diretor Márcio Palmares como filiado orgânico do partido do inflexível nefelibata Zé Maria...

A razão do mega-racha nacional do PSTU?  A mais importante e evidente é a constatação da inaplicabilidade da orientação lunática desse partido de usar a palavra-de-ordem “Fora Todos”, que imobiliza e isola os militantes que tentam defender isso.  Enquanto todas as esquerdas estão mobilizadas e unidas para derrotar o golpe sob a bandeira de “Fora Temer”, o bandinho do PSTU berra “Fora Todos” só para eles mesmos, favorecendo indiretamente a direita golpista.

Já para os que saíram, é aquela velha cantilena típica da história dos numerosos grupos trotsquistas que já se formaram, racharam e desfizeram no Brasil ao longo de décadas: "agora sim vamos criar a verdadeira organização revolucionária brasileira".  Até o próximo racha. 

Citamos esse acontecido para entendermos se, num futuro breve, assistirmos a confusões no sindicato, devido aos embates entre as várias correntes ali formadas (até agora).  Por exemplo, já parece ter surgido dissensão acerca da permanência do advogado Avanilson Araújo, que estaria com bilhete azul para dezembro deste ano. 

Avanilson é presidente estadual do PSTU e em 2015 já recebia uma boa quantia por serviços de retorno questionável para a categoria.  Não sabemos sua remuneração atual porque faz tempo que a diretoria deixou de publicar com transparência os balancetes trimestrais que prometeu em campanha eleitoral.

Enfim, o “aparelho” sindical agora é cobiçado por muitos grupos (PSTU, PSol, MAS, NeoAlegres, independentes variados). Quem paga a festa são todos os filiados, sem saber bem o quê nem como. 


segunda-feira, 13 de junho de 2016

Faz uma Greve Geral com a gente, faz, por favor... o apelo pateta da Conlutas

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No site do PSTU, partido de boa parte da Diretoria do Sinditest, há um apelo risível da "central sindical" desse partido.  Os caciques do PSTU/Conlutas enviam uma "Carta aberta à CUT", com uma espécie de súplica, do tipo "venham por favor organizar uma greve geral com a gente contra as políticas do governo Temer".  Tadinhos, os Conlutistas não querem ficar jogadinhos num canto, ninguém prestando atenção neles por estarem fora do curso real da política.

O PSTU/Conlutas, com sua bandeira de "Fora Todos", tentou dividir o movimento social e dos trabalhadores na resistência democrática ao golpe midiático-judiciário que inventou do nada um impeachment para afastar Dilma e colocar o usurpador ultraneoliberal Temer.  (Intimamente, os trotsquistas do PSTU devem ter comemorado a saída de Dilma.)

Agora que fica claro - inclusive para bom número de 'coxinhas' envergonhados, otários úteis - que a entronização de Temer e seus sinistros no governo federal serve ao claro projeto de promover retrocessos a um neoliberalismo ortodoxo, entreguista de nossas riquezas, vem o hiper-revolucionário PSTU propor "unidade" com os setores que lutavam e lutam contra o impeachment.  

Inclusive o PSTU faz o reconhecimento de Temer como governo de fato, em vez de tomá-lo como interino, provisório, usurpador.

A mais efetiva maneira de derrotar o projeto Temer é politicamente reverter a votação do impeachment no Senado em agosto, permitir o retorno do mandato legítimo de Dilma e dela cobrar as pautas dos movimentos sociais que estão lutando contra o golpe. Além disso, em entrevista recente, Dilma acenou com a chamada de um plebiscito em que o povo será chamado a opinar se quer ou não a continuidade de seu mandato até 2018 ou a convocação antecipada de eleições presidenciais.  

Desconhecendo - como sempre - a correlação real de forças na sociedade brasileira (e no mundo), o PSTU e sua "central sindical" Conlutas propõem unidade para uma Greve Geral junto com setores (ligados a PT, PCdoB, PDT) que o próprio PSTU inclui no seu lote de  "Fora Todos".  Depois de bater e bater, sem pensar nas consequências, nesses setores, agora quer que eles se somem num esforço conjunto para uma greve geral contra Temer para derrotar sua " agenda de ataques aos trabalhadores e o povo".

Por aí já se vê o quanto tem de economicismo a tal "greve geral" do PSTU e da Conlutas.

A perspectiva de uma Greve Geral nacional, construída por CUT, CTB e setores de outras centrais, é real. Mas com o pé no chão e organizada com muita seriedade, antes que a votação final do impeachment aconteça no Senado, com o sentido de ajudar a derrotar o golpe.

Os "donos da verdade" do PSTU que vão construir sua "greve" lá pras bandas dele, com seus 2% do movimento sindical, ao lado de quintas-colunas do movimento como eles.  E não venham com apelos patéticos de unidade irreal.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Contra Dilma, quinta-colunismo da direção do Sinditest manda dois ônibus a SP

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O PSTU, que controla a maioria da Diretoria do Sinditest, faz uso dos recursos dos filiados para mandar caravana a São Paulo em ato de apoio à derrubada da presidenta Dilma. Isso será no próximo fim de semana.

Os militantes sindicalistas desse partido de ultraesquerda dizem que são contra todos, contra Dilma, Temer, PSDB, DEM etc e que almejam uma greve geral para derrubá-los. E que vão comemorar seu 1º. de maio na avenida Paulista, onde os coxinhas golpistas tem feito suas demonstrações de ódio e preconceito contra Dilma e Lula. Portanto, os PSTUístas da caravana paga pelo Sinditest estarão em boa companhia, golpistas de “esquerda” ao lado de golpistas da direita.

O país inteiro está dividido objetivamente entre, de um lado, os que defendem a legalidade democrática, a legitimidade do mandato de uma presidenta eleita contra quem não se prova crime de responsabilidade; e, de outro lado, os golpistas Michel Temer, Cunha, PSDB, Rede Globo. Não existe no concreto uma terceira opção, exceto na cabeça de lunáticos. 

Enquanto a Frente Brasil Popular (FBP) e a Frente Povo Sem Medo marcham contra o golpe do impeachment (a ser votado no Senado em meados de maio), a tropinha nefelibata do PSTU quer ser diferente, desfila sozinha com suas palavras-de-ordem fora da realidade.

Os golpistas, temendo o desmascaramento e a repulsa internacional, insistem em dizer que não há golpe contra Dilma. O PSTU diz o mesmo: “não há golpe”. Estão juntinhos. “Honrado” papel do quinta-colunismo pstuísta como força auxiliar da direita que quer impingir o ultraneoliberal programa “Ponte para o Futuro”, que é de fato um desvio para o inferno contra os trabalhadores.

Por nosso turno, conclamamos trabalhadores e trabalhadores da UFPR, de toda a Curitiba, a se somarem à agenda de lutas da FBP-Paraná contra o golpe nos próximos dias, conforme agenda abaixo:

28/04 – QUINTA 
* Manhã e Tarde (09h00 às 17h00) – Grande Plenária Estadual da Militância da FBP-Paraná (partidos, entidades, movimentos e comitês formados no estado). Local: SINTRACON (Trajano Reis, 538) 
* 19h00 – Lançamento de livro sobre criminalização dos movimentos sociais, na APP.

29/04 – SEXTA 
* 08h00 às 16h00 – Ato Estadual marcando um ano do massacre de Beto Richa sobre os professores. Concentrações iniciais dos professores na Praça Santos Andrade e dos demais movimentos sociais na Praça Rui Barbosa a partir de 08h30, para posterior fusão na praça Tiradentes e Marcha até o Centro Cívico.

01/05 – DOMINGO 
* 14h00 – Ato do 1o. de Maio na Praça Rui Barbosa

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Conjuntura de ameaça de golpe provoca racha na Diretoria do Sinditest

Um comentário:
Patética foto do ato "Fora Todos" do consórcio PSTU-Conlutas-Anel-Sinditest em 01/04

Nada como situações de agudas tensões para que as pessoas se mostrem mais às claras.  O Brasil passa por dura crise econômica e política, em parte real, em parte fabricada (amplificada) pela mídia grande, forçando cada ator social a se posicionar.

No caso da diretoria do Sinditest, um consórcio de três correntes políticas da ultraesquerda e uns independentes, a conjuntura já gerou um racha, visível no site da entidade.

O PSTU, estranhamente ainda majoritário, defende sua posição lunática que diz: "Fora Todos! Eleições gerais já!". Quando levou tal bandeira estratosférica para as ruas no último 1 de abril, juntou fantástico público de vinte pessoas (foto acima).  Menos gente do que tem na própria diretoria do Sinditest...  Fiasco e palhaçada totais.  Incrível que a realidade bate com força na cara dessas pessoas e elas não arredam pé de manter palavras-de-ordem incapazes de mobilizar mais que esses gatos pingados, ao ponto de provocar vergonha alheia. Eu vi.

No entanto, outra visão sobre a conjuntura se apresentou dentro da diretoria. Que se coloca contra o impeachment de Dilma através da palavra-de-ordem "Nem governismo, nem golpismo. Por uma saída à esquerda".  Este modo de ver a realidade brasileira é mais pé-no-chão, pois entende que há, sim, uma clara ameaça de golpe da direita, que imporá, se vencedor o golpe, um retrocesso terrível e rápido contra as conquistas dos trabalhadores e da soberania brasileira.

A visão mais consentânea à realidade ainda é minoritária na diretoria do Sinditest, mas reúne 17 signatários de uma nota publicada no site da entidade, entre eles militantes do PSol, do MAS (Movimento ao Socialismo, uma corrente de opinião, não um partido) e de independentes.  Eles ainda partem de uma ideia ultraesquerdista, mas pelo menos veem os riscos de golpe e parecem dispostos a lutar contra ele ao lado de outras correntes que já estão na batalha, ligadas à CUT e CTB.

Fato é que, para manter certa aparência de democracia, o site do Sinditest desde anteontem estampa as duas concepções dentro da Diretoria, a dos lunáticos do PSTU e a dos mais pé-no-chão. 

Esperamos que aqueles que não andam nas nuvens possam prevalecer e tirem o sindicato de sua caminhada doida em direção ao nada e ao imobilismo diante da grave conjuntura.  Em momento algum se trata de apoiar o governo Dilma - que tem sido mau para o funcionalismo público - mas sim de batalhar pela preservação da legalidade constitucional, pelo Estado de Direito, contra golpistas da direita que querem traficar com a soberania brasileira.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

PSTU faz ato para derrubar Dilma e todo o resto, reunindo impressionante multidão

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Notem a "multidão" na praça e a indiferença do pedestre

A impressionante multidão reunida pelo PSTU e Conlutas na Praça Santos Andrade foi de... vinte pessoas! Tinha menos gente na praça nesta sexta-feira, 1/4, do que há de diretores do Sinditest, o principal apoiador político e financeiro dessa trampolinagem defendida pelo PSTU e por sua "central" sindical chamada Conlutas ("Confusão das Lutas").

Percebam, então, filiados/as do Sinditest, no que está sendo empregado seu dinheiro de mensalidades.  Em empreitadas "fora da casinha" como esse movimento do "Fora Todos", que reuniu um punhado de gatos pingados na mesma praça onde, no dia anterior, milhares de cidadãos democratas de Curitiba se juntaram para dizer de novo "Não ao Golpe do Impeachment" e "Fora Cunha!".

Foto do "grande ato" segundo o próprio site do PSTU

Era cerca de 11h30 desta sexta-feira, 01/04, e no meio do minúsculo grupo tremulavam bandeirinhas da ANEL (entidade estudantil paralela à UNE que só junta a juventude trotsquista do PSTU), da Conlutas, do PSTU e do Sinditest. Tão melancólico estava o tal ato que até a advogada do Sinditest se desgarrou da roda lunática e preferiu ir almoçar no grill ali em frente...

Enquanto isso, os militantes antigolpe fascista na UFPR projetam para breve lançar um Manifesto conjunto de técnicos, alunos e docentes explicando porque esse impeachment é golpe e seus riscos para a Educação Pública, assim como fazer um grande ato contra a direita dentro da Universidade, a exemplo do já aconteceu até na UNILA dias atrás.

Os tacanhos dogmáticos ultraesquerdistas do PSTU que fiquem se masturbando com seus delírios imobilistas da dita luta "contra todos".

quinta-feira, 24 de março de 2016

PSTU com a direita quer derrubar Dilma usando o dinheiro do Sinditest

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A categoria dos técnico-administrativos, perplexa diante da grave conjuntura nacional, é feita de boba pela parcela PSTU da atual Diretoria do Sinditest.  Como se sabe, a posição desse partido é servir de linha auxiliar à direita que, através de um golpe, pretende derrubar uma Presidenta da República sobre quem não pesa nenhuma acusação.

Mas o PSTU quer derrubar Dilma, e acha que também consegue derrubar todos os demais políticos que diz condenar: Temer, Renan, Cunha, Aécio etc.  Muito bem.  Como a direita golpista corrupta já acha ter engatilhada a queda de Dilma através de um impeachment sem prova de crime, o PSTU acha que já seria meio caminho andado.  Porque depois o PSTU fará uma colossal greve geral para derrubar o resto... vai nessa!

Por isto, o PSTU tenta arrastar os servidores da UFPR e UTFPR para uma posição de indiferentismo ao golpe em curso.

Diz uma diretora do Sinditest: Nós não queremos que haja um golpe de direita, mas também não queremos que o governo do PT continue atacando a classe trabalhadora.  Nós não devemos ir nem nos atos verde-amarelos nem nos atos vermelhos convocados pelo governo."

Se essa diretora do sindicato estivesse em março de 1964, ela diria, analogamente: "O Governo João Goulart é ruim, mas também não queremos que haja golpe dos militares. Mas não devemos nem ir apoiar Goulart no comício da Central do Brasil [em que Jango defendeu reformas progressistas, em 13/03/1964] nem na "Marcha da Família com Deus pela Liberdade" [marcha da direita, em 19/03/1964]."  E convocaria os trabalhadores para ficarem apenas assistindo aos militares direitistas daquela época dando o golpe que levaria á ditadura militar, sem nada fazer, exceto reclamar.

E ficar parado só reclamando equivale a que, hoje?  A ficar na arquibancada assistindo ao golpe da direita de Aécio, Moro, FHC, Agripino, Bolsonaro - Rede Globo no comando de toda a conspiração - prosseguir sem freios e derrubar a presidenta legitimamente eleita.  Se o PSTU acha que se pode rasgar leis e direitos dessa maneira, e que depois ficará mais fácil para ele, PSTU, fazer sua pregação ultraesquerdista num pós-golpe, está redondamente enganado.  O golpe servirá para retomar para valer a agenda neoliberal hardcore dos tempos de FHC, retirar direitos dos trabalhadores com gula e celeridade, vender as riquezas do pais a preço vil a particulares e estrangeiros, e tolher ainda mais a democracia.

Então, essa diretoria sindical pretende levar os trabalhadores a um ato na rua em 01/04 para gritar "Fora Todos!", quando não tem força nem para assegurar a derrubada do ponto eletrônico da UFPR ou alcançar conquistas palpáveis numa greve da Fasubra.  Quem for atrás desses lunáticos estará quebrando a cara, servindo de massa de manobra para quinta-colunistas que, no fim de contas, só ajudarão a direita golpista.
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Foto: ACS do Sinditest

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Perplexidade e incerteza com aproximação do ponto eletrônico geral

Um comentário:
Página do ponto eletrônico na intranet da UFPR

Antes de tudo, vamos repisar e recordar um problema de origem na implantação da jornada de 30 horas COM ponto eletrônico.  Na ânsia de ajudar seus amigos pelegos da direção do Sinditest, no final de 2011, o reitor Zaki Akel assumiu fazer a flexibilização de carga horária, mas com uma condição: implantar o ponto.  O problema: os pelegos do sindicato toparam a contrapartida do ponto eletrônico sem antes dialogar com a base em assembleias, e fecharam o acordo de gabinete com a administração central.

E lá saiu, em dezembro/2011, a formosa Resolução 56/11, sob posterior crítica do Min. do Planejamento e da CGU, que desde então ficaram no pé do reitor.  O Sinditest, dando uma de joão-sem-braço, fingiu desconhecer que a 56/11 incluía certas restrições legais para concessão generalizada das 30 horas e passou a propagar que elas eram para todos os servidores independentemente do tipo de função. (Em que pese haver pareceres jurídicos abalizados contestando aquelas restrições.)

Com o quiproquó instalado, houve sessão do COUN em fins de 2013, mudando ligeiramente a redação da 56/11, pelo que ao reitor era dado pleno poder de, sozinho, conceder ou cancelar autorização para jornada menor.  Com mais poder de caneta, Akel montou comissão do COUN de análise de cada pedido de unidades e setores, para avaliar caso a caso o enquadramento nas restrições legais.

Incrivelmente, esse trabalho arrasta-se há dois anos, e agora, segundo Boletim da Reitoria, a comissão do COUN tem prazo até 31 de março para dar parecer aos pedidos nela aportados.  

No entanto, a mesma Reitoria estabeleceu a data de 1. de março para começar a verificação de todos pelo sistema de login eletrônico na intranet sob o parâmetro geral do regime de 40 horas.

Então, por exemplo, uma unidade como o SIBI (Sistema de Bibliotecas), que já tinha recebido há tempos a sinalização de que seus servidores todos podiam cumprir jornada de 30 horas, passou a faze-la, efetivamente ampliando o horário de atendimento a usuários das bibliotecas (como determina o decreto regulamentador).  No entanto, o endosso formal às 30 horas para o SIBI, curiosamente, ainda não saiu.  A UFPR publicou uma matéria para "acalmar os ânimos", mas o momento continua sendo de perplexidade e incertezas sobre como proceder a partir de 1. de março...


Em janeiro deste ano, diante disso, a direção ultraesquerdista do Sinditest passou a anunciar uma "greve" contra o ponto eletrônico na UFPR (exceto o HC, onde há ponto implantado).  Fez um ensaio de paralisação em 24/02 (foto acima), cujo relato, no site do Sinditest, agrega à reivindicação da suspensão do ponto eletrônico a questão do aumento do RU e os problemas crônicos do HC.  E muda a terminologia do movimento de "greve" para "paralisação", logo, protesto de um dia só.  

O cartaz publicado pelo sindicato, sobre a parada do dia 1. de março, lista três reivindicações, como se vê na cópia do mesmo abaixo:


Ora, com três eixos no protesto, qual deles será o principal, para a direção do Sinditest, caso a Reitoria se disponha a abrir negociação?  Ponto, RU, ou problemas do HC?


Em conversas anteriores no começo de 2016, o reitor Akel - que entrega o cargo no fim deste ano - havia dito que o ponto eletrônico é inegociável e só se dispõe a rever o preço do RU para os TAEs.  E, sobre as dificuldades do HC, provavelmente joga o pepino para a direção da EBSERH resolver.

O imbroglio se arrasta há mais de quatro anos quanto às 30 horas e ao ponto, por isso vale sempre ter em mente o erro de origem, por conta de um sindicalismo que ignorou a base na hora de fazer acordos com o patrão.
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Foto e trecho de ilustração: site do Sinditest.
 

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Diálogos de lá, diálogos de cá... que lindo...

Um comentário:
Desde o começo do ano o preço da refeição nos RUs da UFPR para os servidores técnicos pulou de R$1,90 para R$6.  Um aumento de 315,8%.  O preço para alunos continua congelado em R$1,30.

Além disso, a partir de março a Reitoria pretende instituir o ponto eletrônico por login em todos os campi da UFPR.  Cobrança de frequência assemelhada já existia no HC e Maternidade e, com o programa de login, experimentalmente desde o 2. semestre na Progepe e noutras pró-reitorias.  

Somente agora, embora já soubesse das intenções do reitor Zaki, a diretoria do Sinditest anuncia que pretende se mexer (apesar do ponto eletrônico já existir na Progepe há meses e nada ter sido feito).  Falam em diálogo com a reitoria sobre os tópicos do preço do RU e da instituição dessa modalidade de controle de frequência.

Depois de todas a bravataria histérica, durante a greve fracassada de 2015, na relação com a Reitoria, agora a direção sinditestiana vai ao "diálogo".

Não custa lembrar que a polêmica em torno da instituição de uma nova forma de controle de ponto decorre do fato de que os diretores do Sinditest (Messias, Néris, Carla, Zé Carlos, Bernardo), na época da negociação para a jornada flexibilizada de 30 horas, em 2011, escantearam a base.  Conversaram e negociaram a portas fechadas com Zaki Akel e se comprometeram com instituição do ponto sem chamar antes assembleia da base, para ver se a categoria aceitava a barganha ou não.  O assunto arrasta-se até hoje em função dessas atitudes cupulistas daquela diretoria sindical de 2011.

Agora, a Diretoria do Sinditest chama a categoria para uma assembleia geral em 3 de fevereiro, sem informar ainda hora e local.  Nem adiantar qual seria a proposta de resistência ao aumento do RU e ao ponto via login eletrônico.  Aguardemos...

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Diretoria PSTU-PSol do Sinditest toma posse dia 8 de janeiro

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Na próxima sexta-feira, 8/1, toma posse às 18h00, na subsede social superfaturada do Sinditest, a sua nova diretoria executiva, composta pelo consórcio PSTU-PSol.  

Um dos coordenadores gerais a tomarem posse é o Zé Carlos Assis, aquele que disse em assembleia geral que Wilson Messias e Antonio Néris eram ladrões que jamais voltarão ao comando do sindicato, mesmo depois de ter sido por quatro anos (2008-2011) colega de diretoria deles sem que os denunciasse.

No entanto, uma vez que o mesmo casal permanece na diretoria por mais 3 anos seguidos, depois dos oito anos de 2008 até agora, comenta-se que o mandante do negócio continuará mesmo sendo Carla Cobalchini, agora eleita "coordenadora de imprensa".

Na ocasião, eles prometem comemorar a vitória da greve de 2015, em que se conquistou um reajuste salarial igual à metade da inflação de 2015.  Além de celebrar o quarto ano de notório aparelhamento da entidade pelos interesses partidários da ultraesquerda.

Compareça! É você, filiado, quem paga o coquetel que será servido.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Começou o mimimi vitimista da nova diretoria do Sinditest?

Um comentário:
Entra-se no site do Sinditest e lá se vê uma matéria reclamando de uma medida de colocação em disponibilidade de um servidor, politizando-a.  O servidor Valter Maier foi posto em disponibilidade pela chefia. Fato que acontece normalmente na UFPR, diversas vezes ao ano, se o servidor não corresponder ao que dele se espera, se há desinteligências entre servidor e chefia ou se o próprio servidor solicita isso.

Os paranoicos da atual e da nova diretoria do Sinditest veem nisso um ataque a eles.  Dizem assim na tal matéria:

"As eleições do Sinditest-PR acabaram no dia 12 de novembro, com a vitória da Chapa 1, “Sindicato é pra Lutar”, ligada à central sindical CSP-Conlutas. Imediatamente, começaram as perseguições aos seus apoiadores. Um exemplo: o chefe do Departamento de Comunicação Social (Decom), professor Mário Messagi Junior, colocou o servidor Valter Antonio Maier à disposição da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas".

O tom paranoico-persecutório é evidente:"Imediatamente começaram as perseguições aos seus apoiadores (...)".  Citam a suposta perseguição ao Valter. Tem outros? Tem outros para se dizer que é coisa de perseguição sistemática?  Só falam desse "exemplo".

Espera-se que tanto o colega Valter se expresse e explique seu ponto de vista.  Não o da diretoria maluca paranoica do Sinditest, essa aí que fica na arquibancada, parada, enquanto o golpe da direita (impeachment) corre.  E também o lado da direção da UFPR, no caso em foco, o professor de jornalismo Mário Messagi.

O que enche o saco - mas enche mesmo! - é esse constante vitimismo dos pobrezinhos militantes do PSTU!  Todo mundo contra eles, não é mesmo? Tadinhos...mas a verdade é que a conjuntura não dá a mínima bola para lunáticos.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Se existisse em 1964, PSTU assistiria passivo ao golpe militar

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O Governo João Goulart, em 1964, era reformista. Defendia as chamadas "reformas de base" - universitária, agrária, urbana, bancária, fiscal. Não eram propostas revolucionárias, mas eram avanços, necessários para o Brasil daquela época.

Mas as tais reformas eram vistas como "comunismo" pela direita e por setores retrógrados militares ligados aos EUA, naquela época de Guerra Fria.  Tramaram a derrubada do presidente Jango, engrupiram a classe média trouxa, deram o golpe militar em 1. de abril de 1964.

Se o PSTU existisse em 1964, diria: "não vai ter golpe, Jango governa para a burguesia, só quer fazer umas reforminhas em vez de revolução".  Proporia uma greve geral para derrubar tudo e todos, numa tacada só.  Mas não mexeria uma palha para isto.

E assistiria passivo, cheio de orgulho por sua "pureza revolucionária", ao golpe direitista sendo organizado e aplicado sobre um presidente constitucional.  

Muito parecido como acontece hoje.  Só que 1964 aconteceu, e a "longa noite de chumbo" durou 21 anos.  Sabemos bem a tragédia que foi.

Hoje, o PSTU brada: "Fora todos! Fora Dilma, Aécio, Cunha, todo o Congresso".  Proclama: "Greve geral! Eleições gerais!".  E na prática fica parado, e orienta movimentos e entidades a ficarem passivos também.  Porque suas palavras de ordem estão totalmente "fora da casinha".

Quem conhece história do Brasil e consegue entender a realidade não fica na arquibancada, ou no sofá, assistindo a movimentações da elite burguesa que, hoje, intentam um golpe sobre uma presidenta legítima, para com isso fazer o país retroceder décadas, acabando mesmo com os modestos avanços sociais dos últimos anos.  Não espera acontecer, vai à luta contra os inimigos do povo e do país.  Sem devaneios distópicos imobilistas.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Sinditest aliado objetivo do golpe da direita para derrubar Dilma e empossar Temer

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Nós já tínhamos alertado na semana passada. O Sinditest, com uma diretoria nas mãos do PSTU, se faria aliado prático da direita em seu corrente esforço de golpe para tirar do governo uma presidenta eleita democraticamente com 54 milhões de votos.

A Nota oficial da direção desse partidinho ultraesquerdista saiu perto do fim de semana passado, mas já continha o que se suspeitava: uma postura supostamente contra tudo e contra todos, que fala de uma "Greve Geral" de cuja preparação ninguém sabe, e ainda conclama a que se realizem novas eleições gerais!

É ou não é no mundo da lua que esses dirigentes do PSTU andam? Tomaram o quê? Cheiraram o quê? 

E então as correias de transmissão do PSTU entram em ação: a sua "central" sindical de faz-de-conta, a Conlutas, a sua entidade paralela que também é nefelibata, e junto uma certa quantidade de entidades filiadas, como o coitado do Sinditest, bancado por seus filiados que mal sabem que estão financiando uma visão porra-louca sobre a conjuntura.

Reproduzimos abaixo o trecho final da Nota do PSTU, que os diretores do Sinditest vão impingir goela abaixo da categoria, isolando o movimento dos trabalhadores da UFPR da luta real em curso no país:

"Fora Dilma, Cunha, Temer, Aécio e esse Congresso Nacional!

Fora todos eles!

Eleições gerais já! De presidente a deputado, senador a governador, que o povo possa eleger e trocar quem quiser!

(...)É necessário construir a Greve Geral em defesa dos direitos dos trabalhadores!(...)


Sabem a quem servem essas palavras de ordem? À Direita. Ao PSDB, à Globo, a Eduardo Cunha.  Só na aparência soam como "revolucionárias", porém de fato conduzem ao imobilismo e ao isolamento. Colegas de trabalho, perguntem aos diretores do Sinditest: como querem construir essa Greve Geral?  Como querem derrubar todo o Congresso Nacional além da presidenta Dilma e seu vice?  Como pretendem organizar eleições gerais para todos os cargos? Perguntem, perguntem e perguntem.  Eles não terão respostas.  É tudo propaganda enviesada, burra e a serviço da direita, que deita e rola com esse tipo de "esquerda".

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Sinditest tem qual posição sobre atual conjuntura agora com impeachment?

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A posição da Diretoria do Sinditest no novo cenário agora com o impeachment acolhido pelo megabandido chantagista Cunha?  Ora, nenhuma.  Para o ultraesquerdismo esposado pelos principais diretores, alinhados com o PSTU, isso é "briga de branco", e o lance é propagandear uma certa "Greve Geral contra tudo" que nunca acontece.  

Para a hipotética situação em que Dilma fosse tirada da presidência pelo golpe do impeachment sem fundamentos, assumiria o vice Temer.  Do PMDB, mesmo partido do psicopata Cunha.  O Cunha da terceirização generalizada, do fim da CLT; da redução da maioridade penal; dos retrocessos no caráter laico do Estado; das leis contra direitos das mulheres.  E do PMDB que, em encontro recente, apresentou um "Programa" para o Brasil em que só falta privatizar o ar.


Mas, pra direção do Sinditest, é tudo igual, não tem nenhuma diferença entre Dilma, Cunha, Aécio, FHC, Bolsonaro, Caiado, Feliciano.  Então, toca "Greve Geral" neles.  Dizem que esta greve já começou.  Podem olhar para o céu em noite de lua cheia e notar como está tudo parado naquele satélite da Terra.  

Só falta os terráqueos finalmente entenderem a verdade contida nas Escrituras do PSTU e irem à luta pelo paraíso trotsquista.  Essa é mesmo a "esquerda" de que a direita 'gostcha muitcho'.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Ainda esperando a Greve Geral Redentora do PSTU...

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"A agitação da greve geral e a discussão com os trabalhadores dessa necessidade são parte importante da nossa política. A conjuntura atual, para barrar os ataques, exige a construção da greve geral."

"O isolamento do governo Dilma é quase absoluto e existe a possibilidade real de sua queda. (...) Portanto, o grande desafio que está posto para as organizações de esquerda, movimentos sociais e sindicais de luta, em nosso país, é a construção de uma alternativa de direção que se credencie a disputar os rumos do pais na atual crise política, fortalecer a hipótese de darmos um basta no governo Dilma(...)." 

[Trechos da Resolução da CSP-Conlutas de Novembro/2015]

domingo, 15 de novembro de 2015

Chapa de situação do Sinditest é reeleita, agora para três anos de gestão

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Na madrugada de 12 para 13 de novembro deu-se a apuração dos votos da eleição do Sinditest.  A chapa de situação, uma aliança entre militantes de PSTU e PSol, venceu com 50,2% dos votos válidos as outras duas chapas de oposição.  Segundo o site de rede social do sindicato, a contagem total ficou assim:

Total de Votos: 2622;
Votos Válidos: 2516;
Chapa 1 ("Sindicato é Pra Lutar", de situação): 1.263 (50,2%);
Chapa 2 ("Todos Juntos Somos Fortes", de oposição): 611 (24,8%);

Chapa 3 ("Independentes com força total", de oposição): 642 (25,52%).

A chapa vencedora deve tomar posse no começo de janeiro, para gestão no triênio 2016-2018.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Como votar no Sinditest para superar essa bagaceira

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Está de saco cheio com a discurseira pseudo-revolucionária desses malucos do PSTU que se adonaram do Sinditest? Saco cheio com duas greves que não deram em nada? Saco cheio com um escritório jurídico que não leva nenhuma ação do interesse geral da categoria?  Saco cheio com os bravateiros de assembleia?  Saco cheio com seu dinheiro sendo desviado para alimentar as entidades subordinadas ao partido da diretoria, o PSTU?

Então, tem que votar na Oposição!  Apoiamos a Chapa 2, "Todos Juntos Somos Fortes" !

domingo, 8 de novembro de 2015

Uso da "máquina" do Sinditest pela Chapa 1 denunciado pela Oposição

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O uso das facilidades materiais do Sinditest ("máquina") por parte da Chapa 1 de situação foi denunciado pela Oposição representada pela Chapa 2 na quarta-feira da semana passada (4).  Um ofício da Chapa 2 ("Todos Juntos Somos Fortes") foi protocolado na Comissão Eleitoral denunciando o uso do banco de dados de filiados do sindicato para endereçamento de correspondência apenas da Chapa 1.

As duas chapas de oposição, 2 e 3, solicitaram acesso igualitário a esse banco de dados para todas as chapas concorrentes, mas a Diretoria do Sinditest, subordinada ao PSTU, negou.  Pouco tempo depois, descobre-se que o banco de dados está sendo usado para favorecer somente a Chapa 1.

Isso pode ser constatado através de evidências como fotos feitas em material de correspondência postada em nome do Coordenador Geral da Chapa 1, José Carlos Assis, aqui publicadas.


Nas fotos se vê o material da Chapa 1, o endereço de um destinatário e o do remetente, José Carlos Assis, candidato da cabeça da chapa (abaixo).  O endereço deste, segundo fontes do Blog revelaram, seria o de um apartamento nas proximidades do HC expressamente ocupado para servir de QG da Chapa 1.


Fatos como esse dão uma ideia do caráter e dos escrúpulos dessa turma da Chapa 1, um consórcio do PSTU em que uns gatos pingados do PSol entram como sócios menores.


Na verdade, não surpreende, pois, para quem no comando da gestão já abusa do dinheiro de todos os filiados para favorecer seu partido político e entidades correlatas, na hora da campanha não poderia, criminosamente, fazer diferente.

Temos pois que a eleição do Sinditest já se revela viciada.  Bem viciada.

Em face disso, o ofício da Chapa 2 de 04/11/2015, além de denunciar a infração eleitoral da Chapa 1 perante a Comissão Eleitoral, solicita desta a impugnação de todos os membros da Chapa 1 de Zé Carlos, Carla & Cia.  Esperem (sentados) para ver a decisão da Comissão...

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Sinditest e seus campeões de não-largamento do osso sindical

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Na tabela acima, mostramos servidores da UFPR que disputam em chapas distintas a eleição de Diretoria do Sinditest a realizar-se na semana que vem.  A peculiaridade é o tempo de presença desses três "campeões" na burocracia sindical.  O Sinditest existe há 23 anos.

Dos três acima, Néris já foi presidente do sindicato (3 vezes) e Carla é a atual presidente.  O Zé Carlos, esposo de Carla, almeja nesta eleição tornar-se Coordenador Geral (novo nome estatutário do presidente).

O "osso" do Sinditest é mesmo muito bom de roer, para tais pessoas não quererem largar de jeito nenhum.   Assim, existem os chamados "ossos do ofício" mas, por outro lado, o "ofício do osso" (a ser roído pelo maior tempo possível...).