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quinta-feira, 29 de junho de 2023

Eleição do Sinditest: Chapa 1 obtém a maioria dos votos

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Das eleições realizadas em 27 e 28/06, obteve maioria de votos a Chapa 1 - "Unidade para Avançar", de situação.  Foram apurados, dos votos válidos, 689 conferidos à Chapa 1 e 465 votos dados à Chapa 2 - "Resgate - Oposição e Luta". 

Assim, considerando esses votos, o quorum de participação - 1.154 eleitores/as - foi baixo, o que não é um sinal alentador.  Isso decorre de vários fatores, considerando também o que ocorreu no país e no seu mundo do trabalho nos últimos seis anos.  A diretoria nova, assumindo a entidade, terá que analisar bem essa questão, assim como a categoria como um todo, de modo a recobrar forças para o movimento.

Um representante da Chapa 2 teria afirmado que, por discordância quanto ao procedimento eleitoral - não está sabido ainda o motivo - será interposto algum tipo de recurso contra o resultado informado.  

quarta-feira, 14 de junho de 2023

Categoria TAE empolgadíssima com próxima eleição do Sinditest

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No final deste mês de junho (27/28) haverá frenética corrida às urnas sindicais distribuídas pelos diversos campi da base social do Sinditest-PR (UFPR, UTFPR, UNILA). Principalmente por parte dos candidatos à Diretoria e cabos eleitorais.  Quanto à base propriamente dita, é plausível por em questão o grau de empolgação e interesse na disputa entre as Chapas 1 (de situação) e 2 (de oposição).

Para começo de tertúlia, a atual Diretoria vai extrapolar em 18 meses seu tempo normal de mandato, pois a eleição deveria ocorrer em outubro de 2021 (3 anos justos depois da última, em 2018), num óbvio descumprimento do Estatuto sindical.

Depois de uma pixotada cometida pela Comissão Eleitoral (eleita em assembleia desconhecida por ampla maioria da base), que definiu prazo de inscrição de chapas depois impugnado pela Justiça do Trabalho, novos prazos foram definidos e a eleição direta acontece em 27-28/06.

Inscreveram-se duas chapas.  Se os filiados (só estes podem votar, estando em dia com a mensalidade) buscarem dados sobre as chapas no que deveria ser um órgão de informações plenas à categoria como o site de internet, nada achará além de alguns arquivos da Comissão Eleitoral para serem baixados e só depois lidos. E só se verá a composição de nomes de cada chapa, não suas plataformas.

Algumas poucas coisas que podemos aqui colocar é que, das duas chapas, há figurinhas que já estiveram todas juntas em gestões anteriores do sindicato, mas hoje estão brigadinhas.  Assim, por exemplo, na Coordenação Geral (que equivale a três "cargos presidenciais") da Chapa 1 estão dois veteranos, dois já presidentes do Sinditest no começo deste milênio - Antonio Néris e Wilson Messias.  Na Coordenação da Chapa 2 está Carla Cobalchini, também ex-presidente.

Na Coordenação da Chapa "Unidade Para Avançar" (Chapa 1) - aliás, avançar no quê e para onde mesmo? -, Neris e Messias são bem conhecidos por uma espécie de "folha corrida" de certos feitos, ações e atitudes nem sempre abonadores, às vezes estranhos e frequentemente pouco ou nada transparentes.  Geralmente envolvendo transações financeiras e imobiliárias, como o caso da novela da "chácara" de Piraquara (que não era chácara) e de auditorias que revelaram irregularidades administrativo-financeiras.  Uma boa parte dessas histórias pode ser conferida no arquivo deste Blog, a partir do ano de 2009 (ver na coluna lateral direita da página).  Um exemplozinho disso tudo pode ser visto na postagem "Chácara-canil: continua o mico", de 24/06/2009.  Porém, parece que os militantes da corrente psolista "Resistência" (Mariane & cia.), que também integram o grupo 1, não ligam muito para esse histórico meio complicado.

De outra parte estão os resgateiros da Chapa Resgate: Oposição e Luta (chapa 2), ligados à "central" sindical CSP-CONLUTAS, hegemonizada esta pelo PSTU.  No passado recente, expoentes desse grupamento propalavam a palavra de ordem "Fora Todos", em época de ampla ofensiva da direita e extrema-direita que culminou no golpe do impeachment de uma presidenta sem culpa em 2016.  A insânia política sectária desse grupamento ajudou objetivamente as forças reacionárias, o que, dali a dois anos, com enorme influência  do trabalho sabotador dos bandidos judiciários da Lava-Jato e da grande mídia, resultou na tragédia da eleição do genocida Bolsonaro.  Nesta chapa também estão pessoas ligadas ao PSol, mas que divergem de seus companheiros de partido que se alojaram na Chapa 1.

Em postagem pública de Facebook, um expoente do grupo da Chapa 2, servidor da UFPR-Litoral, adverte que, se a Chapa 1 vencer, o Sinditest será gerido por "hiperpelegos" (não está de todo errado nisto).  Porém, também diz absurdos como: "Para nós, servidores da Universidade Pública, não é mais possível aceitar a proximidade da miséria. (...) perigoso que a chapa 1 que concorre à reeleição para o SINDITEST- PR vença o pleito. São covardes. Tão covardes, que com medo de Bolsonaro, não moverão 1 dedo para combater os ataques de Lula contra nós e em favor dos ricos. (...)"

Ué, prezado companheiro - por mais que os salários dos SPF em geral, mas principalmente os dos TAE, estejam com defasagem de uns 35% pelos 6 anos de congelamento do período Temer-Bolsonaro - nos contracheques de junho recebemos uma, ainda que modesta, recomposição de salarial de 9%, acrescida de 200 reais ao vale-alimentação.  Essa é a política "de Lula contra nós", que só seria a favor dos ricos e de nos aproximar da miséria?  O atual governo federal, de frente ampla (sem o que não derrotaria Bolsonaro em 2022), é bastante heterogêneo e convive com um Congresso de ampla maioria conservadora, mas tem buscado realizar algumas ações em prol dos mais miseráveis, e também o fez no caso dos TAES espancados pela dupla Guedes/Bolsonaro.  E uma força decisiva para mudanças mais significativas - povo organizado e mobilizado nas ruas - no momento está recolhida.

Em pinceladas muito rápidas, eis parte do quadro da disputa eleitoral. Assim caminha  a categoria para o pleito do final do mês.  Vida que segue.

segunda-feira, 15 de maio de 2023

Hummm! Grrr! Nhac! Nhec!

Um comentário:

A nova guerra intracategoria dos TAE da UFPR pelo controle do aparelho sindical parece prometer rounds acirrados. Na semana passada, um dos próceres de um setor da oposição, que já foi diretor do Sinditest em priscas eras, não poupou ácido nas pontas dos dedos que martelaram o teclado contra a atual diretoria sindical e sua chapa de situação (chapa ‘Hummm!’), a qual ele chama de “MariNéris”.

Porque tem de um lado o grupo da chefa psolista Mariane Siqueira e, de outro, aliado, o grupo pelego veteraníssimo de Antonio Néris/Wilson Messias. Estes dois últimos, agora, de novo alçados a posições de comando importante, pois disputam a eleição para a coordenação geral na chapa.

E da chapa ‘Hummm!’, o que diz o expoente da LIT-QI, de um setor da oposição? Vejamos duas postagens públicas de Facebook:

Vamos retomar o sindicato para a categoria. O sindicato existe para ser instrumento de luta dos trabalhadores, não para ser sustentáculo de burocratas e parasitas.

Em outro dia, na rede social do Zuckerberg:

A tática suja de soltar os cães de guarda, da burocracia sindical, já começou! O pavor que a chapa Marinéris tem de perder a gestão do SINDITEST-PR é enorme! Muita gente de fora da categoria depende da manutenção desse grupo no poder. Aí ordenam a alguns adestrados a atacarem pessoalmente a oposição. O medo de nova auditoria nas contas do sindicato é petrificante! Chamam alguns de nós de "militantes de facebook". Claro! Nunca foram, desde 2016, no nosso local de trabalho para verem a realidade do que resultou a rendição e o peleguismo do grupo que hoje aparelha e vampiriza o sindicato. Logo, só veem a base por rede social. Já a reitoria... 
SINDICALISTA COM F.G. não! NUNCA MAIS! FORA MARINÉRIS!!!”

Como se pode antecipar, o debate até a eleição no final de junho será de alto nível. Fez-me lembrar do filme do oscarizado Daniel Day-Lewis: “There will be blood”.

sexta-feira, 12 de maio de 2023

Sinditest: diretoria chama juíza de equivocada e descumpre ordem judicial

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Em fins de março, a diretoria do Sinditest convocou uma assembleia, da qual a grande maioria da base não ficou sabendo, na qual elegeu a sua Comissão Eleitoral de confiança e se definiu um calendário eleitoral segundo seus interesses de grupo. Estipularam um prazo de apenas 8 dias para inscrição de chapas – quando o Estatuto sindical permite até 15 dias – e marcaram o pleito para 11 e 12 de maio.

O advogado Avanilson Araújo e outros três colegas deram entrada em processo na Justiça do Trabalho em 08/05 questionando o prazo reduzido à metade para inscrição de chapas e, no mesmo dia, a Juíza trabalhista Edineia Broch, interpretando devidamente o art. 46 do Estatuto do Sinditest, deferiu o pedido, suspendendo a eleição e aplicando multa de 500 reais/dia em caso de descumprimento.

Cumprindo parcialmente o disposto pela juíza, diretoria e comissão eleitoral suspenderam a eleição de maio. Entretanto, o documento de tutela antecipada emitida pela Dra. Edineia ordenava o seguinte:

"Defiro, portanto, a tutela antecipada, para suspender o processo eleitoral (...), devendo o Sindicato reabrir o prazo para registro de interessados, bem como, designar nova Assembleia Eleitoral...".

Seguindo-se a isso, a diretoria sindical atual (de mandato extrapolado) publicou uma Nota em 10/05 afirmando que o grupo de advogados teria “induzido a erro” a juíza sobre o Art. 46. Pois bem, um setor político da diretoria que proclama que quer a ampla participação da categoria no movimento, o diálogo aberto e democrático de ideias e propostas, determina um prazo rebaixado à metade (8 dias) para inscrição de chapas quando o estatuto permite um período de 15 dias. E foi isto que interpretou corretamente a juíza Edineia sobre o citado artigo.

Ao mesmo tempo, a Ação Trabalhista 0000414-12.2023.5.09.0003, de 08/05/2023, só foi cumprida em parte pela diretoria do Sinditest, uma vez que ela não convocou nova Assembleia Eleitoral para estabelecer o novo cronograma do pleito e redefinir a incompetente Comissão Eleitoral de março. Fula da vida, a diretoria manteve a mesma Comissão e aprovou o cronograma novo. Sintomaticamente, acusando o golpe, desta vez colocou como prazo para inscrição de chapas um período (estatutário) de 15 dias, entre 11 e 25 de maio.

Contudo, para de fato obedecer à ordem judicial, o que há a fazer é chamar nova assembleia eleitoral, e ali abertamente, sem joguetes, redefinir as coisas, o calendário e a nova comissão.

Não contente em duvidar da capacidade interpretativa de uma juíza trabalhista e descumprindo em parte sua determinação, em sua Nota de 10/05 a diretoria do Sinditest faz comparação esdrúxula sobre o processo impetrado pelo advogado Avanilson. Chama a isso de “lawfare” (termo inglês que designa emprego abusivo e nocivo de instâncias judiciais em prol de interesses escusos e do poder econômico), em que há desrespeito ao devido processo legal, tal como os canalhas ex-juiz parcial sérgio moro (é em minúsculas mesmo) e seu escudeiro, procurador Deltan Dallagnol, fizeram contra Lula, condenando-o sem provas a 580 dias de prisão injusta na operação LavaJato. Convenhamos! Como dizem os nordestinos, “lawfare” é meuzovo.

Que o maior número possível de filiados/as acompanhe de perto o processo, para ter mais claro na cabeça quem está fazendo “joguinhos” e manobras para se perpetuar no controle do sindicato.

quarta-feira, 10 de maio de 2023

Sinditest tem eleição irregular cancelada pela Justiça do Trabalho

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A eleição para nova Diretoria do Sinditest para o mandato 2023-2026, marcada pela Comissão Eleitoral montada pela atual diretoria para ocorrer amanhã e depois (11-12/05) está suspensa sine die.
 

Um processo judicial eletrônico que correu em rito sumaríssimo (agilizado) em 8/05 - foi posicionado pelos advogados Avanilson Araújo, Miriam Anacleto, Josimery Paixão e Adilson Korchak - , alega desrespeito ao Estatuto do Sinditest, questionando os prazos estipulados pela Comissão Eleitoral, presidida por Gentil Vieira, para o período de inscrição de chapas ao pleito.  E, igualmente, prazos consecutivos de 24 horas para a Comissão verificar documentação da(s) chapa(s) e homologá-las, depois para correção de eventuais irregularidades, a seguir para a decisão final da Comissão e, por fim, mais 24 horas para recursos.  Isso não foi seguido pela Comissão Eleitoral.

Assim, a juíza trabalhista Edineia Poganski Brochi decidiu (anteontem) o seguinte:

"Defiro, portanto, a tutela antecipada, para suspender o processo eleitoral para a escolha da nova diretoria do Sinditest/PR – Triênio 2023-2026, por ofensa ao artigo 46 do Estatuto Social, devendo o Sindicato reabrir o prazo para registro de interessados, bem como, designar nova Assembleia Eleitoral...".

Deste modo, a eleição direta marcada para 11 e 12 de maio não mais ocorrerá.  O não cumprimento da ordem judicial pela diretoria acarretará multa de 500 reais diários.  Portanto, novos prazos e datas serão marcados.  De bom alvitre também constituir uma nova Comissão Eleitoral, vez que a atual foi incompetente para interpretar devidamento a letra do Estatuto.

segunda-feira, 8 de maio de 2023

Eleição do Sinditest 18 meses depois do prazo?

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Quem visitar o site do Sinditest hoje lerá ali uma convocatória para uma eleição direta à Diretoria, para um mandato de 3 anos (Maio/2023-Maio/2026). Pelo Estatuto sindical, a eleição deveria ter ocorrido em outubro/2021 (a anterior foi em outubro/2018), mas não houve. A causa dessa gestão “estendida” (ou causas) cabe perguntar à diretoria que permaneceu além do tempo normal de mandato (3 anos), até agora. Porém, não se pode atribuir mais essa prorrogação às medidas preventivas da COVID-19, pois o trabalho presencial na UFPR foi retomado nos primeiros meses de 2022.

Fato é que o site publica um chamado à eleição direta, presencial, para todas as bases do Sinditest existentes no Paraná, nos dias 11 e 12 de maio. Sem mais explicações.

A Comissão Eleitoral formada, presidida pelo militante do CEFURIA Gentil Vieira, homologou em 6 de abril deste ano apenas uma chapa, a única que constará da cédula de votação. Não há chapa(s) de oposição, apenas a de situação (membros da atual gestão “estendida”), acrescida com pessoas da antiga chapa 1 de oposição de outubro/2018.

Na composição da chapa 1 atual, encontramos veteraníssimos do sindicato constituindo a Coordenação principal (geral), como Antonio Neris e Wilson Messias, ambos com uma folha corrida de atividades no Sinditest com não poucos dados complicados. Alguns integrantes da atual diretoria também estão nessa chapa, porém em cargos de menor projeção.

Cabe à base que ainda tiver disposição de ir às urnas nos diversos campi da UFPR, UTFPR e UNILA avaliar em que medida quer conferir legitimação à chapa em sufrágio.

domingo, 21 de abril de 2019

Chapa 2 - o golpe do "golpe"

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Integrantes da ex-Chapa 2 do Sinditest-PR estão praticando à larga o jus sperneandi (o “direito de espernear”) na contestação de decisão da Justiça Trabalhista, pela qual foram anuladas as urnas de votos coletados da FUNPAR, na eleição de outubro/2018. Isto mudou a apuração real daquela eleição, autorizando a Chapa 3 (de oposição) a tomar imediata posse na Diretoria do sindicato.


O argumento da ex-Chapa 2 (situacionista) é falacioso, enganador. Omite fatos concretos e documentais sobre o status jurídico do pessoal da FUNPAR. A antiga turma da situação (que ficou 11 anos direto aboletada nos cargos sindicais) quer se apoiar no fato de que ACTs da FUNPAR foram conduzidos pelo Sinditest, logo esse segmento de trabalhadores/as deveria ter direito a votar na eleição da Diretoria.

Ora, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. 

Os sindicatos que, pelo tipo de contrato de trabalho, deveriam representar a FUNPAR – SENALBA e SINDESC - por um acordo tácito feito vários anos atrás abriram mão de conduzir os ACTs; deixaram isso para um tipo de ação “informal” realizada pelo Sinditest, que então negociava com a Superintendência da FUNPAR.

Agir assim nos ACTs não equivale a dar status – jurídico, formal – de eleitores da direção do Sinditest para o segmento funpariano. 

Tanto que, conforme exaustivamente demonstrado pelo tenaz vasculhador de documentos legais, o “Paraná”, jamais a dita base FUNPAR foi inscrita nem em atas nem no Estatuto antigo nem no mais recente (mudado em 2015). 

É o Artigo 1º. do estatuto, o documento principal de uma entidade, que rege a eleição sindical, é o que define quais os segmentos efetivamente representados pelo SInditest, portanto com direito a voto. E a FUNPAR NÃO CONSTA nesse Artigo 1º! 

Isso poderia ter mudado no estatuto aprovado no Congresso de 2015, mas nem a então diretoria ligada à ex-Chapa 2 defendeu isso, e, no plenário congressual, nem funparianos ficaram a favor. Ou seja, numa instância máxima da entidade, a FUNPAR votou para se autoexcluir do Estatuto!

Também já foi esclarecido em mais de uma Nota pública que nem a Chapa 3 e nem a Chapa 1 tomaram iniciativa de entrar com ação judicial. Foi um servidor do campus de Toledo da UTFPR quem percebeu o erro e resolveu fazer a contestação do resultado, afinal acatada pelo juiz trabalhista. Provavelmente por já estar esse servidor com a paciência esgotada diante do tipo de orientação político-sindical da tribo da ex-Chapa 2.

Aliás, outra questão é que a ex-Chapa 2 não fugiu de comparecer à audiência, logo, deve acatar a decisão que ali se tomou. Além disso, acusa seus adversários políticos de “golpistas”. Ora, então precisaria chamar disso também o juiz do trabalho que prolatou a sentença. Tem coragem de chamar disso o juiz? Vamos ver.

Por isso, repetimos: uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Quem quer misturar as bolas, age para iludir uma categoria.

É  o golpe retórico da alegação de um inexistente “golpe”!


quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

A parcialidade da imprensa do Sinditest

Um comentário:

Caro/a filiado/a contribuinte do Sinditest, você não ficará devidamente informado sobre certos temas sindicais se fiar-se pelo que aparece nas publicações do site do sindicato. Os textos são nitidamente parciais, apenas expõe os pontos de vista de uma Diretoria (hoje desesperada) que a todo custo se agarra a seus cargos e não quer que a ampla base de trabalhadores estatutários e da EBSERH (maioria) saiba exatamente o que acontece. Nem tampouco grande parte dos servidores funparianos, descaradamente usados como massa de manobra pela Diretoria/Ex-Chapa 2 para seus propósitos ilegalmente continuístas. 

Se lemos com atenção o mais recente comunicado (e anteriores) publicado no site sindical sobre a pendência judicial relativa às eleições irregulares de outubro passado, podemos constatar o intento de confundir e manobrar com sentimentos legítimos do pessoal da FUNPAR. 

A Chapa 3 (“Reconstruir o Sinditest pela base”), que este Blog apoiou em 2018, não tem qualquer ingerência sobre a ação judicial interposta pelo trabalhador DA BASE da UTFPR-Toledo, colega Janiel. Como ele, talvez muitos outros servidores da base do Sinditest gostassem de questionar a atual Diretoria por todos os seus erros e omissões. Neste caso, o questionamento dirige-se incisivamente, apoiado na LETRA DA LEI DO ESTATUTO novo do Sinditest, sobre a legalidade da última eleição de Diretoria, ocorrida em outubro/2018. A eleição, pelo aspecto legal a ser obedecido, tem que se basear nos termos do Estatuto. Ora, a base FUNPAR foi RETIRADA do Estatuto como sendo representada pelo Sinditest, e, ironia das ironias, inclusive com o voto de funparianos na assembleia final de aprovação do novo Estatuto em 2015. Ou seja, a base FUNPAR aceitou ser formalmente excluída do Estatuto sindical!! 

Então, aqui começa a primeira confusão intencional praticada pela Diretoria do Sinditest e veiculada por sua obediente assessoria de imprensa: há o aspecto formal jurídico que rege uma eleição (baseado no Estatuto vigente) e há o aspecto político de representação, pelo qual, até hoje, desde os anos 1990, os sindicatos legalmente representantes da FUNPAR (SENALBA, SINDESC) fizeram um acordo tácito (verbal, “no fio do bigode” como se diz) pelo qual o Sinditest podia conduzir os processos de negociação de ACTs. Lá atrás, nos anos 1990, a então presidente do Sinditest, Roseli Isidoro entrou em acordo com as presidências de SENALBA e SINDESC, e estas concordaram, de que o Sinditest tocasse as lutas dos ACTs, chamasse assembleias, organizasse as Comissões de Negociação etc. Ora, isto não pode mais ser confundido com o direito jurídico formal ao voto para a Diretoria do Sinditest, regido estritamente pelo Estatuto. 

Curiosamente, depois de fazerem piruetas e malabarismos em 2014-2015 para realizar assembleias de “debate” e aprovação do novo Estatuto, esse mesmo pessoal da Diretoria/Ex-Chapa 2 agora passe em falar em “nova reforma” desse mesmo Estatuto que foram eles que propuseram e defenderam em 2015... Fala-se, por exemplo, em mudar o Estatuto para admitir a eleição por proporcionalidade (saindo do sistema majoritário atual, pelo qual a chapa vencedora leva todos os cargos), mecanismo fortemente rejeitado por essa mesma turma em 2015.  Que ironia.

Não satisfeitos com a base funpariana do HC, uma anterior Diretoria do Sinditest (2013-2014), diretamente presidida por Carla Cobalchini, resolveu comprar briga em torno da base funpariana da Maternidade Victor do Amaral. A pendenga foi parar na Justiça do Trabalho e o juiz então foi categórico: a base da Maternidade é de legítima representação do SENALBA, e não só essa, também todos os funparianos lotados em outras unidades, como é o caso do HC. Esta uma das razões jurídicas, inclusive, pelas quais a base FUNPAR foi excluída PELO DEP. JURÍDICO DO SINDITEST (Dr. Avanilson) do novo Estatuto do Sinditest aprovado em 2015. 

Como ficará o encaminhamento de futuros ACTs? Questão a verificar, e fazendo um debate franco com os demais sindicatos e com a base FUNPAR. Pois, se legalmente estão impedidos de votar para a Diretoria pelos próprios termos do Estatuto do Sinditest, mantendo o acordo tácito que vem desde os anos 1990, seria possível que ainda se mantenha no âmbito do Sinditest a condução das negociações do ACT. A ver melhor essa questão. 

Deu para entender? Ou será preciso desenhar? E não adianta Cidas e Rosaninhas, diretamente ligadas a uma das Chapas (a 2) interessada em continuar roendo o osso, fazerem mimimi em assembleia manipulada e lançarem ataques a membros de chapas de oposição. A bola está agora com o juiz do trabalho, que marcou nova audiência, que pode ser definitiva, para 29 de março. 

Fica o alerta: não acreditem cegamente em tudo que a assessoria de imprensa do Sinditest escreve no site ou em impressos. A assessoria tem patrão, a Diretoria/Ex-Chapa 2, e ela nunca ouve o "outro lado", como é de regra do bom jornalismo.

sábado, 6 de outubro de 2018

9 e 10 de Outubro tem Eleição da Diretoria do Sinditest: NÃO SE ENGANE !

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Chega. MESMO! A base dos servidores técnicos do Sinditest não atura mais um mandato (agora de 3 anos) de um mesmo pessoal que já fez várias (indi)gestões sindicais, às vezes separados, às vezes juntinhos, agora separados (mas nem tanto) em duas chapas – a 1 e a 2.

A “1” é a melhor representação do arquipeleguismo, esperto, malandrinho e autoritário, aproveitadores de carguinhos de direção obtidos com lábia da reitoria. Tem por cacique-mor alguém que, presidente então em fins de 2005, conduziu na marra uma assembleia de UM MINUTO E MEIO, para - de modo fraudulento e farsesco - supostamente "aprovar" a compra de uma "chácara" que não passava de um canil.  O vídeo dessa funesta "assembleia" está no Youtube e vai aparecer aqui também.

A tchurma “2” sempre alardeou serem os únicos “combativos”, “puros”, defensores do sindicato “transparente e democrático”; já gritaram pelas vielas da cidade “Fora Todos”, ajudando na prática a direita a dar o golpe que derrubou uma presidente da república eleita e isenta de culpas.

Objetivamente, os “D-2” são oportunistas, também mandonistas, agentes instigadores do divisionismo entre os trabalhadores. A chapa 2 inclui gente que já vai completar 11 anos ininterruptos como burocratas sindicais, escondendo as contas e se aproveitando dos recursos do sindicato para interesses de grupo. E agora na eleição de 9-10 de outubro, não querem largar o osso, almejam mais 3 anos para continuar "mamando" numa boa.

A verdadeira renovação, o resgate da efetiva democracia sindical e da unidade para as lutas, da transparência real com tudo que diga respeito às coisas do Sinditest, é a CHAPA 3“JUNTOS SOMOS MELHORES - Reconstruir o Sinditest Pela Base”.

Resumindo:

Chapa 1 – “Sindicato para Todos... os amiguinhos da Diretoria”.
Chapa 2 - “Sempre na LUA”

1 e 2 não tem mais vez - VOTE CHAPA 3!!

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Comissão Eleitoral, por maioria, embola campanha sindical com a presidencial e marca eleição do Sinditest para 9-10 de outubro

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ENTREVISTADOR DO SINDITEST: - Companheira, pesquisa! Pode participar? Em quem vai votar em outubro? 
SERVIDORA DA BASE: - Na oposição, é claro! Não dá pra aguentar esse vampirão do Temer e seus candidatos! 

ES: - Não, minha querida, eu me refiro à eleição da Diretoria do Sinditest. 
SB: - Ah, essa. Mas, peraí, quantos colegas desta categoria estão discutindo sobre chapa de sindicato? O povo em cada esquina está discutindo sobre Lula, Haddad, Bolsonaro, Marina, Ciro, Alckmin... 

ES: - Tá, mas o sindicato também é importante... 
SB: - Sindicato é importante, mas mil vezes mais é a eleição de presidente nesta hora! Quando vai ser a eleição do Sinditest? 

ES: - Ué, não sabia? 9 e 10 de outubro... 
SB: - O quê? Dois dias depois da eleição de presidente?? Quem foram os malucos que indicaram essa data pra fazer eleição de sindicato? Por isso que nem tô sabendo direito quem está concorrendo. O lance é outro, meu caro, vocês não sabem ou fingem que não sabem? 

ES: - Mas, tá, tudo bem, afinal de contas, vai votar em quem pro Sinditest? A chapa apoiada pela atual diretoria combativa ou a chapa da oposição? 
SB: - Se foi a diretoria – combativa, é? - do sindicato quem marcou essa data irresponsável, pode anotar aí que voto na Oposição!! Haja menosprezo com a situação do país. Bando de come-dorme! Além de fazer gestão ruim, gastar a rodo a contribuição dos filiados, ainda querem desviar o debate do principal para o sec..., nem digo, secundário, é ultimário! VOTAREI NA OPOSIÇÃO DO SINDITEST!!!

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Em reunião em 24/08, a maioria da Comissão Eleitoral definida na assembleia do HC no dia anterior, aprovou a data de 9 e 10 de outubro para o pleito que indicará a Diretoria do Sinditest triênio 2019-2021.  Foram quatro votos dos membros ligados à atual diretoria sindical e UM voto contra do membro indicado pela oposição, que defendeu que a eleição se desse em meados de novembro, como é tradição do Sinditest.  A argumentação dos quatro membros ligados à diretoria é que essa data de outubro impediria o "uso eleitoral" da "máquina" do sindicato pelos atuais diretores, e que não prejudicaria o debate de 2. turno presidencial, marcado para 28/10 (o que eles esquecem é que o 2. turno é definido no 1. turno...).



sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Descompromisso com futuro do Brasil: maioria da Comissão pró-CONLUTAS quer eleição do Sinditest no meio de outubro

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Que assunto a ampla maioria de brasileiras e brasileiros estará debatendo em meados de outubro deste ano? Halloween versus Dia do Saci? O dia de Santa Edviges (16/10)? O Dia do Professor? 

Não.  Mesmo que muitos não gostem de política, o grande tema nos bares, corredores e esquinas do Brasil será o futuro presidente do país (desde que Lula não possa ser candidato, a eleição vai para o 2. turno em 28/10). Bem poderá ser o embate Haddad/Manuela versus Boçalnaro/Milico de pijama. 

Já para quem pensa mais em seu próprio umbigo, em “se garantir” no imediato, como os psolistas-conlutistas do Sinditest e da maioria da Comissão Eleitoral, foda-se o Brasil e quem vai ser o próximo presidente. Por que se os acusa disto? Porque a maioria dessa Comissão pretende marcar a eleição do Sinditest para 16 e/ou 17 de outubro, entre o 1. (07/10) e o 2. turno (28/10) da eleição presidencial!! 

Resumindo, visualizem: curitibanos e paranaenses discutindo acerbamente o rumo para o país sair do buraco onde a quadrilha golpista de Temer o meteu e os servidores da base do Sinditest envoltos numa campanha eleitoral sobre a nova direção sindical. Militantes sindicais que poderiam empregar toda a sua energia e tempo para lutar pela vitória do lado  progressista na disputa presidencial no 2. turno tendo que se voltar também para atividades de uma campanha de sindicato! 

Mas, voltando ao que se disse acima, há os que pensam mais generosamente em seu país e há os que pensam só “no seu”, "meu pirão, primeiro". Não é à toa que essa turma da Diretoria veio majoritariamente do PSTU, aquele da palavra-de-ordem lunática de “Fora Todos!”, que conduziu ao colossal racha desse partido da ultraesquerda.

Defendemos que, num tópico sensível como esse (a data da eleição sindical), se tiver bom senso e espírito democrático, a Comissão Eleitoral pelo menos chame assembleia e debate com a base o assunto (como aliás se faz no processo de eleição direta de reitor, quando os temas polêmicos do regimento eleitoral são discutidos em assembleia de cada uma das três categorias). Ou então vão passar o “trator”, como se diz em jargão rasteiro sindical. 

Desde já, este Blog defende que a melhor ocasião para o pleito sindical seria o começo de novembro, depois de já ser conhecida a chapa vitoriosa ao Palácio do Planalto.   Além de ser a época tradicional das eleições do Sinditest.

ELEIÇÃO SINDITEST 2018: Comissão Eleitoral na mão da Diretoria

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Carla apresenta a chapa da diretoria do Sinditest

Ontem (23) no HC (anfiteatro do 7. andar do Anexo B) reuniu-se assembleia geral do Sinditest para votar a composição da Comissão Eleitoral que comandará os trabalhos do pleito direto, em que escolherá a nova direção do sindicato para o triênio 2019-2021. Presentes cerca de 130 pessoas, das quais 113 deram votos para formar a Comissão, no final da assembleia. 

Nesta ocasião, puderam votar filiados e não-filiados à entidade. Para a eleição sindical, na qual somente filados podem votar, não ficou, contudo, claro qual o prazo final de aceitação de filiação ao sindicato para quem quiser participar do pleito. Isso deve ficar a cargo de regulamentação da própria Comissão Eleitoral. 

Na votação, pelo sistema proporcional, a Chapa 1, apoiada pela atual Diretoria do Sinditest, obteve 74% dos votos (84), obtendo 4 vagas do total de 5 da Comissão, ficando a Chapa 2, apresentada pela oposição, com 26% (29) dos votos, com uma vaga. Deste modo, a atual Diretoria do Sinditest vai imperar sobre todo o processo eleitoral, o que fica claro pela declaração da diretora Carla Cobalchini no próprio site do sindicato, ontem: 

“ ‘Na NOSSA chapa o critério é uma comissão eleitoral com pessoal comprometidas [sic] com a luta da categoria’, afirmou Carla Cobalchini durante a apresentação da chapa.”

O grupo de pessoas que, desde 2008, perpetua-se aboletado nas poltronas do sindicato, deseja ardentemente mais três anos desse tipo de “gestão” sindical que a grande massa dos filiados e filiadas conhece muito bem quanto ao grau de “excelência”. Eles não querem qualquer renovação.

domingo, 15 de novembro de 2015

Chapa de situação do Sinditest é reeleita, agora para três anos de gestão

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Na madrugada de 12 para 13 de novembro deu-se a apuração dos votos da eleição do Sinditest.  A chapa de situação, uma aliança entre militantes de PSTU e PSol, venceu com 50,2% dos votos válidos as outras duas chapas de oposição.  Segundo o site de rede social do sindicato, a contagem total ficou assim:

Total de Votos: 2622;
Votos Válidos: 2516;
Chapa 1 ("Sindicato é Pra Lutar", de situação): 1.263 (50,2%);
Chapa 2 ("Todos Juntos Somos Fortes", de oposição): 611 (24,8%);

Chapa 3 ("Independentes com força total", de oposição): 642 (25,52%).

A chapa vencedora deve tomar posse no começo de janeiro, para gestão no triênio 2016-2018.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Sinditest e seus campeões de não-largamento do osso sindical

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Na tabela acima, mostramos servidores da UFPR que disputam em chapas distintas a eleição de Diretoria do Sinditest a realizar-se na semana que vem.  A peculiaridade é o tempo de presença desses três "campeões" na burocracia sindical.  O Sinditest existe há 23 anos.

Dos três acima, Néris já foi presidente do sindicato (3 vezes) e Carla é a atual presidente.  O Zé Carlos, esposo de Carla, almeja nesta eleição tornar-se Coordenador Geral (novo nome estatutário do presidente).

O "osso" do Sinditest é mesmo muito bom de roer, para tais pessoas não quererem largar de jeito nenhum.   Assim, existem os chamados "ossos do ofício" mas, por outro lado, o "ofício do osso" (a ser roído pelo maior tempo possível...).

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Continuísmo é Chapa 1 no Sinditest. Quem aguenta mais 3 anos desse sindicato?

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Quem já viu a carta-programa "lindinha" da Chapa 1 do Sinditest há de ter notado.  Papel de alta qualidade, muita cor, coisa fina.  Mas o conteúdo do texto...

Como já dissemos em postagem anterior, a parcela (cada vez menor) da base que quiser mais do mesmo, que vote na Chapa 1, controlada pelo PSTU e agora com umas franjas do PSol (da parte do PSol que apoia o golpismo país afora).  Uma turma que será a permanência da "Gestão 3F" de 2014-2015: Fiasco, Farsa e Falsidade.

Quem tiver o saco de ler a última página dessa propaganda, verá 7 vezes repetida a palavra "continuar" e 5 vezes as palavras "manter" ou "manutenção".  Está gostando? Leve pra casa e continue pagando o dízimo do aparelho sindical.  "Nem governo, nem reitor", dizem eles - sindicato é pro partido aparelhador?

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Nada de novo na eleição de novembro da Diretoria do Sinditest

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Em 6 e 7 de novembro a Comissão Eleitoral do Sinditest, presidida por pessoa não pertencente à categoria dos técnico-administrativos, conduzirá eleição para renovar a Diretoria executiva do sindicato.  Inscrições de chapas encerraram-se na última segunda-feira, com apenas duas composições inscritas, reunindo lideranças que já estiveram bem juntinhas há pouco tempo atrás na mesma diretoria comandada por Wilson Messias (como se vê na foto acima).

A chapa 1, de situação, sob o nome "Sindicato é pra lutar", almeja a reeleição da presidente Carla Cobalchini. Se vitoriosa, Carla vai para seu quarto mandato sindical consecutivo, o que desmente um tanto o discurso desse grupo sobre a periódica renovação em cargos sindicais.  O grupo é predominantemente conduzido pela linha politica do PSTU, partido ao qual Carla é filiada há cerca de 1 ano depois de abandonar o PSol.  Tem entre seus principais objetivos filiar o Sinditest à central de movimentos sociais denominada CSP-Conlutas, também hegemonizada pelo mesmo partido.

O "PAN" é o grupo que apresenta,  pela oposição, mais uma vez a chapa "Sindicato para todos", presidida obviamente pelo conhecido pelego Antonio Néris, veterano de sete mandatos sindicais (2 anos cada), sempre na condição de presidente ou de vice.  Seu slogan de campanha é "ônestidade e compromiço", que grafamos assim por razões que todos bem podem imaginar.  Algibeira é a prioridade dessa chapa, e naturalmente as melhores relações do mundo com a amiga Reitoria da UFPR.  "PAN" é "Partido de Antonio Néris", cujos princípios só os apóstolos desse grêmio conhecem.

Esboçou-se uma terceira articulação ligada à CUT, mas não teriam conseguido reunir nomes suficientes para inscrever chapa dentro do prazo.

A composição completa das duas chapas está no edital da Comissão Eleitoral neste link.

Assim, os servidores da base do Sinditest tem opções limitadas na hora de votar em 6-7 de novembro, o que pode ser sinal indireto de relativo enfraquecimento do nível político na categoria.  Entre o que aí está e o que vem sendo abominado desde antanho, a decisão não é das mais fáceis.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Chapa 2 vence eleição do Sinditest

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Na imagem acima (clique para ampliar), o quadro quase totalmente completo da apuração de votos da eleição para a Diretoria do Sinditest.  A contagem acabou por volta de 02h15 da manhã de hoje (10).  Antes da apuração da última urna - a do pessoal de RJU do HC - o quadro era de empate entre as Chapas 1 e 2 em exatos 570 votos, com a Chapa 3 apenas 28 votos atrás.  Isso gerou um suspense, mas que teve por desfecho a comemoração da Chapa "Mudando o rumo dos ventos", encabeçada pela servidora Carla Cobalchini.  Assim que pressentiram sua derrota, os candidatos e apoiadores da Chapa 1 do "coronelismo sindical" saíram de fininho, enquanto os aguerridos militantes da Chapa 3 davam parabéns à chapa vitoriosa.

A Chapa 2 obteve 867 votos contra 805 dados à Chapa 1, ficando a Chapa 3 com 655 votos.

Três observações: o resultado da UTFPR-Medianeira está assinalado com uma tarja cinza porque os resultados foram transmitidos por telefone e a urna ainda não havia sido despachada de lá para Curitiba.  Na UTFPR-Guarapuava votaram apenas duas pessoas, mas o resultado não foi enviado por fax, não sendo conhecido ainda.  A urna de Agrárias foi impugnada pela Comissão Eleitoral porque sofreu um sumiço mal explicado de 6 horas entre o encerramento da votação e a hora em que chegou ao sindicato.  Nenhum desses postos de votação influi no resultado final.

Resultado parcial da apuração das eleições do Sinditest

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Quase todas as urnas da eleição do Sinditest foram apuradas até este momento (zero hora de 10/11), faltando apurar os votos do HC e da UTFPR-campus Curitiba.  O quadro aponta ligeira vantagem da Chapa 2 sobre a Chapa 3:

CHAPA 1 - 370 votos
CHAPA 2 - 431 votos
CHAPA 3 - 401 votos

Por ser a urna com maior número de votos, a do HC será apurada por último e o resultado final deve ser conhecido dentro de uma hora.