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segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Greve Nacional dos TAE em fevereiro?

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Passado o carnaval deste ano, a partir de 23/02 pode começar uma greve nacional dos servidores técnico-administrativos das Universidades Federais, a depender de debates e votações de uma Plenária da FASUBRA que acontece em Brasília, em 24-25/01 de 2026.

Chamada a base do Sinditest a debater o assunto, a direção sindical convocou uma assembleia geral presencial, que ocorreu na manhã de hoje, 19/01, na Sala 1 do Anexo B do HC. As 42 pessoas presentes não chegaram a debater mais a fundo os motes da proposta de ida à Greve Nacional: no geral o cumprimento pleno do Acordo da greve passada, com destaque para a implementação do processo de RSC (Reconhecimento de Saberes e Competências) conforme os debates feitos entre CNSC (Comissão Nacional de Supervisão de Carreira) e MIG (Ministério da Gestão e Inovação) ao longo de 2025.

FASUBRA e entidades de base entendem que o debate acumulado com representantes do Governo Federal não foi contemplado no PL 6170/2025 (de dezembro/2025), razão principal pela qual se está propondo a deflagração agora em fins de fevereiro de uma Greve Nacional dos  TAE.

Na Assembleia do Sinditest de hoje, a ampla maioria votou endossando a ideia de uma entrada em greve nacional a partir de 23/02, carreada por esses dois pontos principais da pauta geral de reivindicações: pela implementação do RSC (inclusive podendo abranger aposentados) e contra a reforma administrativa, esta uma proposta do Centrão e extrema-direita do Congresso Nacional para enfraquecer o Serviço Público.

Ao final da Assembleia de hoje, foi eleita uma chapa única de delegados/as afinada com a diretoria do Sinditest, que representarão as bases da UFPR, UTFPR e UNILA na próxima Plenária Nacional da FASUBRA, a qual poderá confirmar a deflagração da greve em fevereiro. Também foi avisado que, depois da reunião que está acontecendo hoje entre FASUBRA e MGI, em Brasília, o Sinditest publicará um vídeo explicando o que saiu dessa reunião (a conferir no site do Sinditest).

quinta-feira, 5 de março de 2020

“Parasitas” aprovam paralisação da UFPR em 18 de março

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O ilustre filho da Pátria, desministro da Kunomia Paulo Guedes, chamou TODOS os servidores públicos do país de “parasitas”, porque, segundo ele, o funcionalismo ganha bem, trabalha mal e todo ano quer reajuste automático.  Esse desministro deve ser amado pelos servidores públicos concursados do ministério onde trabalha.  E ainda se orgulha de seu PIBinho/2019 de "fantásticos" 1,1%.

Em face desse mimo econômico-retórico, servidores estão realizando reuniões e assembleias em todo o país para preparar uma grande homenagem a Paulo Guedes no dia 18 de março: uma grande paralisação nacional de 24 horas.  À qual estão aderindo também estudantes, trabalhadores e trabalhadoras de outras categorias, e diversos movimentos sociais.


ASSEMBLEIA DO SINDITEST
Ontem pela manhã, no auditório do Setor de Ciências da Saúde da UFPR, foi aprovado fazer paralisação em 18/03.  Acompanhando as atividades do Comitê Geral Unificado de entidades e movimentos, que prevê duas concentrações na Praça Santos Andrade, uma pela manhã (das 08h00 às 12h00) e outra à tarde (16h00 em diante), para desta se sair na tradicional passeata que percorre a rua Marechal Deodoro até a Boca ou até a Praça Rui Barbosa.

No intervalo entre as duas atividades gerais, os servidores da UFPR, e possivelmente servidores públicos “parasitas” de outras instituições, farão sua atividade conjunta (possivelmente no pátio da Reitoria da UFPR), e em seguida rumam para a Praça S. Andrade.


“ESTADO DE GREVE” DOS SERVIDORES
Faz mais de 4 anos que não há qualquer correção nos salários do funcionalismo (desde o golpe que derrubou Dilma e entronizou o vampiro Temes e o nazista Boçalnaro), nem em benefícios.  Por isso, as entidades de servidores, como a FASUBRA dos técnicos, programam uma greve. 

Mas até lá é preciso acumular forças e debater muito, pois um movimento desse porte não será fácil realizar e manter sob um governo nazista, que não vacilará em tentar punir os grevistas.  Ainda que considerando isso, por unanimidade, como no tópico acima, foi aprovado o “estado de greve”, fase inicial da possível greve por tempo indeterminado.  Essa posição será levada pelos delegados/as de base do Sinditest à plenária nacional da FASUBRA, que ocorre de 13 a 15 de março, em Brasília.

Como de hábito, o servidor Maurício, da UFPR-Litoral, verbalizando o ponto de vista do PSTU, chegou a propor que o Sinditest deveria levar a posição de se começar uma greve por tempo indeterminado já a partir de 16/03, mas sua ideia foi reprovada pela ampla maioria da Assembleia.


A UNIDADE, A “UNIDADE” E A ELEIÇÃO DE DELEGADOS DE BASE PARA A PLENÁRIA DA FASUBRA
Vale assinalar que os debates sobre conjuntura nacional, bem como os que levaram à aprovação quase unânime da paralisação de 18/3 e do “estado de greve” aconteceram em clima de saudável amistosidade e unidade, considerando que na Assembleia estavam presentes servidores de pelo menos quatro correntes internas do movimento sindical dos TAE.  Unidade para enfrentar Bolsonaro e o fascismo que tenta se impor atropelando tudo.  Corretíssimo.

Infelizmente, a maior parte desse “clima” derreteu na hora de eleição de quem irá representar a base sindical da UFPR no encontro da FASUBRA.  O Sinditest, pelo tamanho de sua base sindical, e pelas regras do Estatuto da FASUBRA, tem direito a indicar seis delegados de base, mas ali houve ativistas que defendiam a eleição de sete, tentando abiscoitar o direito da Diretoria de indicar o sétimo delegado. A mesa, conduzida pelos diretores do Sinditest Daniel, Marisa e Aline, foi firme nesse aspecto, de que ali se elegeriam seis delegados, como prescreve a FASUBRA.

No entrechoque  típico de questões de ordem e encaminhamento, houve forte troca de farpas entre diretoria e oposição sindical, em que, em dados momentos, a mesa excedeu-se na dureza e encaminhou a reunião da maneira como julgou melhor, sem colocar em votação qualquer daquelas questões, o que lhe rendeu xingamentos (o provocador Werner, da UNILA, chegou a usar o termo “Bolsonaro do Sinditest” para se referir ao presidente da Mesa).  O também tradicional provocador Valter Maier propôs a destituição da Mesa e a troca por outras pessoas, no caso, da base, o que foi desconsiderado até pelos setores de oposição presentes.

Abertas as inscrições de chapas de delegados/as (não há inscrições individuais avulsas), apresentaram-se três agrupamentos: a Chapa 1, de oposição à atual diretoria, hegemonizada pela linha política do PSol, e defendida pela servidora Marianne; a Chapa 2, afinada com a linha do PSTU, defendida pelo servidor Maurício; e a Chapa 3, ligada à diretoria e hegemonizada pela orientação da corrente cutista CSD/Ressignificar, defendia pelo servidor Olivir.

Feita a votação por levantamento de braço, o resultado foi:

- Chapa 1: 24 votos, 4 delegados de base a indicar;
- Chapa 2: 02 votos, nenhum delegado;
- Chapa 3: 10 votos, 2 delegados de base a indicar;
- Abstenções: 04 votos (incluindo a do editor deste Blog).

A esses seis soma-se mais um delegado indicado pela Diretoria do Sinditest, cujo nome, entretanto, não foi informado previamente à Assembleia.

Acabado esse tópico, houve repasse de alguns informes das atividades do dia 8 de março (Dia da Mulher) e do 14 de março (2 anos da morte de Marielle) e a Assembleia se encerrou bem além do meio-dia.


RELATÓRIO E PRESTAÇÃO DE CONTAS
O editor deste Blog, pouco antes de ocorrer a votação das chapas de delegados/as, lançou a elas uma solicitação: o de que cada delegado/a a ser eleito/a traga de Brasília seu relatório individual de como viu, como atuou, que impressões tirou da Plenária da FASUBRA.  Isso para efeito de registro histórico nos arquivos sindicais e forma de prestar contas imediatas à base pela qual foi eleito/a. Assim também, que cada um apresente uma prestação de contas sobre como gastou suas diárias (pagas por toda a base contribuinte do sindicato).

Enquanto defendia essas propostas, a liderança da oposição, servidora Marianne dava risadas no meio da plateia, atitude desrespeitosa para com seu colega, que somente pretendia ali propor mudança de uma cultura de muitos anos, segundo a qual um servidor vai a Brasília, com todas as despesas pagas pela entidade, e depois não presta contas de como atuou no evento.  Vejamos quantos e quais representantes atenderão ao apelo na semana pós-Plenária.

terça-feira, 3 de março de 2020

Assembleia dos "PARASITAS" Técnicos neste 4 de março, na UFPR

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Atenção, você que é um bom e escarrapachado "parasita" servidor público, que ganha muito bem e trabalha mal, participe da Assembleia do Sinditest amanhã, quarta-feira, 4 de março. Será a partir de 09h30, no Auditório do Setor de Ciências da Saúde da UFPR (atrás do HC), na r. Padre Camargo, 280, 1o. andar.


Como tranquilos e relaxados "parasitas", nós, servidores públicos federais, aceitamos de boa ficar mais de 4 anos sem reajustes salariais, topamos pagar maiores alíquotas da Previdência Social (aprovado na Reforma da dita cuja) e não fazemos questão dessas otimíssimas condições de trabalho no serviço.


Assim, ao ilustre, honesto e inteligentíssimo ministro da ikunomia Paulo Guedes - que tão bem caracterizou, cerca de um mês atrás, TODOS os servidores públicos (federais, estaduais, municipais), como "parasitas" - nesta Assembleia faremos a devida homenagem a Sua Excelência.  

Que terá seu ápice em 18/03, com uma Greve Geral Nacional, para cantarmos e bradarmos palavras-de-ordem ao banqueiro ministro e talvez também à sua ascendência, que pariu esse notável filho da Pátria.

Participem, meus caros e minhas caras "parasitas".

Pauta:
- Análise de Conjuntura
- Paralisação de 18 de Março
- Aprovação de Estado de Greve dos Servidores
- Eleição de delegados/as para a Plenária nacional da FASUBRA (que ocorrerá em Brasília, de 13 a 15/03)


terça-feira, 7 de novembro de 2017

Fora Temer! Greve dia 10/11! Contra as reformas neoliberais do Quadrilhão e contra o entreguismo!

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No sábado, 11 de novembro, está previsto o começo da vigência da Deforma Trabalhista, enviada pelo Quadrilhão de Temer ao Congresso Nacional e ali aprovada pela maioria de parlamentares corruptos picaretas.  Essa Deforma pode, na prática, sepultar a letra da lei da CLT, ao estabelecer que prevalecerá o "negociado sobre o legislado". E as categorias de trabalhadores mais frágeis, sem poder efetivo de negociação com os patrões e sem o amparo da CLT, vão se ferrar, perder direitos, adentrar uma situação de precarização das condições de trabalho.

"Tudo pelo capital" é o lema do Quadrilhão de Temer. De preferência o grande capital rentista e especulativo.

Para protestar e resistir a isso, as Centrais Sindicais CUT, CTB, Força Sindical, UGT, NCST, Conlutas e CSB marcaram um Dia Nacional de Paralisações e de Mobilização contra Temer e suas reformas neoliberais, o 10 de novembro.

Em Curitiba, a mobilização será referenciada num Ato público na Boca Maldita, sexta-feira, dia 10, a partir das 11 horas.  Conclamamos todos os trabalhadores e trabalhadoras, e seus aliados dos movimentos sociais, a comparecerem à Boca Maldita para expressarem um sonoro "Não!" a Temer e a seu Quadrilhão.

Greve dos técnicos por tempo indeterminadoooooo! #SQN

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Entreouvido de uma declaração sincera do diretor ultraesquerdista fasubrino Gibran a outro diretor, mais ou menos nestes termos: "Temos que começar uma greve da FASUBRA agora em 10/11, mas só podemos levá-la por umas duas semanas, e com muito cuidado, para tentar fazer uma caravana a Brasília lá por 24/11 e depois necessariamente encerrar a greve."

Quer dizer: certos dirigentes reconhecem que neste momento é leviandade puxar uma greve de maior fôlego, mas mesmo assim insistem nela, e convencem certas bases sindicais, mas de antemão colocam um prazo para ela durar: duas semanas!

Ora, não seria melhor concentrar esforços de informação das bases e de mobilização para uma efetiva grande greve dos SPFs a partir de março de 2018 (ano eleitoral) em vez de insistir numa aventura agora sabendo-se que o pique de mobilização dos TAE e dos SPFs em geral é baixo?  A indignação contra Temer certamente é altíssima, mas uma coisa não redunda automaticamente em outra, em mobilização ampla e com capacidade de combate ao governo ilegítimo.

Pois é nisso que a atual Diretoria do Sinditest "Sindicato é pra..." (complete os pontinhos como quiser) tenta jogar a categoria da UFPR, UTFPR e UNILA, desde a estranha assembleia de 1/11 no pátio da Reitoria da UFPR (que reuniu pouca gente).

Pelo menos, uma coisa é certa e deve ser encampada por todos: 10/11 é Dia Nacional de Paralisações e de Mobilização chamado pelas Centrais Sindicais contra as reformas neoliberais do traíra Temer. Em especial contra a entrada em vigor da "Deforma Trabalhista" aprovada pelo Congresso de 300 picaretas, prevista para vigir a partir de sábado, dia 11.  Há um Ato público marcado para a Boca Maldita dia 10, a partir das 11 horas. Todos paralisados nesta sexta, e todos na Boca!

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Greve nacional dos técnicos em debate em assembleias do Sinditest

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O Sinditest está realizando uma rodada de assembleias nos diversos campi da UFPR e uma assembleia geral no dia 11/10, pela manhã, no pátio da Reitoria.  Em pauta, debater a possibilidade de construção de uma Greve Nacional contra as políticas entreguistas e anti-serviço público de Temer.  Há um indicativo da FASUBRA de início de uma greve em 23/10, mas isso dependerá das avaliações das assembleias de base de todos os sindicatos filiados à Federação.

Para o "setor Reitoria", a assembleia será em 9/10, na sala Homero de Barros, no 1. andar do edifício D. Pedro I.  Participam todos os servidores técnicos que trabalham na Biblioteca Central, prédios D. Pedro I e II, prédio da Reitoria e PROGEPE.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

14 de setembro - Dia nacional de paralisação nas Universidades contra ataques de Temer

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A FASUBRA conclama toda a sua base de servidores TAE a somar forças à paralisação nacional no dia 14 de setembro, articulando com outros sindicatos, e em especial no âmbito da educação, com a UNE, ANDES e SINASEFE, e suas representações locais em cada instituição, buscando ações que deem ampla visibilidade e coloquem na ordem do dia a resistência aos ataques de Temer e a exigência de estabelecimento de negociação, como centrais nessa data. 

Desde o primeiro momento, denunciamos que a intenção das elites dominantes, com o golpe que levou Temer à presidência, era intensificar em grau inédito o processo de rapinagem sobre o Estado. Todo o preço da crise seria jogado nas costas de nossa classe, com a destruição dos serviços públicos e a retirada de todos os direitos trabalhistas.

Assim, os processos que resultaram na EC 95/16 (PEC 55 – congelamento dos gastos com os serviços); o brutal corte orçamentário sobre a Educação, que está inviabilizando o funcionamento das IFES e provocando centenas de demissões em muitas universidades e institutos; a reforma trabalhista que desconfigurou a CLT e colocou o “negociado” acima do legislado; a nova legislação que libera a terceirização; e a reforma da previdência que tramita no Congresso Nacional são projetos estratégicos para ampliar historicamente o nível de exploração dos trabalhadores e trabalhadoras brasileiros.

(...)

A agenda de votações no congresso é retomada, as privatizações (Eletrobrás, aeroportos, rodovias, Casa da Moeda, pré-sal na mira) são aceleradas, e a redução do Estado anda a passos largos. O Governo Federal trabalha com 5 medidas que atingem duramente os servidores públicos:

1 - A primeira, pautada no PDV, na redução da jornada com redução salarial, e no incentivo ao afastamento de servidores.

2 - A segunda, alicerçada no descumprimento de acordos firmados em 2015, no cancelamento de reajustes, no corte/bloqueio de concursos, e na extinção de 60 mil vagas e de cargos, trabalhando a perspectiva de terceirizar parcela ampla de nossa categoria.

3 - A terceira, que efetivamente reduz salários, ao aumentar o desconto previdenciário dos servidores de 11% para 14%, ao mesmo tempo que estuda a redução dos valores dos benefícios (alimentação, pré-escolar e saúde).

4 - A quarta, que objetiva ampliar as condições para a ocorrência de demissões de servidores públicos (coerente com o projeto de terceirização e com o processo de criminalização de dirigentes das lutas), através de projetos de lei que tramitam no congresso, como o PLS 116/2017.

5 - A quinta medida, que trabalha a destruição das carreiras no serviço público, incluindo as carreiras ditas estratégicas e de Estado, num processo de reforma do Estado muito mais grave do que vivenciamos em 98 com FHC e Bresser.


Embora a medida provisória específica que trata do fim da estrutura do PCCTAE ainda não tenha sido encaminhada, em diversas conversas com dirigentes de instituições de ensino que temos desenvolvido, fica nítida a intenção do governo de nos incluir no rol de criação de carreiras com vencimentos mais baixos, maior dificuldade para progressão por mérito, e a desconstrução dos incentivos que valorizam a qualificação e capacitação dos trabalhadores. Isso é ferir de morte a carreira que durante anos e muitas greves fomos construindo, e refletirá no processo de terceirização e de desmonte da Educação superior pública, gratuita e de qualidade. Não por acaso, o Governo acelera as audiências públicas para instituir a cobrança de mensalidades nas IFES.

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Fonte: FASUBRA Sindical

segunda-feira, 6 de março de 2017

Curitiba vai parar 100% no dia 15 de março contra o fim da aposentadoria

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Motoristas e cobradores decidiram em assembleia na madrugada desta segunda-feira (6) que vão paralisar totalmente no próximo dia 15 de março contra as reformas da previdência (fim da aposentadoria) e trabalhista (precarização da mão de obra).

Com a decisão unânime de 1,1 mil trabalhadores do Sindimoc (Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Curitiba e Região Metropolitana), a capital paranaense vai parar 100% no dia 15 de março.

Outras categorias, como os educadores, também definiram a data para deflagrar a greve geral da categoria contra o desmonte do Estado Social e os ataques à Educação desferidos pelo governador do Paraná Beto Richa (PSDB).

Ao longo desta semana, entidades do movimento social e partidos políticos irão realizar diversos debates em Curitiba — a exemplo da APP-Sindicato — visando mobilizar a sociedade contra o ilegítimo Michel Temer (PMDB) e o governo corrupto de Richa no estado.
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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Reunião ampliada do funcionalismo público aponta calendário unificado rumo à greve geral

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Os trabalhadores técnico-administrativos da FASUBRA Sindical junto ao Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) e centrais sindicais encerraram a Caravana Nacional com acampamento em Brasília-DF na manhã de quarta-feira, 14, em Reunião Ampliada. Cerca de mil trabalhadores lotaram a tenda localizada na Esplanada dos Ministérios. 

Representantes de diversas entidades apresentaram informes. A FASUBRA Sindical informou sobre a aprovação da categoria do Estado de Greve e a disposição para construir uma Greve Geral, começando com o funcionalismo público e a educação federal. 

Para a FASUBRA, o balanço das manifestações em Brasília foi vitorioso, reunindo aproximadamente 10 mil pessoas. 

As entidades sindicais aprovaram iniciativas para fortalecer a luta contra o Ajuste Fiscal rumo à Greve Geral, como a participação da Paralisação Geral chamada pelas Centrais Sindicais no dia 22 de setembro com Atos nos estados e a Paralisação Nacional no dia 29 de setembro convocada pelos sindicatos dos metalúrgicos. 

Também foi aprovado apontar para as centrais sindicais “um dia unificado de lutas e paralisações rumo à greve geral”, na segunda quinzena de outubro, evitando pulverização de datas. 
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Fonte: FASUBRA-ACS

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Caravana a Brasília dos SPF em setembro contra a perda de direitos e o ajuste fiscal

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Reunidos na terça-feira, 23, na sede do ANDES-SN em Brasília, os membros do Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) definiram realizar uma Caravana Nacional com acampamento em setembro. 

O evento almeja reunir milhares de servidores públicos federais de todo país nos dias 12, 13 e 14 de setembro em Brasília, contra o Ajuste Fiscal (PLP 257/16 e PEC 241/16), a reforma da previdência, as privatizações e em defesa de salários, direitos e emprego.

No dia 12, será organizada a caravana com acampamento na Esplanada dos Ministérios. A grande marcha acontece no dia 13, no Eixo Monumental, até o Congresso Nacional.

Para encerrar as atividades, no dia 14 será realizada uma Reunião Ampliada do Fonasefe com todos os caravaneiros do serviço público para avaliar a perspectiva de greve geral do funcionalismo público, que tem indicativo de início para a segunda quinzena de setembro. 

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Faz uma Greve Geral com a gente, faz, por favor... o apelo pateta da Conlutas

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No site do PSTU, partido de boa parte da Diretoria do Sinditest, há um apelo risível da "central sindical" desse partido.  Os caciques do PSTU/Conlutas enviam uma "Carta aberta à CUT", com uma espécie de súplica, do tipo "venham por favor organizar uma greve geral com a gente contra as políticas do governo Temer".  Tadinhos, os Conlutistas não querem ficar jogadinhos num canto, ninguém prestando atenção neles por estarem fora do curso real da política.

O PSTU/Conlutas, com sua bandeira de "Fora Todos", tentou dividir o movimento social e dos trabalhadores na resistência democrática ao golpe midiático-judiciário que inventou do nada um impeachment para afastar Dilma e colocar o usurpador ultraneoliberal Temer.  (Intimamente, os trotsquistas do PSTU devem ter comemorado a saída de Dilma.)

Agora que fica claro - inclusive para bom número de 'coxinhas' envergonhados, otários úteis - que a entronização de Temer e seus sinistros no governo federal serve ao claro projeto de promover retrocessos a um neoliberalismo ortodoxo, entreguista de nossas riquezas, vem o hiper-revolucionário PSTU propor "unidade" com os setores que lutavam e lutam contra o impeachment.  

Inclusive o PSTU faz o reconhecimento de Temer como governo de fato, em vez de tomá-lo como interino, provisório, usurpador.

A mais efetiva maneira de derrotar o projeto Temer é politicamente reverter a votação do impeachment no Senado em agosto, permitir o retorno do mandato legítimo de Dilma e dela cobrar as pautas dos movimentos sociais que estão lutando contra o golpe. Além disso, em entrevista recente, Dilma acenou com a chamada de um plebiscito em que o povo será chamado a opinar se quer ou não a continuidade de seu mandato até 2018 ou a convocação antecipada de eleições presidenciais.  

Desconhecendo - como sempre - a correlação real de forças na sociedade brasileira (e no mundo), o PSTU e sua "central sindical" Conlutas propõem unidade para uma Greve Geral junto com setores (ligados a PT, PCdoB, PDT) que o próprio PSTU inclui no seu lote de  "Fora Todos".  Depois de bater e bater, sem pensar nas consequências, nesses setores, agora quer que eles se somem num esforço conjunto para uma greve geral contra Temer para derrotar sua " agenda de ataques aos trabalhadores e o povo".

Por aí já se vê o quanto tem de economicismo a tal "greve geral" do PSTU e da Conlutas.

A perspectiva de uma Greve Geral nacional, construída por CUT, CTB e setores de outras centrais, é real. Mas com o pé no chão e organizada com muita seriedade, antes que a votação final do impeachment aconteça no Senado, com o sentido de ajudar a derrotar o golpe.

Os "donos da verdade" do PSTU que vão construir sua "greve" lá pras bandas dele, com seus 2% do movimento sindical, ao lado de quintas-colunas do movimento como eles.  E não venham com apelos patéticos de unidade irreal.

segunda-feira, 7 de março de 2016

Servidores do SiBi reafirmam luta por 30 horas e um controle de ponto justo

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O anfiteatro 100 do Edifício D. Pedro I ficou lotado na tarde da última quarta-feira (2/3), com mais de uma centena de servidores das diversas unidades do Sistema de Bibliotecas (SiBi), para debater a questão das 30 horas e ponto eletrônico.

A intenção da plenária foi repassar informações da assembleia geral do Sinditest ocorrida no dia anterior (1/3) a quem nela não pode estar e buscar melhor compreensão sobre a arrastada novela da flexibilização da jornada (desde 2011). Além disso, fomentar reflexões sobre os possíveis rumos do movimento pela garantia das 30 horas com um sistema de controle de frequência adequado.


A mesa foi conduzida pelos servidores do SiBi Paulo Adolfo (Dodô) e Paulo Cequinel, ambos da BC, contando com a participação de Anderson Gomes, diretor do Sinditest. Bom número de servidores usou a palavra para fazer perguntas, avaliações e propostas para o enfrentamento do impasse atual, em que a Comissão de Análise de Processos do CoUn ainda não endossou oficialmente as 30 horas para o SiBi e quando se constatam diversas falhas e inconsistências no sistema eletrônico de ponto abrigado no CCE.

Algumas falas iniciais, por exemplo, deram conta de que o sistema eletrônico afigura-se muito aberto, passível de “mexidas” ao bel prazer nas cargas horárias semanais, o que motiva preocupações reais com o grau de segurança e confiabilidade desse sistema. Questionou-se também o aspecto de que o servidor que for fazer seu login para registro dos horários de entrada e saída não fica com nenhum tipo de comprovante do que digitou. A própria homologação diária, pelas chefias, das frequências registradas foi também criticada, incluindo aí o dado da possibilidade de prática de assédio moral. Uma servidora denunciou que, embora venha tentando, não tem conseguido recuperar a senha de seu e-mail, sem o qual não poderia registrar frequência no novo sistema que a Reitoria tenta impor.


Outras críticas foram dirigidas à morosidade da regulamentação das jornadas reduzidas por parte das Comissões instituídas pelo reitor via CoUn; já se está na terceira composição diferente de Comissão de Análise de processos e o trabalho ainda não está concluído, inclusive o do SiBi, cuja natureza de funções enquadra-se nas exigências da legislação constante da Resolução 56/2011 (como o decreto 1590/95).

Rumando para o final da plenária, foi aclamado por consenso geral que todos os servidores do SiBi devem ignorar o atual sistema eletrônico, mantendo o registro de suas jornadas habituais, reduzidas ou não, através do sistema manual da folha-ponto, pelo menos até o dia 10 de março, quando acontece novo Dia de Paralisação, com assembleia geral do Sinditest na Reitoria pela manhã. Neste dia, na mesma hora, acontece sessão do CoUn que tem na pauta o assunto da jornada/ponto.


A assembleia do SiBi reafirmou que de modo algum opõe-se a um controle de frequência, desde que se trate de um método adequado, sem falhas ou brechas, justo, socialmente controlável de forma a evitar práticas de assédio moral. Não se apresentando assim o sistema eletrônico atual definido pela Reitoria, os servidores a ele mantem sua oposição, e vão documentar as falhas encontradas.

Por fim, apontou-se que é desejável que a assembleia do Sinditest de 10/03 deixe bem claro qual o eixo fundamental do movimento em caso de decretação de uma greve geral por tempo indeterminado dos TAE da UFPR, que deve ser a luta pela garantia das 30 horas sem redução de salário e um apropriado sistema de registro da frequência.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Direção do Sinditest quer mesmo fazer greve por causa do ponto eletrônico?

2 comentários:
Quando se reúne uma assembleia e se enche o tempo dela com uma porção de discursos inflamados contra fulano e beltrano, a tendência em geral é que a plateia aplauda entusiasticamente e até aprove as propostas de mobilização as mais combativas.

A UFPR está em fase de implantação de um novo sistema de controle de frequência, eletrônico, alvo de diversas polêmicas, como as levantadas aqui em matéria de ontem.

A Assembleia do Sinditest de algumas semanas atrás, no Anf. 100, aprovou indicativo de greve dos TAE a partir de março se a Reitoria não transigir sobre sua intenção de implantar o ponto eletrônico a partir de 1. de março.  E anuncia então a diretoria que, em 24 de fevereiro, quer fazer um dia de paralisação, como ensaio para a greve...

Agora me digam, colegas: onde estão os comandos da diretoria passando dia e noite, todos os dias, nos setores?  Onde a panfletagem? Onde um caminhão de som azucrinando com a chamada para a tal greve em todos os cantos da UFPR?

Não, nada, não tem nada que sequer rescenda a mobilização na UFPR. E aí, no dia 24/02 ou em março, diante de uma fraca mobilização, a supercombativa Diretoria do PSTU/PSol vai  suspirar e dizer: "Ah, viu só, chamamos a greve e o povo aí nem tchuns..."  Em seguida, voltam ao seu cafezinho na sede sindical e aos papinhos sobre a eleição de vereadores.

Do jeito que propõe mobilização, essa diretoria não fará nunca nada além de suas paralisações setorizadas do seu curral eleitoral no HC, onde, aliás, eles já assimilarem sem maiores problemas o controle de ponto.



terça-feira, 9 de junho de 2015

Sem novidades de Brasília, assembleia de greve polemiza sobre transmissões ao vivo pela internet

2 comentários:
O informe dado pelo editor deste Blog, exibido no vídeo acima, gerou involuntariamente uma polêmica no final da assembleia de greve do Sinditest, na manhã de hoje.  É até meio hilário.

De fato, nenhum informe relevante novo veio de Brasília.  Houve alguns informes locais sobre o andamento da greve, insuficientes para se ter um quadro preciso do status da paralisação na UFPR e UTFPR até agora.  No ponto de análise política de conjuntura, muito poucas falas se ativeram ao assunto e vários oradores, no fim de contas, discursaram mais sobre ideias de organização de greve, de atividades locais, e conclamações à participação intensa que todos deveriam ter no movimento.

Na parte final da assembleia, de encaminhamentos, quando já passava de 11h30, a Mesa diretora dos trabalhos apresentou ao plenário um rol de propostas vindas dos que usaram a palavra.  Entre elas, a de retomar a prática de transmitir ao vivo, pela internet, as futuras assembleias de greve, que foi no entanto apenas objeto de uma alusão do servidor Dodô quando deu seu informe no início.

Este editor precisou sair da assembleia antes do final, mas recebeu o relato que segue acerca desse assunto.

O diretor do Sinditest Luiz Fernando Mendes assumiu a defesa da proposta de fazer transmissão das assembleias em tempo real, pela internet (streaming), por entender que isso ajuda a divulgar e propagandear a greve, repassa informes mais rapidamente aos campi afastados e do interior, além de servior de memória audiovisual da história do sindicato.

Contra isso, insurgiu-se outro diretor do Sinditest, o vice-presidente Márcio Palmares, cuja linha de argumentação parece se inspirar em teorias conspiratórias paranoicas.  Isso já havia sido arguído por ele em ocasiões anteriores, de que transmitir pela internet (aberta a todo ser vivente do planeta) os debates da nossa greve "entregaria o jogo para o inimigo", para o patrão Reitoria...  Ele sugeriu apenas que as assembleias fossem filmadas e só depois transmitidas (no intervalo, claro que a filmagem poderia ser cortada, editada).  Uma tolice a paranoia do vice-presidente. Se o Reitor quiser saber, quase simultaneamente, o que rola numa assembleia do sindicato, ele pode enviar pessoas para assisti-la e depois repassar as informações ao patrão.

Na hora da votação, o plenário se dividiu e foi preciso contar os votos.  Parece ter havido mau encaminhamento/esclarecimento da Mesa sobre o teor de cada proposta e consta que gente que apoiava a transmissão ao vivo acabou votando na proposta censuradora da transmissão.  Resultado: 50 votos contra as transmissões e 44 a favor.  Com isto, unidades do interior e de campi afastados do centro ficam privados de acompanhar os debates das assembleias quando não puderem se deslocar até o RU Central.  Venceu a paranoia censora do diretor Márcio Palmares. Viva a "transparência translúcida" e a "democracia operária"!

Interessante também é recordar que, na greve de 2011, a atual presidente Carla foi ardente defensora das transmissões online ao vivo, pois argumentava que a diretoria sindical (na época comandada por Wilson Messias e Antonio Néris) não deveria ter nada a temer em ser filmada e transmitida.  Hoje não sabemos qual a posição que ela tomou na votação.

sábado, 23 de maio de 2015

Professoraço é a moda

Um comentário:
Beto Richa (PSDB) é muito mais radical e ousado em suas práticas pós-pós-modernas de direita para frear o avanço abusado dos movimentos sociais e dos trabalhadores.  Bater panela é coisa de amadores...
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Fonte: foto corrente no facebook

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Mais um massacre: Beto Richa anuncia 5%, descontos e processos

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Desconto de dias parados, processos contra diretores(as), 5% de reajuste de acordo com disponibilidade financeira do Estado e encerramento das negociações com servidores(as). Estas foram as medidas anunciadas ao final da manhã de hoje (14) pelo governo do Estado, novamente, sem debate com as categorias.Após uma reunião que serviu apenas para marcar outra, ocorrida na última terça (12), o governo lança novo ataque contra as categorias. 

Além de não cumprir a lei do Piso que estabeleceu a partir de janeiro um reajuste de 13,01%, agora pretende descumprir a lei estadual da data-base que determina, em maio, a reposição da inflação dos últimos 12 meses. Este índice deve ficar em torno de 8,17%. O governo, porém, anuncia apenas 5% em duas parcelas e sem data para pagamento.Para o presidente da APP-Sindicato, professor Hermes Leão, isso é uma afronta aos(às) servidores(as) que tentam desde o início do ano diálogo com este governo. 

"Além de nos receber com bombas e violência no dia 29, agora lança outro ataque: aos nosso direitos”, afirma. Segundo ele, o governo do Estado, através do secretário da Fazenda Mauro Ricardo Costa - que já passou por governos tucanos em São Paulo, Minas e Bahia -, tenta estabelecer um projeto que penaliza os(as) servidores(as) pelo rombo nas contas do Estado. “Não pagaremos essa conta”, conclui Leão.

A APP repudia a nota divulgada à imprensa, reafirma que sempre esteve aberta ao diálogo e espera que o governo reveja sua postura autoritária e retome as negociações. A greve continua e, amanhã (15), o comando estadual de greve deverá fazer as avaliações sobre o momento. Não há, a princípio data para realização de assembleia e o sindicato tomará todas as medidas, sejam jurídicas ou administrativas, para defender a categoria.
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terça-feira, 12 de maio de 2015

Greve nacional indicada no 22o. Congresso da FASUBRA, mas a Direção dela ainda não!

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O 22. Congresso da FASUBRA aconteceu em Minas na semana passada, de 4 a 8 de maio, reunindo 1.282 delegados representando 47 entidades de base filiadas. Nele foi aprovada a data indicativa de início de uma greve nacional dos TAEs para 28 de maio, uma vez que não existe até o momento nenhuma definição do governo federal da política salarial para a categoria no próximo período.  

Segundo o ID da FASUBRA datado de ontem, uma Plenária Nacional dos sindicatos deve ocorrer em 23-24 de maio, em Brasília, para avaliar como terão sido os debates nas assembleias de base sobre a adesão a essa data indicativa, o nível de mobilização em cada Universidade, quais serão os eixos fundamentais do movimento paredista etc.  O Sinditest parece ainda não ter definido uma data de assembleia geral da base para analisar o tema e tirar delegados/as.

Contudo, outro aspecto chama a atenção: o CONFASUBRA acabou em 8 de maio, elegeu uma nova Direção Nacional e até agora as bases não sabem quem são os componentes dela, ou seja, de parcela importante do futuro comando de uma greve nacional. Assim fica difícil!
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Foto: FASUBRA

quarta-feira, 4 de março de 2015

Grande marcha dos trabalhadores públicos contra o neoliberal preguiçoso Richa

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Este Blog teve o prazer e a honra de participar de uma das mais portentosas marchas de trabalhadores que Curitiba já viu. Saindo do estádio da Vila Capanema  (casa do histórico Operário Ferroviário), após dizer um rotundo 'não' à negociação enrolada do assustado governador Richa, os professores estaduais saíram em marcha pelas ruas da capital até atingir o Palácio Iguaçu.

Tivemos o privilégio de acompanhar filmando e fotografando essa colossal demonstração de força dos trabalhadores da Educação.  Demonstração que serve de exemplo para todas as categorias: a unidade faz a força. Centrais Sindicais rivais como CUT, CTB e CSP-Conlutas estavam lá todas juntas pelo bem maior dos trabalhadores. Assim é que se faz!

No entanto, apesar de imensa força e unidade dos trabalhadores, paira severa ameaça sobre o movimento, uma vez que o Poder Judiciário, em especial  no Paraná, está todo na mão da direita, ao lado do PSDB de Beto Richa e pode formular sentenças decretando a ilegalidade da greve, impondo duras multas à APP que podem fragilizar a organização dos trabalhadores. Cabe pois à direção do movimento fazer a melhor avaliação que tanto defenda o atendimento das reivindicações quanto preserve a organização sindical, sem aventureirismo.

Mas uma vitória está definitivamente conquistada: Beto Richa está de uma vez por todas desmascarado como inimigo da educação e da democracia!  Richa nunca mais, paranaenses!  Richa e seu tucanato tem que ser proscritos do cenário político do estado!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Professores da UEL entram em greve

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Os professores da Universidade Estadual de Londrina (UEL) aprovaram na manhã desta segunda-feira (9) a paralisação das atividades a partir da próxima quinta-feira (12). Assim, a greve dos docentes deve prorrogar o início do ano letivo da universidade, programado para a próxima semana. 

Rafael Fantim, do portal Bonde

Já os servidores da UEL e do Hospital Universitário (HU) realizam manifestações e protestos nesta segunda-feira e iniciam a greve na terça-feira (10) com a paralisação do hospital e da universidade. 

Em entrevista ao portal Bonde, o presidente do Sindiprol/Aduel, Renato Lima Barbosa, afirmou que pelo menos um ônibus com professores vai para Curitiba para se juntar aos servidores que protestam em frente à Assembleia Legislativa. "O clima na capital é de tensão. Nunca se viu tantos policiais na assembleia. A pauta comum de todas as categorias é o pagamento do terço das férias e a retirada de pauta do 'pacotaço' do governador Beto Richa", afirmou. 

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Por unanimidade, Educação deflagra greve geral contra tucano Richa

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Cerca de 10 mil professores, pedagogos e funcionários aprovaram por unanimidade, neste sábado (7), em Guarapuava, greve geral a partir de segunda-feira, dia 9, em todas as 2,1 mil escolas da rede pública do Paraná.

Por Esmael Morais, em seu Blog

Os educadores também decidiram acampar a partir de segunda em frente ao Palácio Iguaçu e à Assembleia Legislativa, que deverá votar a admissibilidade de “comissão geral” (tratoraço) e, na terça, a votação do projeto que retira direitos dos servidores públicos do estado.

Os grevistas igualmente planejam pressionar os deputados estaduais em suas bases, isto é, em seus municípios, com acampamentos em frente às casas dos parlamentares. Além disso, um corpo-a-corpo com os mesmo em escritórios e na Assembleia.

A expectativa é que 20 mil educadores ocupem o Centro Cívico, na terça-feira, contra o ataque do governo Beto Richa (PSDB) à categoria e aos demais servidores.
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Fonte: texto e fotos do Blog do Esmael