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sexta-feira, 30 de abril de 2021

APUFPR: eleição feita ontem deu vitória à Chapa 1

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Saudamos o bem-sucedido processo eleitoral da APUFPR, ocorrido ontem, em plataforma telepresencial devido à pandemia. E comemoramos a vitória da Chapa 1 - "Unidade, Democracia e Luta", apoiada desde o início também por este Blog.

A chapa vencedora, presidida pelo professor Paulo Vieira, da Filosofia, obteve 677 votos (58,5% dos votos válidos), contra 480 alcançados pela Chapa 2 - "Autonomia e Luta". O mandato da nova Diretoria é para o biênio 2021-2023. A posse da chapa eleita também via internet acontecerá na primeira quinzena de maio.

Confiamos que a nova direção docente fará todos os esforços para engajar o máximo de professores nas lutas por suas questões de categoria. Mas também será importante esteio, ao lado de alunos e técnicos, no processo geral de resistência e defesa da UFPR contra as reiteradas tentativas de assassinato orçamentário e político das Universidades Públicas da parte do despresidente genocida e seu parasita Paulo Pinochet Guedes.

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

48 horas de greve pela Educação será votado na Assembleia do Sinditest dia 20/09

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Diante dos severos cortes em verbas de custeio das Universidades e Institutos Federais, cresce a cada dia a indignação e a resistência contra essa medida anti-Educação e anti-Ciência do desgoverno do "capitão".  Até veículos da mídia grande, de TV, rádio e jornais impressos repercutiram as nocivas consequências do estrangulamento de recursos.

Já em 7 de setembro, em muitas cidades do país, houve importantes manifestações em defesa da Educação Pública e da Amazônia salpicada de queimadas criminosas, com a maioria dos ativistas protestando vestidos de preto, em vez do "verde-amarelo" enganoso reclamado pelo traidor da pátria Bolsonaro.

Os movimentos de estudantes, de TAEs e dos professores conjuntamente projetam novas demonstrações, desta vez pela via de uma Greve de 48 horas, orientada pelas entidades UNE, UBES, ANDES-SN e FASUBRA para os dias 2 e 3 de outubro.

Já existe uma Comissão dentro da UFPR discutindo a programação em cada um desses dias, mas o apontado é que o dia 2 seja reservado para atividades dentro das Universidades e Institutos e que no dia 3 os movimentos saiam às ruas do país.

Para aprovar presença em mais essa manifestação e organizar os TAEs para ela, a Diretoria do Sinditest-PR convoca todos e todas a uma Assembleia Geral em 20/09 (sexta-feira), a partir das 14h00, na Sala 2 do Anexo B do Hospital de Clínicas.

Participe! Lute para impedir que o desgoverno federal extermine a Educação Pública Gratuita e mutile ainda mais a democracia e a democracia brasileiras.

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Vestibular da UFPR sob risco de suspensão

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Na tarde de ontem aconteceu assembleia dos professores da UFPR, no anfiteatro 100 do Ed. D. Pedro I.  O nefasto projeto do MEC "Future-se" e as ameaças ao funcionamento da UFPR devido aos severos cortes de verbas de custeio foram debatidos, entendendo-se que tudo isso demanda resistência enérgica e posturas firmes dos movimentos da comunidade.

Em face disso, foram aprovadas duas principais resoluções:

- Construir uma Greve de 48 horas já para 17 e 18 de setembro, ou mais adiante, em 24 e 25/09;

- Indicar a suspensão do Vestibular deste ano, seja porque a UFPR estará em precárias condições de receber novos alunos, seja como forma de sensibilizar toda a sociedade que precisa da Universidade Pública.

Aguarda-se agora como se pronuncia a Administração Central da UFPR acerca da proposição de suspender o vestibular.

Em 17/09 está agendada uma Assembleia Comunitária para avaliar a mesma pauta, reunindo TAEs, docentes e alunos no pátio da Reitoria.

terça-feira, 10 de setembro de 2019

Greve nacional de 48 horas em debate pelos professores da UFPR

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Situações urgentes pedem medidas urgentes: greve de 48 horas se aproxima.

Enquanto as Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes), seus docentes e demais servidores não forem respeitados, mais uma greve nacional da educação se fará necessária.

Seguindo indicação do Setor das Ifes do ANDES-SN, em reunião realizada nos dias 24 e 25 de agosto, a APUFPR convoca todos os docentes, ativos e aposentados da UFPR, para a Assembleia Geral Permanente dos Professores da UFPR na próxima terça-feira (10), para deliberar sobre a Greve Nacional da Educação de 48 horas.

A proposta do Setor das Ifes é que a greve se inicie com um dia de universidade de portas abertas, seguido de 48 horas de paralisação: terça-feira (17) e quarta-feira (18).

Outros pontos importantes estão na pauta, como o projeto "Future-se" e os cortes nos orçamentos nas universidades federais e na pesquisa científica.

A Assembleia da APUFPR ocorre em 10/09, a partir das 14h00, no Anfiteatro 100 do Edifício D. Pedro I
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Fonte: APUFPR

quarta-feira, 30 de março de 2016

Professores de Sociologia da UFPR criticam golpismo em curso no país

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Um Manifesto assinado por docentes de Sociologia da UFPR foi publicado hoje no perfil da rede Facebook da professora Maria Tarcisa Bega, ex-vice-reitora da mais antiga universidade brasileira, com tom de "repúdio à estratégia de certos atores para subjugar instituições públicas aos seus interesses partidários e econômicos, sustentados por argumentos parciais e distorcidos, quando não de inspiração fascista."

Tomadas de posição similares estão acontecendo em todas as Universidades Públicas do país, por parte de professores, alunos e servidores técnicos, refletindo a consciência crescente sobre a ameaça golpista em curso no Brasil sob o disfarce de "impeachment constitucional".

O mundo acadêmico e político toma conhecimento de que uma derrubada de Dilma e da esquerda do Executivo Federal, com a ascensão de Michel Temer e Eduardo Cunha do PMDB, pode redundar na aplicação de políticas tais como as enunciadas no documento "Ponte para o Futuro" (do PMDB, divulgado em outubro passado).

Este documento foi analisado em detalhe pelo senador Roberto Requião, que, entre outros, faz o seguinte alerta:

"[O documento 'Ponte para o Futuro' propõe] Novo regime orçamentário, com o fim de todas as vinculações de receitas. Dito dessa forma, parece uma medida burocrática. Mas é simplesmente o fim de todo o modelo de financiamento da Educação e da Saúde Pública brasileira."

Em razão disso e do risco de golpe, também os servidores técnicos e os estudantes se mexem para criar Comitês pela Democracia, para lutar contra o retrocesso.  A reunião dos técnico-adminstrativos está marcada para 01/04, a partir das 09h00, na sede social do Sinditest e a reunião dos estudantes, comandada pela UPE, será no mesmo dia, às 19h00, na sala 405 do Edifício D. Pedro I-Reitoria.  Todos estão convidados para esta luta.


Confira abaixo a íntegra do Manifesto da UFPR e os docentes subscritores:

"MANIFESTO DOS DOCENTES DA SOCIOLOGIA DA UFPR

Os abaixo-assinados, docentes do Departamento de Sociologia da Universidade Federal do Paraná, manifestam repúdio à estratégia de certos atores para subjugar instituições públicas aos seus interesses partidários e econômicos, sustentados por argumentos parciais e distorcidos, quando não de inspiração fascista. Somos favoráveis à investigação de todas as formas de corrupção, pois disso depende o aperfeiçoamento e consolidação do processo democrático no Brasil. Mas somos veementemente contrários à instrumentalização arbitrária de recursos jurídicos, políticos e midiáticos com o objetivo de fragilizar e afastar a Presidenta da República, desrespeitando resultados das eleições presidenciais e ameaçando conquistas sociais recentes.

Manifestamos nosso apoio ao Estado democrático de direito!

Curitiba, 29 de março de 2016."

Rodrigo Czajka; Alexandro Dantas Trindade; Maria Tarcisa Silva Bega; Alfio Brandenburg; 
Pedro Rodolfo Bodê de Moraes; Ana Luisa Fayet Sallas; Maria Aparecida da Cruz Bridi; Ricardo Costa de Oliveira; José Luiz Fernandes Cerveira Filho; Miriam Adelman; Osvaldo Heller Silva; Simone Meucci; Angelo José da Silva; José Miguel Rasia.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Mais um massacre: Beto Richa anuncia 5%, descontos e processos

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Desconto de dias parados, processos contra diretores(as), 5% de reajuste de acordo com disponibilidade financeira do Estado e encerramento das negociações com servidores(as). Estas foram as medidas anunciadas ao final da manhã de hoje (14) pelo governo do Estado, novamente, sem debate com as categorias.Após uma reunião que serviu apenas para marcar outra, ocorrida na última terça (12), o governo lança novo ataque contra as categorias. 

Além de não cumprir a lei do Piso que estabeleceu a partir de janeiro um reajuste de 13,01%, agora pretende descumprir a lei estadual da data-base que determina, em maio, a reposição da inflação dos últimos 12 meses. Este índice deve ficar em torno de 8,17%. O governo, porém, anuncia apenas 5% em duas parcelas e sem data para pagamento.Para o presidente da APP-Sindicato, professor Hermes Leão, isso é uma afronta aos(às) servidores(as) que tentam desde o início do ano diálogo com este governo. 

"Além de nos receber com bombas e violência no dia 29, agora lança outro ataque: aos nosso direitos”, afirma. Segundo ele, o governo do Estado, através do secretário da Fazenda Mauro Ricardo Costa - que já passou por governos tucanos em São Paulo, Minas e Bahia -, tenta estabelecer um projeto que penaliza os(as) servidores(as) pelo rombo nas contas do Estado. “Não pagaremos essa conta”, conclui Leão.

A APP repudia a nota divulgada à imprensa, reafirma que sempre esteve aberta ao diálogo e espera que o governo reveja sua postura autoritária e retome as negociações. A greve continua e, amanhã (15), o comando estadual de greve deverá fazer as avaliações sobre o momento. Não há, a princípio data para realização de assembleia e o sindicato tomará todas as medidas, sejam jurídicas ou administrativas, para defender a categoria.
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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Professores apoiam Dilma e causam crise de urticária na Diretoria da ANDES-SN

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Na última 5a.feira (11), reitores de 54 Instituições Federais de Ensino Superior encontraram-se com a Presidenta Dilma para manifestar apoio à sua reeleição.  Esses docentes reconhecem os grandes avanços realizados nos mandatos de Lula e Dilma na área da Educação, com o aumento de recursos financeiros às IFES, a expansão do número de IFES no país (mais de 15, sendo 3 no Paraná, incluindo a evolução do antigo CEFET) e também das vagas nas IFES já existentes. Além disso, haverá o aumento de recursos, decorrentes dos royalties do Pré-Sal, bem como o PNE aprovado.

Tais professores nada mais fazem do que entender o cenário desenhado da sucesão presidencial, onde não há "terceiras vias", mas apenas dois projetos em disputa: ou se prossegue avançando nas mudanças iniciadas por Lula em 2003, reelegendo Dilma, ou se retrocede ao velho projeto ortodoxo neoliberal representado por Aécio ou Marina.  São reitores, mas são também cidadãos eleitores, com um papel de liderança política em suas comunidades, e estão em seu direito de manifestar opinião pessoal, de indicar uma direção política a quem lhes quiser saber essa opinião.

Triste seria ver acadêmicos lavando as mãos, quando existe risco real de retrocesso nas conquistas educacionais até aqui obtidas, risco de se voltar ao tempo de brutais cortes nos orçamentos das IFES e até PDVs (Planos de Demissão Voluntária dos tempos de FHC).


Já a Diretoria da Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior (ANDES-SN) - por estar na oposição a tais mudanças, fazendo coro com a oposição política de direita do PSDB, DEM, PSC e outros - teve uma "crise alérgica" com a posição dos reitores das ANDIFES, e até emitiu nota de repúdio.  Claro, a ANDES-SN preferiria manifestação de apoio a algum candidato presidencial da ultraesquerda, sem a menor chance de vitória, que é como anda também o movimento docente capitaneado pela ANDES.  

Certos estão os reitores, eles estão no seu direito de tomar posição pública pessoal se assim o quiserem (não em nome da IFES que dirigem, é claro). Igualmente a Direção da ANDES-SN pode publicar sua posição de preferência por este ou aquele candidato.  Faz parte da democracia, mas não emitir repúdios porque alguém simplesmente declara sua posição.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Professores da UFPR aprovam suspensão da greve nacional

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Há cerca de meia hora, a assembleia geral dos professores da UFPR votou por muito ampla maioria a suspensão da greve iniciada em 17 de maio.  Segundo informação da mesa dirigente da reunião, a suspensão da greve implica que ainda se manterão em funcionamento os Comandos Local e Nacional do movimento, agora basicamente com a função de acompanhar desdobramentos do PL 4368/12 (do reajuste salarial oferecido pelo MPOG e outros temas ligados à carreira). 

O retorno às aulas ocorre na próxima segunda-feira (17/09) e o Conselho de Ensino e Pesquisa (CEPE) da UFPR deverá aprovar novo calendário acadêmico para reposição das aulas.

MPF vai entrar com ação para volta imediata das aulas na UFPR

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O Ministério Público Federal do Paraná (MPF) pretende entrar nesta quarta-feira (12) com uma ação civil pública contra a Universidade Federal do Paraná, o Sindicato Nacional dos Docentes do Ensino Superior (Andes-SN) e a Associação dos Professores da Universidade Federal do Paraná (Apufpr) para que as aulas dos dois últimos períodos de todos os cursos retornem imediatamente.

Com 119 dias de paralisação, a Apufpr agendou para esta quinta-feira (13) uma assembleia que discutirá a suspensão da greve. De acordo com o presidente do sindicato, Luis Allan Künzle, a decisão do MPF também entrará em discussão e poderá provocar o encerramento da paralisação. Nesse caso, o sindicato disse que continuará tentando reabrir as negociações com o governo. “Mesmo se for decidido o fim da greve, não vamos deixar de pressionar o governo para as reivindicações da categoria”, afirmou Künzle.

No entendimento do MPF, a paralisação total dos serviços educacionais da universidade é abusiva e a situação dos alunos dos últimos períodos é ainda mais grave, visto que os estudantes podem sofrer com prejuízos irreparáveis. O MPF ainda informou que, se a greve for mantida por mais alguns dias, não haverá tempo suficiente para que haja readequação nos calendários letivos.


Assembleias anteriores
No dia 5 de setembro, os professores da UFPR decidiram em assembleia manter a paralisação, em uma votação acirrada e tensa: foram 238 votos dos presentes contra e 225 a favor do retorno das aulas. Após a votação, os professores descontentes esvaziaram a assembleia e não quiseram discutir os outros pontos da pauta.

No fim do mês de agosto, o reitor da UFPR Zaki Akel Sobrinho afirmou que, se as aulas voltassem em setembro, o calendário letivo poderia se estender até o final de março de 2013. Com a permanência da paralisação, ainda não há previsão de novo calendário.
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Fonte: Gazeta do Povo-13/09/2012

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Greve docente prossegue mas já não empolga ampla maioria

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Por apenas 13 votos de diferença na assembleia realizada em 5 de agosto, foi mantida a greve dos professores da UFPR.  No auditório da administração do Centro Politécnico, onde reuniram-se cerca de 500 professores, foram 238 votos defendendo manutenção da greve e 225 por sua suspensão nacional.  Não está anunciada ainda uma nova assembleia no site da APUFPR.  Assembleia dos docentes da UTFPR também manteve a greve.

Em nível nacional também já não é ampla a maioria que propõe a continuidade da paralisação. O quadro do CNG-ANDES sobre a rodada de assembleias de base da semana que passou mostra que 17 IFES optaram pela manutenção da greve, mas 13 propuseram a suspensão (segundo comunicado do CNG de ontem).  Com este placar, o CNG-ANDES indica a continuação da greve e tentará intensificar contatos junto a parlamentares do Congresso Nacional para intervir sobre o conteúdo do PL 4368/12 e reabrir negociações com o MPOG.

Tarefas bastante difíceis, uma vez que o Governo se mostra inflexível em sua disposição de não mais negociar e de aprovar como está o PL 4368, além do que praticamente todos os parlamentares estão de olhos mais voltados para as eleições municipais do que com o que tramita no Congresso.
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Foto: APUFPR


terça-feira, 4 de setembro de 2012

Assembleia dos professores da UFPR debate suspensão da greve na quarta-feira, 5

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O Comando Local de Greve dos professores da UFPR está convocando assembleia geral extraordinária nesta quarta-feira (5/9), para debater a continuidade ou não da greve, bem como o que o movimento docente fará em relação ao Projeto de Lei 4368/2012 (resultante do acordo de reajuste salarial assinado entre MPOG e PROIFES-Federação).

A assembleia será  no Auditório de Administração do Centro Politécnico, a partir das 14 horas.  A pauta inclui também avaliação do andamento da negociação em torno da pauta local.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Indecisa, ANDES joga para as bases como resolver a greve dos professores

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Em um Comunicado Especial datado de ontem (2/9), o Comando Nacional de Greve da ANDES-SN não sugere nenhum indicativo sobre o que fazer com a greve dos professores iniciada em 17 de maio.  O CNG limita-se a dizer que, por enquanto, a greve continua, e que as associações docentes devem fazer assembleias nas quais, desta vez, fica "autorizado" fazer o debate sobre manter ou findar a greve, bem como de qual data seria a melhor para uma saída unificada. Na assembleia de greve da APUFPR da semana passada, a mesa impediu que a continuidade da greve fosse posta em discussão e voto.

Portanto, nesta semana mais curta, de 3 a  6 de setembro ocorrerão assembleias de base dos professores analisando se mantêm ou suspendem a greve. Durante o feriadão, o CNG-ANDES irá tabular o resultado dessas assembleias e, possivelmente, só a partir do próximo final de semana aponte uma interrupção de greve, a qual ainda terá de ser ratificada por nova rodada de assembleias de base na semana que vai de 10 a 14/09.  Até este momento, o site da APUFPR não informa quando será a assembleia dos professores da UFPR.

O Governo, via MPOG, já afirmou categoricamente que não negocia mais nada com o CNG-ANDES e encaminhou o Projeto de Lei 4368/12, que embute o acordo salarial firmado com a outra entidade nacional docente, o PROIFES-Federação.  Nem o MEC deu sinal de que receberia em audiência o CNG-ANDES.


Eleição da Reitoria da UFPR
Em meio ao quadro de incerteza sobre a data de volta dos professores ao trabalho, a Comissão Paritária de Consulta (CPC), organizadora da eleição direta para a Reitoria, ainda não tem como definir os dias para a consulta.  Fala-se em 26-27/09 para realizar a eleição, mas se o fim da greve ainda demorar, essa data poderá ser remarcada para 3 e 4 de outubro, de modo a dar minimamente algum tempo para que os alunos, voltando às aulas, possam se inteirar das propostas das candidaturas de Maria Tarcisa e de Zaki Akel.      

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Professores da UFPR mantem greve

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Os professores da Universidade Federal do Paraná decidiram permanecer em greve na assembleia realizada na tarde desta quinta-feira (30). A maioria dos cerca de 350 docentes presentes optou por não colocar o fim da greve em pauta nesta assembleia, mas só na próxima semana, quando o Andes-SN, maior sindicato nacional da categoria, deverá fazer o mesmo.

Na assembleia, o plenário também decidiu colocar em pauta para votação na próxima sessão a possibilidade dos professores da UFPR tomarem posição sobre a greve com autonomia, independentemente das indicações do Andes sobre o assunto. Na sessão, que foi bastante tumultuada, muitos professores se manifestaram publicamente a favor de que o fim da greve fosse votado já nesta quinta e que a Apufpr, sindicato dos docentes da instituição, respeitasse com prioridade o desejo dos professores e não as diretrizes da Andes.

O sindicato que reúne os docentes da UFPR, Apufpr, alega que, ao contrário do que diz o governo, a proposta oferecida não valoriza os professores com maior titulação, já que os aumentos salariais não priorizam os docentes nessas condições. O reajuste oferecido – 25% a 40%, até 2015 – também foi criticado por não garantir que serão repostas as perdas inflacionárias nos próximos três anos. Como não existe data-base para os servidores federais, caso a inflação do período seja maior, o sindicato teme não poder negociar até 2016.

A presidente do Andes-SN, Marinalva de Oliveira, protocolou no dia 23 de agosto, no Ministério do Planejamento, uma contraproposta dos professores à pasta. Mesmo assim, o governo reafirmou ter encerrado as negociações com a categoria. O sindicato tenta agora parceria com senadores e deputados para tentar convencer o governo a voltar a conversar com os docentes.
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Fonte: Gazeta do Povo



segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Assinado Termo de Acordo ente PROIFES e Governo

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Na tarde da última sexta feira (3), após dois dias de negociação, foi finalmente assinado Termo de Acordo entre o PROIFES e o Governo reestruturando as Carreiras do Magistério Superior (MS) e do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT), reajustando salários para implantação em três parcelas – março de 2013, março de 2014 e março de 2015 – e constituindo Grupo de Trabalho para tratar de questões pendentes, inclusive as relativas ao acompanhamento do plano de expansão das universidades e institutos federais. Mais informações aqui.

O PROIFES-Federação representa sete universidades federais e um instituto técnico, que englobam cerca de 20 mil docentes. Em plebiscito eletrônico, realizado com 5.222 profissionais, 74,3% se mostraram favoráveis ao fim da greve. A entidade vai promover a partir de 6/8 assembleias nas bases para decidir se os professores vão retornar às salas de aula.

Pelo Termo de Acordo, os percentuais de reajuste, em relação aos salários atuais, variarão:
- entre 13% e 32%, em março de 2013;
- entre 19% e 36%, em março de 2014; e
- entre 25% e 44%, em março de 2015.

As associações docentes filiadas à ANDES-SN continuam rejeitando a proposta feita pelo governo e mantem a greve; leia aqui as razões para isso..
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Fontes: com informações do PROIFES e Agência Brasil

sábado, 28 de julho de 2012

Greve dos professores na encruzilhada

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Diante da segunda proposta do Governo ofertada na mesa de negociação, as duas entidades nacionais do movimento docente - ANDES e PROIFES - adotam orientações antagônicas. O PROIFES-Federação aceita a proposta e orienta suas associações docentes filiadas a prepararem o final da greve.  A ANDES entende que a diferença básica da proposta nova para a anterior foi melhorar um pouco os índices de reajuste sem mexer na desestruturação da carreira e por isso indica às assembleias de base que a rejeitem, mantendo a greve (neste link, uma análise do CNG-ANDES sobre a nova proposta).

Das assembleias que já aconteceram nesta semana que finda, onze rejeitaram a nova proposta do MPOG:  UFRJ, UFSM, UFPE, UFRPE (Rural de Pernambuco), UFES, UFU (Uberlândia), UnB, UFPB, UFBA, UFPel (Pelotas) e UFRRJ (Rural do Rio). Já na UFSCar (São Carlos), a assembleia aceitou a proposta do governo, mas foi aprovado fazer um plebiscito sobre o final da greve.

Na UFPR, o Comando Local de Greve da Apufpr fará sua assembleia na segunda-feira (30), a partir das 14h00, no auditório do prédio da administração do Centro Politécnico.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Reprovar a proposta do governo e manter negociação, afirmam docentes em greve

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Diferente do que está sendo noticiado na grande mídia, os professores das universidades e instituições federais, em greve há 46 dias, reprovaram a proposta do governo federal apresentada na sexta-feira (13). Segundo o Comando de Greve Nacional da Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior (Andes-SN), a orientação é de “reprovar a proposta apresentada pelo governo, com definição de estratégias para dar continuidade ao processo de negociação” e não simplesmente rejeita-la.

Durante toda esta semana, os sindicatos da categoria discutirão e votarão a proposta. Entre as orientações gerais do Comando de Greve Nacional também está a reafirmação da proposta de carreira aprovada pelo Andes-SN, manutenção e intensificação da greve com ampliando da paralisação das atividades e exposição de uma análise crítica da proposta do governo.

Até agora, segundo balanço dos servidores, há adesão, total ou parcial, em 56 das 59 universidades federais, em 34 dos 38 institutos federais, e nos dois Centros de Educação Tecnológica (Cefets), além do Colégio Federal Pedro II.

A próxima rodada de negociação entre os trabalhadores e o Ministério do Planejamento já está marcada para segunda-feira (23), às 14h, com o secretário da Pasta, de Relações do Trabalho, Sérgio Mendonça.

A proposta de governo, que prevê ao longo dos próximos três anos, a partir de 2013, um aumento na remuneração somente do professor titular com dedicação exclusiva, de R$ 11,8 mil para R$ 17,1 mil. Somente neste caso o reajuste é de 45%, como anunciou o governo. Já ao doutorado com dedicação exclusiva a proposta é de salário inicial de R$ 8,4 mil. A remuneração dos professores que já estão na universidade, com título de doutor e dedicação exclusiva, aumentaria de R$ 7,3 mil para R$ 10 mil.

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domingo, 15 de julho de 2012

Reajuste de professores deverá ter impacto de R$3,9 bilhões

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O governo federal apresentou na sexta-feira (13/7) sua proposta de reajuste salarial a todos os professores das universidades e institutos federais, que deflagraram greve em 17 de maio reivindicando, principalmente, restruturação de carreira. A partir de 2013, os profissionais de dedicação exclusiva doutores terão em média um reajuste de 35%, podendo chegar a 45% em uma das categorias. Ao longo dos próximos três anos, a remuneração do professor titular com dedicação exclusiva passará de R$ 11,8 mil para R$ 17,1 mil.

Enquanto isso, os mestres ganharão reajuste médio de 25%. Em ambos os casos, quanto mais tempo de carreira, maior o salário. A estimativa do Ministério do Planejamento, que estruturou as medidas em parceria com o Ministério da Educação (MEC), é de beneficiar os 143 mil docentes federais — ativos e inativos — ao fim de três anos (2015). O impacto nas contas públicas será de R$ 3,9 bilhões por ano.

O anúncio foi feito pelos ministros da Educação e Planejamento, Aloizio Mercadante e Miriam Belchior, respectivamente. No mesmo horário, representantes do Comando Nacional de Greve, além de membros do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe) e do Sindicato de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes) participavam de uma reunião com o secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça.
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Fonte: Correio Braziliense-14/07/2012

terça-feira, 19 de junho de 2012

Greve dos professores prossegue sem proposta do governo

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Nos meios de imprensa circulou a notícia de que o governo federal estaria já com uma contraproposta de Plano de Carreira para os professores, o principal item de sua greve, que já completou um mês. Uma reunião entre os dirigentes da greve e o Min. Planejamento estava agendada para a manhã de hoje (19), mas foi o próprio secretário de relações do trabalho do MPOG (SRT), Sérgio Mendonça, quem telefonou para os grevistas desmarcando a conversa.

Segundo o secretário da SRT, eles próprios no governo não conseguiram organizar uma reunião com toda a equipe de governo para acertar propostas ao Plano de Carreira e seus impactos financeiros para 2013. Também pôs a culpa na Conferência da ONU Rio +20, que estava ocupando muito o tempo das autoridades. Jogou a próxima negociação para a semana que vem, sem definir uma data.

A greve docente, assim, prossegue, e seu Comando Nacional em Brasília realizará um ato hoje de manhã, defronte ao Ministério do Planejamento. Nas universidades paralisadas estão programadas vigílias e manifestações de protesto. Na UFPR, a próxima assembleia está marcada para o dia 21, no auditório da Administração do Centro Polítécnico, a partir de 14h30.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Professores começaram greve ontem com aula-assembleia no pátio da Reitoria

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Dando consequencia à sua deliberação de assembleia da segunda-feira passada, os docentes da UFPR começaram oficialmente às 18 horas de ontem (17) sua paralisação, acompanhando movimento nacional puxado pela ANDES-SN.  A partir das 14h00 de ontem realizaram uma "aula" no pátio da Reitoria da UFPR para expor a todos as motivações salariais e gerais pelas quais entram em greve.  


Centenas de pessoas,  entre as quais grande número de estudantes, participaram da atividade, desenvolvida pela professora Astrid (Educação Física) e pelo professor Luiz Allan, atual presidente da APUFPR.  Segundo relato do comando do movimento docente local, já haveria 33 IFES aderindo à paralisação.

O movimento dos técnicos aguarda os debates da Plenária Nacional da FASUBRA, que se reúne neste fim de semana (depois da caravana a Brasília realizada ontem), para dar os próximos passos em sua Campanha Salarial 2012.  Sem sinais positivos, até agora, da disposição do MPOG de negociar favoravelmente a pauta da FASUBRA, está indicado o início de nova greve nacional dos técnicos para 11 de junho.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Greve nacional de professores indicada para 17 de maio

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Sem acordo nas negociações até agora com o governo federal, a ANDES-SN está indicando greve nacional dos professores para  17 de maio.  Para debater sua adesão ou não a esse indicativo e as condições de mobilização da categoria docente, a APUFPR-SSind fará assembleia geral no próximo dia 14 (2a.-feira).  A assembleia ocorrerá no auditório do Setor de Ciências Sociais Aplicadas (campus Botânico) a partir das 14 horas.

Hoje e amanhã também estão se dando nas IFES as eleições diretas da nova diretoria da ANDES-SN, pleito que não chega a atrair maior interesse dos docentes inclusive por só haver uma chapa (de situação) concorrendo.