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quinta-feira, 4 de julho de 2019

Contra-reforma da Previdência aprovada na Comissão Especial da Câmara

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Foram 36 os traidores dos trabalhadores que votaram hoje, 4/7, a favor da proposta de fim do acesso à aposentadoria (vulgo "Reforma da Previdência") na Comissão especial da Câmara dos Deputados.  

Eles aprovaram um texto-base, que ainda pode sofrer modificações.  No parecer aprovado, elaborado por um deputado federal tucano paulista, ao menos ficou de fora a proposta de mudar radicalmente o sistema previdenciário.  O pitbull do ministério da Economia do DesPresidente Boçal, o Paulo Guedes, hiperliberal, queria acabar com o atual sistema e mudá-lo para o modelo de capitalização, que não deu certo em outros países.  

Se, no original enviado à Comissão Especial, a proposta era horrorosa, agora ficou "só" bem ruim!  De toda forma, os trabalhadores mais pobres, em especial as mulheres, serão os mais prejudicados, enquanto os maganos ficam na boa, sonegando impostos.

Agora, essa porcaria de proposta aprovada vai para discussão e votação no plenário da Câmara, em dois turnos. Por ser uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional), ela precisa de 308 votos dos parlamentares (do total de 513), nas duas votações.  Caso aprovada na Câmara, será enviada ao Senado.

As Centrais Sindicais, depois da grande greve geral de 14 de junho, estão passando um abaixo-assinado contra a Reforma, em todo o país. Serve para manter o pique, enquanto se preparam novas manifestações de massa nas ruas contra esse ataque aos trabalhadores.  E dia 12 de julho, a UNE e as Centrais fazem um Ato de protesto em Brasília.

Quem foram os parlamentares paranaenses antipovo e antitrabalhador que votaram a favor dessa desgraça? Aí vai a relação:

  1. DIEGO GARCIA (partido PODEMOS)
  2. FILIPE BARROS (partido PSL, o mesmo do Boçalnaro)
  3. PAULO MARTINS (partido PSC)
  4. REINHOLD STEPHANES JR. (partido PSD)
  5. TONINHO WANDSCHEER (partido PROS)
Além desses, poderíamos mencionar a famigerada "jornalista" plagiadora JOICE HASSELMANN, eleita deputada federal pelo PSL de São Paulo, porque essa senhora (hoje apelidada de "Joice Peppa" ou "Dona Redonda") passou muitos anos em Curitiba, pagando de "moralista" e enganando muita gente com o "jornalismo" que fazia.  A coisa sujou para ela aqui, então se mandou para Sampa, onde foi demitida até da revista Veja.  Mas se elegeu, surfando na onda de extrema-direita do Boçal do PSL.

Veja na figura abaixo os parlamentares que votaram CONTRA a desgraça da Reforma.  Do Paraná, votaram ao lado dos trabalhadores o deputado Aliel Machado (PSB) e a deputada Gleisi Hoffmann (PT).


quarta-feira, 12 de junho de 2019

Greve Geral Nacional em 14 de junho! Salvemos nossas aposentadorias!

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Depois de duas colossais manifestações que sacudiram de norte a sul o Brasil - em 15 e em 30 de maio - agora trabalhadoras, trabalhadores, estudantes, professores, o povo explorado e oprimido em geral partem para a grande Greve Geral de 14 de junho.  Esta poderá ser a maior demonstração de repúdio ao desgoverno do "tenente" Jair Boçalnaro, o louco pornográfico e fascista.  

Os três eixos fundamentais desta Greve Nacional são:

- Contra a Reforma criminosa antipopular da Previdência;

- Contra os cortes de verbas das Universidades Públicas, em defesa da Educação, da Ciência e da Cultura;

- Por uma verdadeira política de empregos.

Na noite de ontem, mais de 200 ativistas de sindicatos, organizações estudantis e populares, e partidos de esquerda, reuniram-se na sede da APP-Sindicato para definir os últimos preparativos da grande Greve e a programação do dia de greve propriamente dito.  Um raro quadro de completa unidade de TODAS as Centrais Sindicais do país. A foto abaixo mostra um pouco do espírito guerreiro desses - estes sim! - verdadeiros patriotas, democratas e defensores dos trabalhadores.


Confira abaixo como fica a programação geral e para o campus de Curitiba da UFPR:

* 06h30: na troca de turno do HC, panfletagem e confecção de faixas, cartazes e "pirulitos", alusivos ao temário da greve (nas entradas do hospital e no estacionamento do HC).

* 07h30: Concentração dos ativistas da UFPR no pátio da Reitoria, com café da manhã.

* 10h00: passeata do pátio da Reitoria para encontrar os demais manifestantes diante do Palácio Iguaçu (onde já estarão companheiros/as dos mais variados setores e os que vierem dos piquetes matinais).

* 11h00: início de concentração diante do Palácio Iguaçu.

* 13h00 ou 13h30: passeata desde o Centro Cívico até a praça Santos Andrade.

* 14h00: segunda concentração, com afluência de mais setores, na praça Santos Andrade (e também diante do simbólico prédio do INSS).

* A partir da praça, a manifestação poderá se deslocar no trajeto tradicional pela rua Marechal Deodoro, em direção à Boca Maldita (onde poderá ser finalizada toda a manifestação ou talvez prosseguir mais, até a praça Rui Barbosa).

COMPANHEIROS e COMPANHEIRAS!

De nosso espírito indômito e de luta dependerá o destino de nossas aposentadorias, de nossa Educação Pública Gratuita, da soberania nacional e da democracia! Repudiaremos o não-presidente e seu clã miliciano que só pensa em políticas de morte para a população e poderemos descortinar um futuro que não seja sombrio como neste momento ainda parece ser.  Vamos à luta!  Vamos construir a grande Greve Geral Nacional de 14 de junho!

quinta-feira, 4 de abril de 2019

O ministro do Boçal tigrão de dia e tchutchuca de noite

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Deputado paranaense põe a nu quem é de fato o banqueiro Paulo Guedes, ministro da economia do fascista presidente Boçalnaro.  Guedes, o hiperprivatista que quer acabar com a aposentadoria dos trabalhadores, veste a carapuça, perde a calma fingida e foge da reunião da CCJ ontem.

quarta-feira, 3 de abril de 2019

Mais duas das Dez Mentiras sobre a Previdência e a terrível proposta boçalnarista de reforma-lo

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Passamos a publicar aqui dez questionamentos e informações acerca do sistema de Previdência do nosso país e porque a proposta de "reforma" dele formulada pelo desgoverno Mijair Boçalnaro é um brutal ataque contra os trabalhadores. Aí vão as Mentiras 3 e 4.



quinta-feira, 21 de março de 2019

Duas tuitadas interessantes

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A turma canalha propineira (R$2,5 bilhões da Fundação Quadrilhão, extraídos da Petrobras, certo?) da LavaJato se bate para lá e para cá como bicho atingido quase mortalmente. E tenta revidar.

O tuíte do Palmério, sobre o 'racha' do Bloco do Golpe, é auspiciosa, pois pode indicar uma derrota histórica da iniciativa do Boçal com sua diabólica proposta de "reforma" da Previdência Social.  E se essa "reforma" for rejeitada, adeus, Boçal, você será rifado pelas mesmas elites que hoje o bancam!

quarta-feira, 20 de março de 2019

Reforma da Previdência do Boçal: entenda melhor para não ser enganado pelos espertos

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Entenda melhor o que é a contra-reforma da Previdência Social que o presidente miliciano Jair Boçalnaro quer impingir sobre os bolsos e as costas do sofrido povo brasileiro. Este vídeo, de 9 minutos, é bem didático na explicação.  Tenha paciência e assista até o fim.

E dia 22 de março, próxima sexta-feira, a partir das 9 da manhã na Boca Maldita, vá à luta contra essa "reforma", ao lado de todas as Centrais Sindicais e das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo!  Se não puder acompanhar a manifestação desde as 9 horas, esteja 11h30 no prédio do INSS na praça Santos Andrade, para onde a passeata se dirigirá.

terça-feira, 19 de março de 2019

Lutar agora contra a Reforma da Previdência! Ou morrer trabalhando sem se aposentar

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O déficit da Previdência Social é uma balela, vendida diariamente pelo governo federal do presidente Boçalnaro e pela grande mídia amiga de banqueiros gordos. Até por isso, baixaram uma ordem no INSS de que nenhum servidor do órgão pode abrir o bico para responder a perguntas de quem quer que seja!  Porque, se forem questionados, a certa altura acabarão admitindo a verdade da ausência do déficit.

A proposta de Boçalnaro/Paulo Guedes para a contra-reforma da Previdência é inteiramente desfavorável aos trabalhadores, aos idosos pobres e segmentos da população que dela dependem para ao  menos sobreviver neste Brasil de recessão. Aliás, por essa esdrúxula proposição, quem quiser se aposentar com 100% dos vencimentos da ativa terá de contribuir por 40 anos! 

E talhada a proposta para agradar os banqueiros, que esfregam as mãos sonhando com as futuras contas de previdência privada, no modelo de "capitalização", altamente injusto e inseguro, a tal ponto que no Chile esse modelo tem levado idosos até ao suicídio, quando vão aos bancos e financeiras, e descobrem que não há um tostão em suas contas!

A proposta da contra-reforma já está nas mãos do porquinho Felipe Francischini, filho do delegado valentão que se borrou diante da greve da APP em 2015, incrivelmente eleito presidente da mais importante comissão de trabalho da Câmara Federal (CCJ - Comissão de Constituição e Justiça, que admite a constitucionalidade da proposta ou não).  O porquinho Francischini espera concluir votação dessa proposta diabólica na CCJ ainda em abril, e a partir dali ela vai a debate no plenário com todos os deputados e deputadas (onde precisa granjear o voto de 308 parlamentares).

Ora, desde já é preciso denunciar essa proposta antipovo e lutar contra ela, nas ruas e no parlamento! 

Por isto, todas as Centrais Sindicais (eu disse TODAS) organizam o dia 22 de março como um primeiro Dia de Luta contra a Reforma da Previdência do BoçalNazi.  Além das Centrais, as Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo estão empenhadas nessas batalhas.  Todos nós do povo, atingido em cheio em seus direitos por essa aberração, precisamos participar das lutas e greves que forem convocadas, em especial os mais jovens, que no futuro serão terrivelmente penalizados em caso de aprovação da abjeta  matéria.

Em Curitiba, o dia 22 consistirá de uma primeira concentração e ato público na Boca Maldita, a partir das 9 da manhã, seguido de marcha pela Rua XV até o prédio do INSS na praça Santos Andrade.  Vamos lá, pessoal, antes que seja tarde demais!!

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Reforma da Previdência: regime de capitalização só favorece bancos

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Em meio à crise política que envolve seu governo, Jair Bolsonaro foi à Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (20/02), para entregar sua Reforma da Previdência. O texto, ao lado do pacote anticrime de Sergio Moro, vem sendo anunciado como a “menina dos olhos” do governo Bolsonaro e a salvação do Brasil, mas pode não ter o objetivo pretendido no Parlamento.

Isso porque o texto oficial (PEC 6/2019) já chega com uma enxurrada de críticas no Congresso e com a dúvida da capacidade de articulação do governo Bolsonaro para manter sua base por perto na defesa da matéria. “A única coisa que tem unido esse governo é a Reforma da Previdência, o que significa uma unidade em torno da retirada de direitos dos trabalhadores e do povo. Mas não aceitamos a liquidação da Previdência pública. O mercado financeiro já toma conta do financiamento das nossas casas, dos cartões de crédito, de boa parte dos planos de saúde e agora querem dar para eles a Previdência? A Previdência pública é uma conquista importante do povo e está sendo ameaçada. Mas vamos reagir à essa reforma”, destacou a presidente nacional do PCdoB, Luciana Santos.

A capitalização da Previdência é a essência da proposta defendida por Bolsonaro e sua equipe. Com este modelo, cada trabalhador financiará a própria aposentadoria por depósitos em uma conta individual, acabando assim com a repartição, onde os trabalhadores da ativa bancam os benefícios de quem já se aposentou.

Para a líder da Minoria, deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), o modelo defendido por Bolsonaro e seu guru, o ministro da Economia, Paulo Guedes, só beneficia o mercado financeiro. 

Quando você pega a aposentadoria do servidor público ou mesmo do trabalhador do regime geral, que tem o teto do INSS, e joga nos bancos privados, esses bancos usarão esse dinheiro com contribuição definida, ou seja, você sabe com quanto contribui, mas não sabe com quanto se aposenta. Essas são as chamadas aposentadorias de risco. Eles querem que o trabalhador deixe uma previdência segura, redistributiva, inter-geracional, para cair nos bancos, que, certamente, trarão um teto mais baixo”, explicou.

Para ela, o discurso do “combate aos privilégios”, é mais uma mentira do governo, visto que o texto apresentado retira apenas “direitos dos mais pobres, para favorecer os grandes bancos”. “Não mexe com sonegação, não mexe com o grande capital e favorece o sistema financeiro contra os mais pobres”, pontuou Jandira.

Entre outros pontos, a PEC 6/2019 estipula uma idade mínima de 62 anos para mulheres e 65 anos para os homens, com tempo mínimo de contribuição de 20 anos no regime geral para se aposentar, mas violenta professores e trabalhadores rurais com regras mais duras. De acordo com o texto, trabalhadores rurais, que hoje podem se aposentar com 55 anos, no caso das mulheres, e 60, no caso dos homens, ou com 15 anos de contribuição, passarão a ter que ter 60 anos, para ambos os sexos, e 20 anos de contribuição. Já no caso dos professores, para quem não havia idade mínima, e o tempo de contribuição ficava em 25 anos para mulheres e 30 para homens, terão que ter 60 anos, para ambos os sexos, e 30 anos de contribuição para receber o benefício.

Esse texto vem com muitas maldades. A diferença de idade está apenas no regime geral, mas se olhamos mulheres rurais e professoras, a idade é a mesma. As mulheres rurais têm jornada extenuante e o tempo de contribuição aumentado. Depois, o BPC, que é pago às pessoas, na assistência social, que estão na linha da miséria, reduziu de um salário mínimo pra R$ 400 acima de 60 anos e só alcançará um salário depois de atingir 70 anos. Pessoas aposentadas por incapacidade, por invalidez, que tinham o benefício integral, deixam de ter e passam a ter um cálculo perverso a partir do tempo que contribuíram. Esse é o texto que este governo apresenta, sendo que em nenhum momento na campanha eleitoral ele disse que faria essa proposta. Isso não foi discutido com a sociedade”, criticou a líder da Minoria.

Bolsonaro assume a pauta da Reforma da Previdência, denominada “Nova Previdência”, com o discurso de que ela é salvação para a economia. Jandira Feghali, no entanto, tem outro entendimento. Para ela, é a economia que salva a Previdência e cobra outras medidas por parte do governo. “Temos que entender que tem R$ 460 bilhões de dívidas com a Previdência que não são cobradas. São empresas grandes que deixam de pagar a Previdência, num grande esquema planejado de sonegação, e que não são cobradas como deveriam pela União e pelos órgãos de fiscalização”, afirmou.

Para ela, o sistema de proteção social, previsto no texto constitucional, é uma referência no mundo e precisa ser preservado. “Foi um texto construído a muitas mãos e que é referência no mundo, pois taxa o capital, o faturamento e lucro das empresas. É um texto que faz com que a Previdência seja absolutamente sustentável, entrelaçado com saúde e assistência social e que tem uma imensa pluralidade de fontes porque o capital contribui não apenas na folha de salário. É um sistema de proteção social que hoje cobre mais de 100 milhões de pessoas no país, quase a metade da população. É o maior instrumento de distribuição de renda do Brasil, dando cobertura a mais de 80% dos idosos. É esse texto que está sendo violentado sob esse discurso falso de salvação”, apontou.


Aprovar não será fácil
Assim como seu antecessor, Michel Temer, Bolsonaro diz que tem pressa em aprovar o texto, pois ele pode ser a chave para a manutenção de seu governo. No entanto, a tarefa não será fácil. Com uma base desarticulada no Congresso, o sucesso da aprovação da matéria dependerá da habilidade de Bolsonaro e sua equipe de convencer parlamentares.

O texto passará por uma comissão mista e no Plenário precisará de pelo menos 308 votos favoráveis, em dois turnos, para que a PEC siga para o Senado. Mas a demissão de um ministro próximo em menos de dois meses de governo, os desmandos dos filhos de Bolsonaro, e o suposto descontentamento da ala fardada do governo, podem “bagunçar o meio de campo” e atrapalhar os planos presidenciáveis.


terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Contra o FIM da aposentadoria, todos à luta dia 23!

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O (des)Governo fascista de Bolsonaro pretende aprovar uma "Reforma" da Previdência que só interessa aos bancos e ao mercado financeiro, que penalizará somente e ainda mais os trabalhadores e trabalhadoras.  A unidade das forças populares, democráticas e progressistas de todo o Brasil já vai se aglutinando.  Este dia 20 de fevereiro é um ponto de partida, e ocorrerá com atividades em todo o país, principalmente um Ato na Praça da Sé, em São Paulo.


Quem não quiser trabalhar até morrer, tem que participar agora e barrar essa iniciativa antipovo, antitrabalhador.  Especialmente os jovens, que ingressam agora no mercado de trabalho e serão atingidos em cheio por esse tsunami de maldades bolsonaristas.

Vamos à luta! Todos no Sintracon na manhã do próximo sábado!!

domingo, 19 de março de 2017

A boa novidade de março: ressurge aos poucos a unidade popular contra o golpismo

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"Aposentadoria fica, Temer sai!" - este foi o grito de mais de um milhão de brasileiros de norte a sul do país, no último 15 de março, nos mais variados movimentos contra a "reforma" de destruição da previdência social do governo golpista de Michel Temer.  E igualmente contra a reforma trabalhista, que simplesmente coloca para escanteio a CLT  e permite a farra dos patrões sobre os direitos dos trabalhadores.

Em Curitiba, uma megapasseata reuniu mais de 20 mil pessoas de diversas categorias, nucleada pelos trabalhadores da Educação, que haviam marcado greve nacional do setor. Pararam, para reagir às contra-reformas do golpismo ultraliberal, professores, técnicos, estudantes, motoristas e cobradores de ônibus, metalúrgicos, agentes penitenciários, policiais civis e outras categorias.  Beto Richa há de ter tremido nas bases, vendo seu palácio cercado por dezenas de milhares de manifestantes que o vem desmascarando desde 2015.


O que transcende de todo esse movimento - que começou a botar medo na quadrilha temerista de Brasília - é o ressurgimento paulatino da unidade popular, a junção de esforços de quase todas as centrais sindicais e de numerosas forças políticas, que andavam meio que cada um no seu quadrado.  Diante das terríveis ameaças de fim da aposentadoria e de desmanche da legislação trabalhista, a ficha caiu e o povo começou a se unir.

E é essa unidade que aterroriza deputados, senadores, juízes mal-intencionados e a gangue do Planalto.  Essa unidade, realizando mais e mais demonstrações de luta nas ruas, poderá impedir que se concretizem alguns dos planos da canalha que já começou a vender o país a preço de banana.

Isto precisa ser consolidado dia após dia, ampliando a presença do povo, dos trabalhadores nas ruas.  As diversas frentes e articulações antiTemer do Paraná já preparam novas ações e é preciso ficar antenado nessa agenda.

segunda-feira, 6 de março de 2017

PMDB de Temer faz terrorismo com os pobres pela Reforma da Previdência

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O PMDB, partido de Michel Temer, divulgou nas redes sociais uma campanha em que adota o terrorismo como instrumento para buscar o apoio popular à sua proposta de tungada nas aposentadorias.

Por Leonardo Sakamoto, em seu Blog

''Se a reforma da Previdência não sair: Tchau, Bolsa Família; adeus, FIES; Sem Novas Estradas; Acabam os Programas Sociais'', diz uma imagem com a logomarca do partido. No fundo, a ilustração de uma cidade em ruínas.

A peça de propaganda vem em um momento em que até a base aliada do governo no Congresso Nacional afirma que a reforma, tal como está, não passa. Até porque esse pessoal pretende se reeleger. E no qual líderes de movimentos que foram às ruas pedir o impeachment de Dilma Rousseff também relatam que a proposta tem sido repudiada por quem não aguenta ver a esquerda nem pintada de amarelo.

Ou seja, a campanha é um sinal de preocupação, porque a classe média começou a sentir a água bater nos glúteos.

Estipular uma idade mínima de 65 anos para aposentadoria (em um país em que trabalhadores braçais de regiões pobres mal tem essa expectativa de vida), com ao menos 25 anos de contribuição (onde a informalidade é grande) e 49 anos para ter pensão integral (considerando que os pobres começam a trabalhar aos 10, 12 anos por necessidade) é reduzir pessoas a estatísticas. Isso sem contar propostas como subir para 65 anos a aposentadoria rural, com 25 anos de contribuição mínima, quando, hoje, basta a comprovação de trabalho no campo para obter a partir de 60 anos (homens) e 55 (mulheres). Ou seja, o sujeito se esfolou em canaviais a vida inteira sem carteira assinada e pode nem ter tempo para desfrutar um descanso.

Não é a primeira vez, contudo, que o PMDB ou Michel Temer usam a chantagem como política de governo.

Em junho do ano passado, Temer afirmou, em entrevista ao jornalista Kennedy Alencar, que ''ou a Previdência Social tem de ser reformulada ou então todos os pensionistas sofrerão.'' Uma declaração do tipo: ''ou liberam o que quero ou consigo um jeito de atrapalhar ainda mais a sua vida''. Temos mais opções para além do maniqueísmo e da dualidade rasos. Sempre. Mas querem nos fazer crer que não.

Curitiba vai parar 100% no dia 15 de março contra o fim da aposentadoria

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Motoristas e cobradores decidiram em assembleia na madrugada desta segunda-feira (6) que vão paralisar totalmente no próximo dia 15 de março contra as reformas da previdência (fim da aposentadoria) e trabalhista (precarização da mão de obra).

Com a decisão unânime de 1,1 mil trabalhadores do Sindimoc (Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Curitiba e Região Metropolitana), a capital paranaense vai parar 100% no dia 15 de março.

Outras categorias, como os educadores, também definiram a data para deflagrar a greve geral da categoria contra o desmonte do Estado Social e os ataques à Educação desferidos pelo governador do Paraná Beto Richa (PSDB).

Ao longo desta semana, entidades do movimento social e partidos políticos irão realizar diversos debates em Curitiba — a exemplo da APP-Sindicato — visando mobilizar a sociedade contra o ilegítimo Michel Temer (PMDB) e o governo corrupto de Richa no estado.
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terça-feira, 26 de julho de 2016

Temer pretende reforma da previdência igualando funcionalismo e setor privado

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Ainda que em forma "muito embrionária", segundo o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, a proposta para um regime único na reforma da Previdência pode ser incluída no projeto que será enviado ao Congresso ainda neste ano. O pedido foi feito pelo presidente interino Michel Temer, de acordo com o ministro. "Ele (Michel Temer) pediu: façam um estudo para ver se não é possível neste momento, mesmo que a gente tenha uma transição longa, nós caminharmos para um regime único. Lembrou, e ele é um constitucionalista, que todos os brasileiros são iguais perante a lei", disse Eliseu Padilha, após receber a medalha Mérito Santos Dumont em almoço servido no Comando da Aeronáutica.

Padilha afirmou, ainda, que concorda com uma reforma previdenciária que se aplique a todos: "É o que ele (Temer) diz, e este seria meu desejo". O estudo pedido pelo presidente interino ainda está em curso, e quando for finalizado será levado ao grupo de trabalho da reforma da Previdência, representado pelos ministérios da Fazenda, Planejamento, Trabalho, Desenvolvimento Social e Agrário, Casa Civil, além do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), em nome das centrais sindicais.

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Fonte: Estado de Minas via Blog do Servidor