Passado o carnaval deste ano, a partir de 23/02 pode começar uma greve nacional dos servidores técnico-administrativos das Universidades Federais, a depender de debates e votações de uma Plenária da FASUBRA que acontece em Brasília, em 24-25/01 de 2026.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2026
Greve Nacional dos TAE em fevereiro?
Passado o carnaval deste ano, a partir de 23/02 pode começar uma greve nacional dos servidores técnico-administrativos das Universidades Federais, a depender de debates e votações de uma Plenária da FASUBRA que acontece em Brasília, em 24-25/01 de 2026.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2026
Saberes e Competências dos Servidores Técnico-Administrativos - quem reconhece?
Ao fim da greve, Governo e FASUBRA acertaram que o período seguinte em 2025 seria dedicado à análise e propostas sobre como normatizar esse processo para implementação do RSC, com impacto em um futuro adicional de salário sobre o vencimento básico.
No entanto, nesse processo de debate e negociação do ano passado, o resultado até agora não foi considerado satisfatório pelo movimento sindical, pela FASUBRA. Isso foi avaliado na mais recente Plenária Nacional de Sindicatos de Base da FASUBRA, feita no final do ano passado.
1. Informes Gerais;
2. Indicativo de Greve: Avaliação de propostas;
3. Eleição de Delegados e Delegadas para a Plenária Nacional da FASUBRA, que ocorre nos dias 24 e 25 de fevereiro.
Lembramos à base de TAE representada pelo SINDITEST que, seguindo o Acordo feito em 2023, uma reposição salarial da ordem de 3,5% deve ser concedida pelo Executivo em abril deste ano.
quinta-feira, 27 de março de 2025
Greve de 24 horas em 28/03. Razão tem. Como?
É justo que os/as servidores/as nas bases demonstrem, através desta advertência de greve de um dia nas IFES, que querem ver os diversos pontos negociados no final do movimento do ano passado cumpridos. Entre estes, por exemplo, a implementação do processo do chamado RSC - "Reconhecimento de Saberes e Competências" -, que possibilitará que trabalhadores, a partir de suas experiências laborais em que desenvolveram conhecimentos e capacidades para melhorar os fazeres da Universidade, tenham isso reconhecido pecuniariamente, sem precisar passar por cursos de pós-graduação ou capacitação.
Não obstante a justeza da causa da parada proposta para sexta-feira, no caso da UFPR ela foi deliberada de forma um tanto complicada. E, ao que se vê, também convocada de modo acanhado nos diversos campi da UFPR.
No referente ao modo como foi "discutida" e votada a paralisação de 28/03, remetemos o leitor a (re)ler a matéria deste Blog, publicada em 24/03, denominada "Assembleia sindical serve pra que mesmo?". Entendemos que alguns elementos ali comentados servem para compreender certas dificuldades atuais para o movimento.
Forças-tarefa percorrendo todos os campi da UFPR, distribuindo panfletos de chamada da greve de um dia, agitos com caminhão de som, assembleias menores em setores e unidades desta IFES explicativas da situação corrente e outras formas de mobilização - viu-se isto nos dias desta semana? Vimos cartazes de convocação espalhados em paredes por aí, como o que ilustra esta matéria, colado no térreo do Edifício D. Pedro I. E então?


