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terça-feira, 29 de maio de 2012

Greve da campanha salarial: assembleia em 31/05 definirá posição.

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A assembleia geral do Sinditest que decidirá posição sobre a deflagração de nova greve nacional vai acontecer no anfiteatro do 7. andar do Anexo B do HC, em 31 de maio, a partir das 09h30..  A decisão final nacional, considerando as decisões desta assembleia e as das outras IFES, será consolidada na Plenária da FASUBRA que volta a se reunir no próximo final de semana, razão pela qual esta assembleia no HC também elegerá delegados de base para o encontro da Federação.

Uma vez que, até agora, nenhum sinal positivo partiu dos representantes do Governo Federal no Ministério do Planejamento, não resta alternativa a não ser construir nova paralisação que, espera-se, desta vez possa conduzir a conquistas concretas.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Malucos na FASUBRA querem quebrar calendário

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Um bando de irresponsáveis, que não respeitam calendários definidos unitariamente em Congresso e Plenária da FASUBRA, resolveram propor a antecipação da data de deflagração da greve dos técnicos.  A data, construída em consenso entre todas as correntes e lideranças, para início de uma nova greve, caso o Governo se mantenha irresponsivo à pauta, é 11 de junho.  Aí aparecem uns doidos querendo trazer a data de início da greve para 1 de junho ou coisa parecida.  Devem ser mensageiros do movimento docente, que precisa do gás dos técnicos para se manter.  Ridículo.

28 de maio, dia internacional de ação pela saúde das mulheres

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Nós, funcionários/as públicos/as, muito temos a reclamar da política salarial do Governo Federal e de várias dificuldades no trato do setor da Saúde, mas temos que reconhecer que, nesta década, por esforços governamentais, houve importantes avanços quanto aos cuidados com a saúde da mulher e do recém-nato, redundando em melhoras significativas dos índices de mortalidade infantil e materna.  Vamos avançar mais.

Greve dos técnicos programada para 11 de junho

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Sem nenhuma resposta concreta sobre sua pauta de reivindicações, a FASUBRA indica início de uma nova greve nacional a partir de 11 de junho. Essa data é um consenso construído no movimento nacional, tanto no recente Congresso da FASUBRA como em sua última Plenária.  Há setores minoritários do movimento querendo antecipar o início da greve dos técnicos, mas não há razão para isso, exceto aqueles que querem subordinar os técnicos ao movimento grevista dos professores já em curso.  Os técnicos não dependem dos docentes!

Na UFPR, está prevista uma assembleia comunitária para 30 de maio e, no dia seguinte, uma assembleia apenas dos técnicos, para debater a construção da nova greve e eleger delegados para uma Plenária da FASUBRA no fim de semana seguinte.  O SINDITEST ainda não divulgou os locais e horários dessas assembleias.

Com apoio da Constituição, mobiliza-se a blogosfera progressista

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O segundo dia (26) do III Encontro de Blogueiros Progressistas começou com um debate empolgante em defesa da blogosfera e da liberdade de expressão.  Na mesa, Paulo Henrique Amorim, Eduardo Guimarães, Esmael Morais e Emílio Gusmão falaram do uso de ações judiciais como forma de intimidação e tentativa de censura de suas páginas. A mesma experiência foi relatada via telefone por Lúcio Flávio e por outros blogueiros de diversas partes do Brasil durante o debate que se seguiu à exposição dos palestrantes. Cansados de só reclamar, eles defenderam o início de uma grande mobilização nacional pelo cumprimento da Constituição Federal, que garante a liberdade de expressão aos brasileiros

A ideia lançada na noite de ontem pelo jornalista e ex-ministro das Comunicações Franklin Martins foi encampada pelos participantes do encontro, que vão propor uma ampla campanha de mobilização nacional em defesa da regulamentação dos artigos da Constituição que tratam da comunicação. “Nada além da Constituição” seria o lema do movimento, que teria o seu auge no dia 5 de outubro, data em que se completa 24 anos de promulgação da Constituição de 1988, com uma grande ação em defesa da Carta Magna brasileira. “Vou pressionar o Miro (Altamiro Borges) para que a Barão de Itararé faça uma grande celebração neste dia”, afirmou Paulo Henrique Amorim, um dos principais defensores da ideia.

O autor do blog "Conversa Afiada" tem motivos de sobra para defender a campanha, já que responde atualmente a dezenas de processos referentes a conteúdos veiculados em sua página, 24 deles proposto apenas pelo banqueiro Daniel Dantas. Foi ele quem aconselhou os blogueiros presentes a enfrentar o uso da Justiça como forma de censura e não cumprir a decisões judiciais para a retirada de posts do ar, levando o caso para decisão no Supremo Tribunal Federal. “A Justiça não tem o poder de censura. Só tirem os posts do ar após a decisão do Supremo, porque nenhum juiz tem poder de censura no Brasil”, conclamou.

Amorim defendeu ainda que os blogueiros transcendam a batalha de judicialização da censura. “Nós fomos responsáveis por um processo político irreversível no Brasil. Antes de nós, o José Serra e o Fernando Henrique Cardoso davam três telefonemas e calavam o Brasil. Hoje isso não é mais possível”, afirmou, acrescentando que é preciso botar mais gente para participar das discussões sobre a blogosfera. “Temos que multiplicar o número de participantes dos debates por mil. O nosso debate não é de blogueiros políticos, é muito mais que isso, é o da democracia”, conclui o jornalista. 


Enfrentamento
O enfrentamento também foi a solução sugerida pelo presidente do Movimento dos Sem Mídia, Eduardo Guimarães, em sua exposição. “Eu resolvi ir para o combate com esta gente há algum tempo. Em 2007, eu resolvi pegar um megafone e sair para protestar contra a situação e recebi o apoio de muita gente. Desde então, criamos uma ONG e fomos para o enfrentamento, entrando inclusive com ações contra o PIG”, informou, citando como exemplo do péssimo serviço da grande mídia o clima de medo gerado em torno da vacinação contra a febre amarela em 2008, em que mais pessoas morreram por vacinação indevida do que pela doença.

Guimarães ressaltou também a mudança de posicionamento da grande mídia e de parte da sociedade em relação aos blogueiros. “Está havendo uma reação. Eles estão nos xingando e buscando formas de nos intimidar. Antes eles nos ignoravam, mas agora estão reagindo com a judicialização e a ameaças de agressão. As ações não existiam antes porque éramos ignorados. Hoje estamos incomodando e ninguém teria o trabalho de tentar nos intimidar se não estivéssemos incomodando. Por isso, precisamos avançar nesta proposta de uma associação de defesa dos blogueiros em todo o país. Precisamos avançar nisso, pois diante destas ameaças e judicialização, os que têm recursos reduzidos não poderão continuar o seu trabalho”, declarou. 

O Encontro transcorreu do dia 25 até domingo (ontem), com amplo debate sobre vários temas ligados à defesa da blogosfera, dos blogueiros e da liberdade de expressão.
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Fonte: Portal Vermelho

MP 568 leva médicos e estudantes do HC à paralisação

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As consultas eletivas (sem urgência) foram suspensas no Hospital de Clínicas (HC) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) na manhã desta segunda-feira (28) e deixaram centenas de pessoas sem atendimento. O motivo é uma greve iniciada por médicos contra a MP 568, editada em 11 de maio, que reestrutura as carreiras de servidores federais e muda a forma de remuneração. O hospital, porém, não tinha um balanço de quantas consultas deixaram de ser realizadas e quantas pessoas foram prejudicadas. O protesto se estende até a próxima quinta-feira (31).

A assessoria de imprensa do HC informou que a diretora-geral do HC, Heda Amarante, dará uma coletiva à imprensa as 13h30 para tratar da paralisação. Apesar de não estarem atendendo o público, os médicos estavam reunidos no auditório do hospital desde as 9 horas desta segunda para discutir a greve.

A previsão inicial é de que 300 médicos (91%) de um total de 329 deixariam de trabalhar entre até a quinta-feira. Porém, até as 9h45 não foi possível confirmar a quantidade de profissionais que não realizaram as consultas previstas para esta segunda.

De acordo com o texto da MP, o médico em início de carreira no serviço público federal poderia ganhar, a partir de agora, a metade do que ganha outro profissional contratado anteriormente, apesar de a jornada de trabalho ser a mesma, com 20 ou 40 horas semanais. E quem já atua passaria a ter um salário-base 50% menor, acrescido de uma vantagem, correspondente aos 50% restantes, que não sofreria reajustes. Adicionais de periculosidade e insalubridade teriam um valor absoluto fixo, em vez de corresponderem a até 20% do salário.

Na última quinta-feira (24), os estudantes do curso de Medicina da UFPR iniciaram uma paralisação por tempo indeterminado. Além de apoiar as reivindicações feitas por professores do curso e médicos do Hospital de Clínicas (HC), a greve tem como objetivo protestar contra a falta de estrutura no curso e a baixa qualidade dos equipamentos das aulas práticas.
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Fonte: Gazeta do Povo

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Greve da APUFPR retoma prática de transmissão online ao vivo de atividades

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Este Blog NaLuta foi pioneiro no uso do recurso da TwitCam para transmitir pela internet uma assembleia ao vivo.  Isso foi no começo do ano passado, numa assembleia do Sinditest no HC, em que pela primeira vez ocorreu um debate sobre a EBSERH.   Apesar de apuros de última hora com o microfone (sempre o som!), a experiência-piloto foi bem sucedida.

Em seguida, quando se instalou a greve nacional da FASUBRA de 2011, logo nas primeiras semanas conseguimos criar condições para usar o mesmo recurso nas assembleias de greve no RU da UFPR, permitindo que companheiros/as de outros campi e cidades pudessem acompanhar os debates (e também conhecer melhor as "personagens" da diretoria sindical...).

Neste exato momento, transcorre uma assembleia de greve dos professores, no Setor de Ciências Sociais Aplicadas (campus Botânico), que está sendo transmitida ao vivo pela TwitCam do twitter da APUFPR. A figura acima é  um instantâneo dessa transmissão da APUFPR, que pode ser acompanhada por quem quiser neste link: http://twitcam.com/a4oll.

Com uma greve nacional dos técnicos novamente batendo às portas no mês de junho, devido à falta de respostas do Governo Dilma na negociação da pauta, esperamos que o Sinditest consiga garantir as melhores condições técnicas de áudio, vídeo e banda larga para repetir a experiência com maior  qualidade.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Prejudicado debate de novas regras da eleição de reitor da UFPR

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Principalmente dois temas polarizaram os debates na assembleia do Sinditest ocorrida no Anf. 100 no dia de hoje (23): eleição em dois turnos e mudança da fórmula de cálculo da paridade. Ficou patente, inclusive, como esta assembleia de pauta exclusiva sobre a eleição direta da Reitoria acontece muito tardiamente, a menos de 3 meses antes do previsto para a eleição (agosto).  Em parte, isso se deve ao pouco caso da Diretoria do Sinditest em discutir esses temas.

No vídeo acima, o professor Rodrigo, da UFPR-Litoral, um dos membros da Comissão Paritária de Consulta (CPC), procura explicar a proposta "nova"(*) da chamada "paridade qualificada".  Na fórmula atual de cálculo do peso da votação de cada categoria em cada candidato, leva-se em conta o número de votantes dividido pelo número total de membros de cada categoria.  A crítica, justa, do movimento estudantil é que essa fórmula objetivamente reduz bastante o peso do voto dos estudantes, visto serem 30 mil, ao lado de cerca de 7 mil técnicos e pouco mais de 3 mil docentes. Mudando a fórmula, para saber a votação ponderada de cada candidato, vai se dividir o número de votos de cada categoria dados ao candidato pelo número total de pessoas da categoria que efetivamente compareceram às urnas (não mais pelo total de membros da categoria).

Pelo que se viu, a CPC assumiu a tese da paridade qualificada, e nesta assembleia não houve rejeição identificável à ideia de mudar a fórmula da paridade.  Contudo, para valer de fato a aplicação dessa proposta, cada categoria precisa levar pelo menos 25% do total de seus membros a votarem na eleição direta de agosto.

Produziu maior discussão mesmo a proposta de 2 turnos eleitorais, também defendida pelos membros da CPC presentes na assembleia.  Isso mexe com cálculos e interesses políticos das pré-candidaturas reitoráveis e de eventuais outras candidaturas que ainda não se apresentaram, por isso a polêmica.  Servidores cuja afinidade pela pré-candidatura reeleitoral de Zaki Akel é conhecida, por exemplo, posicionaram-se contra os 2 turnos.

Pouco mais de 50 servidores compareceram à assembleia

A assembleia nada decidiu sobre essas polêmicas e haverá nova ocasião para retomar o debate e deliberar em definitivo. Professores e estudantes estão fazendo os mesmos debates em suas assembleias esta semana e o saldo disso será analisado nas próximas reuniões da CPC para consolidar o regimento eleitoral final. 

O que ficou patente mesmo é que as três categorias, por responsabilidade de suas direções passadas e atuais, negligenciaram esse debate, que foi começado tarde demais para se poder mudar o Regimento eleitoral.  Lamentável.
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Atualização às 21h39: por email recebido há pouco, soubemos que a assembleia de professores em greve da UFPR, que se reuniu na tarde desta quarta-feira, deliberou por ampla maioria a favor de eleição em 2 turnos (e com dois dias de votação)  e contra a mudança da fórmula de cálculo da paridade (contra a "paridade qualificada").
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(*)A proposta de "paridade qualificada" não é nova porque, desde eleições diretas à reitoria nos anos 1990, ela é colocada pelo movimento estudantil da UFPR, costumeiramente enfrentando resistência do segmento docente.  Desde 1985 há eleição direta paritária do reitor da UFPR, num total de sete até agora, todas com a mesma fórmula de cálculo do peso do voto de cada categoria.

726 servidores, por abaixo-assinado, cobram imediata contratação da auditoria do Sinditest

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O servidor Gessimiel "Paraná" Germano aproveitou o início da assembleia do Sinditest nesta quarta-feira (23) para formalmente entregar em mãos à diretoria do Sinditest uma petição com 726 assinaturas de servidores da base.  O abaixo-assinado exige a imediata contratação da auditoria nas contas do Sinditest, cumprindo decisão da assembleia de janeiro deste ano. Além disso, "Paraná" também fez menção a um recente documento da Caixa Econômica Federal, cedido a ele pelo Ministério Público, que contesta versões da diretoria sindical anterior sobre a venda da famigerada "chácara" de Piraquara.

O volumoso abaixo-assinado foi recebido pelo vice-presidente sindical, Márcio Palmares, que presidia a mesa.  Márcio disse que a diretoria mantem seu compromisso de realizar a auditoria.  Não ficou bem explicado porque já se passaram quase 4 meses sem nada ter acontecido.

A diretora Cristiane reiterou a intenção de se fazer a auditoria, mas colocou que isso não pode "engessar" o sindicato.  Também não ficou muito claro o que ela quis dizer com a palavra "ortopédica", nem quem é que decide o que engessa e o que não engessa.  Consulta-se um "ortopedista"? 

terça-feira, 22 de maio de 2012

Pimenta nos olhos dos outros...

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A Diretoria superhiperultracombativa do Sinditest publicou uma proposta de "Carta-Compromisso" com itens a cobrar de candidatos/as à Reitoria da UFPR.  Espera que uma assembleia geral aprove essa "Carta", talvez a  própria assembleia de amanhã de manhã, embora nem haja ainda candidaturas inscritas para a eleição direta. O conteúdo proposto nessa "Carta" é essencialmente corporativo, quase nada fala dos diversos aspectos de uma Universidade Pública.

Um desses itens propostos na "Carta" da superhiperultracombativa Diretoria do Sinditest é a realização de Auditoria nos Programas REUNI e REHUF. O REUNI é o Programa do Governo Federal que nos últimos 4 anos promoveu uma expansão jamais vista de vagas e cursos nas Universidades públicas brasileiras (embora com alguns problemas, incluindo a falta de docentes e técnicos suficientes).  O REHUF é um programa que se propõe fazer uma reestruturação de vários aspectos dos Hospitais Universitários, em particular na área de recursos humanos (tipo dar uma "geral" nos HUs para a chegada da EBSERH).

Ora, tudo bem se pedir uma Auditoria em ações de governo.  E existem já portais de transparência do Governo Federal e recentemente a Presidenta Dilma publicou  uma lei de acesso amplo a informações sobre o governo e o serviço público.

O estranho é que a superhiperultracombativa Diretoria "Mudando o Rumo..." quer auditoria no terreiro dos outros mas não encaminha a contratação da Auditoria aprovada em assembleia geral sobre as próprias contas do sindicato do período 2008-2011... O velho ditado da piperácea nos oculares dos outros é refrigério!  

Essa Auditoria nas contas do Sinditest foi aprovada por unanimidade na assembleia realizada no Anf. 100 em 31 de janeiro deste ano, como este Blog relatou na matéria "Ex-presidente afirma ter feito 'cagadas'. Ex-tesoureiro confessa ter deixado 'herança maldita'. Assembleia do Sinditest aprova auditoria nas contas" (matéria com vídeo; clique no título para acessá-la).

Uma das razões para fazer essa Auditoria independente está exposta em matérias como esta: "Sinditest e mágicas imobiliárias" (clique no título para ler). Por que a superhiperultracombativa Diretoria do Sinditest não encaminha uma decisão soberana da base tomada há quase 4 meses atrás???

Com muito atraso, Sinditest faz assembleia exclusiva sobre eleições da Reitoria

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Na quarta-feira, 23, a partir das 09h30, ocorrerá assembleia geral do Sinditest no Anfiteatro 100 do prédio de Humanas/Educação.  A pauta exclusiva é a eleição para a Reitoria deste ano, destacadamente o debate de possíveis novas regras para a disputa.  Esse assunto já apareceu em assembleias anteriores do sindicato, mas sempre dividindo espaço com vários outros itens de pauta, prejudicando um debate mais profundo. Por isso dizemos que esta assembleia surge com atraso.

Na Comissão Paritária de Consulta, algumas propostas surgiram para modificar o Regimento de eleições anteriores. Duas delas, defendidas por este Blog: o alistamento prévio dos eleitores realmente interessados em participar da consulta direta e restrições ao marketing político de cada candidatura.  O movimento estudantil recoloca sua proposição de "paridade qualificada", pela qual se muda a fórmula de cálculo da votação obtida por cada candidato/a, levando em conta somente o número de membros de cada categoria que foram votar e não o universo total de cada categoria.  Outra proposta é a eleição em 2 turnos (desde que haja mais de duas candidaturas).  Além disso, há um debate sobre a data prevista para a eleição (em agosto), pois pode haver influência das possíveis greves de docentes e técnicos se estendendo até o começo do segundo semestre.

Quantas pessoas da comunidade da UFPR realmente sabem dessas propostas?  Uma parcela bem pequena, e mesmo assim  o debate dentro dela não é dos mais aprofundados.  Uma pena, pois mais esta eleição poderia ser oportunidade para repensar os processos da democracia universitária, mas vários sinais indicam que as coisas se darão com atropelo e disposição conservadora dos organizadores e realizadores da consulta.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

UFMG: servidores entram em greve contra o ponto eletrônico

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Assembleia na escadaria da Reitoria da UFMG realizada hoje (21/05)

Enquanto na UFPR a Diretoria do Sinditest orienta que os servidores fechem compromissos individuais com  a jornada de 6 horas mesmo com implantação do ponto eletrônico, em Belo Horizonte os técnicos da UFMG resolveram entrar já em greve, contra o ponto eletrônico aprovado no Conselho Universitário deles.

Segundo informa o site do SINDIFES-BH, em uma assembleia realizada hoje (21) na UFMG "mais de quinhentos Técnico-Administrativos em Educação presentes votaram pela deflagração imediata de Greve em toda a universidade pela Flexibilização da Jornada de Trabalho, contra a implantação do Ponto Eletrônico e em prol de uma real Política de Recursos Humanos."  A imediata entrada em greve foi aprovada por unanimidade.

No caso da UFPR, vale lembrar, a implementação do controle eletrônico de ponto veio junto com a autorização de redução da jornada para 30 horas semanais, no pacote da Resolução 56/2011, aprovada em dezembro do ano passado no CoUn, com o voto dos conselheiros representantes dos técnicos (Wilson Messias & Cia) sem que houvesse qualquer assembleia geral do Sinditest para analisar ANTES o texto da Resolução 56.  Isto é, sem que num forum democrático do sindicato a categoria pudesse ter sido consultada para saber se aceitaria o ponto eletrônico como contrapartida das 30 horas.
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Fonte: com informações e foto do SINDIFES



sábado, 19 de maio de 2012

Funpar oferece pouco no ACT porque se espera a vinda da EBSERH?

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Pelo que se vê dos relatos sobre o andamento do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) dos trabalhadores da FUNPAR-HC, a oferta do patrão está em patamar bem baixo.  Diz o site do Sinditest que o oferecido pela FUNPAR aos trabalhadores está na casa de 5,4% de reajuste, ume aumento de R$1,00 no vale-alimentação e apenas mais R$ 20,00 no vale-creche.


A FUNPAR é um contratador considerado ilegal pelo TCU, razão pela qual o Governo, ao invés de abrir mais vagas públicas por concurso no HC, preferiu criar a EBSERH para absorver o pessoal celetista.  A pergunta que se pode colocar é: não está a direção da FUNPAR, diretamente influenciada pela Reitoria da UFPR, oferecendo muito pouco apenas porque espera a chegada da EBSERH ainda este ano para assumir todo o pessoal?  

A EBSERH somente poderá assumir a direção plena do HC se o Conselho Universitário da UFPR admitir.  Com certeza muitos dirigentes da UFPR preferem que a nova empresa criada passe a cuidar do pessoal celetista e de RJU, livrando a FUNPAR da situação constantemente precária.  Isso já foi aprovado em algumas IFES, em outras há fortes resistências.  Com a EBSERH passando a gerir o HC, há riscos de privatização de serviços e dificuldades para o ensino prático dos alunos de cursos da área da Saúde.

Em 22 de maio os trabalhadores da FUNPAR se reunem em nova assembleia. Valia a pena aprofundar o debate sobre a vontade real da comissão patronal negociar ou somente deixar a corda esticar para dar espaço à vinda da EBSERH.  


sexta-feira, 18 de maio de 2012

Professores começaram greve ontem com aula-assembleia no pátio da Reitoria

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Dando consequencia à sua deliberação de assembleia da segunda-feira passada, os docentes da UFPR começaram oficialmente às 18 horas de ontem (17) sua paralisação, acompanhando movimento nacional puxado pela ANDES-SN.  A partir das 14h00 de ontem realizaram uma "aula" no pátio da Reitoria da UFPR para expor a todos as motivações salariais e gerais pelas quais entram em greve.  


Centenas de pessoas,  entre as quais grande número de estudantes, participaram da atividade, desenvolvida pela professora Astrid (Educação Física) e pelo professor Luiz Allan, atual presidente da APUFPR.  Segundo relato do comando do movimento docente local, já haveria 33 IFES aderindo à paralisação.

O movimento dos técnicos aguarda os debates da Plenária Nacional da FASUBRA, que se reúne neste fim de semana (depois da caravana a Brasília realizada ontem), para dar os próximos passos em sua Campanha Salarial 2012.  Sem sinais positivos, até agora, da disposição do MPOG de negociar favoravelmente a pauta da FASUBRA, está indicado o início de nova greve nacional dos técnicos para 11 de junho.

Sinditest publica relatório geral de contas na internet, de modo inédito

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Foi uma boa surpresa ver surgir, no começo da tarde de ontem, matéria no site do Sinditest que apresenta um relatório geral comentado das contas da gestão 2012-2013 no primeiro trimestre deste ano.  Com essa publicação, a diretoria começa a se aproximar de sua promessa de campanha, que era a de uma prestação mensal de contas na internet, a qual cobramos dias atrás neste Blog.

Mas deve ser parabenizada a iniciativa de apresentar o estado complicado das finanças sindicais, pois demonstra um intento rumo à transparência, assim como as declarações fortes incriminando os principais diretores da gestão passada, Wilson Messias, Dr. Antonio Néris e o tesoureiro Jonas Pinto.

Aqui, agora, não vamos discutir questões de mérito dessa primeira prestação de contas, apenas registrar o fato e comemorá-lo.  Mais adiante, comentaremos aspectos do texto e dos próprios números nessas contas.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Professores da UFPR começam greve na quinta, 17 de maio

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Por ampla maioria, em uma assembleia com mais de 250 professores, os professores da Universidade Federal do Paraná deflagraram greve por tempo indeterminado a partir do dia 17 de maio. A decisão foi tomada em Assembleia Geral (AG) da categoria que aconteceu no dia 14 de maio no auditório do Setor de Ciências Sociais Aplicadas e, pela primeira vez na história, contou com a participação de todos os campi da UFPR por meio da transmissão online em tempo real.

A greve, que começa nesta quinta-feira, inicia com um Ato com uma aula pública no Pátio da Reitoria às 14 horas. Além disso, os docentes elegeram os membros do Comando de Greve Local, instituíram o fundo de greve e transformaram aquela AG em permanente.


Reunião do Setor da Ifes
A greve nacional foi uma indicação da reunião do Setor das Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes) do ANDES-SN, que aconteceu em Brasília no dia 12 de maio. A greve foi aprovada por unanimidade e contou com a presença de 60 representantes de 43 Ifes. No momento da votação estiveram presentes docentes de 36 instituições.

Os docentes indicaram a greve mesmo com a edição de uma Medida Provisória (MP) que concede parte do acordo de 2011 que compreende o reajuste de 4% na remuneração dos docentes do Magistério Superior e EBTT, retroativamente a 01 de março de 2012. A MP também garante a incorporação das GEMAS e GEBT aos vencimentos básicos, cujos valores passam a ser a soma do atual Vencimento Básico com a atual gratificação.

Entretanto a mesma medida manteve a proposta de mudança na forma de cálculo dos adicionais de insalubridade e periculosidade que passam a ter valores fixos, em vez da porcentagem como é hoje. “Com essa modificação muitos docentes terão seus vencimentos reduzidos mesmo com a implementação do reajuste, pois os valores dos adicionais que eram de 5%, 10% ou 20% foram transformados em valores fixos de R$100,00, R$180,00 e R$260,00,” afirma o presidente da APUFPR, Luis Allan Künzle.


Motivo da Greve
A Medida Provisória (MP) 568 foi publicada nesta segunda, 14, no Diário Oficial da União, entretanto a principal reivindicação dos docentes que é a reestruturação da carreira não avançou.

Os docentes deliberaram pela greve, pois o governo não cumpriu com a principal parte do acordo que era a reestruturação da carreira. O tempo da greve será determinado pela intransigência do governo. A greve não ocorreria se o governo implementasse a reestruturação da carreira proposta pelo movimento docente,” afirma o tesoureiro geral da APUFPR, Fabiano Dalto.

O acordo emergencial firmado entre o ANDES-SN e o governo no ano passado estipulava o prazo de 31 de março para a conclusão dos trabalhos do grupo constituído entre as partes e demais entidades do setor da educação para a reestruturação da carreira.


Próximos passos
Para os docentes, para se obter vitórias nesta paralisação por tempo indeterminado é necessário que a greve seja a mais forte possível.

A greve dos docentes seguiu todos os procedimentos para legalizar a greve como: publicação do edital de convocação da assembleia de greve com 48 horas em um jornal de grande circulação, protocolo na Reitoria do início da greve com 72 horas de antecedência e documentação de toda a assembleia através de filmagem.


Reivindicações
Tendo como referência a pauta da Campanha 2012 dos professores federais, aprovada no 31º Congresso do Sindicato Nacional e já protocolada junto aos órgãos do governo desde fevereiro, os docentes reivindicam a reestruturação da carreira.

A categoria pleiteia carreira única com incorporação das gratificações em 13 níveis remuneratórios, variação de 5% entre níveis a partir do piso para regime de 20 horas correspondente ao salário mínimo do Dieese (atualmente calculado em R$ 2.329,35), e percentuais de acréscimo relativos à titulação e ao regime de trabalho.

Os professores também querem a valorização e melhoria das condições de trabalho dos docentes nas Universidades e Institutos Federais e atendimento das reivindicações específicas de cada instituição, a partir das pautas de elaboradas localmente.

Além disso, os professores das Federais somam-se ao conjunto dos Servidores Públicos Federais, que reivindicam, entre outras demandas, um reajuste de 22,08%, a definição de data-base da categoria para 01 de maio e uma política permanente de reposição salarial e reposição de quadros para as diferentes carreiras federais.

Agenda local do movimento
* 16 de maio: Assembleia Geral da UFPR que estabelecerá as regras do processo de consulta à comunidade para a escolha do novo reitor.

* 17 de maio: Início da greve e aula pública no pátio da Reitoria às 14h.
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Fonte: APUFPR

sábado, 12 de maio de 2012

Que morra de sede o capital especulativo

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Reproduzimos artigo do blog do Emir Sader:

Originalmente o capital financeiro era um apoio do capital produtivo. Os agricultores tomavam dinheiro emprestado para a colheita, depois devolviam uma parte dos seus ganhos para os emprestadores. 

O neoliberalismo teve como sua bandeira central a desregulamentação, a partir do diagnóstico de que a economia tinha deixado de crescer porque haveria excessiva quantidade de normas, que dificultariam os investimentos. Por isso o programa neoliberal pode ser resumido em: desregulamentação, liberalização, para a livre circulação dos capitais. Supostamente os capitais investiriam mais e todos terminariam ganhando, com mais produção, mais emprego, etc.

Não foi o que aconteceu. Porque o capital não é feito para produzir, mas para acumular riqueza. A desregulamentação promoveu uma gigantesca transferência de capitais do setor produtivo ao setor especulativo, onde os capitais ganham muito mais, pagando menos impostos e com liquidez quase total. Esse fenômeno se deu em escala mundial, a ponto de que atualmente mais de 90% dos intercâmbios econômicos não são de produção de bens, mas de compra e venda de papeis, de especulação, que não produz nem bens, nem empregos.

O neoliberalismo promoveu assim a hegemonia do capital financeiro, sob sua forma especulativa. Não a de financiar investimentos produtivos ou pesquisas ou consumo, mas de viver e lucrar da venda e compra de papeis, em detrimento da produção e da geração de empregos.

O poder do capital financeiro, diante de Estados fragilizados pelas aberturas econômicas dos mercados internos, pela financeirizacao das economias, pela desregulamentação econômica, faz com que ele seja o agente fundamental das crises econômicas, que são detonadas como crises financeiras.

Em 2008, a crise atual começou como crise dos bancos. Estes foram salvos pelos Estados. Mas, ao invés de salvarem os países, eles se salvaram a si mesmos. No novo ciclo da mesma crise, iniciado em 2011, os bancos foram agentes da crise e desta vez quebram Estados.

No Brasil, a taxa de juros mais alta do mundo é um obstáculo fundamental para dar continuidade ao ciclo de expansão econômica, com as políticas sociais intrinsecamente vinculadas a ela. Ela atrai o capital especulativo internacional e nacional, com todas as consequências desestabilizadoras sobre nossa economia.

O governo brasileiro está comprometido com que os juros no Brasil cheguem ao nível internacional, deixando de atrair o pior capital para cá. Mas isso não basta, é preciso taxar de forma mais forte a circulação do capital financeiro.

Esse é um enfrentamento antineoliberal central: quebrar a hegemonia do capital especulativo no Brasil. Fazer com que o capital especulativo morra de sede. 

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Sinditest contratou novo escritório jurídico, mas faz arranjo para amigo cuidar da FUNPAR

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Trecho do ACT cita Avanilson como "assessor jurídico"

Não dá pra entender. A gente pode acreditar que uma nova diretoria, assumindo no lugar de notórios dirigentes autoritários, vai ser melhor, mas...  Quando em campanha, a atual diretoria reclamava das assessorias jurídicas (eram duas, uma pro pessoal do RJU, outra pra FUNPAR).  Então, prometeu fazer licitação justa para contratar novos advogados que fossem "independentes".  Fizeram um suposto processo licitatório (dizemos "suposto" porque até agora nada do processo foi exibido, como prometido em 2011, na internet).  E contrataram um escritório vencedor dessa "licitação", o Trindade Arzeno.

Ora, uma vez contratada nova assessoria jurídica, é de supor que ela seja capaz de cuidar de todas as necessidades do Sindicato, certo? Não... Os novos diretores, que prometiam romper com certas práticas clientelistas ligadas a assessoramento jurídico, resolveram repetir o que seus mentores Messias e Dr. Néris faziam...

O trecho do documento do ACT-Funpar acima deixa claro: eles chamaram seu amigo político-partidário Dr. Avanilson (presidente do PSTU, foto ao lado) para ser o assessor jurídico do ACT. Então, nós todos (principalmente nós do RJU), perguntamos: se já tem escritório jurídico contratado, por que contratar a mais um "assessor jurídico"? Isso cheira a cabide de emprego... E numa entidade cuja tesoureira se queixa de escassez de recursos, até para pagar uma Auditoria decidida pela base em assembleia. Defendemos que o Escritório Jurídico formalmente contratado pelo Sinditest assuma as negociações do ACT-Funpar e condenamos que qualquer assessor "especial" assuma funções de advogado se não foi contratado para tal.  

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Governo promete equilibrar valores de benefícios do funcionalismo

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Depois de inúmeros pedidos dos sindicatos para que o governo revise os salários pagos a servidores dos Três Poderes e diminua a disparidade nos contracheques, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, começou a sinalizar que deseja promover um equilíbrio, pelo menos, no pagamento de benefícios (como vale-alimentação) aos funcionários. 

"O que nós estamos propondo é que não se possa ir além da média geral, o que, para o Executivo, significa uma possibilidade de aumento bastante grande", afirmou a ministra, durante audiência pública no Congresso. Se, por um lado, a promessa é uma boa notícia para o funcionalismo do Executivo, ela traz preocupação para outras categorias, que podem ter os benefícios congelados.
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quarta-feira, 9 de maio de 2012

Assinem cheque em branco pelas 30 horas, orienta diretoria do Sinditest

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Foram 168 pessoas constando na lista de presença da assembleia geral do Sinditest encerrada há pouco no RU Central da UFPR. Mas menos da metade acompanhou o principal debate da reunião: o tortuoso processo de implantação da jornada de 30 horas, resultado de uma negociação da cúpula sindical no final da greve de 2011.

A Diretoria do Sinditest propôs que a assembleia aprovasse um documento de 7 itens sobre a implementação da jornada reduzida, que, resumidamente, reafirma posições pela concessão das 30 horas para todos os servidores (incluindo os que recebem FGs e CDs) e contra a instalação do controle de ponto eletrônico biométrico.  Opondo-se à efetivação do ponto eletrônico, esse documento pretende que o Conselho Universitário (COUN) altere sua Resolução 56/2011 no Art. 5o. (artigo que determina colocação desse tipo de ponto em toda a UFPR; veja no final* da matéria a redação atual desse artigo).

Até aí, tudo bem, a ampla maioria dos servidores defende as 30 horas e se posta contra o ponto eletrônico.  Contudo, existe um prazo (supostamente final) no dia 23 de maio para que os servidores dos setores e unidades assumam compromisso de caráter individual com as escalas de 6 horas, significando sua opção de adesão ao novo regime de horário, nos termos da atual Resolução 56/11 - ou seja, com aceitação, na prática, do controle eletrônico de seu ponto.

A Diretoria do Sinditest defende que os servidores façam isso até o dia 23/05 e comecem em seguida a cumprir jornada de 6 horas diárias, mesmo sem qualquer garantia de que o Art. 5o.da Resolução 56/11 possa ser revogado pelo COUN.  A situação de incerteza e insegurança, assim, perdura.  E essa orientação da Diretoria sindical se parece muito com um cheque em branco assinado pelo servidor.   Entretanto, tendo maioria dentre as cerca de 60 pessoas que sobraram no final da assembleia de hoje, a Diretoria aprovou sua posição, rejeitando uma proposta da plenária com o sentido acautelatório de que nenhum servidor assumisse formalmente qualquer compromisso sem que antes tenha sido alterada a Resolução 56/11.  Resta ver como reagirão os servidores dos diversos setores diante do prazo de 23/05, acompanhando a postura da Comissão das 30 horas do COUN, a do reitor e a do próprio COUN.
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(*)Resolução 56/2011 do Conselho Universitário da UFPR (publicada em 03/01/2012):
Art. 5º - O acesso e o controle de freqüência dos servidores técnico-administrativos da UFPR deverão ser registrados por meio de equipamento eletrônico e de sistemas informatizados, conforme legislação vigente.


§ 1º Enquanto os equipamentos eletrônicos não estiverem instalados, os responsáveis pelas unidades administrativas, setores e Reitoria deverão tomar providências para garantir a eficiência do controle via folha de ponto, para fins de auditoria dos órgãos de controle, até a instalação dos equipamentos, conforme formulário próprio disponível no sítio eletrônico da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEPE).