quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Eleição da vergonha
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
O medo e a malícia de não dar nomes aos bois, vacas, bezerros e patos
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
O velho "companheiro" virou "capataz"
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Sinditest contratou novo escritório jurídico, mas faz arranjo para amigo cuidar da FUNPAR
Não dá pra entender. A gente pode acreditar que uma nova diretoria, assumindo no lugar de notórios dirigentes autoritários, vai ser melhor, mas... Quando em campanha, a atual diretoria reclamava das assessorias jurídicas (eram duas, uma pro pessoal do RJU, outra pra FUNPAR). Então, prometeu fazer licitação justa para contratar novos advogados que fossem "independentes". Fizeram um suposto processo licitatório (dizemos "suposto" porque até agora nada do processo foi exibido, como prometido em 2011, na internet). E contrataram um escritório vencedor dessa "licitação", o Trindade Arzeno.

quarta-feira, 2 de maio de 2012
Ao defender fim do imposto sindical, CUT contraria seus maiores filiados
quarta-feira, 11 de abril de 2012
O poço de calda azeda e o poço das contas do Sinditest
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
"Sem demagogia", presidente do Sinditest vai direto ao ponto (eletrônico)
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Vice-presidente eleito do Sinditest acusa Messias de favorecer ponto eletrônico
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Correntes políticas no movimento dos técnicos e o papo despolitizante de ex-lideranças sindicais
Desde a fundação da FASUBRA é assim, e, aliás, a própria fundação da Federação, no final dos anos 1970, foi realizada por militantes de organizações políticas da esquerda que resistiam à ditadura militar.
Hoje na Federação, como em praticamente todas as bases sindicais, atuam correntes políticas, ligadas ou não a partidos e centrais sindicais, mas coexistem democraticamente dentro de um esquema que até hoje preserva a unidade e a força da FASUBRA. A Federação adota o sistema da proporcionalidade para montar em Congresso a sua direção, e cada grupo está representado na medida de sua expressão de apoio entre os delegados eleitos pelas bases para o Confasubra (Congresso da FASUBRA).
Na atual Direção Nacional (DN) da FASUBRA estão representadas as seguintes correntes:
* Tribo: grupo que é isoladamente o maior mas não detem maioria na DN, em geral expressa as visões da ala majoritária do PT.
* CSD: sigla para "CUT Socialista e Democrática", expressa a ala denominada DS do PT (Democracia Socialista). Junto com a Tribo e a corrente "O Trabalho" (também do PT), a CSD compõe o segmento da FASUBRA que se liga à CUT (Central Única dos Trabalhadores).
* CTB: grupo dos militantes que atuam na Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, central sindical fundada em 2007, integrada por sindicalistas ligados ao PCdoB, PSB, PDT e grande número de independentes.
* VAL: sigla do grupo "Vamos à Luta", de militantes ligados ao PSOL, em grande parte dissidentes do PT depois de 2003.
* BASE: ajuntamento heterogêneo que inclui militantes do PSTU, dissidentes da Tribo, do VAL e outros ativistas sem filiação partidária conhecida.
Existem algumas outras correntes, com expressão numérica e política menor, às vezes só com presença em um único sindicato ou região, e também as que aparecem e desaparecem entre um Confasubra e outro.
Das principais correntes citadas acima, todas (talvez com exceção do "BASE") tem militantes atuando no movimento da UFPR/UTFPR há um tempo menor ou maior. Assim, este Blog NaLuta, por exemplo, guia-se pelas posições políticas da CTB desde 2008, na sequência da chapa "Avançar na Luta" que disputou a eleição do Sinditest de 2007. O colega Luiz Fernando, veterano ativista do movimento dos técnicos da UFPR, está ligado à CSD. Bernardo Pilotto e Carla, atuais diretores do Sinditest, participam da corrente VAL. E o Dr. Néris e seu pequeno séquito de discípulos adotam atitude ambígua: em assembleias de base costumam atacar o PT e as posições da corrente Tribo; já quando vão a reuniões nacionais, vestem sem pudor as camisetas da Tribo e votam nas propostas dessa corrente.
Fazemos esse resumo panorâmico para que fique claro o quadro dos posicionamentos políticos, dizer quem é quem. E em resposta a certas (ex) lideranças sindicais, que, apesar dos cabelos brancos que deveriam conferir sabedoria, vomitam mentiras, bobagens e disparatados ataques contra os partidos e correntes, em discursos no "palco" da assembleia que, em vez de educar as consciências dos trabalhadores, tentam jogá-las para o nível mais baixo e despolitizado.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Instantâneos do grandioso "Ato Público" da Diretoria do Sinditest
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Diretoria do Sinditest quer usar presença de Lula em comício para fazer onda?
domingo, 20 de junho de 2010
De Boétie para o festim universal

Assim, achando bonitos todos esses passatempos, entretidos por um prazer vão que lhes ofuscava, os povos embrutecidos habituavam-se a servir tão tolamente e até pior do que criancinhas aprendendo a ler com imagens de iluminuras. Os tiranos romanos ainda foram mais longe com esses meios, festejando freqüentemente os homens das decúrias, empanturrando essa gente embrutecida e adulando-a por onde é mais fácil de prender, pelo prazer da boca.
Por isso, o mais instruído dentre eles não teria largado sua tigela de sopa para recobrar a liberdade da República de Platão. Os tiranos prodigalizavam amplamente o quarto do trigo, o sesteiro de vinho, o sestércio, e então dava pena ouvir gritar: Viva o rei! Os broncos não percebiam que, recebendo tudo isso, apenas recobravam uma parte de seu próprio bem, e que o tirano não teria podido dar-lhes a própria porção que recobravam se antes não a tivesse tirado deles mesmos.
O que hoje apanhava o sestércio, o que se empanturrava no festim público abençoando Tibério e Nero por sua liberalidade, no dia seguinte, ao ser obrigado a abandonar seus bens à cobiça, seus filhos à luxúria, sua própria condição à crueldade desses magníficos imperadores, ficava mudo como uma pedra e imóvel como um tronco. O povo ignorante e embrutecido sempre foi assim.(*)
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(*)Trecho do "Discurso da Servidão Voluntária", texto escrito por volta de 1548 por Etienne de La Boétie.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Curso de jornalismo/panfletagem prático
"CURSO DE JORNALISMO PRÁTICO: MANUAL DO COLUNISTA"
"Agora que a obrigatoriedade do diploma para exercício da profissão caiu, o Blog do Sakamoto reforça o seu Curso de Jornalismo Prático. O Curso é elaborado em conjunto com amigos que são grandes repórteres e conhecem como ninguém o universo das redações. Para esta aula, um deles foi certeiro na análise do problema, criando um manual que será de grande utilidade aos recém-formados, mas também àqueles com mais quilometragem que querem “chegar lá”.
Quer virar colunista ou editorialista de jornalão impresso, de um telejornal noturno ou de uma revista semanal de grande circulação? Fácil. Basta seguir este manual. Para cada tema polêmico da atualidade, há um repertório de cinco argumentos que devem ser repetidos ad nauseam, sem margem para hesitação. Pintou o tema, escolha um dos cinco argumentos abaixo e tasque na sua coluna. Se quiser, use mais de um. Você é a estrela.
Uma dica: para sua coluna parecer diversificada, democrática, procure colocar alguns dos argumentos abaixo na boca de “especialistas”. Veja a lista de nossos especialistas no Disk-Fonte e escolha livremente. Se já estiver na hora do fechamento da coluna e ninguém atender, ligue para o Demétrio Magnolli, pois esse está sempre à disposição e discorre sobre qualquer assunto. Ele é fera.
E atenção: não se preocupe se o seu concorrente direto anda usando exatamente esses mesmos argumentos há anos. Não importa também se quase todos esses argumentos já foram aniquilados pelos fatos. O importante, em todos os casos, não é citar fatos. O que conta é dar ênfase no argumento. Se você estiver apresentando um telejornal, faça cara de compenetrado. Se for uma coluna, um editorial, carregue no título.
Além da segurança, da facilidade e da comodidade, há várias outras razões para você usar esse manual: 1) você vai parecer erudito; 2) você vai gastar pouco tempo para fechar a coluna; e 3) seu texto irá repercutir muito bem junto ao dono do(a) jornal/revista/TV que você trabalha.
Ao manual:
Se o assunto é: Trabalho e capital
Seus argumentos devem ser:
“O que os sindicatos não entendem é que, nesta hora, todos têm que dar sua cota de sacrifício”
“Os grevistas não pensam na população, apenas neles mesmos”
“Sem uma reforma trabalhista que desonere o capital, o Brasil está fadado ao fracasso”
“A CLT é uma amarra que impede a economia de crescer”
“É um absurdo os sindicatos terem tanta liberdade”
Se o assunto é: A política econômica
Seus argumentos devem ser:
“O governo deveria aproveitar esse período de vacas gordas para fazer as reformas que o Brasil precisa, cortando custos”
“Os gastos e a contratação de pessoal estão completamente fora de controle”
“O país precisa fazer a lição de casa e cortar postos de trabalho”
“Quem produz sofre muito com o Custo Brasil, é necessário cortar custos e investir em infra-estrutura”
“Só dá certo porque é continuidade do governo FHC”
Se o assunto é: Confecom, democratização da comunicação, classificação indicativa
Seus argumentos devem ser:
“Qualquer regulamentação é ruim, o mercado regula”
“É um atentado à liberdade de imprensa”
“Querem acabar com o seu direito de escolha”
“Já tentaram expulsar até o repórter do New York Times, sabia?”
“A classificação indicativa é censura. Os pais é que têm que regular o que seus filhos assistem”
Se o assunto é: Cotas nas universidades, ação afirmativa, Estatuto da Igualdade Racial
Seus argumentos devem ser:
“Para a biologia, a raça humana é uma só. Logo, não faz sentido dividir as pessoas por raças”
“A política de cotas é perigosa. Irá criar conflitos que não existem hoje no Brasil”
“É uma ameaça à qualidade do ensino, pois os beneficiários não conseguirão acompanhar as aulas”
“Essas iniciativas representam uma ameaça ao princípio de que todos são iguais perante a lei”
“Cotas são ruins para os próprios negros, pois eles sempre se sentirão discriminados na faculdade”
Se o assunto é: Bolsa Família
Seus argumentos devem ser:
“O pobre vai usar o dinheiro para comprar TV, geladeira, sofá e outros artigos de luxo”
“O pobre não terá incentivo para trabalhar. Vai se acostumar na pobreza”
“Não adianta dar o peixe, tem de ensinar a pescar”
“O programa não tem porta de saída” (não tente explicar o que é isso)
“O governo só sabe criar gastos”
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Fonte: Blog do Sakamoto
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Sinditest imobiliário é imobilista e pelego


terça-feira, 4 de agosto de 2009
A AFHC voltou
Sinditest obtém reivindicação só para trabalhadores do HC
Muito bem, o Sinditest fez seu papel e mudou uma orientação, mas curiosamente só obteve a conquista para os trabalhadores do HC. Que estes servidores estão mais próximos do atendimento dos casos da gripe A é evidente, mas por que apenas esses filiados do sindicato podem ser atendidos num hospital de referência do Paraná? O que salta aos olhos é mais uma prova de que a Diretoria "Para Todos" do Sinditest continua priviliegiando a sua base eleitoral, e se esquece de que deve representar toda a categoria, não apenas os que trabalham no HC.
terça-feira, 30 de junho de 2009
Você, filiado do RJU, subvenciona ganhos do Acordo Coletivo da FUNPAR
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Chifrada no bom senso dos filiados

(trecho do Editorial do jornal do Sinditest, edição Março-Abril/2009).
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Diretoria do Sinditest não fez Assembléia ordinária de prestação de contas

No Capítulo IV do Estatuto do Sinditest, está ordenado o seguinte no Art. 10:
"Art. 10º.- As Assembléias Gerais Ordinárias terão lugar:
a- Anualmente, até 31 de março, para discutir e deliberar sobre o relatório da Diretoria Executiva e prestação de contas do exercício anterior (...)"
No Capítulo V, sobre a Diretoria sindical, pode ser lida a seguinte disposição:
"Art. 20º - São atribuições da Diretoria:
(...)
b- Cumprir e fazer cumprir este Estatuto, bem como as deliberações das instâncias superiores do SINDITEST-PR (...)"
Pergunta-se: quem sabe quando e como teria sido realizada essa Assembléia Geral Ordinária para prestação de contas do exercício anterior (ano de 2008) ? Teria sido mais uma assembléia-fantasma, escondida da base dos filiados, como aquela fantasmagórica de 3 de outubro de 2008 ? Ou simplesmente os diretores do "Sindicato Para Todos" se esqueceram do que manda o Estatuto que seu vice-presidente baixarel tanto gosta de brandir por aí ? Resumindo: mais uma, mais uma expressiva demonstração da transparência de que eles falavam em sua campanha eleitoral...
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Sindicalismo leviano apóia homicida

A tragédia ocorreu dia 30/6 e prosseguem as investigações para desvendar com exatidão o que levou a mãe a praticar homicídio. Autoridades adiantaram a informação de que Tatiana sofreria de distúrbio bipolar (Psicose Maníaco-Depressiva, P.M.D.), uma severa psicose em que o doente alterna períodos de agitação maníaca com fases de funda depressão. A PMD é doença grave que exige tratamento permanente e cujas fases alternantes não dependem necessariamente das condições do ambiente onde vive o paciente. A imprensa relata que ela já passou por internações psiquiátricas.
No afã de mostrar suposta "combatividade", a Diretoria do SINDITEST insinua que condições de trabalho estressantes do HC (como em geral são nos hospitais) provocariam doenças mentais como aquela que levou a funcionária Tatiana a matar sua filha. A Diretoria denuncia que a mídia pinta a mãe como um "monstro", mas cai no extremo oposto, sendo espantosamente compreensiva com o homicídio: "nós, da Diretoria do SINDITEST também queremos declarar nosso apoio à servidora." Uma posição como essa é inaceitável: ainda que sob efeito de grande perturbação mental, a mãe cometeu um crime contra a vida. A raciocinar desse jeito, valeria o alerta: "filhos de servidores do HC, fiquem espertos quando seus pais chegarem em casa depois do trabalho!"
Uma tragédia como essa é séria demais para servir de objeto a demagogia sindicaleira. A Diretoria do SINDITEST deveria respeitar o sofrimento daquela família e parar de fazer politicagem barata.