A internet está coalhada de textos curtos e longos comentando a atuação da médica infectologista Luana Araújo na sessão de ontem, 2/6, da CPI do Genocídio. Longos ou breves, a maioria elogiosos, outros nem tanto, mas o fato é que a Dra. Luana “causou” na CPI. Ela, sempre concisa, objetiva e didática, deu um “show de Ciência” perante os senadores da CPI, contrastando com a fugidia e enroladora oncologista bolsonarista Nise Yamaguchi do dia anterior (a chefe prática do "Gabinete Paralelo" da saúde).
quinta-feira, 3 de junho de 2021
A navalha enferrujada do senador Heinze
A internet está coalhada de textos curtos e longos comentando a atuação da médica infectologista Luana Araújo na sessão de ontem, 2/6, da CPI do Genocídio. Longos ou breves, a maioria elogiosos, outros nem tanto, mas o fato é que a Dra. Luana “causou” na CPI. Ela, sempre concisa, objetiva e didática, deu um “show de Ciência” perante os senadores da CPI, contrastando com a fugidia e enroladora oncologista bolsonarista Nise Yamaguchi do dia anterior (a chefe prática do "Gabinete Paralelo" da saúde).
Por pluralidade na representação TAE nos Conselhos da UFPR
A presença de representação dos técnico-administrativos nos Conselhos Superiores da UFPR não foi dádiva das autoridades universitárias. É resultado de uma luta de décadas, batalhando o argumento de que os TAEs também deveriam ter vagas no CEPE (Ensino, Pesquisa e Extensão), COPLAD (Planejamento e Administração) e CC (Curadores). Não havia nenhuma vaga prevista para TAEs nos tempos de ditadura militar, mas esse quadro, ao longo dos anos finais do século passado e iniciais do 21, foi mudando.
segunda-feira, 3 de maio de 2021
Memórias - somos o que fomos e poderemos ser
sexta-feira, 30 de abril de 2021
Carreata em Curitiba no Dia do Trabalhador
Neste 1. de Maio, dia de comemoração e lutas de resistência dos trabalhadores e das trabalhadoras, a atividade unificada chamada pelas Centrais Sindicais, com participação de outras entidades dos movimentos sociais será uma carreata (por causa da pandemia), que partem de dois pontos de Curitiba e depois se juntam, conforme o cartaz acima [clique na figura para ampliar].
Temos que defender a vida e a democracia, e protestar contra a marca de mais de 400 mil óbitos, sob responsabilidade principal do desgoverno genocida de Bolsonaro, que não está nem aí com essa mortandade de brasileiras e brasileiros.
APUFPR: eleição feita ontem deu vitória à Chapa 1
"Nomadland" e a América redescoberta
Vencedor do Oscar, filme de Chloé Zhao extrapola cidades-fantasmas e a crise social dos EUA. Mostra também a desumanização do capitalismo pós-industrial, numa revisão crítica da mitologia do desbravamento e da busca de liberdade…
quarta-feira, 21 de abril de 2021
A CPI do Genocídio e a solidão de Bolsonaro com sua "milagrosa" cloroquina
Embora o governo Bolsonaro trate como uma vitória o adiamento para a próxima terça-feira, 27, da instalação da CPI da Covid-19, politicamente ela já está funcionando
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Título da postagem dado por este Blog NaLuta
terça-feira, 20 de abril de 2021
Eleições para a Diretoria da APUFPR: todo apoio à Chapa 1 !
Para conhecer detalhes do processo eleitoral online do dia 29/04, a composição completa das duas chapas e suas propostas, clique aqui.
Uma oportunidade imediata é acompanhar o debate das chapas, que acontece hoje, 3a.feira, 20/04, a partir das 19h00, nos canais de Facebook e Youtube da APUFPR.
As duas chapas estão no campo da esquerda/centro-esquerda. Contudo, desde logo, este Blog posiciona-se claramente em apoio à chapa 1, pelo prosseguimento e aperfeiçoamento da prática da gestão atual do professor Paulo Vieira. Logo abaixo, a composição da chapa [clique na figura para ampliar].
Conhecemos de longa data o militante sindical, sério e sempre afável, Paulo Vieira. Mas, fundamentalmente, o trabalho recente que ele e seus/suas companheiros/as vieram realizando.
A gestão 2019-2021 assumiu o comando da entidade justamente quando principiava a tragédia brasileira do desgoverno Bolsonaro, com seu cortejo de ataques às Universidades Federais e ao serviço público. Desde 2019 foi preciso construir muitos atos de resistência aos criminosos cortes de bolsas e das verbas de custeio da Universidade. Desmascarar e derrotar o privatizante projeto "Future-se" do inepto e semianalfabeto "ministro" fujão Abraham Weintraub. E lá esteve a APUFPR, ombro a ombro com servidores técnicos e estudantes, na praça pública enquanto isso era possível, antes da pandemia. Nos meios virtuais, em 2020, premidos todos pela ameaça da insidiosa COVID-19.
Em outro período destacado, APUFPR, Sinditest e DCE uniram-se fortemente para assegurar a democracia universitária na sucessão da Reitoria. O processo virtual de escolha de reitor/vice - questionado por setores da UFPR, equivocados uns, oportunistas outros - foi pleno de sucesso. Seja na condução transparente e bem organizada, seja na garantia da vitória e posse de uma gestão de Reitoria que assegura a trincheira em defesa da Universidade Pública Gratuita e Democrática, e da Ciência, bastião de resistência aos retrocessos bolsonaristas/guedistas.
Além disso, nesta conturbadíssima quadra da História brasileira, é a Chapa 1 aquela capaz de uma postura de efetiva amplitude política e de sempre esforçar-se por realizar a unidade na ação, acima de sectarismos ou voluntarismos, em aliança com os outros dois segmentos da comunidade universitária assim como com os setores progressistas de toda a sociedade. Uma Frente Ampla em defesa da vida, da democracia, da soberania nacional, da Constituição está como nunca na ordem do dia, antes que o fascismo de fato realize seus intentos de destruir este país como Nação.
Assim, pedimos a simpatia de nossos/as colegas técnico-administrativos/as e dos/das estudantes. Sobretudo, o apoio militante dos/das docentes amigos/as para garantir a vitória da Chapa 1 em 29 de abril. Viva a Chapa 1!
sábado, 10 de abril de 2021
Mantenha os nazistas por perto
Porque o bolsonarismo não respira sem eles.
Leandro Demori - Site The Intercept Brasil (TIB)
Quem mora no Rio de Janeiro já deve ter visto a imagem acima pichada em algum muro, pilastra ou viaduto. Não é de hoje que ela se espalha pela cidade. O que aconteceu no STF esta semana me fez lembrar dela. A briga por manter igrejas abertas durante a pandemia tem muito a ver com isso, talvez de modo mais preocupante do que vocês estejam pensando.
"Bíblia SIM
Constituição NÃO"
O que se viu: Bolsonaro usando seu nanoministro Kássio Nunes Marques – e também os obedientes advogado-geral da União, André Mendonça, e o procurador-geral da República, Augusto Aras – para agradar a católicos & evangélicos. Mesmo que tenha perdido a votação ("Por 9 a 2, STF decide que estados e municípios podem restringir cultos e missas na pandemia"), o bolsonarismo enfrentou a questão em praça pública em nome de fiéis e dizimistas. Uma vitória na derrota. Mas essa briga tinha também outra plateia.
Não são os felicianos ou malafaias – clássicos adesistas das tetas do governo de turno – que mais importam aqui. É de gente bem pior que estou falando. Gente que lá atrás, muito antes de Bolsonaro pensar em disputar a Presidência, já era parte de sua base fiel por ver ali, naquele deputado, alguém capaz de defender a história indefensável. O circo no STF serviu para manter pessoas perigosas coladas no bolsonarismo.
O pedido foi feito pela Associação Nacional de Juristas Evangélicos, um grupo comandado por calvinistas que está tomando o governo por dentro e sem alarde. A diferença principal dos evangélicos calvinistas para os demais é sua compreensão de que o cristianismo deve reivindicar a hegemonia cultural. Um cristianismo supremacista, implacável contra o “esquerdismo”, o “liberalismo teológico” e o “comunismo".
Fazendo buscas no site da Anajure, me deparei com um post descuidado. A entidade defendeu publicamente um grupo de pessoas fazendo um gesto imortalizado pelos nazistas. O detalhe é que ninguém sequer falou em Anajure no post em que se denunciou o ato. Ninguém chamou a Anajure para essa conversa. Qual o objetivo de atravessar a rua e escorregar em uma casca de banana que não é sua? Corre-se o risco de parecer que a entidade quer naturalizar a saudação na sociedade. A Anajure deveria ter mais cuidado.
Porque, como bem disse Michel Gherman, o bolsonarismo só ganhou corpo quando estendeu a mão para uma parte extremamente podre da nossa sociedade. Bolsonaro e seu movimento não podem perder essa gente, sobretudo agora quando sua popularidade cai e a gestão assassina da pandemia é um fato inegável. Sem a base, eles não são nada. E grupos nazistas e fascistas são a verdadeira base de Bolsonaro.
Eles já estavam defendendo sem vergonha o então deputado em 2011(!), quando sequer se imaginava que Jair teria alguma intenção de concorrer à Presidência. Na foto abaixo, enquanto um homem veste a camiseta de um Bolsonaro com sorriso de família aos domingos, outro ostenta o logotipo do Kombat Rac (combate racial), um grupo fascista.
Um ano depois, Bolsonaro falou das qualidades de Hitler ao CQC. Estava acariciando o grupo aí de cima. Foi lá, em rede nacional, que o Brasil viu um homem público com chances eleitorais capaz de dizer – como diria mais tarde – que o holocausto pode ser perdoado. Os supremacistas tinham, enfim, seu candidato.
Ao dar vazão, em pleno Supremo, ao ideário de “Bíblia SIM, Constituição NÃO”, o bolsonarismo acena mais uma vez às seitas que formam seu néctar. As pichações no Rio são feitas pelos membros da congregação Geração Jesus Cristo, um grupo religioso que promove agitação política muito parecida com as que se viu pré-golpe de 64. Entre seus atos, estão a publicação de vídeos nos quais seus membros se vangloriam por destruírem imagens de um centro espírita e, claro, clamar por um novo holocausto. Bolsonaro não pode arriscar perder essa base. Não agora, quando está cada vez mais enfraquecido.
Falar sobre inspirações nazistas e fascistas na política virou lugar-comum nas democracias. Muitas vezes, os gritos são hipérboles que enfraquecem a própria ideia do terror. Não é disso que se trata agora. O atual governo é, sim, inspirado e suportado por supremacistas. É essa base, em última instância, que ficará ao lado de Bolsonaro nos dias que virão – seja para salvá-lo de um impeachment, seja para tacar fogo no país.
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terça-feira, 6 de abril de 2021
AGLO...meração é POP
Culto no templo do picareta Edir: 'Vou apressar encontro de vós com Jesus'
Kássio ConKá Nunes, o juiz serviçal a Bolsonaro no STF, decretou monocraticamente que está liberada a realização de cultos evangélicos e missas presenciais, desde que, diz Kássio, se respeitem medidas como limite de 25% de pessoas nos templos, uso de máscaras e de álcool em gel...
Ora, quem vai fiscalizar nessas cerimônias religiosas que estará sendo obedecido o limite de 25%, uso de máscaras e álcool? Ninguém. Logo, os pastores podem liberar geral e depois dar a desculpa de que não tinham como impedir que a multidão à porta do templo também pudesse entrar.
O próprio juiz Kássio ConKá admitiu, em sua decisão, que a tal Associação de Juristas Evangélicos, que pediu a decisão ao STF com base numa figura jurídica da CF, não tinha legitimidade para fazer tal pedido. Mesmo assim, o peão bolsonarista do STF tomou a decisão... a partir de pedido ilegítimo!
Amanhã, o plenário do STF se reúne para definir de uma vez essa questão, ou seja, reiterar a decisão prévia do próprio plenário de que governadores e prefeitos tem autonomia para baixar medidas que evitem a propagação do coronavírus, como é o caso de proibir diversos tipos de aglomerações (como em cultos e festas). E o poodlezinho juiz de Bolsonaro deve levar uma surra verbal no STF e sua decisão da semana passada ser sumariamente jogada no lixo.
Mas, para os negacionistas que idolatram o bezerro de ouro chamado Jair Messias, AGLOmeração é POP, AGLOmeração é TECH, AGLOmeração é TUDO de bom para voltar a encher a "sacolinha" com dízimos que garantem a vida boa de pastores que traficam com a fé.
Pesquisa XP: 48% consideram desgoverno Bolsonaro ruim ou péssimo
Pesquisa da XP/Ipespe, publicada ontem (5/4), com 1.000 entrevistados de todo o país, aponta que 48% desses consideram o desgoverno Bolsonaro como "ruim ou péssimo". A avaliação negativa tem subido constantemente: desde outubro/2020, já cresceu em 17 pontos porcentuais.
segunda-feira, 5 de abril de 2021
Por uma felicidade vadia
Associado ao êxito individual, o ser feliz tornou-se obrigação tormentosa. Pode ser, porém, o desfrute de uma vida sem medos; os convívios que permitem encarar o incerto e a tristeza; e uma ética que, prezando o cuidado, desafia os moralismos
Insegurança alimentar atinge 117 milhões; destes, 19 milhões têm fome
Com a pandemia do novo coronavírus, aumentou o número de brasileiros que conhecem a fome. No final do ano passado, 116,8 milhões de pessoas conviviam com algum grau de insegurança alimentar. Desses, 43,4 milhões não tinham alimentos em quantidade suficiente suficiente e 19,1 milhões de pessoas conviviam com insegurança grave, ou seja, fome. O número dos que lidam com a fome tem 9 milhões a mais que em 2018, quando eram 10,3 milhões de pessoas nessa situação.
Mais de meio milhão de mortos por COVID-19 até fim de junho no Brasil, projeta a Universidade de Washington
sábado, 27 de março de 2021
Vergonhas notáveis protagonizadas por Bolsotários
Desgoverno Bolsonaro está nas cordas, mas direita (ainda) não tem alternativa
Texto do Blog Tijolaço e charge de Aroeira
Título modificado por este Blog
Alô, marreco! Quéén! Whooo! Bemvindo telefona ao ex-juiz parcial e suspeito
Defender a Educação Pública! Plenária nacional em 31 de março
De uma estrela a outra
Eram quatro amigos na escola média de Paranaguá. Completamente galvanizados em sua incandescência hormonal adolescente pela fascinação irradiada pela colega Lívia. A casa dela fazia fundos com a casa de um dos quatro amigos, e todos ansiavam que ela trocasse de roupa, no fim da tarde, com a janela aberta. Ela trocava...
Relatos de vida
“Relatos do Mundo” (“News of the world”)