domingo, 18 de outubro de 2026
Anatomia do Caos
segunda-feira, 22 de maio de 2023
Elos genéticos envolvidos com COVID-19 severa
O trabalho confirma muitos genes previamente implicados e acrescenta 16 novos à lista. Entre eles, estão genes ligados a respostas inflamatórias e ativação de células imunes - processos que podem danificar a capacidade dos pulmões de processar o oxigênio a ser enviado às células de todo o organismo.
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Fonte: revista Nature.
quarta-feira, 5 de outubro de 2022
O que poderia estimular uma onda de inverno de COVID-19
Partículas de coronavírus (verde) invadindo células humanas
Crescem evidências de que no hemisfério norte está em curso um surto de novos casos de COVID-19 no outono e inverno, nessa região do planeta. Novas cepas não vulneráveis imunologicamente da variante Omicron da SARS-CoV-2, mudanças comportamentais e imunidade desvanecente significam que muitos países poderiam em breve se defrontar com um grande número de infecções de COVId-19 - e potencialmente novas hospitalizações - dizem os cientistas.
A revista Nature explora os fatores que podem conduzir a uma nova onda de COVID-19 - e o que se pode fazer para conter seus efeitos com uma nova geração de vacinas contra a variante Omicron.
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Comentário: se essa nova onda de COVID-19 despontar no hemisfério onde estão América do Norte, Europa, Rússia, não é implausível que isso também chegue na América do Sul, no Brasil. E poderá ser necessário retomar as medidas de precaução do tempo da pandemia aberta.
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Fonte: Nature Briefing - 04/10/2022
segunda-feira, 26 de setembro de 2022
Milhões de crianças perderam pais para a COVID-19
Cerca de 10 milhões e 500 mil crianças, em todo o mundo, perderam um pai, mãe ou responsável, que morreram de COVID-19, segundo informa um estudo epidemiológico. O dado representa um dramático aumento em relação às estimativas iniciais.
sexta-feira, 17 de setembro de 2021
Do mato onde não sai cachorro e os cachorros que saíram do mato
quinta-feira, 3 de junho de 2021
A navalha enferrujada do senador Heinze
A internet está coalhada de textos curtos e longos comentando a atuação da médica infectologista Luana Araújo na sessão de ontem, 2/6, da CPI do Genocídio. Longos ou breves, a maioria elogiosos, outros nem tanto, mas o fato é que a Dra. Luana “causou” na CPI. Ela, sempre concisa, objetiva e didática, deu um “show de Ciência” perante os senadores da CPI, contrastando com a fugidia e enroladora oncologista bolsonarista Nise Yamaguchi do dia anterior (a chefe prática do "Gabinete Paralelo" da saúde).
quarta-feira, 21 de abril de 2021
A CPI do Genocídio e a solidão de Bolsonaro com sua "milagrosa" cloroquina
Embora o governo Bolsonaro trate como uma vitória o adiamento para a próxima terça-feira, 27, da instalação da CPI da Covid-19, politicamente ela já está funcionando
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Título da postagem dado por este Blog NaLuta
terça-feira, 6 de abril de 2021
AGLO...meração é POP
Culto no templo do picareta Edir: 'Vou apressar encontro de vós com Jesus'
Kássio ConKá Nunes, o juiz serviçal a Bolsonaro no STF, decretou monocraticamente que está liberada a realização de cultos evangélicos e missas presenciais, desde que, diz Kássio, se respeitem medidas como limite de 25% de pessoas nos templos, uso de máscaras e de álcool em gel...
Ora, quem vai fiscalizar nessas cerimônias religiosas que estará sendo obedecido o limite de 25%, uso de máscaras e álcool? Ninguém. Logo, os pastores podem liberar geral e depois dar a desculpa de que não tinham como impedir que a multidão à porta do templo também pudesse entrar.
O próprio juiz Kássio ConKá admitiu, em sua decisão, que a tal Associação de Juristas Evangélicos, que pediu a decisão ao STF com base numa figura jurídica da CF, não tinha legitimidade para fazer tal pedido. Mesmo assim, o peão bolsonarista do STF tomou a decisão... a partir de pedido ilegítimo!
Amanhã, o plenário do STF se reúne para definir de uma vez essa questão, ou seja, reiterar a decisão prévia do próprio plenário de que governadores e prefeitos tem autonomia para baixar medidas que evitem a propagação do coronavírus, como é o caso de proibir diversos tipos de aglomerações (como em cultos e festas). E o poodlezinho juiz de Bolsonaro deve levar uma surra verbal no STF e sua decisão da semana passada ser sumariamente jogada no lixo.
Mas, para os negacionistas que idolatram o bezerro de ouro chamado Jair Messias, AGLOmeração é POP, AGLOmeração é TECH, AGLOmeração é TUDO de bom para voltar a encher a "sacolinha" com dízimos que garantem a vida boa de pastores que traficam com a fé.
segunda-feira, 5 de abril de 2021
Por uma felicidade vadia
Associado ao êxito individual, o ser feliz tornou-se obrigação tormentosa. Pode ser, porém, o desfrute de uma vida sem medos; os convívios que permitem encarar o incerto e a tristeza; e uma ética que, prezando o cuidado, desafia os moralismos
Insegurança alimentar atinge 117 milhões; destes, 19 milhões têm fome
Com a pandemia do novo coronavírus, aumentou o número de brasileiros que conhecem a fome. No final do ano passado, 116,8 milhões de pessoas conviviam com algum grau de insegurança alimentar. Desses, 43,4 milhões não tinham alimentos em quantidade suficiente suficiente e 19,1 milhões de pessoas conviviam com insegurança grave, ou seja, fome. O número dos que lidam com a fome tem 9 milhões a mais que em 2018, quando eram 10,3 milhões de pessoas nessa situação.
Mais de meio milhão de mortos por COVID-19 até fim de junho no Brasil, projeta a Universidade de Washington
terça-feira, 16 de março de 2021
Colapso do sistema funerário, contaminação de lençóis freáticos e de alimentos - o alerta de Miguel Nicolelis
O médico e neurocientista respeitado mundialmente Miguel Nicolelis lança mais um alerta grave. O aumento brutal de mortes pela COVID-19 (pelo menos triplicou o número de enterros comparativamente a tempos 'normais') e os sepultamentos de cadáveres repletos ainda de coronavírus e também de bactérias, sem maior controle ou regramento, poderá levar à contaminação de lençóis freáticos e, por extensão, de alimentos.
COVID-19 de longa duração em jovem que teve doença leve
DOI : https://doi.org/10.1016/S2213-2600(21)00123-5
Figura de The Lancet
Resenha com tradução livre do inglês do autor da postagem
segunda-feira, 15 de março de 2021
Cloroquina e ivermectina: fantasia ou realidade?
Evento promovido pela Agenda Escola da UFPR debate as duas drogas alardeadas pelo governo Bolsonaro como parte de um suposto "tratamento precoce" da COVID-19. Será amanhã, 16/03 (3a.feira) a partir das 10 da manhã, sendo transmitido pelo canal do YouTube da #AgenciaEscolaUFPR
Malucos bolsonaristas se aglomeram para intercambiar coronavírus e pregar golpe militar
Para os discípulos da necropolítica do despresidente Bolsonaro, tanto faz se autoridades em Curitiba decretaram bandeira vermelha (alto risco de contágio) e lockdown contra a COVID-19. O bando de zumbis desafiou e juntou-se ontem, 14/03, sem máscaras, para um troca-troca de seus próprios vírus no Centro Cívico.
Foto: Portal Bem Paraná
terça-feira, 13 de outubro de 2020
Um novo vírus surge no Alasca
A pandemia da COVID-19 tornou mais conhecidos os riscos que corremos de que vírus desconhecidos se espalhem, alguns com potencial de desencadear crises semelhantes. Um jeito de que isso pode acontecer é via contato com bichos selvagens, que vem sendo facilitado por fatores como desmatamento, que expulsa os animais de seus habitats naturais, e ocupação humana de áreas que eram antes isoladas.
Pior da pandemia COVID-19 já passou! Passou?
No entanto, vai se liberando e liberando, e cada vez mais se vê aglomerações. Depois da 'liberada geral' na Europa, vários países de lá voltaram a ter registro de aumento de casos da pandemia, forçando autoridades a retomarem medidas restritivas contra aglomerações e obrigatoriedade de uso de máscaras e de higiene.
Então, cabe a pergunta: no Brasil, com acúmulo de mais de 5.100.000 casos e mais de 150 mil óbitos, embora com certo declínio médio das taxas, o pior já passou?
Na opinião de um dos maiores cientistas brasileiros, o médico neurocientista Miguel Nicolelis (foto acima) é uma leviandade afirmar que o pior da COVID-19 já era. Diz ele, em matéria da revista CartaCapital:




















