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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Os enrolados da diretoria do Sinditest

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Primeiro de tudo, tem a velha novela do rolo com a venda da "chácara" do Sinditest. No rolo tem Antonio Néris, Wilson Messias,  Carla Cobalchini, Zé Carlos e uma auditoria que nunca foi devidamente explicada para a base.  Um imóvel que supostamente foi vendido a um sujeito pobre (um vigilante) por 250 mil reais e que, um ano depois, renderam ao comprador, revendas que atingiram mais de um milhão de reais. Esquisito, né?

Agora, depois de se elegerem com base em mentiras e promessas vãs, a Diretoria do Sinditest se esquece de prestar contas e não esclarece suas mudanças de escritório de advogado. Nem as fartas verbas destinadas ao PSTU.

Rachada de fio a pavio, a tal diretoria sequer sabe o que apresentar de propostas para a base. Vários diretores estão se pelando de medo de serem atingidos por PADs da Reitoria pelo fato de terem feito merda em greves passadas e estão pedindo penico para o reitor Ricardo Marcelo para que não exonerem diretores responsáveis pelas merdas de 2015.  Lamentável situação dos "grandes revolucionários"...  Revolucionários de merda que são, de fato.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Onde está o encaminhamento das recomendações da Auditoria do Sinditest de 2013?

Um comentário:
Auditoria foi feita nas contas do Sinditest dos exercícios de 2007 a 2011. O resultado da Auditoria saiu em outubro/2013.  A Assembleia chamada pela Diretoria do PSTU para expor esse resultado (a muito custo e cobrança) só saiu em março/2014, em assembleia da qual um trecho está no vídeo acima.

A auditoria achou irregularidades, entre outras, na venda da "chácara" de Piraquara ocorrida em 2009 sob a gestão Messias/Néris/Carla Cobalchini/Bernardo Pilotto/Zé Carlos Assis.  

A auditoria, em outubro/2013,  recomendou à Diretoria da Carla fazer perícia imobiliária no imóvel vendido de Piraquara, pois a suspeita é de foi vendido subfaturado, com dano para o patrimònio do Sinditest.

Na assembleia no vídeo, em março/2014, Carla recusa aplicar sanções disciplinares em seus ex-colegas de diretoria 2008-2009 Messias e Néris porque argumentava então (vejam no vídeo) que, para isso, era primeiro preciso fazer as tais perícias.

Onde está a perícia?  Não há dinheiro para pagá-la? Seria cara demais?

Ou será que, feita a perícia, isto reforçará a tese de dilapidação de patrimônio do Sinditest praticada por uma Diretoria 2008-2009 na qual Carla foi uma diretora bastante ativa e assinava documentos também para vendas de imóveis?

Contudo, na hora de meter a mão no bolso dos filiados para fundos e mais fundos de greve, dos quais não se presta contas, aí o gatilho é rápido.  Para abafar incômodos, o traseiro é grande para sentar em cima e fingir que nada tem a ver com nada.

domingo, 16 de março de 2014

Farsa da venda da chácara explicada em desenho

2 comentários:
Na quarta-feira passada (12/03) mais um capítulo vergonhoso do rolo envolvendo compra e venda de patrimônio do Sinditest. Uma assembleia geral reuniu-se no HC e a diretoria do Sinditest, conivente com ex-diretores do sindicato, conseguiu empurrar com a barriga mais uma vez a resolução da novela da chácara de Piraquara, vendida supostamente em meados de 2009 pela gestão 2008-2009, mas cuja documentação prova que, de seus 12 terrenos, apenas 2 (dois) foram efetivamente financiados (pela CEF) e alienados para um comprador laranjão.

No  vídeo o servidor Gessimiel Germano ("Paraná") chegou a expor o caso com um desenho na lousa, mas nem assim a Diretoria do Sinditest atual se dispôs a tomar medidas efetivas para enfrentar e resolver a falcatrua.  Parece que vai ficando demonstrado que não adianta fazer assembleias sindicais quando se trata de resolver maracutaias.  Greve geral com esses "esqueletos no armário"??

terça-feira, 11 de março de 2014

Sejamos claros: a presidente do Sinditest está envolvida nas irregularidades

4 comentários:

Car@s leitor@s deste blog, deixemos nós também de rodeios acerca da novela do Relatório da Auditoria do Sinditest. Por que é tão difícil que uma diretoria da "esquerda revolucionária" (qualificativo autoimposto) revele o conteúdo integral do Relatório?

Simples: porque nas irregularidades estão envolvidos atuais diretores do Sinditest e um ex-diretor.  Em especial a presidente do sindicato, Carla Cobalchini.  Eles querem se eximir, mas suas presenças e assinaturas estão em documentos comprometedores.

Carla, colega nossa muito inteligente e com boa formação política de esquerda, ótimo quadro político oriundo do PT, depois do PSol e hoje no PSTU, infelizmente está enredada nas mutretas que a auditoria encontrou nas contas do sindicato.  Logo ela, a dirigente principal do sindicato e  de quem se espera que lidere uma greve de servidores a partir da semana que vem.

Não é por menos que a matéria do sindicato de 24/02 tenta impor sua vã esperança de que a assembleia da auditoria de amanhã (12/03) encerre o assunto das falcatruas ocorridas em gestões de que Carla participou assessorando, no departamento de imprensa, o presidente Wilson Messias e o vice Antonio Néris.  Não vai encerrar o assunto se não forem adotados os encaminhamentos necessários para responsabilizar quem for responsável por malversação das mensalidades pagas pelo coletivo sindicalizado.

Enquanto essa questão permanecer assombrando a categoria, não há como pensar em mobilizações "combativas, unidas, vitoriosas".  Sempre vai pairar a desconfiança.  Pior ainda se vierem propor fundo de greve!

Querem um exemplo, relativo ao assunto mais tenebroso nessa auditoria?  

O famigerado caso da venda da chácara de Piraquara: composto de 12 terrenos, uma assembleia em 04/03/2009 ratificou decisão anterior de vende-la POR INTEIRO (os 12 lotes).  A diretoria, presidida por Messias, achou um suposto comprador (preferimos considerar um laranjão), um vigilante (imaginem o salário de um vigilante) que teria obtido o prodígio de arranjar um financiamento na Caixa Econômica Federal  de 250 mil reais para comprar o imóvel.  Porém, a documentação da própria CEF comprova que esses 250 mil eram para comprar apenas os lotes 4 e 5 de uma chácara de 12 lotes.

Não obstante, o que divulgaram para a categoria burrinha (como eles sempre acharam) é que tinham vendido TODA a chácara de 12 lotes por 250 mil, e não somente os lotes 4 e 5.  Seja como for, o laranjão vigilante vendeu posteriormente os outros 10 lotes por valores que excedem 1 milhão de reais.  Estranho demais, não é?

Onde entram ex- e atuais diretores do Sinditest nesse rolo? Simples: eles assinaram documentos (oficiais, de cartório) e compactuaram com a "venda" maracutaiada.  Carla Cobalchini, José Carlos Assis e Bernardo Pilotto eram diretores do Sinditest ao lado de Wilson Messias quando tal rolo se deu. Carla assinou como jornalista o jornal do Sinditest  de 2009 que vendeu para a base a ilusão de que toda a chácara de Piraquara tinha sido alienada por 250 mil reais, assim como uma ata retificadora complementar (junho/2009) que facilitava o acima citado contrato de financiamento da CEF para o laranjão.

Ora, pois.  Temos um destacado quadro do PSTU e do seu sindicalismo envolvido numa trama que prejudicou a categoria.  Ela quer comandar uma greve mas tem esse "esqueleto no armário".  Ou assume, esclarece, se dispõe ao julgamento da base e possíveis desdobramentos, ou continua tentando esconder o rolo debaixo do tapete.

Sei de uma coisa.  Com essa liderança, mantida a falta de democracia  e de transparência, eu não vou a luta alguma, nem a greves.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Assembleia do Sinditest sobre a misteriosa Auditoria. Pra inglês ver?

4 comentários:
Depois de tantas cobranças de servidores da base do Sinditest, a diretoria - ao que parece - marcou uma assembleia geral para dar conhecimento público dos resultados da Auditoria de contas do sindicato concluída no 2. semestre de 2013.  A assembleia estaria marcada para 26 de fevereiro, no HC.

Dizemos que "parece" que marcaram uma assembleia porque no site do Sinditest não há nenhuma chamada para essa reunião, nem panfleto impresso ou boletim eletrônico via email convocando os filiados.  

Fala-se da greve dos trabalhadores dos Correios no site mas nada sobre um tema que vem gerando crescente desconfiança, suspeita e curiosidade na base do Sinditest, principalmente por causa da insistência da Diretoria em não publicizar em seu site o Relatório Final completo da auditoria levada a cabo pela firma Concept.

Alguns servidores da base, nos últimos dias, puderam consultar o calhamaço do Relatório Final mas tiveram que se deslocar até a sede sindical da rua Agostinho Leão, sendo proibidos de fazer qualquer cópia.  Quem fez essa consulta, já revelou que há elementos realmente comprometedores sobre alguns ex-diretores sindicais mas também sobre diretores atuais.  Então é por isso que tanto se oculta, se esconde, se guarda a sete chaves o dito Relatório?  

Se acontecer de fato essa assembleia geral do dia 26/02, sem convocação ampla na base, é de se conferir se revelará todos os fatos levantados pelos auditores ou se será encenação de "prestação de contas", para inglês ver.
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ATUALIZAÇÃO às 18h00: tanto estava incerta essa assembleia marcada para 26/02 que ela foi remarcada, no meio da tarde de hoje, para 12 de março.  O motivo alegado pela Diretoria do Sinditest é a ausência do auditor da firma Concept em Curitiba na data anterior.  A assembleia então será em 12/03 (4a.-feira), 09h30, no anfiteatro do 7. andar do Anexo B do HC.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

O medo e a malícia de não dar nomes aos bois, vacas, bezerros e patos

6 comentários:
Voltamos à matéria do site do Sinditest que resume – segundo a visão da atual Diretoria sindical, que tenta se reeleger – o “relatório preliminar” da Auditoria da firma Concept, publicada em 28/10.

Já destacamos em postagem anterior que a Diretoria busca salvar a cara de diretores de gestões anteriores onde houve irregularidades – da atual presidente Carla, em especial – que tentam manter-se nos cargos sindicais na eleição (ainda) marcada para semana que vem.  Diz o redator da matéria de 28/10 que somente “Presidente, Vice, Tesoureiro Geral, 1º e 2º Tesoureiros” das diretorias anteriores a 2012 podem ser responsabilizados por ações impróprias investigadas.  De passagem, notamos que toda diretoria de Sinditest desde 1994 tem dois vices, não só um.

Por que não dão nome, sobrenome e RG de quem ocupou esses cargos nas gestões idas?  Medo? Cagaço de processo judicial?  Como, se existirem provas documentais? Ou seria uma tácita cumplicidade pré-eleitoral, de caso pensado – tipo “não te denuncio e você me poupa” ?


Já um outro tipo de omissão de nome, nessa matéria da diretoria do Sinditest de 28/10, é deliberadamente por malícia.  Deixar de reconhecer mérito a quem suspeitou de irregularidades, principalmente das recentes transações imobiliárias, e resolveu fazer valer seus direitos estatutários de filiado, exigindo transparência, esclarecimentos, apuração, punição.  Quem foi, na cara e na coragem, incomodar os poderosos do Sinditest para que explicassem as coisas e os números que não batiam.

A que me refiro? Vejam, por exemplo, neste outro trecho da mesma matéria do Sinditest, que fala da suspeitíssima venda da “chácara” de Piraquara, na qual a auditoria Concept confirmou haver irregularidades:

“3.1. A ‘CHÁCARA’ DE PIRAQUARA

A operação de alienação do referido imóvel foi questionada por parte dos associados, que levantaram vários questionamentos, entre eles:

1) Alienação de imóveis para pessoas sem comprovação de renda;
2) Alienação por valor inferior ao adquirido;
3) Retificação dos valores de venda;
4) Contabilização errada dos valores;
5) Falta de transparência no processo.”

Quem são os “associados que levantaram vários questionamentos” ?  Este blogueiro é um deles.  Mas o principal - o que correu atrás de cartórios desde o final de 2009, montou volumoso dossiê de documentos, análises e petições, aturou má vontade de procuradores de justiça, enfrentou todo o escritório jurídico do Sinditest da época, gastou dinheiro do próprio bolso em busca da verdade, denunciou e argumentou em assembleias sindicais sendo ofendido como maluco, encrenqueiro, mentiroso -, esse associado tem nome, sobrenome e apelido: Gessimiel Germano, vulgo “Paraná”.

Esse mérito os “eméritos” e “impolutos” diretores do Sinditest não querem reconhecer, por isso usam o termo do anonimato - “os associados”.  Não querem que os filiados da base saibam que um modesto porteiro do RU Central teve a capacidade de analisar e argumentar sobre os rolos dos poderosos do Sinditest.  Por aí também se vê o caráter de cada um. 


Acautelem-se todos na hora de votar na semana que vem.  Se é que acham que devem votar.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Novo documento de órgão federal surge na novela da "chácara" do Sinditest

2 comentários:
Uma fonte deste Blog revelou que surgiu um novo documento de um órgão federal na (aparentemente) complicada história da venda da famigerada "chácara" do Sinditest, que vem desde 2009.  Naquele ano, a então diretoria do Sinditest, através dos diretores Wilson Messias, Dr. Antonio Néris, Jonas Pinto, Bernardo Pilotto e Carla Cobalchini, anunciou triunfalmente que tinha vendido o imóvel situado em Piraquara por R$250 mil.

A verificação de disparidades em valores noticiados, escrituras públicas, contratos e outros documentos levou um servidor da base da UFPR a prestar denúncia junto ao Ministério Público ainda no final de 2009. Com diligências encaminhadas pelo MP Federal, apareceu agora um documento que implica novas interrogações sobre o que foi afirmado pela diretoria do Sinditest e pelos compradores.  Dentro de alguns dias, mais detalhes.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Sinditest e mágicas imobiliárias

8 comentários:
Faz duas semanas que aprovou-se, em assembleia geral do Sinditest, a realização de uma completa auditoria para passar a limpo as finanças e o patrimônio do sindicato.  Assembleia em que, emblematicamente, o próprio ex-presidente Wilson Messias admitiu ter feito "cagadas" na gestão sindical.  Pois bem, uma das zonas que continuam escuras nessa gestão é a compra e venda da famigerada "chácara" de Piraquara.  

Os ex-diretores da gestão "Sindicato Para Todos" querem se eximir de aspectos nebulosos nessa transação imobiliária, arguindo que o Ministério Público do Trabalho os teria "inocentado".  Mas o que basicamente o MPT fez foi entender que não era de sua alçada decidir sobre o tema e ainda encaminhou documentação sobre o estranho contrato de financiamento da Caixa Econômica para exame por autoridades federais em Brasília.

O que de novo se traz aqui nessa novela "chacareira" é a informação sobre os surpreendentes valores pelos quais o adquirente do imóvel vendeu os lotes a terceiros, em 2011, menos de dois anos depois de te-los adquirido do Sinditest por supostos R$250 mil.  Esses valores de vendas, ocorridas entre fevereiro  e agosto de 2011, estão na tabela acima, com um cálculo da supervalorização de cada lote.  O vigilante Nelson da Silva, comprador em agosto/2009, deve ser algum mago da corretagem imobiliária, pois teria gasto cerca de 250 mil em 2009 e em pouco tempo faturado mais de um milhão de reais!  Ou será que a coisa não foi bem assim?  E quiçá a nossa entidade sindical possa ter sido lesada na alienação desse patrimônio?


Acima [clique na imagem para ampliar] mostramos trechos de cópia do registro de imóveis de Piraquara, com o lote no. 1 como exemplo.  Confronte com a tabela: ele foi comprado pela gestão Moacir Freitas/Dr. Néris em dezembro/2005 por R$16.850,00.  Em 2009, supostamente teria sido vendido ao comprador Nelson da Silva pelo valor unitário de R$18.000,00, montante depois re-ratificado para a cifra ínfima de R$5.000,00 para que as contas da gestão "Sindicato Para Todos" batessem.  E em agosto/2011 o mágico imobiliário vendeu esse mesmo imóvel para Timóteo S. pelo valor de R$120.000,00, uma valorização de mais de 600% sobre o valor de 2005.

Com certeza, espera-se que a auditoria financeira e patrimonial possa jogar luz nessa zona de sombras.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Refrescando a memória: a democracia do coronel Néris

12 comentários:
Quantos se lembram desta assembleia?  Ela ocorreu em 16 de dezembro de 2005, no HC e durou menos de dois minutos!. O Sinditest tinha por presidente o teletubbie Moacir Freitas e por vice... ah, quem? O Dr. Néris, famoso por seus métodos "muito democráticos". A chapa deles havia perdido a eleição naquele final de ano (para a chapa do Belotto), mas resolveram raspar o cofre e compraram, sem autorização da categoria, a famigerada "chácara" de Piraquara.  Tinham que fazer uma assembleia para dar uma fachada, e a convocaram às escondidas no HC.  Mas foram descobertos, e a oposição foi lá conferir, inclusive filmando a armação.  O video mostra no que deu.

Notem como o "coronel" Dr. Néris conduz democraticamente a assembleia.  Sequer informa-se onde fica a tal "chácara", quanto custa etc.  E depois o "coronel" não conta os votos, dando por encerrada a farsa.  Esse é o sindicalista veterano que quer voltar a presidir o Sinditest, candidato pela atual Chapa 1..  Ele merece algum tipo de voto, não merece?

terça-feira, 22 de março de 2011

Um Compromisso para (talvez) ajustar a conduta do Sinditest com suas contas

3 comentários:
Pelo Estatuto do Sinditest, o Conselho Fiscal é eleito para analisar todas as contas operadas pela Diretoria e, a cada início de ano, apresentar seu parecer sobre o exercício anterior até no máximo o 31 de março em assembleia geral destinada somente para esse fim.

As duas gestões intituladas "Sindicato Para Todos" até hoje nunca fizeram isso - chamar assembleia geral até a data de 31/03, presidida pelo Conselho Fiscal, para aprovação de contas.  De própria vontade, a transparência das gestões do pelego Messias é zero.  A menos que se recorra, em quase desespero de causa, à Justiça.  Aí, a contragosto, a Diretoria mostra alguns documentos, nem sempre todos os solicitados pela autoridade judiciária.

Pois foi o que se deu no desfecho da denúncia do caso da venda da "chácara" de Piraquara.  O Ministério Público do Trabalho (MPT) montou centenas de páginas nos autos do processo, documentação contábil foi exigida pela Procuradoria (e não entregue na totalidade), e duas audiências ocorreram.  A última audiência, ocorrida em 24/02 deste ano, foi concluída com a feitura de um "Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta", assinado pelo vice-presidente Dr. Antonio Neris, pelo advogado do Sinditest Dr. Paulo Vieira e pela Dra. Procuradora do MPT.

Por esse Termo, a diretoria do Sinditest se compromete a:

"1.Submeter os balancetes financeiros relativos ao exercício de 2009, especialmente quanto à venda dos lotes que compõem o imóvel denominado Chácara, à aprovação do Conselho Fiscal, nos termos do art. 45 do Estatuto do Sinditest.


2.Submeter a prestação de contas relativa ao exercício financeiro de 2009 à Assembleia Geral Ordinária, inclusive quanto à rerratificação constante da escritura pública de fls. 511, 512, nos termos do art. 10(*) do Estatuto.


3.Comprovar o cumprimento das cláusulas anteriores no prazo de 60 dias.(...)"

Seguem-se outros cinco itens no Termo referentes a uma multa pelo descumprimento das cláusulas 1 a 3 e a advertência de que, mesmo pagando a multa, isso "não desobriga o investigado do cumprimento das obrigações contidas no termo" [item 7].

Ora, nos termos do Estatuto, as contas de 2009 (ano em que se deu a contraditória venda da "chácara") deviam ser analisadas e aprovadas pelo Conselho Fiscal do período 2008-2009, presidido pelo colega Ernani (Setor de Humanas).  Esse Conselho nunca teve acesso aos documentos contábeis de 2009 para poder dizer se aprovava ou não aprovava. Por isso mesmo, se tivesse acontecido a Assembleia de Prestação de Contas de 2009 em março de 2010 (que jamais se deu), como manda o Estatuto, nela o Conselho Fiscal teria que dar parecer pela desaprovação delas, pois lhe foram sonegados os documentos.  Resumindo, não existe documento ou assembleia que afirme que as contas de 2009 e a venda da "chácara" estão ok!

Com isso, fica demonstrado o descaso da gestão "Sindicato Para Todos" para com o Estatuto da entidade, que só é citado quando se trata de calar a boca de filiados comuns que cobram informações e transparência.  E, não havendo documentos a entregar ao MPT no prazo que se expira em 24/04, a entidade (isto é, TODOS os filiados) arcará com multas.  Por causa de lutas e greves condenadas pela Justiça? Não, por causa do estilo prepotente de governar dos caciques pelegos do Nero-Messianismo.
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(*)Art. 10º.- "As Assembléias Gerais Ordinárias terão lugar:
a- Anualmente, até 31 de março, para discutir e deliberar sobre o relatório da Diretoria Executiva e prestação de contas do exercício anterior(...)"

terça-feira, 15 de março de 2011

A novela da "chácara" do Dr. Néris e do postigo Moacir ainda não acabou

6 comentários:
Eles enrolam. Eles sonegam documentos ao Ministério Público. Eles tentam ludibriar e convencer representantes da Justiça de que se trata tudo apenas de briguinha política.  Mas diante da farta documentação reunida nos autos, cheia de contradições, demonstrando que as contas não batem, até a Procuradoria do MPT se viu forçada a exigir - mais uma vez - que os espertinhos do Sinditest mostrem as contas de 2009 devidamente aprovadas pelo Conselho Fiscal da época (2008-2009).  Coisa que não existe, pois a Diretoria maracuteira do Sinditest, presidida pelos pelegos históricos Wilson Messias e Dr. Néris, nunca submeteu as contas de 2009 a qualquer assembleia geral de prestação de contas em março/2010, conforme manda o Estatuto que eles fingem que cumprem.  Logo, o Termo de Ajustamento de Conduta proposto pelo MPT aos empulhadores dirigentes do Sinditest não poderá ser cumprido.  A não ser que eles façam coação em cima do antigo Conselho Fiscal, do que não se duvida pois tem gente que se especializa em assedio moral.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

O ornamental Conselho Fiscal do Sinditest

Um comentário:

Do Estatuto do Sinditest:

"Art. 45º- Compete ao Conselho Fiscal:

I – Dar parecer prévio sobre a proposta orçamentária para o exercício seguinte, na forma e nos prazos da legislação em vigor;

II - Dar parecer sobre o balanço e demais prestações de contas da Diretoria Executiva, relativos ao exercício findo, na forma e nos prazos da legislação em vigor;

III - Examinar e fiscalizar a gestão financeira do SINDITEST-PR, tendo acesso a todas as suas contas, livros, registros e documentos..."

Estimadíssimos leitores, sabem por que cansamos sua beleza reproduzindo esse trecho do Estatuto do Sinditest?  Ora, porque, vindo de certas pessoas que se ocupam de servir ao sindicato, pagas ou não, ouvimos falar que andaram declarando a autoridades judiciárias - na maior desfaçatez - que não seria competência do Conselho Fiscal a aprovação das contas de uma ou de outra Diretoria... Pode isso?  Então para que serve num sindicato um Conselho FISCAL?  Para fiscalizar se as funcionárias do Sindicato estão trabalhando com o uniforme impecável?  Para fazer companhia ao presidente e ao Dr. vice-presidente no chá das cinco?

Com a palavra os membros do atual Conselho Fiscal. Ou seriam apenas conselheiros/as que servem e degustam o chá das cinco no sindicato?

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Ministério Público convoca Sinditest a dar mais explicações no caso da "chácara"

6 comentários:

Não, a novela do caso da "chácara" do Sinditest ainda não terminou.  Para quem não se lembrar de todos os capítulos, pode refrescar a memória no arquivo de postagens deste blog sobre o assunto, desde 2008.  O novo capítulo se desenrolará nas dependências do Ministério Público do Trabalho, numa audiência no dia 24 de fevereiro.  Nela, os diretores do Sinditest serão gentilmente convidados a esclarecer melhor certas contradições encontradas no processo de venda desse imóvel de Piraquara, que aconteceu em 2009.  E talvez também explicar outras situações pouco claras quanto à compra da atual sede administrativa da rua Agostinho Leão.  Um dia, espera-se, a falta de transparência e as nebulosidades se dissiparão...

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Sinditest: uma "chácara", muitas dúvidas

5 comentários:

Exibir mapa ampliado


Na ilustração acima, obtida através do aplicativo Google Maps (requer o plug-in "Google Earth" para boa visualização), vê-se uma tomada áerea do imóvel denominado "chácara" do Sinditest, em Piraquara, comprado por 225 mil reais em Dez/2005 e vendido por alegados 250 mil reais em 2009. Entretanto, persistem dúvidas e controvérsias sobre essa transação imobiliária, que é até hoje examinada no Ministério Público do Trabalho.

Dos 12 lotes componentes da "chácara", a Diretoria "Sindicato Para Todos" afirma que repassou o lote 11 ao corretor imobiliário Sidnei Mamede, a título de comissão no negócio. Esse lote foi avaliado em R$16.500,00 na escritura de 2005 (época da compra por Moacir Freitas e Antonio Néris). Em escritura datada de Agosto/2009, o lote 11 foi precificado em R$18.000,00 (dezoito mil reais). Mas, pouco depois de agosto, a Diretoria do Sinditest resolveu fazer nova escritura (em outro cartório) e ali foi declarado o valor de R$5.000,00 (cinco mil reais) pelo mesmo lote 11, a paga do corretor Sidnei.

Surpresa: em julho/2010 o Sr. Sidnei Mamede vendeu ao Sr. Melson do Amaral Filho o mesmo lote 11 pela quantia de R$85.000,00 (oitenta e cinco mil reais). Interessante, não acham? Um terreno que valia R$16.500 em 2005, passou a R$18.000 em Agosto/2009, depois caiu a R$5.000 em Novembro/2009 e agora (passados apenas 7 meses) é vendido por R$85.000...

Não foi à toa que a autoridade judiciária do Ministério Público do Trabalho teve que solicitar o auxílio de perito contábil para examinar a nebulosa documentação entregue pela Diretoria do Sinditest após esta ter sido intimada a prestar esclarecimentos.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Novela da venda da "chácara" do Sinditest terá novos capítulos

2 comentários:
Com início em dezembro de 2005 - quando o atual vice-presidente do Sinditest, Dr. Antonio Neris, empurrou goela abaixo da categoria a compra de um imóvel em Piraquara - a novela da "chácara" ainda não está encerrada.

Tudo porque o processo de sua venda, em 2009, revestiu-se de aspectos esquisitos o suficiente para despertar suspeitas.  Razão pela qual uma denúncia sobre essa transação imobiliária deu entrada no Ministério Público do Trabalho e, na atual fase, a Diretoria do "Sindicato Para Todos", presidida por Seu Messias, continua tendo que entregar mais documentos e explicações adicionais à Procuradoria do MPT.

Assim, depois da expectativa do primeiro turno da eleição de presidente e governador, aguardam-se novidades dessa novelinha imobiliária.  Oxalá tudo possa ser esclarecido a favor da categoria, que não merece que no Sinditest possa eventualmente ocorrer o vexame que hoje envergonha o Sindicato dos Motoristas e Cobradores (SINDIMOC). 

Tudo isso poderia tranquilamente ser evitado se houvesse transparência e franqueza da Diretoria do Sinditest nas horas em que tem que prestar suas contas à base que a sustenta. Que pena.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Você sabe o que é Valor Venal?

7 comentários:
Há uns tempos dissemos aqui que as coisas esquisitas envolvendo a compra/venda da malfadada "Chácara" do Sinditest não haviam ainda sido devidamente esclarecidas. O processo, iniciado a partir de denúncias sobre disparidades nos valores declarados pela Diretoria do Sinditest, não se encerrou e o Ministério Público solicitou mais documentos bancários ao sindicato, para que haja novas explicações.

Este Blog tomou conhecimento de certidões (como na foto acima) dos valores venais dos lotes daquela "chácara", cujo resumo apresentamos aqui (tabela abaixo). São documentos oficiais da Prefeitura de Piraquara. Segundo a Wikipédia, valor venal é entendido como "o que foi gasto na construção do imóvel mais o valor estimado do terreno, baseado em sua área. É um valor determinado pela prefeitura em relação ao imóvel específico, sendo sobre tal a incidência dos impostos [como o IPTU]. É o valor limpo da coisa, sem considerar a valorização ou desvalorização do mercado. Sendo assim, desconsidera-se a localização, a época da venda, a oferta e a procura, o seu valor histórico, caso haja, o cenário imobiliário como um todo. Geralmente um valor muito abaixo do que vale realmente o imóvel."

Vamos lançar apenas umas poucas interrogações aqui, com base nos números dessa tabela [para ver em tamanho maior, aumente o 'zoom' de seu navegador de internet]. Por exemplo:

- Por que o Lote 1 possui 4 certidões, sendo que em duas delas ainda consta como titular proprietário a pessoa que vendeu todos os 12 lotes da "chácara" em 2005?

- Por que os 4 valores venais apenas do Lote 1 somados perfazem R$165.434,14, quando escrituras assinadas entre o Sinditest e o comprador Nelson lhe atribuem valores muito abaixo disso?

- Por que os Lotes geminados 4 & 5 apresentam valor venal total de R$96.136,93 e, no Contrato de Financiamento da Caixa Econômica, firmado pelo comprador Nelson, eles são estimados na casa de R$200 mil?

- Por que a Diretoria do Sinditest afirmou, e ainda afirma perante a Justiça, que recebeu R$250 mil pela venda de toda a "chácara" em 2009 quando a soma de todos os valores venais dos 12 Lotes perfaz R$ 375.714,13?

Com a palavra, a super-ultra-hipertransparente Diretoria do Sinditest sarcasticamente denominada sob o slogan "Sindicato Para Todos".

terça-feira, 30 de março de 2010

Inquérito sobre Sinditest e venda da "chácara" terá nova audiência em maio

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Na quinta-feira da semana passada, ocorreu audiência na sede do Ministério Público do Trabalho (MPT), em função de inquérito aberto por esse órgão depois de denúncias sobre possíveis irregularidades na venda da "chácara" do Sinditest. Estiveram presentes, de um lado, a Diretoria do sindicato, representada por W. Messias e Dr. A. Neris, e de outro o denunciante, o servidor Gessimiel Germano ("Paraná").

Pelo que se sabe dos relatos sobre essa audiência, houve muito falatório e praticamente nenhum esclarecimento sobre aspectos polêmicos daquela operação imobiliária. W. Messias e Dr. A. Neris, secundados pelo advogado do sindicato, Dr. Paulo Vieira, usaram a tática da tergiversação, buscaram desqualificar o mérito das interrogações a eles feitas através do contra-ataque às críticas que este blog lhes coloca quando é necessário, ou seja, procuraram desviar o assunto da audiência. Os diretores sindicais pelegos chegaram ao ponto ridículo de tentar intrigar a Procuradora do MPT com o Blog Na Luta, num sinal claro de falta do que ter para contra-argumentar.

Objetivamente, não ficaram esclarecidos muitos pontos esquisitos, entre os quais:

- por que 9 lotes do total de 12 da "chácara" foram escriturados em Agosto/2009 ao preço de 18 mil reais cada um e, em Dezembro/2009, tiveram o preço rebaixado, numa nova "escritura" de outro cartório, para 5 mil reais cada? (Lembremos que, quando foram comprados em 2005, cada lote foi orçado em 16.500 reais.)

- por que a Diretoria afirma que recebeu 250 mil reais pela venda, mas a foto da escritura de Agosto/2009 que ela mesma publicou em seu jornal era de um trecho daquele documento cujo valor total era de 162 mil reais?

- por que o Contrato de Financiamento da Caixa Econômica Federal (CEF) refere-se apenas a 2 lotes (lotes 4-5) como objeto desse Contrato, e a Diretoria do Sinditest afirma ser ele relativo à venda de todo o imóvel de 12 lotes?

- se foi declarado que o comprador da "chácara" desembolsou 56.500 reais de seu recurso próprio, junto com os 200 mil emprestados do financiamento da CEF, para adquirir o imóvel, enquanto o Sinditest afirma ter vendido por 250 mil, onde foi parar a diferença de 6.500 reais?

Esses e numerosos outros itens contraditórios continuam clamando por clareamento, por transparência. Infelizmente, a audiência ocorrida não conseguiu dar conta disso, pelo que se ouviu falar de quem lá esteve presente. Por isso, nova audiência foi marcada para Maio/2010, desta vez intimando-se a Diretoria do Sinditest a apresentar o balanço de sua movimentação financeira de 2009, para ser cotejada com os valores apresentados em outros documentos e depoimentos. A transparência continua apanhando feio no Sinditest destes dias, sob o tacão de quem acha que não tem obrigação de prestar contas a ninguém.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Tem Bibinho no Sinditest?

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Em capítulos a imprensa local está expondo as entranhas de práticas ocultas e condenáveis que ocorrem na Assembléia Legislativa do Paraná. Um dos homens fortes da casa, o seu diretor-geral Abib Miguel (vulgo "Bibinho", na foto acima), parece administrar uma rede de parentes e amigos que recebem muito dinheiro da AL mas não trabalham lá. Ontem, foi afastado. Veja detalhes na matéria da Gazeta do Povo, clicando aqui.


Bibinho, o chefão da grana da AL, tem uma característica em comum com a Diretoria do Sinditest: não tem o menor apreço pela transparência de seus atos e das contas do órgão que dirige. Assim como Wilson Messias e sua turma, Bibinho também se recusa a responder perguntas dos pobres cidadãos contribuintes, não dá entrevistas nem responde a requerimentos. Só aparece alguma resposta quando a Justiça intima. Como pode acontecer na audiência do Ministério Público, chamando a Diretoria do Sinditest no próximo dia 25/3, a explicar-se sobre o nebuloso caso da venda da "chácara".


É... dura a vida dos Bibinhos, Wilsinhos e Toninhos...
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Foto: Gazeta do Povo, 19/03/2010

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

O curioso financiamento da Caixa na venda da "chácara" do Sinditest-2

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Você, caro leitor, cara leitora, já tentou obter financiamento na Caixa Econômica Federal (CEF) para adquirir imóvel? Se já procurou, sabe da dificuldade toda por causa da comprovação da renda necessária para bancar o encargo mensal e demais exigências de um Contrato repleto de cláusulas. Um financiamento de 50 mil, 100 mil reais, é difícil obter, muitas vezes não se consegue.


Isso parece não ser problema para quem transaciona imóveis com a atual Diretoria do Sinditest. Pois, conforme se vê na matéria anterior, o casal de compradores da "chácara" do sindicato, conseguiu uma bela concessão de 200 mil reais e um prazo de 15 anos para saldá-la.


O "curioso" no Contrato da CEF de que falamos na matéria anterior tem a ver também com a renda alegada pelos compradores. O casal - formado por um vigilante e sua esposa, cuja ocupação é referida como "do lar" - alega ter renda, cada um, de R$4.800,00 e esse valor é registrado no Contrato da CEF como renda "Não Comprovada". Basta ver na foto acima, da cópia do Contrato da CEF que este blog conseguiu obter.


Pode ser que o tipo de vigilância realizada pelo comprador, sr. Nelson, seja muito bem remunerada, e quiçá sua esposa realize trabalho complementar ao doméstico que também resulte nessa respeitável renda de 4.800 reais. Pode ser que hajam ganho na mega-sena e tenham boas rendas dos juros do prêmio. Pode ainda ser que a Agência da CEF de Piraquara seja muito benévola na concessão de altas somas para um casal simpático de trabalhadores, mesmo sem comprovarem renda à altura do empréstimo.


Ou pode ser que esteja correndo um rio de suco de laranjas passando por Piraquara, pelo Sinditest e sabe-se lá por onde mais. Quem sabe o Ministério Público, com seu inquérito civil (e também um criminal), consegue esclarecer toda essa interessante operação econômica.