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terça-feira, 5 de novembro de 2019

Mais maldades da dupla infernal Boçalnaro/Paulo Guedes

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Atual desejo da maioria dos brasileiros para essa dupla do mal

Hoje o despresidente miliciano vai ao Congresso entregar três Propostas de Emenda Constitucional (PECs).  Tramadas nos laboratórios diabólicos do Ministério da Economia de Paulo Guedes, farão parte de mais enganação do atual desgoverno para dizer que isso vai agilizar a retomada do crescimento.

Uma é a PEC dita "emergencial", que quer reduzir gastos obrigatórios; a PEC do pacto federativo (muda distribuição de recursos entre União, estados e municípios); e a PEC de revisão dos fundos públicos.  Uma quarta PEC, a da reforma administrativa, virá nos próximos dias e muda regras no serviço público.  Também virão propostas para acelerar privatizações, colocando a Eletrobrás como bola da vez para ser torrada em leilão.

Ainda é preciso esperar um pouco para conhecer o exato teor de cada uma delas, após o despresidente miliciano defecá-las dentro da Câmara dos Deputados.

No que se refere aos servidores públicos federais, de algumas coisas já se tem conhecimento.  O desgoverno federal quer na prática acabar com o RJU, contratando novos servidores por concurso mas sob regime CLT, e com isto exterminando o direito de estabilidade da maioria das carreiras.  Querem os bolsonaristas inclusive fazer contratações temporárias, além de recorrer mais a terceirizações.

Para alegrar todo o funcionalismo: pela PEC "emergencial", o desgoverno poderá obrigar, na marra, servidores a terem redução de jornada de trabalho COM correspondente redução de salários... 

Cortes, cortes e mais cortes - é só o que interessa ao receituário ultraneoliberal do demoníaco Paulo Guedes.  Só não cortam a liberdade do despresidente de gastar à vontade em despesas pessoais com seu cartão corporativo, cujos valores despendidos tem sido escandalosos.  Até membros do partido de Boçalnaro (o desmilinguinte PSL) estão exigindo auditoria nos gastos desse cartão!

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Em qual praia está trabalhando o ministro Boçal do Mau Ambiente?

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Suposto ministro do Meio Ambiente curtindo praia limpa em SP

Ora, ninguém é de ferro.  Depois de tanto labutar para limpar as praias sujas de petróleo do Nordeste, o ministro Ricardo Salles, fiel "acepipe" (como diria seu colega da Educação, o Weintraub *) do despresidente Boçalnaro curte outra praia.

Salles está na Praia da Baleia, litoral paulista. Enquanto cuida de, com acepipes de frutos do mar, virar uma baleia, ele deixa para os inteligentes peixes do Nordeste escaparem sozinhos das cargas mortíferas de óleo.  Pois, segundo o ministro da Pesca de Boçalnaro, os peixes são "inteligentes" e sabem desviar das levas enormes de hidrocarbonetos tóxicos.

Enquanto o ministro Salles curte sua prainha limpa em São Paulo, o óleo já atinge as águas do Parque Nacional Marinho de Abrolhos (sul da Bahia), ameaçando o santuário de biodiversidade que ali existe.  Pessoal da Marinha e milhares de voluntários das populações locais se viram para evitar o pior.

Esse ministro chamou a organização Greenpeace de "ecoterrorista" e está sendo processado por isso. Ele merece mesmo muito reconhecimento pelos nobres e operosos serviços prestados ao meio ambiente. 
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(*)Numa de suas "brilhantes" falas, buscando atacar o PT, o suposto ministro da Educação Abrahamhamham Weintrouble pronunciou a pérola: "o PT e seus acepipes".  Quis talvez dizer "asseclas" ou "acólitos", mas designou comidinhas, aperitivos.  Não se recomenda Weintraub de acepipe para ninguém, pois é envenenamento na certa.

Contra a violência sobre mulheres e meninas: ato por Rachelzinha em 5/11

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Há 11 anos, em um 5/11, o corpo da menina Rachel Lobo Genofre era encontrado dentro de uma mala na Rodoferroviária de Curitiba.   Um ato por sua memória e de luta contra a violência sobre mulheres e meninas está marcado para terça-feira, 5/11.

Depois de todo esse tempo do horrível crime, foi encontrado o assassino confesso de Rachelzinha.  Chama-se Carlos Eduardo dos Santos e estava preso em Sorocaba.  Através de comparações com base em banco de dados de DNA de criminosos fichados, fez-se o cruzamento com achados da perícia feita na vítima, que foi abusada sexualmente.  O assassino já foi transferido de São Paulo a Curitiba, aguardando julgamento.

Há uma campanha para que o nome da Estação Rodoferroviária de Curitiba passe a ser Rachel Maria Lobo Genofre.  A petição por essa nova denominação está em http://bit.ly/rodoviariarachelgenofre.

Todos e todas convidados/as para os dois atos por Rachelzinha e contra a barbárie dos feminicídios:

09h00 --> Concentração na Praça Eufrásio Correia, Centro de Curitiba, defronte à Câmara Municipal.

11h30 às 13h00 --> Ato por justiça e em memória de Rachel Genofre, na Rodoferroviária de Curitiba.

Regimento novo do SIBI (bibliotecas da UFPR) para ser votado em novembro no COPLAD

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Em 9 de outubro aconteceu assembleia dos servidores do Sistema de Bibliotecas da UFPR (SiBi) no auditório da Biblioteca de Ciências Humanas, reunindo em torno de 40 pessoas.

Após duas horas de debates, aprovaram-se as seguintes diretivas de ação: 

1- Sobretudo, defender com firmeza a manutenção da consulta direta para a escolha da nova Direção do SIBI, da qual sairá uma lista de até três nomes (conforme número de candidaturas que se apresentarem), por ordem de votos obtidos, a ser levada até o reitor para nomeação do/da mais votado/votada. 

2- A Direção nomeada pela Reitoria terá um mandato de quatro anos, praticamente coincidente com o mandato do titular da Reitoria. 

3- A consulta e posse da nova Direção do SIBI devem ocorrer dentro de até 90 dias depois da posse do(a)reitor(a). 

4- No período que medeia entre a aprovação do novo Regimento do SiBi pelo COPLAD (Conselho superior de Planejamento e Administração) e a posse de uma nova Direção do SiBi com mandato de 4 anos, será defendido que transcorra um mandato-tampão (de pouco mais de 12 meses), para cuja titularidade também se fará processo de consulta direta à comunidade do SIBI (com regimento eleitoral interno próprio, prazos de inscrição de candidaturas etc.). 

5- Uma vez que surgiram questionamentos sobre itens do regimento novo do SiBi e do próprio organograma novo, nomeadamente o caso das atribuições concretas da figura de uma vice-diretoria (voltada a aspectos técnicos do Sistema e da BC), a merecer a concessão de uma gratificação de CD, ficou definida a constituição de uma Comissão para negociar diretamente com o reitor, antes da Sessão do COPLAD. Dessa Comissão participam membros tirados da própria reunião de 09/10, membro(s) do GAD, direção do SIBI, representação da diretoria do Sinditest e representação dos TAE no CoUn. 

 
Semanas depois ocorreu a reunião dessa Comissão do SiBi com o reitor Ricardo Marcelo. 

Quanto ao item reivindicado 5, foi colocado para o reitor a demanda sobre o segundo CD para o Sistema e o problema da falta de isonomia entre chefias de Bibliotecas quanto às FGs.  Assim, além do segundo cargo de direção (CD 04), FG01 para a função de Secretário e FG01 para a Biblioteca de Jandaia do Sul, FG01 para as seções técnicas e funções gratificadas para subunidades de biblioteca.

Com relação ao segundo CD, o Reitor disse não ser possível o atendimento, embora reconhecesse sua importância para o SiBi, porque não haveria disponibilidade de nenhum CD no momento (mas fica registrada a requisição para quando surgir essa oferta).  Acerca das FGs, Ricardo Marcelo assumiu compromisso de se reunir com o Pró-Reitor da PROGEPE e com o Coordenador da CGR para um possível remanejamento de FGs-01.

No caso dos itens 1 a 4 acima descritos, o tópico do regimento novo foi retirado da pauta da sessão do COPLAD de 23/10 porque o relator de pedido de vistas pediu maior prazo para dar seu parecer.  

Sobre os itens 1 a 3, o reitor declarou posição favorável

Com referência ao final desta gestão desta reitoria e do mandato interino da atual diretora do SiBi, no que toca a um mandato-tempão (ou a prorrogação do atual mandato interino), ponderou Ricardo Marcelo acerca de desgastes "naturais" do processo de consulta, que se daria no final de 2019 ou início de 2020, e que isso poderia trazer impactos diretos na administração e no clima organizacional do SiBi.  Com isto, atraiu para si a decisão final sobre o assunto.

O próximo capítulo dessa história será o debate do regimento novo na próxima sessão do COPLAD, em novembro, em que se espera haja bom senso entre todos os conselheiros para aprovar o que for melhor e traga avanços para a UFPR e para o SiBi.
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Com informações da servidora TAE Elenice, da BC.

Boçalnaro ladeira abaixo

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Vale a pena rever a paródia de setembro do programa "Zorra" sobre o despresidente Boçalnaro, que também faz gozação sobre o pseudoherói sérgio moro (minúsculas sempre para esse canalha da extrema-direita).  A paródia é feita em referência ao antigo humorístico da Rede Globo "Sai de baixo".


Mais uma defecação tipo "Future-se" do suposto ministro da Educação do Boçalnarismo

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Como diz o ditado, de onde não se espera grande coisa, aí mesmo que não sai nada.
O ministro "Cantando na Chuva" lança um arrojado programa de milhões de vagas que deverão ser supridas pelas Universidades Privadas às custas dos próprios alunos, com um detalhe: o próprio programa ainda não está escrito como será.

Por Rogério Maestri, no Jornal GGN

O tal Programa coloca uma série de palavras como “Gestão e Resultados”, “Articulação e Fortalecimento” e “Inovação e Empreendedorismo”, e um papo que mais parece uma palestra de motivação profissional. Quando se procura na página do MEC o que significa, e como será processado na prática esses itens, ao se clicar nos hyperlinks, aparecem mensagens como “Ooops… Erro 404... Desculpe, mas a página que você está procurando não existe”, ou então retorna à página que estava o link, isso quando não aparece uma propaganda da empresa contratada pelo Ministro que está fazendo a página.

O programa é tão furado que, quando se procura a sua normalização, está escrito “Para tanto, o Ministério da Educação publicou a Portaria nº xx, de xx de setembro de 2019 (inserir o número da portaria que será publicada)….”. Ou seja, a empresa que foi contratada recebeu a mensagem “inserir o número da portaria que será publicada” e remete à normalização a portaria xx de xx de setembro, que deveria ser publicada em setembro, e em outubro parece que ela ainda não existe.

Além de toda a incompetência tanto do ministro como da sua equipe e contratados, temos que entender o que é este programa, e para entendê-lo não é necessário muita imaginação, é só estar atualizado com as picaretagens dos cursos técnicos das universidades privadas de terceira linha. Pois então vamos à realidade.

Nos últimos anos, as universidades privadas estão lançando uma série de cursos sem pé nem cabeça, que “(de)formam” milhares de técnicos de nível superior e que são feitos na base de cuspe e giz, ou seja, um curso técnico de nível superior, feito da forma correta, tem que necessariamente ter laboratórios dos mais diversos tipos e professores treinados em cada área. Universidades “privadas”… o termo "privada" serve também neste caso para referir um equipamento empregado nos banheiros e a proximidade dos dois sentidos não está muito longe. Bem, estes cursos, na sua imensa maioria, não tem a mínima infraestrutura de laboratórios e os professores saltam de uma disciplina a outra conforme a necessidade das “empresas privadas de ensino”. E quando começam a ganhar mais experiência são substituídos por mais novos, inexperientes e mais baratos.

Além de tudo isto, há uma previsão do ensino à distância, que mostra a irresponsabilidade do programa, pois as aulas “práticas” são substituídas por simulações enviadas pelos professores que não dão a mínima experiência profissional.

O programa do MEC esconde uma nova picaretagem, que é a atualização do “Catálogo Nacional de Cursos Técnicos”. O que está previsto para isto? Simplesmente a aceitação de nomes criativos e atrativos de cursos técnicos que serão verdadeiras ratoeiras para os infelizes que ficarem seduzidos pelo nome e pela propaganda das “empresas de ensino”.

Para dar uma ideia de como a sugestão de picaretagem vai longe, na propaganda do programa do MEC aparece, por exemplo, a seguinte frase “Destacam-se, nas previsões desse estudo, funções significativamente baseadas no uso de tecnologias digitais, tais como aquelas relacionadas a inteligência artificial e aprendizagem de máquina, big data, automação de processos, segurança da informação, experiência do usuário, design de interação homem-máquina, robótica, entre outras.” Imaginem o aluno formado a distância em inteligência artificial ou design de interação homem-máquina ou ainda robótica, num cursinho de baixo custo à distância sem laboratório e sem professores que realmente entendam do assunto.


Da cabeça de um ministro que se tem notabilizado por apresentações patéticas na Internet, escrevendo no Twitter postagens sem noção, realmente o que pode sair é o que se encontra nas privadas.

O preço de banana (podre) do rico petróleo do Brasil no leilão do pré-sal

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Na próxima quarta-feira, 6/11, mais um gravíssimo passo no sentido de entregar nossas riquezas à cobiça de empresas petrolíferas estrangeiras.  Substituindo o sistema de partilha (em que a Petrobras participa da exploração), o regime de concessão adotado por Temer e Boçalnaro vai leiloar (entregar a preço vil) a exploração de TODO um potencial de petróleo em poços do pré-sal.  Lá se vai a antiga esperança de usar o valor dessa riqueza para investir em abertura de empregos, em educação e saúde.

O 6/11 será dos mais tristes da História recente do Brasil. Mais que o impeachment de Dilma, mais que a prisão de Lula, mais que o golpe de Temer. Quem sabe até mais que a eleição do energúmeno presidente fascista Boçal. 

Trata-se de um megaleilão das jazidas marítimas do Pré-Sal, chamado, de modo diversionista de "excedente de cessão onerosa", isto é: todo o excedente das reservas de petróleo encontradas que não eram previstas pela Petrobrás quando fez o investimento em perfurar os poços em profundidade. A Petrobrás esperava encontrar uma quantidade, mas encontrou três vezes mais. São esses dois terços a mais que serão entregues para o capital inter e transnacional. Um patrimônio estimado em mais de um trilhão de reais

Os royalties, cujo destino seria atender a pautas dos movimentos de 2013, como  mais emprego, mais saúde e mais educação, vão pras cucuias, isto é, para os bolsos das empresas estrangeiras. O indignante de tudo isso é que esse petróleo excedente será explorado agora sem a parceria da Petrobrás, desde que, durante o golpe do impeachment de Dilma, o Congresso Nacional aprovou a proposta de José Serra de extinguir o sistema de partilha criado no governo Lula (uma das coisas geniais dos governos de centro-esquerda, com forte atuação do comunista Haroldo Lima, então presidente da ANP). A Petrobrás investiu sozinha no desenvolvimento da caríssima tecnologia própria de extração do pré-sal. Doravante, nem parceira será mais, perdendo o controle não só do óleo cru, mas da própria tecnologia desenvolvida pelo Brasil a alto custo.

Que parcela do povo brasileiro está de fato a par desse vilipêndio da soberania nacional?  Alguma chance de os setores populares e democráticos unirem-se para resistir a esse entreguismo deslavado do despresidente Boçal e do serviçal de banqueiros Paulo Guedes?

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Com trechos de post de Antonio Lisboa no WA

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

48 horas de greve pela Educação será votado na Assembleia do Sinditest dia 20/09

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Diante dos severos cortes em verbas de custeio das Universidades e Institutos Federais, cresce a cada dia a indignação e a resistência contra essa medida anti-Educação e anti-Ciência do desgoverno do "capitão".  Até veículos da mídia grande, de TV, rádio e jornais impressos repercutiram as nocivas consequências do estrangulamento de recursos.

Já em 7 de setembro, em muitas cidades do país, houve importantes manifestações em defesa da Educação Pública e da Amazônia salpicada de queimadas criminosas, com a maioria dos ativistas protestando vestidos de preto, em vez do "verde-amarelo" enganoso reclamado pelo traidor da pátria Bolsonaro.

Os movimentos de estudantes, de TAEs e dos professores conjuntamente projetam novas demonstrações, desta vez pela via de uma Greve de 48 horas, orientada pelas entidades UNE, UBES, ANDES-SN e FASUBRA para os dias 2 e 3 de outubro.

Já existe uma Comissão dentro da UFPR discutindo a programação em cada um desses dias, mas o apontado é que o dia 2 seja reservado para atividades dentro das Universidades e Institutos e que no dia 3 os movimentos saiam às ruas do país.

Para aprovar presença em mais essa manifestação e organizar os TAEs para ela, a Diretoria do Sinditest-PR convoca todos e todas a uma Assembleia Geral em 20/09 (sexta-feira), a partir das 14h00, na Sala 2 do Anexo B do Hospital de Clínicas.

Participe! Lute para impedir que o desgoverno federal extermine a Educação Pública Gratuita e mutile ainda mais a democracia e a democracia brasileiras.

Bolsonaro, obcecado por fezes, discursa na ONU

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"Assessores já admitem possibilidade de Bolsonaro não ir à ONU. Fugir de debates é sua maior especialidade. Tá com medo de ter de explicar ao mundo ameaças à democracia, queimadas na Amazônia e violações de direitos humanos no Brasil?" 
[Do twitter da deputada federal Érika Kokay (PT-DF)].
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Charge: Laerte Coutinho, na Folha de S. Paulo

Boçalnaro e seu sinistro da (des)Educação vão lançar cartilha contra protestos nas Universidades

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"Ministro" Weintraub, do ensino paraliZado e da suspenÇão de verbas(*)

O Ministério da Educação (MEC) prepara uma cartilha de “boas práticas” para barrar manifestações políticas dentro de universidades e outras instituições federais de ensino.

Por Danilo Thomaz, na revista Época (16/09)

De acordo com o MEC, o objetivo é orientar “cidadãos, servidores e gestores” sobre a conduta adequada para evitar “possíveis ilícitos que envolvam os movimentos político-partidários nas instituições públicas de ensino da esfera federal”.

Um dos pontos é impedir o uso do patrimônio material e imaterial de uma instituição de ensino, ferindo a Lei 8.429/92, de Improbidade Administrativa (por “patrimônio material e imaterial” entenda-se a estrutura da instituição).

A nova cartilha em elaboração pelo MEC foi descrita em um documento enviado ao Ministério Público Federal em 26 de julho. Neste comunicado, o governo afirmou que o material “será enviado a todas as unidades de ensino vinculadas ao Ministério da Educação”, como universidades e institutos federais de educação, e “também será disponibilizado no site” do MEC.

Atualmente, dada a autonomia administrativa, financeira, patrimonial e pedagógica prevista em lei das instituições de ensino, denúncias sobre eventuais irregularidades do tipo são feitas por canais oficiais e encaminhadas à ouvidoria da própria instituição ou ao MEC, quando o denunciado é o reitor da instituição.

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COMENTÁRIO: vejam só, caras leitoras, caros leitores, além de ameaçados pelos absurdos cortes de recursos, somos cerceados, pelo fascistoide desgoverno Boçalnaro, em nosso direito de reagir e protestar nas Universidades e Institutos onde trabalhamos e estudamos! Mais um capítulo da trajetória de criminalização dos movimentos sociais.
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(*)Palavras grafadas erradas assim mesmo, em documento oficial do MEC assinado pelo inteligentíssimo "ministro" da educação.

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

UNE convoca 48h de mobilização pela Educação em outubro

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A União Nacional de Estudantes está convocando mais uma série de protestos e mobilizações para os dias 2 e 3 de outubro. Serão as #48hPelaEducação.

“Serão 48 horas de mobilização dos estudantes de todo o Brasil. No dia 2 serão atos nas ruas e no dia 3 atos diversos nas universidades, assembleias, aulas na rua e panfletagens”, explicou o presidente da UNE, Iago Montalvão.

As atividades estão sendo organizadas em conjunto com a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e a Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG).
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Fonte: Blog do Esmael

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Nova grande ameaça do desgoverno Bolsonaro: o orçamento base zero

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O governo preparou proposta de emenda à Constituição, a ser apresentada no Senado, possivelmente por intermédio do senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente da República, que tem triplo objetivo: 1) a desvinculação de receita e despesas do orçamento público; 2) a retirada do caráter obrigatório dos gastos públicos, inclusive Educação e Saúde; e 3) a desindexação das despesas governamentais.

Por Antonio Augusto de Queiroz(*), no Portal Vermelho

A proposta, que pode ser chamada de SuperDRU, Pacto Federativo ou Orçamento Base Zero, será mais um instrumento do ajuste fiscal, ao lado da Emenda à Constituição nº 95, do congelamento do gasto públicos em termos reais e da reforma da Previdência, que resultará na redução da participação dos pobres no Orçamento da União, conforme se verá adiante.

A nova proposta destina-se a “desafetar” o orçamento público – é assim que são chamados os investimentos obrigatórios em Saúde, Educação, Ciência e Tecnologia – nos três níveis de governo, permitindo que a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios fiquem livres das “amarras” constitucionais para gastar o orçamento público, sem ter que destinar percentuais da receita para políticas públicas específicas.

A ideia, inicialmente pensada como "plano B" ou alternativa à hipótese de fracasso da reforma da Previdência, passou a ser vista como complementar, já que a economia ou a redução da despesa previdenciária, por mais expressiva que fosse, sem a desvinculação, a desobrigação e a desindexação, ou aumento da carga tributária, não seria possível cumprir o Teto de Gasto. Como o governo descarta, de forma veemente, o aumento dos tributos, a opção natural foi pela “desafetação” do Orçamento.

A nova proposta, na verdade, é uma radicalização da Desvinculação de Receitas da União (DRU) e da Emenda Constitucional 95, do congelamento, em termos reais, do gasto público, também conhecida como Teto dos Gastos Públicos. É a autorização para o chamado orçamento de base zero, em que cada ano o governo e o Congresso Nacional decidem como devem gastar o produto dos impostos e das contribuições sociais.

Com a desvinculação não haveria mais a obrigação automática de destinar percentual da receita dos impostos para: o Fundo de Participação dos Estados e Municípios, as ações e serviços de saúde, a manutenção e desenvolvimento do ensino, as atividades prioritárias da administração tributária ao Fundo Estadual de Fomento à Cultura e a autorização de abertura de créditos suplementares e contratação de operações de crédito, ainda que por antecipação de receitas.

A desvinculação também alcançaria as contribuições sociais, que só se justificam se estiverem vinculadas à prestação de serviço ou a benefícios sociais. As contribuições, que superam em 70% as receitas dos impostos, deixariam de estar vinculadas a fundos que abastecem as despesas com benefícios sociais e previdenciários.

A desobrigação ou a retirada do caráter obrigatório da despesa, por sua vez, teria a função de “liberar” o orçamento, que atualmente tem 96% de sua composição obrigatórios e somente 4% discricionários. Ou seja, todas as despesas de caráter continuado, derivadas de leis ou de medidas provisórias, deixariam de ser obrigatórias.

A título de ilustração, basta dizer que entre as despesas obrigatórias estão: as transferências constitucionais, as despesas de pessoal e encargo, os serviços da dívida, os abonos salariais do PIS, os benefícios de prestação continuada (BPC), os precatórios, as sentenças judiciais, o seguro-desemprego, as indenizações legais e os pisos de gastos com saúde e educação, entre outros.

Depois do Teto de Gasto e da reforma da Previdência, se o governo conseguir aprovar o orçamento base zero, combinado com a reforma administrativa em elaboração no governo (que visa a maior desmonte do Estado) e a privatização generalizadas das estatais, o serviço de demolição do Estado de Bem-Estar Social estará concluído, abrindo espaço para o fornecimento do voucher à população carente para a compra de Saúde e Educação no setor privado.

A consequência da implementação dessa agenda em bases neoliberais não se concretizará sem sacrificar a classe média, os assalariados e a legião de excluídos que ainda hoje é enorme no contexto social do Brasil. Ou esses setores reagem e pressionam o Congresso a inverter as prioridades, focando na retomada do crescimento, na geração de emprego e renda, e no fortalecimento dos programas de proteção social, ou pagarão um preço alto pela omissão.
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(*)Jornalista, analista político e Diretor de Documentação do Diap

Brasil enfrenta um “choque neoliberal” inspirado na ditadura de Pinochet

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Na manhã do dia 11 de setembro de 1973, 
Salvador Allende anuncia resistência ao golpe no Palácio La Moneda, no Chile


Em entrevista concedida à imprensa internacional em novembro de 2017, o ainda pouco conhecido Paulo Guedes, cotado para chefiar o Ministério da Economia, já sinalizava qual seria sua política frente à pasta em uma eventual vitória de Jair Bolsonaro. “Os últimos trinta anos foram um desastre – corrompemos a democracia e estagnamos a economia […] Deveríamos ter feito o que os Chicago Boys defendiam”.

O apelido, originalmente jocoso, foi dado a um grupo de jovens responsáveis por formularem a política econômica da ditadura chilena de Augusto Pinochet (1973-1990) com base na ideologia de Milton Friedman, professor da Universidade de Chicago.

O regime de exceção tomou curso no país vizinho há exatos 46 anos, em 11 de setembro de 1973, quando o presidente Salvador Allende foi assassinado.

Com Pinochet no poder, o ideário neoliberal dos Chicago Boys não foi apenas defendido, mas rigorosamente implementado. As medidas reverteram uma série de iniciativas sociais colocadas em prática pelos governos de Eduardo Frei Montalva (1964-1970) e Allende (1970-1973), e suas consequências são sentidas ainda hoje.

“Esse projeto neoliberal radical precisa da violência para ser implementado. O exemplo chileno é o mais emblemático”, afirma Joana Salém, doutoranda em história econômica pela Universidade de São Paulo (USP).

Em entrevista ao jornal "Brasil de Fato", a pesquisadora disse que o Brasil, sob a tutela de Guedes, já passa por um processo de “choque neoliberal” fortemente inspirado no modelo implementado no Chile durante a ditadura Pinochet. “É muito importante entender que o projeto do atual ministro da Economia [do Brasil], que colocou muitos de seus asseclas na estrutura do Estado para desconstruir a nossa Constituição, [tem como] modelo o Chile”.

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Fonte: Brasil de Fato via DCM

Vestibular da UFPR sob risco de suspensão

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Na tarde de ontem aconteceu assembleia dos professores da UFPR, no anfiteatro 100 do Ed. D. Pedro I.  O nefasto projeto do MEC "Future-se" e as ameaças ao funcionamento da UFPR devido aos severos cortes de verbas de custeio foram debatidos, entendendo-se que tudo isso demanda resistência enérgica e posturas firmes dos movimentos da comunidade.

Em face disso, foram aprovadas duas principais resoluções:

- Construir uma Greve de 48 horas já para 17 e 18 de setembro, ou mais adiante, em 24 e 25/09;

- Indicar a suspensão do Vestibular deste ano, seja porque a UFPR estará em precárias condições de receber novos alunos, seja como forma de sensibilizar toda a sociedade que precisa da Universidade Pública.

Aguarda-se agora como se pronuncia a Administração Central da UFPR acerca da proposição de suspender o vestibular.

Em 17/09 está agendada uma Assembleia Comunitária para avaliar a mesma pauta, reunindo TAEs, docentes e alunos no pátio da Reitoria.

terça-feira, 10 de setembro de 2019

Projeto Future-se rejeitado na UFPR: estrangulamento do MEC mantido?

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O privatizante projeto "Future-se" foi lançado pelo analfabeto "ministro da Educação" em 17 de julho e o governo do antipresidente divulgou um prazo para que todas as Universidades Federais e Institutos o discutissem, enviando "sugestões" ao MEC.

Na UFPR, aconteceu um concorrido debate sobre esse projeto num auditório no Centro Politécnico, em 1. de agosto, em que foi praticamente unânime a rejeição às propostas bolsonáricas para a Educação Pública, entendendo-se que elas mutilam a autonomia universitária e reduzem o financiamento público (já curto) das IFES, além de vários outros problemas.  Que, na prática, o "Future-se" terceiriza toda a governança da Universidade.

Por fim, em sessão do Conselho Universitário ocorrida em 27 de agosto, com presença de servidores TAE, docentes e estudantes na Sala dos Conselhos (ver vídeo acima), o "Future-se" recebeu um contundente "Não" da UFPR.  A Resolução final do CoUn, que enumera e critica todos os problemas do projeto, pode ser lida na íntegra aqui.

Já é de amplo conhecimento o corte, pelo governo federal, das verbas de custeio das IFES, da ordem de 30%, ameaçando a normalidade de funcionamento das instituições nestes meses finais de 2019.  Na UFPR, a tesoura decepou 48 milhões de reais, que pagam contratos de terceirizados, contas de luz, água, materiais de laboratórios e outros serviços.  Sem contar a subtração de numerosas bolsas de pós-graduação e pesquisa, um imenso retrocesso no sustento da produção de conhecimento pela Universidade Pública.

Autoridades da Administração Central da UFPR já alertaram que os recursos para saldar essas contas acabam em setembro.  A comunidade universitária aguarda apreensiva a materialização das consequências dessa crise, mas busca organizar lutas de resistência via assembleias de categoria e comunitárias.

O reitor Ricardo Marcelo procura demonstrar algum otimismo, como que não crendo que o MEC vá mesmo manter o corte que inviabiliza a vida da UFPR.  Porém, a questão concreta é: devido ao repúdio generalizado da UFPR ao "Future-se", vai o MEC manter o corte de verbas como retaliação?  Do desgoverno Boçalnaro se pode esperar de tudo.
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Vídeo: assessoria de comunicação do Sinditest

Vergonha: Governo Bolsonaro se nega a reconhecer na ONU o Golpe de 1964

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O governo Bolsonaro se recusou a reconhecer nas Nações Unidas a existência do golpe de Estado em 1964 no Brasil.

É o primeiro gesto público desta natureza no fórum internacional desde a redemocratização, como informa Jamil Chade no UOL.

Em evento realizado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), relatores internacionais e entidades, o governo também se recusou a usar o termo "regime militar" e chamou o período ditatorial de "eventos entre 1964 e 1985".

Tudo isso aconteceu nesta terça-feira (10), durante encontro realizado pela OAB e pelo Instituo Herzog que contou com a presença de relatores internacionais em Genebra.

O grupo, na sede das Nações Unidas, denunciava o desmonte dos mecanismos de Justiça, Memória e Verdade sob o governo Bolsonaro.

Em dado momento, uma jornalista mexicana tomou a palavra e perguntou diretamente: houve ou não houve golpe em 1964?

Um diplomata respondeu em nome do Itamaraty e evitou confirmar a existência do golpe. Ele apenas disse que o governo já enviou uma carta à ONU, em abril, na qual o Planalto insiste que os "eventos" de 1964 foram "legítimos" e que faziam parte da "luta contra o comunismo".

Esse comportamento do governo Brasileiro vem poucos dias depois de Bolsonaro elogiar o sanguinário ditador chileno Augusto Pinochet e de Carlos Bolsonaro, filho do presidente, dizer nas redes sociais que as "vias democráticas" não estão dando os resultados que o país deseja.
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Procurador (de dinheiro) Tantã Dinheirol foge de debate na Câmara

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Por requerimento do deputado mineiro Rogério Correia, foi agendado um debate hoje (10) de manhã na Câmara Federal entre o jornalista Leandro Demori, do site Intercept-Brasil, e o procurador da operação LavaJato Deltan Dallagnol (também conhecido por procurar dinheiro vendendo palestras sobre seu trabalho no ministério público).  Também foi convidado o presidente nacional da OAB, Felipe Santa Cruz (o que teve a memória do pai assassinado ofendida por Boçalnaro).

Tantã Dinheirol não chegou a responder ao convite, se compareceria ou não, mas parece que, até agora, não deu as caras.  Valente e intrépido para dar entrevistas e exibir demonstrações fantasiosas em PowerPoint contra Lula, o procurador Dallagnol se mixa de medo diante das revelações espetaculares da série chamada #VazaJato, publicada pelo site Intercept.

A série #VazaJato, de Glenn Greenwald e sua equipe de jornalistas investigativos, pôs a nu como a LavaJato operava como uma grande conspiração entre procuradores e o ex-juiz "marreco" sérgio moro para incriminar a esquerda, em especial para tirar Lula de cena.

Assim está agora o lugar reservado ao procurador medroso no debate da Câmara:


Assoprando a vela de Bolsonaro

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Então o dodoizinho antipresidente Boçal interna-se no hospital particular chique para operar sua hérnia cirúrgica de pequena monta (se é que é real).  Ninguém nas redes sociais pergunta - como faziam provocativamente nos tempos de Lula e Dilma - "por que é que não vai se tratar no SUS?".

A cirurgia é relativamente simples e seu período de recuperação pós-operatória é curto, 3-4 dias.  O tempo médio de operação é de menos de 4 horas, mas a do Boçal antipresidente levou 5 horas.  

E isso sempre faz levantar suspeições de que o capitão fascistoide tenha na verdade outro problema de saúde, mais grave, no abdome, quiçá um tumor, tendo aquela estranha facada em Juiz de Fora, em 2018, servido aos propósitos de estratégia eleitoral (para o Boçal fugir de debates) e de colocá-lo na mesa cirúrgica para outro tipo de intervenção que não a mera correção de um ferimento pérfuro-contuso.

Mas o cirurgião dessa hérnia, apresentado nos telejornais recentes, chamou atenção por causa do desvio à esquerda de sua boca, consequência provavelmente de uma paralisia do nervo facial (que comanda os movimentos musculares da face).  Não queremos tripudiar sobre a saúde do médico do Boçal, contudo foi inevitável lembrar uma velha graça do notável  humorista Zé Vasconcelos, a "piada da vela", cujo vídeo vai abaixo.


Assembleia Comunitária vai debater em 17/09 o risco de fechamento da UFPR

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A Universidade Federal do Paraná está passando pelo momento mais drástico em seus mais de 100 anos de história.

Os cortes orçamentários do governo Bolsonaro estão levando a instituição a uma situação limite: sem recursos para custear despesas básicas (água, luz, segurança, limpeza e outros serviços), a UFPR pode ter que fechar suas portas muito em breve.

As dificuldades que a instituição enfrenta não são novidade. Mas esse risco nunca foi tão real como hoje. Por isso, a comunidade vai se reunir em uma Assembleia Comunitária da UFPR no dia 17 de setembro, às 9 horas, no Pátio da Reitoria.

Não bastaram os ataques e a violência simbólica estimulada pelo próprio Governo Federal, as avalanches de fake news que circularam (e ainda circulam) pelas redes sociais e aplicativos de mensagens, criadas para jogar a opinião pública contra docentes, técnicos e estudantes das universidades federais, e os cortes de bolsas para pesquisa. O estrangulamento orçamentário está levando as instituições de todo o país à paralisação.

É urgente uma reação coletiva de todos os atores que fazem da universidade um espaço democrático de construção do conhecimento.

Compareça! Traga seus colegas! A UFPR não vai lutar apenas pelo seu futuro, é hora de lutar pelo agora!
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Fonte: Sinditest-PR

Greve nacional de 48 horas em debate pelos professores da UFPR

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Situações urgentes pedem medidas urgentes: greve de 48 horas se aproxima.

Enquanto as Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes), seus docentes e demais servidores não forem respeitados, mais uma greve nacional da educação se fará necessária.

Seguindo indicação do Setor das Ifes do ANDES-SN, em reunião realizada nos dias 24 e 25 de agosto, a APUFPR convoca todos os docentes, ativos e aposentados da UFPR, para a Assembleia Geral Permanente dos Professores da UFPR na próxima terça-feira (10), para deliberar sobre a Greve Nacional da Educação de 48 horas.

A proposta do Setor das Ifes é que a greve se inicie com um dia de universidade de portas abertas, seguido de 48 horas de paralisação: terça-feira (17) e quarta-feira (18).

Outros pontos importantes estão na pauta, como o projeto "Future-se" e os cortes nos orçamentos nas universidades federais e na pesquisa científica.

A Assembleia da APUFPR ocorre em 10/09, a partir das 14h00, no Anfiteatro 100 do Edifício D. Pedro I
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Fonte: APUFPR