Uma meia dúzia de famílias muito ricas controla os meios de comunicação de massa no Brasil. Famílias Marinho (Rede Globo), Frias (Folha de S. Paulo), Mesquita (Estadão), Civita (revista Veja), Abravanel (SBT) e outros sócios menores pintam e bordam em suas TV’s, rádios, revistas e jornais impressos, portais de internet, dizendo o que querem e tentando manipular a notícia a serviço desses grande grupos empresariais. Buscam moldar a opinião do cidadão comum conforme o interesse dos tubarões donos desse verdadeiro monopólio. São comuns os "assassinatos de reputação", ataques a pessoas que não lhes convêm, sem darem direito de resposta. E possuem forte equipe jurídica para ganhar processos judiciais. Se o atacado é inocentado, foi acusado sem provas, não adianta mais tentar reaver seus direitos, reabilitar-se; teve sua reputação assassinada pela mídia.
Na Argentina, com a Ley de Medios, acabou-se com esse monopólio, há muito maior liberdade de expressão, sem censuras. Aqui no Brasil ainda estamos atrasados nisso, mas é uma luta urgente.
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Estupefaciente é ver, num sindicato de trabalhadores, sua Diretoria valer-se do mesmo expediente de virtual monopólio de alguns meios de comunicação (internet e materiais impressos) pagos por toda a categoria para lançar calúnias inverossímeis contra opositores que façam esta ou aquela crítica fundamentada.
Frente do Boletim de Oposição do Sinditest (Outubro/2014)
É o que está fazendo, de novo, a Diretoria do Sinditest, desesperada para realizar de qualquer maneira seu “Congreço” de mudança de Estatuto. Bastou ver algumas críticas da Oposição - modestamente lançadas por este Blog, em algumas postagens da rede social Facebook, num Manifesto/Abaixo-assinado e num Boletim impresso (ver figura acima) – e pronto! Desatou uma “noia” nos diretores ligados ao PSTU que os levou a impropérios e ataques fora de esquadro. Acusaram o golpe: estão isolados e fragilizados.
Atacam cegamente, sem medir as palavras, como se pode ver por recentes matérias no site do Sinditest e no último “Boletim Especial da Reforma Estatutária”, do qual mostramos, torta mesmo, a figura de parte de uma página (abaixo). Torta porque é assim que essa Diretoria enxerga a realidade do movimento sindical, pelo viés tubular sectário de seu partido político sem voto.
Pedaço do infame "Boletim Especial" do Sinditest (Out/2014)
Com o dinheiro de TODOS os filiados, agridem servidores que sempre estiveram nas lutas desde a fundação do Sinditest, que já comandaram greves com conquistas, que já ajudaram a ampliar o patrimônio do sindicato. E lançam suas calúnias acrescentando fotos para não restar dúvida sobre quem são suas vítimas (poderiam pelo menos dar o crédito das fotos que usaram, não, senhora jornalista responsável?).
Direito de resposta sobre as calúnias? Nem pensar! Nessa mídia sindical de tempos PSTUístas do Sinditest, só a Diretoria fala, sozinha, e mais ninguém, autoproclamando-se dona exclusiva da verdade. Essa então a “democracia operária” alardeada pela presidente Carla Cobalchini em sua (re)posse em janeiro deste ano... Bela democracia do pensamento único!
Eis então situação análoga, dentro do movimento sindical do Sinditest, à do nosso país, constrangido por um monopólio das comunicações dos barões midiáticos. Na UFPR e UTFPR temos os barões ultraesquerdáticos.
Vocês, caros leitores, acham que se pode construir um movimento sindical unitário, democrático, de respeito recíproco, forte, em meio a essa torrente de preconceito e agressões emitida por quem, circunstancialmente, detém o poder político-econômico de imprimir jornais e publicar na internet usando o nome de uma entidade que é de todos?