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sábado, 6 de outubro de 2018

Diretoria do Sinditest (Chapa 2): transparentemente caloteira

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A eleição direta de reitor de setembro de 2016 foi organizada, meses antes, pela chamada CPC (Comissão Paritária de Consulta), integrada por 3 representantes de cada entidade da comunidade da UFPR: APUFPR, SINDITEST e DCE.  O processo foi bem sucedido, ao custo de 60 mil reais.

Na ocasião, foi feito um acordo entre APUFPR e SINDITEST: cada entidade arcaria com metade do custo total (pois o DCE não tem renda para tanto).

Pois bem, a APUFPR, na época, bancou tudo.  E a Diretoria do SINDITEST (atual Chapa 2), nada.  A Diretoria da entidade dos professores prosseguiu educadamente cobrando os 30 mil devidos pelo SINDITEST.  E a Diretoria do sindicato dos TAE (Chapa 2), NADA.

Agora, a APUFPR perdeu a paciência e seu presidente, professor Herman, está enfaticamente cobrando o que é devido pelo SINDITEST.  A turma da Chapa 2 se faz de desentendida.  Mas não abre mão de, por exemplo, gastar em almoços para cabular votos da base e sorteia uma TV cara nesse dito "recadastramento".

Além do que, o processo de prestação de contas, prometido trimestralmente, é uma ficção.  Claro, não querem expor seus furos.  Agora a categoria sabe como é a tal "transparência" do pessoal dito "sempre na luta (lua)"da Chapa 2/Diretoria do SINDITEST.  

Esse escandaloso calote para com companheiros de luta do movimento dos professores, além de desrespeito, é mais uma demonstração do menosprezo da Diretoria do SINDITEST com a democracia universitária.

Serão cobrados nas urnas da eleição de 9 e 10 de outubro! Podem esperar.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Uma assembleia não-estatutária de prest..., não, de imposição de contas

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O pastor evangélico Néris de Souza tinha seu rebanho fiel.  A pastora trosco-morenista(*) Carla Cobalchini tem também seu rebanho, fiel e disciplinado. Ontem, no RU central, cerca de meia centena de pessoas se comportaram segundo o figurino obediente exigido pelo PSTU que controla o Sinditest. Aprovaram por ampla maioria, sem pestanejar, as prestações - atrasadas - das contas dos exercícios financeiros de 2013 e 2014.  Os poucos votos contrários e abstenções vieram da Oposição Sindical e de quem não se deixou convencer pela performance dos oradores Carlistas que clamaram pela mera homologação das contas, sem debate nenhum.

O processo, contudo, foi fora dos dispositivos do Estatuto do próprio sindicato e, fosse uma entidade de fato séria, e o movimento mais consciente de seus direitos, invalidaria tudo.   Antes de explicar por quê, uma breve digressão sobre o significado do Estatuto sindical.

O Estatuto foi objeto de muita polêmica nos últimos meses.  Todos no movimento do Sinditest - Diretoria e Oposição Sindical - concordam na necessidade de reforma do velho Estatuto registrado em 1994. Divergem profundamente no método de como fazer essa mudança e no conteúdo dela.  Porém, fato é que, se o Estatuto é assim tão importante, é para ser seguido à risca, certo?  Transparência e prestação regular dentro do prazo estatutário das contas são uma obrigação, não um favor da Diretoria, certo?

Não para o PSTU, que domina de cabo a rabo a máquina do Sinditest.  Ele mudou como quis o Estatuto, primeiro numa farsa chamada de "congresso" em novembro/2014 (com direito a assembleias-fantasmas e atas inventadas).  Depois, abordando dezenas de artigos, numa assembleia de greve de pouco mais de uma hora, imediatamente antes de um churrasco no mesmo salão da assembleia, cujos odores de comida pronta e carne assada certamente fizeram os 500 presentes em 29/05/2015 focarem ainda mais a "atenção" no debate dos artigos do Estatuto...   Eis a "democracia operária" da pastora Carla.

A irregularidade maior, é claro, está na própria data de realização da prestação de contas. O Art. 10 do Estatuto tão enaltecido manda que se faça assembleia ORDINÁRIA de prestação de contas até o dia 31 de março de cada ano, versando sobre o exercício imediatamente anterior.  O exercício financeiro de 2013 é examinado até março de 2014; o de 2014 é visto até março de 2015.  Isto foi desobedecido, pois esta "assembleia de prestação de contas" se deu com atraso de 15 meses para 2013 e de 3 meses para 2014.  Uma assembleia também não pode analisar dois exercícios na mesma ocasião.

Outra notória irregularidade: diz o Estatuto (Art. 10, Par. único) que a assembleia de prestação de contas deve ser presidida pelo Conselho Fiscal.  Na mesa dirigente, ontem, no RU, estavam dois membros do CF 2012-13 (Valter Maier e Soraya) e 3 membros do CF 2014-15 (Vitor, Célia e João), mas quem presidiu a assembleia foi a pastora Carla, presidente da Diretoria do Sinditest.  Ora, bobagem, trata-se de "vírgulas" do Estatuto, conforme menosprezaram o texto do estatuto dois diretores do sindicato.

"Vírgulas" desprezíveis do estatuto também a perda do prazo de março, a demora em apresentar as contas e o descumprimento de prazos que a própria Diretoria estabeleceu em reunião de 22 de setembro de 2014, feita com o ex-presidente do CF 2014-2015 que, de tanto se sentir enganado e não-atendido para ver documentos contábeis, renunciou ao CF antes do fim do ano passado. 

O advogado do Sinditest, Dr. Avanilson - contratado sem licitação por ser do PSTU como a pastora Carla - informou que, em meados de 2012, entrou com uma ação judicial contra o ex-presidente Wilson Messias e o ex-tesoureiro Jonas Pinto (gestão 2010-2011, da qual a pastora também fez parte; veja foto de 2009 ao lado).  Por quê?  Porque até hoje eles não apresentaram nenhum relatório final de gestão nem prestaram contas do exercício de 2011.  

Quase certamente, podemos supor que, em seu arrazoado para justificar a ação contra Messias e Jonas, ele se baseou em dispositivos do Estatuto referentes ao tema, como os artigos 10, 20 e outros.  Havendo suspeita de irregularidades nessas contas de 2011 e possíveis danos ao sindicato, podem também ter sido convocados artigos da CLT, como o 552, que fala em malversação de recursos, dilapidação de patrimônio e crime de peculato.

Pois é, fez muito bem, neste caso, o Dr. Avanilson.  Curioso é que a mesma argumentação em uma ação judicial assim contra Messias também serve para os atrasos das gestões 2012-13 e 2014-15 comandadas pela pastora Carla!!  Ah, mas isso são "vírgulas" desprezíveis do texto do Estatuto, contestam os iluminados diretores atuais do Sinditest. Claro, a chefe deles está com o rabo preso lá atrás também!

Segundo o advogado do Sinditest, a ação contra Messias e Jonas continua correndo.  Esperamos que a ação seja bem sucedida e eles tenham que apresentar suas explicações...

E de quem a culpa quase total da demora das contas de 2013 e 2014?  Acharam o PSTU e seus acólitos atuais um bode expiatório apropriado, o ex-contador do Sinditest (desde 2003), Ewerton Teixeira, que teria "escondido" a contabilidade de 2013 e 2014 em local não-sabido.  Bode assim é bom, porque o ex-contador (que só saiu do Sinditest mesmo em dezembro/2014) hoje está em São Paulo e não estava na assembleia, podia ser chicoteado à vontade, sem direito de defesa.


Por falar em direito, a superdemocrática Mesa diretora nem direito de resposta deu ao servidor "Paraná", vítima de acusação mentirosa de um diretor do sindicato cujo nome é melhor deixar na sarjeta da história.  Direito de resposta não é inscrição normal para falar sobre o assunto da pauta, é para a pessoa atingida em sua honra pessoal poder replicar, e não precisa durar mais que um minuto.  A Mesa falaciosamente submeteu a voto do rebanho, digo, do plenário, abrir ou não mais falas, distorcendo o tipo de pedido de "Paraná" e obviamente o reban..., digo, o plenário, por maioria, censurou o direito de resposta.

Houve mais alguns absurdos nessa assembleia não-estatutária de contas de ontem, e possivelmente delas comentaremos em outras postagens.  Basta finalizar dizendo que, de suposto evento para examinar - e debater com respeito e democraticamente - os valores de receitas, despesas e sua adequação, aquilo se tornou novamente picadeiro para os "donos da verdade" do (baixo) clero da pastora Carla assacarem seus ataques pessoais, calúnias, rotulações pejorativas e autoproclamações bombásticas de hipercombatividade revolucionária, como comício de greve fosse.  Quer dizer, adeus ao objeto da pauta.  Nesses termos, impossível levar a sério a intenção anunciada pela vanguarda da vanguarda da vanguarda da vanguarda da vanguarda....  
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(*)Referência aos gurus teóricos do trotsquismo morenista que inspira o PSTU: o russo Leon Trotsky e o argentino Nahuel Moreno.

terça-feira, 23 de junho de 2015

Fundo de Greve: a receita adicional seria 80 mil ou 130 mil?

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Desculpem-nos, ilustres e iluminados diretores do Sinditest, a gente pedir para explicar, só queríamos entender.  A matéria de 16/06 no site do sindicato - que tenta esclarecer o (Saco sem) Fundo da Greve - cita dois valores diferentes do que seria a arrecadação acrescentada à mensalidade regular.

Antes de abril/2015, quando a mensalidade era de 0,5% sobre um valor aleatório entre o Vencimento Básico (VB) e a receita bruta, afirmava a Diretoria arrecadar 130 mil mensais. Quando o percentual foi dobrado em abril, incidindo agora unicamente sobre o VB, o aumento da arrecadação teria sido da ordem de 80 mil, ou seja, pulando para 210 mil reais/mês.  É isso?

Ora, na citada matéria, um trecho diz o seguinte: "(...) aprovaram em assembleia, na manhã desta terça-feira, 16, uma contribuição mensal de 0,5% sobre o salário-base dos servidores para o fundo de greve. O índice deve gerar um valor de cerca de R$ 130 mil mensais. O desconto, que começa a partir do próximo mês [julho], vai até quando durar a paralisação."

Mais adiante na matéria, há a declaração da tesoureira Rufina, afirmando que "Antes, a contribuição não era de 0,5% para todo mundo. Alguns contribuíam um pouco menos, outros um pouco mais. Nós padronizamos para 1%, o que nos dá um acréscimo de mais ou menos R$ 80 mil”.

Na conturbada greve de 2011, o presidente da época (Messias) falava de um valor que estaria sendo gasto na greve; o vice-presidente (Néris) informava outro montante; e o tesoureiro Jonas ainda citava um terceiro valor, nenhum batendo.  E até hoje não existe prestação de contas do Fundo de Greve do ano passado, apenas uma folha com o demonstrativo de alguns alegados gastos, sem maiores esclarecimentos.

Afinal, 80 mil ou 130 mil a mais?  E é mesmo preciso gravar o bolso dos filiados com esse desconto extra de Fundo de Greve se a arrecadação regular mensal do sindicato já aumentou bastante desde abril?  O filiado é taxado de todos os lados sem dó!

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Greve dos trabalhadores técnicos em educação – em que pé estamos

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A greve foi oficialmente deflagrada no final de maio, dia 29, inclusive na base do Sinditest, que realizou naquele dia uma assembleia com participação de centenas de trabalhadores; pena é que o debate dessa assembleia foi abstrusamente interrompido pelo enfiamento da votação atropelada de um novo estatuto do Sinditest pela vontade da Diretoria do PSTU.

O movimento paredista começou bastante forte: já se tem 56 Universidades Federais em greve, em todas as regiões do país. O Comando Nacional de Greve (CNG) já foi instalado, funcionando dentro do SintFUB, na Universidade de Brasília.

Não há nenhum informe de nova reunião agendada com o governo para negociações concretas. Apenas a FASUBRA emitiu uma Nota, em 2/6, lamentando a postura do Ministro Renato Janine, titular do MEC, porque ele, em 28/05, postou no Portal do Ministério o seguinte: “o Poder Público atende tanto quanto pode, segundo realidades conjunturais, recursos disponíveis, agendas e acordos consagrados, sempre tendo em vista o superior fim que é a educação inclusiva de qualidade (...) este é um problema que o Poder Público enfrenta há algum tempo – e não apenas neste momento –, contudo, houve uma decisão pela greve sem que seja precedida por um amplo diálogo”. A Nota da FASUBRA explica que há muitos meses já vem contactando o MEC, mas não se avança para qualquer negociação efetiva das demandas apresentadas, e cobra que isso aconteça o quanto antes. Em resumo, nada de novo no front de Brasília.


NO  SINDITEST
Na base do Sinditest, o Comando Local de Greve (CLG) e uma assembleia realizada em 2 de junho no pátio da Reitoria da UFPR definiram que vai ser fechado apenas o RU Central (para uso como QG da greve), liberando-se os outros. No RU ocorrerá nesta terça-feira (9/6), como de praxe, a assembleia geral de greve, marcada para começar às 9 da manhã.

Naquela mesma assembleia de 2/6 foi distribuído um impresso do Sinditest denominado “Demonstrativos do Fundo de Greve”. Nele consta um rol de tópicos de despesas efetuadas na fracassada greve de 2014, que vão desde março daquele ano até março de 2015. Recordemos que o Fundo de Greve foi constituído com a cobrança duplicada da mensalidade sindical nos meses em que durou a greve (abril, maio e junho/2014). O saldo final alegado é de R$ 112.378,95. Frise-se que distribuir um panfleto com esse demonstrativo geral, não detalhado, de despesas, não constitui uma verdadeira Prestação de Contas dos gastos desse Fundo, pois a Prestação pressupõe espaço para pedidos de esclarecimentos pela base sobre os itens de despesas, o debate e a aprovação de tais contas. Isto até hoje, desde Junho/2014, nunca foi feito.

Um Relatório da primeira reunião do Comando Local de Greve, realizada em 01/06, traz o seguinte trecho: 

“3)FUNDO DE GREVE
Informado o saldo remanescente do Fundo de Greve de 2014. Aprovada proposta de informar à Assembleia que será usado o saldo remanescente. Na Assembleia de 9 de junho será debatido o percentual de contribuição para o momento em que acabar o saldo remanescente, que poderia ser de apenas 0,5% do vencimento básico (a discutir).”

Ora, que pitoresco da parte da Diretoria PSTUísta do Sinditest... Até hoje não realizaram uma verdadeira prestação de contas do FG de 2014. Aliás, nem a prestação de contas dos exercícios passados de 2013 e 2014 (mas jogaram toda a culpa no contador!). 

Agora, depois de em abril terem dobrado a cobrança da mensalidade sindical de cada filiado, praticamente dobrando também a arrecadação mensal do Sinditest (que subiu a algo da ordem de 230 mil reais/mês), pretendem ainda aplicar mais uma garfada no bolso de cada trabalhador, cobrando MAIS 0,5% a título de Fundo de Greve de 2015? Beto Richa também gosta desse tipo de metida da “mão grande” no bolso do mais fraco.

domingo, 12 de abril de 2015

Discurso de ódio constrói alguma coisa? Constrói movimento sindical?

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Caros(as) leitores(as) deste modesto Blog, as cenas montadas no vídeo acima foram captadas na assembleia da Não-Prestação de Contas do último dia 31 de março.  A Oposição Sindical à atual diretoria estava representada por quatro pessoas (Dodô, Paraná, Guaracira, Rita de Cássia), que lá estavam para pedir alguns esclarecimentos sobre diversos itens obscuros das planilhas de gastos divulgadas em janeiro deste ano pela Diretoria.  Estas pessoas, apenas por irem lá exercer seu direito de analisar prestação de contas, foram atacadas e vilipendiadas em sua honra.

A Oposição sequer sabia que o Conselho Fiscal (desfalcado) não seria capaz de apresentar as contas e dar um parecer; somente o soube no curso da assembleia.  Seguiu-se uma série de falas de diretores do Sinditest, duras e agressivas, como se fosse culpa da Oposição eles não serem capazes de apresentar, no prazo estatutário, os demonstrativos de receitas e despesas.

Entristecedor ver duas lideranças do Sinditest, como sua presidente e seu vice, destilarem tanta raiva em seus discursos, como se constata pelo vídeo.  Tomados por uma estranha histeria eles não são mais sequer capazes de reconhecer o que seus antecessores já fizeram desde a fundação do Sinditest em 1992, as greves que ocorreram e que trouxeram conquistas à categoria desde o começo dos anos 2000.  Resvalando para o autoritarismo, o vice-presidente Márcio chega a ameaçar que um dia pretende expulsar oposicionistas de assembleias, como se fosse o dono do pedaço (isso está no vídeo).

Para os atuais diretores, só vale o tempo em que eles estão à frente do sindicato, desde 2012. Um lamentável excesso de presunção.  Quem acompanhou a recente greve fracassada de 2014, sob comando deles, sabe do que se está falando.  Um pouco de humildade não faria mal.  E a devida transparência total nas contas.

terça-feira, 31 de março de 2015

Decepção no Sinditest: a prestação de contas que não houve

10 comentários:
Cerca de 20 pessoas reuniram-se na sede social do Sinditest na manhã de hoje (31), para ouvir do Conselho Fiscal informações e esclarecimentos sobre as contas do sindicato no período recente.  Uma decepção.  De início, o advogado do Sinditest, dr. Avanilson, deu algumas explicações mal alinhavadas sobre supostas insuficiências profissionais do ex-contador do sindicato, o sr. Ewerton, informando até que o sindicato abriu processo contra o desempenho profissional dele, junto ao CRC (conselho regional de contabilidade).

Mais adiante apresentaremos matéria mais explicativa do que foi esta fiasquenta assembleia.  Por ora, basta dizer que a Diretoria do Sinditest alegou que, por culpa do ex-contador, o Conselho Fiscal não teve como fazer análise completa das contas de 2013 nem de 2014, colocando o sr. Ewerton como bode expiatório de todos os problemas da tesouraria sindical.

Na sequencia disso, os membros do Conselho Fiscal que estavam na mesa encaminharam para se dar um prazo de 90 dias para uma verdadeira e completa prestação de contas, o que foi aprovado pela maioria, com votos de abstenção da Oposição Sindical.  Ou seja, a assembleia de prestação de contas fica adiada até o final de junho.  Resultado final objetivo: zero.  Veja no vídeo abaixo o melancólico final desta assembleia.



segunda-feira, 30 de março de 2015

Contas incompletas e de ano incerto em assembleia do Sinditest na sede social

Um comentário:
Figura capturada da tela do site do Sinditest hoje de manhã, 30 de março

A capacidade de manobrismo espertalhão do PSTU na Diretoria do Sinditest frequentemente surpreende.  Não fosse o olhar atento de um membro da OPOSIÇÃO ao visitar o site do sindicato, passaria despercebido que, na manhã de hoje, a Diretoria PSTUcana capitaneada pela jornalista Carla Cobalchini postou ali um aviso de “assembleia” de modo muito maroto, referente a uma “prestação de contas” da entidade.

Por que maroto? Porque todas as assembleias gerais do Sinditest são informadas com destaque na Seção “Notícias” e também com chamadas visuais.  Desta vez, a chamada de uma “Assembleia do Conselho Fiscal” saiu somente na seção “Agenda”, que raramente é atualizada no site.  Veja a figura acima [clique nela para ampliar], para entender isto e outras pilantragens.

Clicando ali, chega-se a um Edital da “Assembleia do Conselho Fiscal” (cópia do Edital no final desta postagem). O primeiro problema do Edital é que NÃO EXISTE no Estatuto do Sinditest a figura da “Assembleia do Conselho Fiscal”.  Existe a Assembleia Geral ORDINÁRIA DO SINDITEST para a prestação anual regular das contas do exercício anterior (no caso, seria 2014).  O desavisado da base que ler essa chamada e o Edital vai pensar que só quem é membro do Conselho(*) é que pode ir para essa assembleia.  Mas, não, trata-se de uma Assembleia Geral do Sinditest!

Em segundo lugar, o Edital não informa a que ano se refere essa prestação de contas!  O exercício de 2013, também sob a presidência de Carla Cobalchini, não foi apresentado em março/2014 como manda o Estatuto.  As tabelas prévias das contas de 2014 foram apresentadas no site do Sinditest em janeiro deste ano, mas sem informar as contas do mês de dezembro nem os gastos do Fundo de Greve/2014.  Então: contas de qual ano essa Diretoria quer mostrar e esclarecer?

Terceiro problema: dificultação da participação de servidores da UTFPR nessa assembleia de prestação de contas de amanhã.  Pois, ora, tiveram a pachorra de marcar uma assembleia de tirada de delegados ao 22. CONFASUBRA do campus Curitiba da UTFPR no mesmo dia e hora da assembleia de prestação de contas! Se algum servidor da UTFPR-Curitiba quiser saber das contas e também acompanhar a escolha de representantes ao CONFASUBRA, ele vai precisar de um clone...  Um absurdo.

Por manobras e diversionismos assim foi que o presidente do Conselho Fiscal atual renunciou em setembro do ano passado. Queria saber dos detalhes das contas, como era do seu dever de membro do Conselho, mas a Diretoria de Carla lhe sonegava informações.  Pelo visto, a prometida transparência e a democracia “operária” do PSTU são só CPBD(**)!

CHAMAMOS OS SERVIDORES que queiram tirar isso a limpo para comparecerem a essa misteriosa assembleia de prestação de contas.  Será nesta terça-feira, 31 de março, a partir das 09h30, na sede da rua Marechal Deodoro, 1899.  Vão com sua paciência e estômago preparados!
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(*)O Conselho Fiscal (CF) compõe-se de 6 membros, 3 titulares e 3 suplentes, que foram eleitos para o mandato 2014-2015 no final de 2013.  O Estatuto do Sinditest (Artigo 10) ORDENA que, até o 31 de março de cada ano, deve ocorrer Assembleia Geral Ordinária para a prestação de contas do exercício anterior e que essa assembleia deve ser presidida por membros do CF.

(**)CPBD: Conversa Para Boi Dormir.

Edital da Assembleia "do Conselho Fiscal" (termo enganoso)


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Atualização às 13h20: parece que bastou a gente criticar aqui a má divulgação dessa assembleia "do conselho fiscal" que a Diretoria do Sinditest se mexeu e postou no rol das "Notícias-Geral" a chamada para a dita cuja.  Menos mal.  Nessa matéria, a Diretoria também denuncia a não-cessão de espaços do HC e outros da UFPR para realização de assembleias do Sinditest, o que, se for real, nós criticamos com veemência, pois trata-se de prática antissindical da EBSERH do HC e da UFPR.

quarta-feira, 18 de março de 2015

Tem peixe da UFPR para a rede do pacote anticorrupção anunciado por Dilma hoje?

Um comentário:
A Presidenta Dilma Roussef anunciou na manhã de hoje um Pacote Anticorrupção, recolocando no cenário sete medidas que já haviam sido aventadas no passado, mas agora ganham mais impulso para passar a vigir.  A bola agora está com os parlamentares do Congresso Nacional, a quem cabe aprovar o Pacote contra corruptos e corruptores.

Nós nos perguntamos se, no caso da UFPR, poderia haver peixinhos ou peixões enquadráveis na medida de número 5 (abaixo).  E também se, depois do resultado da auditoria do Sinditest de 2013, apontando diversas irregularidades, não há tubaroezinhos que ainda estejam por serem pescados e responsabilizados...  

Só que a Diretoria PSTUcana do Sinditest fez como o juiz direitista do STF Gilmar Mendes em relação à ADIN contra o financiamento empresarial de campanhas eleitorais: sentou em cima do Relatório da Auditoria sindical e não encaminhou nada das recomendações desde março de 2014.  Por que será?




domingo, 8 de março de 2015

Parabén pel prestaçã d conta !

Um comentário:

Em janeiro deste ano, a Diretoria do PSTU no Sinditest fez uma coisa que merece congratulações.  Publicaram diversas tabelas descrevendo as receitas e despesas do sindicato no ano de 2014. Isto não é frequente no movimento sindical, mas teve essa Diretoria a iniciativa louvável de o fazer.  Só não podemos dar parabéns por inteiro, e por isso o título desta postagem aparece incompleto de propósito, pelo seguinte:

- Não publicaram as contas de dezembro/2014;


- Nada é dito sobre 2013, ano final do primeiro mandato da presidente Carla;

- Prometeram publicar a movimentação do Fundo de Greve de 2014 ainda em janeiro/2015 e, até agora, nada apareceu (Fundo correspondente a desconto em dobro da mensalidade sindical, de abril a junho/2014);

- Nada se informa também sobre quando se dará a assembleia ORDINÁRIA ESTATUTÁRIA de prestação de contas de 2013 e 2014 (prazo: 31/março/2015), a ser dirigida pelo Conselho Fiscal (cujo presidente, aliás, cansado de pedir acesso aos documentos contábeis do Sinditest, renunciou a seu cargo no final do ano passado).

Estaremos pedindo muito em cobrar uma transparência mais completa?


terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Desfazendo mentira e manipulação no Sinditest

3 comentários:

Uma breve cronologia para entender o caso:

* Final de 2007: chapa de oposição liderada pelo pelego Wilson Messias vence a eleição do Sinditest para o período 2008-2009; a chapa é um mix de pelegos com alguns militantes de ultraesquerda.

* Janeiro/2008: Messias toma posse e em seu primeiro boletim sindical acusa a Diretoria anterior (2006-2007, de José Carlos Belotto) de malfeitos na administração e não ter feito a contabilidade de 2007; exigem do contador que abra até um livro-caixa novo, a partir do "zero".

* Desde os primeiros meses de 2008, ex-diretores do Sinditest, principalmente sua tesoureira Guaracira Flores, cobram do contador Ewerton que apresente documentos contábeis a ele entregues em 2007 e o livro-caixa desse ano, mas estranhamente nada é atendido.

* Ao longo dos mandatos que teve (2008/2009 e 2010/2011), Messias prossegue caluniando os ex-diretores alegando a ausência da dita contabilidade, chegando ao ponto da agressão moral à servidora em uma assembleia geral.  A diretora de imprensa da época, Carla Cobalchini, hoje presidente, auxilia Messias em sua empreitada difamatória (além de ajudar a reelegê-lo no final de 2009).

* Novembro/2014: Ewerton, contador do Sinditest que se demitiu em setembro/2014, se dispõe a dar um depoimento em vídeo à atual Oposição do Sinditest, esclarecendo alguns pontos obscuros, incluindo o relativo ao suposto "sumiço" da contabilidade de 2007. É do que se trata o vídeo, uma vez que finalmente reapareceu o balanço de 2007...

Imagine, caro leitor, que você não é nenhum "macaco velho" do sindicalismo: aguentaria calado e calmo ser enxovalhado em sua honra, sem merecer, por pessoas que tem alguns esqueletos no armário?

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Mais uma promessinha não cumprida

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Acima está um trecho da matéria da Diretoria do Sinditest que tenta justificar o enorme atraso na apresentação de suas contas de 2014.  O demonstrativo das movimentações referentes ao Fundo de Greve 2014 devia ter sido publicado em julho daquele ano, pois foi o que a própria Diretoria PSTUcana prometera em assembleia de final de greve.  Nada mostraram então.

No texto acima, mais uma promessinha.  Não cumprida. Disseram, em 15/01/2015, que ainda em janeiro o Fundo de Greve (3 meses de desconto em dobro dos filiados) e seu saldo seriam apresentados à base crédula.  Hoje é 6 de fevereiro, a semana acabou, e nada.  

É para todos se acostumarem com uma Diretoria que empenha a palavra e não cumpre?  Ou é porque não existe mais nenhum saldo do Fundo de Greve e não tiveram tempo suficiente de maquiar a contabilidade?

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Eles dizem que lutam, logo, não precisam prestar contas à base...

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A chapa que hoje comanda o Sinditest prometeu publicar balancetes trimestrais das contas da entidade. Não cumpriu. Muitos meses depois do início desse descumprimento, agora em meados de janeiro/2015, a chapa “Sindicato é pra lutar” emite em seu site uma matéria com planilhas das contas de 2014. Ainda assim, faltando os meses de maio e dezembro.

No texto dessa matéria, a Diretoria PSTUísta até admite esse descumprimento como falha grave. Mas para aí. Logo arranjam a desculpa: eles “lutaram demais” em 2014 e não deu tempo para cuidar das tarefas administrativo-financeiras da maneira prometida em campanha. Ah, como eles lutaram (só eles), coitadinhos, e com isso descuidaram da prestação de contas. 

Pois era para fazer prestação das contas de 2013 até março de 2014 em assembleia geral comandada pelo Conselho Fiscal, mas nada! E isto é determinação estatutária... Penalização por isto? Nenhuma. 

Pois era para fazer prestação de contas do Fundo de Greve (3 meses de desconto em dobro da mensalidade sindical) logo depois de finda a greve nacional em junho/2014, mas nada! Prometem mostrar na internet as planilhas dos gastos da greve ainda em janeiro, tardiamente. Vamos conferir.

A assembleia de março de 2014 no HC, que fez uma apresentação sumária dos resultados da Auditoria Interna, definiu que o contador Ewerton deveria ser demitido o quanto antes. Pois ele só largou a contabilidade do sindicato no final de 2014, ou seja, 9 meses depois da decisão.

Estamos, por ora, na boa fé, contando que se trate apenas de incompetência administrativa, e não haja elementos escusos motivando tanto atraso.

A Oposição sindical à Situação PSTUcana na Diretoria tem o papel de fiscalizar e cobrar. Ou não seria oposição. No entanto, na esfarrapada desculpa pela falha com as contas, até para Oposição sobra culpa da incúria deles, quando dizem que a Oposição “conseguiu lançar campanhas difamatórias contra nós e esvaziar algumas assembleias, espalhando dúvidas na base devido à ausência da prestação de contas.” Ora, diacho! A Situação PSTUcana não presta contas nos prazos devidos e a Oposição não tem o direito de ter dúvidas... Qualquer filiado da base teria direito a dúvidas! Palhaçada!

Para arrematar a incompletude dessa “prestação” de satisfações, a matéria publicada pela Diretoria PSTUcana adverte que as planilhas publicadas são “apenas uma prévia, pois é preciso fazer alguns ajustes e não conseguimos ainda concluir o balancete dos meses de novembro e dezembro.” Não só isso, também está faltando a planilha de maio, perceberam?

Temos certeza de que, nas planilhas publicadas até agora, existem vários elementos merecedores de uma análise minuciosa. Mas isso é assunto para futuras postagens.

sábado, 20 de dezembro de 2014

Nada de preces para Showtrick - Cap. 4

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Agosto, amanhecia em Daytona Beach, quando as águas do Atlântico Norte entregaram à areia um estranho volume.  Marla e Joey, de volta à praia, tinham o hábito de levantar cedo para correr pela praia, e estacaram ofegantes diante daquele cadáver cujos olhos já tinham sido comidos pelos peixes ou pelas gaivotas.

- Ah, meu deus, que coisa horrível!!!!, exclamou Marla olhando para o molambo encharcado ainda lambido pelas ondas.  Esse aí está parecendo o... o...

- O John Dick, nosso tesoureiro da USCU, Marla, completou Joey perplexo.  Mesmo sem aqueles olhos idiotas, não há como não reconhecer que é ele mesmo!  Que diabos aconteceu?

- Ai, que triste e que nojo, Joey! Temos que avisar a polícia...

- Não, não, não...

- Como não?

- Não vamos nos envolver com isto, vamos embora, não tem ninguém na praia, ninguém olhando, vamos em frente e fingir que nem vimos isto.  Vamos, vamos!

- Mmmmas, Joey, é nosso colega, faz poucas semanas estivemos reunidos com ele lá em Orlando! Temos que fazer algo!

- Ele está morto, Marla, não podemos fazer mais nada, e não podemos nos envolver neste rolo. Não quero papo com polícia, vamos embora!  Depois ligamos pra Salvatore.

Marla, chocada e enxugando lágrimas sinceras, relutou mas acompanhou o marido.

O casal se afastou celeremente, olhando para os lados e para a avenida beira-mar, acreditando-se não percebido, sob as vistas apenas das aves marinhas que deviam pressentir no morto um cardápio diferente dos peixes e crustáceos habituais.

Os restos ensopados de Dick, com cinco buracos de bala no peito e na barriga, ainda ficaram à mercê das pequenas ondas de beira-mar e das gaivotas por mais uma hora até que a polícia foi avisada e chegou a equipe da perícia para examinar o que sobrara do velho dirigente sindical.

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- Joey, aquilo foi horrível! Como pode ter acontecido? Marla debatia-se na cama, esperando o efeito do calmante que Joey lhe havia dado.

- Não faço ideia.  Notou que ele foi baleado?  Tinha uns três furos de bala no peito.  Alguém apagou o cara. Não sei por quê.  Um sujeito tão legal e bonachão. Meio burro e devagar, é verdade, mas legal.  Sempre nos tratou bem. Fico com pena.  Mas é melhor esquecer.

- Avisou Salvatore e os outros?  Eles tem que saber, afinal era o tesoureiro do nosso sindicato!

- Ainda não, vou ligar agora. Você trate de se acalmar, e durma um pouco.

Joey pegou o celular e ligou para Orlando, no número de Salvatore.  Ocupado. Ligou para Nelly.  Ocupado também.

- Atendam! Que saco!

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John Dick, antigo enfermeiro da Clínica Geral da Corners University, havia certo tempo que se tornara um burocrata do sindicato.  Não cheirava nem fedia, era um pouco atoleimado, às vezes fazia vistas grossas para umas mutretas de Salvatore, por vezes participava da divisão do “bolo”.  Estava por dentro dos rolos, inclusive por ser tesoureiro.  Tinha sua parte e não costumava encher o saco. Mas era um arquivo sobre duas pernas.  Teria aberto algum jogo perigoso?

Certa vez, tendo brigado com Salvatore, contou a estagiários de um jornal-laboratório da Universidade sobre uma mutreta praticada pelo colega de sindicato, e aquilo foi publicado, ainda que sem citar nomes. Salvatore havia escondido seu próprio carro na garagem de um amigo e dera parte de roubo para receber o valor do seguro. Recebeu o seguro, com o qual comprou um carro novo, e tempos depois o carro supostamente roubado foi achado pela polícia.  Mas então o rolo estava feito, com sucesso.  Dick revelou o estratagema, provocando a ira de Salvatore e por um bom tempo os dois não se conversaram.  Entretanto, o caso não rendeu nenhum problema para Salvatore e tudo voltou às boas entre eles.

Agora, porém, algo diferente tinha acontecido.  Teria a ver com a transação do terreno da USCU?  Ou era outra coisa dentro do sindicato?  Podia também ser mera fatalidade, um assalto...

A unidade CSI que examinou Dick constatou que ele morreu pelos disparos de arma de fogo no tórax e depois foi jogado ao mar, pois não tinha água nos pulmões.  E havia sido na noite que antecedeu seu achado na praia pelo casal Marla/Joey.  O corpo não tinha outros sinais, nos bolsos somente alguns dólares e o documento de identidade.  Caso difícil. Mas era preciso investigar as relações do morto em Orlando e em Daytona. 
[CONTINUA...]

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Renúncia do Presidente do Conselho Fiscal do Sinditest. Por que será?

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Enquanto em convescote do PSTU no HC hoje de manhã, cerca de 1% dos filiados do Sinditest (umas 70 pessoas) aprovavam filiação da entidade na central-mosaico CSP-Conlutas, o Conselho que deve fiscalizar as contas do sindicato ficava sem seu presidente.  Essa minoria aprovou que o Sinditest destinará 5% da arrecadação bruta, paga por todos os filiados, para essa organização notoriamente aparelhada pelo partido político PSTU.

Por que o servidor Gerson Yasbeck, lotado no Setor de Comunicação e Design, renunciou a seu cargo no Conselho Fiscal?  Leia abaixo sua justificativa, protocolada ontem (2a.feira, 3/11) na sede do Sinditest e tire suas próprias conclusões.


CARTA DE RENÚNCIA

Curitiba, 31 de outubro de 2014
À
Direção do Sinditest-Pr

A/C Sra. Carla Colbachini

            Na qualidade de Presidente eleito do Conselho Fiscal do Biênio 2014/2015 eu, Gerson Miguel Yasbeck, eleito democraticamente através do voto direto da categoria, informo por meio desta o meu afastamento do cargo.

            O motivo do meu pedido deve-se a que, durante todos os meses desde meu empossamento em janeiro/2014 até o presente momento, venho tentando cumprir as minhas obrigações de membro do Conselho Fiscal da entidade, sendo impedido de a contento cumprir com tais funções.  Deve o Conselho Fiscal do Sinditest avaliar e supervisionar ass contas da gestão da Diretoria Executiva, segundo orienta o Estatuto da entidade. Não obstante, várias foram as tentativas deste conselheiro, em conversas pessoais, e-mails e carta aos diretores, para o atendimento da solicitação de esclarecimentos, todas elas não atendidas. Requeremos a apresentação dos gastos mensais realizados nos meses do exercício de 2014, bem como os recursos recebidos pelo fundo de greve do presente ano (três meses de desconto em dobro da mensalidade), mas, de novo e infelizmente, nenhuma resposta veio da Diretoria da gestão 2014-2015.

Conseguimos, afinal, realizar reunião com a direção do sindicato em 22 de setembro do corrente ano.  Decidiu-se na ocasião que ao menos a prestação de contas de 2013 seria apresentada até o dia 31/10/2014 (7 meses além do prazo estatutário), mas isso não ocorreu.

Minha maior preocupação é pelo fato de que, ao tomar conhecimento do resultado da auditoria independente realizada em 2013, e nada mais foi feito além da apresentação feita em uma assembleia de março/2014, onde se apresentou relato sumário e uma série de recomendações de nova conduta administrativa.  Na ocasião, aprovou-se a sumária demissão do contador do sindicato (que só se consumou em setembro/2014).  Também foi aprovado que seria encaminhada uma perícia imobiliária envolvendo as transações do imóvel denominado “chácara” do Sinditest e da subsede da rua Comendador Macedo.  Estes encaminhamentos não foram efetivados. 

Como Presidente do conselho fiscal é de minha inteira responsabilidade a fiscalização da contabilidade, dos gastos e da administração patrimonial da gestão. Não posso compactuar com esta falta de transparência da atual gestão.

No dia 29/10/2014 recebi a informação da Sra. Januza Borba (administradora recém-contratada) de que a prestação de contas dos meses de janeiro a outubro deste ano de 2014 só será realizada nos próximos 45 dias, a começar em novembro pelo novo escritório de contabilidade contratado.  Com isto ela sinalizou que o conselho fiscal só teria acesso a estas contas somente no final de dezembro, o que dificultaria a reunião do conselho fiscal, bem como a verificação de toda a documentação acumulada nos últimos meses, devido ao período de férias e recessos de natal. 

Diante da situação, que acredito ser muito preocupante, ratifico minha saída como membro do conselho fiscal e aproveito para solicitar a divulgação desta minha decisão no próximo jornal do sindicato, informando claramente o motivo de minha saída, para que os associados ao Sinditest-Pr saibam da real situação.

Desde já agradeço.

Sem mais para o momento.
           
           Gerson Miguel Yasbeck
Servidor lotado no SACOD




quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Finanças do Sinditest - assunto tabu para a Diretoria do PSTU

2 comentários:
A base não recebe informações das contas do Sinditest. Simples assim. Os prometidos balancetes trimestrais do panfleto de campanha eleitoral de 2013 ficaram no papel. Pensem bem: por quê? Não parece ser uma coisa relativamente simples apresentar o movimento de receitas e despesas de uma entidade numa planilha?

Foi prometido em campanha pela chapa da servidora Carla Cobalchini, a gestão "Sindicato é pra lutar". Mas não cumprido. Por quê? Eles não informam. Eles tergiversam. Se alguém cobra, é logo xingado como "caluniador da diretoria".  Nossa, que hipersensibilidade!

Então, a base da categoria que sustenta essa gestão de TRANSPARÊNCIA ZERO tem o direito de cobrar: como querem fazer um congresso de alegada reforma estatutária para aumentar mensalidade sem sequer prestarem contas de como usaram o dinheiro da categoria até agora? Para financiar atividades sindicais da Central-mosaico do PSTU, a CSP-Conlutas? Para financiar a produção, aliás muito vagabunda, de um vídeo em que diretores do Sinditest defendem uma central sindical que nem central sindical oficial é?

Enquanto a diretoria PSTUista do Sinditest faz seus castelos de areia, a vida corre. E prestar contas das finanças e dos DEZ terrenos da chácara supostamente vendida de Piraquara que é bom, nenhum esclarecimento. 

Vamos ser claros: ESSA DIRETORIA TEM O RABO PRESO!

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Promessa não cumprida. Mais uma. Adeus, transparência!

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Servidores e servidoras, no final de 2012, votaram na Chapa 1 para o Sinditest. A chapa venceu.  Quantos desses eleitores de boa fé se decepcionam hoje com as promessas que leram no material de propaganda bonitinho e combativo, mas que ficaram lá no indefeso papel que tudo aceita?

Na figura acima, o trecho daquele material de propaganda sobre "Setor Financeiro".  Como se pode ver, tudo muito bem cumprido pela Diretoria orientada pelo PSTU... Upa-la-lá!



Prestação de contas trimestral? Ninguém sabe, ninguém viu. Acho que só viu o intocável contador, que era para ser demitido desde março, e substituído, mas está lá impávido que nem Muhamad Ali.  E nenhuma assembleia de prestação de contas do exercício de 2013 nem do Fundo de Greve 2014 feita até agora.  Bonito exemplo de transparência! Vão ganhar o Prêmio do TCU.

Incorporação imediata das recomendações da Auditoria?  Em qual corpo incorporaram?  Imediata? Desde março se espera que encaminhem "perícias imobiliárias" e outras recomendações, mas também naaaaaada. Zeeeeeeeeero. Enrolação. Empurro-barriguismo militante.


Planos de Saúde? O pessoal do Plano Unimed sabe muito bem com quantos burros n'água deu a negociação com a operadora de plano de saúde.  Muita gente saindo do plano ou migrando para o bom e velho GEAP.

Aí está o quadro da realização das promessas financeiras de campanha da atual gestão "Sindicato é pra lutar".

Mas não se aflija, prezado filiado! A Diretoria propõe - nesse tal Congreço tratoraço de "reforma" estatutária de novembro - dobrar o valor da mensalidade sindical que você paga e então tudo se resolverá.  Para alguém se resolverá, falta saber quem.

domingo, 12 de outubro de 2014

Resumo da "visão" política (maniqueísta e míope) do PSTU da Diretoria do Sinditest

6 comentários:

É como ilustrado na figurinha acima: à esquerda o demônio, à direita o santinho.

- PSTU: santinhos cheios de boa intenção, imaculados.

- O resto: demônios, 'agentes' do governo, traidores, sabotadores, 'farinha do mesmo saco' etc.

Sinceramente, caro leitor(a), você acredita nesta dicotomia tão infantil?  Se assim fosse, poder-se-ia mandar cartinha ao papa Francisco pedindo para canonizar esses militantes tão santificados. 

A Diretoria do Sinditest, aliás, vale-se dos recursos de todos os filiados para divulgar largamente seus ataques, calúnias e injúrias contra todos os que não seguem a cartilha de seu partido sem voto.  Em recentes matérias do site sindical, acusou alguns setores de oposição de serem todos 'farinha do mesmo saco', juntando em sua agressão o editor deste Blog, o conselheiro TAE Daniel, o servidor da base "Paraná" e o ex-presidente e vice de várias gestões, Dr. Antonio Néris (este hoje o único que exerce chefia delegada pela gestão Zaki).


Agora, caro leitor(a), veja que 'farinhas' estavam no mesmo saco na gestão tão recente de 2010-2011:

 Posse da gestão 2010-2011 do Sinditest (19/12/2009).

Isto mesmo! A presidente Carla, bem ao ladinho de Wilson Messias e do Dr. Antonio Néris, sob o benevolente olhar do reitor Zaki Akel.  Messias tomava posse como presidente, Néris como vice, e Carla como diretora de imprensa a serviço dos dois.

É também por causa dessa antiga cumplicidade dentro das Diretorias 2008 a 2011 - nas quais a Auditoria Externa feita em 2013 revelou graves irregularidades - que a gestão atual foge de prestar contas e corre loucamente para longe de ter de encaminhar as recomendações dos auditores.  Porque há rabinhos bem presos nessa história.

Esse pois é o PSTU dos santinhos éticos e "ultracombativos".  

Sem prestar contas do dinheiro pago pela categoria toda, ainda pretendem no seu "Congreço" golpista de novembro aprovar aumento em dobro da mensalidade sindical.  Otários que comprem essa conversa pra boi dormir.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Sinditest não presta contas mas quer dobrar mensalidade dos filiados

Um comentário:
A Diretoria do PSTU, que se acha dona suprema do Sinditest, revelou ontem uma de suas intenções ao fazer o 'congreço' partidarizado que convocaram para outubro/novembro.  Quer dobrar o percentual descontado mensalmente dos filiados.  Acostumou-se com os 3 meses de desconto em dobro a título de Fundo para a fracassada greve deste ano, e agora pretende oficializar uma arrecadação regular mais polpuda.

Um debate desses talvez até pudesse ser feito em clima respeitoso e unitário, envolvendo todos os ativistas e grupos da categoria, se essa Diretoria prezasse o diálogo democrático e a transparência de suas contas.

Querem engordar o caixa do sindicato, mas deixaram, como manda o Estatuto, de prestar contas regulares do exercício de 2013.  Prometeram, ainda em campanha, exibir balancetes trimestrais em seu jornal impresso e no site da internet, mas nada apareceu.  Descontaram em dobro as mensalidades nos 3 meses que durou a greve da FASUBRA deste ano, e nem um pio de convocar uma assembleia em que mostrem como foi gasto o Fundo de Greve e qual o saldo que sobrou.

Prometeram ainda dar encaminhamento a diversas recomendações do Relatório da Auditoria externa feita em 2013.  Algum encaminhamento? Zero!  E nessas recomendações existem diretivas que envolvem certas somas altas.  Nada, puseram debaixo do tapete as revelações, e sentaram em cima.

Nem sequer o atual desconto de 0,5% é cobrado corretamente nos contracheques dos sindicalizados, pois os ávidos diretores ultraesquerdistas avançam até nas quantias dos benefícios, em vez de só descontarem sobre o vencimento básico.  Não, prezado/a filiado/a, eles caem em cima também de nacos do seu auxílio-alimentação, do auxílio-saúde e de outros benefícios que houver na receita do seu contracheque.

Gastam bastante divulgando unicamente as ideias do partido deles no jornal impresso pago por todos. Porém, não se dignam informar quais processos judiciais estão correndo no momento que podem penalizar o caixa do sindicato, em razão de má gerência: sabemos que um contrato precarizado de funcionário do sindicato feito na gestão Messias foi objeto de pagamento de multa. E que haveria ainda processo(s) de ex-funcionário(s) do Sinditest por assédio moral contra a Diretoria.  Disso nada é informado em detalhe à base que sustenta a entidade.

Conforme dito, tudo isso sem prestar contas. E ainda querem tirar mais da categoria. E para isso inventaram um Congresso partidarizado, com "assembleias" na base do trator sobre quem quer que discorde uma vírgula da cartilha do partido dominante na diretoria.  Essa é a atual farsa congressual pela qual sonham poder engabelar os TAEs da UFPR e UTFPR.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Transparência das contas do Fundo de Greve do Sinditest - onde está?

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Cadê a transparência que parecia estar ali? O gato comeu!

Faz mais de 3 meses que a greve nacional da FASUBRA acabou oficialmente na base do Sinditest (24/6).  Cadê a assembleia de apresentação das contas do Fundo de Greve ?  Onde está a transparência para a categoria dos TAEs representados pelo Sinditest saber como foi gasto o valor das receitas de 3 meses de desconto em dobro da mensalidade sindical?  E qual o exato saldo final desse Fundo?

Pois é, não tem.  E ainda querem fazer um Congreço!(*)

Para o atual grupo partidarizante instalado na diretoria do Sinditest, transparência é bom cobrar só dos outros - dos governos, da reitoria, mas da diretoria sindical, neca.

Na gestão passada 2012-2013, parecia haver um início de esforço de transparência da diretoria comandada pelo mesmo grupo político: chegou a haver publicação no site e em jornal impresso de balancetes trimestrais demonstrativos da movimentação financeira do sindicato.  Hoje isso sumiu.  Era para inglês ver.  Nem o contador picareta do sindicato eles demitem...
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(*)Uma reunião convocada para atender estritamente interesses de um partido político que comanda o sindicato não pode ser chamada de um verdadeiro Congresso dos TAEs do Sinditest.  Só pode ser mesmo um "Congreço" de adoradores de uma seita.

sábado, 30 de agosto de 2014

E viva o cabide!

2 comentários:

Perguntada sobre o contador-picareta, a Diretoria do Sinditest, através de seu vice-presidente, informou que ele continua lá, recebendo seus honorários, forte, firme e fagueiro.  Não importa que uma assembleia - soberana? Hahahahaha, conta outra piada! - em meados de março no HC tenha indicado sua demissão.  Pras favas as assembleias!, pensa a onisciente e onipotente Diretoria de membros filiados ao PSTU.

E agora se soube que o cabidão de emprego do Sinditest tem mais um freguês.  Foi contratada uma administradora para gerenciar o sindicato, xerifando todos os demais funcionários da entidade.  Mas, então, pelo visto, a bagunça nessa administração burocrática estava grande, não?  Será que ela recebe o salário-mínimo do DIEESE?

E as prestações de contas? São duas que estão pendentes.  A prestação ordinária, do exercício 2013, que deveria ter acontecido até 31 de março deste ano mas ninguém chamou assembleia.  E a prestação de contas específica do Fundo de Greve, que, por 3 meses, arrecadou uma mensalidade a mais de cada filiado.  Nem sinal de assembleia para apresentar as contas da fracassada greve do primeiro semestre.

E porventura o Conselho Fiscal, com a presença dessa administradora nova, vai ter de se reportar a ela ou à Tesouraria eleita pelo voto direto?  Só o que faltava: colocarem um anteparo para impedir os fiscais do Conselho eleito de analisarem os documentos da contabilidade...