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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Continuísmo é Chapa 1 no Sinditest. Quem aguenta mais 3 anos desse sindicato?

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Quem já viu a carta-programa "lindinha" da Chapa 1 do Sinditest há de ter notado.  Papel de alta qualidade, muita cor, coisa fina.  Mas o conteúdo do texto...

Como já dissemos em postagem anterior, a parcela (cada vez menor) da base que quiser mais do mesmo, que vote na Chapa 1, controlada pelo PSTU e agora com umas franjas do PSol (da parte do PSol que apoia o golpismo país afora).  Uma turma que será a permanência da "Gestão 3F" de 2014-2015: Fiasco, Farsa e Falsidade.

Quem tiver o saco de ler a última página dessa propaganda, verá 7 vezes repetida a palavra "continuar" e 5 vezes as palavras "manter" ou "manutenção".  Está gostando? Leve pra casa e continue pagando o dízimo do aparelho sindical.  "Nem governo, nem reitor", dizem eles - sindicato é pro partido aparelhador?

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Eleição da vergonha

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Com a divulgação, ainda que envergonhada e parcial, de um "relatório" da auditoria, por mais que interpretado pela pena de algum diretor do Sinditest, ficou confirmado o que muitos já sabiam ou suspeitavam.  O período recente das gestões do sindicato - das quais participaram candidata e candidato a presidência do Sinditest nesta eleição - foi eivado de transações muito suspeitas, quando não claramente irregulares.

A atual Diretoria, "Mudando o rumo dos ventos", não mudou vento nenhum. No fundamental, não mudou porra nenhuma, basta perguntar qual foi a conquista concreta econômica do período 2012-13.  Mudou um pouco o discurso, mas o fundo é o mesmo - encobrir os atos suspeitos de que sua presidente e outros diretores participaram.  Tivessem honradez e honestidade, buscariam averiguar tudo, por as coisas todas da entidade em pratos limpos perante assembleia da categoria, soberana para decidir sobre a sujeira, e só depois se marcaria eleição para ver quem tomaria conta da entidade.

Não fazem isso. Claro, abrir mão de um sindicato tão rico...  Disputam seu comando como se disputassem um frango assado, o bife do almoço...

Por isso, esta é a eleição da vergonha.  Onde direita e ultraesquerda se abraçam para encenar uma suposta democracia.  Participar desse circo não é para quem preze a honestidade. Quem quer que ganhe, e leve, e faça uma (indi)gestão, está coberto de sujeira, hipocrisia, dissimulação.  Assim, todo filiado com vergonha na cara não deveria participar desse espetáculo de malandragem.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Quem estava no fato, tinha domínio do fato e agora quer tirar o seu da reta

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Lista de Presença da "Assembleia-Fantasma" de 10/2008

Clique na figura acima para ampliá-la.  São perfeitamente visíveis as assinaturas dos atuais dirigentes do Sinditest Carla Cobalchini e José Carlos Assis na lista de presença de uma assembleia geral realizada em 3 de outubro de 2008.  Na época, ambos já eram diretores do sindicato, na gestão presidida por Wilson Messias.

E daí?  Que há de especial nisso e nessa assembleia?  Algumas coisinhas.

Uma assembleia espúria, às escondidas
A diretoria do Sinditest da época não queria ser incomodada pela base ao decidir sobre dois assuntos, digamos, “espinhosos”.  Por isso, não fez convocação na UFPR (só numa nota de rodapé de jornal da cidade que ninguém lê, para dar ares de legalidade) e realizou a assembleia na sede do sindicato, onde nunca se faz esse tipo de reunião, ou seja, às ocultas.  Além do mais, a data era uma sexta-feira, véspera das eleições municipais de outubro/2008...  Por isso, só a diretoria e mais alguns amigos estiveram presentes.


Venda de patrimônio a preço de banana
A qualquer custo, a diretoria da época (gestão 2008-2009) queria vender a subsede da rua Comendador Macedo, esquina com rua Dr. Faivre.  Torrou o patrimônio por 195 mil reais em janeiro/2010.  Uma avaliação perita da imobiliária Apolar, na mesma época, estimou que o preço daquele imóvel alcançaria até 300 mil reais.


Auditoria Concept confirma
A firma Concept analisou a transação da subsede Comendador e, segundo a própria matéria recente do Sinditest (28/10/13), atesta que:

“O imóvel foi vendido em janeiro de 2010 pelo valor de R$ 195.000,00.

Do ponto de vista contábil, houve falha grave. O valor da alienação foi registrado a título de “outras receitas operacionais”. Na ocasião da venda, o valor do custo deveria ter sido devidamente reconhecido, e posteriormente registrado o ganho na alienação do imóvel.

Dois anos antes da venda dessa sede, havia uma avaliação da imobiliária Apolar atribuindo ao imóvel o valor de R$ 300.000,00.

Os auditores recomendam à administração do Sindicato contratar perito para avaliar o valor aproximado do imóvel à época, e se for o caso, discutir na justiça a reintegração do bem ao sindicato, caso seja constatado dano ao patrimônio.”


Todos juntos e conscientes na mesma canoa
Será compreensível agora como soa hipócrita, coisa de santo-do-pau-oco, que alguns diretores atuais do Sinditest, em campanha furiosa para se reeleger, tentem passar na categoria a conversa mole de que não sabiam de nada?  Se invocarmos a famosa “teoria do domínio do fato”, usada no STF no julgamento do “mensalão”, pode-se dizer que TODOS os diretores atuantes daquela época (2008-2011), naquela "assembleia-fantasma" de outubro/2008, conheciam bem O FATO, tinham o DOMÍNIO DO FATO, e até por isso fizeram uma reunião às escondidas da base.

Eis alguns fatos.  Submersos pelo lero-lero e pelo blá-blá-blá de duas chapas em campanha para poder comandar a receita mensal de mais de 120 mil reais dos filiados contribuintes...   

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Auditorias e interpretações de auditorias

Um comentário:
Datado de ontem, apareceu publicado no site do Sinditest um texto que comunica a feitura de um "relatório preliminar" da auditoria sobre as contas da entidade dos últimos seis anos.  Não se trata do próprio Relatório, mas de um texto que interpreta - ao gosto do diretor do Sinditest que redigiu a notícia - o citado relatório.

Para ver diretamente o Relatório, é preciso ir até a sede sindical e pedir para consultá-lo. Mas, segundo um filiado da base que esteve lá, estaria proibido tirar cópias dele. Apesar de consistir em algo em torno de vinte páginas, podendo ser publicado no site sindical, isso não foi feito e a categoria, que pagou pelo serviço, fica sem saber das coisas.  Isso a poucos dias de uma eleição do sindicato onde disputam chapas com membros envolvidos naquelas transações auditadas (em ambas).

Sendo apresentado ainda como "relatório preliminar", porque dele estariam ainda faltando documentos bancários e outros, ainda assim o autor da notícia se preocupa em poupar seus pares da Diretoria atual.  Talvez esquecendo que no Estatuto do Sinditest está definido que são atribuições da Diretoria (toda ela), como diz o Art. 20:

"d- Gerir o patrimônio e as finanças do SINDITEST-PR, das seções, sub-seções e delegacias, garantindo a sua utilização para o cumprimento deste Estatuto e das deliberações de organismos superiores".

E, no Art. 23, estabelece-se que à Diretoria (toda ela) compete:


"II - Orientar, supervisionar e coordenar as atividades dos setores administrativos e assistencial, exercendo todos os poderes necessários para assegurar o funcionamento eficiente e harmônico do SINDITEST".

Então, pode-se ler no texto do Sinditest a certa altura, a seguinte interpretação:

"É importante frisar que o Sinditest tem uma estrutura extremamente burocrática, graças ao seu estatuto, que dá super poderes para a Presidência e para a Tesouraria, permitindo que o presidente e o tesoureiro atuem por contra própria, à revelia do conjunto da diretoria eleita. Por isso, quem efetivamente deve prestar esclarecimentos ou responder pelas irregularidades apontadas em todos os casos que serão mencionados abaixo, são Presidente, Vice, Tesoureiro Geral, 1º e 2º Tesoureiros".

Perceberam a redação "ishperta" dessa matéria para salvar a pele de quem, sendo candidato, foge às responsabilidades assumidas no passado, não quer responder por seus atos (e assinaturas em atas oficiais) e botar a culpa só em alguns diretores de gestões pregressas?  

Há mais coisas a esclarecer e ninguém está de santo nessa história. Repetimos: quem votar na eleição do Sinditest de 6-7 de novembro, votará praticamente no escuro.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Algo de podre na ocultação da auditoria do Sinditest ?

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Diante da óbvia constatação de problemas nas finanças do Sinditest, como atestado pela própria tesoureira que assumiu o caixa do sindicato em janeiro/2012, uma assembleia geral do sindicato determinou a realização de uma auditoria.  Relutantemente,  a nova diretoria 2012-13 atrasou a contratação da firma auditora mas acabou o fazendo em meados deste ano.  Corre a informação de que já faz umas semanas que o relatório final dessa auditoria estaria pronto. Por que não é divulgado?

Neste Blog já foi divulgado à farta todas as obscuras transações relativas à compra/venda da famigerada "chácara" do sindicato, na qual o comprador obteve o imóvel por suspeitos 250 mil reais em 2009 e cerca de um ano depois revendeu os lotes da "chácara" por mais de 1 milhão.  Isso pra ficar só na transação esquisita de maior monta.

A própria Diretoria atual do Sinditest, cuja presidenta foi colaboradora das gestões Messias/Néris de 2008 a 2011, acusa seus antigos comparsas de provocarem prejuízos à categoria filiada ao sindicato da ordem de pelo menos 400 mil reais.  É por causa da cumplicidade com o prejuízo que os diretores atuais se negam a chamar assembleia geral para apresentar o resultado da auditoria?  Porque alguns diretores atuais tem participação nos malfeitos? Receiam perder a eleição? Perder para quem ? Para o outro comparsa?  Uma coisa é certa: a categoria está de saco cheio de toda essa encenação e se faz necessário um basta. Um VTNC.  Todos.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Resultado da auditoria das contas do Sinditest - a categoria quer saber!

4 comentários:
No vídeo acima, uma das primeiras assembléias da atual gestão do Sinditest, realizada em 31/janeiro/2012.  Quem fala é a servidora Rufina, então recém-eleita tesoureira do Sinditest, relatando alguns dos problemas que acabava de constatar no caixa do sindicato, depois de receber a tesouraria da gestão de 4 anos de Wilson Messias (2008-2011).  As informações sobre várias dívidas e dúvidas sobre as contas sindicais levou aquela assembleia, por unanimidade, a aprovar a realização de uma auditoria externa nas finanças do Sinditest.

Alegando diversos pretextos, a Diretoria presidida por Carla Cobalchini empurrrou com a barriga a realização dessa auditoria desde aquele janeiro, e só contratou uma firma de auditoria em junho deste ano, 17 meses depois da decisão da assembleia retratada no vídeo. Notável agilidade para encaminhar uma deliberação soberana de assembleia...

Em 8 de julho deste ano, uma matéria no site do Sinditest informava o início dos trabalhos da auditoria.  No mesmo mês, outra matéria nesse site reclamava de graves dívidas produzidas sob responsabilidade da gestão Messias/Antonio Néris (gestões das quais Carla e outros diretores atuais do Sinditest não só participaram como subscreveram documentos relativos a transações financeiras), nomeadamente:

1) Reforma problemática na sede social da R. Mal. Deodoro: R$ 400 mil;

2) Indenização de uma festa de casamento prejudicada na mesma sede social: R$ 19 mil;

3) Indenização para a empresa Diarco (conserto de teto da sede social): R$ 60 mil;

4) Indenização trabalhista por subcontratação de jornalista: R$ 20 mil.

Quer dizer, a própria Diretoria atual do Sinditest imputa às gestões 2008-2009 e 2010-2011 causar prejuízos conhecidos num total de, no mínimo, 500 mil reais.

A mesma matéria também reclamava de indenização por danos morais que a Justiça obrigou o Sinditest a pagar para Roseli Isidoro, na casa dos R$ 100 mil, mas esta quantia não teve a ver com as gestões mais recentes do sindicato.

No texto de 8 de julho deste ano, está escrito com clareza pela Diretoria do Sinditest, acerca do resultado dessa auditoria:

“A previsão de entrega dos primeiros relatórios conclusivos a respeito das gestões anteriores é de 2 meses (60 dias). Portanto, no final de agosto ou início de setembro divulgaremos os primeiros resultados.”

Setembro já passou, e nenhuma notícia veio do Sinditest sobre a investigação dessas contas.  Já estamos na segunda quinzena de outubro, e nada.  Correm rumores de que a auditoria está pronta, com relatório concluído.  Por que não é logo então divulgado com presteza e transparência?

Essa demora tem algo a ver com a proximidade da eleição da nova Diretoria, marcada para 6-7 de novembro?  A eleição é disputada por apenas duas chapas, ambas capitaneadas por pessoas que estiveram na linha de frente do período investigado pela auditoria.  Haveria dados desabonadores nesse relatório de auditoria que possam comprometer pessoas dessas chapas?

A categoria pagou (cerca de 20 mil reais) pela auditoria e tem o direito de saber. O quanto antes. ANTES da eleição sindical de novembro. Para que não decida no escuro sobre quem vai tomar conta do dinheiro das contribuições sindicais a partir de janeiro/2014. 

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

De pedais a pedalinhos

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Na ensolarada manhã de sábado que inaugurou setembro de 2012, o reitor-candidato foi convocado para mais uma mega-atividade de sua azuloide campanha reeleitoral. Uma pedalada do pátio da reitoria até o campus Botânico.  Eram tantos, tantas, mas tantas CDs ("Ciclistas Dedicados") que, por onde passaram, provocaram engarrafamentos monumentais com suas imponentes bikes.  O candidato-reitor olhava para trás e perdia a vista nas vastas multidões de abnegados apeladores, digo, pedaleiros...  Certamente, naquele glorioso sábado, ele deve ter almoçado muito satisfeito por esta singela campanha que espontaneamente aglutina legiões de FGs ("Fãs Gratos").   

Curiosamente, o notório bicicleteiro da UFPR Belotto não foi.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Reitor-candidato da UFPR presenteia aposentados com agendas nov... digo, de 2012...

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Dentro de seu programa "Recordar é Viver", a PROGEPE da gestão do candidato-reitor Zaki Akel está enviando agendas da UFPR para os aposentados.  As agendas de 2013?  Não, um lote velho de 2012 que sobrou no sótão dessa gestão que se preocupa tanto, mas tanto, mas tanto em cuidar das pessoas e de seus aposentados que envia, agora, a 4 meses de acabar 2012, as agendas deste mesmo ano... Claro, com textinhos encomiásticos do reitor-candidato que quer mais 4 anos de mandato para continuar respeitando desse jeito os aposentados.  Por que não mandaram as agendas no começo do ano?

Só ganha quem vai na reunião de campanha
Ilustrando melhor esse apreço pelos aposentados do candidato-reitor amigo da tucanada privateira do estado do Paraná, há que se falar do encontro de algumas semanas atrás com servidores que deixaram a ativa no período mais recente.  A gestão tucanoide de Zaki e Mulinari, apoiada pelo ministro que fecha os olhos para as barbaridades das operadoras telefônicas, realizou um evento onde entregaram homenagens a aposentados/as recentes.  Iniciativa elogiável, não fora pelo (des)tratamento dispensado a quem não pôde ir à ocasião.

Ora, tomamos o exemplo de uma aposentada por invalidez, cujo grave defeito visual a impediu de comparecer.  Ela gostaria de receber a medalha que foi confeccionada com dinheiro público como símbolo de reconhecimento pelo tempo de trabalho dedicado à universidade.  Acham que ela conseguiu?  Nadica de nada, disseram a ela que quem não compareceu ao evento para ouvir as doutas palavras do reitor-candidato não fazia jus aos objetos de homenagem... Essa é a PROGEPE dedicada aos aposentados da gestão Zaki/Mulinari. Você tem que ir lá ouvir a peroração eleitoreira do candidato ou não ganha a homenagem que foi paga pelo dinheiro do povo.  Eia, sus! Votem, aposentados, nesse reitor-candidato amigão!!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Slogans de campanha para enganar otário

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Olhem, acima, que beleza de palavras-de-ordem na capa do jornal da Chapa "Sindicato para Todos" (inscrita com o no. 2) na eleição de 2007 ! Independência! Transparência!! Competência!!!

A "independência" prometida ficou na promessa. Além de ajudarem a eleger o reitor Zaki Akel em 2008, nem quando ele ignorou a eleição direta no HC ou extirpou os 3,17% incorporados aos contracheques do pessoal de RJU, a diretoria "para todos" Neris/Messias/Carla esboçou resistência. E agora, na campanha 2011, a Reitoria censura uma matéria de sua própria assessoria de comunicação para proteger os chapinhas da Chapa 1 que se sentiram dodóis por não terem o que dizer numa entrevista.

Da "transparência", nem vamos falar muito, tanto este blog reclama da falta dela. Nunca as contas do Sinditest foram postas na internet para todos consultarem. Assembleias de prestação de contas, quando aconteceram, deram-se fora do prazo do Estatuto e por pressão da Justiça. As contas do exercício de 2010 deviam ser objeto de assembleia em março deste ano, a qual nunca ocorreu. Até a prestação final de contas dos gastos da greve de 2011 foi sonegada à categoria, tendo a diretoria "para todos" descumprido a decisão final da greve, cancelando a assembleia de 6 de outubro no HC.

Mas, quanto à "competência"? Ah, aí os diretores "para todos" dão um show... em termos de transações imobiliárias duvidosas. Como presidente de sindicato e vice, Messias e Néris são empenhados diretores de patrimônio... e só. Jä a competência para dirigir uma greve vitoriosa aí está: reajuste salarial ZERO este ano e em 2012! 

Esse triplo slogan de campanha foi em 2007, pra iludir os incautos. Já na campanha pela reeleição, em 2009, o jornal da Chapa 1 não mostrava nenhum slogan de capa. Quanto muito, suas faixas apelavam para "não trocar o certo pelo duvidoso".  E nesta eleição de 2011, o "coronel" Dr. Néris usa o dístico "Honestidade e Compromisso".  Ah, a base sabe o quanto ele é muito honesto mesmo, ilibadíssimo como seu apoiador Kachel.  E o compromisso, bem, o compromisso é tão confiável como aquele do Beto Richa, quando se reelegeu prefeito em 2008, de não abandonar a prefeitura para ser candidato a governador.  

E, ainda para não nos esquecermos, vale bastante aquele provérbio do dize-me com quem andas, e dir-te-ei quem és.  Lembrem-se dessa patota toda junta na Chapa 1 "Sindicato para Todos" de 2009:

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Na porrada (ou quase)

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No tempo do cinema mudo, o gestual dos atores era tão expressivo que a plateia conseguia entender o que acontecia (às vezes com ajuda de legendas). Pois é, conseguimos capturar da gravação online de internet um significativo momento da greve deste ano, na assembleia de 16/08, mas sem o som... É verdade que nesse curto trecho de 3 minutos o som está péssimo na gravação original, mal se entendem as palavras. Contudo, talvez a falta do som até ajude a reforçar o significado político das imagens lamentáveis daquela assembleia. Quem quiser conferir o vídeo com o áudio acesse aqui o link da transmissão da assembleia (trecho entre 01h00min e 01h03min).  E para mais detalhes sobre a razão do acontecido, revisite nossa postagem "Assembleia da baixaria nua e crua".

O trecho de vídeo acima mostra o momento em que o vice-presidente do Sinditest, "coronel" Dr. Neris, totalmente transtornado, sai da mesa de onde dirigia (mal, como sempre) a assembleia, fura a ordem dos inscritos e descarrega um chorrilho de xingamentos, aos urros. Com seu indefectível terno preto, começa a ser vaiado pela maioria da assembleia, que pede que ele pare. Ele não para.

O servidor de base da UFPR-Litoral Maurício (que aparece de bermuda clara e camiseta escura) vai tomar satisfações com a mesa dirigente da assembleia e nessa hora por muito pouco não leva um soco no rosto do "coronel Dr. Neris.  As imagens mostram o tumulto que se forma diante da mesa e no salão do RU. O homem furibundo do terno preto dá a volta à mesa para tentar se atracar com os desafetos, mas entra em ação a turma do deixa-disso e evita o pior.

Embora recente, trazemos de volta à memória da categoria mais este capítulo de baixaria da "história" do antigo servidor da Farmácia do HC, demonstrando essa faceta obscura do hoje candidato da Chapa 1. Aquela que diz ter "honestidade e compromisso".  Compromisso com a porrada. Não com a verdadeira democracia.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Chapa 1 do "coronel" Néris, campeã em compromisso... com o cinismo

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Reproduzimos abaixo uma postagem deste blog, de fevereiro de 2009. Ela relata episódio que é mais uma demonstração do estilo e método autoritários do candidato a presidente da Chapa 1, o "coronel" Dr. Antonio Néris. Hoje, em seu jornal de campanha eleitoral, a Chapa 1 diz que irá "promover campanhas (...) contra o assédio moral".  Quanto cinismo!  Lamentável, também, é que os diretores do Sinditest que hoje estão na Chapa 2 se dizendo "de oposição" tenham sido coniventes, calando-se diante do triste caso.


ATO DE ASSÉDIO MORAL DENTRO DO SINDITEST
[Publicado em 8 de fevereiro de 2009]

A prática é o critério da verdade. Não se sabe o que uma pessoa é, de fato, tomando por base apenas aquilo que ela diz de si mesma, mas sim pelos atos reais que pratica. Isso vale bem para o vice-presidente do Sinditest, baixarel Dr. Antonio Neris. Pelos corredores do HC e da UFPR, ele se autoproclama grande defensor dos trabalhadores. Mas, quando chega a hora de ser patrão, consegue ser mais realista que o rei. Sua truculência acaba de vitimar uma competente e dedicada funcionária do Sinditest, de modo totalmente injusto. Vamos ao caso.

Depois de legitimamente terem ganho por sorteio o acesso a vagas na casa de praia de Itapoá, 4 pessoas deste Núcleo de Oposição "Avançar na Luta" estavam em janeiro usufruindo seu direito ao lazer. Lá chegou extemporaneamente (porque sorteado não foi) o sr. Dr. Neris, a bordo de sua vistosa van. Ao enxergar juntos 4 membros da oposição sindical, o cérebro do Dr. Neris deve ter sofrido um surto de paranóia política e imediatamente deduziu que a funcionária que agenda o uso da casa de praia devia ter "favorecido" o grupo da oposição.

Ao voltar para Curitiba, ainda em pleno acesso de sua paranóia política, o Dr. Neris dirigiu-se rispidamente à funcionária da secretaria do Sinditest, acusou-a de favorecer seus amigos da oposição e a demitiu sumariamente, sem antes sequer pedir esclarecimentos sobre os procedimentos da secretaria sobre o uso de Itapoá. Aliás, o Dr. Neris extrapolou sua função (vice-presidente), pois quem gerencia a casa de praia é a secretária-geral Márcia Messias, irmã do presidente.

Indignada e sabendo que sempre procedeu com lisura, não tendo favorecido ninguém, a funcionária reuniu documentos e mostrou ao paranoico baixarel Dr. Neris que ele estava errado. E, por defesa da sua honra agredida, a funcionária não quis mais ficar trabalhando sob as ordens de pessoas que não respeitam o próximo. Os filiados do Sinditest, que conheceram a funcionária competente e atenciosa, não mais a verão na secretaria do sindicato.

Nós, do Núcleo Avançar na Luta, manifestamos nossa indignação também, e cobramos dessa diretoria"Sindicato Para Todos" (todos !!!) - que se autoproclama tão ao lado dos oprimidos e combatente do assédio moral - , que se pronuncie quanto à atitude típica de assédio(*) praticada por seu vice-presidente Dr. Antonio Neris contra uma indefesa funcionária. O presidente Wilson Messias e o restante da Diretoria concordam com o que ele fez? Continuarão dando uma de Pilatos lavando as mãos sobre o caso ou farão uma reprimenda ao assediante? Esperamos para ver e somos solidários à funcionária demitida.

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(*)Conhecemos o conceito jurídico de assédio moral e sabemos que sua plena caracterização envolve o aspecto da repetição dos atos de assédio. Usamos livremente aqui a denominação de "atitude de assédio" por entender que ela foi claro abuso de autoridade, impondo severa pressão psicológica sobre a vítima, que narrou os fatos para amigos aos prantos.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Blog "sujinho" interpelará Zé Pedágio Serra

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CLOACA NEWS INTERPELARÁ SERRA JUDICIALMENTE

Ao discursar nesta quinta-feira, 19/8, no 8º Congresso Brasileiro de Jornais, o candidato do PSDB à presidência da república, Zé Chirico, afirmou que o governo federal financia “blogs sujos”, recusando-se, no entanto, a declinar os nomes dos beneficiários (leia a notícia clicando aqui).

Para que a verdade prevaleça sobre a detração e a maledicência, este humilde cafofo cibernético – que é “sujo”, porém limpinho – representará na Justiça contra o indigitado político tucano para que este nomine as sujidades, revele o valor dos estipêndios e apresente os recibos dos pagamentos feitos pelo Tesouro público.
Nossa douta banca de jurisconsultos já está a postos.


Só assim o Serra sobe!
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Fonte: Blog Cloaca News

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Reitor não quer intermediários no contato com comunidade da UFPR

5 comentários:
O reitor de mal definido projeto estratégico para a UFPR fez anunciar ontem que pretende fazer um diálogo direto com a comunidade de docentes, técnicos e alunos. "Buscamos um contato mais direto, sem intermediários", afirmou o professor Zaki Akel na matéria publicada ontem na página principal da UFPR.

Os "intermediários", no caso, supõe-se serem as entidades que representam a comunidade - DCE, APUFPR, SINDITEST, ASUFEPAR -, que, no último 15 de junho fizeram uma reunião no pátio da Reitoria, a qual denominaram "Fórum dos Dirigidos", em que se aprovou longa pauta de reivindicações a cobrar da Reitoria Zakiana (clique aqui para ver a pauta indicada por esse Fórum).

O ciclo de sessões chamado de "Diálogos com a Reitoria" já começou ontem (4/8), no Setor de Ciências Agrárias, e continua em mais cinco: Jardim Botânico (13/8), Centro Politécnico (16/8), Hospital de Clínicas (23/8), Setor Litoral (27/8) e Campus Palotina (1/9). Porém, não se trata de um assembleião em aberto com o reitor e pró-reitores, pois os interessados em participar tem que antes fazer um cadastro no site da Reitoria e previamente abrir o jogo sobre o que pretendem reclamar.


Além de, por um lado, passar por cima do papel próprio de uma ouvidoria, esse contato do reitor "sem intermediários" com membros da comunidade parece uma resposta à iniciativa das entidades do Fórum dos Dirigidos de fazerem uma pauta de cobranças. É de se conferir se isso pode resolver algum problema de fundo desta Universidade Pública, ou acabará sendo mais uma jogada de marquetingue, aliás, uma área de especialidade do reitor.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Relaxo da PROGEPE-UFPR com servidores GEAP e privilégios para UNIMED e AMIL

9 comentários:

De um lado, imensa boa vontade da Pró-Reitoria para acelerar o ressarcimento dos valores atualizados do auxílio-saúde per capita para servidores associados à UNIMED e AMIL, a partir de lista repassada pela Diretoria do Sinditest.  De outro, descaso burocrático com os 1.394 servidores (docentes e técnicos) que tem plano de saúde da Fundação GEAP, obrigados a preencher formulários, providenciar documentos, protocolar processos cada um por si.  Esse o quadro do tratamento desigual dado pela PROGEPE no repasse dos valores per capita.

O auxílio-saúde suplementar per capita foi uma das conquistas da Greve de 2007. Inicialmente, foi delimitado àqueles servidores que se associavam à GEAP. Em meados de 2009 o Min. do Planejamento (MPOG) autorizou que o valor per capita pudesse ser repassado também aos servidores que contratassem outros planos de saúde.  A Diretoria do Sinditest, contrária à GEAP, fez acordos com os planos privados UNIMED e AMIL em fins de 2009 para que vendessem seus contratos aos filiados do sindicato.  Desde então, o Sinditest pôs-se a repassar listas dos associados à UNIMED e AMIL para a PROGEPE, cuja chefe rapidamente providencia o ressarcimento, em valores atualizados, do per capita.  O mesmo não se dá para os GEAPeanos...

Em 29/12/2009, saiu Portaria do MPOG estabelecendo tabela com valores atualizados do per capita conforme faixa de idade e de remuneração de cada servidor, para valer a partir de 1o. de Janeiro de 2010.  Essa tabela está implantadíssima para os servidores da UNIMED e AMIL, mas não está para o pessoal associado à GEAP.  Por quê?  Por que não há tratamento isonômico e só recentemente os GEAPeanos receberam cartas e comunicados informando que cada um deveria abrir processo e providenciar documentos para garantir os valores atualizados da tabela da Portaria e o ressarcimento deles nos seus contracheques?

O fato de a Pró-Reitora Laryssa Born ser associada ao plano privado da AMIL, o fato de a coordenadora da CAIS da PROGEPE Juçara Magalhães estar filiada à UNIMED e o fato de a Diretoria do Sinditest ter virado agenciadora de UNIMED e AMIL tem influência nesse tratamento tão descaradamente desigual com mais de um milhar de servidores GEAPeanos?  Esperamos que não, pois poder-se-ia suspeitar de um conluio inaceitável de ações para favorecer certos planos de saúde privados, deixando outros servidores ao relento.  Porém, então, no mínimo é descaso, relaxo, negligência, incompetência.  E é por isso que, há poucos dias, o Reitor Zaki Akel já chamou a Pró-Reitora às falas exigindo que a situação se regularize imediatamente, antes que 1394 servidores GEAPeanos sejam injustamente prejudicados.

Já estamos acostumados a ver a Diretoria do Sinditest preocupar-se apenas com parcela de filiados, como quando, por exemplo, nada fez para impedir que mais de 2 mil servidores do RJU perdessem os 3,17% incorporados ao vencimento básico (outubro/2009).  Tendo virado parceiríssima de UNIMED e AMIL, a Diretoria pelega pouco se importa que os filiados do Sinditest que tem Plano GEAP se ferrem e tenham que se virar por conta própria.  Nesses fatos é que se demonstra como é falso o slogan deles, o tal "Sindicato Para Todos".

terça-feira, 27 de julho de 2010

Serra é Saúde Pública serra abaixo!

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O processo de terceirização e privatização implementado por governos tucanos em São Paulo repete o padrão das políticas que FHC e Serra fizeram enquanto estiveram no governo federal: sucateamento e pauperização crescentes das estruturas públicas, principalmente as hospitalares e educacionais, e desvalorização de seus funcionários, para que o argumento privatizador pudesse encontrar respaldo junto à população em geral, com o devido apoio das corporações midiáticas. E assim foi. E assim continua sendo São Paulo. O artigo "O sucateamento da Saúde Pública em São Paulo" é de autoria de Gilson Caroni Filho (professor de Sociologia das Faculdades Integradas Hélio Alonso, do RJ) e de João Paulo Cechinel Souza (médico do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, de SP).


Nos últimos dias, temos visto uma infindável torrente de notícias trazendo o presidenciável José Serra como o baluarte derradeiro na defesa por uma saúde pública decente. Cabe-nos, entretanto, salientar alguns pontos propositalmente obscurecidos pela grande mídia sobre o tema em questão.

Desde 1998, com a eleição de Mário Covas e a edição/promulgação de um projeto de lei pelo então presidente FHC, as Organizações Sociais (OSs) passaram a gerir uma série de instituições hospitalares Brasil afora, mas encontraram no Estado de São Paulo seu porto pacífico.

A partir de então, os hospitais e serviços de saúde, que vinham sendo administrados diretamente pelas autarquias municipais e estaduais tiveram seu gerenciamento progressivamente terceirizado, privatizado – sempre pelas mesmas (e poucas) empresas (OSs), e sempre sem licitação.

O esquema, de contratos milionários, envolve aquilo que FHC e Serra fizeram enquanto foram gestores federais: sucateamento e pauperização crescentes das estruturas públicas, principalmente as hospitalares e educacionais, e desvalorização de seus funcionários, para que o argumento privatizador pudesse encontrar respaldo junto à população em geral, com o devido apoio das corporações midiáticas.. E assim foi. E assim continua sendo São Paulo.

Serra deixou à míngua o renomado Instituto do Câncer Dr. Arnaldo Vieira de Carvalho (IAVC), forçando os profissionais a pedirem demissão pela falta de condições dignas de trabalho no local, relegando a segundo plano o tratamento dos pacientes que lá procuram auxílio. Preferiu deixar de lado um centro de excelência para inaugurar o resplandecente e novo Instituto do Câncer de São Paulo Octávio Frias de Oliveira (ICESP), só para homenagear seu padrinho midiático, aquele cuja família lhe oferece a logística de um jornal diário e a metodologia favorável do Datafolha.

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Fonte: Carta Maior

quinta-feira, 3 de junho de 2010

A cereja do bolo funpariano

6 comentários:
Num hospital do porte do HC, algum maluco imaginaria ser possível botar na rua, da noite para o dia, 1.100 servidores ? E comprometer gravemente o funcionamento do maior hospital do Paraná? Claro que não. No entanto, a ameaça de extinção dos empregos dos trabalhadores da FUNPAR, por causa de determinação do Ministério Público do Trabalho (MPT) exigida para este ano, com razão angustiou esses servidores.


Estranho é ver como os agentes responsáveis para resolver com tempo e tranquilidade esse problema - posto desde janeiro de 2007 pelo chamado "termo de ajustamento de conduta" - deixaram a corda esticar até o prazo final dado pelo MPT, este ano. Executivo federal, Reitoria da UFPR e Sindicato tiveram 2008 e 2009 para achar uma saída que evitasse o crescimento da aflição dos servidores da saúde.

Contudo, chegado o ano do prazo final, o problema recolocou-se com força, e aí Reitoria e Ministério do Planejamento - com intermediação de certas lideranças políticas - sentaram-se para montar um acerto, fechado muitas semanas atrás. Por isso, a reunião no MPOG em Brasília, em 26 de maio, foi só a "cereja do bolo" de um acordo já previamente feito. O marquetingue de Reitoria e Sinditest - e de intermediadores - aproveitou para vender a reunião como o "grande momento" em que se decidiu a salvação dos 1.100 empregos da FUNPAR-HC, temperando o peixe a ser vendido a uma platéia aflita. Com direito a posterior assembleia no HC, show de slides dos momentos da "grande reunião" de Brasília e performances emotivo-lacrimejantes de uns e outros.

Evidentemente, é para ser comemorado que os trabalhadores da FUNPAR e suas famílias saiam dessa com o ganha-pão assegurado pelas promessas dos poderes executivos da União (Min. Paulo Bernardo) e da UFPR (Reitor Zaki Akel). Porém, estes trabalhadores devem continuar acompanhando atentos duas questões:

1. O Ministro Paulo Bernardo assumiu o compromisso de debater com o MPT uma "revisão do termo de ajustamento de conduta", conforme diz a nota da UFPR de 27/05/2010. Portanto, lembrando uma velha frase do grande Garrincha: "isso já foi combinado com os russos?". Resta ver se os "russos" do MPT encaram numa boa o descumprimento da ordem e a fórmula proposta pelo MPOG/Reitoria, deixando de cobrar a imediata extinção do quadro da FUNPAR.

2. A saída achada no acordo MPOG/Reitoria de meses atrás foi criar um tipo novo de cargo para os trabalhadores da FUNPAR, chamado de "servidor CLT da União". Um servidor público, contratado pela União, deveria trabalhar pelo Regime Jurídico Único e não regido pela CLT. Mas, os químicos do MPOG inventaram essa fórmula como alternativa, a qual pretendem assegurar através de um projeto de lei que ainda vai ser enviado ao Congresso em meados deste mês. Até a tramitação e aprovação deste projeto de lei, cabe ficar alerta acompanhando.

Por fim, mais uma observação. No movimento sindical da FASUBRA, defende-se que os problemas financeiros e de pessoal dos hospitais federais sejam resolvidos no âmbito da esfera pública, mantendo tais hospitais como 100% públicos. O ideal para os trabalhadores da FUNPAR seria o de que fossem todos contratados pelo RJU, com direito a estabilidade e uma carreira. Não está sendo, e o Governo abre poucas vagas de RJU para os HU's, tanto que persiste um deficit de cerca de 600 servidores no HC. Mas o Governo libera, para os HU's, variadas formas de contratação de pessoal sob regime CLT, sem estabilidade nem carreira.

Um dos pilares do semi-sepulto Projeto de Lei 92/07 criador das Fundações de Direito Privado para HU's é o fim da estabilidade do servidor. Como o Projeto 92/07 encontrou grandes resistências do movimento sindical, ele parou de tramitar no Congresso Nacional. Mas, por outras vias, um de seus objetivos continua sendo alcançado ao se fazerem contratações celetistas variadas aqui e ali, via OS ou OSCIPS, temporárias e precárias, nos hospitais públicos. Sob certo ângulo, é assim também como o MPOG enxergou a alternativa para o problema da FUNPAR, e por isso deu aval a esse acordo, em vez de abrir vagas de concurso público dentro do RJU.