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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

UTFPR é esquecida pelo PSTU na atualização fraudada do Estatuto do Sinditest

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Trecho do Art. 1 do "novo" Estatuto sindical modificado por fraude

De antemão, lembramos que o dito "novo" Estatuto do Sinditest foi feito num processo fraudulento.  Foram coletas de assinaturas em diversas ocasiões para atingir o quorum de 20% de filiados exigido pelo Estatuto vigente e o cartório, ora, não iria checar se de fato houve assembleias com debate sobre as mudanças estatutárias.

Engraçado, mas engraçado mesmo, é que até na fraude os tansos militantes do PSTU do Sinditest não deram importância para mudar coisas simples, como, por exemplo, atualizar o nome do extinto CEFET para UTFPR!  Faz quase 10 anos que o CEFET se tornou Universidade Tecnológica, mas parece que o PSTU não gosta de reconhecer isso, talvez porque foi obra do Governo Lula, a quem o PSTU, como a direita mais raivosa do país, devota profundo ódio. 

Como se vê na figura acima, o Sinditest continua representando o CEFET e a finada DEMEC!  A UTFPR, não! Além disso, não tiveram sequer a preocupação de incluir na base territorial de presença do Sinditest uma série de municípios onde há campi novos da UTFPR e da UFPR.

Em resumo, o "Congresso de mudança estatutária" não apenas foi uma fraude (e custosa, como se vê pela prestação de contas), como também cheia de furos.  Você vai bancar isso, filiado, agora que querem cobrar 100% a mais no desconto da sua mensalidade sindical sem ter chamado você para um debate democrático?

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Naquele Centro Cirúrgico do HC, enquanto isso...

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Abaixo está o trecho inicial da Ata da suposta Assembleia que teria sido realizada NO Centro Cirúrgico do Hospital de Clínicas, com também suposta "presença" de 51 filiados do Sinditest.  Observem que essa ata foi registrada em cartório em 8 de janeiro de 2015, junto com outras 29 atas de alegadas "assembleias de mudança estatutária". 
Em fraude, acredita o otário que quiser.


Em tempo: a Diretoria PSTUcana que fez isso aí é a mesma que reclama que a aprovação do contrato do HC com a Ebserh foi feita com votos dados por telefone celular.  Lá na Reitoria não pode (não pode mesmo), mas no sindicato pode assembleia-fantasma, fraudulenta?

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Ação judicial por supostas fraudes na recente eleição do Sinditest

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O candidato derrotado da Chapa 2 ("Sindicato Para Todos") na eleição para a diretoria do Sinditest, ocorrida em 6-7/novembro, teria entrado com ação judicial buscando anular o resultado eleitoral. A alegação de Antonio Neris é de que teriam sucedido fatos comprobatórios de fraude eleitoral, em razão suficiente para o pleito ser invalidado.

Entre os fatos arrolados pelo queixoso, que teriam evidências e testemunhas, estão, por exemplo, o de que a Comissão Eleitoral foi presidida por pessoa estranha à categoria dos técnico-administrativos. De fato, o processo eleitoral foi conduzido por uma professora, presidente atual do PSTU de Curitiba, que não pertence à comunidade da UFPR nem é filiada do Sinditest. 

Outras alegações referem-se à falta de lacres nas urnas, que elas foram transportadas por carro particular sem acompanhamento de fiscais das duas chapas e que estiveram guardadas em sala cujo lacre da porta foi rompido sem presença de fiscal da chapa de oposição. Há reclamação também de que foi feita apuração de votos sem conferência prévia das respectivas lista e ata de votação, e de que eleitores votaram em urna volante sem apresentar identificação.

Se o “jus sperneandi” tem base concreta para prosperar e ameaçar a posse da presidente reeleita (em janeiro), não há como saber o que irá pela cabeça do juiz do trabalho que acolher o reclamo. Mas é livre o direito ao queixume.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Resultado da auditoria das contas do Sinditest - a categoria quer saber!

4 comentários:
No vídeo acima, uma das primeiras assembléias da atual gestão do Sinditest, realizada em 31/janeiro/2012.  Quem fala é a servidora Rufina, então recém-eleita tesoureira do Sinditest, relatando alguns dos problemas que acabava de constatar no caixa do sindicato, depois de receber a tesouraria da gestão de 4 anos de Wilson Messias (2008-2011).  As informações sobre várias dívidas e dúvidas sobre as contas sindicais levou aquela assembleia, por unanimidade, a aprovar a realização de uma auditoria externa nas finanças do Sinditest.

Alegando diversos pretextos, a Diretoria presidida por Carla Cobalchini empurrrou com a barriga a realização dessa auditoria desde aquele janeiro, e só contratou uma firma de auditoria em junho deste ano, 17 meses depois da decisão da assembleia retratada no vídeo. Notável agilidade para encaminhar uma deliberação soberana de assembleia...

Em 8 de julho deste ano, uma matéria no site do Sinditest informava o início dos trabalhos da auditoria.  No mesmo mês, outra matéria nesse site reclamava de graves dívidas produzidas sob responsabilidade da gestão Messias/Antonio Néris (gestões das quais Carla e outros diretores atuais do Sinditest não só participaram como subscreveram documentos relativos a transações financeiras), nomeadamente:

1) Reforma problemática na sede social da R. Mal. Deodoro: R$ 400 mil;

2) Indenização de uma festa de casamento prejudicada na mesma sede social: R$ 19 mil;

3) Indenização para a empresa Diarco (conserto de teto da sede social): R$ 60 mil;

4) Indenização trabalhista por subcontratação de jornalista: R$ 20 mil.

Quer dizer, a própria Diretoria atual do Sinditest imputa às gestões 2008-2009 e 2010-2011 causar prejuízos conhecidos num total de, no mínimo, 500 mil reais.

A mesma matéria também reclamava de indenização por danos morais que a Justiça obrigou o Sinditest a pagar para Roseli Isidoro, na casa dos R$ 100 mil, mas esta quantia não teve a ver com as gestões mais recentes do sindicato.

No texto de 8 de julho deste ano, está escrito com clareza pela Diretoria do Sinditest, acerca do resultado dessa auditoria:

“A previsão de entrega dos primeiros relatórios conclusivos a respeito das gestões anteriores é de 2 meses (60 dias). Portanto, no final de agosto ou início de setembro divulgaremos os primeiros resultados.”

Setembro já passou, e nenhuma notícia veio do Sinditest sobre a investigação dessas contas.  Já estamos na segunda quinzena de outubro, e nada.  Correm rumores de que a auditoria está pronta, com relatório concluído.  Por que não é logo então divulgado com presteza e transparência?

Essa demora tem algo a ver com a proximidade da eleição da nova Diretoria, marcada para 6-7 de novembro?  A eleição é disputada por apenas duas chapas, ambas capitaneadas por pessoas que estiveram na linha de frente do período investigado pela auditoria.  Haveria dados desabonadores nesse relatório de auditoria que possam comprometer pessoas dessas chapas?

A categoria pagou (cerca de 20 mil reais) pela auditoria e tem o direito de saber. O quanto antes. ANTES da eleição sindical de novembro. Para que não decida no escuro sobre quem vai tomar conta do dinheiro das contribuições sindicais a partir de janeiro/2014. 

quinta-feira, 22 de março de 2012

TCU vai investigar hospitais universitários

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O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu ontem (21) abrir auditorias em hospitais universitários de todo país, para analisar contratos de prestação de serviços. De acordo com o relator da medida, ministro José Jorge, serão investigados pelo menos um hospital em cada estado da federação e no Distrito Federal.

Já no estado do Rio de Janeiro, o alvo das investigações será o Instituto de Pediatria e Puericultura Martagão Gesteira, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), retratado na reportagem exibida no programa Fantástico, da TV Globo, no último domingo (18), que mostrou empresários e representantes de quatro empresas oferecendo propina para prestar serviços para a instituição.  Além do oferecimento de propina, a reportagem também exibiu um esquema de simulação de concorrência entre empresas para burlar licitações.

De acordo com o presidente do TCU, Benjamim Zymler, o setor de inteligência do órgão já está empenhado na investigação das quatro empresas flagradas na reportagem: Bella Vista Refeições Industriais, Locanty Soluções (da área de coleta de lixo), Rufolo Serviços Técnicos e Construções e Toesa Sérvice (locadora de ambulâncias).
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Fonte: Agência Brasil