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segunda-feira, 6 de abril de 2015

Sinditest: Diretoria do PSTU mente sem pudor!

Um comentário:
Todos sabem o quanto a Rede Globo - cria da falecida ditadura militar de 64 - distorce a informação, manipula e mente sem hesitação.  Triste é ver que a Diretoria do Sinditest parece estar com inveja desse método global e também se preste por vezes a manipular palavras para fugir de explicações de seus erros e insuficiências. 

Foi o caso dessa Assembleia da Não-Prestação de Contas em 31 de março último.  Primeiro vejam este recorte [clique na figura se for preciso ampliar] do Edital oficial de convocação de assembleia assinado pela presidente do Sinditest em 25 de março:


Agora comparem com este trecho da página 12 da mais recente edição (abril/2015) do "Jornal [da Diretoria] do Sinditest", que está circulando pelas bases:


É ou não é evidência da manipulação de palavras?  Isto parece uma filigrana, mas não é. O vídeo mais abaixo explicita o porquê.  No começo da assembleia da Não-Prestação de Contas, em 31/03, a OPOSIÇÃO SINDICAL pediu esclarecimentos sobre o caráter da assembleia por causa dos termos imprecisos do Edital.  O advogado do Sinditest, Dr. Avanilson, solicitado a esclarecer, não o fez e a própria Mesa acabou reconhecendo ter havido erros na convocação.  Porque "assembleia do Conselho Fiscal" (figura jurídica inexistente no Estatuto do Sinditest) é bem diferente de "Assembleia Geral ordinária do Sinditest" (exigida pelo Estatuto).

Outra interrogação que paira no ar é: se o contador Ewerton Teixeira supostamente "desapareceu há cerca de dois meses" (como diz o Jornal acima), como é que a Diretoria tinha dados para publicar, em janeiro/2015, tabelas da contabilidade de Janeiro/2014 a Nov/2014?  Esquisito.

O vídeo abaixo mostra o momento em que o editor deste Blog solicita esclarecimentos (a partir de 3min15s) ao advogado do Sinditest, sem obter resposta.


Além dos fiascos políticos, da farsa do suposto "Congresso" de novembro/2014, a gestão 2014-2015 traz também a marca da falsidade em suas promessas e compromissos.  Que f...!  Para coroar a pantomima, inventam teorias conspiratórias hilárias e ainda as publicam em seu jornal impresso.  Haja metoclopramida.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Mais uma promessinha não cumprida

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Acima está um trecho da matéria da Diretoria do Sinditest que tenta justificar o enorme atraso na apresentação de suas contas de 2014.  O demonstrativo das movimentações referentes ao Fundo de Greve 2014 devia ter sido publicado em julho daquele ano, pois foi o que a própria Diretoria PSTUcana prometera em assembleia de final de greve.  Nada mostraram então.

No texto acima, mais uma promessinha.  Não cumprida. Disseram, em 15/01/2015, que ainda em janeiro o Fundo de Greve (3 meses de desconto em dobro dos filiados) e seu saldo seriam apresentados à base crédula.  Hoje é 6 de fevereiro, a semana acabou, e nada.  

É para todos se acostumarem com uma Diretoria que empenha a palavra e não cumpre?  Ou é porque não existe mais nenhum saldo do Fundo de Greve e não tiveram tempo suficiente de maquiar a contabilidade?

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Finanças do Sinditest - assunto tabu para a Diretoria do PSTU

2 comentários:
A base não recebe informações das contas do Sinditest. Simples assim. Os prometidos balancetes trimestrais do panfleto de campanha eleitoral de 2013 ficaram no papel. Pensem bem: por quê? Não parece ser uma coisa relativamente simples apresentar o movimento de receitas e despesas de uma entidade numa planilha?

Foi prometido em campanha pela chapa da servidora Carla Cobalchini, a gestão "Sindicato é pra lutar". Mas não cumprido. Por quê? Eles não informam. Eles tergiversam. Se alguém cobra, é logo xingado como "caluniador da diretoria".  Nossa, que hipersensibilidade!

Então, a base da categoria que sustenta essa gestão de TRANSPARÊNCIA ZERO tem o direito de cobrar: como querem fazer um congresso de alegada reforma estatutária para aumentar mensalidade sem sequer prestarem contas de como usaram o dinheiro da categoria até agora? Para financiar atividades sindicais da Central-mosaico do PSTU, a CSP-Conlutas? Para financiar a produção, aliás muito vagabunda, de um vídeo em que diretores do Sinditest defendem uma central sindical que nem central sindical oficial é?

Enquanto a diretoria PSTUista do Sinditest faz seus castelos de areia, a vida corre. E prestar contas das finanças e dos DEZ terrenos da chácara supostamente vendida de Piraquara que é bom, nenhum esclarecimento. 

Vamos ser claros: ESSA DIRETORIA TEM O RABO PRESO!

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Algo de podre na ocultação da auditoria do Sinditest ?

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Diante da óbvia constatação de problemas nas finanças do Sinditest, como atestado pela própria tesoureira que assumiu o caixa do sindicato em janeiro/2012, uma assembleia geral do sindicato determinou a realização de uma auditoria.  Relutantemente,  a nova diretoria 2012-13 atrasou a contratação da firma auditora mas acabou o fazendo em meados deste ano.  Corre a informação de que já faz umas semanas que o relatório final dessa auditoria estaria pronto. Por que não é divulgado?

Neste Blog já foi divulgado à farta todas as obscuras transações relativas à compra/venda da famigerada "chácara" do sindicato, na qual o comprador obteve o imóvel por suspeitos 250 mil reais em 2009 e cerca de um ano depois revendeu os lotes da "chácara" por mais de 1 milhão.  Isso pra ficar só na transação esquisita de maior monta.

A própria Diretoria atual do Sinditest, cuja presidenta foi colaboradora das gestões Messias/Néris de 2008 a 2011, acusa seus antigos comparsas de provocarem prejuízos à categoria filiada ao sindicato da ordem de pelo menos 400 mil reais.  É por causa da cumplicidade com o prejuízo que os diretores atuais se negam a chamar assembleia geral para apresentar o resultado da auditoria?  Porque alguns diretores atuais tem participação nos malfeitos? Receiam perder a eleição? Perder para quem ? Para o outro comparsa?  Uma coisa é certa: a categoria está de saco cheio de toda essa encenação e se faz necessário um basta. Um VTNC.  Todos.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Resultado da auditoria das contas do Sinditest - a categoria quer saber!

4 comentários:
No vídeo acima, uma das primeiras assembléias da atual gestão do Sinditest, realizada em 31/janeiro/2012.  Quem fala é a servidora Rufina, então recém-eleita tesoureira do Sinditest, relatando alguns dos problemas que acabava de constatar no caixa do sindicato, depois de receber a tesouraria da gestão de 4 anos de Wilson Messias (2008-2011).  As informações sobre várias dívidas e dúvidas sobre as contas sindicais levou aquela assembleia, por unanimidade, a aprovar a realização de uma auditoria externa nas finanças do Sinditest.

Alegando diversos pretextos, a Diretoria presidida por Carla Cobalchini empurrrou com a barriga a realização dessa auditoria desde aquele janeiro, e só contratou uma firma de auditoria em junho deste ano, 17 meses depois da decisão da assembleia retratada no vídeo. Notável agilidade para encaminhar uma deliberação soberana de assembleia...

Em 8 de julho deste ano, uma matéria no site do Sinditest informava o início dos trabalhos da auditoria.  No mesmo mês, outra matéria nesse site reclamava de graves dívidas produzidas sob responsabilidade da gestão Messias/Antonio Néris (gestões das quais Carla e outros diretores atuais do Sinditest não só participaram como subscreveram documentos relativos a transações financeiras), nomeadamente:

1) Reforma problemática na sede social da R. Mal. Deodoro: R$ 400 mil;

2) Indenização de uma festa de casamento prejudicada na mesma sede social: R$ 19 mil;

3) Indenização para a empresa Diarco (conserto de teto da sede social): R$ 60 mil;

4) Indenização trabalhista por subcontratação de jornalista: R$ 20 mil.

Quer dizer, a própria Diretoria atual do Sinditest imputa às gestões 2008-2009 e 2010-2011 causar prejuízos conhecidos num total de, no mínimo, 500 mil reais.

A mesma matéria também reclamava de indenização por danos morais que a Justiça obrigou o Sinditest a pagar para Roseli Isidoro, na casa dos R$ 100 mil, mas esta quantia não teve a ver com as gestões mais recentes do sindicato.

No texto de 8 de julho deste ano, está escrito com clareza pela Diretoria do Sinditest, acerca do resultado dessa auditoria:

“A previsão de entrega dos primeiros relatórios conclusivos a respeito das gestões anteriores é de 2 meses (60 dias). Portanto, no final de agosto ou início de setembro divulgaremos os primeiros resultados.”

Setembro já passou, e nenhuma notícia veio do Sinditest sobre a investigação dessas contas.  Já estamos na segunda quinzena de outubro, e nada.  Correm rumores de que a auditoria está pronta, com relatório concluído.  Por que não é logo então divulgado com presteza e transparência?

Essa demora tem algo a ver com a proximidade da eleição da nova Diretoria, marcada para 6-7 de novembro?  A eleição é disputada por apenas duas chapas, ambas capitaneadas por pessoas que estiveram na linha de frente do período investigado pela auditoria.  Haveria dados desabonadores nesse relatório de auditoria que possam comprometer pessoas dessas chapas?

A categoria pagou (cerca de 20 mil reais) pela auditoria e tem o direito de saber. O quanto antes. ANTES da eleição sindical de novembro. Para que não decida no escuro sobre quem vai tomar conta do dinheiro das contribuições sindicais a partir de janeiro/2014. 

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Um raro momento de transparência contábil do Sinditest

7 comentários:
Greve é uma situação de excepcionalidade.  Deve ser por isso que, excepcionalmente, fugindo de sua prática nada transparente, o Sinditest divulgou pela internet uma parcial de suas despesas com a greve! E ainda informa que as notas fiscais estão disponíveis na tesouraria do sindicato para consulta!  O que a proximidade de uma nova eleição de diretoria sindical (novembro/2011) não faz com a atitude de certas pessoas...

E também o que fazem e fizeram as reiteradas cobranças de prestação de contas do Sinditest como manda o estatuto!  Cobranças feitas pela oposição à gestão "Sindicato Para Todos" que só por obrigação judicial levaram a certas prestações de contas meia-boca, feitas fora do prazo e ainda dando margem a suspeitas (prestações de contas sindicais de 2008 e 2009; as de 2010 já perderam o prazo, ainda não foram prestadas).

Contudo, vamos parabenizar esse mínimo gesto de transparência, com a publicação de uma planilha Excel enumerando sumariamente os itens pagos até agora no movimento grevista, num total de R$ 38.275,56.  E torcer para que daqui em diante a Tesouraria passe a publicar na internet a íntegra de seus balancetes mensais, já que tomaram essa iniciativa de transparência.  Quem quer cobrar transparência da Reitoria (como na pauta do "Forum dos Dirigidos") deve ser capaz de exercitá-la em sua plenitude sobre suas próprias contas e atos.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Campeões sindicais da transparência embaçada

4 comentários:
No Brasil, mais e mais se fala e se cobra transparência dos atos e das contas daqueles que lidam com dinheiro público ou com recursos de uma coletividade.  Menos na rua Agostinho Leão Jr, 177, onde opera a Diretoria do Sinditest-PR.  E não é por falta de mecanismo no Estatuto sindical determinando que, anualmente, até o prazo final de 31 de março, deve acontecer assembleia geral ordinária para que Diretoria e Conselho Fiscal apresentem as contas do exercício anterior (Artigo 10).

Alguém soube de convocação dessa assembleia ordinária de prestação de contas até o final de março deste ano? Não. Porque ela jamais aconteceu. Quem sabe a Diretoria "Sindicato Para Todos" queira se justificar dizendo que andava ocupada demais no final de março com a "Greve das [menos de] 100 horas", sua mais recente aventura inconsequente.

E também não o fizeram em março de 2010, quando a categoria devia ter sido chamada para analisar as interessantes contas de 2009, ano da polêmica venda da "chácara" de Piraquara, ainda sob escrutínio da Justiça. A propósito disto, remetemos os leitores a nossa postagem "Um Compromisso para (talvez) ajustar a conduta do Sinditest com suas contas", de março, que fala do Termo de Ajuste de Conduta determinado pelo Ministério Público, a ser cumprido pela Diretoria sindical até 24 de abril deste ano.

Será que devíamos todos achar que tanto descaso com a transparência é natural?  Que, depois de a gestão "Sindicato Para Todos" prometer transparência quando se candidatou, ela pode tranquilamente descumprir a promessa como faria qualquer político não sério?

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

O ornamental Conselho Fiscal do Sinditest

Um comentário:

Do Estatuto do Sinditest:

"Art. 45º- Compete ao Conselho Fiscal:

I – Dar parecer prévio sobre a proposta orçamentária para o exercício seguinte, na forma e nos prazos da legislação em vigor;

II - Dar parecer sobre o balanço e demais prestações de contas da Diretoria Executiva, relativos ao exercício findo, na forma e nos prazos da legislação em vigor;

III - Examinar e fiscalizar a gestão financeira do SINDITEST-PR, tendo acesso a todas as suas contas, livros, registros e documentos..."

Estimadíssimos leitores, sabem por que cansamos sua beleza reproduzindo esse trecho do Estatuto do Sinditest?  Ora, porque, vindo de certas pessoas que se ocupam de servir ao sindicato, pagas ou não, ouvimos falar que andaram declarando a autoridades judiciárias - na maior desfaçatez - que não seria competência do Conselho Fiscal a aprovação das contas de uma ou de outra Diretoria... Pode isso?  Então para que serve num sindicato um Conselho FISCAL?  Para fiscalizar se as funcionárias do Sindicato estão trabalhando com o uniforme impecável?  Para fazer companhia ao presidente e ao Dr. vice-presidente no chá das cinco?

Com a palavra os membros do atual Conselho Fiscal. Ou seriam apenas conselheiros/as que servem e degustam o chá das cinco no sindicato?

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Forum Social Mundial começa com marcha popular em Dakar, no Senegal

5 comentários:

Exibir mapa ampliado


Ontem, domingo (6/2), a 11a. edição do Forum Social Mundial (FSM) foi inaugurada com uma marcha popular com a participação de milhares de pessoas, na cidade de Dakar (pontinho marcado com o balão com letra A no mapa), no Senegal, costa oeste da África. Cerca de 450 mil participantes, vindos de 120 países, reunidos em torno do tema “Resistência e Luta dos Povos de África”, desenvolverão trabalhos concentrados nas atuais preocupações políticas, econômicas, sociais, culturais e ambientais.


Será que o Sinditest enviou algum representante para o FSM-2011 na África?  Em 2009, apenas por solicitar informações ao presidente do Sinditest sobre quais diretores sindicais haviam ido turist.., digo, participar do FSM de Belém do Pará, e quanto do dinheiro dos filiados havia sido gasto no tur..., digo, na expedição política, levamos como resposta um ofício pouco educado que não informou nada.  Presidente transparente é isso aí.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Um mês de site novo, transparência velha

2 comentários:
Faz um mês que a Diretoria do Sinditest estreou seu site de visual novo, editado pelo editor de blogs WordPress. OK, ficou mais bonitinho e abriu espaço para comentários.  Contudo, só fazer a "plástica" sem mudar uma parte do conteúdo, dissemos nós há um mês, não era muita coisa. Pedimos que o "novo site" do Sinditest também fosse novo na capacidade de ser transparente, de informar e explicar aos pobres mortais filiados como os principais diretores do Sinditest gerenciam as mensalidades pagas por todos.

Apreciaríamos que a Diretoria dos senhores Messias e Néris esclarecesse o nebuloso negócio da venda da "chácara" de Piraquara, que até hoje (desde novembro/2009) o Ministério Público do Trabalho tenta entender e por isso solicita aos sindicalistas lotes e lotes de documentos, sobre os quais os peritos públicos chegam a afirmar que o negócio não se deu com a regularidade alegada.

Isso e alguns outros assuntos bem poderiam aparecer explicados no "novo" site do Sinditest.  Mas, até agora, nadinha de nada.  Aí, "casa de ferreiro-espeto de pau", a Diretoria faz assembleias comunitárias junto com APUFPR e DCE no "Fórum dos Dirigidos", e cobra da Reitoria a tal da transparência... Querem da UFPR transparência, mas em sua própria casa necas de pitibiribas.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Novela da venda da "chácara" do Sinditest terá novos capítulos

2 comentários:
Com início em dezembro de 2005 - quando o atual vice-presidente do Sinditest, Dr. Antonio Neris, empurrou goela abaixo da categoria a compra de um imóvel em Piraquara - a novela da "chácara" ainda não está encerrada.

Tudo porque o processo de sua venda, em 2009, revestiu-se de aspectos esquisitos o suficiente para despertar suspeitas.  Razão pela qual uma denúncia sobre essa transação imobiliária deu entrada no Ministério Público do Trabalho e, na atual fase, a Diretoria do "Sindicato Para Todos", presidida por Seu Messias, continua tendo que entregar mais documentos e explicações adicionais à Procuradoria do MPT.

Assim, depois da expectativa do primeiro turno da eleição de presidente e governador, aguardam-se novidades dessa novelinha imobiliária.  Oxalá tudo possa ser esclarecido a favor da categoria, que não merece que no Sinditest possa eventualmente ocorrer o vexame que hoje envergonha o Sindicato dos Motoristas e Cobradores (SINDIMOC). 

Tudo isso poderia tranquilamente ser evitado se houvesse transparência e franqueza da Diretoria do Sinditest nas horas em que tem que prestar suas contas à base que a sustenta. Que pena.

Abuso de poder econômico em eleição do Sinditest: audiência judicial em 30/09

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Provavelmente a maioria dos servidores representados pelo Sinditest não se recorda de um episódio que maculou a eleição de diretoria da entidade em novembro/2009.  Aquela disputa teve de um lado a Chapa 1, de situação, presidida por Wilson Messias, e de outro a oposicionista Chapa 2.  A Chapa 1 - "Sindicato Para Todos" - valendo-se da vantagem de estar no comando do sindicato, usou a conta postal da entidade para enviar seus jornais de campanha por mala direta aos aposentados.  Flagrada no abuso por membros da Chapa de oposiçào e denunciada perante a Comissáo Eleitoral, a Chapa 1 foi presenteada com a condescendência daquela Comissão, tendo apenas que ressarcir o gasto, através de cheque pessoal do presidente da Chapa 1, Messias, num reconhecimento do crime praticado.

Receando que o tratamento do caso fosse por demais tolerante (como acabou sendo), servidores ligados à Chapa 2 acionaram a Justiça, mas na ocasião o processo eleitoral prosseguiu e nada foi feito.  Contudo, embora algo tardiamente, agora está marcada audiência na 8a. Vara do Trabalho de Curitiba, na manhã de 30/09, para reexaminar os fatos.  Membros da Comissão Eleitoral (formada por 4 servidores da UFPR nomeados por Wilson Messias) e demais envolvidos naquele processo irão prestar esclarecimentos.  Aguarda-se que haja revelação de informações novas ou não devidamente esclarecidas naquele tumultuado novembro de 2009.

Para quem quiser refrescar a memória, lembramos aqui postagens da época neste blog:


segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Kachel quer reassumir ASUFEPAR

2 comentários:
Está marcada para 25 de agosto, próxima quarta-feira, mais uma reunião "quente" da Diretoria da ASUFEPAR, convocada por seu presidente em exercício, Annes Busnello.  O assunto: a volta de Vilson Kachel à presidência da entidade.

Ué, mas ele não se licenciou para fazer campanha de deputado ao lado do Beto e do Serra? Sim, caro leitor, sua surpresa tem cabimento.  Se ele tivesse desistido de prosseguir sua campanha nas Eleições 2010, teria o direito de pleitear a volta ao cargo de presidente da ASUFEPAR. 

Porém, mesmo com seu registro de candidato não aceito pelo TRE-PR (por problemas de prestação de contas da eleição 2008), Kachel entrou com recurso junto ao Tribunal, ainda espera ter direito de concorrer a deputado. E, assim sendo, deve continuar rodando por aí a fazer campanha.

Oras bolas, continuará perguntando o leitor perplexo, se ele continua "candidato" a deputado, mesmo sub judice, por que diabos quer reassumir a presidência da ASUFEPAR?  Falta pouco mais de um mês para a eleição de 3 de outubro e fazer campanha toma todo o tempo de um candidato. 

Kachel deve ter suas razões e os demais diretores da ASUFEPAR tem as suas para ver o que fazer nessa reunião da próxima quarta-feira.  Mas, como já noticiamos, depois de algumas denúncias terem vindo à tona, entre outras ações feitas pela Diretoria sem Kachel está a de demitir a sogra do próprio, que era funcionária da ASUFEPAR mas parece que ela trabalhava tanto quanto aquela outra sogra contratada pelo gabinete do Beto Richa quando era deputado estadual.  Negócios em família...

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Enganação tem perna curta

14 comentários:
Os diretores do Sinditest publicaram um único jornal impresso no primeiro semestre deste ano. Talvez porque sua diretora de imprensa ande muito ocupada cuidando dos assuntos da mulher trabalhadora, que é sua pasta na FASUBRA. Mas, na única edição do jornal da Diretoria publicada este ano, ali estava um assunto que o salvador presidente sindical não teve vergonha de distorcer.

Foi a matéria de chamada do jornaleco datado de Abril/2010: "Cofres Bloqueados". "Herança Maldita". Referiam-se os nobres e transparentes diretores do Sinditest ao fato de que a Justiça decretou ilegalidade da Greve de 2007 no HC (é... ainda essa Greve de 2007 que tantos malefícios trouxe aos bolsos dos servidores, não é mesmo?), e que o descumprimento da ordem de volta ao trabalho acarretaria ao Sinditest uma multa.

Ora, o Sinditest, que durante a greve de 2007 era presidido por José Carlos Belotto, fez assembleia geral em que foi aprovada a volta ao trabalho do pessoal do HC, para evitar a multa contra a entidade, em que pese que os barões hospitalários Messias e Neris sapatearam o quanto puderam para conturbar isso, inclusive incitando servidores a manterem a greve até em setores essenciais do HC. Apesar do esforço da diretoria presidida por Belotto para preservar o sindicato da multa, ela foi ameaçada pela Justiça. E foi aplicada para toda a categoria, não apenas para a pessoa de seu presidente, uma questão que não depende de qualquer assembleia para ser entendida como tal. A greve foi decretada por uma assembleia geral e - para o HC - encerrada por uma assembleia geral, decisão coletiva que não implica responsabilidade pessoal sobre ninguém.

Essa questão se arrastou desde 2007. O bem-amado Wilson Messias, o salvador, passou a presidir o Sinditest desde 2008. Logo, tomou a responsabilidade de todas as questões que envolvem o sindicato, incluindo o problema do julgamento e possível multa ao Sinditest. Mas os advogados que contratou (Escritório Wagner e Associados) não deram bola para isso, COMO DEVERIAM. E a Justiça advertiu a Diretoria, já em 2009, de que havia sido decidida uma multa a pagar, da ordem de 40 mil reais, por causa da greve do HC decretada como ilegal. O que a responsável Diretoria do Sinditest fez? Nada. O que a assessoria jurídica do sindicato fez? Nada.

Mesmo notificada sobre o dever de pagar a multa da ordem de 40 mil reais, a Diretoria do Sinditest preferiu deixar expirar o prazo, sabendo que a multa seria acrescida de juros. Esperou o vencimento do prazo de pagamento da multa vencer. Fez a coisa piorar, e ainda fez um jornal safado para jogar a culpa da multa aumentada sobre a gestão anterior como se fosse um problema pessoal do antigo presidente, como se aquilo não fosse uma consequência - ruim, é verdade - da luta que TODA a categoria travou e da qual se beneficiou.

Os irresponsáveis diretores tiveram que pagar uma multa maior em 2010 porque suas contas foram bloqueadas, e tentaram culpabilizar a figura do ex-presidente Belotto, que conduziu uma greve vitoriosa que contribuiu para garantir reajustes ao longo de três anos PARA O PESSOAL DO RJU.

Para desbloquear suas contas, a Diretoria do sr. Messias teve que pagar a multa conhecida desde 2009, mas com acréscimos pelo atraso - acarretando com isso prejuízo financeiro para a categoria, por irresponsabilidade dessa Diretoria - e ainda tentam os diretores sindicais jogar a culpa sobre uma diretoria anterior, que dirigiu uma greve que eles jamais dirigiriam porque são covardes.

Por isso, temos toda razão em acusar a atual Diretoria do Sinditest de cínica, de enganadora, de incapaz de revelar suas contas com transparência, de incompetente para dirigir lutas mais radicais da categoria, de descaradamente pelega.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Algo há na ASUFEPAR

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Na quente reunião de ontem da Diretoria da ASUFEPAR, à qual compareceram apenas 11 dos mais de 20 membros, surgiram desabafos, algumas revelações e indícios de coisas escondidas sob certos tapetes. Tão séria foi a conversa que tudo foi gravado e registrado em ata lavrada e assinada na própria reunião.

E não conseguiram discutir todos os assuntos da pauta, tendo sido abordado só o pepino dos "recursos humanos" da entidade. Parece que a primeira vítima do processo de "arrumação" teria sido a sogra do generoso genro Vilson Kachel, que vai perder a boca na associação.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Diretoria da ASUFEPAR pode ter reunião "quente" esta noite

6 comentários:
Chegaram ao blog algumas informações interessantes sobre como vem sendo gerenciada a ASUFEPAR. Hoje à noite haverá reunião da diretoria da entidade, da qual o presidente Vilson Kachel se licenciou em 5 de julho para fazer campanha a deputado ao lado da dupla neoliberal Beto "Caixa2" Richa & Zé "Pedágio" Serra.

Na pauta, assuntos amenos como o Centro de Estética, mas também temas como os recursos humanos empregados pela ASUFEPAR e a eleição do Conselho Deliberativo (que não funciona). E nos tais "Assuntos Gerais", nunca se sabe o que pode aparecer...

Onde há fumaça pode haver fogo. Também pode ser uma neblina. De todo modo, a visão e a transparência dos processos sempre ficam prejudicadas com fumaça demais. Afastar a fumaça é preciso. Ou a ASUFEPAR fica parecidíssima com o espesso fumacê do Sinditest atual.

Fábulas cabulosas: o rolo da língua

Um comentário:
Mais uma da série iniciada com a história do Jacaré Bibin-ho e o Sapo Saissemo.

O corretor Oirson V. de M. ficou olhando o açougueiro empacotar cuidadosamente suas compras. Quando o açougueiro Maximiliano Octarius já estava absorto no empacotamento, Oirson mexeu acintosamente na carteira e disse, pesaroso: "Xi, seu Octarius, estou sem um níquel, depois eu pago." Octarius já conhecia Oirson e disse: "Não faz mal, doutor Oirson, eu aceito um cheque."


Oirson fez uma expressão ainda mais pesarosa: "Seu Octarius, pois não é que deixei tudo em cima da cama, na hora de sair? Mas, olha, de tarde mesmo passo por aqui e pago."

O açougueiro fez um ar de desespero e disse, botando a mão no embrulho: "O senhor vai perdoar, doutor Oirson, mas da última vez que ficou devendo levou três meses pra me pagar. Não posso fiar, não; eu vivo disso".

Oirson botou também a mão em cima do pacote: "Olha, seu Octarius, o senhor sabe como eu sou supersticioso. Crente. Boto a mão aqui como se fosse na Bíblia(1). Juro que volto com o dinheiro logo depois do almoço. Se não voltar, quero que me caia a língua!”

Oirson falou com tal sinceridade que o açougueiro Octarius não teve jeito. Tirou a mão de cima do embrulho e deu de ombros, aborrecido, como quem diz “Tá bem!”. Oirson saiu do açougue, dobrou a esquina e, ali mesmo, abriu o pacote de carne. No meio do acém, das maminhas(2) e das costeletas estava a língua. Pegou-a e deixou-a cair no chão.

MORAL: TEM GENTE SINCERA E TRANSPARENTE.

(1)Há gente que bota a mão na Bíblia como se a pusesse sobre um bife.
(2)Maminhas lembram pequenas mamatas.
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Fonte: com contribuição de seu M. de F.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Promessa "cumprida"? Não, promessa sob escombros

5 comentários:

Para quem tinha dúvidas sobre a paralisação das obras do "novo salão social" tão papagaiado pelo mentiroso "Jornal (da Diretoria) do Sinditest" de Ago-Set/2009, aqui estão algumas imagens (feitas hoje, 21/07) dos escolhos da rua Marechal Deodoro, 1899. A casa que abrigava a antiga sede administrativa do Sinditest foi totalmente demolida. Por quê? Porque os doutores Moacir Freitas e Antonio Neris, em 2005, inventaram de construir o tal "salão social" sem alvará da Prefeitura, sem projeto autorizado de engenheiro, só para posarem de benfeitores da categoria. Resultado: multa da Prefeitura por extrapolarem a área permitida de construção nessa região da cidade.

Na gestão do seu Wilsinho Messias, "o Salvador", prometeram no jornal resolver o problema. Podiam ter demolido apenas parte da velha sede, mas botaram abaixo tudo, acarretando prejuízo para o patrimônio da entidade. E agora, apesar de estarem (assim se supõe) com as burras cheias pois venderam - também sem autorização legítima - a subsede sindical da R. Comendador Macedo, a obra do "novo salão social" está ao relento, parada há meses. Por que será? A Prefeitura embargou? Acabou a grana? Nós perguntamos mas sabemos que eles não vão responder o que devem para a categoria, porque eles se julgam acima do bem e do mal e entendem que toda cobrança de suas atitudes é só "intriga da oposição".