Ao final da noite de ontem saiu o resultado da eleição para a nova diretoria da Asufepar. Num pleito muito disputado, "Unir e Crescer", nome da Chapa 1, presidida por José Carlos Belotto (atual presidente), foi vitoriosa com os seguintes números das urnas:
Chapa 1: 270 votos
Chapa 2: 248 votos
Votos em branco: 4
Votos nulos: 12.
A Chapa 1 inclui quase todos os membros da atual Diretoria. Dissidentes da Diretoria e servidores ligados à direção do Sinditest montaram a Chapa 2, de oposição.
"Podem esperar muito trabalho, dedicação, garra e carinho de fazer uma Asufepar cada vez melhor para os associados", declarou Belotto assim que se confirmou a vitória da Chapa 1, segundo informa o site da Asufepar.
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quarta-feira, 4 de outubro de 2017
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Posse de nova Diretoria da Asufepar será em 28 de outubro
Nova diretoria eleita da Asufepar
Na próxima semana, no Dia do Servidor, 28 de outubro, tomará possa a nova Diretoria da Asufepar. A Chapa 1 "Unir e Crescer", encabeçada por José Carlos Belotto, venceu a eleição do último dia 15/09, na qual concorreram outras duas chapas.
A posse ocorrerá em assembleia ordinária, marcada para as 11h00 de 28/10, na sede da rua Carlos Pradi, 18 (Jardim das Américas).
Antes disso, foi chamada pela Asufepar uma assembleia extraordinária para discutir reforma do estatuto, a partir das 09h00,no mesmo local.
terça-feira, 15 de setembro de 2015
Chapa 1, de Belotto, vence eleição da Asufepar
Na eleição realizada nesta terça-feira, 15, com participação de pouco mais de 750 filiados(as) da Asufepar, foi vitoriosa a Chapa 1, encabeçada pelo servidor TAE José Carlos Belotto.
Na apuração realizada ainda esta noite, os candidatos da "Unir e Crescer" (Chapa 1) receberam 412 votos, sobre 259 votos dados à Chapa 2 ("Asufepar dos Associados", de Vilson Kachel) e 100 votos obtidos pela Chapa 3 ("Independente", de Luciano Andrade), conforme dados repassados a este Blog da penúltima parcial da apuração. A última urna a ser apurada, com pequena quantidade de votos, não alteraria o resultado configurado.
Fazemos votos de que o grupo capitaneado poe Belotto realize uma boa gestão, de conquistas efetivas para os associados.
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Atualização às 08h00 de 16/09:
Os números totais finais foram:
- Chapa 1 = 424 votos;
- Chapa 2 = 261 votos;
- Chapa 3 = 100 votos.
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Atualização às 08h00 de 16/09:
Os números totais finais foram:
- Chapa 1 = 424 votos;
- Chapa 2 = 261 votos;
- Chapa 3 = 100 votos.
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
ASUFEPAR tem eleição da Diretoria disputada por três chapas
Amanhã, terça-feira (15), acontecem eleições da nova Diretoria da ASUFEPAR (Associação dos Servidores da UFPR). Segundo o Edital do pleito, toda a votação transcorre em 15/09 e no mesmo dia o resultado será apurado. A homologação do resultado será dia 18/09.
A Chapa 1 - "Unir e Crescer" - lança como candidato a presidente o servidor da UFPR José Carlos Belotto, que já passou por uma gestão de presidente do Sinditest (2006-2007), quando comandou uma greve com várias conquistas salariais para os TAEs. Belotto já foi diretor da ASUFEPAR anteriormente, mas nunca na presidência. A Chapa 1 abriu um Blog próprio, onde pode ser conhecida sua composição completa de nomes e as suas propostas para o biênio 2015-2017.
Por fim, depois de muitas idas e vindas no processo de construção de sua chapa, o servidor Luciano Andrade encabeça a Chapa 3, que se intitula "Independente", e faz oposição declarada aos outros dois grupos. Suas ideias e proposições podem ser buscadas nesta página do Facebook.
A Comissão Eleitoral da Asufepar divulgou neste link as instruções sobre os postos de votação para o dia de amanhã nos diversos campi da UFPR. A entidade tem em seu quadro associativo servidores técnico-administrativos e docentes, todos aptos a votar.
domingo, 21 de agosto de 2011
Peões e ex-peões de Vilson Kachel na disputa eleitoral da ASUFEPAR
Em 1. de setembro ocorre a eleição da nova diretoria da Asufepar, disputada por duas chapas. Componentes de ambas estavam, até poucos meses atrás, todos no mesmo barco da diretoria atual. Eram todos marinheiros da embarcação sob o rebenque do capitão-gancho Kachel. Da antiga tripulação, alguns discípulos pularam foram do barco, finalmente descobrindo que tipo de grande dirigente e amigão é o sr. Kachel. E assim dividiram-se entre uma chapa de situação (1) e uma de oposição (2).
Para continuar o reinado kachelista na Asufepar, apresenta-se candidato a presidente o testa-de-ferro Sérgio Fernando Borba. "Turma do baralho" é como as más línguas chamam a Chapa 1, cujo nome - "Unir e Crescer" - dá o que pensar... Unir os que se fazem de cegos para todos os rolos da Asufepar para fazer crescer o prestígio pessoal do grande líder? E com isso ajudá-lo a continuar sendo forte cabo eleitoral do reitor Zaki Akel, suposto candidato à reeleição à reitoria em 2012?
Pela oposição, os que desembarcaram tardiamente do veleiro kachelista, formando a Chapa 2, encabeçada por José Carlos Belotto, antigo amigo do peito do ingrato Kachel. "Novos Rumos" para a Asufepar é o que promete Belotto e sua equipe, em cujo panfleto de propaganda se dizem "insatisfeitos com o modelo de administração imposta nos últimos anos com a deterioração dos valores e princípios democráticos". Na linha dessa crítica, a Chapa 2 avalia que "a atual administração [de Kachel] prendeu-se no objetivo de conseguir projeção e prestígio pessoal do atual presidente, esquecendo-se de cuidar dos interesses da associação...".
Puxa, pena que somente agora Belotto e Cia. descobriram quem é, e o que pretende, o servidor Kachel! Andavam cegos e surdos? Com a capacidade de avaliação política embotada por laços de amizade com quem deleitava-se em apunhalar pelas costas? Apesar dos pesares, antes tarde do que nunca...
Uma vez mais lembramos aos filiados da Asufepar que forem votar: não está em jogo aqui apenas a eleição de uma diretoria de uma associação recreativo-cultural de servidores técnicos e docentes. A vitória da Chapa 1 com certeza significará a continuidade de um "aparelho" de influência política nas mãos de alguém que tem-se mostrado escasso de escrúpulos; e isso terá papel na eleição de reitor de 2012. A Chapa 2 pretende "Novos Rumos", e nesses rumos novos espera-se que haja coragem para não só mudar práticas no futuro, incluindo a da transparência administrativa, mas também ser capaz de meter o dedo a fundo nas mazelas do passado.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Fantasmas e fantasmagorias na Asufepar
Você, caro leitor e leitora, que recebe por e-mail as bobajadas de um suposto "grupo 28 de outubro" da Asufepar, está de fato a par do que se disputa na eleição dessa entidade nas próximas semanas? A inventada reencarnação do grupo que aglutinava-se em torno da saudosa servidora Teresa Américo, notória presidente dos primeiros tempos da Asufepar, não passa de brincadeira de "Gasparzinho" para iludir ingênuos e distribuir ataques para todo lado. Gasparzinho-28, aliás, reuniu centenas de simpatizantes no hall do Setor de Ciências Sociais Aplicadas dias atrás conforme anunciaram, nenhum deles de carne e osso. Nem Teresa há de ter aparecido para conferir a brincadeira.
O que, na realidade, se configura é uma disputa entre a continuidade de diretores agregados em torno do suspeitíssimo Vilson Kachel, e, de outro lado - talvez, possivelmente, quiçá -, a mudança para uma gestão que impeça que a Asufepar fique a serviço de interesses particulares mas volte a atender apenas seus sócios. E mais que isso - na medida em que é entidade influente sobre parcela dos servidores técnicos e até docentes - em jogo está uma Asufepar que desempenha certo papel na eleição de reitor de 2012.
Não à toa o atual reitor da UFPR cuida de blindar seu cabo eleitoral e aliado Vilson Kachel, denunciado por diversas irregularidades e recentemente exonerado de uma pró-reitoria na UNILA de Foz do Iguaçu. Conta que o fiel escudeiro será capaz de eleger em outubro um sucessor tão "honesto" e fiel quanto ele na Asufepar, para colocá-la a serviço do projeto reeleitoral à Reitoria. Por isso, nas gavetas do reitor, as denúncias lançadas contra alguns espertos servidores dormem um sono talvez eterno...
O ex-diretor José Carlos Belotto renunciou à Diretoria da Asufepar há poucas semanas, discordando da gestão do seu então "amigaço" Kachel e sendo alvo de ataques pessoais mais sujos que pau de galinheiro. Aparentemente, Belotto coloca-se como alternativa à continuação de toda a fantasmagoria e sujeira dominantes na Asufepar de hoje. A categoria fica na expectativa para ver se ele realmente quer ser um faxineiro com toda a energia para limpar esses estábulos de Augias. Ou se outra opção surgirá para sanear a entidade.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Decisões unilaterais e falta de transparência entre motivos de renúncia de diretores da Asufepar
Na semana passada noticiamos a renúncia dos servidores José Carlos Belotto (foto)e Silvana Nakamori a seus cargos na diretoria da Asufepar. No fim de semana chegou ao Blog o documento formal dessa renúncia, onde constam observações sobre os motivos da atitude. É, porém, um documento com contradições e também de tentativa de se descomprometer com o que está rolando na Asufepar.
Lá pelo quarto parágrafo, lê-se que "determinadas decisões de Diretoria e Assembleia, tidas como importantes para a gestão, não foram concretizadas, o que maculou (...) a transparência e a relação de confiança para prosseguimento nos cargos a que ora se renunciam." Isso confirma a denúncia de que a gestão da Asufepar, assim como a Diretoria do Sinditest, não pratica a transparência efetiva de seus atos.
"Decisões tomadas unilateralmente pela Presidência [da Asufepar] sem a anuência formal dos renunciantes" é um segundo motivo apontado por Belotto e Silvana para se desligarem da Diretoria, como consta no sétimo parágrafo do "Instrumento Público de Renúncia". Também novidade aqui não há, sendo já conhecido o estilo mandonista do sr. Vilson Kachel.
Entretanto, nesse mesmo parágrafo fica perceptível a intenção dos renunciantes de se eximir de que possa haver de errado na Asufepar pois eles dizem que as tais decisões unilaterais do Presidente "deverão ser assumidas da mesma forma e tão somente por aqueles que anuíram formalmente com as mesmas, isentando os presentes [renunciantes] de qualquer futura responsabilidade". É ou não é uma "tirada do seu da reta" ? Não se sabe quais são as decisões do Presidente com as quais os renunciantes não querem se comprometer. A mesma falta de transparência, ficamos na mesma.
E no oitavo parágrafo, depois de questionar acima a falta de transparência, os renunciantes se contradizem, pois afirmam que "em nenhum momento, os diretores renunciantes apoiaram exposições públicas de documentos ou deliberações internas (...)" Entendemos que possa aqui haver referência também ao Relatório que apurou irregularidades na gestão atual da Asufepar, cujo teor é negado à base de filiados. Ou seja, os renunciantes reclamam da falta de transparência mas depois dizem que não querem exposição pública de documentos. Lamentável. O "rabo-presismo" parece evidente, e da parte de todos que não vem a público dizer o que está acontecendo dentro da Asufepar.
Com mais este episódio, vai ficando claro que a Asufepar precisa de ampla renovação - de pessoas no comando, de métodos de gestão, de propostas administrativas e - último mas não menos importante - de ética.
Lá pelo quarto parágrafo, lê-se que "determinadas decisões de Diretoria e Assembleia, tidas como importantes para a gestão, não foram concretizadas, o que maculou (...) a transparência e a relação de confiança para prosseguimento nos cargos a que ora se renunciam." Isso confirma a denúncia de que a gestão da Asufepar, assim como a Diretoria do Sinditest, não pratica a transparência efetiva de seus atos.
"Decisões tomadas unilateralmente pela Presidência [da Asufepar] sem a anuência formal dos renunciantes" é um segundo motivo apontado por Belotto e Silvana para se desligarem da Diretoria, como consta no sétimo parágrafo do "Instrumento Público de Renúncia". Também novidade aqui não há, sendo já conhecido o estilo mandonista do sr. Vilson Kachel.
Entretanto, nesse mesmo parágrafo fica perceptível a intenção dos renunciantes de se eximir de que possa haver de errado na Asufepar pois eles dizem que as tais decisões unilaterais do Presidente "deverão ser assumidas da mesma forma e tão somente por aqueles que anuíram formalmente com as mesmas, isentando os presentes [renunciantes] de qualquer futura responsabilidade". É ou não é uma "tirada do seu da reta" ? Não se sabe quais são as decisões do Presidente com as quais os renunciantes não querem se comprometer. A mesma falta de transparência, ficamos na mesma.
E no oitavo parágrafo, depois de questionar acima a falta de transparência, os renunciantes se contradizem, pois afirmam que "em nenhum momento, os diretores renunciantes apoiaram exposições públicas de documentos ou deliberações internas (...)" Entendemos que possa aqui haver referência também ao Relatório que apurou irregularidades na gestão atual da Asufepar, cujo teor é negado à base de filiados. Ou seja, os renunciantes reclamam da falta de transparência mas depois dizem que não querem exposição pública de documentos. Lamentável. O "rabo-presismo" parece evidente, e da parte de todos que não vem a público dizer o que está acontecendo dentro da Asufepar.
Com mais este episódio, vai ficando claro que a Asufepar precisa de ampla renovação - de pessoas no comando, de métodos de gestão, de propostas administrativas e - último mas não menos importante - de ética.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Mais dois diretores pulam fora do barco furado do Capitão Kachel
Um cartório de Curitiba recebeu documento, datado de 14/06, contendo a renúncia oficial dos servidores José Carlos Belotto e Silvana Nakamori aos cargos que ocupavam na Diretoria da Asufepar. Belotto era diretor de patrimônio e Silvana estava na diretoria de atividades sociais. Eles se somam a outros três diretores que em 2010 já se desligaram da gestão da Asufepar por repudiarem o "jeito Kachel de governar".
Assim como até agora a base filiada e contribuinte da Asufepar desconhece o teor do Relatório elaborado por uma espécie de "comissão interna de sindicância", coordenada por Belotto, também não se sabe ao certo os motivos da renúncia desses dois diretores. E o que dizem os membros remanescentes ainda na diretoria? Tudo vai bem? Tudo vai pelo melhor na melhor das Asufepares possíveis?
A eleição de nova diretoria da Asufepar se aproxima (2o. semestre/2011), as incógnitas permanecem e rodam pela UFPR os emails politicamente atrasados de um autointitulado "Grupo 28 de Outubro", covarde o bastante para não revelar os nomes reais de quem ali se esconde. Com tanto mistério não deve ter coisa boa embaixo dos tapetes.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Relatório de irregularidades na gestão da Asufepar: quem tem direito a escondê-lo dos filiados?
Recuperemos breve resumo da história de denúncias de irregularidades na Asufepar. Em meados do ano passado, Vilson Kachel licenciou-se da presidência da entidade, para disputar uma vaga de deputado estadual dentro da coligação neoliberal que elegeu Beto Richa. Sem a presença monocrática de Kachel, a diretoria fez então reuniões onde afloraram numerosas denúncias, embora carecendo ainda de maior comprovação, mas tudo registrado em ata e gravado em áudio. Com o retorno de Kachel à presidência, antes do final de 2010, ele determinou que se formasse uma Comissão de membros da diretoria, coordenada por Belotto, para apurar as denúncias.
A tal Comissão apuradora parece ter apurado alguma coisa, pois produziu um Relatório. O estranho é que essa Comissão, sem explicação razoável, se disse "impedida" de expor o documento para todos os filiados.
Agora, há pouco mais de uma semana, fontes revelaram a este Blog que um diretor da Asufepar retirou cópia do Relatório da Comissão, sendo logo em seguida ameaçado de processo através de email enviado por um outro diretor, caso o Relatório viesse a público, por supostamente tal atitude violar uma decisão interna da entidade.
Ora, que situação estranhíssima essa de haver um Relatório de apuração de irregularidades denunciadas ao qual os milhares de filiados não podem ter acesso! E com o agravante de um diretor ameaçar outro caso o documento seja tornado público! Os sócios todos da Asufepar, que a sustentam pagando mensalidades de valor relativamente alto, tem o direito de conhecer o Relatório e todas as demais informações necessárias para assegurar transparência de gestão e impedir que a Associação possa ser valhacouto de maracutaias.
A tal Comissão apuradora parece ter apurado alguma coisa, pois produziu um Relatório. O estranho é que essa Comissão, sem explicação razoável, se disse "impedida" de expor o documento para todos os filiados.
Agora, há pouco mais de uma semana, fontes revelaram a este Blog que um diretor da Asufepar retirou cópia do Relatório da Comissão, sendo logo em seguida ameaçado de processo através de email enviado por um outro diretor, caso o Relatório viesse a público, por supostamente tal atitude violar uma decisão interna da entidade.
Ora, que situação estranhíssima essa de haver um Relatório de apuração de irregularidades denunciadas ao qual os milhares de filiados não podem ter acesso! E com o agravante de um diretor ameaçar outro caso o documento seja tornado público! Os sócios todos da Asufepar, que a sustentam pagando mensalidades de valor relativamente alto, tem o direito de conhecer o Relatório e todas as demais informações necessárias para assegurar transparência de gestão e impedir que a Associação possa ser valhacouto de maracutaias.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Sob suspeitas, Kachel renomeado pelo reitor da UFPR para a Central de Transportes?
Na figura acima (clique nela para ampliar), o fac-símile de mais um email enviado ontem pelo autointitulado "Grupo 28 de outubro" relatando as peripécias de Vilson Kachel e outras personagens da UFPR. Segundo a mensagem, o imperador da Asufepar foi demitido da UNILA em 16/5 por algum tipo de conflito em sua pró-reitoria que teria irritado os alunos de Foz do Iguaçu.
O que entretanto surpreende nesse email é a informação de que o reitor da UFPR estaria não só acolhendo Kachel de volta à UFPR, mas dando-lhe de novo a chefia da Central de Transportes (CENTRAN), foco de denúncias anteriores contra ele próprio. Em tempos de ministro-chefe da Casa Civil alvo de denúncias por suspeita de crescimento patrimonial súbito (Palocci), caso confirmada essa nomeação de Kachel para a CENTRAN, não parece um pouco temerário da parte do Magnífico dirigente máximo da UFPR?
A outra supresa é a afirmação final de que o presidente do Sinditest, Messias, e seu querido vice-presidente, Dr. Néris, teriam feito lobby para induzir o professor Akel a entregar o comando da CENTRAN para o defenestrado dirigente da UNILA. Será mesmo ou se trata de intriga? Segundo um ponto de vista que leva em conta as relações entre todas essas personagens - reitor, Kachel, Messias e Dr. Néris - no 2o. semestre de 2008, quando atuaram cooperativamente para garantir Kachel na presidência da Asufepar, para a vitória do prof. Akel na eleição da Reitoria e para, no ano seguinte, assegurar a reeleição de Wilson Messias no Sinditest, não haveria muito por que se surpreender...
domingo, 22 de maio de 2011
Reitor da UNILA exonera Vilson Kachel de Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários
Estamos meramente repassando notícia veiculada no próprio sítio de internet da UNILA, datada de 17/05, cujo texto não esclarece o motivo da exoneração e apenas informa o seguinte:
"O senhor Vilson Kachel foi exonerado das funções de Secretário de Assuntos Estudantis e Comunitários da UNILA de acordo com a portaria 136/2011, de 16 de maio de 2011. O reitor pro tempore da UNILA, Hélgio Trindade, por meio da Portaria 140/2011, de 17 de maio de 2011, designou o professor José RenatoVieira Martins para assumir interinamente o cargo de Secretário de Assuntos Estudantis e Comunitários da UNILA."
Kachel foi empossado pró-reitor da UNILA, junto com outros pró-reitores, em cerimônia realizada em 30 de março deste ano, em Foz do Iguaçu. Portanto, ficou 47 dias no cargo. O que terá acontecido? Saudades insuperáveis de Curitiba? Nâo se adaptou ao "clima" geral de Foz do Iguaçu e da UNILA?
Kachel foi empossado pró-reitor da UNILA, junto com outros pró-reitores, em cerimônia realizada em 30 de março deste ano, em Foz do Iguaçu. Portanto, ficou 47 dias no cargo. O que terá acontecido? Saudades insuperáveis de Curitiba? Nâo se adaptou ao "clima" geral de Foz do Iguaçu e da UNILA?
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Novas denúncias contra Kachel circulam por correio eletrônico na UFPR
Desde o começo da semana está circulando pelas contas de correio eletrônico da UFPR uma mensagem, em nome de um grupo que se autointitula "28 de outubro", com pesados ataques contra Vilson Kachel em sua gestão à frente da Asufepar. No entanto, nenhum nome individual é informado na mensagem como autor das denúncias, apenas que o grupo incluiria muitos aposentados.
Diz a mensagem que o próprio Kachel já pertenceu ao grupo mas que ele teria se desviado "dos rumos do grupo e resolveu fazer tudo aquilo que mais combatemos, ou seja, usar a Asufepar e a UFPR como trampolim político. (...) e tem tratado a nossa Associação como se fosse sua propriedade". Fala-se de uma alta dívida da ordem de 400 mil reais da Asufepar junto à ASPP..
O grupo denuncia que não existe democracia na Asufepar e que "tudo é decidido por uma camarilha". Reclama que a sede da Asufepar era para o para uso dos servidores da UFPR mas que hoje "virou um clube para os moradores do Jardim das Américas", o que caracaterizaria um desvio de finalidade segundo o contrato de cessão do terreno assinado entre Asufepar e UFPR.
Pior que isso, na mensagem volta-se a falar de um escândalo chamado "CENTRANgate", cuja investigaçao (se é que existe) ainda não estaria concluída, uma das alegadas razões para Kachel ter sido removido da UFPR para a UNILA, em Foz do Iguaçu, embora agraciado com um cargo de direção, o que denota o prestígio que goza junto à atual administração da UFPR. A mensagem conclui com um alerta aos associados para a proximidade de duas eleições: a da própria Asufepar no meio deste ano, e a da Reitoria no 2o. semestre de 2012, afirmando que o reitor da UFPR vai em breve repatriar Kachel da UNILA para ajudá-lo a se reeleger reitor no ano que vem.Onde há fumaça em geral há algum fogo, ou muito. Seria bom para a saúde democrática da Asufepar que os diretores atuais, os conselheiros e todos aqueles que conhecem mais a fundo as coisas da Associação viessem a público, sem medo, dizer as verdades que com certeza a base associada quer saber, junto com evidências e provas.
Diz a mensagem que o próprio Kachel já pertenceu ao grupo mas que ele teria se desviado "dos rumos do grupo e resolveu fazer tudo aquilo que mais combatemos, ou seja, usar a Asufepar e a UFPR como trampolim político. (...) e tem tratado a nossa Associação como se fosse sua propriedade". Fala-se de uma alta dívida da ordem de 400 mil reais da Asufepar junto à ASPP..
O grupo denuncia que não existe democracia na Asufepar e que "tudo é decidido por uma camarilha". Reclama que a sede da Asufepar era para o para uso dos servidores da UFPR mas que hoje "virou um clube para os moradores do Jardim das Américas", o que caracaterizaria um desvio de finalidade segundo o contrato de cessão do terreno assinado entre Asufepar e UFPR.
Pior que isso, na mensagem volta-se a falar de um escândalo chamado "CENTRANgate", cuja investigaçao (se é que existe) ainda não estaria concluída, uma das alegadas razões para Kachel ter sido removido da UFPR para a UNILA, em Foz do Iguaçu, embora agraciado com um cargo de direção, o que denota o prestígio que goza junto à atual administração da UFPR. A mensagem conclui com um alerta aos associados para a proximidade de duas eleições: a da própria Asufepar no meio deste ano, e a da Reitoria no 2o. semestre de 2012, afirmando que o reitor da UFPR vai em breve repatriar Kachel da UNILA para ajudá-lo a se reeleger reitor no ano que vem.Onde há fumaça em geral há algum fogo, ou muito. Seria bom para a saúde democrática da Asufepar que os diretores atuais, os conselheiros e todos aqueles que conhecem mais a fundo as coisas da Associação viessem a público, sem medo, dizer as verdades que com certeza a base associada quer saber, junto com evidências e provas.
terça-feira, 17 de maio de 2011
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
ASUFEPAR chama Assembleia para aprovar compra de casa de praia em Shangri-lá
Fachada da casa de praia em Shangri-lá, pretendida pela ASUFEPAR
A Diretoria da ASUFEPAR, através de seu site, está convocando os associados para uma Assembleia Geral na próxima quinta-feira, 23/12, a partir das 13h00, na sede da R. Carlos Pradi, 18, no Jardim das Américas. O único ponto de pauta tratará da questão patrimonial, pois surgiu uma interessante opção de sede na praia de Shangri-la, município de Pontal do Paraná. Uma vez que o vendedor tem preferência pela quitação rápida do imóvel litorâneo, será necessário recorrer ao valor representado pela sede central da ASUFEPAR (da esquina das ruas XV com General Carneiro), para assegurar o financiamento imediato, o que será também debatido na Assembleia.
Em terreno de 1.300 m2, o imóvel (que era colônia de férias de uma ordem religiosa) tem 700 m2 de área construída, distribuída em 3 pisos, com 11 suítes, sala de jantar, bar, sala de reunião, lavanderia, cozinha, 2 churrasqueiras (uma no térreo e outra na cobertura), sala de TV (com antena parabólica) e sacadas com vista para o mar, que fica a cerca de 100 m da casa.
Após ver uma série de imagens a que tivemos acesso [veja slide-show das fotos na coluna ao lado e o pequeno vídeo abaixo], ficamos com a impressão de que se trata de uma aquisição que atende o interesse dos filiados da ASUFEPAR. É uma nova área de lazer, em ótimo estado de conservação, de preço acessível e próxima a Curitiba. Supomos que a Assembleia Geral confirme a intenção da Diretoria, que chamou esse forum para democraticamente tomar uma decisão em que um volume alto de recursos será empregado e um patrimônio atual terá que ser alienado para a nova compra. Mas - ao menos - a ASUFEPAR nesse caso dá exemplo perante a outra entidade de técnicos que prefere comprar terrenos e aprovar planos custosos de novas construções sem passar pelo crivo da base reunida em Assembleia.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Contas da gestão Kachel na Asufepar aprovadas por unanimidade. Mesmo?
Consta no site da Asufepar a informação de que sua assembleia geral realizada em 28/10 teria aprovado "por unanimidade as contas da atual Diretoria" e que "nenhum questionamento foi realizado na assembléia quanto ao balanço patrimonial, demonstrativo de receitas e despesas, bem como na apresentação do relatório de gestão realizado pelo Presidente da entidade".
Isso é mesmo muito curioso, uma assembleia ter transcorrido assim, com esse desfecho, depois de tudo o que, em reunião de Diretoria no meio do ano, se levantou de suspeitas de irregularidades, inclusive com registro em fita gravada e em ata.
Quando se sabe, ainda, que três diretores da Asufepar apresentaram formalmente seu desligamento da Diretoria, alegando em ofício de 21/10 (antes da Assembleia) como motivos para se afastarem a "falta de transparência e a desorganização administrativa" na entidade. Além disso, os três diretores acusam o presidente Vilson Kachel de mandonismo, por tomar decisões sozinho, sem debater com os diretores e apenas comunica-las depois de tomadas.
Portanto, não parece tudo estar transcorrendo na normalidade que a notícia no site da Asufepar quer fazer crer. Podem esperar por outros desdobramentos, inclusive um possível deslocamento - digamos, "geopolítico" - de um diretor.
Isso é mesmo muito curioso, uma assembleia ter transcorrido assim, com esse desfecho, depois de tudo o que, em reunião de Diretoria no meio do ano, se levantou de suspeitas de irregularidades, inclusive com registro em fita gravada e em ata.
Quando se sabe, ainda, que três diretores da Asufepar apresentaram formalmente seu desligamento da Diretoria, alegando em ofício de 21/10 (antes da Assembleia) como motivos para se afastarem a "falta de transparência e a desorganização administrativa" na entidade. Além disso, os três diretores acusam o presidente Vilson Kachel de mandonismo, por tomar decisões sozinho, sem debater com os diretores e apenas comunica-las depois de tomadas.
Portanto, não parece tudo estar transcorrendo na normalidade que a notícia no site da Asufepar quer fazer crer. Podem esperar por outros desdobramentos, inclusive um possível deslocamento - digamos, "geopolítico" - de um diretor.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Assembleia da Asufepar só para cumprir Estatuto ou...?
Em julho este Blog publicou a matéria "Algo há na Asufepar", relatando que haviam surgido denúncias de irregularidades na gestão do presidente Vilson Kachel, razão pela qual a diretoria da entidade estava se reunindo para apurá-las. Kachel, então, havia-se licenciado da presidência para disputar uma vaga de deputado estadual pela coligação neoliberal tucana.
Kachel, depois que viu sucumbir seu voo eleitoral em setembro (candidatura impugnada pelo TRE-PR), reassumiu a presidência da Asufepar. Parece que com isso o clima quente na diretoria, deflagrado pelas denúncias, arrefeceu. Kachel determinou que se formasse uma Comissão para averiguar as denúncias há mais de um mês. Contudo, informações enviadas a este blog relatam que a Comissão nunca se reuniu, ou, pelo menos, não produziu relatório algum até hoje que tenha se tornado público. Ainda assim, existe uma ata de reunião da diretoria em julho, gravada em áudio e transcrita, registrando falas de diversos diretores acerca das tais irregularidades na gestão kacheliana.
Por determinação do Estatuto da entidade, no dia 28/10 tem que haver Assembleia ordinária, cuja pauta está definida no próprio site como sendo apenas de "posse dos conselhos". Contudo, há receio de alguns de que a Assembleia possa ser aproveitada por quem não tem interesse em apurar os problemas para abafá-los de uma vez por todas. Tanto que ontem chegou a muitos servidores um email de origem incerta, conclamando todos a irem a essa Assembleia de amanhã para impedir que haja manobras do tipo "jogar a sujeira pra baixo do tapete".
O email se expressa em termos duros: "Depois da série de denúncias que apareceram na UFPR e que envolveram a Diretoria da Asufepar e principalmente o seu presidente Vilson Kachel, está na hora de irmos cobrar a volta da moralidade à nossa Asufepar."
E chega a apontar a destituição da diretoria presidida por Kachel, quando diz: "O Estatuto da nossa associação obriga que seja realizada anualmente uma assembléia ordinária para a
prestação de contas e o planejamento para o ano seguinte. Este é o momento de todos nós,
associados que querem a volta da verdadeira Asufepar, de participarmos e de tirarmos esta diretoria que vem denegrindo o nome de nossa associação."
Uau! Então o clima volta a esquentar. É ir lá na sede da Asufepar amanhã às 11h00 e conferir como vão correr os trabalhos...
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Denúncias graves sobre ASUFEPAR circulam na UFPR
A este blog chegou email, de origem indeterminada, veiculando graves denúncias de irregularidades na ASUFEPAR sob a gestão do servidor Vilson Kachel. Pelo remetente do email não se consegue determinar a origem, mas pelo campo de destinatários pode-se supor que a mensagem tenha sido enviada a centenas de servidores da UFPR.
Aqui já informamos semanas atrás que a própria Diretoria da ASUFEPAR, depois que Kachel dela se licenciou para fazer campanha a deputado, vinha identificando irregularidades para serem apuradas. Desde fins de agosto, porém, com o retorno de Kachel à presidência, após ser impugnado pelo TRE, o impulso investigador parece ter sofrido interrupção.
O email atribui à gestão de Kachel irregularidades como a contratação de funcionários para a ASUFEPAR que ali não estariam trabalhando de fato, apenas recebendo. Ou seja, um problema parecido com o que foi denunciado com relação aos deputados estaduais, isto é, a contratação de funcionários-fantasmas. A própria secretária particular da presidência da ASUFEPAR na verdade estaria só trabalhando na campanha de deputado de Kachel mas recebendo da folha de pagamento da entidade.
Não somente acerca da gestão de Kachel na ASUFEPAR o email faz denúncias, mas também sobre o período dele à frente da CENTRAN (Central de Transportes da UFPR), onde teria havido uso de recurso público para fins privados.
Não repetiremos aqui tudo que há no citado email, pois ele deve ter chegado a muitas pessoas da UFPR e da FUNPAR. Assinalamos que os autores das denúncias, se possuem evidências e provas das irregularidades, devem levá-las às devidas instâncias da ASUFEPAR (diretoria, assembleia geral) para que tudo se esclareça e se tomem providências. Por seu turno, o presidente Vilson Kachel precisa se explicar ou comprovar que nada seja verdade.
A ASUFEPAR já tem antecedente de afastamento de um presidente por prática de corrupção (nos anos 90). Espera-se que não se permita a repetição de atos que maculam a imagem da associação de servidores. A plena transparência das contas e dos atos da Diretoria é o melhor remedio para dificultar práticas escusas de gestores coletivos.
Aqui já informamos semanas atrás que a própria Diretoria da ASUFEPAR, depois que Kachel dela se licenciou para fazer campanha a deputado, vinha identificando irregularidades para serem apuradas. Desde fins de agosto, porém, com o retorno de Kachel à presidência, após ser impugnado pelo TRE, o impulso investigador parece ter sofrido interrupção.
O email atribui à gestão de Kachel irregularidades como a contratação de funcionários para a ASUFEPAR que ali não estariam trabalhando de fato, apenas recebendo. Ou seja, um problema parecido com o que foi denunciado com relação aos deputados estaduais, isto é, a contratação de funcionários-fantasmas. A própria secretária particular da presidência da ASUFEPAR na verdade estaria só trabalhando na campanha de deputado de Kachel mas recebendo da folha de pagamento da entidade.
Não somente acerca da gestão de Kachel na ASUFEPAR o email faz denúncias, mas também sobre o período dele à frente da CENTRAN (Central de Transportes da UFPR), onde teria havido uso de recurso público para fins privados.
Não repetiremos aqui tudo que há no citado email, pois ele deve ter chegado a muitas pessoas da UFPR e da FUNPAR. Assinalamos que os autores das denúncias, se possuem evidências e provas das irregularidades, devem levá-las às devidas instâncias da ASUFEPAR (diretoria, assembleia geral) para que tudo se esclareça e se tomem providências. Por seu turno, o presidente Vilson Kachel precisa se explicar ou comprovar que nada seja verdade.
A ASUFEPAR já tem antecedente de afastamento de um presidente por prática de corrupção (nos anos 90). Espera-se que não se permita a repetição de atos que maculam a imagem da associação de servidores. A plena transparência das contas e dos atos da Diretoria é o melhor remedio para dificultar práticas escusas de gestores coletivos.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Curiosidades na Central de Transportes da UFPR
Um certo servidor curioso das coisas que se passam na Centran (Central de Transportes da UFPR) informa a este blog achar interessante que dois diretores já tenham passado por ali depois da saída do diretor Kachel, licenciado para sua campanha semi-abortada para deputado. Igualmente curioso, comenta essa fonte, é que as fechaduras dessa unidade da UFPR tenham sido trocadas.
Também soubemos que um anônimo apresentou denúncia de que a Centran, sob o comando não sabemos de quem, teria facilitado uma viagem de propósito particular a Palotina, mas nenhuma sindicância foi iniciada por julgar a alta administração que era coisa de somenos relevância.
Ter costas quentes é realmente maneiro. Então, conforme certo script à moda tucanófila, a reunião da Diretoria da Asufepar da última quarta-feira aprovou o retorno ao cargo de presidente de Vilson Kachel. Com isso, é previsível que as suspeitas de irregularidades na entidade voltem para baixo do tapete.
Também soubemos que um anônimo apresentou denúncia de que a Centran, sob o comando não sabemos de quem, teria facilitado uma viagem de propósito particular a Palotina, mas nenhuma sindicância foi iniciada por julgar a alta administração que era coisa de somenos relevância.
Ter costas quentes é realmente maneiro. Então, conforme certo script à moda tucanófila, a reunião da Diretoria da Asufepar da última quarta-feira aprovou o retorno ao cargo de presidente de Vilson Kachel. Com isso, é previsível que as suspeitas de irregularidades na entidade voltem para baixo do tapete.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Kachel quer reassumir ASUFEPAR
Está marcada para 25 de agosto, próxima quarta-feira, mais uma reunião "quente" da Diretoria da ASUFEPAR, convocada por seu presidente em exercício, Annes Busnello. O assunto: a volta de Vilson Kachel à presidência da entidade.
Ué, mas ele não se licenciou para fazer campanha de deputado ao lado do Beto e do Serra? Sim, caro leitor, sua surpresa tem cabimento. Se ele tivesse desistido de prosseguir sua campanha nas Eleições 2010, teria o direito de pleitear a volta ao cargo de presidente da ASUFEPAR.
Porém, mesmo com seu registro de candidato não aceito pelo TRE-PR (por problemas de prestação de contas da eleição 2008), Kachel entrou com recurso junto ao Tribunal, ainda espera ter direito de concorrer a deputado. E, assim sendo, deve continuar rodando por aí a fazer campanha.
Oras bolas, continuará perguntando o leitor perplexo, se ele continua "candidato" a deputado, mesmo sub judice, por que diabos quer reassumir a presidência da ASUFEPAR? Falta pouco mais de um mês para a eleição de 3 de outubro e fazer campanha toma todo o tempo de um candidato.
Kachel deve ter suas razões e os demais diretores da ASUFEPAR tem as suas para ver o que fazer nessa reunião da próxima quarta-feira. Mas, como já noticiamos, depois de algumas denúncias terem vindo à tona, entre outras ações feitas pela Diretoria sem Kachel está a de demitir a sogra do próprio, que era funcionária da ASUFEPAR mas parece que ela trabalhava tanto quanto aquela outra sogra contratada pelo gabinete do Beto Richa quando era deputado estadual. Negócios em família...
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