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terça-feira, 23 de junho de 2015

Fundo de Greve: a receita adicional seria 80 mil ou 130 mil?

Um comentário:
Desculpem-nos, ilustres e iluminados diretores do Sinditest, a gente pedir para explicar, só queríamos entender.  A matéria de 16/06 no site do sindicato - que tenta esclarecer o (Saco sem) Fundo da Greve - cita dois valores diferentes do que seria a arrecadação acrescentada à mensalidade regular.

Antes de abril/2015, quando a mensalidade era de 0,5% sobre um valor aleatório entre o Vencimento Básico (VB) e a receita bruta, afirmava a Diretoria arrecadar 130 mil mensais. Quando o percentual foi dobrado em abril, incidindo agora unicamente sobre o VB, o aumento da arrecadação teria sido da ordem de 80 mil, ou seja, pulando para 210 mil reais/mês.  É isso?

Ora, na citada matéria, um trecho diz o seguinte: "(...) aprovaram em assembleia, na manhã desta terça-feira, 16, uma contribuição mensal de 0,5% sobre o salário-base dos servidores para o fundo de greve. O índice deve gerar um valor de cerca de R$ 130 mil mensais. O desconto, que começa a partir do próximo mês [julho], vai até quando durar a paralisação."

Mais adiante na matéria, há a declaração da tesoureira Rufina, afirmando que "Antes, a contribuição não era de 0,5% para todo mundo. Alguns contribuíam um pouco menos, outros um pouco mais. Nós padronizamos para 1%, o que nos dá um acréscimo de mais ou menos R$ 80 mil”.

Na conturbada greve de 2011, o presidente da época (Messias) falava de um valor que estaria sendo gasto na greve; o vice-presidente (Néris) informava outro montante; e o tesoureiro Jonas ainda citava um terceiro valor, nenhum batendo.  E até hoje não existe prestação de contas do Fundo de Greve do ano passado, apenas uma folha com o demonstrativo de alguns alegados gastos, sem maiores esclarecimentos.

Afinal, 80 mil ou 130 mil a mais?  E é mesmo preciso gravar o bolso dos filiados com esse desconto extra de Fundo de Greve se a arrecadação regular mensal do sindicato já aumentou bastante desde abril?  O filiado é taxado de todos os lados sem dó!

sexta-feira, 27 de março de 2015

Doleiro Youssef cita PSDB, Aécio e a irmã em desvio de dinheiro

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Furnas é uma empresa do setor elétrico subsidiária da Eletrobrás, que atua nas regiões sudeste, sul, centro-oeste e norto do Brasil.  A "Lista de Furnas" é um documento sobre desvio de dinheiro da estatal elétrica para alimentar o Caixa-2 do PSDB entre fins dos anos 90 e começo do século 21.

No vídeo, o doleiro Alberto Youssef cita o falecido deputado paranaense José Janene, do PP, como um dos operadores do desvio, Aécio Neves e a irmã de Aécio como operadores da parte que ia ao PSDB, algo como cem mil dólares mensais.


Os candidatos do PSDB teriam ficado com mais de dois terços (68,3%) dos R$39,9 milhões que teriam sido distribuidos a 156 políticos por empresas fornecedoras da última grande estatal do ramo elétrico. O PFL, hoje DEM, ficava com um segundo lugar bem distante, 9,3%.


Mas, segundo a "Lista de Furnas", o dinheiro do PSDB não teria sido distribuido por igual. O grosso foi para três candidatos, que disputavam os três cargos mais importantes do esquema eleitoral tucano em 2002: José Serra, que pleiteava a Presidência, Geraldo Alckmin, candidato a governador de São Paulo, e Aécio Neves, que concorreu ao governo de Minas.

Isso a grande mídia monopolista - Rede Globo à frente - omite ou nunca faz nenhum escarcéu, porque claramente blinda os tucanos contra denúncias comprovadas de corrupção.  Vejam o vídeo e tirem as próprias conclusões, em vez de confiar cegamente nas Globos, Vejas e Folhas de S. Paulo da vida. 
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Fonte: TV Carta Maior e informações do Jornal GGN