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sexta-feira, 27 de abril de 2012

Novo documento de órgão federal surge na novela da "chácara" do Sinditest

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Uma fonte deste Blog revelou que surgiu um novo documento de um órgão federal na (aparentemente) complicada história da venda da famigerada "chácara" do Sinditest, que vem desde 2009.  Naquele ano, a então diretoria do Sinditest, através dos diretores Wilson Messias, Dr. Antonio Néris, Jonas Pinto, Bernardo Pilotto e Carla Cobalchini, anunciou triunfalmente que tinha vendido o imóvel situado em Piraquara por R$250 mil.

A verificação de disparidades em valores noticiados, escrituras públicas, contratos e outros documentos levou um servidor da base da UFPR a prestar denúncia junto ao Ministério Público ainda no final de 2009. Com diligências encaminhadas pelo MP Federal, apareceu agora um documento que implica novas interrogações sobre o que foi afirmado pela diretoria do Sinditest e pelos compradores.  Dentro de alguns dias, mais detalhes.

Justiça inocenta Boris Casoy. Uma vergonha!

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Por Altamiro Borges, em seu blog:

A Justiça acaba de negar uma ação do trabalhador Gilson Silva Sousa exigindo indenização por dano moral contra o apresentador Boris Casoy, da TV Bandeirantes. O processo foi movido devido às declarações preconceituosas do âncora do Jornal da Band na noite de 31 de dezembro de 2009. Na ocasião, diante do vídeo de dois garis desejando feliz ano novo, Boris Casoy explicitou todo o seu elitismo sem perceber um vazamento de áudio: “Que merda... Dois lixeiros desejando felicidades... do alto de suas vassouras... Dois lixeiros... O mais baixo da escala do trabalho”.

Na noite seguinte, diante a reação dos telespectadores, o jornalista até pediu desculpas meio a contragosto: “Ontem durante o programa eu disse uma frase infeliz que ofendeu os garis. Eu peço profundas desculpas aos garis e a todos os telespectadores”. Numa entrevista à Folha, porém, Boris Casoy mostrou que não se arrependeu da frase e do seu pensamento elitista, mas sim do vazamento do áudio. “Foi um erro. Vazou, era intervalo e supostamente os microfones estavam desligados”.


"Expressões genéricas"?
Apesar da gravidade do episódio, o relator do caso, desembargador José Ricardo Porto, julgou que os argumentos apresentados na ação foram improcedentes. “Na verdade, o episódio provoca dissabor e não dano moral indenizável. O nome do autor jamais foi mencionado e as expressões enfatizadas são genéricas”, argumentou. Vale citar um bordão bem conhecido na tevê brasileira, que nem parece ser uma concessão pública: esta decisão da Justiça “é uma vergonha”!

Estudantes reorganizam entidade que foi presidida por Gleisi Hoffmann

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Anf. 100 do Ed. D. Pedro I da UFPR recebeu o Congresso de retomada da UMESC

Depois de 4 anos de inatividade, a União Municipal dos Estudantes Secundaristas de Curitiba (UMESC) foi reorganizada no último final de semana em congresso realizado na reitoria da Universidade Federal do Paraná.  A entidade surgiu no final dos anos 70 e teve como presidente a atual ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, no início dos anos 80.  O novo presidente da UMESC é André Leonardo Zioli, estudante do Colégio Paulo Freire.

No passado, a UMESC jogou importante papel na mobilização dos estudantes curitibanos na campanha pelas Diretas Já, no impeachment de Collor, pelo passe escolar livre, contra a privatização da Copel, dentre outras lutas memoráveis.
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Fonte: Blog do Esmael; foto: UPES

Beto Richa e sua tese de que soldado bom é soldado sem diploma

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Em entrevista à rádio CBN Curitiba nesta quinta-feira (26), o governador Beto Richa (PSDB) criticou a exigência de diploma universitário para quem pretende ingressar na Polícia Militar do Paraná.  Para o tucano, quanto mais instruída é uma pessoa, mais ela é questionadora.

A outra questão é de insubordinação também. Uma pessoa com curso superior muitas vezes não aceita cumprir ordens de um oficial ou superior de uma patente maior”, disse.  “Isso demonstrou não ser uma boa iniciativa. Porque você desestimula os jovens que querem entrar na polícia. Principalmente os egressos do serviço militar, que saem com 18, 19 ou 20 anos e não tem curso superior ainda. Essas pessoas estão mais preparadas teoricamente do que as outras, que já passaram pelas forças armadas e podem dar grande contribuição ingressando na nossa Polícia Militar”, continuou o governador.

O presidente da associação de direitos aos policiais militares, Elizeu Furquim, disse que a mensagem governamental significa “diploma do atraso que o governo confere a si mesmo”.
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Fonte: com informações do Blog do Esmael

Cotas raciais: STF derrota a tese da guerra civil

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Por Luiz Carlos Azenha, no Viomundo:

Eu defendo as cotas raciais. Acredito que devam ser resultado de ações afirmativas adotadas no âmbito de cada instituição como, aliás, tem sido o caso no Brasil. Respeito todos aqueles que argumentam contra as cotas, mas algumas das “teses” defendidas por eles são claramente risíveis.

Uma delas é de que a implantação de cotas raciais no Brasil causaria uma guerra civil. Considerando o número de universidades que já adotaram as cotas, a essa altura a guerra civil já deveria ter estourado.

A ideia da explosão de uma guerra civil entre brancos e negros, por causa das cotas raciais, resulta da visão distorcida que alguns poucos intelectuais têm da convivência entre os “de baixo”. Desconhecem os laços de solidariedade social e presumem, de forma um tanto elitista, que os brancos pobres não são capazes de reconhecer as injustiças históricas cometidas contra os negros.

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Brasil já é o terceiro maior credor dos EUA

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Por Mauro Santayana, em seu blog:

Até agora, ninguém deu a notícia. Com 372 bilhões de dólares em reservas internacionais, o Brasil acaba de se converter, aplicando mais da metade delas em “treasuries”, no terceiro maior credor individual externo dos Estados Unidos, como pode ser visto na própria página oficial do tesouro norte-americano.. 

O acúmulo de reservas internacionais, cujo custo de carregamento tem caído em linha com a redução da taxa SELIC, serve para valorizar o dólar com relação ao real, favorecendo nossas exportações, e é, sobretudo, uma arma geopolítica, que mantêm em situação positiva a imagem do Brasil frente às agências internacionais de classificação de risco e em uma posição de força em organismos como o G-20, o Banco Mundial e o FMI.

Conheço empresários brasileiros de linha mais desenvolvimentista, no entanto, que pensam que a política de acúmulo de dólares poderia ser complementada com a emissão de moeda, no mercado interno, destinada a investimentos diretos do governo na área de infraestrutura, por exemplo. Tal medida, com uma pequena expansão administrável da inflação, derrubaria o valor do real frente ao dólar, favorecendo as exportações, injetaria dinheiro em todos os níveis da economia produtiva, e criaria milhões de empregos.

Dia mundial em memória das vítimas de acidentes e doenças do trabalho

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quinta-feira, 26 de abril de 2012

Daqui pra frente tudo vai ser diferente...

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“Daqui pra frente 
Tudo vai ser diferente 
Você vai aprender, Sinditest, 
Seu passado não vale nada, nada!” 

É a versão acima que a novíssima diretoria do Sinditest parece apreciar como trilha prática de suas recentes atuações.  “Tudo vai ser diferente”... Nada do que veio antes vale alguma coisa. A partir de janeiro deste ano é que o Sinditest existe e luta de verdade como sindicato...

Essa é uma mentalidade muito comum em movimento estudantil, no qual, quando uma chapa vence eleição de centro acadêmico ou de DCE, acredita que a história começa ali e os feitos de seus antecessores são lixo completo.  Em resumo, uma visão, além de arrogante, a-histórica.

Assim é que, fazendo várias críticas corretas à diretoria que sucedeu (mas da qual alguns importantes diretores fizeram parte por 4 anos), a nova gestão “Mudar o rumo dos ventos” no Sinditest quer passar borracha em 19 anos de história onde houve, sim, conquistas e lutas com algumas vitórias.

Os “deuses dos ventos” esquecem os primeiros dificílimos esforços da época da fundação do Sinditest, em 1992, quando a própria sede era ajambrada numa sala emprestada no prédio do DCE.  As divindades do “Olimpo da ultraesquerda” ignoram a duríssima resistência que foi preciso fazer em meados dos anos 90 contra o tufão neoliberal da Era FHC, a dificuldade de levantar greves contra o arrocho salarial e os PDVs.  Os novíssimos diretores “eólicos” parecem não medir a importância de conseguir incorporar uma gratificação (GAE) ao vencimento básico, conquistada numa greve das FASUBRA em duas etapas de 2000-2001 e aparentam menosprezar um patrimônio de quatro sedes sindicais acumulado em 19 anos dessa trajetória.

Recordamos isso aos jovens militantes – que, apesar desta crítica, acreditamos bem-intencionados – neste 2012 em que se completa 20 anos de existência do Sinditest, fundado e construído por TODOS.  Para que valorizem a história, da qual são também um resultado.  E anotem que Roberto e sua turma aí do vídeo, quando apareceram nos anos 60, também se chamavam de “jovem” guarda.

Eleição direta para Reitoria da UFPR corre riscos?

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A eleição direta para Reitoria da UFPR está indicada para meados de agosto.  Poderia essa conquista histórica da luta democrática da comunidade estar ameaçada de uma realização mal-sucedida?  Abaixo alguns elementos para refletir sobre isso.

1.O debate sobre as regras do jogo começou atrasado. Só em 4 de abril deste ano a Comissão Paritária de Consulta (CPC, formada por representantes eleitos por SINDITEST, DCE e APUFPR – 3 de cada, mais 3 suplentes) conseguiu se reunir para aprovar seu próprio regimento interno de funcionamento e não havia iniciado nenhum debate sobre novas ideias para regular a eleição propriamente dita (ideias como 2 turnos, alistamento eleitoral prévio etc).


2.Aponta-se no horizonte uma nova greve nacional dos técnicos, a começar em  meados de junho (a de 2011 começou em junho e acabou em setembro).  Os professores também podem fazer uma greve nacional.  Deve-se lembrar que numa passada eleição de reitor (2001), que teve de se realizar durante uma greve nacional de professores, houve muitos tumultos e tentativas de sabotagem em locais de votação.  Isso pode obrigar a alterações do calendário eleitoral, e dar margem ao Conselho Universitário querer afirmar a inviabilidade da consulta direta.


3.Pelo menos na área do Sinditest, não se tem notado grande empenho de sua diretoria em debater o regimento da eleição (isso sequer é pautado em assembléia desde fevereiro).  Um de seus principais diretores, por sinal, escreveu texto no site de seu partido (em 11/04), no qual clama pelo lançamento de uma candidatura à Reitoria que contemple as afinidades políticas dele, sem o que as eleições serviriam apenas para atender “benefícios individuais” de servidores interessados em abocanhar CDs e FGs. 

Além disso, diz esse diretor na mesma matéria: “Não é possível chegarmos a mais uma eleição para escolher entre o ‘ruim’ e o ‘menos pior’, subentendidos esses adjetivos como referindo-se ao atual reitor Akel e a candidatura de oposição da professora Maria Tarcisa Bega.  A candidatura alternativa dos sonhos desse diretor seria a da professora Astrid, a qual não fez nenhum sinal sólido de pretender entrar na disputa.  Ora, se um dos principais diretores atuais do Sinditest menospreza a eleição direta pela falta de candidatura que o agrade, terá o sindicato efetivo empenho para bem organizar o processo?  Ficamos na expectativa para ver se o Sinditest chama para logo uma assembleia geral cuja pauta única possa ser a eleição direta da Reitoria.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Positivo o esforço do Sinditest de transmitir via internet o debate sobre PCCTAE

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Como parte da programação do Dia Nacional de paralisação de advertência dos servidores federais, aconteceu à tarde, no Edifício D. Pedro I, um debate sobre o Plano de Carreira dos técnicos.  Saudamos o esforço da direção do Sinditest em transmitir o evento pela internet através do site/programa TwitCam, em que pese diversas dificuldades técnicas com imagens e áudio.  

Entendemos que um dos motivos para um aumento da participação dos servidores na greve de 2011 está ligado a um melhor uso da internet, através da inédita transmissão ao vivo de assembleias (que este Blog NaLuta batalhou para que ocorresse) e da criação de ao menos três novos blogs falando do movimento (um geral da greve e dois da UTFPR).  Logo, a experiência deve prosseguir e melhorar.

Desconhecemos as condições financeiras atuais exatas no Sinditest, mas um bom investimento na área da Comunicação Sindical é essencial para organizar/mobilizar a base, além de esclarecer a opinião pública externa às IFES.  A aquisição de uma assinatura de banda larga móvel realmente veloz (internet 3G) permitiria não ficar dependente das redes internas das próprias IFES, além de possibilitar documentar ao vivo manifestações nas ruas.  E igualmente a aquisição de equipamentos de boa qualidade, como laptops, câmeras de vídeo e bons microfones.

Sugerimos também que o Sinditest envie ao menos um participante ligado à area de comunicação sindical ao III Encontro Nacional de Blogueiros (25-27 de maio, em Salvador-BA, com inscrições até 11/05), pois os debates e a troca de informações práticas nesse tipo de encontro certamente ajudarão a aprimorar esse setor estratégico do sindicato. Especialmente quando todos os sinais nas conversas com o governo federal apontam para a chegada de mais uma greve nacional dos servidores.

Servidores contra o arrocho, uma luta justa e necessária

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Reproduzimos artigo de Wagner Gomes, metroviário paulista, presidente nacional da CTB.

Os servidores públicos federais realizam nesta quarta-feira, 25, um Dia Nacional de Luta, com paralisações em todo país. Os trabalhadores batalham contra o arrocho de seus rendimentos imposto pelo governo federal, que se nega a reajustar os salários da categoria em nome da austeridade fiscal. 

A CTB apoia e participa da manifestação, através das suas lideranças no setor. Trata-se de uma luta justa e necessária. Já faz dois anos que os servidores não têm reajuste, vendo seus rendimentos serem corroídos pela inflação, que reduz o poder aquisitivo e o valor real salários. 

O arrocho é inaceitável e a categoria reclama com razão a reposição inflacionária, para manter o valor real dos salários, reajuste dos benefícios e definição de data-base. Todavia, a negociação com o Ministério do Planejamento não avança. Esbarra na intransigência do governo, que insiste no congelamento dos salários e diz que não tem dinheiro para atender os servidores.

Conforme observam os líderes do movimento, o argumento não procede, pois o mesmo governo que diz não aos trabalhadores disponibilizou cerca de R$ 100 bilhões para o empresariado em renúncia fiscal e destinou quantia maior ao pagamento dos juros da dívida pública, ou seja, à remuneração do capital financeiro e rentistas.

O pano de fundo deste drama é a política econômica conservadora do Executivo. Os juros altos e o superávit fiscal primário são os obstáculos aparentemente intransponíveis às reivindicações dos sindicatos e movimentos sociais. A economia que o governo faz para pagar juros chegou a R$ 128,7 bilhões em 2011 e deve subir a cerca de R$ 140 bilhões neste ano.

Apesar de possuir uma dívida relativamente baixa como proporção do PIB (em torno de 50%), o Brasil é o vice-campeão mundial em gastos com juros, perdendo (e por pouco) apenas da arruinada Grécia, cujos débitos correspondem a mais de 160% do valor da produção. O serviço da dívida consome mais de 5% da produção brasileira. Já os EUA, cuja dívida governamental se eleva a mais de 90% do PIB, gasta 1,4% do que produz com juros. A taxa básica de juros (Selic), das mais altas do mundo em termos reais, faz a diferença.

Cedendo à pressão das forças conservadoras, o governo elevou a meta de superávit fiscal e cortou dezenas de bilhões em gastos públicos para realizá-la. Cortou na saúde, na educação, habitação, transporte e deixando de contemplar as demandas populares. O salário do funcionalismo também é sacrificado no altar desta política subordinada aos interesses da oligarquia financeira. 

A política fiscal tem um custo alto para a economia e o desenvolvimento nacional na medida em que resulta em forte desaceleração da produção, comprometendo a criação de novos postos de trabalho e o combate ao desemprego. Este efeito transparece nas últimas estatísticas divulgadas pelo Dieese, que indicam o aumento do nível de desemprego para 10,8% em maio nas principais regiões metropolitanas do país. Tudo isto indica a necessidade de intensificar a luta das centrais sindicais por mudanças na política econômica. 

A manifestação desta quarta tem um caráter de advertência e a categoria pode decretar greve por tempo indeterminado em maio se o governo persistir na intransigência. Os trabalhadores e trabalhadoras do setor público contam com total solidariedade e ativo apoio da CTB.
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Fonte: Portal da CTB

Dia Nacional de paralisação do serviço público federal

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Diante da reiterada ausência de respostas do governo federal (MPOG) às reivindicações dos servidores, nesta quarta-feira (25) realiza-se uma paralisação de advertência.  Ontem deu-se uma reunião entre membros do ministério e 30 entidades sindicais que representam o funcionalismo sem que qualquer avanço tenha acontecido, justificando ainda mais que aconteça essa paralisação.  No caso da UFPR, a programação deste 25 de abril, divulgada pelo Sinditest, é a seguinte:

09h00 – Concentração dos servidores no pátio da Reitoria da UFPR

10h00 – Ato público das entidades representativas dos servidores públicos federais, na Praça Santos Andrade

14h00 – Debate sobre o Plano de Carreira dos técnicos-administrativos em Educação (PCCTAE), no anfiteatro 100 do Edifício D. Pedro I (segundo o Sinditest, haverá transmissão via twitcam deste debate, no perfil @sinditestpr)

sábado, 21 de abril de 2012

"Romper com a CSP-Conlutas, central pró-imperialista aliada da Casa Branca..."

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Publicamos esse texto de uma das exóticas organizações da ultraesquerda só para os leitores terem uma vaga ideia de com o que é o que a direção do Sinditest anda se metendo e gastando nosso pobre dinheirinho...

O Congresso da CSP-Conlutas se realizará entre os dias 27 a 30 de abril. Nós, militantes da LBI e da TRS, que fomos os primeiros a chamar a ruptura com a CUT e a defender a fundação de uma coordenação nacional de lutas ainda em 2004, no encontro de Luiziânia, proposta mais tarde materializada com a criação da Conlutas, agora damos mais um passo em defesa da independência política dos trabalhadores e chamamos os setores classistas e revolucionários a não darem nenhum apoio à realização do Congresso da CSP-Conlutas e, muito menos, a participarem desse fórum arquiburocrático de uma central que “evoluiu” para posições abertamente pró-imperialistas, tornando-se aliada da Casa Branca na Líbia e na Síria.

Nossa posição está baseada em um critério de classe muito simples, porém caro para os revolucionários internacionalistas: a Conlutas hoje se coloca abertamente no campo do imperialismo e sua “reação democrática” na arena mundial. De nada adianta sua direção postar-se formalmente como “oposição de esquerda” ao governo Dilma, ainda que essa posição em nada signifique impulsionar a luta direta contra a gestão da frente popular, se a direção desta central, controlada pelo PSTU e seus satélites (LSR, MR, LER...), é entusiasta partidária dos agentes da OTAN na Líbia e na Síria.

Sinditest vai bancar viagem de observadores ao congresso da polêmica Conlutas

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No final deste mês acontece o congresso da CSP-Conlutas, uma organização que resulta da fusão entre militantes ligados aos partidos PSTU e PSol.  Não se pode dizer que ela seja uma central sindical, afinal podem nela participar até representantes de movimentos como os de bairros, o estudantil e o de luta contra a extinção das lagartixas.  O que define basicamente a CSP-Conlutas é uma coisa: assim como o PSDB e o DEM, eles são radicalmente anti-governo Dilma. De resto, é uma tremenda salada.

Pois bem, assim como já fizeram no começo do ano, a diretoria do Sinditest, sendo simpática à Conlutas, pretende usar o dinheiro pago por todos os filiados para custear a viagem de pelo menos três pessoas para o Congresso dessa "central-mosaico", que ocorre de 27 a 30 deste mês.  A FASUBRA não está filiada a nenhuma central sindical, tampouco o Sinditest, mas todos nós bancaremos a festa dessa turma em São Paulo.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Assembleia Geral do Sinditest discutirá encaminhamentos do CONFASUBRA

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Na manhã desta quinta-feira, a partir de 09h30, no anfiteatro 100 do Edifício D. Pedro I, reúne-se uma assembleia geral do Sinditest, na qual a base ouvirá relatos sobre o recentemente terminado XXI Congresso da FASUBRA.  Os e as delegados/as poderão apresentar seus informes e comentários, entre eles o que julgaram sobre certos lamentáveis episódios de afronta à democracia sindical, como o "barraco" promovido pelo grupo VAL.

Estará em debate também a proposta de paralisação de um dia em 25 de abril, como um ensaio para possível greve nacional que se vislumbra no cenário para junho caso as conversações com o governo federal resultem infrutíferas.  Neste sentido, trata-se de uma assembleia que debaterá a sério essa possibilidade de retomada da greve por tempo indeterminado.

O que deveria ser a capa da revista

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Um reitor bárbaro

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Imaginem um lugar com cerca de 110 mil habitantes e quase 5 milhões de metros quadrados, todo cercado, com um administrador que toma decisões sem ouvir ninguém, que recorre à repressão policial e ao banimento de dissidentes e utiliza espiões para se manter informado da atividade dos adversários. Não, não se trata de nenhuma republiqueta de bananas, mas da maior universidade do País, a USP, sob a governança do reitor João Grandino Rodas, também conhecido no campus como “o rei”.

Desde que assumiu a direção da USP, em 2010, uma série de medidas polêmicas tem colocado na berlinda a gestão de Rodas, criticada como pouco democrática, para dizer o mínimo. Em janeiro deste ano, vieram à tona documentos que mostram que o reitor recebe de arapongas relatórios sobre o que se passa nas reuniões dos funcionários, professores e alunos. Confeccionados por certa “sala de crise”, os textos trazem todos os detalhes sobre as assembleias, narradas ponto a ponto, inclusive com os nomes e ligações partidárias dos envolvidos.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Você é um zumbizinho cabeça-feita pela Diretoria do Sinditest no Confasubra?

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"A pedido da 'grande maioria' da delegação paranaense, representantes de seis correntes sindicais apresentam suas lutas e bandeiras para a Fasubra e para o Serviço Público. Na foto, Rogério Marzola apresenta o ponto de vista da corrente VAL - Vamos à Luta" [Fonte: Facebook de Cristiane Andrade, delegada do Sinditest]

Heterogênea a delegação que saiu de Curitiba a Poços de Caldas representando a base do Sinditest. Nela havia uns demônios misturados a anjos e profetas protegendo tenras ovelhas inocentes eleitas em bases do interior do sindicato.  Cientes de seu dever de proteger as ovelhas da contaminação das ideias do "Mal", os profetas e anjos da diretoria do Sinditest na delegação trataram de fazer para elas uma sessão de evangelização.  

Para isso, chamaram representantes de seis congregações de anjos do céu ultraesquerdista para fazer preleções sobre suas excelsas propostas de levar os servidores técnico-administrativos ao paraíso na terra e ainda este ano, tomando naturalmente o cuidado de impedir que os demônios infiltrados da CTB, da CSD e da  Tribo profanassem o santo momento evangelizador.

De novo, devemos à irmã Cristiane Andrade imagens facebookianas desse santo momento em que os delegados do interior recebem a palavra excelsa dos arcanjos do VAL, do PSLivre, do MLC, do ASS, do fuck-ass e do que quer que seja-ass.  Com certeza as ovelhinhas nunca mais se perderão na senda do Mal que semeia a dúvida política na cabeça dos militantes de boa-fé no ultraesquerdismo.

O profeta Rolando Malvásio apresenta o esdrúxulo PSLivre ao "rebanho"

Explicação da Diretoria do Sinditest sobre não-prestação de contas

5 comentários:
Onde? Onde mesmo? Cadê? E a eleição do Conselho Fiscal novo? Quando? Publicaram nota explicativa do porquê de não prestarem contas até 31 de março como manda o Estatuto? Onde? Quando? Como? 
Ah, mas que nada, o que interessa mesmo é que vai ter o Congresso da CSP-Conlutas agora no final de abril...

Diretoria do Sinditest negligencia preparação da eleição direta de reitor da UFPR

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Várias pessoas tem chamado atenção para o problema, ele é real.  A diretoria atual do Sinditest não tem dado a devida importância para a construção de mais uma eleição direta de reitor.  Um processo que a duras penas foi conquistado ainda no final do regime militar, em 1984-1985, e que se mantém até hoje graças à atuação dos movimentos da comunidade, mas os novos diretores sindicais parecem menosprezar essa história.

O que se nota é que até os diretores que a gestão do Sinditest indicou para a CPC (Comissão Paritária de Consulta, junto com a APUFPR e o DCE) não estão nem aí para o debate do regimento da eleição, no qual há diversos pontos polêmicos.  Faltam a reuniões, já houve substituições de nomes, o desinteresse é patente.

Parece que uma causa desse escasso interesse é a falta de uma candidatura reitorável com perfil que agrade à ultraesquerda que hoje comanda o Sinditest.  Tem-se falado no nome da ex-presidente da APUFPR, a professora Astrid, da Educação Física, mas até o momento não se viu nenhum sinal concreto de que essa candidatura realmente se coloque.  Então, os ultraesquerdistas da diretoria do Sinditest ficam sem tesão para construir a eleição direta em que, por ora, só há como contendores o professor Zaki Akel, candidato à reeleição, e, pela oposição, a professora Maria Tarcisa, diretora do Setor de Ciências Humanas.  

Isso é péssimo, isso é demonstração de desprezo por uma conquista histórica de muito valor dos movimentos da comunidade da UFPR.  Mas parece que certos "jovens" preocupam-se pouco com a história que aconteceu antes deles.