domingo, 7 de junho de 2026
Trump vai interferir na eleição do Brasil?
sábado, 6 de junho de 2026
PATRIOTARISMO: TariFlávio Bolsonaro e o 'patriotismo' que ele exige dos brasileiros
Tariflávio Bolsonaro, o pré-candidato idiota, foi aos EUA dias atrás prestar vassalagem ao demente pedófilo Donald Trump e pedir (mais) medidas dos EUA que atacam o Brasil e seu povo.
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Fonte da figura: revista The New Yorker.
sábado, 10 de janeiro de 2026
sábado, 11 de outubro de 2025
Eduardo Leite, o pangaré da direita, não sai das pesquisas.
Uma das perguntas que ninguém se dispõe a responder: por que Eduardo Leite ainda aparece nas pesquisas eleitorais para a eleição presidencial em 2026?
terça-feira, 7 de outubro de 2025
Extremistas ameaçam “massacrar” negros, LGBTs e feministas da UFSM
A Reitoria anunciou medidas de segurança para garantir o funcionamento da universidade e a circulação dos estudantes
sábado, 6 de setembro de 2025
Às vésperas da condenação, Bolsonaro é abandonado por líderes evangélicos
segunda-feira, 4 de agosto de 2025
Quanto mais Eduardo Bananinha fala, mais enterra o pai e a sonhada anistia
Devia abrir a boca só para comer aquele sorvete de chocolate do qual tanto gosta e não para virar metralhadora de asneiras, bravatas e ameaças.
Vejam o vídeo acima, e entenderão.
sexta-feira, 1 de agosto de 2025
Bolsonaro erra nome da esposa em vídeo e passa vergonha com sua 'greve de chocolate'
quinta-feira, 15 de maio de 2025
Sim, bolsonaristas iriam matar Lula
Trama golpista: Polícia Federal revela áudios do agente Wladimir Soares detalhando plano para prender ministros do STF e disposição para "matar meio mundo" caso Bolsonaro autorizasse ação.
quarta-feira, 23 de abril de 2025
A espantosa inutilidade de certos/as vereadores/as de Curitiba
Vejam só que decisão de altíssimo valor e utilidade para os cidadãos de Curitiba: sessão da Câmara Municipal, ontem (22/4), aprovou a criação do "Dia dos CACs" (sigla para Caçadores, Atiradores e Colecionadores). Os bolsonaristas edis autores da aberração militarista foram Tathiana Guzella (União Brasil) e Eder Borges (PL, o partido do genocida inelegível e de tripas problemáticas).
terça-feira, 22 de abril de 2025
Sicofantas do golpismo bolsonarista - mais seis tornados réus pelo STF
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou por unanimidade, nesta quarta-feira (22), a denúncia contra seis integrantes do chamado “Núcleo 2” da trama golpista que resultou nos ataques de 8 de janeiro de 2023.
quinta-feira, 27 de março de 2025
25 e 26 de Março: datas para a História do Brasil
Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quarta-feira (26), que Jair Bolsonaro e mais sete pessoas se tornam réus, e vão responder a um processo penal na Corte.
Os ministros da Primeira Turma Cristiano Zanin (presidente da turma), Luiz Fux, Carmem Lúcia e Flávio Dino seguiram o entendimento do relator do caso, Alexandre de Moraes, para quem a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) descreveu “satisfatoriamente fatos típicos” e defendeu que a acusação fosse aceita.
Além de Bolsonaro, vão ser julgados na ação penal Anderson Torres (ex-ministro da Justiça); Alexandre Ramagem, (ex-diretor da Abin); Augusto Heleno, (ex-ministro do GSI); Paulo Sérgio Nogueira (ex-ministro da Defesa); Walter Braga Netto (ex-chefe da Casa Civil); Mauro Cid (ex-ajudante de ordens) e Almir Garnier (ex-comandante da Marinha).
Eles são acusados dos seguintes crimes: Abolição violenta do Estado Democrático de Direito, Golpe de Estado, Organização criminosa, Dano qualificado ao patrimônio da União e Deterioração de patrimônio tombado.
O relator disse que o ex-presidente e seus aliados foram protagonistas de uma “tentativa de golpe de Estado violentíssima”.
Moraes não só descreveu o encadeamento dos fatos narrados na denúncia, mas também destacou a materialidade e o conjunto de provas envolvendo cada um dos acusados.
“Desde os acampamentos pedindo intervenção militar, passando pelos atos do dia 12 de dezembro, quando houve tentativa de invasão da sede da Polícia Federal e incêndio de ônibus, depois a tentativa de explosão de bomba no aeroporto às vésperas do Natal, e culminando com o que narra a PGR no dia 8 de janeiro”, disse o ministro.
Ele elogiou a denúncia da PGR no sentido de que ela apresenta os fatos de maneira clara, circunstanciada e coerente, o que permite aos advogados de defesa “exercerem seu direito ao contraditório e à ampla defesa”.
“A denúncia descreve as condutas criminosas, a materialidade e possibilita que as defesas possam exercer seu amplo direito, porque as ações sucessivas são descritas de forma coerente, clara, circunstanciada, todos os atos que a Procuradoria-Geral da República imputa aos denunciados”, explicou.
Durante sua argumentação, Moraes exibiu vídeo dos atos golpistas do 8 de janeiro para rebater as críticas sobre as mulheres que teriam sido presas apenas por estarem com “uma Bíblia ou um batom”.
“Usando um chavão: uma imagem vale mais do que mil palavras. Essas imagens não deixam nenhuma dúvida da materialidade, da gravidade dos delitos praticados. Nenhuma Bíblia, nenhum batom. O que se viu foi violência, depredação e tentativa de subversão da ordem constitucional”, relatou o ministro.
Votos
Flávio Dino disse que a Constituição definiu como altamente gravosa as condutas dos acusados. “A Constituição não fala em pessoas armadas, mas em grupos armados. Pouco importa se a pessoa tinha arma de fogo ou arma branca. O que importa é que o grupo era armado. O grupo portava armas de fogo, armas brancas e assim sucessivamente”, disse Dino.
Para ele, a gravidade dos atos no 8 de janeiro não está na ausência de mortes. “Golpe de Estado mata. Não importa se é no dia, no mês seguinte ou alguns anos depois”.
No seu voto, Luiz Fux divergiu dos colegas quanto ao local do julgamento e defendeu que o caso fosse levado ao plenário da Corte. Ele também disse que pode ser avaliada ainda a possibilidade de que haja sobreposição entre os tipos penais (golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito).
“É possível que haja o mesmo fato, coincidência de ambas as normas. Mas também é possível que, no curso da instrução, se chegue à conclusão de que há, na verdade, um conflito aparente”.
“Não foi uma festinha de final de tarde, em que todo mundo resolveu comparecer e usar paus e pedras para arrebentar com tudo”, disse Carmem Lúcia. Ela condenou a ruptura institucional. “Ditadura mata. Ditadura vive da morte, não apenas da sociedade, da democracia, mas de seres humanos de carne e osso".
Para ela, houve uma sequência de fatos. “O que é preciso é desenrolar do dia 8 pra trás, para chegarmos a esta máquina que tentou desmontar a democracia. Porque isso é fato”, considerou.
“Longe de ser uma denúncia amparada exclusivamente em uma delação premiada, o que se tem aqui são diversos documentos, vídeos, materiais que dão amparo àquilo que foi apresentado pela acusação”, disse Zanin no seu voto, referindo-se a tentativa de anulação da delação do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.
segunda-feira, 24 de março de 2025
Grupo terrorista no Brasil: ele existe
Nos acampamentos dos quartéis do Exército, nasceu uma organização criminosa que está disposta a matar e morrer por uma só pessoa: Jair Messias Bolsonaro.
sexta-feira, 15 de novembro de 2024
A vida boa dos líderes do homem-bomba em Santa Catarina
Um dos debates mais intensos e mais cansativos, desde as explosões na Praça dos Três Poderes, se dá em torno das possíveis anormalidades de comportamento do homem-bomba.
terça-feira, 20 de agosto de 2024
A grande mídia está se alinhando com a “nova face do bolsonarismo”
O ex-ministro José Dirceu (PT) publicou um artigo na Folha de S. Paulo nesta segunda-feira (19) na qual comenta a série de reportagens dos jornalistas Glenn Greenwald e Fábio Serapião que tem como alvo o ministro Alexandre de Moraes, do STF, e mensagens supostamente comprometedoras trocadas por seus assessores. Confira trechos:
Fonte: via Diário do Centro do Mundo, de 19/08/2024
terça-feira, 16 de maio de 2023
Flávio Dino, o bolsonarismo e Conde Drácula
Ontem, às 18h00, na BandNews FM, no programa "O É da Coisa", o jornalista Reinaldo Azevedo entrevistou ao vivo o ministro da Justiça Flávio Dino. Logo no ínicio, o ministro expressou divertida metáfora sobre seus inquiridores bolsonaristas nas sessões no Congresso.
Citamos apenas para dar um sabor a mais ao que Flávio Dino falou no programa de rádio sobre o comportamento dos bolsonaristas, deputados e senadores, que o convocam para tentar questionar e encurralar, mas até agora só tomaram invertidas - e das boas.
Dino disse que esses bolsonaristas furiosos, hidrofóbicos, parecem o conde Drácula, não suportam a luz do sol da verdade, dos fatos e argumentos sólidos, fogem desesperadamente dela como faz o vampiro das estórias, com medo de virar pó.
E para quem quiser saber como continua o engraçadíssimo conto de W. Allen, clique aqui.
domingo, 14 de maio de 2023
Michelle fura a fila e passa na frente de Carluxo
Está fechado o cerco em torno de Michelle Bolsonaro, a partir do vazamento de conversas de assessoras da ex-primeira dama com o coronel Mauro Cid, o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, que está preso.
quarta-feira, 5 de outubro de 2022
Bolsonaro, a Maçonaria e o próprio veneno
Nada mais definidor – e assustador – do processo que está usando a fé religiosa como plataforma eleitoral do que a atitude do bispo Samuel Ferreira, da Assembleia de Deus.
domingo, 11 de setembro de 2022
Um impulso genético para os cérebros humanos contemporâneos
quinta-feira, 10 de junho de 2021
Combater a barbárie fascista. Prestar ativa solidariedade a Manuela e Laura
A ampla solidariedade que a ex-deputada e candidata a vice-presidenta da República em 2018 pela aliança PT/PCdoB, Manuela d’Ávila, vem recebendo diante das ameaças de violência contra ela e sua filha Laura, de cinco anos de idade, revela a gravidade do momento político vivido pelo país. Este Portal tem mostrado o alcance da resposta dos segmentos democráticos e civilizados da sociedade, assim como o apoio ao abaixo-assinado que pede a investigação e punição aos criminosos.
A agressão a Manuela d’Ávila e a sua filha tem essa dimensão. Suas raízes estão nos processos políticos históricos que fizeram escola ao se aproveitarem das crises graves e sistêmicas para semear discórdia por meio de mentiras e manipulações políticas, para apresentarem a violência como solução. A história da humanidade registra verdadeiras tragédias resultantes dessa ideologia.



















