terça-feira, 19 de março de 2019
Lutar agora contra a Reforma da Previdência! Ou morrer trabalhando sem se aposentar
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
Abono permanência: PEC 139 aguarda parecer do relator na Câmara
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
domingo, 16 de janeiro de 2011
Polêmica sobre Fator Previdenciário retorna ao Congresso Nacional
Na Câmara, está pronto para ser votado pelo Plenário o PL 3299/08, do senador Paulo Paim (PT-RS), que acaba com o fator previdenciário. A proposta fixa o salário de benefício a partir da média aritmética simples dos 36 últimos salários de contribuição, anteriores à aposentadoria.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Aumento de idade para aposentadoria: protestos na França
Os sindicatos de trabalhadores franceses começaram ontem (7) uma série de passeatas para resistir à reforma previdenciária proposta pelo presidente Nicolas Sarkozy, que pretende elevar de 60 para 62 anos a idade mínima legal para os trabalhadores se aposentarem.
O movimento sindical organizou 200 manifestações em diversas cidades da França, com paralisações afetando o transporte público, o transporte aéreo doméstico, sistema de correios, hospitais, bancos entre outros setores públicos e privados.
Os protestos efetivamente mobilizaram mais de um milhão nas ruas de todo o país no dia de ontem. Greves causaram grandes problemas nos serviços públicos e no sistema de transportes, pondo à prova a capacidade do governo para realizar reformas que pretendem reduzir o déficit público à custa de cortes de investimentos sociais. Apenas em Paris, a central sindical CFDT afirma que 270 mil pessoas compareceram aos protestos.
O presidente francês diz que se dispõe a conversar com as centrais sindicais para fazer ajustes na reforma, mas não recua na questão da idade mínima. Os sindicatos, por sua vez, entendem que possíveis concessões na proposta de reforma não serão suficientes para impedir novos protestos.
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Fonte: com informações de agências G1, Estadão, Reuters.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Mito do déficit ignora caráter social da Previdência
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Fonte: Portal Vermelho
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Sobre o possível fim gradual da contribuição ao INSS do servidor inativo

Pelo substitutivo, o desconto não incidirá sobre o benefício do aposentado por invalidez. Ao completar 61 anos, o servidor inativo terá uma redução gradual de 10% ao ano, sucessivamente, até alcançar os 70 de idade. Os que já chegaram aos 70 ficam automaticamente isentos.
A proposta de Luiz Alberto abrange todos os aposentados e pensionistas do funcionalismo e não só aqueles que estavam aposentados quando da vigência da Emenda Constitucional 41, em janeiro de 2004. A PEC 555/06 beneficiava só aqueles que, em 31 de dezembro de 2003, tinham pendurado as chuteiras.
Com a pausa encomendada pelo Palácio do Planalto, a expectativa do relator é retomar o assunto e colocá-lo em votação na próxima quarta-feira se houver quorum.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Fim do Fator Previdenciário beneficia o trabalhador que começou a trabalhar cedo
O fator leva em conta idade, expectativa de vida e tempo de contribuição. Sem ele, o brasileiro precisaria apenas cumprir os 35 anos de tempo de serviço e estar em dia com o INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) para se aposentar.
O texto ainda vai para votação no Senado e, se não for alterado e passar, segue para o aval do presidente Luiz Inácio Lula da Silva — que pode aprovar, alterar parcialmente ou vetar. O fator previdenciário foi criado em 1999 com o objetivo de equilibrar receitas e despesas da Previdência Social e, assim, reduzir o saldo negativo das contas públicas. Ao mesmo tempo, seria um incentivo para os trabalhadores permanecerem mais tempo em atividade no mercado.
Segundo o presidente do Sintapi (Sindicato Nacional dos Trabalhadores Aposentados, Pensionistas e Idosos), Epitácio Luiz Epaminondas, a queda do fator previdenciário seria uma grande vitória para o trabalhador. Ele explica que o cálculo nada mais é que um redutor dos rendimentos dos brasileiros.
“Os mais pobres, que começam a trabalhar antes, são os mais prejudicados com o fator previdenciário por causa do ‘pedágio’ que pagam para se aposentar”, diz Epaminondas. “Eles completam 35 anos de contribuição cedo, mas precisam esperar os 60 anos de idade, no caso dos homens, ou 55 anos no caso das mulheres. O cálculo provoca uma queda de até 42% no salário da mulher e de até 38% no dos homens.”
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Petista diz que aumento de aposentados e fim do Fator Previdenciário serão vetados

“Aquilo foi um excesso de preocupação eleitoral e acho que vai pegar mal para os deputados. A sociedade não vai ver com bons olhos [a aprovação]. Todos sabiam, [que o aumento e o fator previdenciário seriam vetados]. Foi demagogia”, disse.
O líder ainda disse ter convicção que, caso o Senado mantenha o texto aprovado ontem na Câmara, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai vetar tanto o aumento quanto o fim do fator. “Sei que Lula tem responsabilidade fiscal e responsabilidade com o país. Se o texto chegar dessa maneira ele não terá alternativa se não vetar”.Nessas horas, comentamos nós, é que se revela o caráter híbrido do Governo Lula, onde atuam setores progressistas, responsáveis por importantes avanços sociais desse governo, e também continuam se abrigando alguns setores conservadores, inspirados em pressupostos neoliberais. Deixa-se os canalhas do Conselho de Política Monetária (COPOM) do Banco Central, banqueiro Henrique Meirelles à frente, promoverem um despudorado aumento de 0,75% na taxa de juros (o que vai aumentar a dívida pública e dará mais lucros a banqueiros gordos). Mas, para honrar compromissos com o superávit primário (reserva de dinheiro para pagar banqueiros), deixa-se de atender à melhoria de condições salariais de aposentados, os quais, ganhando melhor, certamente ajudarão a fortalecer nosso mercado interno. Não dá para aceitar calado.
-----------------------------------------------------Fonte: com informações do "Último Segundo"
Reajuste de 7,7% a aposentados e fim do Fator Previdenciário: vitórias da pressão dos trabalhadores sobre Congresso
São vitórias resultantes de dois fatores: de um lado a pressão realizada ao longo de meses pelas centrais sindicais e movimento de aposentados; de outro, o ano eleitoral, em que parlamentares interessados em se reeleger não pretendem se indispor com eleitores.
No entanto, a confirmação dessas duas decisões ainda depende de aprovação pelos senadores. Sarney, que preside o Senado, já declarou que no Senado passa tranquilo o reajuste de 7,7%. Mas já não dá tanta certeza quanto ao fim do FP, pois a área financeira do Governo contra-argumenta pesadamente que o alegado "rombo" da Previdência Social irá aumentar sem o FP para coibir aposentadorias consideradas "precoces" (aquela lenga-lenga do FHC quando chamava os aposentados de "vagabundos", lembram-se?). Quer dizer, a vigilância tem que continuar, agora sobre o Senado.
domingo, 14 de março de 2010
Deputada Manuela D'Avila é a relatora do Projeto sobre Aposentadoria Especial

A matéria foi anexada ao PLP 472/09, do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB/SP), que em 2009 já havia pedido à parlamentar gaúcha para relatar a proposição na Comissão de Trabalho da Casa. Depois de passar pela Comissão de Trabalho, a matéria ainda vai ser analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; Finanças e Tributação; e de Constituição, Justiça e Cidadania, antes de ir ao plenário.
quinta-feira, 11 de março de 2010
Breve relato da Assembléia Geral do Sinditest de 10 de março
Após os informes nacionais e locais, passou-se ao segundo ponto de pauta: eleição de delegados para a Plenária da Fasubra que começa amanhã em Brasília e termina no sábado. Neste ponto, algumas pessoas se manifestaram, defendendo a definição de um eixo de luta para 2010 e deixando a questão da filiação ou não da FASUBRA a alguma Central Sindical para mais tarde, para 2011, por exemplo.
Não houve, entretanto, nenhum debate nem votação de propostas e, até o final da assembléia, a platéia ficou sem saber que posições serão defendidas pelos delegados durante a reunião da FASUBRA. Da mesma forma, os presentes ficaram sem ter conhecimento de quais pessoas iriam de fato como delegados, uma vez que houve apenas uma chapa inscrita, composta, na sua maioria, por diretores do sindicato. Essa chapa foi eleita sem nenhuma manifestação da platéia, exceto duas abstenções. Os nomes dos 5 delegados a que a base do Sinditest tem direito de enviar ficaram de ser decididos mais tarde apenas entre os membros da própria chapa.
Na seção de informes jurídicos, foram divididos entre os de interesse apenas dos servidores da FUNPAR e os dos servidores do RJU. Para atender à FUNPAR existe uma nova assessoria jurídica, não estando mais a cargo do escritório Mauro Cavalcante, Paulo Vieira & Wagner Advogados Associados.
O informe a meu ver mais interessante diz respeito ao Mandado de Injunção relativo à Aposentadoria Especial, impetrado pela FASUBRA e acatado pelo Supremo Tribunal agora no início de março. Assim, todos os sindicatos filiados à Federação passam a usufruir deste direito. A Diretoria e a Assessoria Jurídica do Sinditest-Pr se reunirão com a Pró-Reitora Laryssa Born para acertar como será o trâmite aqui na UFPR para que os colegas que façam jus possam contar, para fins de aposentadoria, o tempo de atividade insalubre exercido a partir de 1990. Saliento que este é um ganho importante para os funcionários públicos que se encontram nessas condições, pois teremos o tratamento isonômico, neste quesito, com os celetistas. Nada mais justo.
Causou estranheza, contudo, que, mesmo filiado à FASUBRA, o Sinditest também deu entrada na Justiça com um Mandado de Injunção. Ora, se a FASUBRA ganhou a questão, parece óbvio que o ganho se estenda a todas as suas entidades filiadas, não havendo a necessidade de mais este gasto jurídico do sindicato de base. Quando o advogado, Dr. Paulo, foi inquirido sobre isto, respondeu que isso "foi uma orientação do Jurídico da Fasubra", departamento que também conta com os serviços do Escritório Wagner Advogados Associados.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Aposentadoria especial de servidores e sua regulamentação
De acordo com o Ministério do Planejamento, a discussão se dá em torno do artigo 40, incisos II e III, da Constituição. Servidores da área de segurança pública terão direito à aposentadoria especial quando atingirem 25 anos de serviço - com cinco anos no cargo - e 30 anos de contribuição. Os homens precisarão ter 55 anos de idade, e as mulheres, 50.
O pessoal que, conforme classificação oficial, trabalha exposto a riscos ocupacionais também terá direito ao benefício. Detalhe: sem exigência de idade mínima. O modelo a ser constituído no setor público se assemelha ao que já é aplicado na iniciativa privada.
Para os sindicatos do setor público, o gesto de propor ao Parlamento essa discussão representa um avanço importante. Nas contas das entidades, 80% dos funcionários do Executivo federal teriam direito à aposentadoria especial.
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Fonte: Blog do Servidor/Correio Braziliense
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Centrais Sindicais unificam proposta para reajuste de aposentadorias

"As centrais sindicais CUT, Força Sindical, UGT, NCST, CTB e CGTB, a COBAP e os sindicatos nacionais de aposentados, reunidos nesta data em São Paulo, avaliaram projetos de interesse dos trabalhadores e aposentados em tramitação no Congresso Nacional, deliberaram consensualmente o seguinte:
1. Defender a imediata aprovação da Política Permanente de Recuperação do Salário Mínimo, até 2023, com base no INPC do ano anterior, acrescido da variação do PIB de dois anos anteriores, conforme projeto de lei do Executivo;
2. Defender o estabelecimento de uma Política Permanente de Recuperação dos Benefícios das Aposentadorias e Pensões com valores superiores ao salário mínimo, com base na variação do INPC do ano anterior, acrescido de 80% do PIB de dois anos anteriores;
3. Ratificar a posição unitária das Centrais e das representações dos aposentados, favoráveis ao fim do fator previdenciário, contra a exigência de idade mínima para aposentadorias e contra a adoção da chamada média curta para cálculo das aposentadorias.
São Paulo, 23 de novembro de 2009."
CTB - Wagner Gomes
CUT - Artur Henrique
Força Sindical - Paulo Pereira da Silva
UGT - Ricardo Patah
NCST - Calixto Ramos
CGTB - Antônio Neto
Cobap - Warley Martins
Sindicato Nacional dos Aposentados (FS) - João Batista Inocentini
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Vitória dos aposentados: CCJ da Câmara derruba Fator Previdenciário
Lembrando o que é o FP
sábado, 7 de novembro de 2009
Relator da CCJ enterra o "Acordão" sobre Fator Previdenciário
Isso, em termos práticos, enterra a proposta de Pepe, a qual era resultado do "Acordão" feito pelo Governo Federal com algumas centrais sindicais (CGTB, CUT e Força Sindical).
No seu parecer, Faria de Sá manifesta-se pelo fim imediato do FP, nos termos em que foi aprovado pelo Senado e pela segunda comissão de mérito da matéria - a de Seguridade Social e Família. Em seu voto, Arnaldo Faria de Sá afirma que o substitutivo de Pepe Vargas, com a nova redação que pretende dar ao parágrafo 10 do artigo 29 da Lei 8.213/91, que dispõe sobre os Planos de Benefícios da Previdência Social e dá outras providências, "intenta estabelecer limite de idade para aplicação do fator previdenciário", o que, continua, "é inconstitucional e injurídico, visto que essa matéria só pode ser veiculada pela Constituição Federal".
Depois desse parecer, o trâmite do projeto fica obstruído, pois, sendo contrário ao fim do fator previdenciário e fiador do "Acordão", o Governo evitará que o assunto progrida na Câmara, mesmo com parecer aprovado na CCJ. Diante do impasse, dificilmente o projeto terá seu exame concluído neste ano. Em 2010, ano eleitoral, é improvável que, sem um acordo sustentável entre as partes - Centrais Sindicais, Confederação dos Aposentados (COBAP) e o Governo -, a matéria tenha seu curso concluído no Legislativo.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Emenda sobre reajuste de aposentados tem votação adiada
Como o pedido é regimental e a MP tranca os trabalhos do plenário, sua análise foi adiada e os deputados não puderam debater e votar hoje o PL 1/07, já que a emenda é sobre o projeto sobre a política de recuperação e atualização do salário mínimo. A emenda do Senado ao projeto, já aprovada pela comissão especial, concede a todos os aposentados e pensionistas que recebem benefícios da Previdência acima de um mínimo o mesmo índice de reajuste dado ao salário mínimo.
O Governo não quer votar a emenda sob o argumento que as despesas adicionais para a Previdência Social seriam da ordem de R$ 6 bilhões, valor que não seria sustentável pela Previdência.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Proposta de reajuste de aposentadorias pode ser votada em 4/11
Mesmo com a promessa, alguns dos manifestantes vão permanecer em vigília na Câmara para pressionar pela votação do projeto. O presidente da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap), Warley Martins, disse que a mobilização neste momento é importante para garantir que a matéria seja analisada antes de 10 de novembro.
"Hoje, 8 milhões e 100 mil aposentados que ganham acima de um salário mínimo vão ser beneficiados com esse projeto se ele for votado o mais rápido possível. No começo do mês de novembro, vão entrar os projetos de lei do pré-sal. São 4 projetos que vão trancar a pauta. Depois vem o recesso de dezembro e aí neste ano nada mais será votado", avaliou Martins.
Outras propostas
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
"Acordão" da Previdência Social não será mais votado em 2009
A proposta original do senador Paulo Paim (PT-RS), aprovada por unanimidade no Senado e defendida pela CTB, prevê o fim do Fator Previdenciário. Mas o deputado Pepe Vargas (PT-RS) apresentou à Comissão de Finanças e Tributação um substitutivo com os termos do "acordão" fechado entre as três centrais e o governo, que estabelece o direito ao valor integral da aposentadoria somente quando a soma da idade e do tempo de contribuição alcançar 85 anos para as mulheres e 95 para os homens. Saiba mais clicando aqui.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Projeto que substitui Fator Previdenciário apresentado no Congresso
Infelizmente, a CUT e a Força Sindical fizeram um "Acordão" com o governo federal que não extingue o Fator Previdenciário de uma vez por todas, mas coloca a tal fórmula 85/95 no lugar. A faixa da foto acima é da CTB gaúcha, protestando contra o "Acordão" que mantém prejuízos aos aposentados. Não confundam com outro "acordão" feito entre as diretorias de certas entidades da UFPR...