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segunda-feira, 21 de março de 2016

UFPR sedia ato contra o golpe da Rede Globo/Sergio Moro nesta 3a.-feira, 22/03

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Renomados juristas de todo o país desembarcarão nesta terça-feira (22), em Curitiba, “a capital da Lava Jato e da grampolândia”, para um Ato Nacional em Defesa da Democracia e denúncia do golpe engendrado pela parceria entre Rede Globo e juiz federal Sérgio Moro — materializado no vazamento de escutas telefônicas ilegais.

O evento será transmitido ao vivo pelo Blog do Esmael para o Brasil e o mundo, em parceria com a TV 15, a partir das 19 horas, desde o salão nobre da Faculdade de Direito da UFPR.  O evento deve contar com Marcelo Lavenére, ex-presidente nacional da OAB.

É bom frisar que Moro é professor(*) de Processo Penal na UFPR, e por isso o comício de amanhã ganha relevância nacional.

Não é só a academia e os meios jurídicos que começam a acordar para o golpismo em marcha. Na última sexta-feira (18), cerca de 30 mil pessoas foram às ruas da capital paranaense em defesa da democracia. Em todo o país milhões despertam contra o autoritarismo.

Também está no “bico do corvo” a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que assumiu a bandeira do golpe contra o estado democrático de direito.

Possivelmente, operadores do Direito iniciem discussão sobre “Uma Nova Ordem”, ou seja, acerca da criação de uma nova autarquia que represente todos os advogados brasileiros.

CONTINUE LENDO para ver a lista de juristas que apoiam e convidam para este ato.
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(*)Há controvérsias.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Transtorno, mas que transtorno!

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Por vezes, pessoas com quem convivemos manifestam certos sinais e sintomas, certas síndromes, e a gente nem se dá conta, não é mesmo?  Por exemplo, certas pessoas de certa direção de um certo sindicato da UFPR nos dão o que pensar devido à maneira como agem na política...

No Transtorno da Personalidade Paranoide constata-se um padrão invasivo de desconfiança e suspeita quanto aos outros, de modo que seus motivos são interpretados como malévolos. Para diagnosticar o transtorno, é preciso preencher ao menos quatro dos seguintes critérios:

Os indivíduos com o transtorno supõem que as outras pessoas os exploram, prejudicam ou enganam, ainda que não exista qualquer evidência apoiando esta idéia (Critério A1). Eles suspeitam, com base em poucas ou nenhuma evidência, que os outros estão conspirando contra eles e que poderão atacá-los subitamente, a qualquer momento e sem qualquer razão.

Estes indivíduos costumam acreditar que foram profunda e irreversivelmente prejudicados por outra(s) pessoa(s), mesmo que para tal não existam evidências objetivas. Eles preocupam-se com dúvidas infundadas quanto à lealdade e confiabilidade de seus amigos ou colegas, cujas ações são minuciosamente examinadas em busca de evidências de intenções hostis (Critério A2).

Os indivíduos com este transtorno relutam em ter confiança ou intimidade com outras pessoas, pelo medo de que as informações que compartilham sejam usadas contra eles (Critério A3). Eles podem recusar-se a responder a perguntas pessoais, afirmando que as informações "não são da conta de ninguém".

Eles lêem significados ocultos, humilhantes e ameaçadores em comentários ou observações benignas (Critério A4). Por exemplo, um indivíduo com este transtorno pode interpretar um engano genuíno cometido por um balconista como uma tentativa deliberada de enganá-lo no troco, ou pode interpretar uma observação bem-humorada e casual feita por um colega de trabalho como um sério ataque a seu caráter.

Os indivíduos com este transtorno guardam rancores persistentes e relutam em perdoar os insultos, ofensas ou deslizes dos quais pensam ter sido vítimas (Critério A5).  Pequenos deslizes causam grande hostilidade, e os sentimentos hostis persistem por muito tempo. 

Seu contra-ataque é rápido e reagem com raiva aos insultos percebidos (Critério A6). Os indivíduos com este transtorno podem ser patologicamente ciumentos, frequentemente suspeitando da fidelidade de seu cônjuge ou parceiro sexual, sem qualquer justificativa adequada (Critério A7).
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Fonte: com informações da UFRGS/Psicopatologia