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sexta-feira, 5 de julho de 2019

Dallagnol a Moro: “Aha uhu o Fachin é nosso”

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O paspalho covarde juiz do STF Edson Fachin

Nos novos diálogos do Intercept publicados pela Veja, a certeza dos procuradores de que tinham um amigo no STF

Por Kiko Nogueira, no site Diário do Centro do Mundo, em 05/07/2019

As conversas entre membros do Ministério Público Federal assumem várias vezes o tom de arquibancada, com os membros da força-tarefa vibrando e torcendo a cada lance da batalha contra os inimigos.

Em 13 de julho de 2015, Deltan Dallagnol sai exultante de um encontro com o ministro Edson Fachin e comenta com os colegas de Ministério Público Federal: “Caros, conversei 45 m com o Fachin. Aha uhu o Fachin é nosso”. 

Repetindo: Aha uhu o Fachin é nosso.

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Breve comentário deste editor de Blog: Fachin aparentava ser advogado e professor de Direito progressista no começo do milênio, tanto que foi apoiado por este editor a ser reitor da UFPR em 2001 e, anos depois, a se tornar ministro do STF.  Imenso engano.  Fachin, se antes já não era corrompido (e dissimulado), corrompeu-se no convívio com seus colegas de STF em Brasília, com toda a estrutura podre do poder na capital federal.  Foda-se se ele alega que estavam alguns poderosos ameaçando sua família; ele alegou isso uma vez, mas nunca deu nome aos bois. Quem tem caráter, tem, e enfrenta a tormenta; quem não tem, curva-se, como Fachin se curvou. Ajudou objetivamente detratores da Nação, da Democracia e do Direito.  Colabora com a grande farsa dos moro (minúsculas sempre para esse rato) e dos Dallagnol (um playboy evangélico boboca). Se possível, nunca mais ponha os pés nesta UFPR, onde sofrerá o repúdio vivo de quem agora conheceu sua verdadeira falta de caráter e honradez.

quinta-feira, 4 de julho de 2019

Contra-reforma da Previdência aprovada na Comissão Especial da Câmara

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Foram 36 os traidores dos trabalhadores que votaram hoje, 4/7, a favor da proposta de fim do acesso à aposentadoria (vulgo "Reforma da Previdência") na Comissão especial da Câmara dos Deputados.  

Eles aprovaram um texto-base, que ainda pode sofrer modificações.  No parecer aprovado, elaborado por um deputado federal tucano paulista, ao menos ficou de fora a proposta de mudar radicalmente o sistema previdenciário.  O pitbull do ministério da Economia do DesPresidente Boçal, o Paulo Guedes, hiperliberal, queria acabar com o atual sistema e mudá-lo para o modelo de capitalização, que não deu certo em outros países.  

Se, no original enviado à Comissão Especial, a proposta era horrorosa, agora ficou "só" bem ruim!  De toda forma, os trabalhadores mais pobres, em especial as mulheres, serão os mais prejudicados, enquanto os maganos ficam na boa, sonegando impostos.

Agora, essa porcaria de proposta aprovada vai para discussão e votação no plenário da Câmara, em dois turnos. Por ser uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional), ela precisa de 308 votos dos parlamentares (do total de 513), nas duas votações.  Caso aprovada na Câmara, será enviada ao Senado.

As Centrais Sindicais, depois da grande greve geral de 14 de junho, estão passando um abaixo-assinado contra a Reforma, em todo o país. Serve para manter o pique, enquanto se preparam novas manifestações de massa nas ruas contra esse ataque aos trabalhadores.  E dia 12 de julho, a UNE e as Centrais fazem um Ato de protesto em Brasília.

Quem foram os parlamentares paranaenses antipovo e antitrabalhador que votaram a favor dessa desgraça? Aí vai a relação:

  1. DIEGO GARCIA (partido PODEMOS)
  2. FILIPE BARROS (partido PSL, o mesmo do Boçalnaro)
  3. PAULO MARTINS (partido PSC)
  4. REINHOLD STEPHANES JR. (partido PSD)
  5. TONINHO WANDSCHEER (partido PROS)
Além desses, poderíamos mencionar a famigerada "jornalista" plagiadora JOICE HASSELMANN, eleita deputada federal pelo PSL de São Paulo, porque essa senhora (hoje apelidada de "Joice Peppa" ou "Dona Redonda") passou muitos anos em Curitiba, pagando de "moralista" e enganando muita gente com o "jornalismo" que fazia.  A coisa sujou para ela aqui, então se mandou para Sampa, onde foi demitida até da revista Veja.  Mas se elegeu, surfando na onda de extrema-direita do Boçal do PSL.

Veja na figura abaixo os parlamentares que votaram CONTRA a desgraça da Reforma.  Do Paraná, votaram ao lado dos trabalhadores o deputado Aliel Machado (PSB) e a deputada Gleisi Hoffmann (PT).


FUNPAR: o ACT está perto de ser fechado

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Depois de muitas idas e vindas, depois de mal-entendidos semeados na base dos trabalhadores da Funpar por certos ex-dirigentes mais preocupados em fazer chacrinha política do que em ajudar os funparianos, ao que parece estão dadas as condições para ser levado a bom termo o Acordo Coletivo de Trabalho do pessoal da Fundação.

Segundo informação passada por um funpariano colaborador da Diretoria do Sinditest, devem ser mantidas todas as cláusulas do ACT anterior, com concessão de índices de reajuste no salário e no vale-alimentação que superam o percentual de inflação dos últimos 12 meses, o que significa ganho real.

Quanto à luta pela estabilidade no emprego, trata-se de questão a manter com firmeza e prosseguir pressionando Reitoria e Funpar para que aceitem a permanência dos trabalhadores, pois ACT e a estabilidade são questões distintas.  A Diretoria do sindicato e sua Assessoria Jurídica estão definidamente empenhadas em garantir isso.

Pondo de lado diferenças e rivalidades movidas por motivos menores que não os dos trabalhadores e trabalhadoras da Funpar, deve-se estar chegando a um bom desfecho nessa "novela" do ACT.  Mas a luta prossegue.

As pataquadas do despresidente Boçalnaro na reunião do G-20

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Comentários do competentíssimo jornalista Luís Nassif sobre o lamentável desempenho do despresidente Boçalnaro na recente reunião do G-20, no Japão (reunião dos vinte países mais desenvolvidos).  Foi lá o miliciano carioca fascista só fazer o Brasil passar por mais vergonha. Deu até uma de caixeiro-viajante e foi vender bijuteria de nióbio!

Não dá para suportar um suposto governante que produz um escândalo a cada semana, que quer impor uma Contra-reforma da Previdência (na verdade, o fim da aposentadoria), que corta profundamente as verbas de custeio das Universidades e Institutos Federais, que quer privatizar absolutamente tudo.


Precisamos de uma amplíssima Frente pela democracia, pela defesa da soberania nacional e pelos direitos sociais e dos trabalhadores!

Mas dia 12 de julho haverá mais uma manifestação contra o Boçal e seu ministreco da desEducação, o WeinTrouble, em Brasília, puxada pela UNE e por todas as Centrais Sindicais. Chega de Boçal-ignaro.

Marreco sérgio moro, o ladrão fujão

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Deputado Renildo Calheiros (PCdoB-Pernambuco) desmascara e atropela o "marreco de Maringá", sérgio moro, sociopata serviçal do fascista Boçalnaro.  O marreco, pouco depois, ao ser acertadamente alcunhado de "juiz ladrão" pelo deputado Glauber (PSol-RJ), fugiu da sessão!  

Esse cara tem que deixar de ser ministro e ser julgado na justiça comum por todas as infrações que cometeu contra a Constituição Federal, o Código de Processo Penal, o Código de Ética da Magistratura e outros estatutos que regem a conduta de um juiz.

quarta-feira, 12 de junho de 2019

Justiça mantém cortes nas Universidades Federais

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Em uma vitória para o governo, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) derrubou nesta quarta-feira, 12, a liminar que havia barrado os contingenciamentos orçamentários do Ministério da Educação sobre as verbas destinadas às universidades federais. Responsável pela decisão que atendeu ao recurso do Executivo, o desembargador federal Carlos Moreira Alves destacou que o contingenciamento de verbas não se deu apenas no âmbito do Ministério da Educação, mas também nos demais órgãos do Executivo. 

Para o magistrado, isso aponta que uma "impessoalidade" na medida tomada pelo governo, que é "necessária para a busca do equilíbrio fiscal e do aprimoramento da gestão dos recursos públicos, indispensável para o alcance da estabilidade econômica do País", descreveu o desembargador. 

A liminar que suspendia o contingenciamento aplicado pelo governo foi assinada na última sexta-feira, 7, pela juíza federal Renata Almeida de Moura Isaaac, da Bahia, que analisou oito ações, uma delas movida pela chapa Aliança pela Liberdade, que comanda o Diretório Central dos Estudantes da Universidade de Brasília (UnB).
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Fonte: "Estadão", via site Conversa Afiada

Greve Geral Nacional em 14 de junho! Salvemos nossas aposentadorias!

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Depois de duas colossais manifestações que sacudiram de norte a sul o Brasil - em 15 e em 30 de maio - agora trabalhadoras, trabalhadores, estudantes, professores, o povo explorado e oprimido em geral partem para a grande Greve Geral de 14 de junho.  Esta poderá ser a maior demonstração de repúdio ao desgoverno do "tenente" Jair Boçalnaro, o louco pornográfico e fascista.  

Os três eixos fundamentais desta Greve Nacional são:

- Contra a Reforma criminosa antipopular da Previdência;

- Contra os cortes de verbas das Universidades Públicas, em defesa da Educação, da Ciência e da Cultura;

- Por uma verdadeira política de empregos.

Na noite de ontem, mais de 200 ativistas de sindicatos, organizações estudantis e populares, e partidos de esquerda, reuniram-se na sede da APP-Sindicato para definir os últimos preparativos da grande Greve e a programação do dia de greve propriamente dito.  Um raro quadro de completa unidade de TODAS as Centrais Sindicais do país. A foto abaixo mostra um pouco do espírito guerreiro desses - estes sim! - verdadeiros patriotas, democratas e defensores dos trabalhadores.


Confira abaixo como fica a programação geral e para o campus de Curitiba da UFPR:

* 06h30: na troca de turno do HC, panfletagem e confecção de faixas, cartazes e "pirulitos", alusivos ao temário da greve (nas entradas do hospital e no estacionamento do HC).

* 07h30: Concentração dos ativistas da UFPR no pátio da Reitoria, com café da manhã.

* 10h00: passeata do pátio da Reitoria para encontrar os demais manifestantes diante do Palácio Iguaçu (onde já estarão companheiros/as dos mais variados setores e os que vierem dos piquetes matinais).

* 11h00: início de concentração diante do Palácio Iguaçu.

* 13h00 ou 13h30: passeata desde o Centro Cívico até a praça Santos Andrade.

* 14h00: segunda concentração, com afluência de mais setores, na praça Santos Andrade (e também diante do simbólico prédio do INSS).

* A partir da praça, a manifestação poderá se deslocar no trajeto tradicional pela rua Marechal Deodoro, em direção à Boca Maldita (onde poderá ser finalizada toda a manifestação ou talvez prosseguir mais, até a praça Rui Barbosa).

COMPANHEIROS e COMPANHEIRAS!

De nosso espírito indômito e de luta dependerá o destino de nossas aposentadorias, de nossa Educação Pública Gratuita, da soberania nacional e da democracia! Repudiaremos o não-presidente e seu clã miliciano que só pensa em políticas de morte para a população e poderemos descortinar um futuro que não seja sombrio como neste momento ainda parece ser.  Vamos à luta!  Vamos construir a grande Greve Geral Nacional de 14 de junho!

Marreco moro, o supercara 2 em 1 !

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Depois do revelado pelo site TheIntercept.com/Brasil, do premiadíssimo jornalista Glenn Greenwald, sobre a promiscuidade entre o "juiz" sérgio moro (minúsculas sempre!) e o procurador acusador Tantã Enganol, a casa caiu para o "superministro da justissa" (com dois 's' mesmo, porque aquilo lá nunca foi justiça). 
Vejam só como o cara é "útil" e capaz: dois em um! Ao mesmo tempo que é juiz, é também acusador. Maravilha! Se você vier a ser réu em algum processo, não queira pegar um juiz desses pela frente, que combina antes a tua condenação com o promotor.
E, aos que elegeram o não-presidente Boçalnaro, que peguem esse livro sobre o marreco, enrolem e enfiem em seu próprio... vocês sabem o quê.

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Unidade na base Funpar parte rumo a vitórias

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Entendimento, unidade, vontade de lutar junto para conquistar vitórias palpáveis na luta de negociação do ACT/2019.  Elementos fundamentais para se atingir um bom desfecho nesta difícil quadra política por que passam todos os trabalhadores brasileiros sob o governo neofascista do antipresidente Boçalnaro.

Foi o que se viu na assembleia geral da Funpar realizada ontem de manhã, no 7. andar do Anexo B do HC, convocada conjuntamente por Sinditest e Senalba.  A começar da mesa dirigente dos trabalhos, composta pelos diretores atuais do Sinditest Daniel Mittelbach e Cristina, por Luiz, Celinha e Nei (da Funpar),  pelo presidente do Senalba, Marcelo, e pela Comissão de Negociação da Funpar (coordenada pela colega Rosaninha).  Completavam a mesa os advogados Tiago e Mauro, e o advogado do Senalba.

Um panfleto produzido pela assessoria de comunicação do Sinditest foi distribuído, esclarecendo os fatos envolvendo a questão da representação dos trabalhadores funparianos em relação a Sinditest e Senalba, e propondo encaminhamentos unitários concretos para, daqui por diante, tanto quanto ao ACT como quanto outras questões de interesse da base Funpar, conteúdo que foi verbalmente apresentado por Daniel no começo da assembleia.

Em seguida falou Marcelo, do Senalba, afirmando que a Funpar "sempre foi bem representada pelo Sinditest nos ACTs".  Afirmando que o Senalba não pretende ser protagonista da costura do ACT, Marcelo disse que seu sindicato "está endossando o Acordo que Sinditest e Comissão definirem", mas que gostaria de que houvesse algum representante do Senalba nesse processo, como auxiliar.  Ainda asseverou que "se a diretoria atual do Sinditest quer incluir (oficialmente) a Funpar como base, o Senalba não criará nenhum óbice para isso acontecer."

Ambos foram bem aplaudidos pela plenária de mais de cem pessoas presentes no auditório do HC.

Rosaninha, veterana trabalhadora da Funpar e das lutas da categoria, membra da Comissão de Negociação do ACT, colocou que "queremos nosso ACT, nosso foco é o ACT e a preservação dos empregos." Sobre as disputas judiciais (recursos) mantidas pela extinta chapa 2 da eleição sindical passada, ela disse: "eles que se entendam."  E propôs: "que esta Comissão de Negociação se mantenha e que aceitemos - talvez como observadores - alguém do Senalba e alguém do Sinditest, ainda que 'peguem o bonde andando' ".

Também longevo trabalhador na Funpar, Luiz, ligado à atual Diretoria do Sinditest, fez uma fala empolgada. De início, lamentou que alguns membros da base Funpar estejam se desfiliando do Sinditest ou pretendendo fazê-lo, movidos por mentiras a eles assopradas por quem sempre tratou aquela base como massa de manobra e curral eleitoral.  Enfatizou: "o Sinditest sempre nos representou, nos bons e maus momentos e temos que ter alguém que nos represente e ampare."  Finalizou dizendo que o pessoal da Funpar não tem como reconhecer o Senalba como sua representação efetiva porque essa base "respira o Sinditest", e que "devemos brigar juntos, não vamos baixar a bola para ninguém."

Destoante desse espírito saudável tendente à unidade para a luta foi a intervenção da servidora Marianne, que não é da base da Funpar.  Entupida até a calota craniana de ódio e ressentimento contra a atual Diretoria do Sinditest, e preocupada sobretudo em jogar a base da Funpar contra a Diretoria, objetivamente ela não estava a fim de falar muito da questão do ACT e dos próximos passos para concretizá-lo.  Quis sublinhar que, com os recursos judiciais que sua ex-Chapa 2 interpôs, a atual Diretoria do Sinditest "está sub judice e logo vai cair".  Diga-se de passagem, recurso (ilusório) apresentado por advogado figurão do cenário nacional; é de se perguntar como servidores de salários baixos como quase todos nós conseguem bancar honorários altos do tal figurão.  Ou será ele um "bom samaritano", trabalhando de graça?  Engana-me que eu gosto... Tão fora da casinha foi a fala de Marianne que o reflexo disso foi ter sido aplaudida por muito poucos na assembleia.

Dentre as propostas de encaminhamento apresentadas pela Diretoria do Sinditest:

* Manter a organização histórica dos trabalhadores da Funpar junto ao Sinditest-PR, buscando os meios legais e políticos para garantir a negociação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2019-2020;

* Defender a pauta histórica de manutenção dos empregos da Funpar, com a divulgação de todas as informações relativas ao tema;

* Combater o assédio moral e defender a melhoria contínua das relações de trabalho no HC;

* Realizar o Congresso de Reforma Estatutária para reparar o erro histórico, defendendo a inclusão da Funpar no Estatuto.
Ao fim e ao cabo prevaleceu o bom entendimento, conducente a que a Comissão de Negociação eleita na base, junto com representações de Sinditest e Senalba, dê os próximos passos para finalizar o ACT junto a Reitoria e Superintendência da Funpar, acordo que, por formalidade jurídica, terá que ser assinado pelo representante do Senalba.  Unidade, bandeira da esperança.

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Assembleia da FUNPAR para repor fatos e posições em seu devido lugar

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Nesta quinta-feira, 23, a partir das 10h00, no anfiteatro do 7. andar do Anexo B do HC, acontece uma assembleia dos trabalhadores e trabalhadoras da Funpar do Hospital, convocada conjuntamente pelo sindicato oficial da categoria - o SENALBA - e pelo SINDITEST-PR.

A intenção é prosseguir no esclarecimento dos fatos mais recentes envolvendo a representação formal oficial dessa base de trabalhadores, segundo determinações da Justiça do Trabalho, bem como retomar encaminhamentos para levar a termo o ACT de 2019.

Espera-se bom comparecimento do pessoal da Funpar e um real interesse de se inteirar das questões a serem postas pelas duas entidades sindicais, desde as decisões tomadas pelo juiz do trabalho no mês de março deste ano sobre o processo eleitoral sindical de 2018, mas também recuperar o que foi a desastrada ação judicial (de 2014) impetrada por antiga Diretoria do SINDITEST-PR, a partir da qual esta entidade perdeu toda chance de efetivamente (e oficialmente) poder representar os funparianos.

Objetivamente, a situação é esta:

1-A Justiça trabalhista, provocada por ação judicial da Diretoria do SINDITEST em 2014, determinou que TODA a base de trabalhadores funparianos (no HC ou fora dele) não deveria estar sob a alçada do SINDITEST e sim do SENALBA.

2-O Congresso de reforma estatutária de 2015 NÃO incluiu a Funpar como base do SINDITEST.

3-O Juiz trabalhista, em março de 2019, reiterou o entendimento de 2014 de que o sindicato oficial da Funpar é o SENALBA.

4-Em declaração em abril de 2019, o reitor da UFPR (por extensão a Superintendência da Funpar) afirmou que somente negocia o ACT com o sindicato oficial representante da Funpar, ou seja, o SENALBA, e que não reconhecerá nenhuma Comissão que pretenda falar autonomamente em nome dessa base e que desconsidere o SENALBA.

5-A atual Diretoria do SINDITEST - gestão 2019/2021 - se dispõe inteiramente a colaborar no processo negocial do ACT/2019, no que puder contribuir, de modo que os trabalhadores da Funpar possam ter um ótimo ACT (aliás, segundo o reitor Ricardo Marcelo, essa é a atual predisposição dele).

6-Independente de divergências políticas que existem na base Funpar e em relação à Diretoria atual do SINDITEST, o bom senso recomenda um trabalho unitário e responsável, para se chegar a bom desfecho neste ACT/2019.


Protestos políticos, atuação disparatada de grupos movidos por ressentimentos e iras várias não ajudarão na assembleia nem no processo do ACT.  Quando muito, podem "desopilar o fígado" de uns ressentidos eleitorais, mas não terão o menor efeito prático no sentido de se alcançar um bom ACT.  Acreditamos que ao final de contas prevalecerá o bom senso e responsabilidade da ampla maioria para se chegar a um resultado concreto positivo.

domingo, 28 de abril de 2019

Moral de santinho-do-pau-oco dos antigos diretores do Sinditest e da ex-Chapa 2

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"Santinho do pau-oco" era uma gíria tornada comum no século 18 no Brasil, porque sob a estátua oca da imagem de exportação do santo escondiam-se peças de ouro a modo de contrabando.  Não deixa de guardar algum paralelo a imagem daquilo com o que hoje a extinta Chapa 2 do Sinditest tenta traficar no seio da categoria dos TAEs, em especial nos trabalhadores da FUNPAR.  Por fora, santinhos, por dentro, coisas escusas.

Vingativos, esses ex-dirigentes tentam colocar segmentos da categoria contra a direção do Sinditest eleita, a Chapa 3 - "Reconstruir o Sinditest PELA BASE".  Movem todos os argumentos, os mais falaciosos possíveis e também xingamentos à larga, contra quem de fato e de direito (por comprovação da Justiça Trabalhista, essa que o fascista Boçalnaro quer extinguir) assumiu a Direção do Sinditest desde 12 de abril.

Uma das sacanagens perpetradas por essa chusma que recentemente teve de desocupar as instalações do sindicato que julgava serem suas ad aeternum?  Preocupadíssimos com os proventos dos próprios funcionários do Sinditest-PR, atrasaram propositalmente a entrada de pedido judicial para assegurar desconto da mensalidade sindical na folha de pagamento, uma pegada do governo Boçalnaro em sua MP 873 contra os sindicatos. 

Resultado: os contracheques de abril (pagamento em começo de maio) estão sem o desconto da mensalidade sindical, zerando o caixa.  Como pagar devidamente os funcionários e outras despesas correntes do sindicato sem caixa?  Note-se que TODOS os sindicatos que entraram com pedido de liminar contra a MP 873 (que determinou a retirada do desconto em folha da mensalidade sindical), foram vitoriosos e mantiveram a recepção de suas mensalidades.

No caso do Sinditest, a nova direção viu-se diante desse tipo de deliberada sacanagem dos antigos diretores contra sua própria entidade.  Querem beijar os pés deles? Beijem os que forem imbecis.


A Direção que assume se esforçará para dar um jeito, até que se regularize a coisa no mês próximo.  Até lá, percalços. E a certeza de que esse tipo de gente, que nem se preocupa com os próprios trabalhadores do sindicato, não tem de verdade nada a ver com a defesa da classe trabalhadora.  São oportunistas, aproveitadores e carreiristas do movimento sindical.

Nenhuma mamata é para sempre

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Então, Zeferino, apelidado "Zé" pelos colegas de trabalho no hospital, depois de ser eleito à diretoria do sindicato e se tornando parceiro da principal líder, entendeu que diante de si abria-se ampla avenida de boa vida.

Viajou bastante à custa do sindicato, do que nunca prestou contas nem fez quaisquer relatórios escritos de participação.  Afinal estava tudo no compadrio e a base seria burra e complacente o bastante para esquecer tudo.

Resolveu o Zé inventar um estado de "liberação para atividade sindical", pelo qual receberia seu salário diretamente pelo sindicato, segundo a lei.  Mas liberação de fato não havia: continuou recebendo salário pela instituição onde contratado estava. Só que, ao lado da remuneração da instituição, havia a dada pelo sindicato, duplo benefício.  Mamão com mel.

Descoberta a irregularidade, lá foi o bom Zé negociar com a instituição para acertar seus devidos.  Devia uns bons perto de 30 mil reais.  Buscou ajutório de sua entidade sindical-mãe para cobrir o rombo da prevaricação do pró-reitor.  Conseguiu, pois ainda estavam na direção do sindicato, à beira de nova disputa eleitoral.  E assim se endividou com um empréstimo junto à entidade.  Ou não? Ou foi tudo perdoado? 

O mais novo "banco" do mercado

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Coisas para se fazer na rua Agostinho Leão quando não se está ainda morto. Ora, eis que se toma ciência de certas operações bancário-financeiras entre um certo sindicato da UFPR e uma certa “Central Sindical”. Alegadamente para salvar ativos do dito sindicato da sanha de uma ação judicial trabalhista contra o caixa sindical. A nova instituição no mercado parece ser uma certa BanCONLUTAS. 

Destarte, um CNPJ sindical delega a outro CNPJ a confiança da guarda de seu “cash” (bufunfa real) e com ele troca relações para liberação de dinheiro para as despesas correntes, na base do telefone e do email. 

Meio esquisito, não é? 

Fosse entre pessoas físicas, talvez se compreendesse. Não entre entidades jurídicas distintas, sendo uma delas o polo que repassa o dinheiro, uma entidade independente e com contas a prestar perante seus filiados. 

Ora, pois, a neo-entidade “banco” ainda detem uma vultosa soma da entidade depositante/circulante. Vai devolver a seus legítimos donos o valor de que é depositária? A conferir, porque, se não se der tudo nos devidos trâmites, a cobra vai fumar.

sexta-feira, 26 de abril de 2019

Universidade desobedece ao MEC e se recusa a fazer novas eleições para reitor

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O clima é de tensão e de indefinição nos corredores da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), cidade de 210 mil habitantes localizada a 225 quilômetros da capital do Mato Grosso do Sul, Campo Grande. Fundada há 13 anos, a instituição atende a 8 mil alunos na graduação. Sua reitora atual, Liane Maria Calarge, tem mandato até o mês de junho. Ninguém sabe, por enquanto, quem irá sucedê-la.

A lista tríplice de nomes, submetida ao Ministério da Educação, foi devolvida, com o pedido de que novas eleições sejam realizadas. Depois de reunião realizada nesta quarta-feira, o Colégio Eleitoral da UFGD reagiu informando que não pretende realizar novas eleições. Enviou uma nota informativa ao MEC, mencionando o fato de que o procurador federal Jezihel Pena Lima, da AGU, lotado na Universidade Federal do Rio de Janeiro, emitiu um parecer favorável à maneira como a escolha do reitor foi realizada.
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Fonte: Gazeta do Povo

terça-feira, 23 de abril de 2019

Museu de História Natural de Nova York desiste de sediar premiação com Bolsonaro

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O Museu Americano de História Natural confirmou nesta segunda-feira que desistiu de sediar a homenagem ao presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, que seria realizada pela Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos no próximo dia 14 de maio. De acordo com mensagem em rede social, a decisão foi tomada em conjunto. A Câmara não se pronunciou sobre o caso desde o início da polêmica.

“Com respeito mútuo pelo trabalho e metas de nossas organizações individuais, concordamos em conjunto que o museu não é a melhor localização para o jantar de gala da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos. Este evento tradicional vai ocorrer em outro local na data original e hora”, escreveu o museu no Twitter.

A decisão foi anunciada após uma série de protestos de membros da instituição científica por considerarem o presidente brasileiro um “inimigo” da preservação ambiental. Bolsonaro receberia o prêmio de Personalidade do Ano.

Em uma carta aberta à presidente do museu, Ellen Futter, estudantes, doutorandos, funcionários e pesquisadores da instituição pediram na semana passada o cancelamento da homenagem a Bolsonaro, a quem chamam de “presidente fascista do Brasil”, afirmando que o evento seria “uma mancha na reputação do museu”. O texto é acompanhado por um abaixo-assinado que no sábado já contava com mais de 500 assinaturas.

O portal Gothamist citou um ambientalista que ressalta ser “uma ironia particularmente amarga que um homem que tenta destruir um dos recursos naturais mais preciosos seja nomeado Personalidade do Ano dentro de um espaço dedicado à celebração do mundo natural”.

— Ele nega a existência de mudanças climáticas antropogênicas e nomeou vários outros que também as negam para seu Gabinete. E ele também está desmantelando as proteções ao meio ambiente no Brasil. Então, obviamente não se trata de algo para ser celebrado pela ciência — afirmou Philip Fearnside, americano que leciona no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), à agência de notícias Reuters.
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Fonte: Jornal O Globo

O oCUltismo de Olavo de Carvalho e seus olavetes

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Somente um completo imbecil, despreparado e semianalfabeto como o presidente Boçal poderia ter como seu "guru" um psicopata que se diz "filósofo" e astrólogo, como Olavo de Carvalho.  Um sujeito que mora no estado da Virginia, nos EUA, e que a cada quatro frases enfia a palavra "cu".

Esse é o oCUltismo CUltivado pelo Boçal e seus filhos destemperados e entupidos de ódio a tudo que cheire a real progresso humano. Definitivamente, o país e seu pobre povo estão vivendo tempos de trevas.


Assim, para nós trabalhadores técnicos e docentes de Universidades Públicas, duramente e diariamente atacadas pela quadrilha olavista do oCUltismo, embarcando só um pouco no"estilo", também queremos que esse (des)governo fascista rapidamente tome no fiofó para valer e seja enxotado do Planalto.

segunda-feira, 22 de abril de 2019

SBPC e Andifes propõem que se ofereçam informações corretas ao presidente

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Para o presidente da Andifes, “basta uma pesquisa sobre os indicadores formulados pelo próprio governo, através de órgãos como ministérios e agências de fomento, para se verificar a elevada produtividade científica e tecnológica nas universidades públicas”.

Marluce Moura, no Jornal GGN - -22/04/2019

Em palavras distintas, o presidente da Associação Nacional das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Reinaldo Centoducatte, e o presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Ildeu de Castro Moreira, expressaram no fim de semana basicamente a mesma avaliação e idênticas preocupações ante a recente declaração do presidente da República (em entrevista à rádio Jovem Pan, no dia 8 de abril) sobre inexistência de pesquisa científica nas universidades públicas brasileiras. “A afirmação do presidente da República está evidentemente incorreta”, disse Ildeu, que é professor do Instituto de Física da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ela “decorre de absoluta falta de informação”, considerou Centoducatte, reitor da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).

Para o presidente da Andifes, “basta uma pesquisa sobre os indicadores formulados pelo próprio governo, através de órgãos como ministérios e agências de fomento, para se verificar a elevada produtividade científica e tecnológica nas universidades públicas”. Em paralelo, o presidente da SBPC pondera que, “se consultamos os estudos nacionais ou internacionais sobre as publicações científicas feitas por instituições brasileiras, como demonstrado claramente em documentos citados em matéria anterior do Ciência na rua, verifica-se a predominância grande das publicações provenientes de universidades públicas, de mais de 90%”.

Centoducatte observou que “o país produz mais da metade de CT&I no conjunto dos países da América Latina” e ocupa a primeira posição na produção científica dos países ibero-americanos. “A produção brasileira não alcança 3% da produção científica global, mas isso ainda é significativo, considerando o baixo investimento do Brasil em relação à média mundial”.

Ildeu ressaltou que “as universidades privadas têm uma contribuição muito menor que as públicas, embora importante em vários casos, e bastante concentrada em universidades confessionais, como as PUCs do Paraná, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, que contam também com substantivo apoio de recursos públicos para as pesquisas que realizam”. A posição de maior destaque entre as universidades privadas, destacou, “é a da PUC-PR, em 37o lugar. É importante frisar que existem também instituições públicas de pesquisa, que não são universidades, como a Fiocruz, Embrapa, Butantã, ITA, institutos do MCTIC etc, que superam os níveis de publicação da imensa maioria das universidades privadas”. confessionais, como as PUCs do Paraná, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, que contam também com substantivo apoio de recursos públicos para as pesquisas que realizam”. A posição de maior destaque entre as universidades privadas, destacou, “é a da PUC-PR, em 37o lugar. É importante frisar que existem também instituições públicas de pesquisa, que não são universidades, como a Fiocruz, Embrapa, Butantã, ITA, institutos do MCTIC etc, que superam os níveis de publicação da imensa maioria das universidades privadas”.

domingo, 21 de abril de 2019

Chapa 2 - o golpe do "golpe"

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Integrantes da ex-Chapa 2 do Sinditest-PR estão praticando à larga o jus sperneandi (o “direito de espernear”) na contestação de decisão da Justiça Trabalhista, pela qual foram anuladas as urnas de votos coletados da FUNPAR, na eleição de outubro/2018. Isto mudou a apuração real daquela eleição, autorizando a Chapa 3 (de oposição) a tomar imediata posse na Diretoria do sindicato.


O argumento da ex-Chapa 2 (situacionista) é falacioso, enganador. Omite fatos concretos e documentais sobre o status jurídico do pessoal da FUNPAR. A antiga turma da situação (que ficou 11 anos direto aboletada nos cargos sindicais) quer se apoiar no fato de que ACTs da FUNPAR foram conduzidos pelo Sinditest, logo esse segmento de trabalhadores/as deveria ter direito a votar na eleição da Diretoria.

Ora, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. 

Os sindicatos que, pelo tipo de contrato de trabalho, deveriam representar a FUNPAR – SENALBA e SINDESC - por um acordo tácito feito vários anos atrás abriram mão de conduzir os ACTs; deixaram isso para um tipo de ação “informal” realizada pelo Sinditest, que então negociava com a Superintendência da FUNPAR.

Agir assim nos ACTs não equivale a dar status – jurídico, formal – de eleitores da direção do Sinditest para o segmento funpariano. 

Tanto que, conforme exaustivamente demonstrado pelo tenaz vasculhador de documentos legais, o “Paraná”, jamais a dita base FUNPAR foi inscrita nem em atas nem no Estatuto antigo nem no mais recente (mudado em 2015). 

É o Artigo 1º. do estatuto, o documento principal de uma entidade, que rege a eleição sindical, é o que define quais os segmentos efetivamente representados pelo SInditest, portanto com direito a voto. E a FUNPAR NÃO CONSTA nesse Artigo 1º! 

Isso poderia ter mudado no estatuto aprovado no Congresso de 2015, mas nem a então diretoria ligada à ex-Chapa 2 defendeu isso, e, no plenário congressual, nem funparianos ficaram a favor. Ou seja, numa instância máxima da entidade, a FUNPAR votou para se autoexcluir do Estatuto!

Também já foi esclarecido em mais de uma Nota pública que nem a Chapa 3 e nem a Chapa 1 tomaram iniciativa de entrar com ação judicial. Foi um servidor do campus de Toledo da UTFPR quem percebeu o erro e resolveu fazer a contestação do resultado, afinal acatada pelo juiz trabalhista. Provavelmente por já estar esse servidor com a paciência esgotada diante do tipo de orientação político-sindical da tribo da ex-Chapa 2.

Aliás, outra questão é que a ex-Chapa 2 não fugiu de comparecer à audiência, logo, deve acatar a decisão que ali se tomou. Além disso, acusa seus adversários políticos de “golpistas”. Ora, então precisaria chamar disso também o juiz do trabalho que prolatou a sentença. Tem coragem de chamar disso o juiz? Vamos ver.

Por isso, repetimos: uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Quem quer misturar as bolas, age para iludir uma categoria.

É  o golpe retórico da alegação de um inexistente “golpe”!