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quinta-feira, 4 de julho de 2019

FUNPAR: o ACT está perto de ser fechado

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Depois de muitas idas e vindas, depois de mal-entendidos semeados na base dos trabalhadores da Funpar por certos ex-dirigentes mais preocupados em fazer chacrinha política do que em ajudar os funparianos, ao que parece estão dadas as condições para ser levado a bom termo o Acordo Coletivo de Trabalho do pessoal da Fundação.

Segundo informação passada por um funpariano colaborador da Diretoria do Sinditest, devem ser mantidas todas as cláusulas do ACT anterior, com concessão de índices de reajuste no salário e no vale-alimentação que superam o percentual de inflação dos últimos 12 meses, o que significa ganho real.

Quanto à luta pela estabilidade no emprego, trata-se de questão a manter com firmeza e prosseguir pressionando Reitoria e Funpar para que aceitem a permanência dos trabalhadores, pois ACT e a estabilidade são questões distintas.  A Diretoria do sindicato e sua Assessoria Jurídica estão definidamente empenhadas em garantir isso.

Pondo de lado diferenças e rivalidades movidas por motivos menores que não os dos trabalhadores e trabalhadoras da Funpar, deve-se estar chegando a um bom desfecho nessa "novela" do ACT.  Mas a luta prossegue.

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Unidade na base Funpar parte rumo a vitórias

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Entendimento, unidade, vontade de lutar junto para conquistar vitórias palpáveis na luta de negociação do ACT/2019.  Elementos fundamentais para se atingir um bom desfecho nesta difícil quadra política por que passam todos os trabalhadores brasileiros sob o governo neofascista do antipresidente Boçalnaro.

Foi o que se viu na assembleia geral da Funpar realizada ontem de manhã, no 7. andar do Anexo B do HC, convocada conjuntamente por Sinditest e Senalba.  A começar da mesa dirigente dos trabalhos, composta pelos diretores atuais do Sinditest Daniel Mittelbach e Cristina, por Luiz, Celinha e Nei (da Funpar),  pelo presidente do Senalba, Marcelo, e pela Comissão de Negociação da Funpar (coordenada pela colega Rosaninha).  Completavam a mesa os advogados Tiago e Mauro, e o advogado do Senalba.

Um panfleto produzido pela assessoria de comunicação do Sinditest foi distribuído, esclarecendo os fatos envolvendo a questão da representação dos trabalhadores funparianos em relação a Sinditest e Senalba, e propondo encaminhamentos unitários concretos para, daqui por diante, tanto quanto ao ACT como quanto outras questões de interesse da base Funpar, conteúdo que foi verbalmente apresentado por Daniel no começo da assembleia.

Em seguida falou Marcelo, do Senalba, afirmando que a Funpar "sempre foi bem representada pelo Sinditest nos ACTs".  Afirmando que o Senalba não pretende ser protagonista da costura do ACT, Marcelo disse que seu sindicato "está endossando o Acordo que Sinditest e Comissão definirem", mas que gostaria de que houvesse algum representante do Senalba nesse processo, como auxiliar.  Ainda asseverou que "se a diretoria atual do Sinditest quer incluir (oficialmente) a Funpar como base, o Senalba não criará nenhum óbice para isso acontecer."

Ambos foram bem aplaudidos pela plenária de mais de cem pessoas presentes no auditório do HC.

Rosaninha, veterana trabalhadora da Funpar e das lutas da categoria, membra da Comissão de Negociação do ACT, colocou que "queremos nosso ACT, nosso foco é o ACT e a preservação dos empregos." Sobre as disputas judiciais (recursos) mantidas pela extinta chapa 2 da eleição sindical passada, ela disse: "eles que se entendam."  E propôs: "que esta Comissão de Negociação se mantenha e que aceitemos - talvez como observadores - alguém do Senalba e alguém do Sinditest, ainda que 'peguem o bonde andando' ".

Também longevo trabalhador na Funpar, Luiz, ligado à atual Diretoria do Sinditest, fez uma fala empolgada. De início, lamentou que alguns membros da base Funpar estejam se desfiliando do Sinditest ou pretendendo fazê-lo, movidos por mentiras a eles assopradas por quem sempre tratou aquela base como massa de manobra e curral eleitoral.  Enfatizou: "o Sinditest sempre nos representou, nos bons e maus momentos e temos que ter alguém que nos represente e ampare."  Finalizou dizendo que o pessoal da Funpar não tem como reconhecer o Senalba como sua representação efetiva porque essa base "respira o Sinditest", e que "devemos brigar juntos, não vamos baixar a bola para ninguém."

Destoante desse espírito saudável tendente à unidade para a luta foi a intervenção da servidora Marianne, que não é da base da Funpar.  Entupida até a calota craniana de ódio e ressentimento contra a atual Diretoria do Sinditest, e preocupada sobretudo em jogar a base da Funpar contra a Diretoria, objetivamente ela não estava a fim de falar muito da questão do ACT e dos próximos passos para concretizá-lo.  Quis sublinhar que, com os recursos judiciais que sua ex-Chapa 2 interpôs, a atual Diretoria do Sinditest "está sub judice e logo vai cair".  Diga-se de passagem, recurso (ilusório) apresentado por advogado figurão do cenário nacional; é de se perguntar como servidores de salários baixos como quase todos nós conseguem bancar honorários altos do tal figurão.  Ou será ele um "bom samaritano", trabalhando de graça?  Engana-me que eu gosto... Tão fora da casinha foi a fala de Marianne que o reflexo disso foi ter sido aplaudida por muito poucos na assembleia.

Dentre as propostas de encaminhamento apresentadas pela Diretoria do Sinditest:

* Manter a organização histórica dos trabalhadores da Funpar junto ao Sinditest-PR, buscando os meios legais e políticos para garantir a negociação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2019-2020;

* Defender a pauta histórica de manutenção dos empregos da Funpar, com a divulgação de todas as informações relativas ao tema;

* Combater o assédio moral e defender a melhoria contínua das relações de trabalho no HC;

* Realizar o Congresso de Reforma Estatutária para reparar o erro histórico, defendendo a inclusão da Funpar no Estatuto.
Ao fim e ao cabo prevaleceu o bom entendimento, conducente a que a Comissão de Negociação eleita na base, junto com representações de Sinditest e Senalba, dê os próximos passos para finalizar o ACT junto a Reitoria e Superintendência da Funpar, acordo que, por formalidade jurídica, terá que ser assinado pelo representante do Senalba.  Unidade, bandeira da esperança.

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Assembleia da FUNPAR para repor fatos e posições em seu devido lugar

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Nesta quinta-feira, 23, a partir das 10h00, no anfiteatro do 7. andar do Anexo B do HC, acontece uma assembleia dos trabalhadores e trabalhadoras da Funpar do Hospital, convocada conjuntamente pelo sindicato oficial da categoria - o SENALBA - e pelo SINDITEST-PR.

A intenção é prosseguir no esclarecimento dos fatos mais recentes envolvendo a representação formal oficial dessa base de trabalhadores, segundo determinações da Justiça do Trabalho, bem como retomar encaminhamentos para levar a termo o ACT de 2019.

Espera-se bom comparecimento do pessoal da Funpar e um real interesse de se inteirar das questões a serem postas pelas duas entidades sindicais, desde as decisões tomadas pelo juiz do trabalho no mês de março deste ano sobre o processo eleitoral sindical de 2018, mas também recuperar o que foi a desastrada ação judicial (de 2014) impetrada por antiga Diretoria do SINDITEST-PR, a partir da qual esta entidade perdeu toda chance de efetivamente (e oficialmente) poder representar os funparianos.

Objetivamente, a situação é esta:

1-A Justiça trabalhista, provocada por ação judicial da Diretoria do SINDITEST em 2014, determinou que TODA a base de trabalhadores funparianos (no HC ou fora dele) não deveria estar sob a alçada do SINDITEST e sim do SENALBA.

2-O Congresso de reforma estatutária de 2015 NÃO incluiu a Funpar como base do SINDITEST.

3-O Juiz trabalhista, em março de 2019, reiterou o entendimento de 2014 de que o sindicato oficial da Funpar é o SENALBA.

4-Em declaração em abril de 2019, o reitor da UFPR (por extensão a Superintendência da Funpar) afirmou que somente negocia o ACT com o sindicato oficial representante da Funpar, ou seja, o SENALBA, e que não reconhecerá nenhuma Comissão que pretenda falar autonomamente em nome dessa base e que desconsidere o SENALBA.

5-A atual Diretoria do SINDITEST - gestão 2019/2021 - se dispõe inteiramente a colaborar no processo negocial do ACT/2019, no que puder contribuir, de modo que os trabalhadores da Funpar possam ter um ótimo ACT (aliás, segundo o reitor Ricardo Marcelo, essa é a atual predisposição dele).

6-Independente de divergências políticas que existem na base Funpar e em relação à Diretoria atual do SINDITEST, o bom senso recomenda um trabalho unitário e responsável, para se chegar a bom desfecho neste ACT/2019.


Protestos políticos, atuação disparatada de grupos movidos por ressentimentos e iras várias não ajudarão na assembleia nem no processo do ACT.  Quando muito, podem "desopilar o fígado" de uns ressentidos eleitorais, mas não terão o menor efeito prático no sentido de se alcançar um bom ACT.  Acreditamos que ao final de contas prevalecerá o bom senso e responsabilidade da ampla maioria para se chegar a um resultado concreto positivo.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

ACT da FUNPAR com ganho real... Conta outra!

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A atual diretoria do Sinditest, quando ainda na sua campanha de chapa de oposição em 2007, alardeava muito para os servidores da FUNPAR que somente com ela na cabeça do movimento teriam "ganhos reais", minimizando o fato de que os Acordos Coletivos de Trabalho (ACTs) de 2006 e 2007 obtiveram reajustes acima de inflação e insinuando que teriam sido maus Acordos.


Agora que pilotam o processo de negociação com os patrões da FUNPAR, a Diretoria das formigas parece estar com dificuldades de chegar a algum bom resultado. Curiosamente, segundo informam trabalhadores da base da FUNPAR, a Diretoria estaria fazendo corpo mole para enfrentar o patrão em caso de necessidade de começar uma greve. Estariam os "ultracombativos" diretores com medo de chamar uma parada total da FUNPAR e depois se darem mal? E a Comissão de Negociação, eleita pela base da FUNPAR em Assembléia, participa ativamente de todo o processo ou é tratada como marionete manipulada por Wilson Messias e Antonio Neris sem autonomia de tomar decisões sobre o rumo da luta?