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domingo, 12 de julho de 2020

Xeque-mate do STF sobre a abusadora Força-Tarefa da Lavajato

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Força-Tarefa dos supostos "heróis" da LJ, cada vez mais desmascarados

A decisão do presidente do STF de obrigar os procuradores de Curitiba a compartilhar com a Procuradoria Geral da República o conjunto de provas – e de elementos de “convicção” obtidos durante a operação Lava Jato - é um xeque-mate sobre Deltan Dallagnol e sua turma.

Por Fernando Brito, no site Tijolaço

Deixam, com isso, de ser os “donos do processo”, que passa a ser da instituição e não de um agrupamento de procuradores que trabalha sem ter de prestar contas dos seus atos, como se fossem uma instituição autônoma. O que, aliás, não é raro do seu comportamento.

É inacreditável que a PGR tenha tido de recorrer aos tribunais para obter informações de seus próprios integrantes que, segundo o vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques, ofereciam “resistência ao compartilhamento, ao intercâmbio e à supervisão das informações que são retidas em bases compartimentadas e estanques, invisíveis ao conjunto do Ministério Público.”

Aguarda-se outra reação furiosa de Deltan, que tem outras frentes ameaçá-lo.

Uma delas é a investigação sobre a distribuição viciada de processos que, segundo relata o site Consultor Jurídico, estava centralizando “nas mãos do grupo lavajatista os feitos que geram manchetes e deram a seus integrantes poder de fogo e munição para intimidar e subjugar todos os figurões da República”.

sábado, 2 de maio de 2020

Malucos fanáticos bolsonaristas X Malucos fanáticos moristas brigam na frente da PF

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Fanáticos pró-Boçalnaro x Fanáticos pró-marreco na frente da PF
Manifestantes pró e contra o ex-ministro Sergio Moro dividem o mesmo espaço em frente à sede da PF (Polícia Federal), em Curitiba e deixam o clima tenso no local.

Ana Cláudia Freire - Paraná Portal/UOL


Desde as primeiras horas da manhã deste sábado (2/5), apoiadores do ex-ministro e apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, manifestam-se com carros de som, bandeiras e palavras de ordem.



O local teve reforço na segurança pela PM do Paraná e o clima é tenso entre os manifestantes.

Veja vídeo do "barraco" neste link do portal UOL: https://tv.uol/18Rjd


Há muitos jornalistas no local aguardando a chegada da ex-ministro. Um dos manifestantes (não se sabe se pró ou contra Moro) chegou a agredir um cinegrafista da RIC TV (afiliada da Record no Paraná).

O cinegrafista Robson Silva, da RICTV, explica que, sem o cordão de isolamento, o manifestante o agrediu achando que era funcionário da TV Globo. “O cara veio pra cima falando que eu era da Globo tal, Globo lixo, acho que ele achou que estava ao vivo, mas não estava, sabe. Aí ele veio pra cima pra derrubar a câmera, tentou empurrar a câmera, eu segurei, daí a polícia chegou e tirou ele daqui, porque não tinha cordão de isolamento, sabe?”, desabafou o cinegrafista.


O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, está sendo aguardado na sede da Polícia Federal, em Curitiba, para prestar depoimento a partir das 14h00 no inquérito que investiga as acusações feitas por Moro, contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
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COMENTÁRIO: Deprimente o "barraco" exibido diante da sede da PF no bairro Santa Cândida entre os bolsonaristas e os moristas.  Lamentável tanto como a agressão, por parte de um pastor evangélico bolsonarista, contra trabalhadores de Enfermagem que foram ontem diante do Palácio do Planalto se manifestar denunciando as péssimas condições em que estão batalhando para atender todos os casos de COVID-19.


Irônico que justamente um cinegrafista da TV Record (RIC, no Paraná) foi atacado por um desses fanáticos ensandecidos, justo a Record, que é pró-Bolsonaro até debaixo d'água, bem como a dona da TV, a igreja exploradora da boa fé dos fieis através de dízimos bem aproveitados pelo "bispo" Edir Macedo para aumentar sua fortuna pessoal, suas casas e viagens de luxo.  O cinegrafista, trabalhador que é, não tem culpa dessa rixa vergonhosa, que torna o Brasil mais uma vez vitrine de escândalo perante o mundo.


E também vale registrar o contraste, naquele mesmíssimo lugar do bairro Santa Cândida, onde se instalou por mais de um ano a VIgília "Lula Livre", farta em demonstrações de solidariedade e em prol do Brasil e da democracia, em oposição às ações de ódio e raiva cega de hoje dos bolsonáricos e marrequistas.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Moro, nos EUA, se compara a Eliot Ness. O doutor sabe o fim da história?

Um comentário:
No último domingo (21), Curitiba exibiu-se para os gringos, numa edição do programa “60 minutes”, da rede CBS.

Por Fernando Brito, no blog Tijolaço

O cidadão da 'república de Curitiba', Deltan Dallagnol, pavoneou sua megalomania dizendo que a Lava Jato é “muito, muito maior do que o escândalo do Watergate” que derrubou o presidente norte-americano Richard Nixon.

Mas Sérgio Moro superou Deltan.

Comparou-se a Eliot Ness, o agente do Tesouro dos EUA (que não se perca pela função) que prendeu Al Capone.

Normalmente não faria isso, mas, como juiz que se mete a estrela, sucumbe à vaidade e se acha "intocável", acaba por merecer.

É que o Dr. Moro talvez não conheça o que aconteceu com Eliot Ness, o de verdade, não o Kevin Costner do filme.

O caso de Ness com Capone não foi o que levou o mafioso à cadeia.

Cheio de fama, foi ser o homem-forte da segurança na cidade de Cleveland, onde se revelou ineficiente e cruel, chegando a atear fogo a favelas na cidade. Tentou ser prefeito, não se elegeu e acabou, dizem, se metendo num acidente de automóvel, onde suspeitou-se que ele – o homem da Lei Seca – dirigia embriagado.

Foi trabalhar na segurança da Diebold, esta que fabrica nossas urnas eletrônicas, mas foi mandado embora e morreu na miséria, no ostracismo e na depressão.

A vida, Dr. Moro, não é um filme de Hollywood. E, quando parece ser, em geral termina com o cenário desmoronando.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Comparar Fachin a moro é um despautério

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Se fosse só para massagear o enorme ego do pessoal da escola de Direito da UFPR, a declaração do reitor Ricardo Marcelo (sobre a indicação do professor Fachin como relator da Lava Jato no STF) bem poderia ficar intramuros, em vez de ir para a página pública da UFPR.

Mas, não. Lá está a matéria da Superintendência de Comunicação Social da UFPR, datada de ontem, em que o reitor elogia a indicação de Luiz Edson Fachin, mas comete a infeliz comparação com o suposto juiz sérgio moro (minúsculas sempre):

“O reitor Ricardo Marcelo Fonseca disse que ficou muito contente com a escolha de Fachin e afirmou que, agora, os professores  da UFPR acumulam as maiores responsabilidades da República, referindo-se ao fato de outro magistrado que ocupa posição-chave na Lava Jato, o juiz federal sérgio moro, também ter lecionado na Universidade, até dezembro de 2016.”


O professor Fachin, ex-candidato a reitor da UFPR em 2001, é pessoa merecedora de respeito por sua trajetória progressista dentro da UFPR, sua competência, ética e seriedade.  Dele esperamos uma atuação isenta e incisiva na relatoria do catatau que são os autos da Lava Jato, e que consiga suportar as pressões terríveis da Rede Globo golpista e de outros poderosos.

Bem diferente disso, o “juiz” (ele não se comporta como juiz, mas como justiceiro parcial) sérgio moro pauta sua atuação por um solene desprezo a um pilar do Direito, que é a presunção de inocência. Ele inverte isso: para moro, o sujeito é culpado, até que prove inocência! Que tipo de “professor” de Direito é alguém assim na UFPR? Ele submete denunciados a longos períodos de prisão preventiva e pressão psicológica para que, fragilizados, se submetam a fazer delações premiadas, mesmo que inventadas e sem provas – desde que incriminem Lula e o PT.  

Despreza delações numerosas já feitas que incriminam a tucanada, haja vista não haver qualquer tucano indiciado, que dirá preso.  O magistrado de meia-tigela é visto recebendo prêmios da Globo e se abraçando com Aécio Neves e outros tucanos de alta plumagem.  Vazou ilegalmente áudios de escutas telefônicas, inclusive uma conversa privada da agora morta mulher de Lula com seu filho, parte do stress que a levou ao AVC fatal.  O docente subversor do Direito é hoje réu em Tribunal da ONU por causa de tais condutas arbitrárias.

Tamanha a presunção do senhor moro (minúsculas sempre) que se arrogou a autoridade de expedir ontem uma “Nota” como se desse aval para Fachin poder ser o relator da Lava Jato! Petulância elevada ao cubo. Vejam o que o metido escreveu:

"Diante do sorteio do eminente Ministro Edson Fachin como Relator dos processos no Supremo Tribunal Federal da assim chamada Operação Lava Jato e diante de solicitações da imprensa para manifestação, tomo a liberdade, diante do contexto e com humildade, de expressar que o Ministro Edson Fachin é um jurista de elevada qualidade e, como magistrado, tem se destacado por sua atuação eficiente e independente. Curitiba, 02 de fevereiro de 2017. sérgio fernando moro, Juiz Federal [sic]”

"Toma a liberdade", carinha? Quem disse que o ministro Fachin precisa da sua “Nota” presunçosa? Enfie bem no meio do seu conduto auricular, senhor moro.


Portanto, uma vez mais lamentamos a disparatada comparação feita pelo reitor da UFPR entre um juiz de verdade e esse agente golpista que vive viajando aos EUA para receber suas ordens para desmonte do Brasil.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Defesa de Lula diz que Lava Jato atingiu “grau de loucura” em mais recente denúncia

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A Lava Jato abriu um processo contra Lula por ele não ter recebido um terreno, que segundo a operação, seria destinado ao Instituto Lula. A Lava Jato reconhece, porque é impossível não reconhecer, que o terreno não é nem nunca foi do Instituto Lula ou de Lula. É o grau de loucura que a Lava Jato chegou na sua perseguição contra o ex-presidente.

Ao invés de investigar e apresentar denúncias sobre delitos reais, e após fechar acordos que tiraram da cadeia pessoas que receberam dezenas de milhões em desvios da Petrobras, persegue delitos que só existem na imaginação de Power Point de alguns promotores, e ficam atribuindo imóveis que não são de Lula para o ex-presidente. E o juiz Sérgio Moro aceita uma denúncia absurda dessas em poucos dias, porque o importante é gerar manchete de jornal e impedir Lula de ser candidato em 2018. Abaixo, nota enviada para a Folha de S. Paulo:

“Não comentamos supostas delações. Delações não são prova, quanto mais supostas delações. O ex-presidente não solicitou nenhuma vantagem indevida e sempre agiu dentro da lei. O terreno nunca foi do Instituto Lula e tampouco foi colocado à sua disposição. O imóvel pertence a empresa particular que lá constrói uma revenda de automóveis. Tem dono e uso conhecido. Ou seja, a Lava Jato acusa como se fosse vantagem particular de Lula um terreno que ele nunca recebeu, nem o Instituto — que não é propriedade de Lula, nem pode ser tratado como tal, porque o Instituto Lula tem uma personalidade jurídica própria. Todas as doações feitas ao Instituto Lula estão devidamente registradas e foram feitas dentro da lei.”
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Fonte: Site do Lula

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Depois de buscar Mantega no hospital, que falta a Lava Jato fazer no rol das monstruosidades?

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Que a Lava Jato é fundamentalmente injusta sabemos.  Que ele é um arma da plutocracia para destruir o PT e Lula sabemos.  Que ela faz uma parceria indecente com a mídia, sobretudo, a Globo, sabemos.  Que ela ajuda o Brasil a ser uma República das Bananas, sabemos.

Por Paulo Nogueira, no site DCM

Mas que ela é canalha, miseravelmente canalha, desumanamente canalha tivemos a prova nesta manhã de quinta no curso da Operação Arquivo X.

O nome, aliás, não poderia ser mais apropriado. Depois do power point que parecia feito por alienígenas sob o comando de Dallagnol, tinha mesmo que vir a Operação Arquivo X.

Prender Mantega no hospital, quando ele velava a mulher submetida a uma cirurgia, ultrapassa todos os limites da decência.

É coisa que a gente não consegue imaginar nem em ação policial nazista. Ou, para ficarmos no tema presente, nem nos tribunais alienígenas.

Descemos novos degraus no índice da civilização. Pense como a opinião pública britânica reagiria se tamanha brutalidade ocorresse lá. Todo o comando policial ligado a ela seria expelido devido à pressão da sociedade. Orwell cunhou a expressão “decência básica” para evitar tais monstruosidades.  Nem na Revolução dos Animais, Orwell concebeu uma baixeza de tal magnitude.

Mantega é um homem lhano, acusado de coisas que só no Planeta Lava Jato são cabíveis. Um dia, espero que não tão longe, saberemos quantas mentiras estavam e estão associadas às acusações da Lava Jato.

Tão repulsiva quanto a ação em si para prendê-lo foi ver a reação de débeis mentais manipulados pela mídia plutocrata.  Aplausos dementes, palmas ensandecidas: nem um miserável sinal de humanidade.

Eis no que a plutocracia nos transformou: num país selvagem, desprezível, oprimido por um grupo de poderosos que trata os brasileiros como gado.