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sexta-feira, 2 de julho de 2021

Avalanche de denúncias, torrentes de Atos pelo Fora Bolsonaro Corrupto

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Neste sábado, 3 de julho, nova série de Atos Públicos vai rolar, em todo o país, lutando para que acabe de uma vez por todas o desgoverno genocida da Familícia Bolsonaro. Mais de 200 cidades do Brasil devem registrar manifestações.

Depois de ficar claro que a defesa de medicamentos ineficazes do "tratamento precoce" (e de efeitos colaterais com risco de vida) e as reiteradas recusas a comprar em tempo as vacinas não era mero "negacionismo ideológico", mas sim uma deliberada atitude de atrasar a compra de vacinas para poder negociar propinas às escondidas, o desgoverno genocida está bastante emparedado, acuado. Perde popularidade todos os dias. Muitos de seus antigos eleitores de 2018 se declaram arrependidos.  Pesquisas mostram um cenário eleitoral para 2022 em que Lula poderia vencer a disputa presidencial já no 1. turno.

Por isto, pela crescente indignação e conscientização do povo sobre o caráter criminoso e corrupto da (indi)gestão Bolsonaro, a cada novo ciclo de Atos do #ForaBolsonaro as ruas mais se entopem de ativistas que cobram a saída do miliciano genocida da presidência, pela forma que for.

PARTICIPE! Em Curitiba, novamente, o Ato Público começará na Praça Santos Andrade, às 15h00, e desta vez não vai chover.  Este é um Ato unitário de entidades de diversos movimentos sociais, mas destacando bandeiras educacionais (inclusive por causa de brutais cortes de verbas das Universidades Públicas). 

Leve seu cartaz, bandeira, faixa, camiseta, apito para fazer valer o clamor pelo fim do desgoverno federal.  Mas também vá de máscara, leve álcool em gel e guarde prudente distanciamento social - pois, se não damos mais moleza ao Bolsovírus, também não vacilemos com a capacidade de contágio do SARS-CoV-2 (nome técnico do novo coronavírus). 



Guarda Costinha flagra Bolsonaro

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"Afinal, o que é que é uma mijada..."

Bolsonaro banana

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Do “Quem manda sou eu!” ao mimimi de “Não tenho como saber o que se passa nos ministérios!”

Ruy Castro – Portal UOL * 30/06/2021

Você se esbaldou com a notícia na semana passada. O bombado deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ) ao ver a PF às suas portas para prendê-lo por várias e grandes lambanças, tentou fugir pulando o muro de sua casa em Petrópolis. Mas, ao completar o salto, descobriu que os homens já o esperavam do outro lado do muro. Com agilidade quase circense, pulou-o de volta, sendo afinal abotoado. Uma sequência digna de comédia do cinema mudo, só faltando Sua Excelência ter voltado por um buraco no muro e passado por entre as pernas do policial.

A ideia de um deputado federal pulando muros como um ladrão de galinha deixa mal o Congresso e pior ainda o Governo que ele defende – não por acaso, o de Jair Bolsonaro. Mas é perfeita para descrever o próprio Governo, repetente em pular muros e pulá-los de volta diante das suspeitas, acusações e provas de suas sujeiras. Inúmeros pilantras que o compõem já tiveram oportunidade de fazer isso, dizendo e desdizendo-se ao se verem flagrados. O pulo de volta, nesses casos, é alegar um engano, atribuindo-o a um bagrinho escalado para o sacrifício.

O grande muro, no entanto, acaba de ser pulado de volta por Bolsonaro, e resta ver o que dirão seus seguidores. Eles devem se lembrar de duas de muitas falas iguais de seu imbrochável herói: “Quem manda sou eu! Vou deixar bem claro! Eu dou liberdade para os ministros todos, mas quem manda sou eu! Quando vão nomear alguém, falam comigo! Eu tenho poder de veto, ou vou ser um presidente banana?” (Agosto/2019).

Há dias, quando o indisfarçável cheiro de rato numa compra de vacinas por R$ 1,6 bilhão pelo Ministério da Saúde, Bolsonaro apelou para um covarde mimimi: “Não tenho como saber o que acontece nos ministérios!”

Ao pular o muro de volta, denunciou-se. É um presidente banana.
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Fonte: UOL; figuras modificadas: da Internet.

sábado, 5 de junho de 2021

Neofascismo: o que é e onde surgiu?

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No vídeo aqui colocado, o professor Fábio Palácio, da Fundação Maurício Grabois, discute a corrente de extrema-direita chamada Fascismo, suas origens e suas manifestações na atualidade como "Neofascismo", particularmente quando o Brasil sofre debaixo de um desgoverno extremista como o de Bolsonaro. É ele a nova cara do fascismo tupiniquim neste começo de século XXI?  Assista. 

quinta-feira, 3 de junho de 2021

Cova América no Brasil: vingará essa pataquada de Bolsonaro?

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Esta reprodução de twittada apareceu há poucos minutos no Facebook, aparentemente postada pelo palmeirense Miguel Nicolelis, um dos maiores neurocientistas do mundo e forte crítico da necropolítica de saúde do desgoverno do genocida Bolsonaro.

Se for verídico, basta os principais jogadores de cada seleção nacional, os referenciais, convocarem seus pares ao boicote à "Cova" América e, pronto, acabou a patuscada bolsonariana.

O despresidente ficará com a cara no chão e o Sistema Bolsonarista de Tretas (SBT), idem.

Manuela e a filha Laura ameaçadas por nazifascistas bolsonaristas

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“Um pai da escola de Laura (cuja identidade conhecemos, o que torna tudo ainda mais cruel) tirou uma fotografia de Laura e a entregou para os grupos que distribuem ódio nas redes." 

Prossegue Manuela: "A partir disso, todo o submundo da internet passou a usar a imagem de Laura para nos agredir. São muitos anos de violência. Como vocês sabem, quando Laura ainda era um bebê de colo, foi agredida fisicamente em função de uma mentira distribuída amplamente na internet. De lá pra cá, muitas coisas aconteceram. Mas nenhuma jamais havia envolvido sua escola e algum pai de colega. Foi devastador lidar com isso. Ver a imagem sendo usada por toda essa gentalha que vive às nossas custas, diz que é político e só faz o mal, foi uma violência imensa”.

A partir daí, cresce nas redes sociais o volume de declarações de apoio e solidariedade a Manu, que explicita: "Desta vez, estão ameaçando Laura de estupro e uma nova ameaça de morte para mim."

Manuela, que já foi deputada federal e estadual pelo PCdoB do Rio Grande do Sul, candidata a prefeita de Porto Alegre (RS) em 2020 e candidata a vice-presidente da República em 2018, diz que foi questionada em um debate se tinha vontade de “desistir” da política, e iniciou o relato sobre a “violência” que enfrenta nos últimos anos. “Ao contrário do que muitos pensam, a violência política está cada vez mais intensa. O último mês foi muito agressivo e me impactou muitíssimo”, relata a liderança gaúcha.


Mensagens de apoio
Imediatamente, a reação nas redes de solidariedade à Manuela acendeu. Somente no Instagram, até o momento, a liderança recebeu mais de 120 mil mensagens, no Facebook; no Twitter milhares de pessoas reagiram à declaração de Manuela, mensagens de apoio não só do mundo político, mas intelectual e artístico ganharam força.

Personalidades das redes como Felipe Neto e Gregório Duvivier, a diretora de cinema Petra Costa, as atrizes Leandra Leal, Mel Lisboa, Julia Lemmertz, o cantor Tico Santa Cruz e as cantoras Daniela Mercury e Zélia Ducan já declararam solidariedade. Do parlamento, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AM), deputados federais Maria do Rosário e Henrique Fontana, ambos do PT, e Alessandro Molon (PSB-RJ), também escreveram suas mensagens de apoio a Manu.


A extrema-direita mostra mais suas garras
Episódios como a repressão da PM de Pernambuco contra o Ato #ForaBolsonaro em Recife, no último 29 de maio, a qual não foi ordenada pelo governo estadual e sim derivou de ordem de algum tipo de comando oculto miliciano da própria PM, demonstram que a extrema-direita, assustada pelo desmascaramento progressivo de Bolsonaro, tenta mostrar força e intimidação sobre os movimentos sociais progressistas.

Uma nova iniciativa de âmbito nacional em protesto à necropolítica do despresidente genocida, sob direção da Frente Brasil Popular e Frente Povo Sem Medo (que reunem muitas centenas de entidades sindicais, estudantis e populares), está apontada para 19 de junho. 

Estes novos Atos do dia 19, através de todo o Brasil, serão ainda maiores. Porém, há que estar vigilante contra provocações dos fascistas e sempre mantendo os cuidados sanitários contra o contágio pelo coronavírus (uso de máscaras por todos que saírem às ruas, manter distanciamento social e levar álcool em gel).  Avante!
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Fonte: com informações do site do PCdoB

terça-feira, 16 de março de 2021

Bolsonaro deve perder a próxima eleição

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O capitão pensa como se fosse um candidato a deputado de militares reacionários e policiais truculentos

Por Marcos Coimbra(*) - CartaCapital * 15/03/2021

Daqui a um ano, em março de 2022, estaremos a seis meses da eleição presidencial. De lá em diante, só haverá uma pergunta na pauta: quem será o próximo presidente?  Por enquanto, ainda há outros assuntos. As mudanças na liderança do Congresso, as contradições no STF, o ridículo governo de Jair Bolsonaro e sua penca de milicos.  Quem, há alguns anos, imaginaria que assim estaríamos às vésperas da eleição? 

Tudo que ele faz atualmente sugere que Bolsonaro entregou os pontos. É até possível que, lá em 2019, ainda acreditasse em si mesmo, que conseguiria fazer um governo decente, pois lhe haviam dito que seria fácil. Não era e foi incapaz de se reinventar. 

Teve, por exemplo, de abandonar a pretensão de liderar um plano nacional-desenvolvimentista e só lhe restou continuar amarrado ao seu ministro da Economia, antediluviano e cascateiro. Da turma de ideólogos de araque que recrutou para o Ministério não veio nada. De onde se esperava que nada viria, como de sérgio moro, não veio nada mesmo.

Uma eleição majoritária é bem diferente da proporcional, em que a satisfação ideológica pode ser suficiente para definir o voto. Mas o capitão continua pensando, para 2022, como se fosse um candidato a deputado de militares reacionários e policiais truculentos, que é o que sabe ser. Acredita que coice ganha eleição.

Ao contrário do que pensam alguns, Bolsonaro deve perder a próxima eleição. Seria muito melhor para o Brasil que saísse logo e não tivéssemos de aguardar até janeiro de 2023 para nos livrarmos dele. Muita gente deixaria de morrer estupidamente.

LEIA ESTA MATÉRIA COMPLETA DE CARTACAPITAL em https://www.cartacapital.com.br/opiniao/bolsonaro-deve-perder-a-proxima-eleicao/?utm_campaign=novo_layout_newsletter_-_15032021&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

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(*)Sociólogo, presidente do Instituto Vox Populi e colunista do Correio Braziliense.
Foto de arquivo de internet

terça-feira, 5 de maio de 2020

O ódio à liberdade de imprensa do despresidente Boçalnaro

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No sábado, 2/5, diante da sede da Polícia Federal, no bairro Santa Cândida, os grupos fanáticos de bolsonazistas e de ex-bolzonazistas agora só marrequistas (moristas) enfrentaram-se e quase sobrou alguma agressão física sobre o cinegrafista da TV Record que registrava o piquenique bélico dos divorciados.

Mas, em Brasília, defronte ao Palácio do Planalto, naquela ensandecida manifestação de alguns poucos milhares de bolsonazistas na manhã de domingo (3/5) - em que se pregavam bandeiras "muito democráticas e constitucionais", como intervenção militar, AI-5, fechamento do Congresso Nacional e do STF, numa palavra, a tirania imperial de Boçalnaro - ali houve ataque físico à imprensa.  Sob o beneplácito do despresidente, que acenava para a multidão paspalha, o fotógrafo e o motorista do jornal O Estado de São Paulo foram derrubados ao chão, tomando murros e chutes.  O caso está sob investigação da PGR.

Depois de em rápida e escondida cerimônia em palácio, ontem, o "Messias" Boçalnaro empossou um novo nome à Direção da PF, Rolando Souza, uma vez que o mais  amiguinho do clã Boçalnaro, Alexandre Ramagem, foi vetado por ato do ministro do STF Alexandre de Moraes.  A primeira ação de Rolando "Lero", para agradar o patrão, foi trocar o superintendente da PF no Rio, onde há investigações sobre os filhinhos milicianos do despresidente, senador Flávio e "vereador" Carlos, elementos denunciados pelo ex-ministro da Justiça sérgio moro e motivo alegado por ele para sair do desgoverno federal (intenção de interferir ilegalmente em rumos de investigações da PF).

Depois disso, o jornal Folha de São Paulo amanheceu hoje com a seguinte manchete na capa:


Na manhã de hoje, depois de ver essa capa da Folha, Boçalnaro enfureceu-se imediatamente. Foi para a frente do Palácio da Alvorada, onde toda manhã vomita sua arenga fascistoide para agradar a manada de idólatras que lá vai religiosamente, e, claramente destemperado, lasca o pau em cima do jornal paulista, classificado como canalha, patife e por aí foi. É o que se vê no vídeo acima.  

Quando um jornalista, que é obrigado por dever de ofício a cobrir a matinal palhaçada de Boçalnaro, tenta perguntar algo ao despresidente, ele replica aos berros: "Cala a boca, não perguntei nada. Cala a boca, cala a boca!". A voz do jornalista está em volume baixo, parece que ele tenta insistir na pergunta, e então a claque fanática zurra em cima "Cala a boca, cala a boca!", imitando seu "mito".


Eis a demonstração prática do trato do suposto presidente com a imprensa do país, total desrespeito e má-educação. Mas, ainda pior que isso, com seu exemplo, o despresidente dá um alvará para que seus seguidores, cada vez mais cegos e fanáticos saiam como cães hidrófobos a morder e agredir jornalistas país afora.  É a repetição da metáfora do "guardinha de esquina", todo empoderado para "agir em nome da ditadura" depois do AI-5, como já alertava em 1968 o então vice-presidente Pedro Aleixo.  Acautele-se, pessoal da imprensa, as milícias metidas a besta estão à solta e (também) em seu encalço!

segunda-feira, 4 de maio de 2020

Marielle Franco poderá em breve descansar em paz

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Quase dois anos após seu assassinato, do Cemitério do Caju, é possível que em breve Marielle Franco erga os braços, aponte o dedo para os Bolsonaros e possa, finalmente, descansar em paz.

Luís Nassif - Jornal GGN * 04/05/2020

Peça 1 – Bolsonaro faz a aposta final

Ontem, na frente do Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro jogou sua cartada final, com dois movimentos perigosos.

O primeiro, o repto às instituições. Disse que chegou ao limite, não aceitaria mais interferências de outros poderes no Executivo. Invocou as Forças Armadas, que estariam “ao lado do povo”. E anunciou que não aceitaria mais restrições a seus atos.

O segundo, o comportamento cada vez mais agressivo de seus seguidores, atacando jornalistas, montando manifestações em frente a hospitais, atravancando o tráfego de ambulâncias e espalhando fake news sobre a pandemia.  A reincidência e o aumento da agressividade não deixam espaço para mediação.

Nos momentos seguintes, vazaram as seguintes informações.

1] Bolsonaro pretenderia indicar novamente Alexandre Ramagem para diretor-geral da Polícia Federal. 

2] Pretenderia substituir o comandante do Exército brasileiro, general Edson Pujol, legalista, pelo general Luiz Eduardo Ramos, bolsonarista e atual Secretário de governo.


Peça 2 – As cartas na manga de Bolsonaro

Para bancar sua aposta, Bolsonaro escudou-se em uma reunião que manteve no sábado com comandantes das Três Forças, mais o Ministro da Defesa, na qual teria havido concordâncias nas críticas a algumas decisões do STF. Em cima desses sinais, Bolsonaro teria se convencido do apoio das Forças Armadas contra os demais poderes. Com a manifestação em frente ao Palácio, exacerbou o discurso e contou bravatas.

De seu lado, o STF demonstrou um alinhamento inédito na condenação tanto das bravatas quanto das agressões verbais de Bolsonaro aos Ministros e das agressões físicas de seus correligionários a jornalistas. Nos últimos dias, o STF barrou uma série de medidas de Bolsonaro, das restrições à Lei dos Dados Abertos à nomeação do delegado geral da PF, da liminar impedindo a expulsão dos diplomatas venezuelanos à competência para determinar saída do isolamento social.

Por trás dessa reação, há o receio de Bolsonaro em relação a dois processos: a CPMI das Fake News e a delação do ex-Ministro Sérgio Moro, em depoimento na Polícia Federal no dia anterior. Some-se as investigações das "rachadinhas", que pegam Flávio Bolsonaro. E ainda o envolvimento com a morte de Marielle Franco.


sábado, 2 de maio de 2020

Malucos fanáticos bolsonaristas X Malucos fanáticos moristas brigam na frente da PF

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Fanáticos pró-Boçalnaro x Fanáticos pró-marreco na frente da PF
Manifestantes pró e contra o ex-ministro Sergio Moro dividem o mesmo espaço em frente à sede da PF (Polícia Federal), em Curitiba e deixam o clima tenso no local.

Ana Cláudia Freire - Paraná Portal/UOL


Desde as primeiras horas da manhã deste sábado (2/5), apoiadores do ex-ministro e apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, manifestam-se com carros de som, bandeiras e palavras de ordem.



O local teve reforço na segurança pela PM do Paraná e o clima é tenso entre os manifestantes.

Veja vídeo do "barraco" neste link do portal UOL: https://tv.uol/18Rjd


Há muitos jornalistas no local aguardando a chegada da ex-ministro. Um dos manifestantes (não se sabe se pró ou contra Moro) chegou a agredir um cinegrafista da RIC TV (afiliada da Record no Paraná).

O cinegrafista Robson Silva, da RICTV, explica que, sem o cordão de isolamento, o manifestante o agrediu achando que era funcionário da TV Globo. “O cara veio pra cima falando que eu era da Globo tal, Globo lixo, acho que ele achou que estava ao vivo, mas não estava, sabe. Aí ele veio pra cima pra derrubar a câmera, tentou empurrar a câmera, eu segurei, daí a polícia chegou e tirou ele daqui, porque não tinha cordão de isolamento, sabe?”, desabafou o cinegrafista.


O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, está sendo aguardado na sede da Polícia Federal, em Curitiba, para prestar depoimento a partir das 14h00 no inquérito que investiga as acusações feitas por Moro, contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
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COMENTÁRIO: Deprimente o "barraco" exibido diante da sede da PF no bairro Santa Cândida entre os bolsonaristas e os moristas.  Lamentável tanto como a agressão, por parte de um pastor evangélico bolsonarista, contra trabalhadores de Enfermagem que foram ontem diante do Palácio do Planalto se manifestar denunciando as péssimas condições em que estão batalhando para atender todos os casos de COVID-19.


Irônico que justamente um cinegrafista da TV Record (RIC, no Paraná) foi atacado por um desses fanáticos ensandecidos, justo a Record, que é pró-Bolsonaro até debaixo d'água, bem como a dona da TV, a igreja exploradora da boa fé dos fieis através de dízimos bem aproveitados pelo "bispo" Edir Macedo para aumentar sua fortuna pessoal, suas casas e viagens de luxo.  O cinegrafista, trabalhador que é, não tem culpa dessa rixa vergonhosa, que torna o Brasil mais uma vez vitrine de escândalo perante o mundo.


E também vale registrar o contraste, naquele mesmíssimo lugar do bairro Santa Cândida, onde se instalou por mais de um ano a VIgília "Lula Livre", farta em demonstrações de solidariedade e em prol do Brasil e da democracia, em oposição às ações de ódio e raiva cega de hoje dos bolsonáricos e marrequistas.