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sexta-feira, 17 de junho de 2016

GEAP ameaçado pelo golpista Temer

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Em 10/06, o governo usurpador Temer ingressou com ação ordinária para anular mudanças recentes no Estatuto da Geap, que democratizaram a gestão administrativa da operadora.  Sua intenção é assumir o comando da Geap Autogestão em Saúde, empresa privada que gerencia o principal plano de saúde dos servidores federais, com uma receita anual em torno de R$ 4 bilhões.

No Conselho de Administração da Geap (Conad) foi aprovada a permissão para que, por exemplo, um representante dos beneficiários possa ser presidente do colegiado, que é formado por seis representantes (três eleitos pelos beneficiários e três representantes dos órgãos governamentais).

A atualização do Estatuto era clamor antigo dos servidores públicos, que financiam mais de 70% do plano (o restante é a contrapartida da União relativa ao auxílio saúde a que os servidores têm direito). Com isso, os assistidos passaram a ter o voto de Minerva sobre as decisões do colegiado que valida, fiscaliza e monitora, em última instância, a carteira Geap.

A juíza federal Katia Ferreira, dra do DF, deferiu em 15/06 uma liminar favorável à ação do governo golpista. A magistrada destituiu o atual presidente do Conad/Geap, Irineu Messias de Araújo, representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Seguridade Social (CNTSS), e nomeou em seu lugar Laércio Roberto Lemos de Souza, funcionário do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

A liminar revogou ainda resoluções aprovadas pelo Conad nos últimos meses e que representaram importantes conquistas para os beneficiários, entre elas a Resolução nº 129/2016, que deu início à revisão do reajuste dos planos da Geap.

Neste primeiro momento, mais de 100 mil pessoas foram contempladas com a redução do percentual de reajuste para 20%. Muitas delas estavam prestes a abrir mão do plano por não ter condições de arcar com o aumento de 37,55%.

O novo presidente do Conselho de Administração da Geap demitiu toda a diretoria executiva e assessores da empresa.

As entidades sindicais que representam os servidores públicos federais já começaram a se manifestar publicamente repudiando a situação, considerada autoritária.
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Com informações e foto do site Brasil 247

quarta-feira, 15 de junho de 2016

GEAP: redução de reajuste para 20% a partir de junho

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Está confirmada a redução do reajuste das mensalidades da Geap Saúde de 37,55% para 20%, a partir dos próximos pagamentos. A medida está prevista em resolução assinada na última sexta-feira (3) pelo presidente do Conselho de Administração (Conad) da Geap Autogestão em Saúde.

No documento, o presidente do Conad diz que levou em consideração as manifestações da ANFIP, da Federação Nacional de Sindicatos de Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social (Fenasps), da Associação Nacional dos Servidores da Previdência e Seguridade Social (Anasps) e do Sindicato dos Trabalhadores Públicos Federais da Saúde e Previdência Social do Estado de Pernambuco (Sindsprev/PE).

Araújo ainda alega que havia risco de “evasão de substancial parcela da carteira de beneficiários em razão da manutenção do índice de 37,55%”. De acordo com a Geap, desde novembro de 2015, quando o percentual maior foi anunciado, 23 mil pessoas saíram do plano.
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Fonte: ANFIP

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Servidores cobram ressarcimento da mensalidade do GEAP ao reitor da UFPR

Um comentário:
No encontro com o reitor da UFPR na manhã desta terça-feira, 30/11, para questionar a implantação do ponto eletrônico, aproveitou-se a ocasião para também pedir tratamento isonômico aos servidores que usam o Plano de Saúde GEAP (o mesmo que se dá a quem usa UNIMED etc).  No vídeo acima, o servidor Gessimiel Germano ("Paraná") entrega ao professor Zaki Akel um documento com abaixo-assinado cobrando que o ressarcimento da mensalidade per capita do GEAP seja imediatamente inserido no contracheque.  Isso foi prometido pela PROGEPE para a folha salarial de outubro, mas não efetivado.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

A cara-de-pau dos pelegos

3 comentários:
Atenção, servidores com plano de saúde da GEAP! A supercombativa Diretoria do Sinditest já conversou com o reitor da UFPR para que os valores do auxílio-saúde per capita atualizados lhes sejam pagos.  Nossa! Quanta preocupação do sr. Messias com os GEAPeanos, não é mesmo?  Até parece que não é a mesma pessoa que disse que o plano da GEAP não presta e que preferia arranjar para os servidores um "plano de saúde do 1o. mundo".

Como podem tais diretores ser tão cínicos de colocar em seu site a notícia de que estão preocupadinhos com o repasse atualizado do per capita do auxílio-saúde ao ponto de reclamar disso para o reitor?   Logo essa Diretoria sindical que é anti-GEAP, que quer esvaziar a carteira de associados da UFPR na GEAP para levar todo mundo para UNIMED e AMIL, grupos privados a quem o Sinditest facilita tudo ?  Ao mesmo tempo, continua lá no site da PROGEPE a advertência de que os GEAPeanos tem que se coçar para protocolar processo com vários documentos para que possam ser ressarcidos no contracheque do que lhes é de direito.  Cambada de pelegos hipócritas! 

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Geap roubada em R$ 3 milhões

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Falsários abrem conta na mesma agência na qual a entidade é cliente. Por meio de ofícios fraudados, informam o número incorreto aos órgãos públicos que contratam planos de saúde e pedem o depósito dos pagamentos ali

A Fundação de Seguridade Social (Geap), maior gestora de programas e planos de saúde para servidores federais, foi vítima de um golpe milionário no início deste mês. Uma conta paralela aberta por falsários na mesma agência do Banco do Brasil, no Sudoeste, na qual a entidade movimenta parte de seus recursos, recebeu R$ 3 milhões em repasses de patrocinadoras. O dinheiro, dividido em dois, irrigou contas, também do BB, no interior de Minas Gerais e do Rio de Janeiro. Banco Central e Polícia Federal estão investigando. A Geap e o banco público não confirmaram se houve saques, mas informaram que, assim que a fraude foi descoberta, tomaram todas as medidas necessárias.

A engenharia por trás do esquema intriga as autoridades. Conforme as primeiras investigações, ofícios timbrados contendo a assinatura do diretor executivo Antonio Carlos Conquista foram encaminhados aos órgãos públicos. Esses comunicados pediam a troca da conta bancária, determinando que as contribuições fossem depositadas na suposta nova conta. Documentos frios teriam sido usados para justificar a mudança perante a instituição financeira. Dados pessoais de gestores e informações sigilosas, também. A falha no sistema motivou uma revisão geral do modelo de gerenciamento dos recursos.

Em resposta ao Correio, o BB justificou que as apurações estão em curso e não forneceu mais detalhes. Já a Geap reforçou que a assinatura de Conquista foi adulterada e que dados ou documentações frios acabaram acobertando o crime. A fundação reforçou, no entanto, que não trabalha com a hipótese de ficar no prejuízo. Segundo os administradores, o dinheiro que deixou de entrar nos cofres terá que ser ressarcido por alguém. A fundação também não revelou quais patrocinadoras depositaram o dinheiro referente à contribuição mensal que garante o atendimento dos associados na conta paralela.

Pacotes de assistência
Conhecida no país inteiro por oferecer pacotes de assistência médica a baixo custo para o funcionalismo, a Geap atualizou neste ano a sua tabela. O preço do GeapSaúde, por exemplo, passou de R$ 115,19 para R$ 116, 82. O GeapClássico e o GeapEssencial ficaram mais baratos: o primeiro caiu de R$ 80,47 para R$ 78,77, e o segundo, de R$ 68,01 para R$ 65,71 por beneficiário ao mês. O GeapReferência manteve-se em R$ 54,50 a cada assistido. Os órgãos públicos que têm convênio com a entidade desembolsam R$ 72 por pessoa por mês.

Criada em 1945, com o nome de Patronal, a Geap mantém atualmente 90 patrocinadores e cerca de 700 mil associados, sendo que quase a metade deles com 60 anos de idade ou mais — 524 completaram ou passaram dos 100 anos. Os planos oferecidos não fazem distinção de idade. Ao todo, a rede possui 25 mil prestadores de serviço. Entidade fechada de previdência complementar sem fins lucrativos, a Geap atua como instituição privada, mas sofre com influências políticas e pressões dos servidores. Em novembro do ano passado, a ex-diretora executiva Regina Parizi foi demitida do cargo para dar lugar a Antonio Carlos Conquista, ex-gerente de engenharia e administração da Petros, o fundo de previdência privada da Petrobras.

Nos últimos anos, a Geap vem tentando aperfeiçoar o atendimento. Alvo de reclamações de usuários que cobram a ampliação da rede de atendimento e a inclusão de determinados serviços de saúde, a entidade iniciou um agressivo processo de reorganização. Foram revistas parcerias e contratos. A fórmula de rateio aplicada aos planos também foi atualizada, o que desagradou aos associados que mantinham seus dependentes. Ao contrário do que acontecia no passado, os titulares passaram a ter de pagar proporcionalmente a mais todos os meses para incluir parentes nos planos. A alteração surtiu efeito positivo sobre as contas da fundação.
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Fonte: Correio Braziliense

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Julgamento da Geap novamente adiado

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Foi suspenso pela segunda vez o julgamento sobre a legalidade ou não das dezenas de convênios firmados entre a Geap (Fundação de Seguridade Social) e órgãos e entidades da administração pública federal. O ministro Dias Toffoli pediu vista dos nove Mandados de Segurança (MS 25855, 25919, 25934, 25928, 25922, 25901, 25891, 25866 e 25942), analisados em conjunto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) quanto à matéria.

Os processos, apresentados ao Supremo com pedidos liminares, são de autoria de 18 entidades de classe de servidores públicos, todos contra entendimento do Tribunal de Contas da União (TCU) que diz ser ilegal qualquer convênio firmado entre a Geap e entes da União que não patrocinam a empresa desde a sua criação. Leia mais clicando aqui.
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Fonte: STF

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Futuro da Geap em julgamento no STF

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Na pauta de trabalho de hoje do Supremo Tribunal Federal (STF) está o processo que analisa a legalidade dos convênios firmados entre a Fundação de Seguridade Social Geap e órgãos públicos. O caso é polêmico. A entidade é a maior operadora de planos de saúde voltados ao funcionalismo, tem 90 patrocinadores e cerca de 700 mil associados. O relator, ministro Carlos Ayres Britto, tem parecer favorável à entidade, mas a ministra Carmen Lúcia se opõe, acusando a Geap de tentar o monopólio da atenção à saúde do servidor.


O Tribunal de Contas da União (TCU) questionou parcerias firmadas sem licitação pela Geap com órgãos diferentes daqueles que a instituíram originalmente (apenas os ministérios da Previdência, da Saúde, a DataPrev e o INSS). Se o entendimento dos ministros do STF for o mesmo que o do TCU, 250 mil pessoas poderão ter que optar por outro plano de saúde.


Embora criticada por sindicatos e servidores (em especial por causa do recente aumento nos preços), a cobertura prestada pela Geap é a única e a mais barata para a maioria dos associados. Nas últimas vezes em que o STF discutiu o assunto, grupos de servidores de várias partes do país se mobilizaram em Brasília para pedir a manutenção de todos os convênios, sem exceção. O ministro Carlos Ayres Britto sustenta que o direito constitucional "líquido e certo" de acesso à assistência por meio de saúde suplementar está configurado na forma como a Geap atua, tese que é combatida, entretanto, pela ministra Carmen Lúcia.
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Fonte: com informações do Correio Braziliense

sábado, 30 de maio de 2009

GEAP precisa ser arejado

4 comentários:
A Direção do GEAP tem enviado aos filiados comunicados tentando justificar a elevação dos preços motivados por um deficit crônico. Segundo a FENASPS (Federação Nacional de Sindicatos de Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social), foi criada uma subcomissão no interior da Comissão de Defesa do Consumidor que poderá apurar na sua real dimensão e causas esse déficit. Mas, vale registrar que o Governo não tem repassado sua parte para bancar o Plano de Saúde, valores que superam os 80 milhões alegados pela direção do GEAP. Enquanto servidores entram com 75% do custeio do Plano, o governo estaria contribuindo com apenas 25%


Diz a FENASPS: "O governo também contribui com apenas 25% do custeio enquanto os servidores aportam 75% ao plano. E mais, a inadimplência dos servidores se dá pelos péssimos salários que recebem, principalmente os servidores dos Ministérios da Saúde, Trabalho e Previdência, o que os obriga a buscar nas financeiras e nos bancos empréstimos consignados para sua sobrevivência. Como o governo prioriza, nos contracheques dos servidores, o desconto dos empréstimos feitos em detrimento ao plano de saúde, os servidores têm que necessariamente optar entre a sua alimentação ou pagar o plano de saúde."


Na UFPR ocorreram reuniões chamadas pela PROGEPE para analisar com os servidores filiados a crise do GEAP e se formou uma Comissão. Não consta que se tenha chegado a alguma proposta satisfatória, e enquanto isso os novos e altos valores do GEAP já são descontados nos contracheques dos filiados.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Bate-boca na audiência do GEAP

4 comentários:
Ontem aconteceu audiência pública sobre o Geap na Câmara dos Deputados. Segundo o "Blog do Servidor", do jornal Correio Braziliense, houve pouco avanço e algum bate-boca. A diretora do Geap Regina Parizi relatou que a fundação tem R$ 80 milhões a receber de participantes que utilizaram a rede hospitalar conveniada, mas não pagaram pelos serviços que usufruíram. De acordo com ela, isso agrava os desequilíbrios financeiros do Geap.


Outra coisa que se destaca é o envelhecimento da base de associados do GeapSaúde, principal produto comercializado pela Geap. Nada menos do que 67% dos 530 mil associados estão com mais de 50 anos de idade. Há 599 beneficiários com 100 anos ou mais. Como a renovação da carteira não é mais a mesma - os novos servidores que ingressam no setor público não se associam - o plano tenta se ajustar como pode. Foi por isso, segundo Parizi, que o conselho deliberativo aprovou as mudanças e reajustou as mensalidades.


Na UFPR, o Sinditest se acomoda na sua defesa pachorrenta de que o auxílio-saúde per capita seja destinado indistintamente para todos os servidores, mas não tem movido palha para orientar os trabalhadores que optaram pelo Geap e já estão arcando com grandes aumentos nas mensalidades. E assim a conquista da Greve de 2007 vai sendo aos poucos desprezada e anulada.
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Fonte: com informações do Blog do Servidor/Correio Braziliense

domingo, 17 de maio de 2009

GEAP motiva audiência na Câmara

Um comentário:
A audiência pública convocada pela Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados para discutir os problemas na Fundação de Seguridade Social (GEAP) foi adiada para a próxima quarta-feira, dia 20. Originalmente, diretores da entidade e da Agência Nacional de Saúde (ANS) deveriam ter sido ouvidos hoje, quinta-feira. Ao que parece, finalmente os parlamentares se tocaram para a situação na GEAP. As mensalidades aumentaram e os serviços prestados são alvo de muitas queixas por parte dos servidores. A melhor solução, neste caso, é mesmo colocar tudo em pratos limpos.
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Fonte: Blog do Servidor/Correio Braziliense

terça-feira, 28 de abril de 2009

Saúde suplementar dos servidores em debate

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A Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas - PROGEPE - em parceria com SINDITEST-PR e APUFPR realizou nesta manhã, no Auditório da Reitoria, mais um Seminário sobre a Saúde Suplementar do Servidor.

A mesa diretora dos trabalhos esteve assim composta: Laryssa Born - PROGEPE; Juçara Magalhães - CAC; Arislete Dantas de Aquino - APUFPR; Carla Cobalchini-SINDITEST; um representante da UNIMED-Curitiba.

A Pró-Reitora Laryssa abriu os trabalhos informando que, atualmente, recebm o benefício "per capita" (previsto na Portaria Normativa SRH nº 1/2007) somente os servidores cujo plano de saúde seja o GEAP, único plano contratado pela Instituição. Segundo a Pró-Reitora, "a administração tem intenção de pagar o 'per capita' a todos os servidores que detenham algum plano de saúde, mesmo diferente do GEAP."

A CAC, na figura de sua Coordenadora, Juçara Magalhães, mostrou alguns dados sobre a saúde do servidor da UFPR, porém não tem idéia do número de trabalhadores que possuem algum plano de saúde nem de quantos dependentes há nos planos.

O representante da UNIMED apresentou o plano adotado pela APUFPR desde 1992, onde se pode observar várias vantagens em relação ao GEAP na relação custo/benefício.

O SINDITEST-PR informou que a entidade estuda formas alternativas de plano de saúde, inclusive tendo reunião agendada com a UNIMED para a tarde de hoje (28/04). De posse da proposta que a UNIMED formular, o Sinditest-Pr deverá chamar uma assembléia a fim de debater o assunto e indicar a preferência dos filiados por este ou aquele plano.

Foi aberto espaço para debates e os poucos trabalhadores presentes fizeram vários questionamentos à mesa, principalmente no tocante ao ressarcimento do "per capita" e à possibilidade de alternativas de Plano de Saúde, que não o GEAP, para os servidores da UFPR. Levantou-se a hipótese de abrir licitação para contratar outra operadora de plano de saúde. Há disponibilidade de 13 milhões de reais repassados pelo governo federal à UFPR, para serem gastos com esta rubrica.

PERGUNTA-SE:
Qual a dificuldade encontrada pela PROGEPE em repassar o "per capita" aos servidores que se mantém associados a outro Plano de Saúde, como já fazem a UTFPR, UFRGS, UFCE, entre outras? Será que vamos devolver novamente ao Governo este recurso, como aconteceu em 2008?

Vale sempre lembrar que o benefício do auxílio-saúde complementar foi conquistado pelos trabalhadores através da Greve de 2007, e é imprescindível que eles, diretamente interessados no assunto, se façam presentes em massa nestes seminários. É o espaço que se abre para o debate, questionamentos e até para certa pressão no sentido de se estender o benefício a todos os trabalhadores!

TODOS PRESENTES NOS SEMINÁRIOS DOS PRÓXIMOS DIAS!

29/04 - Auditório Ulisses Campos - Jardim Botânico - das 10 às 12 horas.
30/04 - Auditório Leo Grossmann - Centro Politécnico - das 10 às 12 horas

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

FASUBRA questiona reajuste da GEAP

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A Direção da FASUBRA reuniu-se com a administração da GEAP para questionar os reajustes e afirmou sua posição contrária às mudanças das regras do Plano de Saúde. Também esteve com os conselheiros da GEAP que são da base da FASUBRA e de outras entidades, para que sejam trabalhadas ações articuladas em relação ao aumento do Plano. A FASUBRA protocolou documento na GEAP solicitando informações referentes ao custeio dos planos, aos cálculos atuariais e aos cenários apresentados pelos Conselhos Deliberativo e Consultivo, que geraram os reajustes.


Os reajustes só ocorrerão se os convênios forem repactuados com as Instituições. Assim, a FASUBRA está orientando as Entidades de Base para que pressionem os Reitores a fim de que eles não aceitem as novas regras e os aumentos abusivos do GEAP, não assinando as propostas de repactuação. Portanto, cabe à Direção do Sinditest conversar com o reitor Akel para lhe colocar o problema, mesmo que os dirigentes sindicais pleiteiem que o valor per-capita do auxílio-saúde não tenha que ficar vinculado ao convênio com a GEAP, pois o Sinditest tem muitos filiados que ingressaram no Plano da GEAP.


Outras medidas estão sendo tomadas pela FASUBRA, tais como fazer pressão junto aos Conselhos da GEAP, ao Min. do Planejamento, bem como junto à ANDIFES para construir propostas que atendam os interesses dos trabalhadores. Outras entidades também estão se articulando para enfrentar esta questão, como é o caso da Condsef (Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal), que analisa a possibilidade de ingressar na Justiça contra os novos valores das mensalidades da GEAP.

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Fonte: com informação do Site da FASUBRA