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terça-feira, 29 de setembro de 2009

Auxílios Alimentação e Saúde - o que a FASUBRA informa

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Houve reunião entre Direção Nacional da FASUBRA e o Min. Planejamento no último dia 23/9, tratando de vários assuntos, entre os quais os benefícios que não são reajustados há muito tempo.

O secretário de RH do Ministério, Duvanier Paiva, relatou que estão fazendo um estudo sobre o Auxílio-Aliementação para equalizá-lo, devendo sair uma proposta de Lei que assegure o reajuste do vale para os outros Poderes, pois são 544.000 Trabalhadores(as) Ativos. Diz Duvanier que não basta apenas aumentar, é preciso equalizar as quantias recebidas nos 3 Poderes. Esse reajuste vai ser pouco, reorganizado por nível de remuneração e levando em conta as diferenças regionais. Duvanier adverte que esse estudo não será concluído este ano mas não vê problema em pagar em 2010, mesmo sendo ano eleitoral.

No caso do Auxílio-Saúde Suplementar, o reajuste será diferenciado por remuneração e por faixa etária. Os representantes da FASUBRA nessa reunião enfatizaram que o reajuste dos benefícios fazia parte do Acordo de Greve de 2007, para o qual a categoria espera respostas concretas, mas o Ministério retrucou que eles tem outras prioridades em termos de estudos.
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Fonte: com informações do site da FASUBRA

quinta-feira, 2 de julho de 2009

FHC, que cara batuta!

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"O governo vai ter que tomar uma decisão importante agora. Vai-se gastar R$ 20 bilhões ou R$ 30 milhões a mais com o aumento do funcionalismo. Tive que enfrentar esse problema no [Plano] Real e não demos o aumento de salário. Se isso ocorresse, haveria uma superpressão do consumo e a inflação iria voltar. Às vezes, é necessário aceitar o risco da impopularidade."

"Vamos ver o que ele [Lula] vai decidir. Não é muito fácil não dar aumento, ainda mais perto da eleição. Mas, de qualquer forma, quem vai pagar o preço maior será o futuro governo. O que parece é que ele não está acreditando muito na continuidade do seu governo depois das eleições, senão ele não seria tão liberal na política de gastos."


As duas declarações acima são do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em entrevista publicada no jornal "Folha de S. Paulo" desta quarta-feira, 1/7. Elas mostram como FHC é um cara legal, batuta mesmo, explicando porque até hoje ele mora nos corações dos servidores públicos.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Senador do PMDB quer que Lula suspenda reajuste

Um comentário:
O senador Mão Santa (foto ao lado), do PMDB do Piauí, sugeriu ao presidente Lula que suspenda aumentos previstos para os servidores públicos, entre outras medidas necessárias para conter a escalada das despesas correntes do governo. Ao defender a proposta, em Plenário, na sexta-feira (26), ele citou análise publicada na imprensa sobre a evolução das contas federais, elaborada pelo economista Raul Veloso.

- O governo deveria suspender tudo o que é aumento de pessoal - disse o senador, em apelo ao presidente Lula.


"Mão Santa" é médico, daí viria o apelido. No caso de sua posição sobre o reajuste do funcionalismo, a mão dele é santa para a turma do discurso neoliberal, mas é uma "mão grande" querendo esvaziar o bolso dos servidores. E Raul Veloso, citado pelo senador do PMDB como autoridade sobre contas públicas, é um economista que assessora a tucanada de FHC.
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Fonte: Boletim Eletrônico Wagner & Associados

Jornal Folha de S. Paulo ataca reajuste do funcionalismo e quer adiamento

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"Diante da restrição fiscal crescente, os reajustes a servidores públicos prometidos a partir de julho, por exemplo, deveriam ser postergados, a fim de evitar novos cortes nos investimentos programados ou uma deterioração ainda maior do déficit público." Essa é a cantilena de um dos jornais da grande burguesia paulista, a "Folha de São Paulo", em matéria publicada no sábado, 27/6.


A "Folha" - jornal cujos donos já serviram a interesses da ditadura militar nos anos 70 e hoje faz profissão de fé para eleger o governador paulista José Serra presidente da república - expõe pela enésima vez a cantilena liberal de que o governo precisa conter os ditos "gastos" públicos, especialmente com folha salarial. Neste momento em que o Presidente Lula parece
sinalizar a seus ministros que paguem o reajuste devido em julho, a grande imprensa verbaliza a contrariedade do sistema financeiro.


O jornal reclama que o governo federal reduziu a "reserva de caixa para banqueiro", o chamado superávit primário, já no primeiro parágrafo da mesma matéria, onde se lê:
"A fim de atenuar as repercussões da crise internacional sobre a economia brasileira, o governo federal reduziu a meta de superávit primário (recursos poupados para abater a dívida pública) no início do ano. A meta de todo o setor público passou de 3,8% do PIB para 2,5%." E que, como as contas públicas no momento estão sofrendo um aperto para fecharem, quem deve ser sacrificado é o bolso do servidor, em nome da "preparação para o futuro".


Portanto, mesmo com notícia recente reproduzida aqui mesmo, que diz que Lula não quer adiar o reajuste, todos devemos saber que a pressão dos ricos e poderosos do sistema financeiro é muito forte. E é mais: é diária, nos jornais, TVs e rádios. O movimento sindical precisa estar sempre pronto para levantar sua voz para fazer o contraponto às investidas da classe dominante brasileira.

sábado, 27 de junho de 2009

Lula diz garantir reajuste de julho

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Os reajustes salariais autorizados ao funcionalismo público estão mantidos. Foi isso o que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem, quinta-feira, aos ministros Paulo Bernardo, do Planejamento, e Guido Mantega, da Fazenda, durante a reunião da Junta Orçamentária.

Lula se impressionou com os dados do Tesouro Nacional sobre a queda na arrecadação. Demonstrou preocupação também com cenários de curto prazo traçados pela área técnica. O presidente insistiu, no entanto, que as contas públicas não podem ser uma espada que aponte o tempo todo para sua cabeça. Por isso, o compromisso assumido por ele junto a uma base política tão importante como é o servidor deve e será respeitado.

O presidente da República assumiu de vez o papel de avalista dos aumentos programados para julho. E essa postura ficará mais clara à medida em que as pressões para adiar o cronograma dos aumentos, vindas do mercado ou de setores do governo, se acentuem.


Bernardo ouviu tudo atentamente. O ministro do Planejamento, ao contrário do colega da Fazenda, prevê estragos e desgastes desnecessários à imagem de Lula, caso os acordos com as categorias sejam rasgados. Por via das dúvidas, PB jogou sobre a mesa a proposta de manter o calendário de reajuste de 2009 e "flexibilizar" o de 2010. Lula não gosta nem desgosta da idéia. Disse simplesmente que o melhor é aguardar.
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Fonte: Blog do Servidor/Correio Braziliense-26/06/09

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Equipe econômica vai definir pagamento do reajuste até final da semana

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Na Câmara Municipal de Iraty, durante palestra sobre obras do governo federal no Paraná, o ministro Paulo Bernardo afirmou que deve se reunir com outros membros da equipe econômica na quarta ou quinta-feira desta semana, para definir se o reajuste de julho do funcionalismo será pago ou adiado.


O ministro foi abordado por uma pergunta do professor de História Elton Barz sobre a questão do reajuste diante da queda de arrecadação de impostos. Irritou-se com o questionamento, porém respondeu que teria essa definição após estudos com a área econômica, e que chamaria os sindicatos para conversar.


Essa informação sobre "chamar os sindicatos" para uma conversa autoriza os sindicalistas a ficar com algumas pulgas atrás das orelhas, pois, se for para pagar o reajuste como rezam os acordos de 2007, nem seria preciso fazer reunião. Portanto, é recomendável que cada sindicato fique atento e se apronte para mobilizar sua base cobrando o pagamento, sob pena de perder tempo e terreno, conformando-se com um adiamento até o ano que vem.


A justa bandeira que o movimento sindical levanta diante da megacrise econômica mundial é que "os trabalhadores não devem pagar a conta da crise". Se o adiamento do reajuste ocorrer, o governo federal estará jogando parte da conta para os servidores públicos pagarem, e isto não pode acontecer sem resistência dos trabalhadores. Nessa hora é que se verifica a capacidade de combate do Sindicato. Ou de discurseira enganadora da torcida.

sábado, 20 de junho de 2009

Faríamos greve se o governo descumprir o Acordo e adiar o reajuste de julho?

5 comentários:
Marcha de Servidores Federais em Brasília, 17/06, contra o Projeto das Fundações de Direito Privado e pelo cumprimento do Acordo do reajuste

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Mais um sinal de que o reajuste salarial de junho será honrado

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O Ministro do Planejamento esteve na Câmara de Deputados nesta terça-feira (12), para falar da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2010, e também afirmou que, em que pese as incertezas do cenário econômico (seja o brasileiro como o mundial), a lei dos reajustes salariais do funcionalismo e o cronograma de repasse nos contracheques serão cumpridos, sem adiamento ou cancelamento. "O que se desenha é que nós vamos cumprir o que foi votado aqui no Congresso", disse Paulo Bernardo aos parlamentares que acompanharam a audiência na Câmara.
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Serviço: se você quer saber seu novo salário a partir de junho/2009 (pago no começo de julho), clique no link das tabelas salariais do Acordo da Greve/2007 na coluna ao lado.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Preparando terreno para adiar o reajuste

7 comentários:
Sem rodeios, o governo abriu ontem caminhos para oficializar aquilo que nos gabinetes da Esplanada dos Ministérios já é dado como certo. Diante da retração econômica provocada pela crise internacional, os reajustes autorizados no ano passado ao funcionalismo não sairão do papel. A não ser que o ambiente de negócios, o emprego, a arrecadação de impostos e a produção reajam de modo convincente. Caso o cenário permaneça como está — ou piore ainda mais —, os aumentos prometidos aos servidores do Executivo federal terão de ser postergados.


Pressionado pelos sindicatos, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, convocou ontem uma reunião de emergência com algumas das entidades mais representativas. Durante o encontro, Bernardo explicou que houve uma mudança radical do quadro econômico e que por essa razão o governo não terá outra alternativa a não ser fazer “muita restrição orçamentária” — entre hoje e amanhã o governo anunciará os cortes no Orçamento e a previsão de receitas e despesas para o ano. “Para movimentar a economia abrimos mão de receitas e fizemos desonerações orçamentárias importantes”, reforçou aos sindicalistas.


Oficialmente, o adiamento não é confirmado, mas o presidente Lula já prepara o terreno para o governo dar a má notícia. Depois de se reunir com alguns de seus principais conselheiros no Palácio do Planalto —entre eles os ministros Guido Mantega (Fazenda), Paulo Bernardo e Dilma Rousseff (Casa Civil) —, Lula disse, no Rio de Janeiro, que a intenção é respeitar o calendário acertado com as entidades sindicais e pagar, de forma escalonada até 2010, os reajustes aprovados por meio de leis enviadas ao Congresso e que envolvem cerca de 1,8 milhão de servidores entre ativos, inativos, pensionistas civis e militares.


Divergências
Dentro do governo a manutenção do gasto extra com a folha de pessoal — só neste ano os reajustes custarão R$ 28,4 bilhões — divide opiniões. A área econômica defende a reprogramação imediata dos acordos com base no artifício legal aprovado na Câmara e no Senado que atrela o comportamento das receitas ao pagamento das parcelas restantes. Já a ministra Dilma Rousseff, preferida por Lula para concorrer à sucessão de 2010, e o próprio presidente desaprovam a medida por acreditarem que o adiamento traria desgastes políticos irreparáveis.
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Fonte: Correio Braziliense de 19/01/2009

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

A receita cai, o reajuste 2009 não vem

Um comentário:
O artigo 322, oriundo da MP 441, foi incluído na Lei 11.907/08, que trata dos reajustes dos servidores para 2008, 2009 e 2010. Esse artigo subordina a concessão dos reajustes acertados entre Governo e Sindicatos ao comportamento das receitas (via impostos arrecadados). Até as pedras sabem que a crise econômica mundial é a mais grave desde o grande colapso de 1929, e que a recessão vai bater forte no mundo todo, e por muitos anos. Menor atividade econômica, menor receita nos cofres do Governo.

Logo, o repasse em junho corrente do reajuste do Acordo da Greve de 2007 da FASUBRA está seriamente ameaçado. O que farão os sindicatos dos servidores e suas respectivas bases? Vão se conformar ou vão lutar para que não paguemos a conta de uma crise criada pelos banqueiros e especuladores dos EUA e Europa?

Abaixo o trecho do referido Art. 322 que amarra a concessão do reajuste (ou clique aqui para ver o Diário Oficial de ontem com toda a lei):

"A implementação dos efeitos financeiros decorrentes da criação de vantagens, das alterações de vencimentos, subsídios e remunerações e das reestruturações de Carreiras ou cargos instituídas por meio de leis ou medidas provisórias até 31 de dezembro de 2008 nos exercícios de 2009, 2010 e 2011 fica condicionada à existência de disponibilidade orçamentária e financeira para a realização da despesa, conforme estimativa feita nos termos do art. 17 da Lei Complementar no 101, de 4 de maio de 2000, no momento do encaminhamento das respectivas proposições legislativas.

§ 1. A demonstração da existência de disponibilidade orçamentária e financeira de que trata o caput deste artigo caberá aos Ministros de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão e da Fazenda, a ser efetuada por meio do relatório de que trata o art. 52 da Lei Complementar no 101, de 4 de maio de 2000, até 60 (sessenta) dias antes do início dos efeitos financeiros referidos no caput deste artigo.

§ 2. O comportamento da receita corrente líquida e as medidas adotadas para o cumprimento das metas de resultados fiscais no período considerado poderão ensejar a antecipação ou a postergação da data de início dos efeitos financeiros referidos no caput deste artigo, em cada exercício financeiro."

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Fonte: com informações do Blog do Servidor

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Novela do cumprimento do Acordo da Greve de 2007 - ano II

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Quem acompanhou noticiário sobre cortes no Orçamento da União para 2009 já sabe que a tesoura da equipe econômica pretende agir sobre cerca de 37 bilhões de reais. A maior parte disso a ser retirada da área de custeio da máquina do governo federal, em que se inserem os reajustes acertados com o funcionalismo desde 2007.


Vamos de novo esperar para saber onde exatamente agirá a tesourinha dos técnicos do Planejamento, e se o reajuste dos técnicos representados pela FASUBRA será pago no mês certo de junho, ou jogado para adiante. A mesma novela de 2008. Portanto, acenda-se a luz amarela de alerta, pois podem surgir de repente os fatores para o alerta vermelho...

terça-feira, 28 de outubro de 2008

2010: Governo não cumprirá o reajuste do Acordo da Greve de 2007

Um comentário:
Todos os dias, todos os meios de comunicação falam da supercrise financeira mundial iniciada nos EUA em 2007, um tema que parece "grego" de tão complicado de entender. Estamos quase no fim de 2008 e ninguém – absolutamente ninguém – se atreve a dizer qual a profundidade e a duração da tal crise, que fez virar fumaça em poucas semanas trilhões de dólares. Só que ela durará mais que esses 2 anos. E o desfecho é desconhecido.

Há 1 mês o presidente Lula dizia que isso era só uma "marola" que pouco balançaria o seguríssimo barco brasileiro. Agora já não fala mais assim e seu ministro do planejamento já usa em entrevistas frases como "se for preciso enfiar a faca, vamos enfiar" (clique aqui para ver a reportagem onde ele afirma isso). Quer dizer, cortará despesas que julgar menos importantes, como as da folha do funcionalismo. Os servidores públicos já tem experiência com os lances e ameaças da tal "faca".


Lembram da novela do começo deste ano para pagar a primeira parte do Acordo da Greve de 2007? Por causa do fim da CPMF, tirando R$ 40 bilhões da receita do Governo Federal, o Ministério do Planejamento ficou meses alegando que não poderia cumprir o prazo de pagamento do reajuste de 2008 acertado na Greve do ano anterior. Afinal pagou, mas ainda sobra confusão com a Medida Provisória.


Agora, o raciocínio é simples. Se este ano a economia do Brasil crescerá ainda bem (uns 5%), em 2009 arrisca crescer menos - de 3 a 3,5%. A supercrise mundial afetará para valer o crescimento econômico brasileiro em 2010 e o governo dirá que sua arrecadação de impostos caiu por causa do esfriamento das economias mundial e nacional. Consequência: ao fazer o orçamento para 2010 – que deve incluir o dinheiro para a parte final do reajuste do acordo da greve – o sr. Paulo Bernardo vai usar sem dó sua faquinha, "em nome do equilíbrio orçamentário". E os servidores poderão ver de fato o descumprimento da palavra do governo, ficando com os bolsos a ver navios. E facas, faquinhas e facões.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Ministério descumpre palavra firmada no Acordo de final de greve de 2007

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Junho começou e não foi consignado nos contracheques de maio dos servidores técnico-administrativos o reajuste salarial conforme Termo de Compromisso assinado em setembro de 2007 entre a FASUBRA e o Ministério do Planejamento. Traduzindo: o senhor Paulo Bernardo descumpriu a palavra empenhada.


Que nos dizem os petistas de lá e de cá acerca dessa furada do seu ministro? Um comentário postado dias atrás por um leitor deste blog lembra que algumas pessoas, ativistas do movimento sindical da UFPR, no ano passado apreciavam alardear sua amizade e influência junto ao ministro Bernardo. E agora? Tem gente que quer se (re)eleger para cargos públicos mas essa proximidade com um ministro dessa laia pode ficar incômoda neste ano...


Sabemos de uma série de intercorrências políticas do final do ano passado para cá envolvendo a natural briga entre governo Lula e oposição, mas isso não isenta quem assina um Acordo com uma categoria de ser criticado por faltar com a palavra. Para nós, fica como mais um demonstrativo de que o ministro é o cabal substituto do ex-ministro Antonio Palocci encravado dentro do Governo Federal: o bastião preservador de postulados do neoliberalismo, braços dados com o mega-banqueiro Henrique Meirelles do BC, ambos a segurar o desenvolvimento do país.

domingo, 11 de maio de 2008

Incrível enrolação

Um comentário:
A última postagem - está aí embaixo - relata um trecho de informe da Direção Nacional da FASUBRA que se havia reunido com o ministro do Planejamento, no qual ele afirmava que a MP do reajuste derivado do Acordo da Greve de 2007 sairia no dia 9. Não saiu. Mais uma furada de seu ministério e da Casa Civil.

Por causa disso, a FASUBRA chega a planejar uma Plenária Nacional no próximo dia 17 de maio, para continuar pressionando. Diretores da FASUBRA afirmam, contudo, que sai a MP nesta semana, dia 13 ou 14, o que pode modificar a data e a pauta dessa Plenária da nossa Federação. De todo modo, tamanho atraso para confirmar um acordo firmado em setembro/2007 é uma mostra de pouco respeito de certas autoridades do governo federal com categorias que firmaram acordos há tanto tempo. E é típico de um ministreco paranaense que não se importa com servidor público, como se dá no caso de um oportunista que cresceu no movimento sindical bancário petista e hoje é ministro anti-servidor.

Dia 13 tem assembléia geral do Sinditest e valeria a pena aprovar uma Moção de Repúdio ao senhor ministro Paulo Bernardo, inimigo do serviço público e amigo de banqueiros privados.
FORA, PAULO BERNARDO!
FORA, HENRIQUE MEIRELLES!!

sexta-feira, 9 de maio de 2008

MP do reajuste deve sair hoje, 9/5

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A Direção Nacional da FASUBRA Sindical participou de Ato Público, na Esplanada dos Ministérios, em 7 de maio, defronte ao Ministério do Planejamento. Mais de mil pessoas estiveram presentes na atividade, incluindo as entidades PROIFES, FASUBRA, CUT, CNTSS, CNASE, a ASSINAGRO, UNASUS e CONDSEF. O objetivo deste ato foi pressionar o governo PELO CUMPRIMENTO DOS ACORDOS e ENVIO IMEDIATO DE MEDIDA PROVISÓRIA AO CONGRESSO NACIONAL.

A luta das categorias é pelo o cumprimento dos Acordos firmados com o Governo. Logo após a manifestação o Ministro Paulo Bernardo recebeu em audiência uma Comissão e reconheceu que realmente a Medida Provisória (MP) está atrasada, mas disse que o presidente Lula comunicara que assinaria e mandaria divulgar a MP dia 9 de maio, sexta-feira.

Até o meio-dia desta sexta-feira, entretanto, os sites oficiais de notícias do governo federal ainda não estampavam nenhuma alusão a essa MP. Portanto, vale ficar alerta na cobrança.

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Fonte: com informações do site da FASUBRA

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Casa Civil ainda enrola

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Apesar de o Informe Nacional da FASUBRA de 26/04 dizer que o ministro Paulo Bernardo prometia que "no máximo até terça-feira (29/04)" a turma da Casa Civil enviaria o mecanismo legal para garantir o repasse dos acordos salariais de 2007 e 2008, uma navegada nos sítios do governo e da Radiobrás mostra que permanece a indecisão. Semana passada, os sindicatos e confederações pressionaram de novo o ministro e também Lula, mas até agora nada de definição. Isso se dá em grande parte porque a oposição de direita no Congresso tem sido resistente a votar os temas da pauta em protesto contra mais Medidas Provisórias. E força o governo a usar o instrumento do Projeto de Lei.


Segundo notícia de ontem, às 18h30, da "Agência Brasil" (Radiobrás), "o governo federal vai mandar, nos próximos dias, ao Congresso Nacional, projeto de lei para garantir o pagamento de reajuste a 17 categorias de servidores públicos", entre os quais os técnicos das Universidades Federais estão incluídos, esperando que cumpra-se o pagamento do primeiro reajuste no contracheque do começo de junho. O ministro Paulo Bernardo afirmou que será preciso "uma suplementação orçamentária para cobrir os reajustes, caso todos os acordos em andamento com os servidores públicos forem fechados", mas não disse quanto a mais de recursos serão necessários.


Uma coisa sabemos: a greve da FASUBRA negociou um Acordo salarial ainda no ano passado a partir da garantia de que nossa parte no bolo já está lá no Orçamento da União de 2008, sem precisar esperar suplementações este ano.

quarta-feira, 26 de março de 2008

Reajuste de Maio - na Medida ou...

Um comentário:
(*)ATUALIZADO às 14h30

Nesta quarta-feira, saindo da frente da Catedral de Brasília, caravanas de trabalhadores de numerosos estados realizam uma Marcha pela Esplanada dos Ministérios. A FASUBRA e seus sindicatos de base ativos, ao lado da CONDSEF e outras entidades, pressionam o Congresso Nacional a ratificar as Convenções da OIT 151 e 158, que asseguram a negociação coletiva/data-base no serviço público (bom pro pessoal RJU) e protegem os trabalhadores contra demissões sem justa causa (bom pro pessoal da FUNPAR).

Além disso, também é bandeira de luta a garantia do cumprimento integral dos acordos firmados pelo governo com o funcionalismo, no sentido de que os reajustes já negociados sejam enviados ao Congresso por Medida Provisória (MP) e não via Projeto de Lei (PL). O PL tem trâmite mais moroso e pode não garantir que, no caso dos técnicos-administrativos das IFES, o reajuste de 2008 possa ser pago já em maio.

Para complicar, justo agora a oposição de direita ao governo Lula (PSDB e DEM) resolveu obstruir os trabalhos do Congresso protestando contra o que alega ser excesso de MPs emitidas pelo Palácio do Planalto. Por conta disto, a MP do reajuste da FASUBRA ainda não foi enviada ao Congresso. Portanto, a Marcha em Brasília no dia de hoje cumpre importante papel de pressão. Papel que a direção atual do SINDITEST – entre chequinhos de convênio e aulas de dança - lamentavelmente não está ajudando a desempenhar.
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(*)ATUALIZAÇÃO - 14h30
REAJUSTE SERÁ MESMO POR M.P.
Depois de duas horas de reunião com os líderes da base aliada na Câmara e no Senado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva avisou que pretende baixar novas medidas provisórias nos próximos dias. Uma delas é a que concede reajuste salarial a cerca de 800 mil servidores públicos.


"Tem matéria que é muito difícil não tratar por medida provisória. O reajuste dos servidores vai ter de ser por MP. Se a gente mandar por projeto de lei, a gente vai pôr todos os servidores dentro do Congresso fazendo pressão", argumentou Lula, segundo um de seus assessores. "Então, é melhor que seja por MP, porque tira a pressão sobre o Congresso", disse o presidente.


Com 23 medidas provisórias tramitando no Congresso Nacional e a decisão da oposição em não votá-las enquanto não for aprovado um novo rito de tramitação, o Palácio do Planalto ficou na dúvida sobre a forma que encaminharia a proposta de reajuste para o Legislativo. Mas com as declarações de líderes oposicionistas, como ACM Neto (DEM), de que o reajuste não seria prejudicado, Lula decidiu insistir na MP, que permite que os novos salários entrem em vigor assim que ela for editada.

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Fonte: Jornal de Brasília/Coluna Ponto do Servidor-26/03

quinta-feira, 6 de março de 2008

Valeu a pena lutar ! Acordo será cumprido !!

Um comentário:
Dia 18 de março será publicada Medida Provisória concretizando os termos do Acordo da Greve dos 100 Dias

Servidoras e servidores, parabéns a todos que acreditaram na prolongada e fatigante luta que foi a Greve de maio a setembro de 2007! Em curtíssima reunião na manhã de hoje, em Brasília, o Ministério do Planejamento comunicou à Direção da FASUBRA Sindical que os reajustes salariais serão honrados nos termos que foram assinados ao final da greve do ano passado. Isso se traduzirá na redação de uma Medida Provisória da Presidência da República, a ser publicada no próximo dia 18.

Os efeitos de uma MP, como se sabe, passam a vigir imediatamente, e isso agilizará o pagamento da primeira parcela do reajuste em maio (contracheque do começo de junho). Veja os índices percentuais e valores em R$ dos reajustes por classe nas tabelas publicadas dias atrás neste blog.

Recebemos essa ótima notícia de última hora de dois companheiros diretores da FASUBRA (João “JP” Paulo e Rolando), que revelaram que, ao menos neste momento, somente os técnicos-administrativos da FASUBRA e os servidores de hospitais das Forças Armadas estão sendo priorizados pelo governo federal. Portanto, se repactuação de acordos houver, atingirá outras categorias.

Depois de mais de dois meses de apreensões por causa do sumiço dos 40 bilhões da CPMF do Orçamento da União, ficamos mais tranqüilos e com mais uma vitória registrada em nossa trajetória de movimento sindical, mesmo que parcial. Fica recompensado o esforço paciente, persistente, esperançoso de todos os(as) trabalhadores(as) da UFPR e UTFPR que acreditaram na luta, com uma especial menção para os que - no Comando Local de Greve/UFPR - nunca arriaram a bandeira, superando críticas, intrigas e ceticismos.

Esse é o caminho para avançar! Pois só se avança com união e luta!

sábado, 1 de março de 2008

Tabelas de Reajustes do Acordo da Greve 2007

Um comentário:
Para refrescar a memória de muitos de nós quanto aos valores em percentagem e em reais do Acordo assinado com o governo ao final da Greve dos 100 Dias de 2007, aí vai o documento resumido do Ministério do Planejamento, de setembro/2007:




MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO.
SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS
Esplanada dos Ministérios, Bloco "C", 7º andar, Sala 700 Cep: 70.046-900 – Brasília-DF
Telefones: (61) 3313-1505/1139 Fax: (61) 3321-1710


PROPOSTA - Plano de Carreira dos Cargos TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO



1.Extensão de Plano de Saúde para todos os servidores técnicos–administrativos das Instituições Federais de Ensino, a partir de novembro 2007;[JÁ CONCEDIDO]

2.Reestruturação da Tabela remuneratória, conforme disposto a seguir:








==>Vigência das alterações remuneratórias propostas: maio 2008, julho 2009 e julho 2010.