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domingo, 12 de abril de 2020

Cotidiano do ministério Waintreth

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"Quem foi que tirou minha pedrinha daqui da mesa? Quem foi?"

O ministro da educação da República esbravejava como possesso, até que um auxiliar trouxe-lhe a faxineira do prédio, que, assustada, confessou ter tirado a pedrinha da mesa do ministro.

"Sua anta imbecil, não sabe que aquela é minha pedrinha da sorte? Que tudo sempre dá certo em minha vida porque eu me pego nela? E agora, onde está a minha pedrinha? Vá trazer de volta!!"


A faxineira assustada, tremendo, disse com a voz arrastada que achava que o caminhão do lixo já teria levado embora.

"O quê????", vociferou o ministro.  "Está querendo dizer que, com minha pedra, vai pro lixo toda a educação dos brasileiros???"  "Tá tudo lascado!".

Sem pensar duas vezes, agarrou a faxineira e a atirou pela janela do ministério, 30 metros abaixo.  Nunca mais de faxineira nem de pedra da sorte para o Brasil.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Orientação do Comando de Greve da FASUBRA sobre o estágio atual da negociação

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Depois de muitas horas de debate sobre a proposta do Governo (apresentada em 6/8, veja na imagem abaixo), o Comando Nacional de Greve dos técnicos das IFES aprovou uma orientação para nortear as assembleias de base que estão ocorrendo desde hoje (8) até a manhã de sexta-feira.  Segundo o CNG-FASUBRA,

"Considerando que:

· A proposta de 15,8%, dividida em três parcelas anuais, a partir de 2013, apresentada pelo governo, além de não repor a inflação a partir de julho de 2010, não reconhece a importância da nossa categoria nem de nossa luta;

· A necessidade de conjugar outros itens da nossa pauta de interesse institucional e para a nossa categoria;

· A opção do governo federal em não apresentar propostas que possam resolver as diversas greves simultâneas, no serviço público, dos setores da educação, em especial a da FASUBRA;

· Embora o nosso movimento tenha demonstrado robustez política e impactado a opinião pública, a popularidade do governo Dilma e sua coalizão ainda são grandes, o que dificulta a correlação de forças para o nosso movimento;

· A infraestrutura existente em algumas instituições, caracterizadas pelo descaso com as condições de trabalho,

O CNG propõe:

--> Rejeitar a proposta da forma como foi apresentada pelo governo Dilma, buscando na mesa de negociação ampliar os recursos para a melhoria da nossa carreira. Para tanto o CNG orienta que as Assembleias Gerais o autorizem a apresentar uma contraproposta, que tenha como referência os seguintes parâmetros:

1- Garantia de reposição da inflação a partir de julho de 2010;
2- Redução do prazo de implantação da proposta de 3 anos para 1 ano;
3- Aumento do step no mínimo para 4% (podendo ser escalonado) conjugado com aumento no piso;
4- Implementar os Anexos III e IV, conforme deliberado pela CNSC (Comissão Nacional de Supervisão de Carreira);
5- Jornada de trabalho de 30 horas;
6- Retornar a expressão “step constante” no PCCTAE;
7- Reposicionamento dos aposentados.


O CNG orienta ainda:

# Rodada de Assembleias dias 8 e 9 de agosto, com retorno imediato ao CNG;

# Construir no dia 9 de agosto ações contundentes nas universidades, em conjunto com docentes e estudantes no período da manhã, e onde houver articulação com os SPF participar das atividades conjuntas;

# Intensificar a visibilidade da greve da FASUBRA."

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Abaixo, a imagem do "ofício" do MPOG enviado à FASUBRA, tal como veio, sem timbre nenhum do Governo nem assinatura alguma (clique na imagem para ampliar).


quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

"A Privataria Tucana", bomba em forma de livro, será lançado hoje em Curitiba

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Convidamos todos(as) para participar do lançamento do livro-sensação de 2011/2012, hoje (19), a partir das 19 horas, na sede do SISMUC (R. Monsenhor Celso, 225 - 9. andar) - "A Privataria Tucana", do jornalista paranaense/mineiro Amaury Ribeiro Jr, o qual estará presente para fazer um debate.

Em poucas semanas o livro já vendeu mais de 120 mil exemplares, um fenômeno.  Isso porque traz em linguagem acessível e com provas documentais uma série de relatos demonstrando como, na época do auge das privatizações da Era FHC (1995-2002), altas granas rolaram para bolsos particulares, entre eles o do ex-governador e candidato derrotado à Presidência da República, José Serra, que foi ministro do Planejamento naqueles tempos bicudos.

O livro eriça os pelinhos de todas as partes do corpo de tucanos de alta plumagem, e suas denúncias, de base sólida porque apoiadas em documentos reais, já motivaram o pedido da CPI da Privataria puxado pelo deputado federal Protógenes Queiroz (PCdoB-SP).  O requerimento dessa CPI já reuniu assinaturas suficientes para começar investigações a partir de fevereiro, quando os deputados voltarem das férias.  Esta será uma das grandes batalhas políticas de 2012.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Ministério descumpre palavra firmada no Acordo de final de greve de 2007

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Junho começou e não foi consignado nos contracheques de maio dos servidores técnico-administrativos o reajuste salarial conforme Termo de Compromisso assinado em setembro de 2007 entre a FASUBRA e o Ministério do Planejamento. Traduzindo: o senhor Paulo Bernardo descumpriu a palavra empenhada.


Que nos dizem os petistas de lá e de cá acerca dessa furada do seu ministro? Um comentário postado dias atrás por um leitor deste blog lembra que algumas pessoas, ativistas do movimento sindical da UFPR, no ano passado apreciavam alardear sua amizade e influência junto ao ministro Bernardo. E agora? Tem gente que quer se (re)eleger para cargos públicos mas essa proximidade com um ministro dessa laia pode ficar incômoda neste ano...


Sabemos de uma série de intercorrências políticas do final do ano passado para cá envolvendo a natural briga entre governo Lula e oposição, mas isso não isenta quem assina um Acordo com uma categoria de ser criticado por faltar com a palavra. Para nós, fica como mais um demonstrativo de que o ministro é o cabal substituto do ex-ministro Antonio Palocci encravado dentro do Governo Federal: o bastião preservador de postulados do neoliberalismo, braços dados com o mega-banqueiro Henrique Meirelles do BC, ambos a segurar o desenvolvimento do país.

domingo, 11 de maio de 2008

Incrível enrolação

Um comentário:
A última postagem - está aí embaixo - relata um trecho de informe da Direção Nacional da FASUBRA que se havia reunido com o ministro do Planejamento, no qual ele afirmava que a MP do reajuste derivado do Acordo da Greve de 2007 sairia no dia 9. Não saiu. Mais uma furada de seu ministério e da Casa Civil.

Por causa disso, a FASUBRA chega a planejar uma Plenária Nacional no próximo dia 17 de maio, para continuar pressionando. Diretores da FASUBRA afirmam, contudo, que sai a MP nesta semana, dia 13 ou 14, o que pode modificar a data e a pauta dessa Plenária da nossa Federação. De todo modo, tamanho atraso para confirmar um acordo firmado em setembro/2007 é uma mostra de pouco respeito de certas autoridades do governo federal com categorias que firmaram acordos há tanto tempo. E é típico de um ministreco paranaense que não se importa com servidor público, como se dá no caso de um oportunista que cresceu no movimento sindical bancário petista e hoje é ministro anti-servidor.

Dia 13 tem assembléia geral do Sinditest e valeria a pena aprovar uma Moção de Repúdio ao senhor ministro Paulo Bernardo, inimigo do serviço público e amigo de banqueiros privados.
FORA, PAULO BERNARDO!
FORA, HENRIQUE MEIRELLES!!

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Bernardo neo-neoliberal merece pau!

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O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo (PT do Paraná), afirmou, dia 29/4, em audiência numa Comissão do Congresso, que o governo federal não tem como financiar aumentos de gastos com benefícios do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). Pela vontade desse "cristão novo do neoliberalismo" incrustado num importante ministério do governo Lula, serão barrados na Câmara dois projetos de lei aprovados no início de abril, pelo Senado.

O projeto de lei 42/07 da Câmara estende aos benefícios da Previdência Social o mesmo percentual de reajuste concedido anualmente ao salário mínimo e o projeto de lei do Senado PLS 296/03 extingue o ''fator previdenciário'', um redutor aplicado no cálculo do valor de aposentadorias e pensões pagas pelo INSS. Segundo o ministro, os dois projetos “não são sustentáveis. Não temos como concordar com a aprovação desses projetos, a não ser que tenhamos fontes para financiá-los, ou cortes de despesas equivalentes em outras áreas A verdade é que a própria Constituição diz claramente que não podemos aprovar um projeto desse tipo criando uma despesa permanente sem ter previsão de receita para sustentá-lo se não cortamos despesas”.


Paulo Bernardo ainda defendeu o Banco Central, ao ser questionado sobre a elevação da taxa básica de juros: ''O BC fez o seu papel fundamental, que é de manter a inflação sob controle''. Para ele, os juros mais altos do mundo não vão dificultar o atual ciclo de crescimento econômico, mas apenas ''corrigir os excessos''.


É esse recém-convertido ao neoliberalismo que pretende emplacar sua esposa como prefeita de Curitiba nas eleições deste ano. Aí ficamos a nos perguntar qual a diferença entre a petista light e o prefeito jogador de tênis. Desse tipo de lideranças "cabeças-de-planilha", seja petista, seja tucano, o Paraná e seu povo não precisam.

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Fonte: com informações do Portal Vermelho