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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

UFPR adia início das aulas do curso de Comunicação Social

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As aulas dos três cursos de Comunicação Social da Universidade Federal do Paraná (UFPR) serão adiadas em uma semana. O anúncio foi feito logo após o Ministério da Educação informar que a visita dos avaliadores que poderiam liberar o funcionamento do curso de Jornalismo não ocorreria até o dia 10, conforme previsto anteriormente, e sim na próxima semana. O curso foi impedido de receber novos alunos em dezembro, pelo MEC.

Em nota, UFPR diz que o adiamento ocorreria mesmo se a avaliação já tivesse sido feita, devido à “estruturação do Setor de Artes, Comunicação Social e Design (Sacod)”. Um problema técnico no sistema da universidade teria impedido que os alunos dos cursos de Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Relações Públicas efetivassem suas matrículas nas disciplinas corretas. As aula dos três cursos terão início no dia 17 de fevereiro.

O adiamento das aulas foi informado aos estudantes aprovados em jornalismo pelo reitor da instituição, Zaki Akel Sobrinho, numa reunião que ocorreu na tarde desta sexta-feira. Participaram também do encontro representantes da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), e do Centro Acadêmico de Comunicação Social (Cacos). O reitor também comentou a possibilidade da suspensão ser mantida pelo ministério, afirmando que, nesse caso, manterá a busca por uma solução na esfera administrativa. “Respeitamos o direito à vaga adquirido com a divulgação da lista de aprovados, mas não podemos descumprir uma determinação de nosso mantenedor, que é o MEC”, disse o Akel Sobrinho, por meio da nota.

No dia anterior à reunião, quinta-feira, a advogada que acompanha os aprovados no curso de Jornalismo, Cristiane Maria Agnoletto, se encontrou com a pró-reitora de Graduação, Maria Amélia Sabbag Zainko para obter um posicionamento oficial da instituição e expor a preocupação dos estudantes. Segundo a advogada, uma ação judicial contra a universidade não está descartada, mas a medida só seria adotada no caso de uma resposta negativa do MEC quanto ao ingresso de novos alunos no curso de Jornalismo. “Nesse momento é mais prudente aguardar para ver o que acontece”, diz.


Histórico
Em dezembro, os cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda tiveram o vestibular suspenso porque, em duas avaliações consecutivas (2009 e 2012), ficaram abaixo da média no Conceito Preliminar de Curso (CPC), indicador que leva em conta o desempenho dos alunos no Enade e o corpo docente das unidades, entre outros quesitos.

A visita dos avaliadores, ocorrida no fim de 2013, chegou a mudar a situação do curso de Publicidade e Propaganda, que teve a suspensão revogada. No entanto, Jornalismo continua impedido de receber novos alunos.
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Fonte: Gazeta do Povo de 07/02/2014

sábado, 14 de janeiro de 2012

Reitor é chamado de xerifão por revista, e gosta

Um comentário:
"João Grandino Rodas, o xerifão da USP" - essa a manchete com que a revista Veja-São Paulo celebrou o atual reitor da USP, pelo "pulso firme" (entenda-se, muitas cacetadas, balas de borracha, gás lacrimogêneo e prisões) com que tratou os estudantes que protestaram contra a presença ostensiva da PM nos campi da universidade paulista.

Não teria Sua Magnificência reclamado dessa alcunha policialesca, quando mais propriamente deveria ser chamado de mestre, acadêmico, ou intelectual?  Ou de dirigente universitário pelo menos?  Que nada! O professor (?) Rodas apreciou tanto que mandou sua assessoria de imprensa colocar a chamada para a matéria da Veja no próprio site da USP [figura acima].  

Verdade que o reitor-xerife (ou seria xerife-reitor?) é chapinha do ex-governador tucano Zé Bolinha-de-papel Serra (que o nomeou para o cargo) e do dono do jornalismo-esgoto intitulado "revista" Veja.  Mas, tolerar um tratamento desses num órgão de imprensa e ainda gostar ao ponto de mandar publicar no site da maior universidade brasileira é, francamente, o zênite do raciocínio narcisista babaca, sem noção.  Abaixo, o trecho inicial da matéria da Veja-SP sobre o xerifão.
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Fonte: com informações de Antonio David/Blog Viomundo

quarta-feira, 18 de março de 2009

Reitores da ANDIFES "em cima do muro"

7 comentários:
Semana passada a FASUBRA realizou uma Plenária de Sindicatos e depois um Seminário (dia 9/3) para debater as terceirizações no serviço público em geral e nas IFES em particular. A assembléia geral do Sinditest enviou dois representantes a esses eventos. No Seminário, foi útil ouvir a ANDIFES (representante dos reitores das Universidades Federais), entre outras coisas por revelar que essa entidade não tem nenhuma posição oficial sobre o Projeto de Lei (PL 92/2007) que permitirá instituir as Fundações estatais de Direito Privado (FeDP) em áreas da Educação e Saúde públicas, tal como no HC da UFPR.


Quando provocado por alguém da platéia do Seminário sobre essa indefinição, o professor Gustavo Balduíno, secretário da ANDIFES, foi bem claro: "É posição em cima do muro, mesmo." Na realidade, nem todos os reitores estão no muro, muitos estão claramente ao lado desse modelo de gestão da FeDP, porque ele resolve demandas e "gargalos" gerenciais que os reitores enfrentam no dia-a-dia. Só não podem revelar abertamente isso, a exemplo do próprio reitor da UFPR.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Reitor da UFPR sairá em maio

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Reunião do PMDB no último dia 12 ungiu o reitor Carlos Moreira Jr., preferido do governador Requião, como pré-candidato a prefeito, com apoio dos diretórios zonais e da chapa de vereadores



Apesar da grita de outros pré-candidatos a prefeito, principalmente do filhinho-de-papai Stephanes Jr., Moreira deverá ser homologado oficialmente candidato a prefeito de Curitiba na Convenção formal do PMDB em junho. Até lá, deverá ter saído do exercício do cargo de reitor da UFPR, assumindo a vice-reitora Márcia Mendonça.




Tudo bem, qualquer cidadão da comunidade universitária, seja professor, aluno ou funcionário, tem direito a se candidatar na eleição municipal deste ano. Não se questiona isso. Algumas indagações ficam pairando, entretanto. O professor Moreira recebeu - pelo voto direto da maioria da comunidade da UFPR - um mandato para dirigir a Universidade por 4 anos. No meio do mandato, larga-o para se entregar a uma aventura eleitoral em outra esfera. Configura ou não um desrespeito político aos(às) eleitores(as) da UFPR, que dele esperavam trabalhasse como reitor por todos os 4 anos? Deixa ou não no ar um "aroma" de uso da UFPR como trampolim para vôos mais altos?




E mais: se derrotado na eleição municipal de outubro, pretende voltar ao cargo "numa boa"? Com que autoridade política, após o abandono da Reitoria e o fracasso na disputa da Prefeitura?


Indagações que merecem a reflexão de todos os membros da comunidade da UFPR.