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sexta-feira, 12 de junho de 2026

Deputada Federal? Apoiamos a Professora Amábile Marchi, a voz da inclusão!

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Este Blog, sendo ligado à CTB e ao PCdoB, indica decididamente para leitores e leitoras, para militantes, amigas e amigos, o nome da professora Amábile Marchi, dirigente desse Partido, que agora se lança pré-candidata a uma cadeira na Câmara Federal.

Amábile é professora da rede estadual, mãe de dois filhos autistas (TEA – Transtorno do Espectro Autista*) e preside a entidade União de Pais Pelo Autismo (UPPA), sendo reconhecida como uma das referências em Curitiba e no Paraná quanto aos esforços para que haja o devido reconhecimento das deficiências dessas pessoas neurodivergentes e a desejável inclusão no âmbito da sociedade, e particularmente nas escolas.

O Blog NaLuta apoia Amábile Marchi para reforçar a bancada progressista e de esquerda na Câmara Federal, para mudar para melhor, a partir de 2027, o cenário desse parlamento hoje tomado majoritariamente por inimigos dos trabalhadores e do povo em geral, da democracia e da soberania nacional – deputados traidores da pátria vinculados à extrema-direita, cuja proposta essencial é entregar este país às vontades do presidente demente Donald Trump.

Assim, convidamos estudantes e trabalhadores da UFPR, da UTFPR, da UNILA, a fortalecer a pré-candidatura da professora Amábile, bem como as demais pré-candidaturas do campo progressista e de esquerda do Paraná.

Também convidamos, agora, ao evento de lançamento da pré-candidatura de Amábile, que ocorrerá amanhã, sábado, 13 de junho, a partir das 15h30, no Espaço Cultural 7 (Av. Visconde de Nácar, 637). Para quem quiser permanecer no barzinho, depois do lançamento, assistiremos juntos à estreia da seleção brasileira contra a seleção do Marrocos na Copa do Mundo, jogo que será às 19 horas.

Fica a chamada! Participe, engaje-se e fortaleça uma candidatura verdadeiramente defensora dos interesses atuais e históricos dos trabalhadores e trabalhadoras!

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(*)O TEA é um transtorno neurológico que afeta a forma como a pessoa percebe e interage com o mundo, incluindo processamento sensorial, comunicação verbal e não verbal, e comportamento social.  O termo “espectro” indica que os sintomas podem variar de leves a graves, e cada indivíduo apresenta um conjunto único de características.  O diagnóstico geralmente ocorre na infância, por volta dos 4 ou 5 anos, mas pode ser identificado na adolescência ou idade adulta.

terça-feira, 3 de janeiro de 2023

Comunidade científica celebra Luciana Santos à frente de Ciência e Tecnologia

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Após anúncio do nome da nova ministra de Ciência, Tecnologia & Inovação, lideranças do meio científico e acadêmico destacaram a experiência e o papel estratégico de Luciana na reconstrução da área após desmonte de Bolsonaro

Priscila Lobregatte - Portal Vermelho

A escolha de Luciana Santos, vice-governadora de Pernambuco e presidenta nacional do PCdoB, pelo presidente eleito Lula, para comandar o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação gerou uma onda de declarações de apoio, especialmente do mundo acadêmico e científico. A indicação foi comemorada tanto pela importância da representatividade feminina, negra e nordestina no novo governo quanto pela experiência que Luciana tem na área, o que lhe garante conhecimento e interlocução com o setor.

Primeira mulher a ocupar o cargo, Luciana foi secretária estadual de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente de Pernambuco e, como deputada federal, integrou a Comissão de Ciência & Tecnologia. É engenheira eletricista, formada pela UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), tendo numerosas experiências no Executivo e no Legislativo.

“É uma política habilidosa, trabalhadora, tem experiência em gestão, é respeitada e interage bem com a comunidade. E tem clareza sobre a importância estratégica de CT&I para o desenvolvimento econômico e social do Brasil”, disse Sérgio Rezende, ex-ministro da pasta entre 2005 e 2010, durante o governo Lula.

Celso Pansera, também ex-ministro de CTI e atual presidente do Instituto de Ciência, Tecnologia e Inovação de Maricá (ICTIM), enfatizou: “Pela primeira vez, o Brasil tem uma mulher comandando o MCTI, minha querida amiga Luciana Santos”. Ele completou dizendo que Luciana “será uma ministra à altura da Ciência brasileira”.

Fernando Jucá, secretário de CTI de Pernambuco, destacou que Luciana “tem um diferencial, que a coloca em destaque: a sensibilidade no reconhecimento das pessoas, no reconhecimento de que a gente tem que reduzir as desigualdades sociais”. Além disso, ele salientou a preocupação de Luciana com “todo o aparato de infraestrutura para ciência, tecnologia e inovação, preocupa-se, portanto, com a melhoria da qualidade de vida da população”.

Presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Renato Janine Ribeiro declarou ao jornal Folha de S.Paulo: “É uma pessoa empenhada nesse assunto, uma pessoa que conhece e tem interesse”. “Espero que seja uma boa indicação e faça uma boa gestão”, completou.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Alice Portugal tenta impedir projeto que ameaça gratuidade nas universidades

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A deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) apelou pela retirada de pauta no Plenário da Câmara da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que permite a cobrança nos cursos de especialização e no mestrado profissional nas universidades públicas. Esta é a segunda tentativa de deputada de evitar que o projeto seja votado na Casa, por entender que abrirá precedente para o fim da gratuidade do ensino público superior. 

Na semana passada, após articulação com parlamentares, Alice Portugal conseguiu impedir a votação e garantiu a realização de uma audiência pública, realizada nesta quarta-feira (21), na Comissão de Educação, para discutir o projeto com representantes das entidades ligadas à educação superior.

Ela apelou ao autor da proposta, deputado Alex Canziani (PTB-PR), para que retirasse o projeto da pauta, dando oportunidade para mais debate sobre o assunto, alertando que as entidades presentes à audiência já adiantaram ser contrárias ao projeto. Outras entidades também disseram que não tinham conhecimento da proposta e não puderam debater o assunto com seus representados. 

A parlamentar anunciou que, caso não seja permitido mais debate com as entidades envolvidas na questão, ela votará contra a proposta, que pode ser analisada no plenário ainda nesta quarta-feira. Para Alice, a PEC representa um retrocesso e uma desestruturação do Sistema Nacional de Pós-Graduação.

A deputada repercutiu a opinião de vários reitores e pró-reitores de universidade brasileiras, citando nominalmente o pró-reitor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) , contrário ao projeto, que representa uma ameaça à matriz mais cara da construção da educação pública que é a gratuidade.

Sem adiamento, vou votar contra a PEC porque não vou macular anos de luta pela gratuidade da universidade”, anunciou a deputada, ao final do seu discurso na audiência, insistindo que “deveríamos suspender votação, ouvir entidades em sua plenitude, que já adiantou posição contrária, contra o fim do princípio da gratuidade do ensino público superior.”
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Comentário: na UFPR, há muito tempo existe cobrança dos cursos de especialização (pós-graduação lato senso), sendo uma luta intermitente dentro do CoUn o esforço para impedir a cobrança nesses cursos.  O argumento das diversas gestões passadas e presente da Reitoria é que os recursos arrecadados com tais cursos vão constituir um Fundo (FDA), que depois reverte em benefícios para a UFPR na compra de equipamentos e livros... mas em geral não se diz que também revertem em boas suplementações de renda para os docentes (frequentemente uma "panelinha" privilegiada) que ministram as atividades desses cursos.

O grande problema da PEC acima mencionada é que ela constitucionaliza a cobrança nas especializações e mestrados profissionais, ou seja, torna-se lei obrigatória para todas as Universidades Públicas, um evidente retrocesso, e que abre brechas a se argumentar: por que não cobrar mensalidades em todos os cursos públicos, incluindo a graduação?
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sábado, 24 de março de 2012

Neste 25 de março saudamos os 90 anos de luta do mais antigo partido do Brasil

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O Blog NaLuta, de orientação nitidamente socialista, saúda neste domingo, 25 de março de 2012, o aniversário de 90 anos de lutas do Partido Comunista do Brasil, a mais antiga agremiação político-partidária de nosso país.  De norte a sul, a militância do PC do Brasil manifesta de diferentes maneiras o justo orgulho de pertencer a uma organização de vanguarda que tanto tem contribuído para as conquistas políticas e sociais do povo brasileiro e está em permanente luta por transformações revolucionárias no Brasil e no mundo. Em homenagem a esse aniversário, reproduzimos acima breve vídeo do presidente Renato Rabelo, e abaixo o artigo do jornalista José Reinaldo de Carvalho, secretário nacional de comunicação deste partido.

A celebração do 90º aniversário do partido enseja reflexões sobre o legado da história gloriosa vivida de 1922 até os dias atuais, a natureza do partido, seus objetivos, ideologia, composição social das fileiras, tarefas do momento e perspectivas.

O legado
Com a contribuição que deu às lutas e conquistas dos trabalhadores, à defesa da soberania nacional, à democracia e à luta anti-imperialista internacional, o Partido Comunista do Brasil afiançou-se como uma organização política indispensável na luta pela emancipação nacional e social, pela construção de uma sociedade justa, livre da opressão e exploração capitalistas. 

Todas as conquistas democráticas, patrióticas e sociais do povo brasileiro são indissociáveis da luta dos comunistas durante estas nove décadas. Por isso, a data em que se comemora o aniversário da fundação do partido não pertence apenas aos comunistas, mas a todo o povo brasileiro, às forças políticas que sinceramente lutam por um Brasil democrático, soberano, socialmente justo e progressista.

Os objetivos
Há também, contudo – e não só entre os reacionários empedernidos – quem considere que não há no mundo atual e particularmente na sociedade brasileira espaço para o partido comunista. Isto é comum entre os social-democratas, tanto os de centro-direita como de centro-esquerda. 

Segundo essa visão, os comunistas poderiam muito bem permanecer como uma corrente “cultural” minoritária no quadro de uma sociedade conservadora e albergar-se sob o teto de alguma legenda partidária de centro-esquerda. Nisso se resumiria o espaço destinado aos comunistas na luta pela consolidação de um governo de coalizão democrática. Este é o substrato de propostas exclusivistas, hegemonistas e no fundo de inspiração antidemocrática, que pretendem como resultante de uma reforma política a constituição de um condomínio de duas ou três legendas partidárias eleitoralmente fortes praticando o jogo da alternância de coalizões no governo.

É um debate a ser feito abertamente, com as forças políticas e o povo. Interessa ao próprio partido comunista fomentá-lo, pois em si mesma tal discussão enseja a afirmação de identidades.

Nesse debate é forçoso repetir, ainda que pareça elementar e óbvio: a existência do partido comunista é indispensável porque se impõe como exigência objetiva do desenvolvimento social a superação revolucionária do capitalismo e a edificação de uma sociedade socialista. Isto significa ter no horizonte histórico a libertação dos trabalhadores e de todo o povo da exploração capitalista e a construção do socialismo e do comunismo, o que pressupõe a conquista do poder político pelos trabalhadores e seus aliados. 

A experiência histórica do nosso e de outros povos já ensinou que esses objetivos finais não se conquistam de golpe, nem por decreto ou ato de vontade. A construção do fator subjetivo da luta revolucionária é labor permanente e de longo prazo e se desenvolve a par com o amadurecimento das condições objetivas. É o que chamamos de acumulação revolucionária de forças de longo prazo, trabalho que requer convicções, estratégia, tática, métodos, organização, ciência e arte. 

Uma vez arraigada a convicção de que o socialismo é o ideal da classe operária e aspiração de todos os povos, objetivo e missão histórica dos comunistas, estes devem assumir com centralidade os desafios decorrentes: elaborar estratégias e táticas consentâneas com esses objetivos, políticas organizativas e de quadros, formulação de métodos, procedimentos e diretivas para a militância e o ativismo práticos.

Ganha relevo nesse mister a atuação no curso político, a permanente sintonia com a realidade e as tendências da época, o diuturno exercício de fazer análise concreta da situação concreta (Lênin), o estabelecimento de metas factíveis a cada etapa da luta, a conquista de vitórias parciais, o desenvolvimento de práticas que levem ao enraizamento dos comunistas nas massas trabalhadoras e populares, a tal ponto que sejam capazes de fundirem-se com elas (Lênin). Nessa perspectiva, inscreve-se a luta pela hegemonia, a realização de políticas de alianças como parte de um processo também de longo fôlego de construção do sujeito político da revolução, que não se restringe a um partido, um sindicato ou uma liderança. 

Tudo isso são derivadas da essência, da identidade comunista do partido, sem a qual, as estratégias, táticas e políticas de organização não serão mais que energia dissipada, esforço baldado, trabalho vão, palavras ao vento. 

A ideologia
Fazer política sem ideologia é como arar no mar. Um partido que proclama tais objetivos não se conduzirá às cegas. Há mais de um século, Lênin, fundador do partido comunista como conceito contemporâneo e científico de vanguarda política revolucionária, começou seu esforço orgânico dando um basta ao espontaneísmo. 

A identidade do partido comunista se afirma, além dos objetivos pelos quais luta, na ideologia, na teoria revolucionária. O mundo evolui, a ciência avança, os processos sociais se complexificam, novos desafios e exigências se apresentam, questões novas despontam acicatando a inteligência coletiva dos comunistas, exigindo-lhes inovação e libertação de dogmas, interpretações atualizadas dos fenômenos políticos, econômicos e sociais, respostas novas para problemas até então desconhecidos. Os comunistas devem encarar esses desafios, mas seria errôneo tentar fazê-lo renunciando ao próprio acervo teórico e ideológico. 

Há que tomar como ponto de partida o marxismo-leninismo e o socialismo científico, manancial de conceitos filosóficos e de ciência política que conformam a ideologia da classe operária na época atual, de luta contra o capitalismo, pelo socialismo. Esse deve ser também o ponto de partida para a formação de quadros dirigentes em todos os níveis, do que dependerá o desenvolvimento e permanência da organização.

No Brasil, a afirmação da essência ideológica marxista-leninista do partido comunista deve coincidir com os esforços para incorporar ao manancial teórico dos comunistas a cultura brasileira e latino-americana, diria mesmo da ciência brasileira, traduzida em sociologia, antropologia, etnografia, historiografia, no que temos inesgotável tesouro que fornece elementos seminais para a compreensão da civilização brasileira e sua afirmação num mundo em que os gigantes e potentados imperialistas querem esmagar as nações emergentes em luta por sua independência, soberania e afirmação nacional. 

O marxismo-leninismo não é estranho a essa cultura, nem esta deve ser a expressão de um nacionalismo estreito e subordinado aos valores das classes dominantes.

A composição das fileiras
A essência do partido se manifesta ainda na composição das fileiras. O partido comunista deve afirmar-se como partido dos trabalhadores e das massas populares, um partido que reúna simultaneamente os atributos de uma organização de quadros e de massas, em permanente esforço para a formação política e ideológica dos seus filiados e militantes, a fim de que desempenhem ativo papel político e social, organizados em estruturas orgânicas estáveis, influentes, ligadas às massas e com funcionamento dinâmico.

Constituir-se como um partido de trabalhadores e do povo e organização militante e de luta são fatores decisivos para a acumulação de forças e a constante afirmação do partido como instrumento de transformações revolucionárias.

Onde estão os trabalhadores está o PCdoB, onde há luta há PCdoB – são conceitos simples, inteligíveis e que bem expressam a natureza de nossa organização. Ajudam a compreender o sentido da atuação partidária em outras esferas, como a eleitoral e governamental, que em última análise deve servir ao povo e elevar o nível das suas conquistas.

Tarefas e perspectivas
As tarefas e perspectivas do PCdoB estão formuladas sinteticamente no Programa Socialista aprovado no 12º Congresso, realizado em outubro de 2009. Nas últimas décadas os militantes e quadros do partido realizaram profícuos debates que resultaram em atualizações programáticas e da formulação estratégica. 

A última grande mudança operada na concepção estratégica dos comunistas brasileiros deu-se a partir de 1992, quando, no auge da onda liquidacionista proveniente da derrocada do socialismo na União Soviética e países do Leste europeu, o 8º Congresso (1992) superou a antiga noção de “revolução em duas etapas” – a nacional-democrática e a socialista. 

As análises sobre a formação social do Brasil e a evolução do capitalismo-imperialismo no mundo, que se desenvolviam e amadureciam desde o 6º Congresso (1983), levaram a inteligência comunista à conclusão de que a revolução brasileira encontra-se em sua etapa socialista, ou seja, vivemos a época histórica em que a tarefa estratégica é a conquista do poder político pelos trabalhadores para iniciar uma longa transição ao socialismo. 

Foi desta mudança de concepção estratégica que surgiram o Programa Socialista de 1995/1997 e o Programa Socialista atual (2009). O programa atual reafirma esta estratégia e procede a um aperfeiçoamento e atualização no plano tático. Como afirma o camarada Renato Rabelo, presidente do partido, o Programa Socialista do 12º Congresso (2009) define “o rumo e o caminho”.

Neste caminho encontram-se sistematizadas as tarefas concretas atuais e as perspectivas: lutar, no novo ciclo político aberto com a eleição de Lula em 2002 e que prossegue hoje no quadro do governo da presidente Dilma, por um Novo Plano Nacional de Desenvolvimento que, uma vez realizado através de uma plataforma de reformas estruturais, equivalentes a importantes rupturas sistêmicas, transforme o Brasil numa grande nação progressista.

Este é o curso concreto sobre o qual podemos e devemos construir um grande e forte partido comunista, herdeiro do legado revolucionário dos 90 anos transcorridos, e capacitá-lo a desempenhar um papel decisivo na luta pelo socialismo no Brasil. Segurar com firmeza esta bandeira e cumprir esta tarefa é o que corresponde à atual geração de comunistas.

Viva o povo brasileiro!
Viva o PCdoB!